segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

GREVE GERAL INSURRECIONAL EUROPEIA (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Sexta-Feira, 30 de Janeiro de 2009 na porta da Bazan, Taxonera)

O facto, marcante, de oito sindicatos franceses se UNIREM para acordar um documento reivindicativo e convocarem GREVE GERAL com sucesso, põe de relevo a necessidade e urgência da UNIDADE do proletariado para GREVE GERAL INSURRECIONAL EUROPEIA que acabe com a parte da DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA que integra a Comissão Europeia encabeçada por Durão Barroso elevado ao governo pelo derrotado Bush: a sua derrocada tem de acompanhar a de Bush e de IMEDIATO; são eles e elas ou nós!
A crise económica, a crise financeira proclamada pelos Almúnia & Cia e diagnosticada pela DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA que governa e delinqui desde o FMI, BM, PR, etc. arremessada contra o proletariado europeu e mundial desde os seus média, arma de destruição maciça, é uma GRANDE MENTIRA, que muitos sindicalistas e sindicatos repetem; a VERDADE do que está a acontecer é uma GUERRA DE CLASSE, uma GUERRA económico-comercial da DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA contra o proletariado e os países oprimidos, contra os pobres, as mulheres, a juventude, as pessoas idosas, as sem emprego ou em precário, etc. UMA CRISE GRAVÍSSIMA, frisam os seus vozeiros, que ninguém sabe nem o que vai durar nem o que vai acontecer. NÓS, SIM SABEMOS: a) se o proletariado mundial UNIDO E DETERMINADO aplicar a GUERRA PREVENTIVA para limpar o Planeta de PARASITAS E OUTRAS DELINQUÊNCIAS IMPERIALISTAS, CAPITALISTAS E COLONIALISTAS eis a paz, o progresso e a felicidade para a Humanidade; b) se a DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA continuar as suas feitorias IMPUNEMENTE eis a GUERRA permanente mesmo GUERRA MUNDIAL NUCLEAR que rebentaria o Planeta mais de trinta vezes.
QUANTO VAI DURAR? A hipótese «a» é IMEDIATA: o TRABALHO do proletariado mundial UNIDO E DETERMINADO arranja em três dias a fome no planeta; o governo das Repúblicas proletárias do mundo resolve em meses A PAZ E O DESARMAMENTO tornando o complexo MILITAR-industrial para a GUERRA em complexo SOLIDÁRIO-industrial para a PAZ, o progresso e a felicidade da Humanidade; o governo das Repúblicas proletárias do planeta consegue sete colheitas ao ano em África só aplicando os conhecimentos climatológicos que a NASA aplica para a GUERRA; o governo das Repúblicas proletárias mundiais acabaria com dengues, cóleras, malárias, cancros, VIH e outras doenças criadas pela delinquência planetária para se lucrar, dizimando a Humanidade como estão a fazer em Zimbabwe; o operariado científico das Repúblicas proletárias universais verificaria fontes de energia alternativas ao petróleo, individuais e colectivas, infinitas, tantas como infinito é o Universo. A hipótese «b», em muito pouco tempo: se a delinquência planetária e os seus Estados Capitalistas, Imperialistas e Colonialistas continuarem IMPUNEMENTE a violar as leis internacionais como fizeram durante o século passado e este, duas guerras mundiais, guerra contra a República espanhola, contra a Coreia, contra o campo socialista, contra o Viet Nam, contra Angola, contra Moçambique, contra Nicarágua, contra o Panamá, contra a RD do Congo, contra o Iraque, contra o Afeganistão, contra a Palestina, etc. temos o dever de concluir que a GUERRA continuará, MUNDIAL E NUCLEAR em muito pouco tempo.
Tudo para matar a DEMOCRACIA mundial, a democracia operária e cidadã como quer fazer na Galiza o conspirador, sabotador e golpista Poder Judicial com a ESCUSA da greve do 18 de Fevereiro, em plena campanha eleitoral, dez dias antes do 1 de Março, mesmo presidindo as Juntas Eleitorais Provinciais como as de Lugo e Ourense onde determinaram, golpistas, greve, com a IMPUNE E PERMANENTE FRAUDE DO PP, agora acrescentada com a do Poder Judicial formalmente encarregado de garantir a DEMOCRACIA nas eleições. Nós EXIGIMOS do governo galego CRIAR UM EXÉRCITO DE VOLUNTARIADO integrado por milhares de pessoas da Galiza, Portugal, a UE, etc. dotadas de competências e meios para EVITAR A FRAUDE DO PODER JUDICIAL E DO PP mesmo apelando para os organismos internacionais pertinentes. Na Galiza temos que ATACAR E VENCER OS RACISTAS E NAZISTAS espanhóis do PP, PSOE, da Rosa Díez, etc. que continuam, com dinheiro público, NOSSO, A NOS PROIBIR, como Franco e Hitler, falar galego, EXIGINDO-NOS com brutal virulência e violência o que a sua TIRANIA QUER: FALAR ESPANHOL À FORÇA!
A nossa dignidade, a nossa auto-estima obriga-nos a concentrar o voto no BNG em Domingo, 1 de Março e a nos manifestar contra AS MENTIRAS E A ESPOLIAÇÃO DE FENOSA, Florentino Perez & Botin, para tornar nossos os recursos naturais da Galiza, quer dizer, FENOSA galega e pública, acudindo à Praça de Armas de Ferrol às 12 h. do Domingo, 1 de Fevereiro de 2009. Em Ferrol, Sexta-Feira, 30 de Janeiro de 2009
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CICLO-GÉNESE EXPLOSIVA, TORMENTA PERFEITA? UNIDADE PROLETÁRIA! (distribuídas 320 folhas às 13 h. da 4ª F, 28/01/2009 na porta da Bazam, Taxonera)

Vímo-lo reiterando, a exigência a Obama relativa ao encerramento de Guantânamo é IMEDIATO passaporte norte-americano, emprego, vivenda e indemnização para todas e cada uma das pessoas sequestradas, torturadas e assassinadas e/ou as suas famílias e julgamento e condena dos sequestradores, torturadores e assassinos, desde Bush até à última soldada. Conseguir ou não conseguir esta exigência e muitas outras dependerá da organização e mobilização da cidadania norte-americana e mesmo mundial que o elevou ao governo: Barak Hussein Obama no seu primeiro discurso como primeiro presidente negro dos EUA, para além de excluir os iroqueses e outros como os que ocupam o centro da nova constituição política da Bolívia para acabar com o colonialismo interno e o colonialismo externo, proclamou que a sua nação está em GUERRA, baseando-se nas Escrituras, a Promessa de Deus, o Deus nos chama, com a Graça de Deus, elegeu como referente a maior fonte de CRIMINOSAS PATRANHAS que a Humanidade padece desde há séculos: a Bíblia, radicalmente CONTRÁRIA À CIÊNCIA particularmente a POLÍTICA ensinada nas Universidades de todo o Planeta; mesmo ofende aos que resistiram as lategadas a lavrarem a dura terra de Khe Sanh, torrados do napalm e as dioxinas dos seus heróis e mártires como John McCain, um campo fortificado norte-americano do NO do Viet Nam de onde os correram os descalços vietnamitas como antes correram os franceses de Dien Bien Phu: reclamar-se dos norte-americanos invasores do Viet Nam é o mesmo que se reclamar dos nazis alemães que invadiram a União de Repúblicas Socialistas Soviéticas corridos de Estalinegrado pelos esfomeados e gelados proletários russos muito antes de eles chegarem «comiditos» e aquecidos a Normandia para combaterem sobretudo o proletariado mundial, o seu Exército Vermelho, as suas Repúblicas e o seu sistema socio-económico, o socialismo e o comunismo, criando o seu sinistro complexo militar-industrial que acabou com a sua democracia e progresso e o do mundo todo.
«Domaremos o Sol e os ventos...» Obama dixit em 20 de Janeiro e nós afirmamos que há tempo que os domaram mas não para a PAZ, aliás para a GUERRA, A GEO-FÍSICA e/ou climatológica através da ENVIROMENTAL MANIPULATION para produzir os maiores danos no território do inimigo: negar este conceito ou o não contemplar, significa população INDEFESA nomeadamente a pobre perante os danos colectivos, dito doutro jeito, o governo ZP, os governos autonómicos, os organismos e pessoas encarregados do «tempo» colaboram com os enviromental manipulation warriors (Pentágono, NASA, NATO, etc.) que três dias depois do discurso de Obama, provocaram na Galiza a morte de mais de cinco pessoas e graves danos, com a muita ajuda da FE NOSA EM FRANCO que há que expropriar e nacionalizar; danos económicos que temos o dever de EXIGIR a sua verdadeira dimensão e RESSARCIMENTO, tudo na Santa Companha da EXIGÊNCIA a Obama da DESCLASSIFICAÇÃO de toda a documentação relativa à pentagonal GUERRA GEO-FÍSICA: A CICLO-GÉNESE EXPLOSIVA, A TORMENTA PERFEITA, linguagem, presumimos, dos «listos» dirigidos por Griffin na NASA que os «bobos» reproduzem mesmo na GUERRA económico-comercial, crime de lesa humanidade, contra o proletariado mundial, «turbulências financeiras, tormenta perfeita», etc. linguagem que tudo o tempo nos lembra a CÍNICA LINGUAGEM dos «listos» dirigentes do III Reich para definir e/ou designar as suas concretas e globais práticas de GUERRA de genocídio e destruição mundial cuja reconstrução produz tantos lucros e perpetua a DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA do Capitalismo, Imperialismo e Colonialismo que mata a DEMOCRACIA como a «DEMOCRACIA» dos que ordenam os Autos de Garzón que é sempre a mesma melodia, ZPP e a sua tirania: FINGIR para NEGAR-LHA a 4,2 milhões de galeg@s e a 3 milhões de Euskal Herrian@s; a nós com a FRAUDE eleitoral perpetrada durante séculos, legalizada e anunciada para 1 de Março, a basc@s, simplesmente prendendo-@s na gélida madrugada sem qualquer amparo mas com Amparo Lasheras SOLIDARIEDADE! E PROLETÁRIO INTERNACIONALISMO; para as VÍTIMAS MUNDIAIS DOS ERE, Expedientes de Regulação de Emprego, Unide-vos Irmãos e Irmãs do Proletariado contra a DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA e contra os sindicalistas e sindicalismo que glosa Germão Castro desde o Diário de Ferrol: os que causaram a desfeita de ASTANO, Ferrol e a Galiza a meio dos ERE desde os dos Acordos da Castelhana de 16 de Julho de 1978: TRÊS DECÉNIOS DE IGNOMÍNIA FRANQUISTA DISFARÇADA cuja contumácia ZP continua com os 8.000 M€ para os Concelhos criarem postos de trabalho ou os 2.000 de Tourinho que com ZP e Neelie Kroes de mãos dadas proclamam: PARA ASTANO NADA! MANIFESTEMO-NOS CONTRA A IGNOMÍNIA FRANQUISTA DE FENOSA e não apenas na Pç. de Armas de Ferrol às 12 h. do Domingo, 1 de Fevereiro de 2009.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 28 de Janeiro de 2009
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009


Discurso do Presidente da República por ocasião da Cerimónia de Apresentação de Cumprimentos de Ano Novo pelo Corpo Diplomático acreditado em Portugal
Palácio Nacional de Queluz, 12 de Janeiro de 2009
Senhoras Embaixadoras,
Senhores Embaixadores,
Senhoras e Senhores Chefes de Missão,
Quero começar por agradecer as palavras e os votos que me dirigiu Sª. Exª. Reverendíssima o Senhor Núncio Apostólico da Santa Sé, em nome do Corpo Diplomático acreditado em Portugal.
Também eu desejo a todos vós e às vossas famílias um feliz Ano de 2009 e peço-lhes que transmitam aos vossos Chefes de Estado os meus sinceros votos de paz e de prosperidade.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Este é um tempo de desafios, a que não será possível dar resposta eficaz sem uma acção concertada a nível internacional. Uma concertação que exige instituições multilaterais representativas e respeitadas, capazes de garantir e fazer respeitar compromissos colectivamente assumidos.
O ano que passou pôs em evidência as insuficiências e fragilidades das actuais estruturas internacionais de coordenação, decisão e supervisão política, económica e financeira. As mudanças ao nível da nossa governação colectiva são, por isso, inadiáveis.
Desde logo, há que reformar as Nações Unidas. O ano que passou marcou o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assinalámos com a adopção do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Económicos, Sociais e Culturais, de que Portugal foi um dos promotores e que conferiu aos direitos económicos, sociais e culturais a mesma dignidade dos direitos cívicos e políticos. Este importante progresso deverá inspirar-nos na construção de um sistema internacional centrado no respeito pelos valores inalienáveis do ser humano.
Há que assumir as consequências que resultam da constatação de que, sem uma representatividade mais próxima da realidade e dos equilíbrios de hoje, as Nações Unidas tenderão a ver a sua legitimidade crescentemente posta em causa.
Portugal está e continuará empenhado em contribuir para o reforço do multilateralismo efectivo. Entendemos, no entanto, que dificilmente poderemos abordar os grandes problemas que afectam o mundo sem que biliões de cidadãos tenham voz nas estruturas de governação global.
Não é aceitável que o Continente Africano, a América Latina e outros países emergentes continuem a não estar representados entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. Como o momento presente o demonstra, é imperioso que as estruturas multilaterais se adaptem à emergência de novos centros de liderança internacional tornando-se mais representativas, coesas e eficientes.
A candidatura de Portugal a membro não-permanente do Conselho de Segurança para o biénio 2011-12 deverá ser lida à luz dos princípios e valores das Nações Unidas, que há muito defendemos e que a Constituição Portuguesa consagra.
Candidatamo-nos igualmente em nome da representação equitativa de todos os Estados no Conselho de Segurança, porque acreditamos que é essa a melhor forma de garantir o sentido de justiça que é essencial para que as decisões sejam aceites por todos.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Ninguém pode, com segurança, prever a duração da crise económica e financeira que o mundo atravessa, nem o âmbito das suas implicações geoestratégicas.
Porém, a crise encerra também uma oportunidade para levar a cabo a necessária revisão da arquitectura financeira internacional, adaptando-a à realidade dos nossos dias. Uma nova arquitectura financeira mais representativa, assente numa regulação mais eficaz e transparente e numa supervisão melhor apetrechada para proteger os interesses dos consumidores, aforradores e investidores, mais próximas dos interesses da economia real do que dos da especulação financeira.
No presente contexto, os nossos cidadãos precisam de sinais de confiança. O maior erro em que poderíamos incorrer seria responder-lhes com a procura de soluções isoladas, ou com a cedência a tentações proteccionistas. Um claro sinal de confiança seria a rápida conclusão do ciclo de negociações de Doha.
O possível impacto da crise económico-financeira nos países mais carenciados merece uma especial preocupação. Seria inaceitável que, com o pretexto da crise, economias capazes de mobilizar enormes recursos para estabilizar o sistema financeiro, se afastassem do cumprimento dos compromissos assumidos em matéria de Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
Construir um mundo livre de privações, de pobreza e de pandemias é não só um imperativo moral e civilizacional, mas um instrumento indispensável para promover a paz e a estabilidade.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Esta crise não nos pode fazer esquecer as outras ameaças que impendem sobre o nosso planeta e que nos impõem uma acção internacional concertada, determinada e responsável. É o caso, desde logo, das alterações climáticas, da poluição e da devastação dos nossos recursos naturais.
Não temos o direito de hipotecar o futuro. É necessário um novo modelo de desenvolvimento alicerçado numa redução do carbono e numa aposta decisiva nas tecnologias limpas, nas energias renováveis e na eficiência energética. Portugal revê-se inteiramente nas decisões da União Europeia nesta matéria. Para ser escutada, a Europa deve ser capaz de dar o exemplo.
Outro desafio crucial do nosso tempo é a luta contra o terrorismo e o extremismo que o alimenta. As suas manifestações não conhecem fronteiras, não respeitam valores, povos ou religiões e constituem um sério obstáculo à construção de um mundo mais justo. Mais uma vez, só uma cooperação reforçada, uma partilha de informações mais eficiente e instituições multilaterais mais fortes e eficazes poderão ajudar-nos a vencer esta batalha.
Mas o combate ao extremismo implica, também, a aposta no diálogo entre povos e civilizações, na diplomacia preventiva e na resolução de conflitos.
Neste contexto, não posso deixar de exprimir a minha forte preocupação com a situação que se vive na Faixa de Gaza e com as suas graves implicações humanitárias. É absolutamente necessário, neste momento, que o conflito dê lugar a um cessar-fogo permanente, que permita prestar auxílio aos que dele carecem e criar condições para um diálogo político frutuoso. É fundamental que as partes tenham a coragem de tomar as decisões capazes de garantir, a israelitas e palestinianos, o futuro de paz e de desenvolvimento económico e social a que têm direito.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Portugal entende que o mundo precisa, mais do que nunca, de uma União Europeia capaz de assumir um papel de liderança na abordagem dos grandes desafios do século XXI.
A União Europeia pode e deve reforçar a sua influência na condução da agenda global. Para tal necessita de estar na vanguarda da inovação científica e tecnológica, da defesa dos Direitos Humanos, da protecção ambiental, da agenda do desenvolvimento, da promoção do diálogo entre povos e civilizações, da diplomacia preventiva, da luta contra o terrorismo e da defesa do primado do direito internacional.
Este será um ano crucial para a União Europeia. Um ano de renovação das suas Instituições, desde logo por via das eleições para o Parlamento Europeu. Um ano em que espero, sinceramente, seja possível o consenso em torno do Tratado de Lisboa, reforçando dessa forma a capacidade europeia para corresponder aos anseios dos seus cidadãos e ao que dela espera o resto do mundo.
Se há algo que a presente crise internacional demonstrou foi a vantagem da integração europeia e a importância para o mundo de poder contar com a voz, o peso colectivo e a liderança da Europa num momento difícil. Estou seguro de que a Presidência checa da União Europeia e, depois, a Presidência sueca saberão dar continuidade ao reforço do projecto europeu.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
2009 será um ano em que a diplomacia portuguesa irá estar especialmente envolvida no exercício da Presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem como prioridade a promoção e afirmação internacional da língua portuguesa.
É sabido que esta vem constituindo uma prioridade do meu mandato. Uma prioridade assumida pelos Chefes de Estado e de Governo dos oito países que integram a CPLP e confirmada num encontro que promovi à margem da Assembleia-Geral das Nações Unidas, através do compromisso de trabalhar em conjunto para ver reconhecido à Língua Portuguesa — a quinta língua mundial em número de falantes nativos e a terceira língua mais internacional da UE — o estatuto de língua oficial das Nações Unidas, que de há muito justifica.
Permitam-me uma saudação muito particular a três Estados da CPLP – Angola, Guiné-Bissau e Moçambique – que, no ano que terminou, viram consolidados os seus sistemas democráticos, através da realização de eleições cuja condução mereceu uma avaliação globalmente muito positiva, por parte da comunidade internacional.
Em 2009, Portugal continuará a assegurar o exercício da Presidência da Comunidade das Democracias, envidando todos os esforços para que os valores da democracia e dos Direitos Humanos possam ser, cada vez mais, valores universalmente partilhados.
Portugal acolherá, ainda, no final do ano, a XIX Cimeira Ibero-Americana, que terá como tema a inovação e as novas tecnologias. Estou seguro de que a Cimeira do Estoril será mais uma importante etapa no aprofundamento do diálogo político e da cooperação entre a comunidade de povos ibero-americanos.
Minhas Senhoras e meus Senhores,
Acredito que agindo de forma colectiva e responsável poderemos ultrapassar as incertezas do presente e fazer de 2009 um marco na edificação dos alicerces de uma nova era de prosperidade global. É este o meu desejo para 2009.
A todos vós e às vossas famílias, os meus votos de um excelente Ano de 2009.
Obrigado.

CARTA MANUSCRITA ENTREGUE EM QUARENTA E DUAS EMBAIXADAS, NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E NA CPLP EM LISBOA DESDE O 5 ATÉ O 9 DE JANEIRO DE 2009


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O «SONHO AMERICANO», O PESADELO DA HUMANIDADE (distribuídas 300 folhas às 13,00 h. da Quinta-Feira, 22 de Janeiro de 2009 na porta da Bazan)

O «I have a dream» de Martin Luther King foi o pesadelo do seu assassinato, CRIME DE ESTADO, como o de Malcom X, o dos Kennedy, o do sueco Olof Palme e antes o pesadelo da prática desaparição, pela via do EXTERMÍNIO, DO GENOCÍDIO, da população da República Iroquesa e outras populações que se integravam no território atacado, invadido e ocupado pelos ianques a meio dos «caminhos-de-ferro» e o Sétimo de Cavalaria; o «sonho americano» alastrou pelo Planeta para ser o pesadelo da Humanidade genocidada nas guerras sujas e limpas, nas declaradas e nas não declaradas, nas convencionais e nas atómicas, nas acabadas e nas não acabadas como a da Coreia, nas guerras dos corpos armados do «sonho americano» dirigidos por John Negroponte ou não. O bíblico «sonho americano» com clamores, louvores, cantos e prantos por Israel genocidou mais de 400 «terroristas» crianças palestinianas em Gaza desde o Sábado, 27 de Dezembro de 2008 até o 19 de Janeiro de 2009, um dia antes de Barak Hussein Obama, na cerimónia do seu juramento como presidente dos EUA, nos presentear com o discurso de um pastor evangelista contrário ao aborto e a outras contrariedades bíblicas do «sonho americano» acordado há mais de meio século e com armamento atómico em Israel, Oh! Jerusalém, para atacar os povos das Nações Unidas assassinando Sérgio Vieira de Mello no Iraque, e, bem despertos, a cantarem salmos, os atacaram, também, em Gaza, serviços que, cerimonioso, Barak Hussein agradeceu a Bush e Dick Cheney, (...) presentes!
Só que algumas pessoas contrariadas e contrárias a tanto «sonhar» cobríramos o peito com as cores vermelha, verde, branca e preta da bandeira palestiniana para as mostrar o próprio Sábado, 27 em locais tão PÚBLICOS como o jogo de futebol da Galiza com o Irão, e começar a DERROTAR os «perros da guerra» de Israel, derrota UNIVERSAL que culminou em Compostela ao meio-dia do Domingo, 18 de Janeiro de 2009 em que a Galiza se mobilizou INDIGNADA contra o HOLOCAUSTO palestiniano; manifestação cuja IMPORTÂNCIA definiu a besta sionista do embaixador em Madrid de Israel ao tentar ocultá-la, opacá-la ou a diminuir convocando ele próprio o nacional-socialismo espanhol com alguns do PSOE para se manifestarem em favor do GENOCÍDIO de mais de 400 crianças palestinianas com grande destaque mediático sem que as autoridades pertinentes PROIBISSEM a apologia do TERRORISMO sionista, o pior do mundo; na nossa opinião, a nutrida assistência à manifestação de Compostela é mais uma mostra da potência mobilizadora da cidadania da GALIZA UNIDA que se multiplicaria se criarmos a ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA para defendermos os direitos que as leis internacionais lhe reconhecem ao povo galego, dentre eles o de livre determinação, recolhido no artigo 1º do Protocolo Fundacional do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos cujo incumprimento da parte do Reino da Espanha nós colocamos dentre os dias 5 e 9 de Janeiro a meio de escrito perante as embaixadas de 42 países, da presidência da República portuguesa e da CPLP em Lisboa para agirem em nosso favor particularmente no que diz respeito a não privar ao povo galego dos seus meios de subsistência (artigo 1.2 do PFPIDCP) como é o caso da PROIBIÇÃO de construir navios em ASTANO que dura 25 anos, um quartel de século; a DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA, na que se integra Neelie Kroes, torna LEGAL na Coreia do Sul o que é ILEGAL na UE: os auxílios estatais à contratação e construção nos estaleiros navais, porque os interesses pessoais da Sra. Kroes e os interesses da Holanda presumivelmente determinem a hegemonia mundial da Daewoo, a Hyundai e a Samsung, por sua vez a hegemonizarem estaleiros navais na Roménia, na China e no Viet Nam, tudo contra ASTANO E LISNAVE, tudo contra a Galiza e Portugal, situação à que chegamos mercê aos Expedientes de Regulação de Emprego, EREs, aceites pelos sindicatos nomeadamente Ignácio Fernández Tojo que desde o de 1980 na FENYA (FERROL) começa o seu curriculum para três decénios depois ser elevado pelo Deus CAPITALISMO ao governo de CCOO para impedir que manifestações operárias como a de Saragoça do Domingo, 18 de Janeiro, de 35.000 pessoas contra os EREs, contra ele e o seu curriculum se tornem em greves gerais INSURRECIONAIS que determinem o poder proletário que acabe com a monarquia imposta por Franco, as suas forças armadas, a Igreja, Juízes e outras ervas mobilizadas para o PP a meio da FRAUDE ter maiorias absolutas e/ou outros favoráveis resultados nas eleições autonómicas da Galiza e de Euskal Herria em 1 de Março e na europeias do mês de Junho; tudo obríga-nos a reiterar o apelo para a GALIZA UNIDA E MOBILIZADA, nomeadamente a juventude, a meio da ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, concentrar o voto no BNG. Em Ferrol, Quinta-Feira, 22 de Janeiro de 2009
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA: OS CRIMES DE GUERRA IMPUNES DO SIONISMO (distribuídas 320 folhas às 13.00 h. da 3ª F, 30 Dezembro 2008 na porta da Bazan)

«Estarrece e estremece o facto e o número de pessoas palestinianas que são sacrificadas pela apavorante crueldade da ortodoxia sionista de Israel, a mais terrível peste e desgraça dos nossos tempos, tão orgulhosos dos seus progressos para o genocídio alentado e consentido a meio da GUERRA regular, a guerra dos ricos».
Assim NÃO falou Rouco Varela porque ele e o Vaticano, o Papa, estão a fazer campanha para que em 1 de Março de 2009, a força espanhola RACISTA E NAZISTA que é o PP, tenha, a meio da secular FRAUDE, maioria absoluta nas eleições galegas que se celebrarão dezanove dias depois das sionistas; a coincidência Vaticana e Sionista para começar o ataque não é, na nossa opinião, por acaso embora se OCULTEM as eleições do 1 de Março na Galiza destacando as do 10 de Fevereiro em Israel. Se pensam que se reuniram, conspiradores, a besta sionista que ocupa a embaixada de Israel em Madrid, o seu colega norte-americano e o colega dos dois, Rouco Varela, com certeza, acertarão.
Temos dito do dever de esperarmos o pior de Bush e as suas bandas bíblicas de delinquentes planetários em actividade SECRETA, CLANDESTINA, DISFARÇADA, ao estilo nazista mais clássico de guerra suja e terrorismo de estado contra a Humanidade nomeadamente a proletária, que o REMÉDIO do Internacionalismo Proletário como o dos que vieram morrer para defender a República espanhola continua a ser referente universal e em Gaza e que EXIGIR as frotas aeronavais do mundo, a começar pela espanhola com Garat à cabeça, se concentrarem na costa de Gaza para OBRIGAR Israel a cumprir as leis internacionais e o DESARMAR, achamos que é elementar para a PAZ mundial.
Em qualquer caso pensamos que Israel e as bandas bíblicas da delinquência internacional dirigidas por Bush serão derrotadas como lhes aconteceu no sul do Líbano e apelamos para a MOBILIZAÇÃO solidária com o povo palestiniano para acabar com o seu HOLOCAUSTO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 30 de Dezembro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O REINO DA ESPANHA PROMULGA LEIS PARA AS VIOLAR (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Quinta-Feira, 18 de Dezembro de 2008

O carácter nazi da UE, na nossa opinião, fica de relevo no assunto das 65 horas: acordo do Conselho de Ministros de Trabalho da UE, a Comissão Europeia, integrada pelo mais aviltado e mercenário da Europa, o Conselho Europeu e para além disso cerca de 300 votos afirmativos no Parlamento Europeu. Para nós a proposta das 65 horas de trabalho semanais da presidência da Eslovénia em Maio de 2008 foi para DESVIAR a atenção dos bem pagos e institucionais sindicatos para não se envolverem forçados nas lutas que se estendiam pela Europa, Portugal, e o mundo todo contra os magnates petroleiros encabeçados por Bush e a sua subida dos preços do petróleo: sete meses depois fecham a farsa e os farsantes celebram «VITÓRIAS» com beijos e abraços.

Tal coisa não aconteceria na URSS, nem na Jugoslávia, nem no COMECOM, nem no Pacto de Varsóvia, tudo o contrário; e se a UE fosse como nos pretendemos União das Repúblicas Socialistas Europeias, COM PAZ, DESARMAMENTO E SOCIALISMO no mundo, sobrariam quatro horas de jornada de trabalho diárias; SONHAMOS? Não! Se a Europa e o mundo fossem governados pelo operariado e as suas repúblicas socialistas, quatro horas/dia seriam suficientes para produzir a riqueza em cada país e no mundo para a Humanidade TODA viver com dignidade e CONFORTO.

A derrota parcial do Socialismo no mundo, como Lenine previne, dou passo à desintegração de países, emergindo deles independências governadas por mercenários nazis ao serviço dos magnates petroleiros, e outros, dos EUA (como Kosovo e a Geórgia) que hoje têm voz e voto na UE e na ONU a agirem como perros do capitalismo e o imperialismo para qualquer guerra, genocídio e labores menores. Isso explica a CORRUPÇÃO sem qualquer limite existente no mundo de hoje onde um DELINQUENTE planetário como Bernard Madoff é encarcerado por um juiz no seu ranha-ceus! Ou o Plano Nacional dos Direitos Humanos com que a feminista torturadora Maria Teresa Fernández de la Vega pretende, vã, ocultar perante a ONU a tortura sob a sua Vice-presidência. Reparem que na semana após a publicação do Relatório condenatório do Comité dos Direitos Humanos da ONU, o Reino da Espanha, chulo, intensificou e continuou as práticas de violação das próprias leis e os Direitos Humanos condenadas pela ONU, organização que precisamente não serve o proletariado mundial e muito menos o de ASTANO e Ferrol.

Reparem que o assassinato de quatro operários a trabalharem em Maiorca foi seguido de uma parte dos responsáveis do crime irem presos por ordem de uma juiz, coisa que não aconteceu com os três e uma assassinados na fragata norueguesa e ainda menos na fragata «Extremadura»; em um e outro caso a IMPUNIDADE está garantida e mesmo premiam ascendendo os responsáveis dos crimes: Zumalacárregui, agora contra-almirante, não terá sequer que declarar perante o juiz MILITAR, em caso nenhum CIVIL. E a existência, durante séculos, da Corona de Castilha e o Reino da Espanha baseia-se na IMPUNIDADE dos grandes e pequenos DELINQUENTES que servem a monarquia: o alcaide fascista do PP de Ogrobe absolvido depois de incluir nas listas eleitorais do PP no País Basco pessoas alheias sem elas o saberem; ou a nídia alcadesa do PP em Mos que, como os camisas pardas nazis, leva uma dúzia de «matones» para televisar o roubo e violação da soberania popular.

Amanhã, Sexta-Feira, 19 de Dezembro de 2008, às 17 horas estaremos na Pç. Velha do Bairro de Ferrol-Velho para lutar contra tanta CRIMINOSA IMPUNIDADE. ACODE!

Em Ferrol, Quinta-Feira, 18 de Dezembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O REINO DA ESPANHA E OS EUA TORTURAM E VIOLAM OS DIREITOS HUMANOS (distribuídas 320 folhas às 13 h. da 2ª F, 15 de Dezembro de 2008, porta Tax. Bazan)

A culpa dos métodos de tortura ensinados às tropas norte-americanas nos programas de treino nas Navy SERE Schools (waterboard ou «banheira» dentre outros), nas SERE (Survival Evasion Resistance and Escape) Schools, torturas praticadas e fotografadas em Abu Ghraib, Guantânamo e pelo mundo todo que violam a Convenção de Genebra e as leis internacionais, a culpa toda, já o sabem, é dos COMUNISTAS chineses que abusavam muito dos soldados «americanos» durante a sua guerra contra a Coreia. Uma conclusão lúcida e luzidia do Relatório de Carl Levin e John MacCain a encabeçarem uma Comissão do Senado dos EUA depois de reverem centos de milhares de documentos e entrevistarem mais do que 70 pessoas desde Janeiro de 2007. Um Relatório oficial feito para, condenando Donald Rumfelds e outros altos cargos, salvar, safar Bush, os seus sucessivos governos, cúpulas militares, partido republicano e outras pessoas como John Negroponte, organizações e instituições norte-americanas que se lhes for aplicado o que o seu fiscal, Robert H. Jackson, aplicou no Tribunal Militar Internacional de Nuremberga, acabariam enforcados como eles enforcaram Sadam Husseim e condenados para sempre como Hitler, o Terceiro Reich e a Alemanha nazi. Nós entendemos que assim o exige a Humanidade nomeadamente a proletária, a juventude (a insurrecta como a da Grécia), porque uma e outra vez fica demonstrado que essa brutal, genocida e permanente corrupção estadual é o resultado directo do SISTEMA CAPITALISTA cuja base é a GUERRA de agressão com a NATO, a guerra imperialista com todas as suas modalidades para dominar e espoliar o mundo, a DELINQUÊNCIA PLANETÁRIA reiterada, mais uma vez, na figura de Bernard Madoff, extensível a todas e cada uma das pessoas, organizações e instituições que regem a UE (o povo irlandês, como o galego, INSURREIÇÃO! tem a obriga de votar o que eles e elas queiram) e o Reino da Espanha onde, ao igual que nos EUA, se ensina e se pratica a tortura, e muito perto de vós, de nós, Infantaria de Marinha, BRILAT, etc. e não contra «detidos» baixo custódia dos EUA, não, contra o operariado e a cidadania galega; o caso das pessoas a defenderem as suas propriedades, casas, espancadas aberta e publicamente pela BRILAT é conhecido, o mesmo que o feminismo imperialista das paritárias do governo de ZP emperradas no ensino e envio de mais torturadores pelo mundo todo como a Carmo Chacón.
Que no Reino da Espanha se tortura não o dizemos nós, o diz, nada menos que o Comité dos Direitos Humanos da ONU no seu Relatório de 31 de Outubro de 2008 que vos fizemos chegar, Relatório de CONDENA reiterada do Reino da Espanha que VIOLA E CENSURA os Direitos Humanos nomeadamente o Protocolo Facultativo do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos cujo artigo primeiro reconhece que o povo galego tem o direito de livre determinação para estabelecer livremente a sua condição política, o seu desenvolvimento económico, social e cultural; o artigo segundo estabelece que o povo galego pode dispor livremente das suas riquezas e recursos naturais (...). Em caso nenhum poderá privar-se ao povo galego dos seus próprios meios de subsistência (…) como durante um quartel de século El-Rei e os seus governos conluiados com Durão Barroso e a Comissão Europeia imposta por Bush à UE, levam fazendo com ASTANO e não apenas; e o artigo terceiro que OBRIGA o Reino da Espanha a PROMOVER o exercício do direito de livre determinação do povo galego e a RESPEITAR esse direito conforme as disposições da Carta das Povos das Nações Unidas (...) promulgando as pertinentes leis. A relação entre ASTANO PROIBIDO e os navios-sucata como o gasseiro de 32 anos que não pode entrar na Ria de Ferrol e o incendiado na Ria de Arousa EXIGE TODA A GALIZA EM COMPOSTELA A SE MANIFESTAR EM DOMINGO, 21 DE DEZEMBRO.
Tudo para que o PP, Fraga, Dolores de Cospedal, etc. e quem os serve, ZP, o seu governo, o seu partido e adláteres, SAIBAM que estão à margem da Comunidade Internacional, fora das leis internacionais, violando-as e querendo continuar às violar, portanto arguidos para os julgar e condenar conforme a elas e em risco de os ponderar e pendurar em concordância. Relaxem-se e desfrutem com a esperança de que a negociação com ETA não é o maior perigo para a UNIDADE, INTEGRIDADE, etc. da Espanha e para quem «constitucionalmente» as garante, as Forças Armadas de Terra, Mar e Ar, não, o perigo maior são os povos das Nações Unidas, o proletariado e os povos das nações, UNIDOS, DETERMINADOS E MOBILIZADOS para obrigar os EUA, a UE e Israel particularmente o Reino da Espanha a CUMPRIR as leis internacionais, dentre as quais a que legitima e legaliza, contra toda forma de opressão, o direito de INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 15 de Dezembro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A VERDADE, A GALIZA E PORTUGAL (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Quarta-Feira, 3 de Novembro de 2008, na porta Taxonera da Bazan)


A VERDADE, A GALIZA E PORTUGAL
Não deixa de chamar a atenção que Francisco Rodrigues Sanches, secretário-geral da União do Povo Galego, comemore, correcto, o 90º aniversário da Assembleia Nacionalista de Lugo que decorreu em 17 e 18 de Novembro de 1918, a Humanidade proletária a ferver de entusiasmo pela vitória dos sovietes, realçando em Canle.UPG a importância POLÍTICA marcante para a Galiza do que foi determinado pelas pessoas ali reunidas, dentre elas o nosso Jaime Quintanilha Martínez, de cujos restos ninguém se quer lembrar, e furte, incorrecto, o mais marcante do marcante em termos de guia da actividade política para o presente e o futuro da Galiza e o Portugal actual: A VERDADE para a Galiza e Portugal é que a posterior «A Nossa Terra, Idearium das Irmandades da Fala da Galiza (...) e Portugal» publicou a plataforma reivindicativa que António Vilar Ponte (Viveiro) submetera à dita Assembleia Nacionalista de Lugo da que destacamos:
Os galegos estaremos sempre dispostos a pegar em armas para defender a Independência de Portugal que consideramos como a nossa própria Independência.
A Galiza considera que ela com Portugal forma nação COMPLETA talhada pelo fatalismo histórico. [Galiza e Portugal nação ÚNICA]
A Galiza considera o Português como o Galego nacionalizado e modernizado. [Português, língua da Galiza]
Os galegos apelaremos ao governo português para que nos represente perante a Liga das Nações nas nossas demandas de Autonomia Integral e/ou Autodeterminação.
Guia da actividade política que assumiram e praticaram no EXÍLIO Afonso R. Castelão, Elpídio Villaverde, Ramón Suárez Picalho e Antão Alonso Rios, deputados galegos a integrarem o Conselho da Galiza que defenderão o direito de Autodeterminação para o povo que representam (...) que a Galiza é um Estado autónomo dentro da República Federal Espanhola; actividade política perante a ONU e outros foros internacionais que ainda hoje não foi PUBLICADA para conhecimento e sobretudo APROVEITAMENTO geral: encorajamos Isaac Dias Pardo a publicar!
O alegado atraso político da população não pode ser ESCUSA para lhe furtar a VERDADE, e ainda menos à militância; é justamente o contrário, para o atraso político se tornar ADIANTO, há que proclamar A VERDADE, o que nós levamos fazendo mais de um decénio, DA IDENTIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL, DAS DUAS GALIZAS DESLOCADAS, DESCONJUNTADAS, grave lesão possível de remediar com os meios de hoje nomeadamente os que possui a Galiza sul e a sua Comunidade, que dizer, Portugal e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Que Francisco Rodrigues Sanches, a UPG, o BNG e não só, renunciem, neguem a parte sul da nossa nação, os seus recursos, apoios, referentes, etc. constitui, na nossa opinião, um CRIME de lesa Humanidade contra operariado, campones@s, marinheir@s da Galiza norte. Se Portugal e a CPLP foram capazes de tornar os 700.000 habitantes do Timor Leste numa nação soberana, independente, dona dos seus recursos, com VOZ E VOTO NA ONU E NA CPLP, depois do acontecido com os 57.000 habitantes da Groenlândia, a caminho da sua soberania, independência, serem donos dos seus recursos, com VOZ E VOTO dentro da União Europeia e da ONU, quanto tempo demoraríamos as 4,2 milhões de pessoas nascidas na Galiza em determinarmos, LIVRES, a nossa soberania, independência, sermos donos dos nossos recursos (ASTANO, FENOSA, ENDESA, AUTO-ESTRADAS, etc.) e UNIÃO na República Federativa da Galiza e Portugal? Nós é que sonhamos ou é que o resto não se pode livrar do pesadelo espanhol que lhes impede ter sonhos? a República Federativa do Brasil do torneiro Lula é já reconhecida como uma das potências emergentes junto com a Índia e a China, integrada na CPLP e a apoiar a Causa da Galiza como fizera com o Timor Leste que significou a sua Independência em DOUS anos, não seria determinante para vencer a resistência de PSOE-PP a nos deixar LIVRES? Não teve ZP que rogar Lula para ter uma cadeira no G-20?
Há só uma condição: ACREDITAR EM NÓS PRÓPRIOS E RECLAMAR A GALIZA UNIDA COM A ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA O QUE NOS CORRESPONDE COMO POVO, COMO NAÇÃO: sermos donos dos nossos recursos com a soberania, independência e UNIÃO com Portugal; isso é o melhor para ARRANJAR todo o mal com que nos abafam Juan Pedro Gomes Jaen, Narcis Serra, Luis del Rivero, Botin, Florentino Perez, Entrecanales e outros ESPOLIADORES, encabeçados por ZP, do que é SÓ NOSSO: A LIBERDADE, categoria que se alcança a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 3 de Dezembro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PROPOSIÇÃO DE LEI DE FOMENTO DO SECTOR NAVAL DA GALIZA (distribuídas mil folhas em 6ª F, 28 de Novembro e na 2ª F, 1 de Dezembro de 2008)

Artigo 1.- O Sector Naval da Galiza enraizado sobretudo nas Rias de Ferrol e Vigo, integrado pelos estaleiros navais e empresas, auxiliares ou não, públicas e privadas, que têm por objecto, dentre outros, PROJECTAR, CONSTRUIR, REPARAR, DESMANTELAR E TRANSFORMAR navios, partes ou elementos deles, em geral, transporte marítimo e outros artefactos flutuantes, constitui nos termos estabelecidos pela presente lei, um sector PRODUTIVO HISTÓRICO, ESTRATÉGICO E DE INTERESSE GERAL PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO DA GALIZA E PARA A PROTECÇÃO, SALVAGUARDA E DEFESA DAS SUAS COSTAS.
Artigo 2.- A Junta da Galiza desenvolverá e executará programas específicos de fomento e planificação do Sector Naval Público da Galiza particularmente na Comarca de Ferrol, deprimida e em crise devido à Reconversão Permanente de ASTANO que dura mais de 25 anos:
a) Criando Instituições de Crédito corporativo, público e territorial galego sob a denominação de Banco da Galiza, unindo as existentes e/ou criando novas Caixas de Aforros para FINANCIAR as actividades produtivas do Sector Naval Público e a implantação de novas empresas públicas em regime cooperativo participadas pela Junta.
b) Emitindo dívida pública que financie os investimentos pertinentes para o desenvolvimento harmónico da dita Comarca.
c) Constituindo a empresa pública de titularidade da Junta denominada Estaleiros Navais da Galiza-ESTANAGA nos estaleiros navais de Fene, ASTANO, em concordância com o artigo 55.2 do Estatuto de Autonomia (EA).
d) A empresa pública Estaleiros Navais da Galiza em Fene será criada em regime de cooperativa (artigo 55.3 EA), participada pela Junta e dirigida pelo operariado.
Artigo 3.- A Junta da Galiza criará uma conselharia específica denominada do Mar.
Artigo 4.- A Junta da Galiza criará empresas públicas na Comarca de Ferrol para produzir os sistemas das telecomunicações que o Sector Naval precisar.
Artigo 5.- A Junta da Galiza criará empresas públicas na Comarca de Ferrol para produzir os elementos ou partes do navio de tecnologia mais avançada particularmente motores.
Artigo 6.- A Junta da Galiza criará empresas públicas na Comarca de Ferrol SIDERÚRGICAS nomeadamente as de tecnologia mais avançada para os metais e/ou amálgamas e os materiais mais eficientes para produzir os elementos ou partes do navio.
Artigo 7.-A Junta da Galiza implementará programas de investigação na Comarca de Ferrol para dotar os navios dos elementos de propulsão que aproveitem o que o meio fornece, vento, ar, água, etc.
Artigo 8.- A Junta da Galiza criará a Universidade de Ferrol dotando-a em concordância com as necessidades de investigação e produtivas do Sector Naval, também como os centros de ensino regrado e público combinando harmonicamente a aquisição no processo produtivo dos conhecimentos práticos com os teóricos.
Artigo 9.- A Junta da Galiza estabelecerá programas no ensino regrado e público na Comarca de Ferrol em concordância com as necessidades produtivas teóricas e práticas do Sector Naval priorizando a aprendizagem ou aquisição de conhecimentos nos próprios estaleiros navais e/ou empresas no próprio processo produtivo com o fim de lograr a melhor qualificação e eficácia das pessoas a produzir nomeadamente mulheres que devem integrar a metade dos quadros de pessoal dos estaleiros navais e as empresas criadas.
Artigo 10.- A Junta da Galiza criará empresas públicas de transporte marítimo, pessoas ou mercadorias, que comuniquem os portos galegos entre si e estes com Portugal e o mundo.
Disposição Final 1ª.- Em concordância com o estabelecido na presente Lei, a Junta da Galiza desenvolverá as actuações pertinentes nomeadamente a mobilização nacional da cidadania exercendo o direito de livre determinação para evitar que poderes quer espanhóis quer europeus quer internacionais violem o direito da Galiza a produzir e ao seu desenvolvimento, estabelecendo relações com o governo português para o mesmo fim.
Disposição Final 2ª.- Esta Lei vigorará em o seguinte dia da sua publicação no Diário Oficial da Galiza.
SE CONCORDARES COM ISTO ACODE AO LOCAL DA FIMO ÀS 19 HORAS DA SEGUNDA-FEIRA, 1 DE DEZEMBRO DE 2008 PARA O DEFENDER COM A TUA PRESENÇA E VOTO.
DEFENDE O TEU FUTURO
MANUEL LOPES ZEBRAL, REPRESENTANTE DA
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 25 de novembro de 2008

A PATRANHA ESPANHOLA CONTRA A PORTUGUESA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Terça-Feira, 25 de Novembro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

Tem por objectivo histórico e secular a ESPOLIAÇÃO dos seus recursos naturais particularmente os recursos humanos, a população, submetida à escravatura ou actualmente como reserva de qualificada mão-de-obra BARATA e a que sobra para o DESEMPREGO ou a exportação (EMIGRAÇÃO).

Dentre as infinitas PATRANHAS com as que nos NEGAM E ANIQUILAM, hoje destaca uma que vai ser o centro da apresentação em A Crunha do último trabalho de Milhadoiro: realçar o assassinato da galega Inês de Castro como um caso de VIOLÊNCIA DE GÉNERO PARA OCULTAR O ASSASSINATO POR MOTIVOS POLÍTICOS: A UNIÃO DA GALIZA E PORTUGAL.

A galega, galego-portuguesa ou portuguesa Inês de Castro e Valadares foi degolada em Coimbra em 9 de Janeiro de 1355 por ser uma das cabeças, a de maior influência, a inspiradora intelectual, dos partidários da UNIÃO da Galiza com Portugal. O seu assassinato atribuído às ordens de El-Rei de Portugal, Afonso IV, está inspirado no medo deste à AMEAÇA IMINENTE DE ATAQUE, INVASÃO E OCUPAÇÃO CASTELHANA.

O certo é que o gigante crunhês Emílio González López na sua ainda hoje CENSURADA obra «LA INSUMISIÓN GALLEGA, MÁRTIRES Y REBELDES (GALIZA E PORTUGAL nos séculos XIV e XV)» qualifica «INÊS DE CASTRO, MÁRTIR DA GALIZA, sacrificada por razões de estado» e descreve durante vários capítulos o confronto político-militar para UNIR a Galiza e Portugal baixo a coroa do rei Pedro, amante e pai dos filhos de Inês de Castro durante quinze anos; como a família dos Castro estava envolvida neste projecto COLECTIVO nomeadamente os irmãos da Inês, Alvar Peres de Castro e Fernão Ruis de Castro; como o primeiro deles, Alvar Peres de Castro, «pensava em UNIR a Galiza, a sua pátria de nascimento com Portugal, a sua pátria adoptiva»; como o segundo deles, Fernão Ruis de Castro, Adiantado Maior do Reino da Galiza, governador e chefe militar do território galego [muito mais extenso do que hoje] rompeu a vassalagem ao rei castelhano atravessando várias vezes o rio Minho, fronteira galego-portuguesa, para mostrar adesão ao projecto de UNIÃO da Galiza com Portugal; como Inês de Castro defensora desta UNIÃO era o centro de gravidade do projecto pela sua relação com Pedro e como o seu assassinato eliminava o RISCO certo e imediato de realização deste projecto de UNIDADE, projecto que se materializa em 1369 graças a muitos galegos como o crunhês João de Andeiro, o da Ponte de Eume, Nuno Freire de Andrade, os Churruchãos e muitíssimos outros que passaram à história castelhano-espanhola como DELINQUENTES OU FORAGIDOS apenas por darem a vida e a morte à causa da UNIÃO DA GALIZA E PORTUGAL.

Qual o interesse para o operariado galego e português o conhecimento destes factos históricos? Na nossa opinião, É DECISIVO para construir qualquer projecto de liberdade e progresso na Galiza e Portugal SABER que durante séculos, sem qualquer interrupção, a luta em favor da sua UNIÃO foi brutal e cruelmente esmagada pelo Vaticano e as suas monarquias para DOMINAREM O MUNDO desde o Tratado de Tordesilhas até os nossos dias que assistimos a um novo reparto do mundo no que a Galiza e Portugal continuaremos no bando dos perdedores a não ser que a luta proletária galego-portuguesa, qualquer das lutas que motorizam o progresso da Humanidade, tenham como objectivo IMEDIATO A SOCIALISTA REPÚBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL.

Em Ferrol, Terça-Feira, 25 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

ESTRONDOSA DERROTA DOS «MATADORES» DE ASTANO (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

Que a Associação Impulsora do Plano Ferrol com «La Voz de Galicia», três sindicatos «maioritários», os dous grandes partidos PP-PSOE, dezasseis alcaides encabeçados por Irisárri, e outras ervas menores com esbanjamento de verbas públicas convoquem a cidadania a se manifestar ontem e lhes acudam uns centos de pessoas, apesar da escusa chuva e outros contrários elementos, SÓ PODE QUALIFICAR-SE DE FRACASSO, ESTRONDOSO. Achamos que o operariado e a cidadania perceberam o oculto motivo da manifestação, MATAR QUALQUER HIPÓTESE DE ASTANO CONSTRUIR BARCOS, e não acudiram; portanto foi uma fracassada manifestação CONTRA ASTANO, manifestação da que arredara o BNG. Nesse endereço entendemos que o nosso trabalho deu fruto.

A ESTRONDOSA DERROTA DOS DA PERMANENTE RECONVERSÃO, um quartel de século a destruir postos de trabalho, SIGNIFICA UMA VITÓRIA PARA ASTANO LIVRE CONSTRUIR BARCOS? Pensamos que não, porque para além da brutal CORRUPÇÃO do governamental partido reconversor, o PSOE, e o seu sindicato, a UGT, acompanhado de CCOO, CORRUPÇÃO que algum dia terá de ser julgada e condenadas as pessoas responsáveis de enriquecimento ilegal a conta do CRIME da Reconversão, estamos mergulhados em uma batalha que tem duas eleições no futuro próximo: as galegas, previsivelmente em Março, e as europeias em Junho, nas que temos que conseguir que ASTANO seja o centro do DEBATE, reparai que ZP e a UE deram centos de milhares de milhões para os ricos e para ASTANO, economia produtiva, NADA, e no imediato temos uma batalha que se vós quereis, MILHARES de companheiras e companheiros VÍTIMAS da Reconversão de ASTANO, operariado de Ferrol e Comarca, poderemos ganhar simplesmente acudindo TODO@S ao local de FIMO às 19 horas da Segunda-Feira, 1 de Dezembro de 2008, a fazer ouvir a vossa VOZ para que a Iniciativa Legislativa Popular que está previsto aprovar tenha como centro de gravidade a defesa da construção de transporte marítimo não militar em um ASTANO propriedade e financiado pela Junta da Galiza, dirigido pelo operariado em regime de cooperativa [lede os artigos 28, 30, 47 e 55 do estatuto de Autonomia], a defesa de ASTANO, repetimos, e do cumprimento dessa legalidade a meio da GREVE GERAL INDEFINIDA da Galiza convocada pela Plataforma Cidadã em Favor de ASTANO que nós propomos seja criada depois das 19 h. do 1 de Dezembro de 2008.

SE CONCORDARES, ACODE, DIFUNDE, ESPALHA PARA QUE A VOZ DAS VÍTIMAS DO CRIME DE ASTANO SEJA OUVIDA. Em Ferrol, Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

UM GIGANTE COLONIAL ESPANHOL COM OS PÉS DE BARRO (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Quinta-Feira, 20 de novembro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

Isso é o jornal «La Voz de Galicia» cuja debilidade, os pés de barro, reside justo no imenso esforço de MANIPULAÇÃO que fez contra ASTANO e contra o operariado todo de Navantia dimensionado em convocar uma conferência favorável à mobilização do 23-N sem os sindicatos, coincidindo com o Pleno Municipal de Ferrol acerca do Sector Naval, ocupando a primeira página mais outras duas da edição local de Ferrol de 19 de Novembro com uma fotografia na que se podem contar vinte pessoas como assistentes. O fracasso MANIPULATIVO do jornalismo da PATRANHA de Santiago Fdez-Latorre & Filhos fica evidenciado pela desproporcionada DESIGUALDADE espacial em favor da conferência do 23-N sobre o Pleno Municipal no que se tinha que debater e aprovar uma moção apresentada pelo Comité de Empresa dos estaleiros navais da Ria de Ferrol: cinco vezes mais a uma sobre a outra. Porque isso faz parte da grande PATRANHA do Porto Exterior para MATAR ASTANO. Porque agora que a DEMANDA MUNDIAL de construção de transporte marítimo é tão grande que não se poderia atender nem em decénios, utilizar o FALSO argumento da crise, como se utilizou no Decreto de Reconversão naval de 1984, para que ASTANO não construa barcos, não é possível. Daí que queiram desviar a atenção do operariado e a cidadania para a PATRANHA de o Porto Exterior criar muitos postos de trabalho, MENTIRA desmascarada por Jesus Varela que afirmou na reunião da Iniciativa Legislativa Popular que ASTANO recuperado criaria TRÊS vezes mais postos de trabalho do que o Porto Exterior todo.

E essa debilidade do GIGANTE COLONIAL ESPANHOL manifestou-se também no próprio Pleno Municipal onde foi denunciada a ingerência ABSOLUTISTA E DESPÓTICA de Juan Pedro Gomez Jaen, presidente de Navantia, que enviou um escrito a Irisárri, durante a manhã anterior ao Pleno, para lhe ordenar a moção que tinha que apresentar contra a do Comité de Empresa nomeadamente no relativo à CORRUPÇÃO de falsear os balanços económicos, falsear as contas de Navantia para DIMINUIR E OCULTAR AS PERDAS dos estaleiros navais, questão que o porta-voz do PSOE, Veloso, considerava EXCESSIVA. Daí que Irisárri para além de nos PROIBIR falar no Pleno, tínhamos reiteradamente solicitado VOZ em tempo e forma, PROIBISSE votar a moção do Comité na sua totalidade, fazendo a trampa de a votar ponto a ponto e assim cumprir com o ordenado por Juan Pedro Gomez Jaen e para além disso VIOLAR a legalidade administrativa municipal porque a única moção apresentada e assumida pelos grupos municipais e debatida nas comissões prévias ao Pleno foi a do Comité de Empresa. Na nossa opinião, o BNG tinha que ter obrigado o Sr. Irisárri a, em primeiro lugar, submeter a votação a moção do Comité e se assim o não fizer abandonar o Pleno como abandonaram mais tarde.

Em qualquer caso a burla de Irisárri ao operariado de Navantia e aos seus representantes sindicais pareceu-nos própria do ABSOLUTISMO DESPÓTICO dos mercenários do PPSOE, como Pedro Sancho, dos sucessivos governos espanhóis de F. González, Aznar e ZP; burla secundada, digamo-lo, pelos que ficaram no Pleno a lhe fazer o jogo a Irisárri. Por que Irisárri PROIBIU de nós falar e PERMITIU durante trinta minutos a VOZ do presidente do Comité de Empresa de Navantia-Ferrol, não do de Fene? Porque Irisárri e o resto PROÍBEM A VERDADE de que a culpa de todo o desastre que está a sofrer ASTANO, Navantia, Ferrol e a Comarca é de El-Rei e Felipe González e dos sucessivos governos espanhóis até ZP conluiados com a UE que levam DESTRUINDO postos de trabalho desde antes de Junho de 1983, data desde que ASTANO não construiu um barco, apenas duas plataformas petrolíferas em 25 anos. Porque não querem que se lhes diga que sentimos VERGONHA de sermos os únicos que durante um quartel de século apresentamos uma queixa no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos de Estrasburgo e muito menos que as pessoas saibam que uma sentença favorável obrigaria o Reino da Espanha, Rei e presidente, a decretar ASTANO galego, público, do operariado e a readmitir as pessoas DESPEDIDAS a meio do Decreto 1271/84 de Reconversão Naval. Porque não querem que se lhes recorde que ainda não DERROGARAM, porque concordam com ele, o Bando Municipal dado por Manuel Casal Pita em favor da Reconversão de ASTANO, em favor do despedimento de milhares de pessoas e do aniquilamento de Ferrol, porque não querem que as VÍTIMAS falem para lhe contar ao mundo os CRIMES perpetrados durante 25 anos por «socialistas, populares, sindicatos e outros democratas». Porque querem ocultar que a Galiza fez TRÊS GREVES GERAIS durante o ano de 1984 e que hoje é preciso GREVE GERAL INDEFINIDA NA GALIZA PARA ASTANO CONSTRUIR BARCOS. O Domingo, 23, NINGUÉM na manifestação. Em Segunda-Feira, 1 de Dezembro, às 19 horas em FIMO, TOD@S a caminho da INSURREIÇÃO. Em Ferrol, Quinta-Feira, 20 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

REFUNDARAM O CAPITALISMO PARA PROIBIR ASTANO (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Segunda-Feira, 17 de Novembro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

Foram a Washington a refundar o capitalismo e tornaram afirmando sem remédio a NECESSIDADE E URGÊNCIA DO SOCIALISMO MUNDIAL; até repugnar ZP dixit: «os países que produzimos o 95 % do PIB mundial»... Pois já sabem, 23 países «ricos» produzem o 95 % e os que restam até chegar aos 190 produzem o 5 %. Eis a IGUALDADE que defende ZP. A igualdade da Coreia do Sul, por mundial ordem de Washington acatada pela UE, o Reino da Espanha e a Junta da Galiza, produzir o 69 % do transporte marítimo planetário e ASTANO NADA. Isso é a economia produtiva que defende ZP e governo; e os investimentos públicos em Plano Vive para ajudar o Sector do Automóvel ou secundariamente a «economia produtiva» do turismo ou comércio; o sebastianismo espanhol do ministro da Indústria na sua cega cruzada contra o infiel galego de ASTANO perderá a batalha para nela desaparecer sem mais lenda do que a dos miseráveis. Foram a Washington sem nos dizer se Nkunda, o governo ruandês ou Ban Ki-moon têm contas secretas no Union Bank of Swizerland ou se Bush multiplicou e quanto a sua fortuna pessoal-empresarial ou quanto lucro em dólares tira Israel e a Sra. Livni, porventura com contas secretas no Lehman Brothers Bank, do campo de concentração de Gaza com um milhão e meio de prisioneiros palestinianos que podemos seleccionar para sacrificar desde o conforto de uma cadeira guiando um avião não tripulado que os visiona e «escacha» de um ou vários «missilaços».

O sebastianismo espanhol na sua cega cruzada contra os infiéis galegos, aos que apanha prisioneiros vende-os como escravos, como fazia Pedro Gomes das Marinhas com os de Betanços no mercado de Córdova, particularmente os que possuem ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS sejam machos ou fêmeas: Ricardo Varela, Moreda, Barja e Luís Barral pagam com verbas públicas uma feira de gado no Campus de Elvinha da Universidade de A Crunha para que a Noruega e a NATO compre os melhores exemplares dos nossos universitários, engenheiras oceânicas, industriais, navais, que em perfeito inglês aumentarão o PIB da Noruega com verbas públicas da Galiza que financiou a sua formação: assim não é raro ver os nossos melhores, graças ao nosso carinho, desvelo e dinheiro, ACELERANDO PARTÍCULAS em Genebra ou Washington: Galiza, não deves chamar-te nunca espanhola porque a Espanha a ti te ESPOLIA.

Agora que estamos no tempo de lembrar o que podia ter sido e não foi, recordemos que foram as pessoas da Galiza mobilizadas pela Plataforma Cidadã Nunca Mais correctamente criada (A. Quintana-Beiras) e incorrectamente matada (Bieito Lobeira) pelo BNG as que obrigaram a: 1) o Aznar decretar o Plano Galiza com compromisso de construção naval em Içar-Fene (ASTANO) e 2) a União Europeia decretar proibir e «desguazar» mais do que mil petroleiros mono-casco e construir petroleiros de duplo casco em estaleiros navais [ASTANO] das zonas afectadas pelas marés negras [Erika-Prestige, 23 de Setembro de 2003]. Recordemos que graças a nós a Plataforma Cidadã Nunca Mais assumiu reivindicar ASTANO construir petroleiros de duplo casco e que Dick Sterckx recebeu muitos e-mail nossos encorajando-o para que a Resolução do Parlamento Europeu de 23 de Setembro de 2003 explicitasse ASTANO construir petroleiros de casco duplo sem conseguirmos mais do que «estaleiros navais das zonas afectadas pelas marés negras... como medida compensatória e caso ser possível». Portanto podia ter sido, como levamos decénios reivindicando, obrigar a meio da mobilização cidadã Aznar, ZP e UE cumprir o compromisso de construção naval em ASTANO, desguazando-reformando petroleiros mono-casco e construindo petroleiros de duplo casco e não foi porque quer comités de Empresa de Astano-Bazan quer sindicatos quer BNG nomeadamente BNG, porque governava a possante Plataforma Cidadã Nunca Mais, decidiu governar contra as nossas permanentes propostas dentro e fora da dita Plataforma de mobilizar para ASTANO construir todos os meios navais precisos para EVITAR desastres como o do Prestige, mesmo o economista «patriota» Javier Vence CENSUROU ASTANO no vasto relatório que apresentou a nome de Nunca Mais e da Galiza em Bruxelas e uma IRRACIONAL negativa a difundir e defender o cumprimento mundial da elaborada por Dick Sterckx Resolução do PE de 23 de Setembro de 2003 que para além da construção de petroleiros de casco duplo em estaleiros navais da Galiza, estabelecia dentre outras coisas a desaparição das «bandeiras de conveniência-comenência» e muitas outras que mudariam o planeta muito além do acordado pelos que foram a Washington a refundar o capitalismo sem sequer serem capazes de fazer desaparecer os ditos «paraísos fiscais», até o BNG determinar unilateralmente, nas suas palavras, o LETARGO ACTIVO da Plataforma, quer dizer, matá-la.

Em 24 de Junho de 2004, o BNG promovera correctamente a Plataforma Galega de Defesa do Sector Naval para uma mobilização histórica em Ferrol em 13 de Julho do mesmo ano infelizmente, mais uma vez, sem continuidade. Anjo Quintana veu a Ferrol a correctamente PROCLAMAR a defesa de um ASTANO galego, público e do operariado, construir barcos. Em 2006/7 incorrectamente defendiam a PRIVATIZAÇÃO de uma parte de ASTANO para lha entregar ao mandador de Barreras, González Vinhas, um espantoso burguês, e na actualidade estão a promover uma Iniciativa Legislativa Popular avaliada com 15.000 assinaturas em favor de ASTANO com uma reunião à que assistimos cerca de cem pessoas o qual na nossa opinião é um notável indicador da DEMANDA SOCIAL existente em favor de ASTANO construir barcos. Nós defendemos GREVE GERAL INDEFINIDA na Galiza em favor da construção de transporte marítimo em um ASTANO galego, propriedade da Junta, portanto público e governado pelo operariado, tudo o qual pode ser recolhido no texto da Iniciativa Legislativa Popular simplesmente copiando o artigo 55 alínea 2 do Estatuto de Autonomia que diz que a Junta poderá CONSTITUIR EMPRESA PÚBLICA, só que é preciso VENCER o poder COLONIAL espanhol-europeu-norte-americano em favor da Coreia do Sul criando a Plataforma Cidadã da Galiza em favor de ASTANO e não apenas, porque esse mesmo poder PROÍBE construir barcos a Portugal [identidade galego-portuguesa] em favor do 69 % da produção mundial da Coreia do Sul, Plataforma que, na nossa opinião, integrada sobretudo pelo operariado de ASTANO, MOBILIZAI-VOS!, desenvolveria todas as iniciativas desde a Legislativa Popular até a GREVE GERAL INDEFINIDA na Galiza passando por agir perante os organismos e governos europeus e internacionais em favor de uma distribuição equitativa da construção do transporte marítimo que rompa a tirania espanhola, europeia e dos EUA em favor da Coreia do Sul que, caso único no mundo, recebeu do FMI governado por Washington 50.000 M$ para baixar de imediato o valor do wong um 33 % e aumentar de facto até os 66.666,66 M$ para o estado financiar a construção de transporte marítimo e vender por baixo dos preços de custo: a dita CONCORRÊNCIA DESLEAL: essa é a VERDADE que muitos empresários, sindicatos, AIPF querem ocultar dizendo que não somos «competitivos» porque o operariado galego cobra mais do que o coreano para justificarem assim a sua submissão e pirataria. Isso explica o 69 % da Coreia do Sul e não o baixo custo da mão-de-obra, quer dizer, a pirataria dos magnates petroleiros encabeçados por Bush a se lucrarem comprando barcos por baixo do preço de custo e mantendo navegável uma frota de sucata que impede a nova construção. Isso é o que defendem os que convocam a manifestação do 23-N: a pirataria dos magnates petroleiros encabeçados por Bush que PROÍBEM que ASTANO construa barcos e nos enchem de marés negras largando contra as nossas costas petroleiros-sucata de 26 anos como o Prestige ou como muitos dos «gasseiros» que entram na Ria de Ferrol e outras. É RADICALMENTE INCOMPATÍVEL, Pintos-CIG, manifestar-se em favor da desfeita CRIMINOSA do Porto Exterior com a defesa de ASTANO porque a defesa de ASTANO requer o reconhecimento e dar VOZ às VÍTIMAS da Reconversão e GREVE GERAL INDEFINIDA NA GALIZA para chegarmos à INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 17 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL


A CRISE QUE A PAGUE O CAPITAL? (distribuídas 530 folhas às 13 h e às 19 h da Quinta-Feira, 13 de Novembro de 2008 na Bazan e manifestação CIG)

O capital não PAGA crise nenhuma, PROVOCA-A sob a forma de GUERRA DE AGRESSÃO seja MILITAR, ECONÓMICA, FINANCEIRA OU COMERCIAL e segundo Robert H. Jackson, nada menos do que representante dos EUA no Tribunal Militar Internacional de Nuremberga em 1945, que condenou CAPITALISTAS, Krupp, e CAPITALISMO como os actuais, A GUERRA DE AGRESSÃO seja militar, NAVAL, DIPLOMÁTICA, POLÍTICA OU COMERCIAL constitui um CRIME INTERNACIONAL contra a espécie humana, uma edulcorada forma de dizer que CAPITAL E CAPITALISMO são UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE particularmente contra o proletariado, as forças do SOCIALISMO e o próprio sistema SOCIALISTA. Portanto a única VERDADE a transmitir ao operariado hoje é a NECESSIDADE E URGÊNCIA de se DEFENDER contra a guerra de agressão dos magnates petroleiros dos EUA encabeçados por Bush para INSTAURAR um sistema económico DEMOCRÁTICO na Galiza e no mundo: O SOCIALISMO. Uma guerra de agressão que começou com uma subida DESMESURADA do preço do petróleo para BAIXAR os salários e SUBIR os preços que não BAIXAM embora os 54 dólares do barril de Brent que determinam em 0,48 Euros o que teríamos que pagar por um litro de gasóleo [a mentira da baixada do IPC apenas serve para o aplicar aos convénios e baixar ainda mais os salários] e continuou com a brutal espoliação de financiamento público, CRIADO COM IMPOSTOS PAGOS PELO OPERARIADO, dos governos e estados capitalistas a banqueiros e bancas para multiplicar o botim da sua ladroíce e financiar outras guerras de agressão como a da besta imperialista Nkunda amparado pelo secretário-geral da ONU Ban Ki-moon.
No caso da Galiza a guerra de agressão dura séculos e o seu centro de gravidade nos últimos três decénios, desde os Expedientes de Regulação de Emprego (ERE) dos Acordos da Castelhana, foi a guerra de agressão NAVAL internacional contra ASTANO para o fazer desaparecer; o principal aríete contra o estaleiro naval de Fene foi o Decreto de Reconversão Naval dado pela monarquia espanhola e o seu chefe de governo, F. González com a cumplicidade necessária dos sindicatos UGT-CCOO; o operariado de ASTANO, o de Ferrol e o da Galiza foi capaz de responder com nada menos do que TRÊS GREVES GERAIS encabeçadas pela INTG até o dia da traição, 11 de Março de 1985, em que Arrizado com a escusa da luta armada determina a divisão e abandono da INTG e a derrota do operariado galego instalando na direcção do sindicato até à actualidade OS MATADORES DA IMPRESCRITÍVEL, IMPRESCINDÍVEL E DEMOCRÁTICA luta em favor das VÍTIMAS da Reconversão, do estaleiro naval e da martirizada cidade de Ferrol. A guerra de agressão naval contra ASTANO É UM CRIME INTERNACIONAL contra a espécie humana que habita a área e não só que algum dia haverá que julgar para condenar os responsáveis e os da cumplicidade necessária a convocarem mobilizações contra o operariado, contra ASTANO e contra Ferrol com a manifestação do 23-N: a CIG não pode estar nela! Não acudas a lhe fazer o jogo aos Irisárri e Cia!
As manifestações convocadas pela dita CIG para 13 de Novembro se não visam para greve geral em Ferrol e na Galiza, para mobilizar o mesmo dia o operariado do Metal da Ponte Vedra, de A Crunha, de Lugo e de Ourense, o operariado do Metal da Galiza, para recuperar a tradição de luta operária através da greve geral na Galiza, apenas servirão para justificar os salários dos dirigentes libertados dum sindicato dito de classe, nacionalista e em favor do SOCIALISMO.
Nós estaremos manifestando-nos, vos encorajando para acudir e proclamando que a solução é a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 12 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 11 de novembro de 2008

MOBILIZEMO-NOS EM FAVOR DA PAZ MUNDIAL E O DESARMAMENTO (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Segunda-Feira, 10 de Novembro de 2008 na porta da Bazan)

A PAZ MUNDIAL como exigência PRIORITÁRIA a Obama tem que se acompanhar do DESARMAMENTO particularmente o dos EUA e Israel e requer a retirada IMEDIATA E INCONDICIONAL das tropas norte-americanas do Iraque e do Afeganistão onde dois militares, um galego, morreram em atentado hoje devido à submissão de ZP a Bush e à NATO. Mensagens deste teor devem encher a página www.change.gov até a bloquear para DENUNCIAR os massacres e genocídios que a meio dos 700.000 M$ de Bush e os muitos outros milhões de Euros dos governos da UE, a Suíça e Israel injectados nas respectivas bancas, PAGOS E ARMADOS com/por eles, os mercenários tutsis, com a ajuda dos não menos mercenários capacetes azuis da ONU [com a significativa demissão de um general espanhol que tem o DEVER DE DENUNCIAR, NÃO FICAR CALADO], às ordens do governo da Ruanda, massacres e genocídios, reiteramos, contra a população da República Democrática do Congo de Joseph Kabila para ESPOLIAÇÃO de minérios e imensos recursos do torturado Congo desde a chegada dos portugueses até os nossos dias: séculos de guerras, massacres, genocídios, escravatura e espoliação! quer dizer, CAPITALISMO E IMPERIALISMO: a Humanidade tem que apurar a bulir para construir um novo sistema social com uma ECONOMIA DEMOCRÁTICA MUNDIAL: O SOCIALISMO a começar por criar uma nova Internacional que integre pessoas, entidades, instituições, governos e países: o género humano é a Internacional! Nós estamos seguros de que, o mesmo que o genocídio desenhado pelo «socialista» Mitterrand nos alumiados salões de Paris dos hutus contra a população tutsi na Ruanda para coltão, telefonia-demência móvel e imensos lucros de Alierta e Telefónica, por exemplo, o genocídio dos mercenários tutsis ajudados pelos não menos mercenários da ONU com ou sem capacete azul, tem parecido desenho e o mesmo objectivo: ASSASSINAR MUITO PARA ROUBAR MELHOR IMPUNEMENTE.
ASSASSINAR MUITO PARA ROUBAR MELHOR IMPUNEMENTE
que inspirara Franco e os seus actuais continuadores, dentre eles dez juízes da Sala do Penal da Audiência Nacional e o Fiscal Javier Zaragoza, que «agüevosyavotosnadielesgana», demoraram menos do que uma semana para responder, nada menos que ao Comité dos Direitos Humanos da ONU, que a Lei de Amnistia de 1977 não se derroga e PRESCREVE os massacres e genocídios contra a população republicana e a República perpetrados pelos Francisco e Nicolás Franco Vaamonde, Francisco e Salvador Moreno Fernández (quatro de Ferrol), Emílio Mola Vidal, Gonçalo Queipo de Llano y Sierra e o seu «serán ejecutados un número igual de afiliados ARBITRARIAMENTE elegidos», Juan Yagüe Blanco, Agustin Munhoz Grandes, Ramón Serrano Sunher, Raimundo Fernández Cuesta y Merelo, etc. garantindo a IMPUNIDADE dos trinta e cinco «falecidos» do Auto de Garzón e dos seus descendentes que não têm culpa nenhuma excepto de estar orgulhosos do que fizeram os seus ascendentes, estar prontos ao repetir como o Scharfhausen vice-presidente da Comisión Nacional da Energia e sobretudo usufruir IMPUNEMENTE O ESPOLIADO como FENOSA, o Paço de Meirás e toda a imensa riqueza sem dimensionar que possuíam republicanos e República, botim de guerra herdado por filhos, netos, etc. dos ASSASSINOS, VERDADE que nunca se há de saber porque, dentre outras coisas, a Conselheira de Cultura, Sra. Bugalho, não ajuda a que se saiba apresentanando-se, ela e a Junta da Galiza, no Julgado de Garzón para reforçar e ultrapassar o contido das diligências abertas com o seu Auto: nós estamos certos de que a Sra. Bugalho não vai ordenar abrir as valas comuns do cemitério de Serantes embora nós o tenhamos reiteradamente SOLICITADO, nem recuperar os restos do desaparecido Jaime Quintanilha Martínez ou resgatar os do couraçado «Espanha» ou os do «Mar Cantábrico» ou os do paquete «Udondo» por citar alguns dos massacres perpetrados em Ferrol pelos Francisco e Salvador Moreno, Faílde, Perucho, López, Del Real, Alfredo Arcos, Casanova, Quintero, Isidro, Quintela e Vitoriano Suances: CALEMOS-A-BOCA como Carrilho, como ZP e governo para não ferir a sensibilidade e sobretudo os títulos de propriedade dos descendentes!

Como os que regem Navantia, a sabotarem e demorarem a abertura de novos trabalhos na data prevista para entregar os barcos passado o prazo com as pertinentes PERDAS que justificariam novas Reconversões, quer dizer, eliminar mais postos de trabalho no entanto despedem pessoas das Companhias Auxiliares e não contratam novo operariado com a escusa dos «piquetes» do Comité de Empresa. A sabotagem nazi que praticam tem como aliado o Angel Garcia cujas MENTIRAS de cretino nacional-socialista, perigoso, tentam justificar os DESPEDIMENTOS actuais e os imediatos: tipos como este, com o concurso dos sindicatos, são os que estão a promover a manifestação de 23-N contra vós, contra o operariado e contra ASTANO! E para além disso, nós exigimos-lhe ao Vice-presidente da Junta da Galiza, Anjo Quintã, que se deixe de palavras a respeito da intervenção dos poderes públicos na economia, que INTERVENHA, que ele é poder público, com financiamento para ASTANO ser galego, público e do operariado como veu a PROCLAMAR a Ferrol em 14 de Junho de 2005 perante operariado do dito estaleiro naval, que o nacionalismo, como gosta proclamar, PROMOVA E APOIE GREVE GERAL em 20-N em Ferrol e comarca, nós lho demandamos, reiterando que a solução é a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Domingo, 9 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

OBAMA PRESIDENTE, A LUTA CONTINUA (distribuídas 300 folhas às 13 h. da Quarta-Feira, 5 de Novembro de 2008 na porta Tzxonera da Bazan)

Com Barak Husseim Obama eleito presidente dos EUA e com o compromisso de luta pela PAZ no seu primeiro discurso presidencial em Chicago, o das mártires e os mártires proletários que comemoramos cada ano, enviamos-lhe a mensagem de que a RETIRADA do Iraque e o Afeganistão das tropas norte-americanas, as regulares e sobretudo as mercenárias, é IMEDIATA E INCONDICIONAL, que a PAZ MUNDIAL requer DESARMAMENTO nomeadamente dos EUA e Israel, dentre outras coisas para acabar com a fome no mundo e o complexo militar-industrial, e que prender Bush e a sua bíblica banda, incluído John MacCain, para os julgar e condenar pelo crime de planejar a GUERRA, crimes contra a PAZ, crimes de GUERRA e crimes contra a HUMANIDADE é de justiça: YES, WE CAN!
Em qualquer caso, derrotado eleitoralmente o «bêbado Arcanjo da Espada de Fogo», A LUTA CONTINUA: amanhã, 6 de Novembro, o operariado do Metal da Ponte Vedra fará greve em SOLIDARIEDADE com quatro sindicalistas que denunciados pela polícia espanhola acirrada por Mª Teresa Fernández de la Vega cuja VIOLÊNCIA abrira cabeças e partira pernas operárias em 8 de Maio de 2006 em Vigo, serão julgados com petição de penas de cárcere e coimas milionárias como acontecia no franquismo com o Tribunal de Ordem Público; nós como fizéramos na altura REITERAMOS a necessidade de o operariado de Ferrol ser SOLIDÁRIO com o de Vigo, por isso vos pedimos que realizeis assembleias, «paros», etc. para REALÇAR a solidariedade proletária face a repressão patronal-estadual. Em 13 de Novembro, a CIG está a convocar manifestações sob a palavra de ordem «a crise que a pague o capital», o empresariado que é o que despede, baixa os salários e sobe os preços; em dia 19, o estudantado anuncia greve na Universidade nas sete cidades galegas e nós que vimos reiterando a necessidade de nos mobilizar em Ferrol e Comarca propomos greve geral em 20 de Novembro em favor do EMPREGO EM ASTANO GALEGO, PÚBLICO, DO OPERARIADO, com carga de trabalho e ganhos e contra a manifestação encabeçada por Irisárri e empresariado com o concurso indigno dos sindicatos anunciada para dia 23. Os que despedem, baixam os salários, sobem os preços, não podem encabeçar manifestações operárias porque vão contra o operariado, NÃO ACUDAS a essa manifestação, lembra que a Associação Impulsora do Plano Ferrol foi criada para CORROMPER com verbas milionárias os sindicatos continuando a política da fraude corrupta dos Fundos de Promoção de Emprego, ZUR, ZID para MATAR ASTANO e as mobilizações do seu operariado. Lembra que UGT e CCOO foram agentes activos nesta tarefa que continuam com o concurso da CIG: lembra que Pintos no seguinte dia de ser eleito secretário comarcal manifestou-se publicamente contra o Plano Ferrol e tardou muito pouco tempo, ele e a CIG, em se integrar na AIPF só «porque havia que controlar o dinheiro», ideia que está na base da CORRUPÇÃO dos dirigentes sindicais, como Estêvão Vazquez a presidir a Fundação Galega do Metal que geriu mais de sete centos milhões de pts. em 2007, da sua entrega ao empresariado e da sua submissão e apoio a ele e a Irisárri na manifestação do 23-N: não lhes faças caso, defende o teu com mobilizações operárias por objectivos operários, não por objectivos empresariais, capitalistas. E repara que no quadro das mobilizações que se descreve vai cada um pelo seu lado, sem fazer coincidir no tempo, num dia pré-determinado, a luta da GALIZA UNIDA que é o que faz falta; quando os dirigentes políticos e sindicais ditos de esquerda, nacionalistas, etc. repararão na obviedade de que a UNIÃO FAZ A FORÇA? Sabe todo o mundo que tem muita mais força e eficácia uma mobilização na que coincidam o mesmo dia diferentes lutas sociais de todo o território galego. Por isso nós defendemos ASTANO com contumácia, porque o seu operariado foi capaz, primeiro, de conseguir a UNIÃO OPERÁRIA com Bazan nas assembleias gerais do Inferninho (mais de 8.000) dos anos oitenta e, segundo, motorizar, junto com o de Ascón, TRÊS GREVES GERAIS na Galiza durante o ano 1984: isso continua a ser necessário e sobretudo POSSÍVEL; é necessário e possível o operariado MOBILIZAR A GALIZA UNIDA pela liberdade dos galegos e das galegas, pela liberdade da Galiza em UNIÃO com Portugal: celebramos que Milhadoiro CANTE Inês de Castro, uma das mártires da UNIDADE POLÍTICA galego-portuguesa, por isso degolada.
Agora a moda é REIVINDICAR investimento público para combater a «crise»; DIAGNÓSTICO de I. Gabilondo: grave crise; REMÉDIO: investimento público de envergadura embora haja défice; nós afirmamos que os 1200 M€ de investimento público do fracassado Plano VIVE, investidos em ASTANO não dariam défice mas sim dezenas de milhares de postos de trabalho. DIAGNÓSTICO de Solbes: O DESEMPREGO é o primeiro problema; O REMÉDIO: dezenas de milhares de postos de trabalho num ASTANO LIVRE com o investimento público de envergadura do Gabilondo sem defice.

E O DÉFICE democrático que Ferrol padece devido ao despotismo do Irisárri em companhia da Iolanda não se resolve com o MANIFESTO que propugnam desesperançadas pessoas querendo, como sempre, envolver o BNG nas responsabilidades de PSOE-IU, não, as responsabilidades do BNG são outras. Partem de uma premissa FALSA e o sabem; a política de PSOE-IU em Ferrol não é de esquerdas nem mesmo a do BNG quando governou e para além do muito compromisso VIOLADO o referente de prova é ASTANO e a Reconversão permanente estendida a Bazan, eliminar dezenas de milhares de postos de trabalho, praticada durante decénios pelo PSOE-PP com a sua colaboração e consentimento e causa principal da pobreza e perda de população de Ferrol. Ainda hoje o bando municipal de Manuel Casal Pita em favor do CRIME da Reconversão está sem derrogar. Nunca o caso de uma das VÍTIMAS DESPEDIDAS da Reconversão de ASTANO chegou a um Pleno através da boca de qualquer concelhal, o do «perrito Panchito» através da boca da Maria Lopes, SIM! Irisárri encabeçará a manifestação contra ASTANO do 23-N. Irisárri adiou mais uma vez o Pleno Extraordinário relativo à situação dos estaleiros navais da Ria. Nós já lhe dissemos a Irisárri e ao Pleno que não se pode governar com 11.000 votos sobre 66.000 votantes, NÃO é democrático; o democrático é se demitirem e convocarem novas eleições através da Assembleia Municipal Cidadã de Ferrol, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para a cidadania determinar um Regulamento DEMOCRÁTICO de eleição, governo e administração do Concelho de Ferrol onde as pessoas a integrarem a Junta de Governo sejam eleitas por voto directo e secreto e não por Irisárri ou qualquer outro tirano: isso não o PROÍBE a lei e se o proibir DERROGUEMOS a lei da tirania. Todo isto furtam as pessoas do MANIFESTO querendo enganar a opinião pública para continuarem praticando o apartheid contra quem está a defender, nós, A DEMOCRACIA face tiranos, déspotas, reconversores do PSOE-PP e adláteres políticos e sindicais que levam decénios matando a cidade como se de uma GUERRA se tratar. Já o sabes, o remédio: A INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 5 de Novembro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E ORTUGAL

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

VITÓRIA DEMOCRÁTICA DA CIDADANIA E OS POVOS (distribuídas 200 folhas às 13,20 h. da Segunda-Feira, 3 de novembro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

Contundente DERROTA do Reino da Espanha governado pelos ZP, Aznar, F. González, Calvo Sotelo e Suarez cujo nível democrático fica questionado pelas Observações do Comité dos Direitos Humanos da ONU informadas em 30 de Outubro durante o 94º Período de Sessões que decorreu em Genebra desde o 13 até ao 31 de Outubro de 2008. Também afirmamos a INSUFICIÊNCIA das observações do dito Comité dos Direitos Humanos porque não responde às graves VIOLAÇÕES do Reino da Espanha em tudo o relativo à VIDA E A MORTE do operariado nomeadamente o galego particularizado no de Ferrol e o da Reconversão Naval de ASTANO, DENÚNCIA que nós apresentáramos em 11 de Abril de 2005 na dita cidade de Genebra junto com outras nomeadamente a do 14 de Abril relativa ao RESSARCIMENTO da população galega com a República Federativa da Galiza e Portugal frustrada pelas armas de Hitler e Mussolini.

A seguir na nossa língua parte do Informe das Observações publicadas em espanhol [ver www.ohchr.org]:

PRINCIPAIS MOTIVOS DE PREOCUPAÇÃO E RECOMENDAÇÕES DO COMITÉ DOS DIREITOS HUMANOS DA ONU RELATIVOS AO CUMPRIMENTO DOS TRATADOS INTERNACIONAIS DOS DIREITOS HUMANOS PELO REINO DA ESPANHA:

  1. O Reino da Espanha deve fornecer informação detalhada acerca das medidas concretas que tomara para cumprir os ditames do Comité conforme ao Protocolo Facultativo do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos.

  2. O Reino da Espanha deve: a) considerar a DERROGAÇÃO da Lei de Amnistia de 1977 b) tomar as medidas legislativas precisas para garantir o reconhecimento da IMPRESCRITIBILIDADE DOS CRIMES DE LESA HUMANIDADE pelos tribunais nacionais c) prever a criação de uma comissão de espertos independentes para restabelecer a VERDADE HISTÓRICA acerca das violações dos direitos humanos perpetrada durante a guerra civil e a ditadura d) permitir que as famílias identifiquem e exumem os corpos das VÍTIMAS e, se for o caso, as INDEMNIZAR.

  3. O Reino da Espanha deve definir o terrorismo de maneira RESTRITIVA para que as suas medidas contra o terrorismo sejam plenamente compatíveis com o Pacto. Particularmente o Reino da Espanha deveria prever MODIFICAR os artigos desde o 572 até ao 580 do Código Penal para limitar a sua aplicação às infracções de carácter indiscutivelmente terrorista e mereçam ser assim tratadas.

  4. O Reino da Espanha deve PROTEGER os dados pessoais e garantir completamente o direito à VIDA PRIVADA segundo dispõe o Pacto.

  5. O Reino da Espanha deve INTENSIFICAR os seus esforços de prevenção e luta contra a violência de que são vítimas as mulheres particularmente a violência doméstica e, no que diz respeito, compilar estatísticas adequadas para dimensionar melhor o fenómeno. As autoridades do Reino da Espanha incluído o Ministério Público devem conceder às vítimas toda a assistência precisa.

  6. O Reino da Espanha deve ACELERAR o processo para implementar um mecanismo nacional de PREVENÇÃO DA TORTURA em concordância com o disposto no Protocolo Facultativo da Convenção contra a Tortura e Outros Tratos ou Penas Cruéis, Desumanas e Degradantes, tomando em conta as recomendações dos diferentes órgãos e espertos da sociedade civil e de todas as organizações não governamentais que participam da luta contra a tortura.

  7. O Comité REITERA ao Reino da Espanha que tome as medidas precisas incluídas as legislativas para suprimir DEFINITIVAMENTE o regime de incomunicação e que se reconheça a qualquer pessoa detida o direito de livre eleição de Advogado ao que possam consultar de jeito plenamente confidencial e que possa estar presente nos interrogatórios. O Reino da Espanha deve, também, utilizar SISTEMATICAMENTE meios audiovisuais para gravar os interrogatórios em todas as esquadras da polícia e locais de detenção.

  8. O Reino da Espanha deve velar por que os prazos de detenção policial e prisão preventiva SE LIMITEM de maneira compatível com o artigo 9 do Pacto. O Comité REITERA ao Reino da Espanha que não empregue a duração da pena aplicável como critério para determinar a duração máxima da prisão provisória.

  9. O Reino da Espanha deve velar por que o processo de toma de decisões relativas à detenção e expulsão de pessoas estrangeiras RESPEITA plenamente o procedimento previsto na lei e por que o procedimento para conceder asilo possa sempre ser invocado por motivos humanitários. O Reino da Espanha deve velar também por que a nova lei sobre o asilo esteja em plena concordância com o Pacto.

  10. O Reino da Espanha deve tomar as medidas necessárias e eficazes para garantir o direito de qualquer pessoa declarada culpável de crime a que a sentença condenatória e a pena imposta possam ser submetidas a um tribunal superior. O Reino da Espanha deve velar por que a Lei Orgânica nº 19/2003 garanta plenamente a dupla instância penal.

  11. O Reino da Espanha deve prever a supressão do Secreto do Sumário para se ajustar à jurisprudência REITERADA do Comité que afirma que o princípio da igualdade processual EXIGE que as partes disponham do tempo e as facilidades necessárias para a preparação da sua defesa e o pertinente acesso aos documentos precisos para este fim.

  12. O Reino da Espanha deve velar por que qualquer restrição da LIBERDADE DE EXPRESSÃO E ASSOCIAÇÃO seja necessária, proporcionada e justificada conforme aos artigos 19 (alínea 3) e 22 do Pacto.

  13. O Reino da Espanha debe velar pela APLICAÇÃO ESTRITA da sua legislação contra a incitação ao ÓDIO E A DISCRIMINAÇÃO RACIAIS. Também deveria prever AMPLIAR o mandato do Observatório Espanhol do Racismo e a Xenofobia para que seja mais eficace.

  14. O Reino da Espanha deve velar por que se respeitem os direitos das crianças não acompanhadas que entram em território espanhol; particularmente deveria: a) ter certeza de que qualquer criança não acompanhada dispõe de assistência jurídica gratuita durante o procedimento administrativo e em geral da expulsão b) considerar o interesse superior da criança em ditos procedimentos c) criar um mecanismo de vigilância nos centros de acolhida para estar certo de que os menores não sejam vítimas de abusos.

  15. O Reino da Espanha deve dar AMPLA difusão ao texto do seu Quinto Informe Periódico, às respostas escritas às questões apresentadas pelo Comité e às presentes Observações finais.

  16. O Reino da Espanha deve fornecer no prazo de um ano informação acerca da aplicação destas recomendações.

  17. O Comité marca o 1 de Novembro de 2012 para que o Reino da Espanha apresente o Sexto Informe participado na elaboração pela sociedade civil e as organizações não governamentais que ajam no dito Reino.

Em Ferrol, Segunda-Feira, 3 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

GREVE GERAL EM 20 DE NOVEMBRO: POR UM ASTANO LIVRE (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

IRISÁRRI ENCABEÇARÁ A MANIFESTAÇÃO DO 23-N: não acudas para ir atrás dele porque vai contra ti, contra a tua família, contra o teu direito ao trabalho sobretudo se és jovem, contra o teu direito de viveres e trabalhares onde nasceres: FERROL. Lembra que Irisárri ajudou os militares franquistas fuziladores a ENCERRAR A FENYA, lembra que pertence a um partido que cometeu o CRIME DA RECONVERSÃO DE ASTANO, o PSOE, um de cujos integrantes, Manuel Casal Pita, editou um bando municipal em favor do DESPEDIMENTO de 3.414 pessoas, de acabar com mais de 12.000 empregos MATANDO ASTANO, por isso Ferrol baixou de mais de 90.000 a menos 75.000 habitantes; lembra que pertence a um partido que governa em Madrid e na Galiza para PROIBIR o teu emprego em um ASTANO galego, público e do operariado, com carga de trabalho e benefícios o qual é um CRIME muito mais monstruoso do que o da Reconversão porque a DEMANDA MUNDIAL de transporte marítimo sem atender permitiria ASTANO contratar carga de trabalho até o ano 2050 com benefícios e com dezenas de milhares de postos de trabalho que aumentariam a população e a riqueza de Ferrol e a comarca, lembra que Irisárri é um DÉSPOTA que usa a tirania para se auto-asignar um salário maior mesmo rebaixado do que tu cobrarias em quatro meses de trabalho; lembra que isso é do que estão orgulhosos: de tu trabalhares para eles e elas serem milionárias à conta dos teus impostos; assim é que defendem a IGUALDADE, a igualdade política PSOE-PP cada dia de perfil mais nazi na Galiza e não apenas.
Irisárri é um tipo monárquico, com soberbas de Rei, que quis matar a comemoração do Dia da Classe Operária da Galiza chamando aos sindicatos para lhes propor um «banho de massas» de el-Rei em 10 de Março de 2008 em Ferrol e saiu derrotado ele e a monarquia imposta sobre a República pelas armas de Hitler e Mussolini com Franco de espantalho; com a escusa de comemorar o 150 aniversário da cidade trouxe a Rainha a Ferrol, uma besta reaccionária pior do que toda a Conferência Episcopal, o PP, o Vaticano e o Papa juntos e saiu derrotado devido ao rechaço da população exprimido através do boicote de BNG e EU, depois de a coerência da Iolanda aceitar comemoração e programa. O Porto Exterior para além de uma brutal agressão à Natureza e um imenso negócio a conta de dinheiro público para Entrecanales e a sua Acciona, FOI SEMPRE UM ENGANO dos governos espanhóis do PSOE-PP para DESVIAR a atenção de ASTANO: os postos de trabalho que criou e criará o Porto Exterior são uma PATRANHA, a mesma que ZPP conta desde El Salvador relativa à cobiça e avareza dos banqueiros e do seu apoio à economia produtiva: ASTANO É ECONOMIA PRODUTIVA DA MELHOR, essa é a VERDADE e também é verdade que ASTANO com o financiamento do fracassado Plano VIVE do Ministro de Indústria, criaria dezenas de milhares de postos de trabalho em muito pouco tempo como aconteceu nos PRIVATIZADOS estaleiros navais públicos da Ria de Vigo. Irisárri, ZPP e o seu partido governam em favor dos bancos, dos ricos e do botim de Botin, trabalham para que por exemplo a EXXON MOBIL tivesse uns lucros RECORDE de 14.830 milhões de dólares no último trimestre, O DA PIOR CRISE DA ESTORIA! Essa é a VERDADE DO CAPITALISMO cuja base é o CRIME: ASSASSINAR MAIS PARA ROUBAR MELHOR! Como dissera Marx: o crime é o motor da História! Nem à monarquia e os seus governos de Felipe González, de Aznar, de ZPP lhes importamos «um pimento»: FERROL e sobretudo o seu operariado é CASTIGADO ao desemprego e a emigração.
Lembra que o teu interesse e o da tua família é o teu EMPREGO EM FERROL sobretudo se és jovem, se és mulher, se não tens trabalho que é o que te dá ingressos mensais para viver. Os caminhos-de-ferro ao Porto Exterior não te dão emprego nem salário portanto organiza-te, mobiliza-te, preocupa-te, debate, discute, exige aos teus representantes sindicais a NECESSIDADE E URGÊNCIA DE UMA GREVE GERAL NA COMARCA, nós propomos-te a Quinta-Feira, 20 de Novembro, em favor do teu emprego, do teu salário [em favor da SUBIDA dos salários e a BAIXADA dos preços], do de dezenas de milhares num ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO: ASTANO LIVRE!
Em Ferrol, Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2008

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