terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

ANTEPROJECTO DE LEI DA VIVENDA DA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Em Dezembro de 1935, Alexandre Bóveda denunciava o despejo (desahucio em sp) maciço que a direita golpista perpetrava contra os pobres da Galiza, a maioria da população; consumado e vitorioso o golpe de Franco, para além do sequestro, tortura e assassinato dos «rojos» e a espoliação dos seus bens, os seus familiares foram expulsos das suas moradas pelos falangistas aplicando o despejo como brutal arma de controlo e repressão. Durante o franquismo o reconhecimento legal desta prática teve como resultado o poder omnímodo dos caseiros, muitos falangistas, que sob a escusa, reconhecida na lei, de precisar a vivenda para um familiar, conseguiam de um juiz uma ordem de despejo das pessoas arrendatárias e rua! No partido judicial de Ferrol, o Decano do Colégio de Advogad@s, Sr. Pantim, como advogados dos caseiros, sabe muito acerca da aplicação desta medida a viúvas de fuzilados e as pessoas mais pobres dentre as pobres; paradoxalmente a aplicação do despejo em vivendas do falangista Sindicato Vertical e/ou vivendas sociais do franquista Ministério da Vivenda, do que nós sabemos, foi inexistente, num quadro de emigração maciça, vidas desfeitas, errantes, erráticas, etc., etc.
Am Agosto de 1977 começou em ferrol a luta VITORIOSA mais limpa e importante de todo o território de Reinoda Espanha em favor do Direito à Vivenda para pobres e contra a ordem hucicialde despejo; para além de conseguir que muitos mais de mil despossuídos trabalhadores e as suas famílias acedessema uma vivenda digna, social e em aluguer, logrou-se obrigar a meio da luta, nada menos que a tudo um Ministro da Vivenda espanhol, o Sr. Garrigues Walker, a assinar um documento de compromisso para constuir quatro centas vivendas para pobres em Carança (Ferrol), das que se construíram 398. em Setembro de 1983 mais de mil pobres ususfruíam a sua vivenda, em Dezembro a prática totalidade
d@s morador@s «das ditas 398» como decisão colectiva de luta contra o roubo e a fraude dos construtores franquistas no relativo à qualidade da vivenda, negaram-se a pagar as rendas mensais, conseguindo reparações parciais das vivendas, sempre muito longe de atingir o status marcado aos construtores piratas impunes.
Coincidindo com a chegada de Aznar ao governo espanhol, uma maré negra de ordens de despejo alaga @s
morador@s «das 398» procedentes dos franquistas que governavam e roubavam na Junta de Fraga, forçando-os a pagar quantidades de «recargo» sem justificante, tudo favorecido, colaborado, não confrontado por notáveis do combate nacionalista e mesmo independentista para além da triple aliança franquistas-«socialistas»-«comunistas» contra «os asaltantes, ladrones de casas de pobre». Cometeram todo tipo de tropelias numa operação de castigo contra os dissidentes, rebeldes e contumazes «ocupantes» que durou até o Decreto 257/2004 de 29 de Outubro, dado por Fraga e Feijó que legalizaou a venda de vivendas de 70 m2 e mais por 750.000 pts., e assim o Partido Popular obter até 12 de Maio de 2005 um lindo financiamento para ganhar as autonómicas de Junho de 2005 o que felizmente não aconteceu; quando se investigará a IMENSA fraude e ladríce cometida por Cuinha em vida, Feijó e Fraga durante mais de uma década? O Decreto perpetua os mecanismos falangistas de controlo e repressão legalicados no Regulamento de Vivendas de protecção Oficial de 1968, memso piorando-os porque a qualificação legal de «vivenda social» desaparece; continua a misoginia franquista que por lei EXPULSA as mulheres das Juntas Adminstradoras de edifício, etc. Eliminam o direito às pessoas que cobram menos do salário mínimo e lho outorgam aos amigos de até três vezes e meia em Fontinhas, em Compostela. Se és desempregado, emigrante, tudo à vez, etc., se não pagas, se não vives, se a polícia-falangista que te vigila as 24 h., certifica «paradero desconocido» ou inspector escreve em acta todo o que lhe defeca a vizinha do 1º direito, etc., a ordem de despejo chega de imediato, com juízes, polícias e muita VIOLÊNCIA contra as pessoas mais pobres dentre as pobres, contra o «cabecilha dos asaltantes, ladrones de casas de pobre, separatista, rojo y masón»...
E assim chegamos ao «Anteproxecto de Lei da Vivenda de Galicia», elaborado por mais de três mulheres que não legaliza as mulheres e os resto dos moradores que não sejam o titular da vivenda, quase sempre homens, para participar nas Juntas de Administração do edifício e continua no seu artigo 83 o mecanismo falangista de controlo e repressão que denomina DESAFIUZAMENTO, com o fácil que é dizer DESPEJO, por a) não pagar as rendas b) ocupar sem título legal c) ser sancionado grave ou muito gravemente, no que destaca «não destinar a vivenda a domicílio habitual e permanente», tudo, numa Galiza que ejecta cada dia mais de 25 pessoas desempregadas para o mundo todo à que se lhes reconhece o DIREITO a uma vivenda digna, e acrescentamos nós, de por VIDA. Artigo 83 para que? Se uma pessoa não paga porque não tem, trabalho para que tenha e se não a Lei da Vivenda tem que ter um artigo que a exima; se uma pessoa tem e não paga, é só «embargar»; se uma pessoa pobre ocupa sem título legal, é só regularizar; se uma pessoa que viva só torna-se emigrante, tem que viver quinze dias ao ano, se viver catorze ou um, é despejado. As pessoas narcotraficantes, proxenetas e outras «faunas» existentes nas vivendas de protecção oficial, essas, para além de rebentar a convivência e a organização reinvindicativa vizinhal, é que nunca foram nem «expedientadas» nem despejadas porque o PP favoreceu, favorece e favorecerá a sua cunha contra @s
trabalhador@s e o BNG na Lei da Vivenda tem que introduzir os artigos precisos que erradiquem a sua violenta hegemonia nos bairros com cães de presa e/ou outros dissuasórios, favorecendo a aoto-organização d@s vizinh@s, da juventude, das mulheres, das crianças, dos idosos, com locais, financiamento, rádios, etc., tudo o que o franquismo primeiro e o PP depois negou sistematicamente.
Em Ferrol, sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

SECRETÁRIA GERAL DE POLÍTICA LINGUÍSTICA DA JUNTA DA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da terça-feira, 19 Fevereiro 2008 na porta da Bazan)

DIRIGIDO E REGISTADO NA DATA
São Caetano s/n
15781 COMPOSTELA
SECRETÁRIA GERAL DE POLÍTICA LINGUÍSTICA DA JUNTA DA GALIZA
EX. MA SENHORA MARIA SOL LOPES MARTINS
MANUEL LOPES ZEBRAL, desempregado, com BI 32.594.383-W, com morada em FERROL CP 15.406, rua Henrique Granados nº 3, 2º Esq, presidente de GALIZA SOLIDÁRIA e representante da COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL dirijo-me a V. para
DIZER:
Como cidadão e não apenas, responsável e conhecedor dos direitos linguísticos da população da Galiza cujo território se estende para além das fronteiras da dita «Comunidade Autónoma de Galicia» desejo, tenho o intuito, GRATUITO, sem custos, de ALFABETIZAR, quer dizer, acabar com o ANALFABETISMO que você promove através da «Campanha de Promoción da Lingua Galega E logo!» cujos custos desconhecemos mas, com certeza, os seus efeitos quantificados no que diz respeito do aumento do número de falantes, escreventes, estudantes, etc., e/ou outros indicadores que permitam saber que não há esbanjamento de dinheiro PÚBLICO e/ou CORRUPÇÃO.
O Estatuto de Autonomia estabelecido contra a vontade do 80 % da população galega no referendo de 21 de Dezembro de 1980, dois meses antes do golpe militar de Tejero, e um dia antes do «sorteo de la Loteria Nacional», o seu artigo 5, violado durante cerca de três décadas pelas pessoas a exercerem «os poderes públicos», a mais contumaz, Francisco Vázquez.
A «Lei de Normalización Linguística», violada já na sua publicação pela primeira autoridade responsável Xosé Luis Barreiro Rivas na norma explícita e da própria lei de escrever o seu nome com «X» e não com «J» como faz no limiar, tem por objectivo principal e explícito NEGAR, PROIBIR, MATAR A ORTOGRAFIA secular da kíngua galega, e para além disso, três singularidades: a primeira delas é a do racismo espanhol exprimido através do «galego seseante», RIGOROSAMENTE PROIBIDO NA CRTVG, como a palavra fornecer, excepto para fazer troça dele, quer dizer, exercícios mediáticos de racismo contra a maioria da população galega que emprega como norma fonemas denominados «sibilantes», diferentes entre si e secularmente representados por «s», «ss», «c», «z», «ç»; o racismo e a ignorância espanhola apenas concebem um fonema e a sua representação como «s», daí o «galego seseante» como definição de pitoresco, de exclusão e racismo; a segunda singularidade refere-se a marcar os critérios de demografia e de área para definir o «modelo» de galego «existente», invertendo o seu próprio falsário imaginário: quanto a número de pessoas e a áreas, o «galego sesenate» é maioritário, portanto, esse é o «modelo» o que, com certeza, romperia a patranha de «ter que definir modelo» porque a ORTOGRAFIA, A FONÉTICA E O LÉXICO da língua galega, do «galego seseante», tem séculos de definição também como o ANALFABETISMO da população; e a terceira singularidade é a de atribuir a língua galega apenas a
labrador@s e pescador@s, negando-lha ao operariado, maioritariamente ou exclusivamente UTENTE e na sua dimensão organizativa para o combate, GRANDE E FIRME REIVINDICADOR da língua galega; também é certo que a UNANIMIDADE de 1983 para aprovar a dita lei foi a mesma UNANIMIDADE com que os «poderes públicos» mataram o Movimento do Operariado da Galiza cuja excelência, ASTANO e ASCON, ainda não foi superada desde as três Greves Gerais da Galiza em 1984, quer dizer, um ano depois de aprovar a lei, garantindo-lhe um futuro de existência que matasse qualquer dissidência proletária.
As Ordenanças Municipais relativas à língua galega no caso de Ferrol, não conheço outras, foram, são e serão violadas com contumácia pela maioria dos «poderes públicos», neste caso, municipais, com absoluta impunidade e com a prepotência e o despotismo que singulariza os racistas espanhóis sejam quais forem os partidos políticos nos que estão integrados.
Numa palavra, OS PODERES PÚBLICOS, as pessoas que exercem esses poderes, VIOLARAM, VIOLAM E VIOLARÃO o seu dever legal de PROMOVER E EMPREGAR O GALEGO em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e com o seu CONHECIMENTO E CONSENTIMENTO.
Quanto ao «Plan_Xeral_de_Normalización_da_Lingua_Galega» ou «Plan xeral de normalización da lingua galega»?, a primeira em VIOLAR a norma é você, e no próprio enunciado, escrevendo-o com maiúsculas e minúsculas de três formas diferentes!, as duas anteriores e «Plan de Normalización da lingua galega»; diga, qual das três é a normalizada? Serão as três? Se aplicassemos isto mesmo ao seu cargo, as empresas pagas para chantar o rótulo no seu gabinete teriam dificulades: «Secretaría Xeral de Política Linguística», «Secretaría xeral de política linguística» ou «Secretaría de Política linguística»?, qual das três o afanado operariado teria de construir? Para não perder muito tempo com as suas patranhas e as do Plano, saiba que a sua origem, o meu berço e as de todas as gerações da Galiza esteve, está e estará determinada por uma grande brutalidade sem igual no mundo, quer dizer, sermos ANALFABETIZADOS com uma grande, forte e venenosa dose de ALFABETIZAÇÃO: «mi mamá me ama, yo amo a mi mamá» que nos inferiorizará, perturbará, alterará, torturará, mutilará, aniquilará, etc., de por VIDA face uma «a minha mãe ama-me, eu amo a minha mãe», RIGOROSA, BRUTAL E VIOLENTAMENTE PROIBIDA. Essa é a sua ORIGEM e a sua primeira, grande e básica PATRANHA e a do Plano cujo consturto sobre essa premissa cria infinitos de PATRANHAS que duram séculos e que nunca se acabam excepto aplicando as leis que regem a história.
PATRANHA de muita utilidade, comparável à dos racistas ingleses na Rodésia que atribuíam fundo cultural branco ao país, negando o negro, o africano, o autóctone, patranha sobre a que sustentavam o BRUTAL racismo, escravatura e espoliação a que submetiam a população preta.
Os racistas espanhóis na Galiza atribuem a ORTOGRAFIA, FONÉTICA, LÉXICO da língua castelhana à língua galega, atribuem fundo cultural espanhol ao país, negando o galego, portugês e/ou lusófono, o autóctone, patranha sobre a que sustentam o BRUTAL racismo, escravatura e espoliação a que submetem a população galega e, sobretudo, os seus recursos naturais que por nós explorados tornar-nos-iam mais ricos do que na Suíça.
Na Galiza há duas classes de pessoas à força ANALFABETAS: as que aceitamos humildemente a nossa forçosa condicção e polo nossa conta estudamos, lutamos e difundimos ALFABETIZAÇÃO que não é mais do que CONHECIMENTO, SABEDORIA e aquelas outras que à força instaladas no ANALFABETISMO, o tornam paradigma e o espalham para serem recompensados pelo ANALFABETIZADOR com as migalhas dos IMENSOS benefícios que lhe produz a espoliação da população ANALFABETA que não sabe do seu direito a usufruir os seus recursos naturais nem sabe quais são estes.
Para acabar as palavras de Isaac Diaz Pardo, «você cobra MUITO para lhe procurar uma MORTE doce à língua galega...», por tudo o qual
URJO:
PROCLAME O PORTUGUÊS, LÍNGUA DA GALIZA E INICIE E DESENVOLVA COM OS PODERES PÚBLICOS CAMPANHA DE ALFABETIZAÇÃO INTEGRANDO A GALIZA NA COMUNIDADE DOS PAÍSE DE LÍNGUA PORTUGUESA.
Em Ferrol, terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008
ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (distribuídas mil folhas Domingo, 17 de Fevereiro de 2008 em Compostela, manifestação Galiza não se vende)

Achamos que é uma URGENTE necessidade e que a Galiza está madura para criar um ponto de encontro onde falar para determinar e mobilizar: isso seria a ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (ANGZ) que, sem excluir ninguém, integraria pessoas, entidades e instituições, ultrapassando a Plataforma Cidadã «Nunca Mais», o referente unânime, o mais possante, o mais eficaz que a meio da mobilização forçou o «Plano Galicia» ao governo de Aznar e o Parlamento Europeu para instar a Comissão Europeia a implementar a Resolução do 23 de Setembro de 2003, nada menos! até que o BNG, e a não existência da ANGZ, a «encauzou» e matou: «letargo» activo!
A Comissão de Estudo de Reforma do Estatuto de Autonomia criada pelo Parlamento Galego evidenciou um significativo e maioritário apoio para legalizar a nação que a Galiza é e, mais uma vez, o BNG, o PSOE, e a não existência da ANGZ, não mobilizaram a cidadania contra os inimigos da Galiza, os nazistas do PP que sabotaram, sabotam e sabotarão, legalizar a nação que a Galiza é.
Quando o Parlamento Espanhol discrimina gravemente à Galiza negando-lhe ao BNG formar grupo parlamentar, cumprindo-se o rigor racista espanhol «y a los gallegos no!», o BNG não mobiliza e a Galiza não pode responder porque não conta com uma Assembleia Nacional da Galiza.
Quando a Galiza é espoliada da sua representação no Parlamento Europeu, o espoliado não é Camilo Nogueira nem o BNG, é a Galiza, através da contagem fraudulenta dos votos da extrema-direita para lhos atribuir, votos e deputado, ao PP, o BNG não responde e a Galiza também não porque não existe uma Assembleia Nacional da Galiza. Mayor Oreja estabeleceu o rango da Galiza no PE: é uma questão de Estado, ao que nós acrescentamos que a questão da Galiza ultrapassou o estado espanhol para se tornar uma questão europeia e mesmo mundial, depois da Resolução do PE do 23 de Setembro de 2003, apenas por isso: porque nós levamos desde 1995 colocando a questão da Galiza nos foros internacionais particularmente na ONU desde 1995 e tentando integrar a Galiza na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa desde 1996 para, doze anos depois, em 25 de Janeiro de 2008, o Secretário-Geral de Relações Internacionais da Junta da Galiza, se reunir em Lisboa com o Secretário Executivo da CPLP para integrar a Galiza... Sob licença do governo espanhol!
Quando à cidadania da Galiza se lhe espolia nas próprias leis espanholas do seu direito a eleger a sua representação política, e isto acontece desde 1812, com fraude e trampa permanente e actual, a Assembleia Nacional da Galiza pode e deve exercer a genuína representação democrática da Galiza cara ao interior e cara ao mundo, sobretudo porque são o BNG e outras forças galegas à sua esquerda as espoliadas em benefício das forças espanholas PP-PSOE e a muita distância, EU cuja coordenadora nacional, Iolanda Dias, milionária tenenta de alcaide de Ferrol com mais de 50.000 €/ano, vereadora de Cultura, conseguiu os brados de VITÓRIA do nacional-catolicismo espanhol ao aumentar o financiamento a 70.000 € para a sua grande celebração do genocídio republicano galego: a Semana Santa de Ferrol; o falangista fuzilador Alfredo Arcos, no céu, e a sua filhinha Meca Arcos toleiam de contentes com Iolanda Dias e apoiantes de EU-PSOE. O poder do fascismo espanhol que determina tudo na Galiza reside em Ferrol que é onde a população galega recebe as estratégicas maiores agressões porque preso Ferrol, presa a Galiza; e Ferrol recebe muitas mais agressões que a de REGANOSA e a Galiza muitas mais das que se denunciam na «Rede a Galiza não se Vende» e muitas mais das que se denunciam no «Foro Social Galego»; à Galiza, à sua população, nega-se-lhe o direito a trabalhar, a produzir, estratégico exemplo: ASTANO, forçando ao exílio a muitas mais de 25 pessoas/dia nos últimos dois anos, ao seu bem-estar, saúde e VIDA; espoliam os seus recursos naturais, ENDESA-FENOSA-EÓLICA, manipula-se drasticamente a sua climatologia para tortura colectiva da população e um sem fim de coitas que apenas a GALIZA UNIDA E SOLIDÁRIA na Assembleia Nacional da Galiza pode DIAGNOSTICAR E REMEDIAR, pondo em primeiro plano a reivindicação POLÍTICA NACIONAL que é a que tudo determina, a Livre Determinação, a Independência, o Desenvolvimento e contra toda opressão CONCENTRAR O VOTO NO BNG para exercermos, a GALIZA UNIDA COM PORTUGAL, o direito de INSURREIÇÃO.

Na Galiza, Domingo, 17 Fevereiro 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

APRESENTAÇÃO EM LISBOA DE «TERRAS DE ACOLÁ» (ver mais em CPLP)

O Secretário Executivo da CPLP, embaixador Luís Fonseca, o embaixador Apolinário Mendes de Carvalho, em representação da presidência da CPLP, e o Director-Geral da Compañia de Radiotelevisión de Galicia, Sr. Benigno Sánchez, apresentaram a série de documentários "Terras de Acolá" - uma produção da TV Galiza sobre os países da CPLP -, no dia 20 de Fevereiro de 2008, no Palácio Foz, em Lisboa.
Na mesa, estiveram ainda o Director da TV Galicia Xesus Manuel Iglesias, o director do Documentário, Luís Menendez e o Director de Programas da RTP, José Fragoso. A série de documentários é constituída por 13 capítulos de 26 minutos cada.
"Todos nós vamos ainda descobrir locais fabulosos e músicas únicas: as portas do turismo estão abertas nos países da CPLP, todos eles partilhando mares, com costas esplêndidas, uma fauna rica e povos alegres e hospitaleiros", referiu o Secretário Executivo da CPLP, embaixador Luís Fonseca. Este documentário é "uma visão exterior sobre a nossa realidade, sobre a nossa língua comum, cultura, tradições, história, gentes e particularidade dos nossos povos", observou o SE CPLP.
A série de documentários "Terras de Acolá" vai ser difundida na TV da Galiza e, também, na RTP, RTP África e RTP Internacional já em Março de 2008.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

ATACAR O PARTIDO POPULAR! (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Na Galiza e não apenas o que cumpre às classes trabalhadoras é atacar @s nazistas do Partido Popular; agir contra a sua brutalidade fascista é um dever de qualquer pessoa, entidade e/ou instituição democrática.
A Associação da Galiza de Vítimas do Genocídio Franquista realizou em Ferrol o Congresso Internacional «a Resistência da Galiza ao Franquismo» desde 8 até 12 de Outubro de 2007; Mayor Oreja sem esperar um dia, o 13, concertou entrevista que «La Voz de Galicia» publica em destaque em 14 para realizar a maior agressão verbal cometida contra nós em muito tempo: afirmar e proclamar a placidez! do franquismo com «galhegos de Guarda Civiles» em Euskadi, sem que o prendessem de imediato as autoridades da União Europeia, da que é cargo público, as espanholas ou as caça-nazis de Israel por apologia do GENOCÍDIO e negar o Holocausto galego.
Agora, como ele anda muito ocupado e temeroso, manda vir a São Gil à Galiza num acto de provocação sem precedentes e recebe um exercício de mínima dignidade como resposta: Fascistas fora da Galiza! Nós encorajamos para fazer da dignidade um exercício diário e a combater e denunciar a indignidade RACISTA dos espanhóis como a do Sr. Juan Ramón Lucas a dirigir o noticiário das 8 horas de RNE o qual comentando o da São Gil do PP em Compostela insulta os «atacantes» e pronúncia a palavra GALHEEEGOS!!! com intensa e aberta entonação de desprezo RACISTA, são as 8,15 horas de hoje, quarta-feira; às 8,40 horas a sequência «tertuliana» é: «indocumentados, bárbaros, bárbaros del norte, agresivos, bestias, violentos, fascistas, etc.» e o mais GRAVE E TERRÍVEL para «JuanRa» é que o Parlamento Galego não condene por, segundo ele, se tratar do PP; o nosso RACISTA com milhões de audiência, interroga-se acerca de se estará em questão a democracia, a constituição, a monarquia, etc. Juan Ramón Lucas e não apenas agride com desprezo RACISTA a condição de galego ou galega, toda a população mesmo o Fiscal Geral do Estado, também as suas instituições, nada menos que o Parlamento Galego, o órgão do que se dota a população para a representar.
Juan Ramón Lucas de RNE, Mayor Oreja, São Gil, o Partido Popular e o embaixador de Israel em Madrid concordam na defesa do que a doutrina da ONU condena e declara ilegal: o sionismo, o racismo e o apartheid, fazem apologia do GENOCÍDIO franquista e não condenam o Holocausto da população galega mesmo o causado pelos narcotraficantes «paios» ou ciganos que utilizam o racismo existente como escusa para continuar assassinando a juventude e a população trabalhadora galega, votando o PP.
A atitude pública do embaixador de Israel contra o BNG, Parlamento Galego e as pessoas, entidades e instituições em concordância com a sua posição no dito parlamento, não pode ser qualificada mais do que AMEAÇANTE INGERÊNCIA INTERNA, Hezbollah acusa Israel de assassinar hoje um seu dirigente, nos assuntos internos da Galiza e as suas instituições, sem que o governo de Zapatero, como está a fazer agora com a Grã-Bretanha, tomasse a elementar medida de meter o embaixador de Israel num avião e pô-lo de imediato em Tel Avive mesmo rompendo relações diplomáticas com Israel pela contumaz ingerência interna nos assuntos da Galiza: apenas lembrar o acontecido com o alcaide de Oleiros obrigado a calar pelo ameaçante sionismo com consentimento e submetimento do governo espanhol a um estado criado para cometer as mesmas atrocidades que as julgadas e condenadas pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. É por todo isto que pensamos que a população galega deve votar e CONCENTRAR o voto no BNG.

Em Ferrol, quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A SABOTAGEM ECONÓMICA DE RAJOY «Y LOS SUYOS» (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Os 3,1 trillions de $ de Bush, mais de 2 bilhões de €, insistem na GUERRA como política passada, presente e futura do cabeça do imperialismo mundial, guerra de agressão e rapina cujo objectivo é o benefício sem qualquer limite dos magnates petroleiros dispostos a fingir e/ou provocar qualquer crise para atentar contra a Humanidade e contra as classes trabalhadoras deixando-as sem emprego, sem vivenda, sem atenção sanitária, sem alimentação adequada, etc.: a Brisith Petroleum, BP, como em 2007 não teve mais do que 11.700 milhões de € (cerca de 2 bilhões de pts.) de benefícios que não chegaram à quantidade prevista, anuncia o DESPEDIMENTO de 9.000 trabalhador@s. A BP serve-nos como exemplo para razoar o que está a acontecer no mundo e o que nos espera no IMEDIATO: crises fingidas criadas pelos próprios capitalistas e os seus governos para atacar, desorganizar e arrasar o movimento do operariado e a sua luta em favor do socialismo local e mundial, luta que nunca cessa embora a afirmação de James Baker: «derrotamos o comunismo...». Chama a atenção a parcialidade dos média em favor de Hillary Clinton: anteontem, citando fontes da equipa de Obama, a SER informava que este obtivera dois delegados mais do que a Hillary...
Por culpa de Rajoy «y los suyos de la UNIDAD de Espanha» perderam o emprego no mês de Janeiro mais de 4.400 pessoas/dia: Paco «El Pocero», como paradigma dos tubarões do empresariado da construção, ou Francisco Vázquez com FADESA, encabeçados por Florentino Perez e Botin, ás da especulação financeira para «declarar» grandes benefícios, 9.060 milhões de €, ao verem a população organizada e em luta contra os seus abusos e corrupção, as denúncias que contra eles chegavam aos tribunais e os média, não têm mais remédio do que se conter cheios de rábia ao não contar com as facilidades e impunidades dos oito anos dos governos de Aznar, fecham as construtoras e imobiliárias piratas, poços de dinheiro do narcotráfico, (Madrid e Valência, governados pelo PP), despedem o pessoal e o desemprego é o mais alto da história, bradam!!!, num exercício de cínico nacional-socialismo cada dia mais aberto, perigoso, consentido e mesmo colaborado por ZP; exercício que visa à derrocada de ZP, e não apenas, em 9 de Março ou depois. Com a passividade de ZP, Rajoy «y los suyos» sobem brutalmente os preços do mais básico: o magnate leiteiro contra a Galiza, Pascual, o leite um 30 % num ano, os falangistas latifundiários do trigo de Valhadolid, a farinha um 20 % num ano, etc., etc., tudo para criar descontentamento na população contra ZP e o seu governo; os sindicatos CCOO-UGT, como fizeram um ano antes do golpe de estado de Tejero, em vez de organizar e mobilizar o operariado, o entregam, submisso, para ser degolado no sacrifício ao Deus Capitalismo.
Na Galiza poderíamos nadar na abundância governando nós unidos com Portugal os nossos recursos naturais, a começar pela energia eléctrica de ENDESA-FENOSA-EÓLICA, espoliada, para o seu enriquecimento pessoal, por Pizarro que confessa o favor que lhe fez à Catalunha desviando muito para ali «desde otras regiones» e a nossa capacidade para produzir transporte marítimo. A brutal espoliação COLONIAL à que estamos submetidos piora os indicadores espanhóis porque apenas nos estaleiros navais da Ria de Ferrol os governos europeu, espanhol e galego, sem qualquer distinção política, PROÍBEM a existência de 18.000 postos de trabalho directos (mais os induzidos), número que coincide com o aumento do Censo de Residentes Ausentes, quer dizer, abandonaram a Galiza para o desterro, só para fora do Reino da Espanha, 25 pessoas maiores de 18 anos cada dia nos últimos dous anos: estes indicadores que ninguém enuncia nem estuda, unidos ao SECRETO da quantificação, conhecida por Pizarro, da espoliação por ele perpetrada, darão, com certeza, resultados que a população galega, se os conhecesse, não toleraria sem se INSURRECCIONAR.
Em Ferrol, sexta-feira, 8 de Fevereiro 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

CORRUPÇÃO MORAL, IDEOLÓGICA E ECONÓMICA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Em Ferrol junta-se-nos tudo a girar arredor da GRAVE HIPOCRISIA de Iolanda Dias cuja concelhalia poderia ser denominada de Festas, Folias e outras Regalias, encorajamos a parte sã de Esquerda Unida a se rebelar, contundentes, contra tanta indignidade: Fogos para Honrar a Trata Negreira do Marquês de Amboage, 18.000 €, dum orçamento para as Festas de Ferrol de mais de 300.000 €, o que custa um TAC helicoidal em A. Marcide, e assim, um ano após outro desde o governo municipal do BNG; quantos TACs, Ressonâncias Magnéticas, Gammacâmaras, etc., poderiam ter-se financiado? O Concelho não é o SERGAS, responderão, lúcid@s, luzid@s e luzicidi@s!!!; Entrudo: 700 € por comparsa; FITUR, uma «rondalha» a Madrid a representar Ferrol; por que as «Pepitas» são o mais representativo de Ferrol e não o jogo da bilharda? Ou Pedro Padrão contra o Rei castelhano dos cruéis Trás Tâmara, ou o irmandinho Rói Xordo? Ou o brigadeiro Poças e o capitão retirado Montejo que proclamaram a República Federal em Ferrol em 11 de Outubro de 1872? Ou Grandal? Ou os cabos republicanos da Armada que reunidos clandestinamente na Feira do Dous, em Serantes, derrotaram o golpe de Mola que pretendia entrar em Madrid «El Dia de Santiago»? Será que Alfredo Arcos é mais representativo de Ferrol que Pepe Ares Abelheira ao que fuzilou com 17 anos segundo afirmava o seu irmão António, o nosso caro «Tonhito», falecido? Ou Amador e Daniel? É mais representativo de Ferrol Manuel Casal Pita, o do bando municipal em favor da Reconversão Naval, ou o do VITIMISMO da Reconversão, o «carroasco» nazi da Bazan, deputado Carro, que qualquer das VÍTIMAS despedidas de ASTANO? Comovera-se Iolanda Dias, vermelha, negra e libertária se a rondarem ao canto de: «es ferrolana hermoso tu pueblo mismo qual PÁLIDO reflejo de tu beldad...»; assistirá Iolanda Dias tocada com mantilha espanhola ao canto de «setas, virotes e bestas» entrementres caladinhos os símbolos dos assassinatos, massacres e genocídios perpetrados pelo mundo todo e em Ferrol por Francisco e Salvador Moreno, Alfredo Arcos, Victoriano Suanzes, Faílde, etc., percorrem as ruas ferrolanas no meio da recolhida alegria de mais de cem mil visitantes contados por Meca Arcos? Assistirá Iolanda Dias pudicamente com velo coberta ao pregão do Almirante Francisco Torrente na con-catedral de São Julião, oito dias antes das eleições, quando, com as salvas de honor dos vasos de guerra surtos na Ria, como os bispos, PEÇA O VOTO PARA O PP?
Assista ou não, FINANCIARÁ, e como nunca na história, proclamam com a «chularia» própria do fascismo, O NACIONAL-CATOLICISMO que professava Alfredo Arcos e a sua filha Meca Arcos, que orgulhosa das façanhas do pai, manifesta, organizando a Semana Santa um ano após outro, que o franquismo está vivo e com futuro graças a Iolanda Dias e os precursores.
Iolanda Dias não financiará fundir o cavalo de Franco, propriedade municipal, para, p.ex., fazer moedas com as caras de Amador e Daniel, e outras tarefas próprias da nossa cultura como financiar a Festa da Primavera, a Semana Laica, promovendo Ernesto Guerra Da Cal e outros grandes vultos das nossas artes. Para o Congresso Internacional «a Resistência da Galiza ao Franquismo», Iolanda responde «não há dinheiro!!!», para comemorar o nazismo que massacrou Ferrol, financiará como nunca na história!!!; financiará uma investigação independente para saber se os vultos do conhecido fascismo ferrolano integrados na organização da Semana Santa participaram, inspiraram, alentaram, etc., o atentado ao Ateneu Ferrolano onde perigou a vida da sua cunhada? Se assim for, os autores financiariam o atentado com verbas municipais? Serão os mesmos que calaram a universitária Rádio Kaos e agora Rádio Filispin? Serão os mesmos que interferiam Rádio Nacional e a Ser nesta área? Financiará uma rádio municipal ferrolana na nossa língua? Concorda Iolanda Dias com o Almirante Chefe de Estado Maior da Armada, Sebastião Zaragoza Soto, e com o Almirante Francisco Torrente, com a pública participação política e mesmo sindical dos altos mandos das Forças Armadas a reivindicarem, qual sindicalistas de pró, F-100 e outras unidades para a NATO que dão muitas horas de trabalho? Iolanda Dias concorda nas Regalias que proporcionam ingressar mais de 50.000 € ao ano e nos 73.000 € de Irisarri que somados resultam mais de 20 milhões de pesetas, mais do que cobrariam 24 com subsídio para
trabalhador@s desempregados maiores de 52 anos, e também concorda, junto com EU, PSOE e PP, em que o alcaide de Mugardos não ingresse 30.000 € ao ano. Qualquer pessoa afirmará que isto é contraditório, como mínimo; as de maior sensibilidade de esquerda utilizarão qualificativos muito mais grossos e conhecendo as «corruptelas» d@s vereador@s de EU na comarca, com ingressos mesmo ilegais, o nojo atingirá níveis de sofrimento: Viva a Corrupção, a de Direita Dividida e a de Esquerda Unida: em 9 de Março a população da Galiza deve CONCENTRAR o voto no BNG. Em Ferrol, quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

UMA SEMANA DEPOIS DE NÓS O DENUNCIAR
SE recebe SG das Relações Exteriores da Galiza
Nota Informativa
O Secretário Executivo da CPLP, embaixador Luís Fonseca, recebeu em audiência o Secretário-geral de Relações Exteriores da Junta Autónoma da Galiza, Júlio Fernandes Mato e o sub Director-geral de Assuntos Europeus, Manoel Moran, no dia 25 de Janeiro de 2008.
No encontro, o Secretário Executivo da Comunidade e os representantes da Galiza debateram e analisaram potenciais formas de estreitar a cooperação entre esta região autónoma espanhola e os países da CPLP.

«A MAIOR CRISE DEPOIS DA II GUERRA MUNDIAL!!!» (distribuídas 320 folhas às 13,00 h. da segunda-feira, 28 de janeiro de 2008 à porta da Bazan)

A FALSIDADE das crises económicas, dos «cracks», «da maior crise económica depois da II Guerra Mundial», etc., e/ou outras subtilezas do abstracto ecónomo CAPITALISTA, ficara CONFIRMADA com duas palavras, nada menos que do FMI: «não haverá recessão nos EUA devido aos GRANDES benefícios das empresas e às vantagens ficais».
A VERDADE do concreto económico CAPITALISTA é a GUERRA de agressão e rapina: os «asses» da direcção político-militar-diplomática do imperialismo mundial dos EUA-UE-Israel, capitaneados pelos EUA, sabem construir modelos com hipótese de erro muito pequeno do aumento dos benefícios que lhes significaria, por exemplo, atacar, invadir e ocupar o Irão; dito de outra maneira, a expectativa de GUERRA cria expectativas de GRANDES lucros (Hallyburton de Donalds Rumsfeld): sobem as bolsas e as expectativas e/ou anúncios de acabar com a guerra no Iraque reduz a expectativa de grandes lucros: baixam as bolsas.
Depois do percorrido de Bush por Israel e as monarquias nazistas árabes, deixando mais de 35 palestinianos assassinados pelos nazi-sionistas no campo de concentração de Gaza, as ameaças do míssil «Jericó» com cabeças nucleares contra o Irão e o anúncio dos 100.000 M de €, Hillary Clinton, depois de ganhar em Nevada, Domingo, 20, anuncia com voz bêbada que RETIRARÁ as tropas EUA do Iraque: DESMORONAM-SE as bolsas no mundo todo, dia 21: a de Madrid baixa um 7,4 %; a Reserva Federal dos EUA anuncia uma baixada do preço do dinheiro, dia 22; essa mesma terça-feira, a Frota da NATO atracada em A Crunha capitaneada pela F-101, «Álvaro de Bazán», (a que dou a volta ao mundo, a que trouxe contratos de Austrália para Navantia!!!), comandada pelo «Capitão Trueno, Roberto Alcázar de Toledo, Magalhães, etc.», ressuscitados e em UM condensados: Juan Rodríguez Garat, tem conhecimento de que uma outra Frota aero-naval russa manobra com mísseis em águas internacionais do Golfo de Biscaia a 400 km dela navegando para as costas galego-portuguesas onde estarão 23/24: o frívolo comentário de um jornalista é «Putin sacar músculo»; esse é o relevo da notícia num contexto de tensão militar explícita e pública dos EUA-UE-NATO contra Rússia, cercando-a para a agredir.
Em dia 23 o Sr. «los-espanholes-no-se-merecen-un-gobierno-que-les-mienta», o Sr. Rubalcaba, às ordens da G. Civil, dentre outras «razias preventivas», prende em Vigo um perigosíssimo terrorista que leva mais de vinte anos em cadeira de rodas entrementres em Estrasburgo a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa denúncia como contrário aos Direitos Humanos as listagens de pessoas e organizações consideradas terroristas pela UE e a ONU, solicitando sejam revisadas, quer dizer, o Conselho da Europa desautoriza a G. Civil, Rubalcaba e as MENTIRAS nazis...
Na quinta-feira, 24, a ofensiva da Internacional nazi de Bush parece que é travada: o FMI nega a recessão dos EUA e Democratas e Republicanos pactuam dar aos pobres os 100.000 M de € de Bush; o Ibex sobe um 6,95 %, «a maior subida da história» proclamam três dias depois de a bolsa de Madrid baixar um 7,4 %!!!, e dão conta do muito grande crescimento da economia chinesa, um 11 %...; e para além disso, o Conselho dos Direitos Humanos, reunido em Genebra EXIGE Israel acabar com o bloqueio a Gaza depois de os palestinianos derrubar o muro para mais de 700.000 comprar em Egipto; baixaria a bolsa em Tel Aviv?; subiria em O Cairo?; o acontecido com o segundo banco da França, a Société Générale, mostra, na nossa opinião, a vulnerabilidade do capitalismo e o imperialismo face o proletariado e a Humanidade determinados para o socialismo mundial.
A menos de um mês do assassinato de Benazir Bhutto -investigara-o a ONU?- ordenado por John Negroponte, Solana recebe Musharraf, para lhe lavar as mãos do sangue, na sua viagem por Europa onde no Foro de Davos (Suíça) junto com os parceiros do Afeganistão, o Iraque e Bangla Desh, irrita-se muitíssimo defendendo o seu corrupto sistema judiciário e a limpeza das adiadas eleições no Paquistão para além de afirmarem, HIPÓCRITAS e perros da guerra dos EUA, que «a paz nos quatro países garante a paz mundial». Solana, «inasequible al desaliento», recebe em Bruxelas o primeiro ministro de Kosovo que com uma inaudita «chularia» de mercenário anuncia que a proclamação da Independência é coisa de dias.
Nós, depois de reflexionar, colocamos a questão de qual o papel de Aznar-Murdoch, Botin, Rato, Calvo Sotelo, Abel Matutes, Isabel Tocino, etc., em todos estes acontecimentos que durante duas semanas abalaram o mundo e que continuarão. Foram eles os motores, inspiradores, etc., da ofensiva da Internacional nazi de Bush que acaba de ganhar 161-156 para governar a CAMORRA napolitana na Itália? Qual o programa de conspiração, sabotagem e golpismo que têm desenhado os aznarianos para implementar desde hoje até ao 9 de Março? Estará inspirado no plano aplicado no Paquistão que evitou, pelo momento, a esmagadora VITÓRIA da Benazir Bhutto?.
Nós ALERTAMOS, em base a todos estes acontecimentos e os previsíveis, da necessidade de calendário concreto de MOBILIZAÇÃO proletária e livre determinista na maior UNIDADE quer na Galiza quer no território do Reino da Espanha, na Europa e no mundo, que EVITE A VITÓRIA dos EUA-UE-NATO-Israel nas eleições do 9 de Março, reiterando que a população galega deve CONCENTRAR o voto no BNG embora a indignidade d@s dirigentes contrária à INSSURREIÇÃO.
Em Ferrol, sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A FALSIDADE DAS CRISES ECONÓMICAS (distribuídas 320 folhas às 6,30 horas da sexta-feira, 17 de Janeiro de 2008 na porta da Bazan)

A campanha de terror que está a livrar o PP e os média utilizando a economia, provocando, eles e o que representam, uma forte suba dos preços dos produtos básicos para financiar a sua pretensa vitória eleitoral em 9 de Março é acrescentada internacionalmente com anúncios de «graves perdas» na economia norte-americana: destacam que o Citigroup perde 6.780 milhões de €, no seguinte dia o destaque é duplo: JPMorgam baixa os seus benefícios um 34,3 % e as bolsas abalam. A Guerra Psicológica é para criar o sentimento e a ideia de CRISE CAPITALISTA e a inevitabilidade de, por exemplo, reconversão naval, siderúrgica, do automóvel, etc., como aconteceu na década de 80 para F. Gonzáles e El-Rei arrasar o movimento obreiro e as suas conquistas, labor continuado por Aznar. A verdade é muito diferente: Bush regressa com 13.500 milhões de € da venda de armas, Citigroup deixa de roubar especulando com hipotecas fraudulentas, JPMorgan, a terceira banca dos EUA, agora com Blair, em 2007 «declarou» uns benefícios de cerca de 2 bilhões de ptas., 2 por 1012 pts., facturando mais de 5 bilhões; comparem com os benefícios da bushana Exxon Mobil com mais de 5 bilhões.
Em síntese, os bandidos imperialistas, os magnates petroleiros e os seus média criam falsas crises com objectivos políticos de conjuntura muito perfilhados: as vitórias eleitorais dos partidos que integram a sua Internacional: no Paquistão, no Reino da Espanha, nos próprios EUA, onde já uma subtil censura opaca o discurso de Barak Obama, não o ouvimos, etc.
Nos mesmos dias que a «Aliança de Civilizações» espanhola e turca, ZP-Erdogão em presença de Ban Ki Moon, prometem PAZ e prosperidade, a melhor tecnologia militar norte-americana em mãos turcas arrasa a população civil do sul do Curdistão violando a legalidade internacional: guerra preventiva contra o terrorismo do PKK que defende a liberdade de um país de meio milhão de km2 e mais de trinta milhões de massacrados seres humanos durante séculos.
A sentença em Paris relativa ao Erika, nove anos depois!!!, que vai determinar a do Prestige, mais de cinco anos depois!!!, é uma BURLA embora condene Total, o armador, a inspecção, etc., e reconheça que os 26 anos do petroleiro foram determinantes; é uma burla, reiteramos, porque as autoridades, desde o Comissão Europeia até o último funcionário a exercer poder público têm o dever de cumprir e fazer cumprir a lei a Total, o armador, etc., portanto são culpáveis, como mínimo, de não fazer cumprir a lei aos que a VIOLAM: A MAIORIA IMENSA... Em qualquer caso, mais uma vez coloca a questão não resolvida pela UE e as autoridades mundiais da retirada dos petroleiros mono casco e a sua substituição pelos de casco duplo, e muita outra coisa recolhida na Resolução do Parlamento Europeu de 23 de Setembro de 2003 relativa ao Erika e o Prestige, graças à mobilização da cidadania da Galiza com a PCNM, que explicitava a construção de petroleiros de casco duplo, como medida compensatória, em estaleiros navais das áreas afectadas, quer dizer, a Bretanha e a Galiza; o golpe de estado de Bush contra Portugal para elevar Durão Barroso ao governo da UE impediu, impede e impedirá com o concurso de Aznar e ZP, a sua construção em estaleiros navais da Galiza, quer dizer, em Astano e Bazan. Se a isto acrescentarmos esse mais do 4 % da demanda mundial de construção de transporte marítimo sem atender e o relacionamos com o Plano Estratégico de Navantia, achamos que se pode dimensionar o CRIME que a UE e os governos espanhóis e galegos com o concurso político-sindical estão a cometer com Ferrol e a Galiza PROIBINDO A CONSTRUÇÃO CIVIL: é um brutal espólio da riqueza que dum modo natural se criaria.
DEZ pescadores galegos mortos por trabalhar nomeadamente os das «águas de Cabo Prior», evidenciam o muito que lhes importam o nosso bem-estar, a nossa saúde e a nossa vida a Magdalena Alvárez e ZP; viram e/ou ouviram qualquer consolo para as vítimas e as famílias, qualquer viagem de «plis-plas» para se fazer a foto? Não eram G. Civis... Nós vimos e ouvimos Fernando Palau, alto cargo do Mº de Fomento da M. Alvárez, contar MENTIRAS, como Pilar Tejo há não muito tempo: o seu racismo irreprimível, considera-nos parvos, inferiores; daí as suas grossas, compulsivas e sistemáticas MENTIRAS tentando ocultar a evidência da URGÊNCIA da Galiza se governar a si própria e não desde Madrid por «quatro Pilgrims» que o 18 e o 19 se encontrarão em Braga na Cimeira Hispano-Portuguesa com forte presença do governo galego: podemos ter a certeza que não falarão da construção naval galego-portuguesa e/ou outras actividades económicas, petróleo, gás, etc., próprias da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e muito menos falarão do ingresso da Galiza nela.
Nós queremos dirigir-nos a mais de seis milhões do operariado galego e não galego para não fazerem caso de Ignácio Fernández Tojo, a voz do capital: MOBILIZEM-SE para defender Plataformas Reivindicativas UNITÁRIAS, dentro e/ou fora dos convénios, com incrementos LINHAIS, iguais para todas as categorias, em função do custo da vida LOCAL; no nosso caso, entendemos que reivindicar nelas a CONSTRUÇÃO CIVIL sem qualquer restrição para Astano e Bazan, é elementar; concentrar o voto no BNG, na nossa opinião, também. Em Ferrol, quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A DISSOLUÇÃO DA HEGEMONIA LOCAL E MUNDIAL DO IV REICH DOS EUA-NATO (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da 2ª F, 14 Janeiro 2008 na porta da Bazan)

Desde o assassinato de Benazir Bhutto por John Negroponte até a tortura de Portu e Sarasola pela Guarda Civil, «alcaldesa BIBA TÚ!», passando pela guerra PREVENTIVA de ZP-Sarkozy contra ETA, chegamos a três anciãos, trabalhadores galegos, dos cinco DESEMPREGADOS?, assassinados pela PRECARIEDADE e os «picos» da climatologia, ouvindo Bush dizer a Israel de acabar com quarenta anos de ocupação militar dos territórios que lhe não pertencem, comovido no Museu do Holocausto entrementes ele mantém pelo mundo hitlerianos-sionistas campos de concentração - «o trabalho há-vos fazer livres» - do nosso tempo sob o mote «honor bound to defend freedom» e o artigo III da Convenção de Genebra; campos de concentração muito longe de nós para que os vejamos bem na TV e não vermos todos os dias os nossos, bem pertinho, rodeiados de muros da vergonha, militarizados, construindo vasos de guerra para aumentar a Frota do IV Reich-Reino-Império dos EUA-NATO, sob o mote «INVICTO DUCHE FRANCISCO FRANCO VAAMONDE», porque «não há NEGÓCIO na construção MUNDIAL de transporte marítimo CIVIL» e portanto, é necessário reduzir o quadro de pessoal de NAVANTIA com um Plano Estratégico desenhado pelos herdeiros de Suanzes, Ministro de Indústria na guerra do «INVICTO DUCHE», a violarem a LEI DA MEMÓRIA HISTÓRICA com o colaboracionismo político-sindical, condição sine qua non, entrementres Magdalena Alvárez e Joan Clos fugem com medo da Galiza.
A doutrina e a prática da «guerra PREVENTIVA contra o terrorismo», eufemismo da guerra suja, esquadras da morte, terrorismo de estado, ataque, invasão e ocupação doutros países, CONTRA A POPULAÇÃO CIVIL é a chave para perpetuar e aumentar A TIRANIA dos IMENSOS lucros do capitalismo e o imperialismo local e mundial para financiar a permanente guerra que EVITE A DEMOCRACIA e o socialismo local e mundial desde o III Reich; a «guerra PREVENTIVA» é uma continuidade da doutrina e a prática do Partido Nacional Socialista Obreiro Alemão. Na nossa opinião, isso é o que define o nosso mundo e o nosso tempo; tempo em que Bush com a VI Frota e a NATO ameaça atacar o Irão acusando-o de ser «o principal sponsor do terrorismo mundial» entrementres Barak Obama age para acabar com a guerra no Iraque, defender a saúde pública e acabar com o monopólio energético do petróleo, imaginam?; nós achamos que o mundo todo pode e deve apoiar Obama e, sobretudo, EVITAR que o assassinem os perros da guerra dos EUA como fizeram com outros candidatos e presidentes, com Olof Palme e recentemente com Benazir Bhutto.
Graças à guerra PREVENTIVA «Dios prémia a los buenos...»: para Durão Barroso a UE, para Aznar o mundo da Murdoch, para Blair JTMorgan e para Rato, Abel Matutes, Isabel Tocino, Calvo Sotelo, Luis Angel Rojo, Pinto Balsemão, o ex-embaixador dos EUA em Madrid, etc., o botim de Botin, «... y castiga a los malos»: para Sadam Husseim, Milosevich, Ceaucescu, etc., a morte INDIGNA; para nós, duas mil pesetas por dia, para Rato mais de cem mil... Com quanto, os premiados, financiarão a campanha do PP para se fazer com o governo da monarquia espanhola em 9 de Março?
Ouçam o monárquico Inhaqui Gabilondo e não só dizer que a culpa da suba dos preços é da China, da Índia, do câmbio climatológico, do preço do petróleo e dos biocombustíveis e não das bandas bushanas, do Pascual do leite, do Florentino Perez-Pizarro da energia eléctrica e de toda a fauna especulativo-empresarial do PP dirigida pelo Comité Assessor Internacional de Botin com o objectivo de financiar o exército de mercenários, falangistas e requetés a organizarem e executarem a conspiração, sabotagem e golpismo com atentados e assassinatos fascistas, com o fascismo motorizado sobre BMW, recomendado pela G. Civil, e motos de grande potência com bandeiras sudistas-nazis, com o fascismo juvenil dos cócteis de drogas e álcool, com mediáticos atracos, um dia sim e outro também, com assassinatos e desaparecimentos de
menin@s, adolescentes e mulheres, prendendo mulheres por abortar e se divorciar e/ou por conduta afectivo-sexual duvidosa, com uma desaforada delinquência, com desastres climatológicos, etc., etc.
O monárquico Estado-Maior da conspiração, a sabotagem e o golpismo com os quinhentos a jantar real colaboracionismo, com o concurso caloroso de I. Gabilondo e Federico Garcia Los Santos determinaram e anunciaram a proclamação de Filipe VI da Espanha e I do IV Reich EUA-NATO (e da rainha Letícia, elevada ao governo pelo espermatozóide), continuador dos Filipe I «o formoso», Filipe II e III invasores e ocupantes de Portugal, Filipe IV «querido» de novíças, derrotado e corrido de Portugal e Filipe V quero e não posso ocupar Portugal...: alerta contra Filipe VI da Espanha e IV de Portugal!!!: esta abjecta monarquia, passada, presente e futura, botada pelo operariado, os povos e as nações submetidas, em Domingo, 12 de Abril de 1936 e que livres, insurrectos e soberanos em 14 de Abril proclamaram a República Federal, explicitamente a República da Catalunha, logo exterminadas pelo ataque, invasão e ocupação da Alemanha e a Itália para Franco, sobre o genocídio republicano, restaurar a abjecção monárquica presente e futura. Nós apelamos para que em 9 de Março de 2008 o operariado, os povos e as nações submetidas, UNIDOS E UNÍSSONOS, BOTARMOS a abjecta monarquia e proclamarmos em 10 de Março, Dia da Classe Operária da Galiza, as Repúblicas a se Federar e a República Federativa da Galiza e Portugal.
E para o conseguir o voto da Galiza será determinante: nesta legislatura de ZP a espoliação da representação política da cidadania da Galiza que votara o BNG foi clamorosa; primeiro PROIBIRAM formar grupo parlamentário no Parlamento espanhol ao BNG num exercício de discriminação colonial com a mesma raiz de extermínio da soberania que a província de Samora votar pelo Reino da Galiza e depois entregaram ao Partido Popular com a fraude dos votos dos grupos minoritários do fascismo o posto de deputado no Parlamento Europeu que lhe correspondia ao BNG na pessoa de Camilo Nogueira. Quer dizer, a representação política mais genuína da cidadania da Galiza, nos foros estratégicos para a sua luta e progresso foi espoliada pelo PSOE para lha entregar ao PP com a passividade dos dirigentes do BNG. Estas são as razões que nos fazem pensar que se a Galiza UNIDA E MOBILIZADA concentra o voto no BNG mesmo contra o timoratismo, a falta de convicção, combatividade e confiança no seu povo dos dirigentes do BNG, o caminho para proclamarmos a República Federativa da Galiza e Portugal o Dia da Classe Operária da Galiza estará aberto.
Em Ferrol, segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

JOHN DIMITRI NEGROPONTE

BIOGRAPHY John D. Negroponte Deputy Secretary of State, Term of Appointment: 02/13/2007 to present
Ambassador John D. Negroponte is the Deputy Secretary of State, the Department of State’s second ranking official. Appointed by President Bush, he was confirmed by the U.S. Senate on February 12, 2007, and was sworn into office by Vice President Cheney on February 13. As Deputy Secretary of State, he assists Secretary Rice in the conduct of U.S. foreign policy and functions as the chief operating officer of the Department. He coordinates and supervises U.S. Government activities overseas, represents the Department’s position before Congress, and manages key foreign policy issues on the Secretary’s behalf.
Prior to his current assignment, Ambassador Negroponte served as the first Director of National Intelligence (DNI), for which he was sworn in on April 21, 2005. Previously, he had been serving as United States Ambassador to Iraq, since June 28, 2004. From September 18, 2001, until his appointment to Iraq, Ambassador Negroponte served as the United States Permanent Representative to the United Nations.
From 1997 to 2001, Ambassador Negroponte was employed in the private sector as Executive Vice President for Global Markets of The McGraw-Hill Companies in New York.
From 1960 to 1997, Ambassador Negroponte was a member of the Career Foreign Service. He served at eight different Foreign Service posts in Asia, Europe and Latin America; and he also held important positions at the State Department and the White House.
Among his assignments, Ambassador Negroponte was Ambassador to Honduras (1981-1985); Assistant Secretary of State for Oceans and International Environmental and Scientific Affairs (1985-1987); Deputy Assistant to the President for National Security Affairs (1987-1989); Ambassador to Mexico (1989-1993); and Ambassador to the Philippines (1993-96).
Ambassador Negroponte is a Member of the Council on Foreign Relations and the American Academy of Diplomacy. He is a former Chairman of the French-American Foundation.
Ambassador Negroponte was born July 21, 1939, in London, England. He received his Bachelor of Arts from Yale University in 1960. He and his wife, Diana, have five children.
Remarks by Deputy Secretary Negroponte
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Released on February 13, 2007


ZULFIKAR ALI BHUTTO


THE BIGGEST LINK OF EXTERNAL COLONIALISM IS INTERNAL COLONIALISM. MILITARY COUPS D'ETAT ARE THE WORST ENEMIES OF NATIONAL UNITY. COUPEGEMONY IS THE BRIDGE OVER WHICH HEGEMONY WALKS TO STALK OUR LANDS.

BENAZIR BHUTTO, BREVE HISTÓRIA DO PARTIDO POPULAR DO PAQUISTÃO

Brief History:1967 - 2000 by Fakhar Zaman
Ayub Khan lost at the negotiation table at Tashkent the war that was won by the Pakistan army supported by the people of Pakistan in 1965. This humiliation enraged the people of Pakistan against the dictator. Mr. Zulfiqar Ali Bhutto, a patriot as he has always been, was left with no choice but to quit the Ayub Government on June 16, 1966. Bhutto was determined to bring down the dictator who had betrayed the nation.
To achieve this goal, he needed a political organization and a political platform. He waited for more than a year before he found both; like so many aggrieved politicians before him, he chose to found his own political party.

The PPP was launched at its founding convention held in Lahore on November 30 - December 01, 1967. At the same meeting, Zulfikar Ali Bhutto was elected as its Chairman. Among the express goals for which the party was formed were the establishment of an "egalitarian democracy" and the "application of socialistic ideas to realize economic and social justice". A more immediate task was to struggle against the hated dictatorship of Ayub Khan,who was at the height of his power when the PPP was formed. Basic principles of PPP enshrined:

  • Islam is our Faith
  • Democracy is our politics
  • Socialism is our Economy
  • All Power to the People

The Party also promised the elimination of feudalism in accordance with the established principles of socialism to protect and advance the interests of peasantry.

Immediately after its formation, the PPP spread its message among the workers, peasants and students throughout Pakistan, who greeted it enthusiastically. While it was still in this process, a mass uprising broke out against Ayub Khan’s dictatorship and the PPP quickly moved to play a leading role in this movement. After Ayub resigned in March 1969, an interim military government took over and announced elections for December 1970. The PPP contested these elections on the slogans of "ROTI, KAPRA AUR MAKAN" (bread, clothing and shelter) and "all power to the people."

The masses responded heavily to it in the polls, where PPP won 81 of 138 seats allocated to West Pakistan in the National Assembly (a total of 300 seats were contested for in both wings of the country ), coming in as the second largest party after East Pakistan - based Awami League. At the provincial level, it won majority in Sindh and Punjab legislatures.
There were not enough means and time to organize and carry the message of PPP to East Pakistan. The PPP, therefore, confined its election activities to West Pakistan and fielded its candidates in that wing.

When Army rulers refused to transfer power to Awami League, which had won an absolute majority in the national legislature, a bloody civil war broke out in East Pakistan leading to Indian Military intervention defeating Pakistani Army. The humiliated army Generals had to step down. Mr. Bhutto took over as Chief Martial Law Administrator and President. Martial Law was lifted on the following April when interim constitution was passed by the National Assembly within a short span of four months after assuming office.

During its Government from Dec. 20, 1971 to July 5,1977, the PPP government made significant social and economic reforms that did much to improve the life of Pakistan's impoverished masses. It also gave the country a new Constitution and took many other steps to promote country's economic and political recovery after the disastrous years of military rule. PPP remained the only concrete hope for a better future of the poor masses. When elections were called by Mr. Bhutto for March 1977 nine opposition parities gathered together to pool their strength and formed Pakistan National Alliance (PNA). Although this alliance had several important centrist parties as its members, it was heavily dominated by the right - wing religious parties such as the fanatical Jamaat-I-Islami. This gave its election campaign a fundamentalist coloring expressed through the slogan for " Nizam-I-Mustafa" (Islamic system). PPP promised in its 1977 manifesto the consolidation of its achievements made during the first term. PNA, because of its obscurantism, failed to attract the broad masses. All independent estimates predicated a PPP victory in March.

However, when the election produced this victory, returning 155 PPP. candidates to the 200 members National Assembly as opposed to only 36 PNA candidates (the 7 seats from Bluchistan were not contested by the PNA), the PNA did not accept the results. (Indeed, in the face of all predictions, it had said before the elections that it would accept nothing but an outright victory for itself). Charging rigging and fraud, it unleashed its campaign of violence and openly called for the military to take over the government. Despite government's offers for compromise and a settlement for fresh general elections having been arrived at between the Government and the opposition, the PNA movement did not let up until the military led by General Zia-ul-Haq staged a coup d'etat and seized power on July 5,1977.

Bhutto was symbol of Reform and Reconstruction. Bhutto master minded Pakistan's first Steel Mill, a second Port and commissioned Pakistan's first hydro electric dam on the mighty Indus at Tarbela. He made Pakistan self sufficient in the filed of fertilizers, sugar, and cement. He nationalized Banks and Life Insurance Companies, he also initiated Pakistan’s Nuclear Programme.
1972 Land Reforms slashed the individual holding to 150 acres of irrigated or 300 acres of un-irrigated land. In 1977 the ceiling was further reduced to 100 acres of irrigated and 200 acres of un-irrigated land.

The Islamic Summit was held in Lahore attended by all the heads of Muslim states. Thus making Pakistan a center of Islamic Unity. To his credit are the Electrical Mechanical Complex at Wah, The Aeronautic Complex at Kamrah, The Kahuta Project for Nuclear Bomb. He made education upto Matric free, provided books free to the students, provided allowances to unemployed graduates and two increments to Science Graduates in their salaries, thousands of Government employees who were not confirmed for over 5 to 15 years were confirmed in their jobs. The system of part time government employees was changed to whole time government employees. First May was declared public holiday.

The economical policies of Z.A. Bhutto were anti-imperialist based on state socialism following the mould of other Third World leaders such as Gamal Abdel Nasser of Egypt, Ahmad Soekarno of Indonesia, and his own contemporary Salvador Allende of Chile who was elected, over thrown and assassinated during the same period. The Neo-Colonialists made a "horrible example" of Bhutto for his anti-Imperialistic stance, his efforts to unite Islamic World, and his demarche towards bringing Third World on one Platform apart from the Nuclear issue.

Zulfiqar Ali Bhutto was a man of multidimensional qualities. He was a political philosopher and at the same time implemented his political philosophy.

He master minded a political party and made it a mass movement. He was an articulate mass orator and a superb diplomat. Taking the country out of chaos he was the driving force to effectively establish an organized government machinery. He was never vindictive. He faced death bravely.

Immediately following the coup, the Martial Law regime let loose a baseless campaign against the PPP and its leaders. Mr. Bhutto was framed on a murder-conspiracy charge and executed, rather judicially assassinated-on April 4, 1979. While leading a procession in Lahore the police hit Begum Bhutto on her head who had been elected the Acting Chairperson of the Party following the arrest of Zulfiqar Ali Bhutto in September,1977. Benazir Bhutto who was elected as Co-Chairperson of the party, following the disqualification of Begum Nusrat Bhutto, in February,1978 suffered impairment in hearing during incarceration.

Hundreds of party workers were put to death. Thousands were lashed and tens of thousand suffered long imprisonments and detention in jails and torture cells. Even women were not spared. Not a single PPP. worker betrayed the party despite temptations by Martial Law Authorities.

Despite inexplicable repression, PPP. survived and indeed, gained in strength. Its own activists reaffirmed their resolve to fight against the criminal dictatorship. Segments of masses which had become alienated from it, now rallied to its support. The progressive forces outside the PPP. began to cooperate with it. The leadership of the party was in the hands of Mrs. Nusrat Bhutto and Benazir Bhutto-Bhutto's widow and daughter respectively who gave it a renewed sense of radicalism. The PPP. accepted the challenge of General Zia when Ms. Benazir Bhutto commanded the party workers and supporters that party would fight on all fronts - at the polls as well as in the field demonstrations, public meetings and protests. So the party participated in the non-party local bodies elections. It swept the polls throughout the country from Karachi to Khyber, the urban as well as rural areas, and washed away the impression that PPP. has lost its popularity or mobilization capacity. It paved the way for the political parties to unite.

The proof of the party's centrality to the politics of Pakistan came when nine political parties, including some which had helped in its overthrow as member of the PNA, united with it in the Movement for the Restoration of Democracy (MRD). In its first statement issued in February, 1981, the movement demanded the holding of "free, fair, and impartial election". When the government failed to oblige, the MRD, in the summer of 1983, brought out its followers to confront the military in the streets of Sindh.

Benazir Bhutto rescued and rebuilt the party from scratch, leading an epic movement for the restoration of Democracy, her historical welcome in Lahore on 10th 1986 was the turn of the tide. In the meantime Zia was digging his own grave. He dismissed his hand picked protege Muhammad Khan Jonejo and dissolved the National Assembly of Pakistan on May 29, 1988. A few days before his death, while revealing his plans for a presidential system, he told a confidante "I will be around a long time". Fate intervened on l7th August, 1988 when the C-130, carrying him crashed in a ball of fire and Zia went from ashes to ashes and his system from dust to dust.

Public funds running over tens of crores and govt. resources were made available to political parties and individual leaders opposing Pakistan People's Party by the establishment to bar the way of success of PPP. at the polls.

General Zia-ul-Haq's death in August, 1988, changed the scene. While Zia's supporters were in total disarray following his death. The PPP under Benazir Bhutto's dynamic leadership quickly mobilized public support. A number of politicians who supported Zia vied to join PPP. Despite the factors stated above the party did well in the election of November, 1988 but it was not able to repeat the performance of 1970. It emerged as single largest party in the National Assembly with 92 of the 207 seats contested in the elections. It was able to secure majority only in one province: Sindh. It was only with the support of the MQM and some small parties that it was able to form a government at the Center with Benazir Bhutto as Prime Minister, the first women in modern history to head a government of a Muslim country. She was not allowed to work independently and her government was dismissed by President Ghulam Ishaque on August 6, 1990. She had to work under the constant shadow of President Ghulam Ishaq Khan.

In the general elections held on 24 October, 1990, the Pakistan People's Party suffered defeat due to massive rigging. The party had formed an electoral alliance with the Tehrik-e-Istiqlal and Tehrik-e-Nafaz Fiqh Jafria (TNFJ), under the name of Pakistan Democratic Alliance (PDA) The PPP won 46 of 107 national assembly seats contested by it. Islamic Jamhoori Itehad (IJI) led by Mian Muhainmad Nawaz Sharif won with majority.

PPP allegations were confirmed by Ghulam Mustafa Jatoi, the caretaker Prime Minister in 1990 that the elections were stolen and had been rigged. In Sindh a reign of terror was let loose. So much so that Asif Ali Zardari was involved in 12 criminal cases including a case of murder of 5 persons. Despite Jam Sadiq and Muzaffar's personal supervision he was acquitted in all the cases,. Jam Sadiq said had I been instructed by the President I would have managed to defeat Benazir.
After the dismissal of Nawaz Sharif’s Government in 1973, Benazir Bhutto returned to office, following long March on Nov. 18, 1992 when Benazir Bhutto was baton charged and arrested. Many PPP. leaders and workers were beaten and arrested by Sharif Government. Benazir Bhutto once again returned to the office of Prime Minister.Benazir Bhutto had redefined the Party programme at the Silver Jubilee of the Party at Lahore in November, 1992. The New Social contract envisaged a social market economy, Privatization of the means of production, downsizing of the government, devolution of power and decentralization to the level of Local Government. So Benazir Bhutto's government was dismissed for the second time on November 5,1996 by her hand picked President Farooq Leghari, who betrayed her as General Zia-ul-Haq had betrayed her father. In the aftermath of the 1997, engineered elections, Pakistan fell into the grip of a civilian dictatorship and the Muslim League into the clutches of Sharif family. Sharif's, a protege of Zia, amended the constitution. Taking advantage of the nuclear tests of May 28, the government proclaimed an Emergency which enabled the Federal government to impose a unitary form of Government by arrogating powers of provincial governments to itself. In the province of Sindh, the country's second largest Province, where the Muslim League was a Minority party with less than a fifth of the seats in the Provincial Assembly maneuvered to form government. A similar threat loomed large on the North West Frontier Province where the Muslim League minority Government had parted ways with the traditionally strong Awami National Party. The government of the Baluchistan National Party led by Akhtar Mengal was over thrown. In a bid to concentrate powers in their family, the Sharif brothers maneuvered the passage of the Shariat Bill i.e. the l5th Amendment (AC 15) in the National Assembly which was however stalled in the Senate.

Benazir Bhutto is in forced exile these days and her husband Asif Ali Zardari is in jail since November, 1996 facing bravely a number of cases engineered by Sharif Govt. as process of victimization, spurred by political vendetta.General Pervaiz Musharraf took over on Oct. 12, 1999 by removing corrupt and inept Government of Nawaz Sharif. In reply to a petition by Nawaz Sharif in the Supreme Court of Pakistan challenging Army's action of Oct. 12, 1999, the present regime stated that 1997 election were manipulated by Muslim League, thus vindicating the specific allegation by PPP. Today almost all political parties and leaders including some Nawaz Sharif Muslim Leaguers are anxiously awaiting a move by Ms. Benazir Bhutto and PPP. for the restoration of democracy. It is Benazir Bhutto and PPP who can put the economy and social and organizational structure of Pakistan on rail again and ensure masses food, shelter, education and health care and open avenues for job opportunities to the young men of Pakistan. She will choose her own timing for forcing the Military Junta to retreat and hand over power back to the people of Pakistan.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

A CORRUPÇÃO NA REDE DA SAÚDE NA GALIZA (Distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008 na porta da Bazan)

A saúde da população da Galiza está nas mãos de uma classe médica dirigente cuja ideologia, quanto maior status, mais fascista. A rede pública de atenção sanitária, centros de saúde, hospitais, residências, etc., foi criada durante o franquismo com médicos franquistas, falangistas, mesmo fuziladores, no caso de Ferrol e não apenas com médicos militares de ideologia nazista, acompanhados das ultra-católicas ordens religiosas de monjas; as necessidades da população e, sobretudo, a sua luta, e a do pessoal sanitário, foram determinando melhoras sempre insuficientes, insuficiência por sua vez determinada pela franquista classe médica governante que durante décadas e até a actualidade manteve a sua hegemonia com diferentes metodologias; uma delas muito possante é promover a rede privada da saúde como negócio para corromper @s médic@s enriquecendo-os a conta da saúde alheia; a rede privada foi sempre utilizada como aríete contra a rede pública para a subordinar: rede privada de «primeira divisão» face rede pública de «segunda divisão». A classe médica fascista, dirigindo a rede pública e ao tempo com fortes interesses, dirigindo ou proprietária da rede privada, de onde obtém os maiores lucros em todos os aspectos, consegue poder político através do PP, do PSOE e/ou doutrem para assinar secretos convénios e/ou concertos de financiamento com verbas públicas para manter a rede privada onde cobram por cada paciente derivado da pública para a privada (camas, provas diagnósticas, operações, etc.) devido às bem estudadas insuficiências da rede pública e melhor estudadas coberturas da rede privada. Os inúmeros casos de classe médica da rede pública que cobram 70 € ou mais por consulta privada a doentes desesperançados por os atender «bem» na pública (o seu direito) é perfeitamente conhecido pelo poder político, mesmo com listagens nominais, e, sobretudo, CONSENTIDO pela actual Conselheira igual que Fraga.
O paradigma do espólio da pública pela privada, na nossa opinião, é a Fundação Centro Oncológico de Galicia (Hospital Municipal Labaca): hospital de propriedade municipal corunhesa, portanto pública, na década de sessenta foi entregue GRÁTIS ao fascismo, primeiro uma parte à Associação Espanhola Contra o Cancro e depois com Fraga, tudo, para construir uma PRIVADA Fundação financiada e dotada com verbas públicas da mais cara e mais sofisticada aparelhagem de máquinas-diagnóstico à que estão subordinadas, como mínimo, três zonas sanitárias, A Crunha, Ferrol e Lugo... quem dá mais? Outro dos paradigmas, na nossa opinião, é POVISA em Vigo... Uma e outra, do que nós sabemos, SUPERAM qualquer dos hospitais públicos da Galiza, quer dizer, as melhores e mais sofisticadas instalações hospitalares para a saúde da população galega financiadas com verbas PÚBLICAS, são PRIVADAS!!! podem fazer o fácil exercício de aceder a
www.sergas.es VER E COMPARAR.
Na situação actual de governo da Junta PSOE-BNG, instalado sobre uma significativa e decisiva parte de funcionariado franquista, integrado no PP, no caso da Conselharia da Saúde e do SERGAS, e depois dos anos de governo do franquismo com Fraga e a estrutura médica mafiosa da rede público-privada criada, a «EFICIÊNCIA GESTORA» da Mª José Rúbio e colegas APENAS CONTINUA, para o perpetuar o status de hegemonia da classe médica franquista na Galiza com danos graves para o bem-estar e a saúde da população à qual é-lhe PROIBIDO gerir e/ou participar na gestão das unidades que integram a rede pública e mesmo desta. É-lhe proibido o CONTROLO FINANCEIRO ou eleger democraticamente as equipas de gestão dos hospitais, das zonas sanitárias, decidir a distribuição e instalação das unidades territoriais, definir as zonas sanitárias, Costa da Morte, fronteira galego-portuguesa, etc. A população da Galiza, pessoas, entidades e instituições têm que estar representadas com VOZ e mesmo VOTO, nos órgãos a gerirem toda a rede e cada um dos pontos que a integram para desenhar uma rede de atenção sanitária em concordância com as necessidades da população galega e não em concordância com os bastardos interesses de enriquecimento ilícito e ilegal da classe médica dirigente e colegas do PP e/ou gestores como a Mª José Rúbio que priorizam poupar um euro em investimento sobre o bem-estar, a saúde e a vida da população a conta da qual vivem, porque o que não lhes ensinam nos EUA nem na Faculdade é que é mais barato prevenir que curar, sobretudo no que diz respeito à população trabalhadora submetida à TIRANIA CRIMINOSA DAS MÚTUAS que têm que TODAS DESAPARECER.
Em Ferrol, sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

A APARÊNCIA DOCE DE ZAPATERO PARA TIRANIZAR A GALIZA (Distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008 na porta da Bazan)

Se o que queremos é continuar a aparência DOCE da cruel TIRANIA que exercem os militares espanhóis às ordens do monarca no dito Reino da Espanha, tão bem representados pelo PP e não só, podemos enganar-nos com as mesmas MENTIRAS utilizadas por ZP para ocultar as actividades por ele e o seu governo realizadas na legislatura que está a acabar, condensadas na mais grossa: ESTA FOI A LEGISLATURA DOS CIDADÃOS, ZP dixit. A realidade porém é muito diferente, sobretudo para a população da Galiza tanto do ponto de vista dos direitos individuais quanto dos colectivos. Eis os factos concretos:
«PLAN GALICIA DE MIERDA»: o dito Plano, aprovado em Conselho de Ministros presidido por Aznar em A Crunha e publicado no BOE obriga por lei qualquer governo perante a cidadania da Galiza maciçamente mobilizada pela PCNM contra a maré negra do Prestige: @s
galeg@s passamos de «ladrar resentimiento por las esquinas» ao «mierda, mierda, mierda» de Magdalena Alvárez de ZP; ainda tivemos que suportar exercícios de racismo de integrantes ou altos cargos do governo de ZP: essa consideração de desprezo à população galega é a escusa para tudo nos espoliar. Contra o direito da cidadania da Galiza de ver julgadas, condenadas e presas as pessoas responsáveis da catástrofe do Prestige, ZP garante a IMPUNIDADE de Aznar, o seu governo e o seu partido. Pode-se afirmar o mesmo no que diz respeito da guerra do Iraque e o atentado do 11-M.
ASTANO: apenas três meses depois, 30 de Julho de 2004, de tomar posse do governo, ZP DECRETA reduzir ASTANO à nada e militarizá-lo como está hoje numa conjuntura mundial muito favorável para a construção de transporte marítimo CIVIL.
FENOSA foi o resultado do genocídio e espólio da população da Galiza devidos às armas de Hitler e Mussolini em mãos de Franco. Aquando com apoio da Junta, diferentes capitalistas querem comprar as acções de Botin e sediar FENOSA na Galiza, a burla de este e Florentino Pérez é brutal e multiplicada por dous com CONSENTIMENTO de ZP e o seu governo.
A OPA DE GÁS NATURAL, EON, ETC., SOBRE ENDESA põe de relevo a dimensão do espólio e espoliadores dos NOSSOS RECURSOS NATURAIS e dos recursos de ZP para que não se violem os nossos direitos: empresa pública privatizada a meio de DECRETO por Aznar, ENDESA não se podia tornar pública e galega a meio de DECRETO de ZP com ou sem Neelie Kroes, Durão Barroso, a UE e os EUA ? Afinal o direito aos nossos recursos naturais continua VIOLADO graças a Aznar, Pizarro e ZP...
ESTATUTO DE AUTONOMIA: segundo PSOE-BNG, a Galiza está sem novo Estatuto por culpa de Aznar e do PP: com certeza mas ZP, o seu governo e o seu partido levantaram um dedo para vencer a resistência do PP e não só, mobilizaram a cidadania ? «A reserva espiritual, sobretudo material, de Ocidente» que é a Galiza para o franquismo do PP e não apenas, tem que ser preservada, daí que só fossem aprovados os Estatutos de Autonomia nas Comunidades Autónomas que lhe interessavam ao PP. «Cepilhados» pelo PSOE (e CiU) os Estatutos basco e catalão, derrocado o governo e o presidente da Generalitat, o golpe de estado do PSOE contra a vontade popular em Navarra em favor do fascismo, é bem eloquente de até onde está disposto a chegar ZP na defesa da «Espanha UNA, GRANDE Y LIBRE», da UNIDADE da Espanha para a guerra, o genocídio e o espólio da Galiza, a última... já sabem, «gallego el último».
DIREITOS POLÍTICOS DOS GALEGOS: o direito democrático mais elementar, O DIREITO AO VOTO, continua a ser VIOLADO na Galiza com ZP que não é capaz de EVITAR que continue a fraude que desde 1812 e até os nossos dias é perpetrada em cada consulta «democrática», hoje perpetrada pelo franquismo do PP para o seu benefício e do PSOE: os emigrantes galegos com ZP continuam sem votar em URNA; a determinados grupos de trabalhadores (marinheiros, emigrantes, etc.), NEGA-SE-LHES com ZP o direito ao voto; a centenas de milhares de pessoas galegas a morarem em Madrid, Catalunha, Euskadi, Canárias, com ZP NEGA-SE-LHES o direito a decidir a representação política da Galiza, na Galiza, em Madrid e Bruxelas; a Galiza perde representação política em Madrid graças a ZP o que não tem qualquer escusa.
IDENTIDADE DO GALEGO E O PORTUGUÊS: ZP e o seu governo nunca reconheceram a identidade galego-portuguesa embora em Conselho de Ministros, mesmo na UE, reconheceram a identidade de catalão-valenciano-malhorquim para PROIBIR expressar-se em catalão no Congresso dos Deputados.
COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA: governando o PSOE em Madrid e Compostela, qual o problema para o governo galego solicitar o ingresso (a Galiza seria admitida de imediato) na CPLP com Estatuto de Observador ? Quer ZP quer o Sr. Tourinho NEGAM o direito da cidadania galega para se integrar na sua área linguística e cultural.
O DIREITO DE INFORMAÇÃO da Galiza é violado pela tortura da CRTG e pela rádiotelevisão aznariana de ZP.
GALIZA COM PORTUGAL: o direito de relacionamento da Galiza com Portugal é MASSACRADO nomeadamente nos média e caminhos-de-ferro; qual o problema para unir A Crunha com Porto com as unidades que hoje a unem com Vigo ? Os aznarianos da RENFE ? ou os Zapateranos ? Nascido em Valladolid, ZP levou o Trem de Grande Velocidade à sua «pátria chica», como Magdalena Alvárez e o seu precursor F. González: o tripé do espanholismo mais miserável, racista e enfatuado a conta do nosso dinheiro (Madrid produz menos da quinta parte do PIB e arrecada o 40 % dos impostos do Reino) face um transporte por caminhos-de-ferro na Galiza reduzido desde Barrionuevo até Aznar e ZP quase à nada: vejam só Ferrol-A Crunha.
DIRECTOR GENERAL DE TRÁFICO E A GALIZA: o «pessimismo dos galegos» de Pere Navarro é racismo criminoso. As estradas na Galiza são péssimas e sem qualquer mantimento por falta de investimento, responsabilidade dos poderes públicos que matam por não as pintar, sinalizar, elementos «reflectantes», etc. e para além disso, a sua responsabilidade maior é negar o transporte público por terra, mar e ar o qual na Galiza ou não existe ou é penoso graças a Magdalena Alvárez.
O GOVERNO DOS MILITARES: a combinação do golpismo da Conferência Episcopal Espanhola com as ameaças de intervenção militar para garantir a UNIDADE da Espanha proferidas por El-Rei, o general Félix Sanz, Mena Aguado, Pardo de Santayana, o «lejia» Roberto González Castellón, integrantes do «Cuerpo General» da Armada, Tejero, etc. tem como resultado a submissão e, sobretudo, obediência de ZP e o seu governo aos seus diktados o qual torna uma burla sinistra afirmar a sua como a LEGISLATURA DOS DIREITOS DOS CIDADÃOS.
Os habitantes da Península a sul dos Pirinéus, não nos merecemos outros quatro anos de governo do franquismo do PP, governe este directamente ou a meio do PSOE DE ZP portanto o combate e a mobilização popular têm que ser determinantes para EVITAR a mobilização e o triunfo do fascismo eclesial-militar-empresarial em 9 de Março de 2008 cuja campanha iniciada em 30 de Dezembro de 2007 pola Conferência Episcopal Espanhola e o Vaticano consistirá em atentados e assassinatos fascistas, aumento da delinquência, desastres climatológicos, sabotagens, etc. para orientar o voto no seu favor enchendo de terror a população; o remédio, INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

GOLPE MILITAR DA ARMADA CONTRA NAVANTIA (Distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007 na porta da Bazan)

Assim se pode qualificar o PLANO ESTRATÉGICO DE NAVANTIA 2007-2011, porque é a Armada espanhola a que elaborou e deteminou o Plano. É como tornar ao tempo no que a Marinha espoliou a Construtora Naval em 1936 ou ao da criação do INI em 1941 com o assassino franquista, Suanzes: «ordeno e mando da Armada», naquelas datas ao serviço da política de guerra para DOMINAR O MUNDO do III Reich hitleriano, na actualidade ao serviço da política de guerra para DOMINAR O MUNDO dos continuadores do nazismo no mundo, os Estados Unidos da América, os EUA:
«A missão (sic) de Navantia é satisfazer (...) as necessidades dos progranas de navios da Armada espanhola» cuja missão é «LA UNIDAD DE DESTINO EN LO UNIVERSAL» com a política de guerra de agressão dos EUA para DOMINAR O MUNDO.
«Navantia tem que se consolidar como empresa de construção naval MILITAR», mantendo o ciclo de MORTE para o que são construídos os vasos de guerra.
A chave para lograr as missões não é encerrar ASTANO, não, é aproveitá-lo para os seus fins assassinos, tornando-o MILITAR sob o eufemísmo «reforçados por estaleiros navais antes dedicados ao mercado CIVIL»: a linguagem fascista para não dizer o que se quer e dizer o que não se quer dizer.
A ignorância, imbecilidade, escuridade das mentes que desenharam o Plano é IMENSA, por não dizer que IMENSA é a sua MALVADEZ sabendo, como sabe todo o mundo, que existe uma grande hipótese de negócio na significativa demanda mundial de construção de transporte marítimo SEM ATENDER: que Astano e Bazan entrassem no mercado CIVIL significaria multiplicar por quatro ou cinco benefícios, carga de trabalho e quadro de pessoal.
Tudo o que não lhe interessa à Armada é eliminado excepto a baba que lhes cai com «a influência política internacional» do Reino Unido ou a exportação naval militar da França e a Alemaha para armar as ditaduras dos países do Golfo e da Ássia. A respeito do mercado CIVIL uma única palavra: PROIBIDO PELA AUTORIDADE MILITAR.
É um Plano para ARRUINAR mais a população de Ferrol, como todos os densenhados pela SANHA popular ou socialista contra Ferrol e a Galiza, desde o Decreto de Reconversão Naval 30/84 de Felipe González e El-Rei, ou como o dos 6 GRANDES PASSAROS MAIS BUSCADOS (Aznar, Jarabo, Rituerto, Casanova, Natálio, Moya) PARA SOLUCIONAR O FUTURO DO GRUPO IZAR.
Os sindicatos a julgarem o Plano, parece que coincidem no fundamental: A URGÊNCIA ELEMENTAR É EXIGIR-LHES QUE MOBILICEM. Em Ferrol, quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A MENTIRA COMO FUNDAMENTO DA ACTIVIDADE POLÍTICA (Distribuídas 320 folhas às 6.30 horas da segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007 na porta da Bazan)

Os EUA destinarão mais 169.000 milhões de dólares para financiar «AS GUERRAS», entrementres a UE, para além de os vinte e sete assinar um Tratado e nomear Felipe González presidente de um Comité de Sábios, apoia a Independência de Kosovo. Um Tratado para matar a vontade popular europeia expressada através do «não» da cidadania francesa e holandesa e matar, em Lisboa, a Constituição portuguesa; um Felipe González, esperto impune em terrorismo e crimes de Estado e aniquilar as conquistas do operariado (como Aznar) que de mãos dadas com Solana, democrata esperto nos genocídios da modernidade, determinarão a «folha de rota» da Europa cara ao nacional-socialismo da próxima década. Para que apoia a UE a Independência de Kosovo? A resposta, na nossa opinião, é evidente: para mais EUA e para mais NATO, para mais GUERRA e mais ESPOLIAÇÃO, apontando à Rússia.
A defesa da Autodeterminação no programa do partido nazi de Hitler, a sua actividade nos Sudetas, para invadir a Checoslováquia, a Europa inteira e assim dominar o mundo garantindo mais mil anos de CAPITALISMO sobre o extermínio do COMUNISMO, achamos pertinente lembrar para serem comparados projectos, movimentos e, sobretudo, Independências.
ZP afirma que a Espanha prioriza a PAZ e a ESTABILIDADE nos Balcãs; no território do próprio Reino da Espanha essa não é a prioridade de ZP nem de Rajoy; a prioridade de ZP e de Rajoy é a guerra ao «separatismo rojo y masón» baixo a escusa do combate ao terrorismo, contar MENTIRAS INAUDITAS numa corrida desbocada para celebrar a sua vitória electoreira o Dia da Classe Operária da Galiza, 10 de Março de 2008, para continuar matando a classe operária da Galiza nomeadamente a de Astano e Ferrol.
As coisas porém nunca saem como estavam previstas e eis que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (dependente do Conselho da Europa que abrange cerca de cinquenta países, dentre eles a Rússia) admite a trâmite diferentes queixas desde Euskadi: uma sentença favorável obrigaria o Reino da Espanha o qual criaria uma situação tão imprevisível e crítica para a monarquia parlamentar espanhola que acreditamos na certeza que expressava Mª Teresa Fernández de la Vega de o Tribunal lhe dar a razão ao governo; nós não temos qualquer dúvida de que tentarão por qualquer meio corromper, influir, etc. as pessoas que integram o dito Tribunal para este sentenciar em favor do Reino da Espanha, como fizeram connosco em Salvador de Bahia em 1997 na reunião da CPLP. Nós apelamos para os quarenta e seis países que integram o Conselho da Europa não se deixarem corromper, influir, etc., pelo Reino da Espanha e contribuírem para os direitos das nações Galiza, Canárias, Catalunha, Euskal Herria e dos povos serem respeitados e exercidos...
Na Galiza, o assassinato dum Guarda Civil da que fora a sua namorada, põe de relevo onde é que está a origem de TODAS AS VIOLÊNCIAS: nos corpos armados da monarquia, na sua ideologia fascista e/ou nacional-socialista, na sua permanente intervenção social para hegemonizar o governo, seja qual for o partido elegido, etc. A dissolução destes corpos armados, nomeadamente a Guarda Civil, é tarefa democrática urgente. Procedente das investigações militares em Israel, um simulador para operar, está a ser utilizado no Hospital «Juan Canalejo» de A Crunha. A Conselheira de Sanidade, Mª José Rúbio, sabe com quem experimentam os militares em Israel? Com palestinianos, com as pessoas muçulmanas sequestradas nos campos de concentração? Respeitou-se a lei para adquirir o dito simulador? Ou a compra responde à ideologia nazi-sionista que orna tanta classe médica do PP como Santalices na Galiza, responsável de inúmeras violências, danos e assassinatos nas listagens de espera e fora delas entrementres a Conselheira paga dinheiro público em publicidade contra a «violência» dos pacientes? Nós pensamos que urge a DEMISSÃO da dita Conselheira, Mª José Rúbio e, sobretudo, DAR VOZ ÀS VÍTIMAS DA REDE DA SAÚDE PÚBLICA E PRIVADA.
José Blanco, secretário de organização do PSOE, demorou um dia em vir a Ferrol para responder ao nosso panfleto do 13 de Dezembro: veu a Ferrol a MENTIR EM ESPANHOL: ele que é objecto do racismo espanhol do PP com o de «Pepinho» quer justificar o racismo
d@s delinquentes do PSOE-PP-IF sabedores de que violam a Lei de Normalização Linguística falando EXCLUSIVAMENTE espanhol na Galiza no exercício dos seus cargos públicos os quais juraram cumprir e fazer cumprir a lei; véu dizer, grosseiro, que o Plano Ferrol criou emprego e que graças à política do governo os estaleiros navais da Ria de Ferrol têm carga de trabalho como NUNCA; qualquer pessoa sabe ou pode saber que Astano, Bazan e as Companhias Auxiliares deram emprego a mais de 20.000 pessoas, sobretudo, na construção naval CIVIL, que Astano, só, construiu duas plataformas petrolíferas em 1996; e se falarmos de antes da Reconversão Naval do PSOE de Felipe González e El-Rei, as mentiras tornam-se nazistas porque o de Ferrol «luminoso, dinâmico, optimista» há-ser pelo esbanjamento de dinheiro público da Iolanda Dias alumiando o «Niño Dios» ou com Festas e Folias com foguetes na honra da escravatura que enriquece a nobreza da Armada espanhola: forçar o operariado a assinar contratos em branco, forçá-los a cumprir jornadas diárias de 13,5 horas, pagamento das horas extraordinárias em «negro», etc., faz parte do quadro que rói o operariado das Companhias Auxiliares da empresa pública, GOVERNAMENTAL, denominada Navantia: eis o Ferrol «luminoso, dinâmico, optimista» tornado ao franquismo dos 70. E nós teimamos, contra a corrupção e exploração, INSURREIÇÃO.
(Em Ferrol, segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007)
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A CORRUPÇÃO URBANÍSTICA E OUTRAS (Distribuídas 320 folhas às 13.30 horas da quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007 na porta da Bazan)

Do ponto de vista da dimensão, duração e contumácia, qualquer que quiser investigar para julgar, condenar e encarcerar as pessoas enriquecidas a conta da corrupção urbanística e/ou outras corrupções, não começaria pelo Concelho de Mugardos, começaria pelos sucessivos governos do Sr. Fraga e do PP, o Sr. Cuinha, o Sr. Feijóo, as grandes empresas contratantes, por muitos, porventura todos, dos concelhos por eles governados, e pelo Concelho de A Crunha durante o governo do beatificador de curas nazistas, Sr. Francisco Vázquez. Comparem a corrupção urbanística do Concelho de Mugardos com a do Concelho de A Crunha ou Vigo, ou a de Ferrol de PP-IF, com Manuel Rei, dimensionada em 8 M de € apenas pela desfeita da Porta Nova; comparem com a de qualquer dos concelhos das restantes cidades da Galiza, a Cidade da Cultura fez-se sem as pertinentes permissões do Concelho de Compostela?; comparem com Ares, Minho, Sada ou «o quer que lhe quer» para concluir que algo range na eleição de Mugardos como primeiro trabalho da Justiça e da nova equipa da Guarda Civil; reparem que nos média nunca aparece a investigação da corrupção de Mugardos relativa à instalação de REGANOSA pela que ingressou mais de 3 M de €; investigará a G. Civil o alegado pacto secreto Fraga-Tojeiro? Vivemos uns tempos de intensa guerra dos da UNIDADE DA ESPANHA contra «el separatismo rojo y masón» em versão actual: em Euskal Herria, todo o que defende o direito de Autodeterminação sejam quais forem as siglas; agora a cruzada é contra ANV; na Catalunha, a sabotagem para instabilizar o governo da Generalitat teve dimensões apocalípticas e na Galiza o inimigo a bater, corromper, submeter, comprar, etc., é o BNG. Nós achamos que isto é o que pode explicar a disfunção; talvez a Conselharia de Presidência orientasse a Fiscalia para agir contra Mugardos em vez de contra A Crunha de F. Vazquez em cuja equipa se integrava Mendez Romeu com o objectivo de debilitar o BNG como já conseguiram em Ferrol usando o aríete de Esquerda Unida, com o consentimento e passividade da direcção do próprio BNG querendo deixar-se enganar por promessas, compromissos, pactos, etc., escritos ou não escritos que até o de agora, os da UNIDADE DA ESPANHA (PSOE), violaram com o consentimento de ZP que ontem recebeu, em troca de uma indignidade, o Vice-presidente em funções de Presidente da Junta por um dia, que depois de a Galiza ser burlada e estafada na sua pessoa, não apelou à cidadania para se mobilizar como outrora, não...: acudiu ao encontro com ZP para regressar com a promessa de nove transferências e 51 M de € da dívida histórica, o qual fede, na nossa opinião, a promessa que será incumprida como a do Estatuto de Autonomia; Sr. Anjo Quintana, Sr. Zapatero: a maior dívida histórica dos governos espanhóis com a Galiza é a espoliação de ASTANO que em vinte e dois anos pode-se quantificar em mais 6.600 M de € (1,1 bilhões de pts.) e na actualidade, embora as mentiras triunfalistas em espanhol do Sr. Irisarri, os dois estaleiros navais da Ria de Ferrol poderiam ter carga de trabalho na construção civil com benefícios até o ano 2050. O Sr. Quintana, embora haja vozes unânimes a alertar de uma nova maré negra como a do Prestige em base ao mais elementar da ciência estatística, decretou a não mobilização e manter a Plataforma Cidadã Nunca Mais num «LETARGO» activo... A nós chama-nos a atenção, e reafirma a nossa convicção da necessidade da mobilização da cidadania da Galiza, o facto de o governo da Coreia do Sul declarar Catastrófica a Zona atingida pela maré negra do Hebei Spirit e o dos mais de cem barcos que saíram a lutar contra ela construídos em estaleiros navais da Coreia do Sul face um ASTANO militarizado e reduzido à nada e uma Galiza que apenas dispõe de um único barco contra a contaminação e um Plano de Futuro para Navantia sem qualquer futuro para a Ria de Ferrol de construção de transporte marítimo, reiteramos, com uma significativa demanda mundial sem atender. O Sr. Quintana não defende ASTANO, defende o Sr. González Vinhas e Barreras. A democracia na Galiza e no Reino da Espanha parece-se cada dia mais à orgânica de Franco; as classes trabalhadoras suportam um modelo de exploração IDÊNTICO ao franquista: GRANDES BENEFÍCIOS para a Banca e as empresas sobre grande precariedade do operariado e manter uns políticos como os do PP (o paroxismo racista contra o galego-português de Rajoy e Acebes, ontem no Congresso não deve ficar impune), os do PSOE que governam aos diktados do PP, outr@s que viajam a Cuba para denunciar Fidel Castro por genocídio como o Sr. Moragas que defende o genocídio franquista e o resto acomodados, aquecidos e bem pagos pela monarquia, carecem de qualquer princípio entregues ao oportunismo «electoreiro» mais desaforado sempre combatendo a mobilização na UNIDADE PROLETÁRIA E LIVREDETERMINISTA; por isso nós proclamamos: contra a corrupção, INSURREIÇÃO. Em Ferrol, 5ª F, 13 de Dezembro de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

CÂMBIO CLIMÁTICO E PATRANHAS CRIMINOSAS (Distribuidas 320 folhas às 13,30 horas da terça-feira, 4 de Dezembro de 2007)

Segundo Janet N. Abramovitz, El Mundo, 28/12/1999, esse ano o número de pessoas mortas no mundo a causa de terramotos, furacães, ciclões, tufões, vagas de calor, vagas de frio, tormentas de neve, alagações, etc., ultrapassaria as 90.000 das quais apenas 455 foram dos EUA/UE; o ano anterior, 1998, morreram 32.000 pessoas e 300 milhões alcançaram a categoria de deslocadas ou refugiadas sem fogar. Em 15 de Dezembro de 1999, na Venezuela, realizou-se Referendo Constitucional, explicitamente condenado e AMEAÇADO pelos EUA; esse mesmo dia, as chuvas que começaram a cair, causaram a morte até a 50.000 pessoas, número de vítimas que ultrapassaria com muito às de um hipotético ataque militar contra a Venezuela como o de Dezembro de 1989 dos EUA contra Panamá: 32.000 pessoas mortas em 72 horas; o venezuelano estado de Vargas ficou arrasado; a costa venezuelana das Caräibas foi arrasada por toneladas de lama amassada por milhões de litros de água com enchentes que levaram por diante dezenas de milhares de casas e os seus moradores: 23.000 vivendas destruídas e 64.000 danadas. Os média começaram a atribuir ao fenómeno «El Niño» e ao fenómeno «La Niña», estes episódios de guerra geo-física e de guerra meteorológica dos EUA, do Pentágono e a NASA, uma parte significativa da guerra permanente que livram para DOMINAR O MUNDO e não apenas; as palavras espanholas com que se denominaram os fenómenos em muitos dos média não espanhóis constituem outro dos significativos «fenómenos», que não sabemos a quem atribuir, de traduzir para o espanhol «The Little Boy» e «The Little Girl», os nomes das bombas atómicas que arrasaram Hiroshima e Nagasaqui, para baptizar «fenómenos climatológicos».
Nos laboratórios da NASA muitas das investigações, SECRETAS ou não, presupõem o emprego MILITAR dos resultados: manejar o estado do tempo, o modo de influir sobre a OZONOsfera, IONOsfera, etc.; regular parcialmente as precipitações em tais ou quais regiões permitirão a meio de alterações INTENCIONADAS MODIFICAR O CLIMA em determinadas regiões destruindo colheitas e INUNDAR o território INIMIGO; a mudança INTENCIONADA do estado do tempo (volume das precipitações, temperatura meia, dias de sol, etc.) provoca profundas modificações na produção agrícola, a erosão do solo, etc.; a provocação de secas (na Galiza agora) para matar as colheitas e favorecer incêndios; dirigir à vontade furacães, tufões, ciclões e modificar a sua intensidade; provocar e dirigir tornados; provocar terramotos, erupções vulcánicas e tsunamis; provocar e dirigir na Ionosfera auroras boreais, campos electromagnéticos que destruam as defesas electrónicas do inimigo e conhecer o manejo das tormentas solares com os mesmos fins, tudo fazendo parte da GUERRA GEO-FÍSICA particularmente da GUERRA METEREOLÓGICA (conceitos inventados pelo Pentágono) TEM CONSEQUÊNCIAS IRREVERSÍVEIS PARA O AMBIENTE, para o Planeta e mesmo para o Sistema Solar; e estas são as tarefas que vêm realizando durante meio século os EUA e cúmplices da NATO com um exorbitado financiamento de cerca de 600.000 milhões de dólares, despesas militares anuais apenas dos EUA; não sabemos as da NATO; sabemos dos 16.000 milhões de dólares anuais da NASA nas mãos de indivíduos como Michael Griffin que tem como referentes (Why Explore Space, 17/01/2005) os «Pilgrims», colonos iniciadores do genocídio dos iroqueses e outras nações, o «Thaksgivings» e a GB, «que se fez grande no século XVII graças à sua exploração e domínio do mar» para justificar o programa espacial norteamericano de Bush, amplamente votado n o Congresso por republicanos e demócratas com o concurso de Algore e Bill Clinton, que sabem muito mais do que contam do GENOCÍDIO mundial causado pelas suas guerras geo-físicas e metereológica; daí a sua militância de última hora na PATRANHA de atribuir o câmbio climático às emissões de CO2 ou ao quer que lhe quer, para OCULTAR que desde antes de J.F. Kennedy vêem praticando, EM SECRETO, IMPUNES, e com muito bons resultados, uma guerra sem quartel para DOMINAR O MUNDO, e agora, também, o Sistema Solar. O Painel Contra o Câmbio Climático da ONU reunido em Valência, Ban Ki Moon, Algore, Clinton, ZP, os governos, o movimento ecologista, etc., ocultando ou NÃO CONTEMPLANDO, negando-se a ver este aspecto da questão, AJUDAM DECISSIVAMENTE a perpetuar o genocídio dos EUA a meio da guerra geo-física e metereológica e para além disso, cada vez que «expertos» científicos se reunem para reiterar a CRIMINOSA PATRANHA, a guerra metereológica intensifica-se, de IMEDIATO, a começar pelo lugar da reunião. ALERTAMOS PARA A MEIO DA DENÚNCIA E A MOBILIZAÇÃO, local e mundial, contra a guerra geo-física e metereológica dos EUA contra a Humanidade, EVITAR O REITERADO GENOCÍDIO e/ou outros danos na população que têm o efeito político do desgaste para a derrocada de governos que não querem os norteamericanos. Em Ferrol, 2ª F, 3/12/2007
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