quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ZPP TEM RAZÃO, O RESTO NÃO

Têm razão os do governo, tem razão ZPP, tem razão o Ministro de Trabalho e Gácio Caeiro, ambos os dois da UGT, têm razão Lezcano e Tojo de CCOO. Todos têm razão; 4,7 milhões de pessoas desempregadas no Reino, não, 203.000 pessoas desempregadas na Galiza, não; 23,5 milhões de pessoas no Reino e 1,3 na Galiza a cotizar mais anos para cobrar muito menos de pensão, não. As pessoas que se MOBILIZAM contra «trabalhar mais para cobrar menos», não têm razão, mobilizam-se por «CAPRICHO».
Tem razão ZPP ao proclamar que o acordo alcançado com os sindicatos é o mais importante desde os Pactos da Moncloa; sim, porque nos Pactos da Moncloa a «oposição» ao franquismo e os sindicatos entregaram-lhe todas as conquistas democráticas da luta operária ao DERROTADO franquismo; comprometeram-se a pactuar no futuro para garantir a perda de direitos democráticos e económicos da classe operária para garantir a continuidade do franquismo e a sua monarquia, para garantir que o número de pessoas desempregadas, 300.000 em 1977, alcançasse os 4,7 milhões em 2010, quer dizer, multiplicasse por DEZASSEIS em apenas 33 anos de um Reino «democrático, moderno, desenvolvido, uma das dez economias mais avançadas do mundo» que envia trabalhar à Alemanha os que sobram cantando o VIVA ESPANHA «manoloescobariano» com e-mail incluído. Franco igual a ZPP? Não ho, também não há que exagerar tanto!
Têm razão Ministro de Trabalho e o fugido Gácio Caeiro ao proclamar o bem feita que esteve a Reconversão Industrial particularmente a Reconversão Naval decretada pelo monarca continuador do franquismo e o presidente do governo monárquico e assinada pelo Sr. Gácio em ausência de Corcuera que ia para Ministro do Interior a organizar esquadrões da morte, crimes de Estado, torturas, desaparecimentos e outras «delícias democráticas» pagadas com dinheiro público como as putas de Berlusconi. O bem fazer do PSOE e da UGT na Reconversão Naval apontava sobretudo contra nós, contra a Galiza; aniquilar o Setor Naval, estratégico para a economia galega, aniquilar ASTANO durante cerca de três décadas, aniquilar dezenas de milhares de empregos, aumentar o número de pessoas desempregadas e a pobreza até à atualidade. Coisas como estas não quer perceber o funcionariado da CIG e não apenas. Tudo acompanhado da ESPOLIAÇÃO da nossa energia elétrica e dos lucros produzidos por FENOSA e ENDESA, o que não querem saber o jornalista Alvárez-Solís e Gara em exercício de RACISMO ao escrever e publicar «está el gallego en la luna?» e outros engraçados «chistes queipo-lhanistas» como El País com Luís Tossar. Agora pretendem a ESPOLIAÇÃO dos nossos recursos financeiros na Caixa de Aforros e o BNG em vez de apelar à MOBILIZAÇÃO como a da passada greve geral e mesmo mais proclamam e pretendem uma outra aliança com o PP, o principal aríete, na nossa opinião, contra a Galiza.
Tem razão o Lezcano em ausência de Tojo, destinado como Corcuera para empresas maiores, ao EXIGIR o Pacto das Pensões antes do Conselho de Ministros do dia 28 porque a SANHA que o motivava a ele, a CCOO, a UGT, ao empresariado, ao governo, à oposição, ao PNB, a CiU era ABAFAR a greve geral do dia 27, anunciando, como fizeram o próprio dia 27 de madrugada, o acordo MARAVILHOSO, assim reconhecido e interiorizado por tudo e por tod@s, mercê ao qual a GREVE GERAL já não era necessária. Desnecessária a greve, a razão impôs-se «abrindo cabeças» de pessoas a exercerem o direito amparado pela lei de informar ao público em geral e ao proletariado em particular que «trabalhar mais e cobrar menos» não é o melhor que nos pode passar.
O Sr. Louro, Delegado na Galiza do governo monárquico de ZPP, tem sempre razão; aquando decretou o Estado de Sítio para o Papa vir à missa sem que se lhe incomodasse, e aquando decretou o Estado de Assédio aos convocantes da greve geral particularmente às convocantes como a Noelia (integrante pela CIG do mudito, contra-piqueteiro, a ajudar o madeiro, Comité de Empresa de Navantia-Ferrol) que sofreu uma AGRESSÃO MACHISTA, «abriram-lhe a cabeça», sem que as feministas do PSOE e outras assim o considerassem. A retórica do sangue derramado, neste caso é verdade, derramado pela roupa que vestimos, pela roupa da cama onde dormimos, é o que «nos merecemos» por safar das garras, a retórica contínua?, de esbirros, pagados com os nossos impostos, ESTRANGEIROS E RACISTAS contra a Galiza dirigidos pelos Sres. Louro e Pose Mesura na desmesura de «abrir cabeças» por INFORMAR acerca do dano que produz «trabalhar mais e cobrar menos», sobretudo na cabeça, palavra de ordem que recomendamos para a sua campanha ao candidato do PSdeG-PSOE à «alcaldia» da Ponte Vedra, a nossa sugestão ao Sr. Louro. E ao ZPP que acelere a sucessão, todas, no Sr. Rubal-Cabra para este ordenar Rodriguez Garat formar governo ao estilo do Hosni Mubarak. E como já sabem graças à imprensa capitalista, a greve geral no Egipto foi um ÊXITO, na Galiza, NÃO!
Eles ou nós? Quem fracassou? Nós NÃO! Sabem por que? Porque estamos mais perto da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 1 de Fevereiro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

IMPORTANTE VITÓRIA DEMOCRÁTICA (distribuídas mil folhas na manifestação e greve geral em Ferrol)

Esta greve geral, seja qual for a participação nela, constitui uma IMPORTANTE VITÓRIA DEMOCRÁTICA do proletariado, as classes trabalhadoras e a cidadania da Galiza por muitas razões; o facto de coincidir com MANIFESTAÇÕES em Portugal e greves gerais na Catalunha e Euskal Herria é marcante do caminho a seguir para UNIR o proletariado, os povos oprimidos, as nações pobres, as colónias e as semicolónias, para conseguir uma greve geral na Europa, para conseguir MOBILIZAR a Humanidade em favor do SOCIALISMO E A PAZ, a única alternativa para acabar com o CRIME CAPITALISTA, os seus lugar-tenentes a dirigir os sindicatos, os seus partidos e os seus governos. Greve geral com muitos apoios internacionais dos que cumpre destacar o da Federação Sindical Mundial.
Uma greve geral precedida de muita coisa para a desativar e fazer fracassar, o que não conseguiram. Nós queremos destacar o que nos pareceu mais significativo: em dia 18 um moreno basco perante um desolado moreno pai a bradar, esta é! A cabra da Legião acrescentamos nós em dia 19 a denunciar o franquista Ministro do Interior da monarquia espanhola imposta por Franco a prender bascos, ou o que for, POR POLÍTICA, «por meter-se em política» e eis que em dia 20, reparem na sequência, o rapado juiz Gómez Bermúdez sentença absolvendo vinte de Udalbiltza, vinte pessoas eleitas pela vontade popular a constituírem uma Assembleia [não plataforma] que pretendia projetar Euskal Herria internacionalmente, o seu reconhecimento internacional, quer dizer, a reunificação e liberdade de Euskal Herria. Absolve-as o rapado juiz do crime de «meter-se em política» depois de oito anos, aos 65 de Loren Arkotxa, a esperar dezenas no cárcere. Agora o presente e o futuro é de Udalbiltza, na nossa opinião, embora pequenos ou Grandes Marlaskas.
A desolada cabra e a exterminadora Legião não ficaram contentes, não sabemos dos Zumalacarregui, dos Garat da Armada e também não sabemos do Ministro do Interior e a da Defesa ou dos atómicos ministros e sindicatos espanhóis que não sabem o que argalhar para, com a liberdade das classes possuidoras, donas da parte leonina da imprensa, ENVENENAR AS MENTES E SEMEAR A CONFUSÃO NA CONSCIÊNCIA DAS MASSAS. Porque o nosso Vladirmir Ilich Ulianov, Lenine, já decretara que a imprensa burguesa é uma das ARMAS MAIS PODEROSAS da burguesia (...) arma não menos perigosa do que as bombas e metralhadoras: avalanche de imundícies e calúnias com que a imprensa amarela e verde abafa o povo, particularmente o povo galego convocado para greve geral. Convocatória de mobilização galego-portuguesa-basca-catalã que obriga o ecónomo Guilherme de la Dehesa (Solchaga, PSOE) a prognosticar: «RECUPERAMOS» ou a Luis de Guindo (Rato, PP): «VAMOS MELHOR DO QUE ESPERÁVAMOS» com desemprego a se manter ou aumentar no primeiro semestre de 2011, com 350.000 empresas pequenas que tiveram que fechar; a paralise do 50 % do sistema bancário, as caixas de aforro e défice energético grande que «nos» obrigará a mais CENTRAIS NUCLEARES e a «vos» comer, os banqueiros, a nómina que cobrais pelas ditas caixas de aforro. Continuam com as boas notícias do crescimento da China e a boa situação económica da Alemanha embora The Wall Street Journal e Merrill Lynch queiram «linchar» os aforros dos pobres, com certeza um bom trabalho do sionista embaixador em Madrid dos EUA, de visita a Feijó em Compostela, que medo! País, os EUA, que junto com a China vai garantir a PAZ no século XXI sem serviço de tradução do país mais possante do mundo para CENSURAR o representante do segundo país mais poderoso do mundo. O mundo em PAZ apenas virá da mobilização proletária em favor do socialismo para a Humanidade embora os EUA devam à China 900.000 M$ ou o seu défice comercial com ela seja de 270.000 M$; tudo anedótico se o compararmos com as mobilizações universais em favor da PAZ que têm que continuar, AUMENTAR E ALASTRAR. Mobilizações para castigar os agiotistas, quatreiros e usurários capitalistas a armazenar cereais para especular com o consentimento da Rosa Aguilar que não os prende como prendem os bascos e não apenas por «meter-se em política» coisa que proíbe a monarquia espanhola imposta por Franco a 365.000 pessoas galegas forçadas ao ÊXODO desde a Galiza ESPOLIADA E COLONIZADA, às que com a escusa da FRAUDE ELEITORAL DO PP se lhes proibirá votar nas próximas eleições municipais. Se o que se quer é acabar com a FRAUDE ELEITORAL DO PP é só ILEGALIZAR O PP e prender e meter no cárcere aos das equipas de organização e transporte previstas por Baltar e Cia. para 22 de Maio; a outra hipótese para acabar com a FRAUDE ELEITORAL monárquica na Galiza é, como nas eleições de 26 de Abril de 1903, andar a tiro contra os monárquicos do PP e coadjuvantes porque «o recenseamento está aqui mais viciado do que em parte alguma, e porque foram excluídos dele milhares de eleitores republicanos. Assim que se IMPEDIU o sistema de votar por meio de «rondas» de falsos eleitores e de roubar as atas, a verdade impôs-se, demonstrando a força dos republicanos (...) os republicanos perfeitamente UNIDOS (...) destruindo as odiosas redes de um caciquismo que tem a sua ORIGEM EM MADRID (...) ABSOLUTISMO INCONFUNDÍVEL [A MONARQUIA]» declarações de Salmerón ao Heraldo em 3 de Maio de 1903 de rigorosa e perfeita atualidade na Galiza e não apenas. Esta mobilização e participação de hoje na greve geral e mesmo mais aplicada em favor da democracia e contra a FRAUDE ELEITORAL DO PP a meio das equipas de organização e transporte nas eleições municipais de 22 de Maio terá como resultado A VERDADE da vontade popular, o poder popular na Galiza, o poder do proletariado, o campesinato e a cidadania a exercer o seu direito de INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 27 de Janeiro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

MILHARES NOS «PIQUETES INFORMATIVOS», O QUE FAZ FALTA

O que FAZ FALTA é que em dia 27 o operariado das Companhias Auxiliares e Navantia não trabalhe informado pelos «piquetes» nas portas desde as 5 horas da manhã. Vista a atitude de CCOO e UGT e a do presidente do Comité de Empresa negando o resultado da votação a mão alçada, suficiente em votos afirmativos como para se somar DEMOCRATICAMENTE à greve geral, recorrem, como vêm fazendo durante décadas para nos derrotar, à TRAMPA DA VOTAÇÃO SECRETA, perfeitamente CONTRÁRIA À DEMOCRACIA OPERÁRIA que significa dar a cara, primeiro assistindo à assembleia e segundo levantando a mão publicamente à vista do resto dos companheiros. O VOTO SECRETO É UMA TRAMPA para favorecer os fura-greves que não dão a cara, que não assistem às assembleias, que querem ocultar-se perante o resto dos companheiros para que não se saiba da sua atitude insolidária e contrária aos interesses comuns de todo o operariado. O VOTO SECRETO É UMA TRAMPA porque a Direção do estaleiro naval conluiada com os lugar-tenentes da classe capitalista ORDENA a toda a «carcada» directiva e engenheiril ir votar e votar contrário aos interesses proletários, neste caso, como em muitos outros, para que votem CONTRA A GREVE GERAL. Qualquer representante sindical DEMOCRÁTICO, caso de votação muito igualada, mesmo uns votos menor, TEM O DEVER DE FAVORECER A MOBILIZAÇÃO OPERÁRIA e não qualificar de POLÍTICA, como se fazia no franquismo, a greve geral. Tornamos aos tempos do Sindicato Vertical onde a palavra de ordem era, contínua a ser: «o franquismo NÃO é política, o resto SIM». Os que estão a fazer POLÍTICA são os lugar-tenentes da classe capitalista, Tojo e Mendez; fazem POLÍTICA em favor dos capitalistas; fazem POLÍTICA contra o operariado e os seus interesses mais elementares, um posto de trabalho e uma jubilação digna. E contra esta POLÍTICA anti-obreira o que cumpre, na nossa opinião, são duas coisas que se resumem em uma: «PIQUETES INFORMATIVOS» para boicotar a VOTAÇÃO SECRETA e milhares nos «PIQUETES INFORMATIVOS» nas portas de Navantia às 5 horas da manhã do dia 27 para informar o operariado despistado de que não entre a trabalhar que há GREVE GERAL. Em Ferrol, Quarta-Feira, 26 de Janeiro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

SIM À GREVE GERAL EM 27 DE JANEIRO

Nós convidamos-vos a assistir à Assembleia para votar SIM À GREVE GERAL em Quinta-Feira, 27 de Janeiro de 2011. Exigimos-vos, estamos autorizados, cumprir o vosso dever proletário de lutar contra a ignomínia capitalista espanhola, europeia ou mundial não apenas votando em favor da greve geral, também entrando en dia 27 em Navantia para ali constituir um comité de greve que organize a participação nos «piquetes» para alastrar à greve às empresas onde a coação ao operariado é mais grande; que organize todo o relativo à participação da cidadania para a greve geral SER TOTAL durante as 24 horas nas que está convocada.
A Greve Geral em dia 27 não só é necessária, É URGENTE. Os argumentos dos dirigentes de CCOO e UGT para adiar uma e outra vez A MOBILIZAÇÃO UNIDA DO PROLETARIADO SÃO MENTIROSOS E CONTRADITÓRIOS (lembra que para Tojo «o pior que nos pode passar é a greve geral»). Se estão dispostos como proclamam a defender a idade de jubilação aos 65 anos, o número de anos de cotização para cobrar o 100 %, etc. não há que esperar a Fevereiro para greve geral, nem fingir uma NEGOCIAÇÃO só até o dia 26 (ou o 28 como afirma o Ministro do Interior, Sr. Rubalcaba) para desativar, para fazer fracassar a greve geral do dia 27 na Galiza, Euskal Herria e a Catalunha acompanhada de MANIFESTAÇÕES em diferentes cidades de Portugal (eis um exemplo do que nós propugnamos, do que é necessário e urgente fazer para chegarmos a uma greve geral europeia). O coerente é convocar o operariado UNIDO no território do Reino da Espanha para a derrocada do governo de ZPP, não para ser substituído a meio da FRAUDE ELEITORAL pelo governo do PP, não: a derrocada do governo de ZPP tem que ser para que GOVERNE O OPERARIADO com as suas Repúblicas, Socialistas, Federativas e UNIDAS: TODO O PODER PARA O PROLETARIADO organizado em sindicatos, TODO O PODER PARA O CAMPESINATO organizado em sindicatos, TODO O PODER PARA SOLDAD@S E
MARINHEIR@S organizados nos seus sindicatos, TODO O PODER PARA A CIDADANIA organizada na Assembleia Nacional da Galiza; acabemos com a tirania dos capitalistas, os seus lugar-tenentes a dirigirem os sindicatos, os seus partidos e os seus governos.
Nós convidamos-vos à reflexão e ao combate, tendes que ser coscientes do avanço, da importância de votardes SIM e participar na greve geral do dia 27 no contexto galego, europeu e mundial que estamos a viver onde por aló e por acolá rebenta a INSURREIÇÃO, o remédio contra toda forma de opressão, o direito de INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 25 de Janeiro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

GREVE GERAL EM 27 DE JANEIRO DE 2011

Dentro da guerra sem quartel dos ricos contra os pobres, dos banqueiros contra o proletariado, as classes trabalhadoras, os povos oprimidos, as nações pobres, as colónias e as semicolónias, jogam um papel decisivo os lugar-tenentes da classe capitalista para anular a natural resistência e o combate dos pobres, para os dividir, numa palavra, para os entregar inermes aos «diktados» da bandidagem capitalista.
Assim está a acontecer agora mesmo em que há convocada uma greve geral na Galiza para Quinta-Feira, 27 de Janeiro de 2011, em que há convocadas mobilizações em Portugal para os dias 27, 28 e 29 de Janeiro, em que há convocada greve geral em Euskal Herria também para dia 27.
Os lugar-tenentes da classe capitalista, Tojo e Mendez, aos «diktados» do Ministro do Interior, Sr. Rubal-Cabra da Legião, uma vez acabada a MILITARIZAÇÃO e começada a privatização dos aeroportos de AENA, estão a «NEGOCIAR» como acabar com a greve geral do dia 27, quer dizer, não apenas não convocam a greve geral como também a COMBATEM, tentam anular a resistência e o combate do proletariado galego e português, DIVIDEM o proletariado submetido ao corrompido Reino da Espanha para o entregar inerme à brutal, sem qualquer limite, rapina capitalista que no caso galego tem dois principais aríetes para ESPOLIAR E COLONIZAR ainda mais à Galiza; estamos a falar de Felipe González em Gas-Natural (FENOSA) e José Mari Aznar em ENDESA, ambos os dois bem pagados com 200.000 €/ano para encorajar bem o seu futuro labor de MERCENÁRIOS contra o proletariado e as classes trabalhadoras galegas, contra a Galiza. MERCENÁRIOS CUJO ÓDIO RACISTA E DE CLASSE ficou bem patenteado na ESPOLIAÇÃO do nosso Setor Naval (ASTANO) e na descomunal poluição da maré negra do Prestige porque os galegos «ladrávamos ressentimento pelas esquinas» e «como aos cães havia que nos deitar na água para que aprendêssemos a nadar».
Lembrem que a Galiza através de ENDESA dominada por ENEL, empresa pública italiana, contribui para pagar as putas «menores de idade» com que Berlusconi finge orgasmos. Tudo sem qualquer protesto do Sr. Rubalcaba, a família real e o corpo diplomático que não se solidarizam com as VÍTIMAS do capitalismo, as pessoas desempregadas, embora se queimem no seu próprio lume, porque para eles o franquismo não é política, o resto sim, daí que prendam pessoas bascas apenas por política, por política basca.
Os lugar-tenentes da classe capitalista, Tojo e Mendez, entregam aos perros do capitalismo o proletariado inerme filiado nos seus próprios sindicatos aduzindo que a greve geral ajuda o PP a ganhar as eleições, a governar, PATRANHA E ESCUSA porque o PP já governa através de ZP e a alternativa de futuro, A ÚNICA ALTERNATIVA não é o PP, é o governo do proletariado, TODO O PODER PARA O PROLETARIADO ORGANIZADO em sindicatos, para Repúblicas Socialistas, Federadas e UNIDAS, Repúblicas do operariado com leis que castiguem a LADROÍCE CAPITALISTA.
Em todo este caos económico, político, diplomático e militar achamos que a greve geral do dia 27 na Galiza, as mobilizações em Portugal e a de Euskal Herria, TÊM A MAIOR IMPORTÂNCIA POLÍTICA, consideração que, na nossa opinião, estão a fazer os capitalistas e os seus lugar-tenentes, Tojo e Mendez, e que os leva a combater a greve geral fingindo uma «NEGOCIAÇÃO» que durará até ao dia 26 com um FALSO acordo para desativar a participação do operariado na greve geral do dia 27. Tudo combate-se com AGITAÇÃO, apelos à participação, criação de Comités de Greve ABERTOS, com panfletos, cartazes, megafones, etc. O QUE NÃO ESTÁ A FAZER A CIG porque os seus dirigentes só querem «lavar a cara», porque as greves gerais não se convocam por «DIGNIDADE», convocam-se por necessidade e sempre para conseguir que as classes trabalhadoras a façam sua PARTICIPANDO E COMBATENDO pelos seus interesse COLETIVOS: a liberdade da Galiza, onde atentar contra os locais do PSdeG-PSOE, na nossa opinião, ajuda o fascismo do PP, não à liberdade da Galiza, coisa que se consegue a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 18 de Janeiro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O D I R E I T O D A G A L I Z A À P A Z (distribuídas mil folhas em Compostela no Forum 2010)

A PAZ na Galiza, o direito à PAZ do povo galego é, em primeiro lugar, derrubar a fronteira que divide e afasta a Galiza Norte da Galiza Sul, a Galiza de Portugal, tornando-a mais submetida COLÓNIA do que a Irlanda.
A PAZ na Galiza é o povo galego desfrutar, usufruir e exercer os seus direitos ECONÓMICOS, incluído o direito ao DESENVOLVIMENTO, POLÍTICOS, CIVIS, SOCIAIS, CULTURAIS, LINGUÍSTICOS, direitos reconhecidos nas leis internacionais, europeias e nas do Reino da Espanha, direitos que como povo, como nação lhe correspondem, direitos permanentemente VIOLADOS quer pelas instituições autonómicas da Galiza quer pelas do Reino da Espanha.
A PAZ na Galiza, o direito à PAZ do povo galego é acabar com o RACISMO INSTITUCIONAL quer da Junta da Galiza quer do Reino da Espanha contra as pessoas, a cultura, os costumes, a língua e tudo o que singulariza e, sobretudo, IDENTIFICA as pessoas galegas com as portuguesas, a Galiza com Portugal, RACISMO INSTITUCIONAL para justificar A ESPOLIAÇÃO à que é submetida a Galiza.
O ROUBO E A ESPOLIAÇÃO INSTITUCIONAL são um ato de GUERRA contra a Galiza, contra o povo galego: PROIBIR E IMPEDIR durante cerca de três décadas a contratação e construção de transporte marítimo no estaleiro naval da Ria de Ferrol denominado ASTANO é um ato de GUERRA que vai acompanhado da dupla ESPOLIAÇÃO dos recursos naturais: a espoliação da energia elétrica produzida na Galiza por empresas como FENOSA e ENDESA cuja galeguização foi ABAFADA e a daninha e mesmo letal espoliação dos seus recursos paisagísticos e ambientais que destrui flora, fauna, ar, mares, rios, Rias, costas, montanhas, vales, cidades e espólio arqueológico e do clandestino ROUBO dos impostos que a Galiza paga um ano após outro: no ano 2007, roubaram mais de um terço do pagado.
O RACISMO INSTITUCIONAL dos herdeiros e seguidores dos amigos e colaboradores dos hitlerianos do III Reich que ocuparam e fuzilaram a Galiza durante uma década (1936-46), a governá-la hoje a meio da FRAUDE ELEITORAL desde a Junta da Galiza, manifestou-se com toda a crueldade secular da «Spanish Inquisition» e os Tércios de Flandres através das suas agressões e ataques à língua, cultura, com o de «Desvan de los Monjes», «Espanhol, SI; galhego NO!» e mesmo religiosidade, impondo-lhe à população galega, que lhe virou as costas, a presença do Papa, hitleriano de juventude. O racismo institucional do parlamento, o governo e o presidente espanhol televisou-se através do Inhaqui Gabilondo e a Rosa Diez com o de «galhego» em sentido pejorativo e da presidência, governo e parlamento da Catalunha através da suja mente e boca do Sr. Montilha sem NADA acontecer, NOTHING! Porque as instituições do Reino da Espanha consideram o RACISMO contra a Galiza NORMAL e mesmo engraçado com os seus abjetos e «simpaticamente» televisados «chistes queipo-lhanistas» em horas de maior «audiência» para inocular nas crianças a falarem galego, durante séculos e hoje FORÇADAS a ser educadas em espanhol, a «maior» autoestima que «garantirá» a sua futura FELICIDADE e bem-estar sem qualquer inferiorização.
A Galiza é um grão campo de concentração de cerca de 30.000 km2 onde estão encerradas uns três milhões de pessoas com o triângulo «GZ» no braço guardadas pelos «kapos SSpanhóis» que sequestram, torturam e assassinam a quem se REBELAR contra a sua TIRANIA. Tirania exercida através de um subtil e sofisticado sistema, secularmente empregue na Galiza, hoje disfarçado de «DEMOCRACIA» que oculta, favorece, permite e deixa impune a FRAUDE ELEITORAL DO PP PARA ESPOLIAR E ROUBAR desde o governo da Junta desgovernando a Galiza comprando e corrompendo tudo e a todos para recuperar ou se manter no poder político. A sua CENSURA deste Fórum 2010 nos bem pagados e corrompidos média evidencia uma pequena parte da sua tirania.
A PAZ há de vir à Galiza com a solidariedade internacional de pessoas como Alejandro Teitelbaum e Ramón Cardona, entidades e instituições nomeadamente a ONU, se, contra todas as formas de opressão dos governos espanhóis, autonómico e central, o povo galego exercer o seu direito de INSURREIÇÃO.
Na Galiza, Sexta-Feira, 10 de Dezembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

OS CRIMES PERPETRADOS POR ZPP: MAIS DESEMPREGO, PRIVATIZAÇÃO E MILITARIZAÇÃO

A descontrolada manipulação de governo e oposição no Reino da Espanha relativa aos milionários controladores aéreos quer OCULTAR OS CRIMES PERPETRADOS no último Conselho de Ministros contra as pessoas desempregadas e outras com emprego que o perderão a meio das PRIVATIZAÇÕES DECRETADAS para favorecer e aumentar os LUCROS de qualquer presidente de AENA, Florentino Perez ou qualquer DELINQUENTE dos que ordenaram em Sábado a ZP o que havia de fazer em Sexta-Feira, seis dias depois.
A MANIPULAÇÃO quer OCULTAR que o Estado de Alarma e a MILITARIZAÇÃO dos controladores aéreos SENTAM UM PRECEDENTE APLICÁVEL a quaisquer outras pessoas desempregadas ou com emprego que se REBELEM contra os CRIMES QUE ESTÃO A PERPETRAR e hão perpetrar os partidos, governos e estados CAPITALISTAS sejam quais forem: quem desafiar o Estado com um braço de ferro perderá! Quem lhe produzir danos sensíveis ao Estado com a sua atividade de protesto, de rebeldia, de greve, de negativa a trabalhar, de o fazer devagar, etc. SERÁ MILITARIZADO. Tudo num contexto europeu e mundial de GUERRA SANTA dos partidos, governos e estados capitalistas contra as pessoas desempregadas, as empregadas, o proletariado, os povos oprimidos e a nações pobres.
Quer dizer, ZPP e os mais de trinta grandes CRIMINOSOS espanhóis tomaram as decisões CORRETAS para serem os primeiros em MILITARIZAR qualquer luta proletária ou cidadã sempre que lhe causar danos sensíveis ao Estado ou a qualquer CAPITALISTA.
O operariado madrileno lembrará ainda quando os Tércios da Legião, a «baioneta calada» tomaram as instalações e oficinas da RENFE em greve e o ferrolano a infantaria de marinha a tomar a Bazan. Se Caldeiraria, Maquinaria ou a Bazan inteira em protesto, em luta, em greve causarem danos sensíveis, por exemplo, obrigar a adiar o lançamento de um barco SERÃO MILITARIZADOS: essa é a mensagem, essa é a CONTUNDENTE AMEAÇA do Rubal-Cabra da Legião e o seu governo, hoje ameritado por um representante da CANALHA CAPITALISTA DA UE.
A ação dos lugar-tenentes da classe capitalista, com certeza de férias, evidencia-se na sua falta de resposta ao Conselho de Ministros da Sexta-Feira, e o SILÊNCIO acerca da MILITARIZAÇÃO porque eles sempre COMBATERÃO as pessoas desempregadas ou empregadas que com o seu protesto, luta causem danos sensíveis ao Estado. Nós em qualquer caso apelamos para a maior participação nas lutas convocadas na Europa em dia 15 de Dezembro contra as medidas de austeridade decretadas pelos partidos, governo e estados CAPITALISTAS. E o maior dano sensível ao Estado é a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 7 de Dezembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A PRIORIDADE DAS PRIORIDADES DE ZPP: MAIS DESEMPREGO

A nova é que o Banco Central Europeu do Sr.Trichet compra dívida pública aos governos da UE no entanto a Reserva Federal dos EUA leva milhões comprados, sem que ninguém explique porque: que o Sr. Trichet e o BCE trabalham para os MAGNATES CAPITALISTAS ianques, como o FMI, a OCDE, a OMC e o quer que lhe quer, tudo hegemonizado pelos EUA, emperrados na sua guerra SANTA contra a Humanidade particularmente contra o proletariado, os povos oprimidos e as nações pobres que têm o DEVER DE SE UNIR PARA INSTAURAR O SOCIALISMO NO MUNDO porque não há outra saída, a não ser a BARBÁRIE: é velha a diatribe de SOCIALISMO OU BARBÁRIE.
Aparecem gretas na UNIÃO, na União de Capitalistas Europeus; a União Europeia fende-se porque as feras matam-se entre si na disputa do BOTIM, as guerras pelos mercados, as guerras inter-capitalistas, as guerras onde o proletariado extermina-se, uns contra os outros a defender os «seus capitalistas»; os EUA atacam a UE? O aríete dos EUA na Europa, a Alemanha, ataca os países mais fracos da UE, como fizeram na «Guerra dos Balcãs», para acabar com a organização e o combate do proletariado em favor do SOCIALISMO, desarmar o proletariado, privá-lo de tudo, submete-lo à abjeção, à escravatura: hordas de pessoas esfomeadas.
Os EUA e os seus aliados, o imperialismo mundial quer endividar os países europeus, como fizeram em África e América, obriga-los, como no caso da Irlanda, a lhes pedir créditos para, os próprios países pagando uma parte, impondo-lhes os juros e o tempo em que têm que pagar, HIPOTECÁ-LOS DE POR VIDA, submetendo o proletariado, as classes trabalhadoras, a pequena e meã empresa à mesma miséria que estamos a ver nos Haitís, Áfricas, etc.
Os governos e os partidos dos CAPITALISTAS, todos, praticam a GUERRA SANTA, abençoada pelo Papa nazi, contra o proletariado e os povos oprimidos, contra a Galiza, Euskal Herria e a Catalunha, na VITORIOSA boca de Rajoy que hegemoniza o tempo «noticieiro» das TVs, depois da FRAUDE ELEITORAL NA CATALUNHA, PACTUADA entre PP-PSOE-CiU, celebrada com ternos beijinhos por Rubalcaba e Mas-Durão, muito mais VITORIOSOS do que lhes prometeram porque, em mantendo em SECRETO A PARTICIPAÇÃO até o final da contagem dos votos, pode o Ministério do Interior AUMENTÁ-LA E AUMENTAR Mas-Durão. O sagrado «Alcázar de Toledo» e o SAGRADO MERCADO ÚNICO SSPANHOL assim o exigem particularmente ESPOLIAR À GALIZA.
Tudo em perfeita ordem e sequência: reunião de lobos CRIMINOSOS como Alierta com ZP, vitória de Mas-Durão, vitória dos CAPITALISTAS do Barça sobre os CAPITALISTAS do Real Madrid com ESPOLIAÇÃO da Galiza e, por fim, a PRIORIDADE DAS PRIORIDADES: «CRIAR EMPREGO» tirando-lhe 426 € a mais de 600.000 pessoas no território do Reino intituladas DESEMPREGADAS: «desGaratada» Operação «Atalanta» contra «alvos» e brancas; os ricos fabricam pobres para lhe dar mais dinheiro público à Conferência Episcopal SSpanhola, proprietária das Cáritas, às Manos Unidas, a Intermom, etc. A deriva nacional-socialista dos governos e os partidos capitalistas fica exprimida nos programas e nos factos envolvidos nas mais cínicas PATRANHAS. Daí o AUMENTO DA MOBILIZAÇÃO que está a percorrer a Europa, INSUFICIENTE, porque a máxima de Carlos Marx, «proletariado de todos os países, UNI-VOS!», os lugar-tenentes da classe capitalista não a querem implementar na UE e no mundo, preferem Iniciativa Legislativa Popular antes que exercer o DIREITO LEGAL, internacionalmente reconhecido pelos vencedores do nazismo para evitá-lo no futuro, de «contra toda forma de opressão, INSURREIÇÃO».
Em Ferrol, Sexta-Feira, 2 de Dezembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

SOLIDARIEDADE INCONDICIONAL COM A COREIA DO NORTE

Solidariedade internacional incondicional com o povo e o governo da Coreia do Norte e com o povo da Coreia do Sul contra o imperialismo ianque e o governo títere da Coreia do Sul emperrados desde 8 de Setembro de 1945, um mês depois de Hiroshima e Nagasáqui, em IMPEDIR A REUNIFICAÇÃO da Coreia por qualquer meio incluído a GUERRA NUCLEAR; emperrados em manter um enclave com a maior concentração mundial de armas atómicas ocupando as forças armadas dos EUA um território que lhes não pertence, o Sul da península da Coreia; emperrados um dia sim e outro também numa guerra fratricida entre o Sul e o Norte da Coreia; emperrados em provocar uma deflagração nuclear mundial.
É preciso que os EUA e os governos da Coreia do Sul paguem os crimes de lesa Humanidade, as atrocidades cometidas contra o povo da Coreia do Sul e do Norte e contra o governo da Coreia do Norte; é preciso a ONU reconhecer os crimes que sob o seu amparo se cometeram contra a Coreia, «UNA E TRINA», durante sessenta e cinco anos; é preciso que o Japão pague os crimes cometidos na península da Coreia e não apenas particularmente contra as mulheres pobres, escravizando-as sexualmente, «putas grátis»; é preciso os povos e os governos do mundo acabarem com uma guerra interminável, permanentemente acesa pelos EUA.
É preciso recuperar a campanha iniciada em Março de 1981, um mês depois do golpe de Tejero, em favor da REUNIFICAÇÃO da Coreia na República Confederal Democrática de Koryo baseada nos Dez Pontos de Kim Il Sung. É preciso romper a BRUTAL CENSURA ianque contra a Coreia do Norte para resgatar a VERDADE e acabar com as PATRANHAS que põem em perigo a PAZ mundial. São precisos muitos Wilfred G. Burchett e Freddy Gaitan Escórcia para romper a CENSURA ianque e contar ao mundo a VERDADE acerca do que está a acontecer no paralelo 38 que divide a Coreia.
A proposta de Kim Il Sung para a REUNIFICAÇÃO PACÍFICA das duas partes de um mesmo país, a Coreia, tem muito interesse para a Galiza e Portugal e para o operariado dos estaleiros navais da Galiza Norte e da Galiza Sul e não apenas, ROMPER O MONOPÓLIO MUNDIAL da Coreia do Sul na contratação e construção de transporte marítimo imposto pelos EUA, é VITAL em termos de postos de trabalho, DESENVOLVIMENTO E SOBERANIA NACIONAL. E para a Humanidade porque é PAZ E DESARMAMENTO NUCLEAR DOS EUA. Na nossa opinião, o operariado galego-português, europeu e mundial tem que sair JÁ por Coreia do Norte.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 1 de Dezembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

CONTRA A IMPUNIDADE DOS MEGA-DOUTORES

Não devemos «CRIMINALIZAR» UM CRIME e muito menos «APROVEITAR-NOS» da dor duma mãe que depois de parir e lograr uma formosa filha, lha MATAM. Uma FATALIDADE, um acidente? Um CRIME DOS QUE GOVERNAM criando as condições para que isso aconteça? Um CRIME propositado? Por que Mendanha-Aneiros OCULTAM? Investigará o Julgado se isto é uma atuação CRIMINOSA? Por que não comunicam ao Julgado como é legal rotina protocolar? Por que realizam AUTÓPSIA sem conhecimento do Julgado? Por que tem que ser o Julgado o que se dirija ao gerente, Rey Aneiros, para que informe como Rey Aneiros tem a RESPONSABILIDADE E OBRIGAÇÃO legal de fazer? Por que tem que ser o Julgado o que lhes ORDENE que não enterrem nem incinerem o cadáver? Por que queriam/querem OCULTAR qualquer prova que determine as suas responsabilidades, A VERDADE do acontecido? Por que o Julgado lhes comina listagem nominal das pessoas que assistiram o parto? Por que lhes exige as TITULAÇÕES dessas pessoas? Por que, por que, por que? (...)
É comum que os CRIMINOSOS tentem OCULTAR O CRIME PARA IMPUNIDADE; não é normal que uma representante ou a representação sindical dos «Estatutários» do Hospital Arquiteto Marcide se posicione publicamente com os criminosos que tentam ocultar crime para impunidade. Neste caso, como em todos os casos onde as VÍTIMAS somos as que financiamos pessoal e hospitais para que cuidem do nosso bem-estar, integridade, saúde e VIDA, há duas VÍTIMAS principais, a criancinha morta e a mãe viva, e a representante ou a representação sindical do Hospital tinham e tem o DEVER de se posicionar publicamente SOLIDÁRIA COM AS VÍTIMAS e que se ESCLAREÇA A VERDADE do acontecido para apurar responsabilidades; o mesmo que os sindicatos, com mais razão; o mesmo que os partidos políticos.
Estamos perante um «TAPUJO» em que participam CRIMINOSOS, os MEGA-DOUTORES, E CÚMPLICES, a representante ou a representação sindical, para OCULTAR UM CRIME, propositado ou resultado das condições que PROPOSITADAMENTE, PARA SE LUCRAR PESSOALMENTE, criam os governantes, desde a governanta Pilar Farjas, o militar Alfredo Garcia Iglesias, o Rey Aneiros até o último do PP.
A ideologia nacional-socialista dos Mendanha, Garcia Iglesias, Aneiros e adláteres nos leva a pensar que são capazes de qualquer crime mesmo de assassinar um bebé galego para se vingar de um povo que esse mesmo Domingo se está a manifestar maciçamente contra eles, hipótese que tem que INVESTIGAR o Julgado porque não foi um ACIDENTE!
A «CONSCIÊNCIA» dos Objetores de Consciência, dirigidos por Perez-Mendanha, ao direito ao aborto para cerca de 100.000 mulheres da Área Sanitária de Ferrol fica de relevo com este «TAPUJO» CRIMINOSO.
E como todas as pessoas VÍTIMAS DOS MEGA-DOUTORES sabemos da sua IMPUNIDADE, é preciso que a família do bebé apresente queixa no Julgado, que haja acusação particular e que as VÍTIMAS dos seus crimes nos juntemos e organizemos para acabar com os seus CRIMES E IMPUNIDADE.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 25 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

OPERARIADO DE TODOS OS PAÍSES, UNI-VOS! (distribuídas 400 folhas às 5,30-6,35 h. da Quarta-Feira, 24 de Novembro de 2010, greve geral na Galiza Sul)

A escalada da GUERRA dos capitalistas contra o proletariado, os povos e as nações do mundo INTENSIFICA-SE com episódios tão drásticos como o ataque dos EUA-Coreia do Sul respondido defensivamente pela Coreia do Norte bombardeando uma base militar do Sul: a ESCUSA, avaliada pela «Comunidade Internacional» e a ONU, para os EUA cumprir a ameaça de um ataque NUCLEAR contra o Norte comunista. Assim começaram os EUA o ataque, invasão e ocupação, a sua guerra contra o Viet Nam de onde saíram contundentemente derrotados depois de fazerem junto com o Japão grandes, lucrativos e SUJOS negócios sobre MILHÕES de cadáveres de pobres dum e doutro bando, a imensa maioria vietnamitas. Ou o esmagamento da REBELDE, DIVIDIDA E MASSACRADA IRLANDA, que ainda hoje não recuperou a população de mais de oito milhões que tinha no XIX século, punida por REJEITAR com um contundente NÃO!, há dois anos e meio, o NOJENTO Tratado de Lisboa para LEGALIZAR A GUERRA CAPITALISTA. As baterias todas apontando contra Portugal e a greve geral que hoje reforçará a ideia da necessidade de cumprir a máxima de Carlos Marx, «proletariado de todos os países, UNI-VOS!»; necessidade e urgência proclamada em 1902 pela União Operária Galaico-Portuguesa de derrubar todas os fronteiras que DIVIDEM o proletariado no mundo, a começar pela fronteira que DIVIDE o proletariado galego-português. Essa espessa fronteira foi felizmente furada em Sábado, 20 de Novembro, ao se manifestar em Lisboa contra a NATO uma nutrida e significada representação da Galiza que no seguinte dia estava em Compostela a se manifestar contra a LADRA CORRUPÇÃO DO PP contabilizada pelo tesoureiro Romay Beccaria, um ladrão a substituir outro, para financiar o nacional-socialismo e o integrismo católico-vaticano pronto a torrar mulheres-infieis. Manifestações ambas as duas de muito mérito que venceram mesmo uma adversa, intensa e duradoura CLIMATOLOGIA provocada porventura pelos NAZIS que regem a NASA; nazis como Arthur Rudolf que perpetrou as atrocidades cometidas nos campos de concentração hitlerianos, CLANDESTINAMENTE resgatado pelos EUA para dirigir a GUERRA GEOFÍSICA contra a Humanidade, responsável do «Programa Saturno», «honored» pela NASA e fotografado em 1990 vivo e rufo. Respondamos a esta questão: se Arthur Rudolf, o «Doutor Morte» e outros hitlerianos organizados no Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemão utilizavam maciçamente, por milhões, seres humanos como COBAIAS nos seus SINISTROS experimentos para terem mais PODER e garantir mais MIL ANOS DE CAPITALISMO, não temos o DEVER de pensar que essa mesma metodologia empregaram, empregam e empregarão a NASA, o Pentágono, os EUA, a NATO e a aliança militar da França de Sarkozy e a Inglaterra de Cameron? Na nossa opinião, o relatório do Departamento de Justiça dos EUA publicado pelo New York Times confirma e reafirma o prognosticado por Yu. Yuriev em 1980 quanto à capacidade dos EUA, Pentágono, NASA e NATO para a GUERRA GEOFÍSICA, quer dizer, manipular/criar determinados fenómenos climatológicos para PRODUZIR OS MAIORES DANOS NO TERRITÓRIO DO INIMIGO como os causados em Boiro e Rianjo e não apenas; viram alguma vez um TORNADO na Galiza? O tornado mais daninho que temos na Galiza é o PP, o seu tesoureiro, Romay, o Superrico-Delegado Diogo Calvo e o gigante RACISTA Manolito Rey, emperrados em criar as condições, como nos experimentos nazistas de Munich, «o Ovo da Serpente», para uma mãe assassinar o seu filho e logo se ir afogar no mar como Encarna, lembram? Ou assassinar bebés em Ferrol e Mendanha-Aneiros ocultar, TUDO PARA SE LUCRAR, para se enriquecer pessoalmente. Isso é o que tentam fazer com o «Souto de Leixa» e o SERGAS e nós temos que fazer o IMPOSSÍVEL para que o não consigam: A PRIORIDADE DAS PRIORIDADES, A UNIDADE E MOBILIZAÇÃO do operariado não em favor de carga de trabalho, não, em favor de Plano de Desenvolvimento para Ferrol e Comarca sobre a recuperação de ASTANO, com GREVE GERAL e quanto antes INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 24 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A EXIGÊNCIA DA ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (distribuídas 2.000 folhas às 12 h. do Domingo, 21 de Novembro de 2010 em Compostela na manifestação)

Esta manifestação nacional demonstra mais uma vez o que vimos proclamando e repetindo, QUE A GALIZA ESTÁ MADURA PARA SE GOVERNAR, que o povo galego quer a sua UNIÃO na Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo de LADRA CORRUPÇÃO de Feijó e novas eleições LIVRES, DEMOCRÁTICAS, LIMPAS E SEM A FRAUDE COM QUE O FRANQUISMO CONTÍNUA COM O PODER POLÍTICO através do PP para tiranizar, ultrajar e ESPOLIAR a Galiza. O povo galego quer DEMOCRACIA, quer «o povo é quem mais ordena», quer soberania, quer UNIR-SE na Assembleia Nacional da Galiza que integraria pessoas, entidades e instituições, SEM EXCLUIR NINGUÉM como infelizmente se faz, para banir da Galiza os seus inimigos, os inimigos da DEMOCRACIA, DA SOBERANIA E DA PAZ, inimigos representados e organizados no PP ao que não se EXCLUI, pactua-se com ele.
O povo galego demonstrou e está a demonstrar uma e outra vez o que quer, não através da FRAUDE ELEITORAL do voto «acarrejado» para o PP ROUBAR desgovernando a Galiza, não, através da sua UNIDADE E MOBILIZAÇÃO é que o povo galego demonstra o que quer.
1.- O demonstrou há hoje oito anos justos ao criar a Plataforma Cidadã «Nunca Mais» para a UNIDADE E MOBILIZAÇÃO do povo galego ser determinante no ferimento de morte do governo de Aznar, um dos genocídas impunes do «Prestige» dos Açores. Plataforma Cidadã hegemonizada e matada pelo BNG com a palavra de ordem «NÃO ATACAR O PP» que dou a este partido a vitória nas municipais de Maio de 2003 para frustração e deceção do povo galego. 2.- O demonstrou nas urnas em 19 de Junho de 2005 derrotando o militarismo, o clericalismo e o semi-feudalismo espanhol maciçamente MOBILIZADO em 29 de Maio, 4, 11 e 18 de Junho anteriores às eleições sem que o novo governo respeitasse e OBRIGASSE O PP a respeitar a vontade popular para frustração e deceção do povo galego. 3.- O demonstrou através das mais dum cento de pessoas, entidades e instituições convocadas pelo Sr. Cervinho à Comissão de Estudo de Reforma do Estatuto de Autonomia criada pelo Parlamento, a imensa maioria das quais declararam a sua vontade de um ESTATUTO DE NAÇÃO para a Galiza, a vontade popular, PRONUNCIAMENTO POLÍTICO contra o PP da categoria dum referendo pela sua representatividade reconhecida. Como a manifestação de 1 de Dezembro de 2002 contra o PP, cuja assistência em termos relativos foi como se se manifestassem 4,4 milhões de pessoas em Madrid, 5,5 em Paris ou 1 em Lisboa, imaginam? 4.- O demonstrou com a UNIDADE E MOBILIZAÇÃO em defesa da nossa língua contra o PP da Plataforma «Queremos Galego» embora fossem EXCLUÍDAS dela significativas entidades: MOBILIZAÇÃO PARALISADA, frustração e deceção. 5.- O demonstrou com a UNIDADE E MOBILIZAÇÃO através de Plataformas em favor de uma Rede da Saúde PÚBLICA em cidades como Vigo, Ferrol, a Ponte Vedra, MOBILIZAÇÕES PARALISADAS ATÉ HOJE. 6.- O demonstrou nas greves e manifestações do Setor do Metal na província da Ponte Vedra que nunca se quis alastraram a outros setores e províncias da Galiza: MOBILIZAÇÕES LIMITADAS. 7.- O demonstrou na greve geral do dia 29 de Outubro com a mobilização DIMINUÍDA pelas manifestações DIVIDIDAS. 8.- O demonstrou em 6 de Novembro ao lhe virar as costas à FEIJOADA VATICANA na desolada Compostela. Nada mais e nada menos do que um pé do Tripé da Cristandade Roma-Compostela-Jerusalém a virar-lhe as costas ao Papa, hitleriano de juventude.
O povo galego não pode permitir-se o luxo da DIVISÃO, da frustração e deceção porque a política de CAPITALISMO NAZI do PP, a sua guerra contra o povo galego é a MORTE, como dissera o Che Guevara na ONU, o PP mal dissimula a sua catadura nacional-socialista e está determinado a conseguir os seus objetivos contra a Galiza; o povo galego não pode permitir o luxo, tem que o matar com UNIDADE, alegria e combate, quer dizer, UNIDO, ALEGRE, COMBATIVO para a exigência, a nossa exigência, ao BNG, PSdeG-PSOE e não apenas a tomarem iniciativas, aqui e agora, ao acabar a manifestação, para criarmos a Assembleia Nacional da Galiza, SEM EXCLUIR NINGUÉM como infelizmente fazem, para a derrocada do governo de LADRA CORRUPÇÃO de Feijó e novas eleições livres, democráticas, limpas e sem fraude a meio da INSURREIÇÃO. Em Còmpostela, Domingo, 21 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

SOCIALISMO SIM! NATO NÃO! (distribuídas 2.000 folhas em Lisboa na manifestação contra a NATO às 15 h. do Sábado, 20 de Novembro de 2010)

O que é a NATO? A NATO é a UNIÃO das forças armadas do capitalismo mundial para ARMAMENTO E GUERRA contra o proletariado internacional, contra a UNIÃO das suas Repúblicas operárias, contra o seu sistema social de SOCIALISMO, PAZ E DESARMAMENTO.
A NATO é inimiga da Humanidade e da Constituição portuguesa, expressão da soberania do povo que é quem mais ordena, resultado de uma Revolução proletária e popular com nome de flor, a Revolução dos Cravos, que PROCLAMA os princípios democráticos e objetivos que os povos das Nações Unidas nomeadamente o proletariado e os povos das Repúblicas Socialistas Soviéticas com o seu trabalho, o seu combate vitorioso contra MAIS MIL ANOS DE CAPITALISMO NAZISTA e o seu sangue doaram altruistamente à Humanidade.
A NATO é inimiga da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. As manobras e presença em águas galego-portuguesas, cabo-verdianas, etc. assim o demonstram; manobras cujo alvo é abafar qualquer insurreição operária na Galiza e Portugal visando para a sua UNIÃO republicana, federalista, proletária e socialista.
A NATO é inimiga da Humanidade portanto inimiga da UNIÃO operária galego-portuguesa, inimiga da UNIÃO da Galiza e Portugal num único país, numa única NAÇÃO.
No teatro Sá de Miranda de Vianna do Castello arrecende todavia hoje o perfume, a fragrância das rosas proletárias galego-portuguesas que ali se juntaram em 15-20 de Abril de 1902 para deixar «definitivamente fundada a União operária galaico-portuguesa» e derrubar as fronteiras que dividem o proletariado mundial, a começar pela fronteira que divide o proletariado da Galiza e Portugal, da Galiza norte e da Galiza sul, das duas Galizas proletárias, deslocadas e desconjuntadas pelo Capitalismo Imperialista e Colonial SSpanhol.
Um século depois, em Lisboa, nesta manifestação contra a NATO, em favor da PAZ E O DESARMAMENTO, nós, desde a Galiza proletária queremos proclamar a ATUALIDADE do seu pensamento proletário de UNIÃO galego-portuguesa que é preciso e urgente resgatar e sobretudo implementar: RECUPERAR, DESENVOLVER E REALIZAR a ideia da União Operária Galaico-Portuguesa para derrubar as fronteiras que dividem o proletariado mundial a começar pela fronteira galego-portuguesa é seguir, como eles diziam, a máxima de Carlos Marx: «operariado de todos os países, UNI-VOS!» CONTRA A NATO, acrescentamos nós, aqui e agora, contra a inimiga da liberdade dos povos, das nações, em favor da ideia que a União operária galaico-portuguesa proclamava no Congresso de Viana do Castelo através do operário gráfico de Vigo, representante da Galiza e integrado na II Internacional, Henrique Botana, Congresso que ele achava uma «manifestação d’uma só raça [nacionalidade], d’uma só classe, pois que para os trabalhadores não há fronteiras», ideia, pensamento e luta do obreiro das comemorações camonianas que tantos triunfos deram aos «Centros Republicanos FEDERAIS» em Portugal, Teófilo Braga, cuja obra e pensamento inauditamente ESQUECIDO, CENSURADO E ESCARNECIDO nas comemorações do Centenário da República, nós reivindicamos nomeadamente o seu diagnóstico de que o «AFASTAMENTO da Galiza de Portugal provém da FALTA DE PLANO POLÍTICO dos que nos têm governado» AFASTAMENTO QUE CUMPRE ACABAR COM SOCIALISMO A MEIO DA INSURREIÇÃO.
Em Lisboa, Sábado, 20 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O REINO DA ESPANHA CÚMPLICE DE GENOCÍDIO

O Reino da Espanha, o Chefe de Estado e das Forças Armadas, o Presidente do Governo, o próprio Governo e a «oposição» estão a ser cúmplices do genocídio que está a perpetrar o Reino de Marrocos massacrando a população do Saara, dezenas de milhares de pessoas num acampamento a reclamarem um posto de trabalho, vivenda e liberdade. Negar a realidade como está a fazer Zapatero, em sintonia com as PATRANHAS dos genocídas a negarem e ocultarem os seus crimes, OS CADÁVERES NÃO MENTEM, demonstra um talante de perversa CORRUPÇÃO MORAL, de uma hipocrisia digna dos mestres Hitler e Mussolini.
O Reino da Espanha tem a categoria de POTÊNCIA COLONIAL; a monarquia narcotraficante de Marrocos representa o país INVASOR, O OCUPANTE de um território que, perante a ONU, pertence ao Reino da Espanha para a sua descolonização. Descolonização que hoje tem uma via rápida e urgente: deslocar forças aero navais para resgatar e proteger as pessoas com passaporte espanhol ou as do Saara, súbditos da potência colonial, quer dizer, PARAR O GENOCÍDIO MARROQUINO e de imediato pôr o território sob tutela do ONU para como no Timor Leste, AS FORÇAS DOS POVOS DAS NAÇÕES UNIDAS ORGANIZAREM TUDO O RELATIVO AO REFERENDO DE INDEPENDÊNCIA, em colaboração com as forças da potência colonial e a representação do povo do Saara, a Frente Polisário: um recenseamento sem «colonos» marroquinos, apenas a população do Saara para exercerem o seu direito de Livre Determinação num referendo visando para a Independência do país.
Prender, julgar e condenar os responsáveis do CRIME DE GENOCÍDIO e acabar com o Reino do Narcotráfico, a Escravatura e a CORRUPÇÃO, são tarefas democráticas imprescindíveis e urgentes.
O Reino da Espanha pode e deve pedir ajuda e conselho à República portuguesa e à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para com esses experientes parceiros realizar com sucesso o processo de descolonização do Saara e não apenas.
Os efetivos da Operação Atalanta têm que ser transladados às águas do Saara para garantir a Operação LIBERDADE DOS POVOS, operação LIMPA de «pirixel».
Uma VITÓRIA do povo do Saara será uma VITÓRIA do proletariado, os povos e as nações submetidas pelo Reino da Espanha, será uma VITÓRIA DA DEMOCRACIA E DA HUMANIDADE. APELAMOS À MOBILIZAÇÃO DA CIDADANIA PARA ASSIM SER.
Em Ferrol, Sexta-Feira, 12 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

AS «TRIPAS» DO ESTADO CAPITALISTA

Explicadas por Felipe González, mesmo reiteradas desde a Colômbia coincidindo com o livro publicado por Bush, relatadas por Comissão do Senado dos EUA ou publicadas pelo The Guardian, as «tripas» do Estado capitalista é a GUERRA SUJA dos ricos contra os pobres, dos SEIS MIL ricos que na Galiza cobram como 280.000 pobres, é a GUERRA SUJA dos capitalistas contra o operariado e as classes trabalhadoras para evitar que tomem o poder e construam o Socialismo. A guerra suja que explicava o diletante Felipe González pratica-a o Reino da Espanha CLANDESTINA, SECRETA, SEM QUALQUER CONTROLO, GARANTINDO IMPUNIDADE PARA QUEM FINANCIA, DIRIGE E OPERA A SEQUÊNCIA SEQUESTRO, TORTURA E ASSASSINATO, sequência de aplicação individual ou coletiva e indistinta do partido governante, PSOE ou PP, mais uma das singularidades do VIL partidismo. Na nossa opinião, Felipe González e Bush anunciam um AUMENTO DA GUERRA SUJA, sempre dirigida ou praticada pelos Serviços Secretos e não apenas, num vão intento de PARALISAR A MOBILIZAÇÃO PROLETÁRIA E CIDADÃ que mais uma vez lhes rebenta nos dentes sem que o possam remediar, desde a insurreição reclamando trabalho, vivenda e liberdade do povo do Saara (onde a Ministra da Defesa não envia como ao Índico unidades aero navais para resgatar cidadania espanhola) até as 50.000 pessoas que se manifestaram em Londres contra a política de guerra do Cameron tomando a sede do partido conservador passando pelo operariado das Companhias Auxiliares a reclamar carga de trabalho e pelas trabalhadoras e trabalhadores do Centro «Souto de Leixa» encerrados no Concelho de Ferrol contra o ÂNIMO DE LUCRO E ROUBO de dinheiro público que estão a perpetrar desde a tesouraria do PP ocupada por Romay Beccaria e outros colaboradores e amigos de La Coruña e do III Reich com que fizeram grandes negócios e amassaram grandes riquezas sempre abençoados pelos papas que reinam no Estado Vaticano; daí o desejo parlamentar de Feijó de visita anual do Papa à Galiza para exercer ainda MAIOR CENSURA na radio e na televisão galegas tentando OCULTAR O ESTRONDOSO FRACASSO DA FEIJOADA VATICANA; na Galiza não houve massas para o Papa se banhar nelas: DESOLADA COMPOSTELA!
Regozijados Bancos com LUCROS de 6.080 M€ (BSCH), 3.668 M€ (BBVA), 1.200 M€ (La Caixa) durante os nove primeiros meses do ano em que apenas se assinaram o 11 % dos Convénios para desolação do operariado e dever cumprido dos lugar-tenentes da classe capitalista como Tojo, espertos em desprestigiar, como Almudena Grandes, com «resistencialismos» e outros sonoros qualificativos o mais honrado e combativo da classe operária seja qual for a sua nacionalidade mesmo a da sua própria onde Suso Seijo da CIG toma o compromisso público de convocar greve geral antes de se aprovar a Reforma Laboral, com ou sem CCOO-UGT; no entanto em Ferrol irrompe Aurélio Martínez, presidente da ROUBADA Navantia, ao berro de ASTANO NÃO! ROUBO SIM! Sem que nem uns nem outros juntem as lutas parciais do operariado para reivindicar e mobilizar no interesse global da classe, quer dizer, Setor Naval galego, público e do operariado, UNIDO com a reivindicação de outros setores produtivos e MOBILIZAR A GALIZA INTEIRA pela sua liberdade NACIONAL E SOCIAL a meio da Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo LADRA de Feijó.
Queremos acabar proclamando a ATUALIDADE do pensamento do ainda hoje DESAPARECIDO, o nosso Jaime Quintanilha Martínez: «O proletariado do mundo inteiro não tem mais do que uma pátria: a da solidariedade comum de todas as pessoas exploradas contra o capitalismo explorador. Mas onde haja um povo oprimido, despojado da sua liberdade pela força, submetido ao estrangeiro e vexado na sua língua, costumes, na sua maneira peculiar de ser e viver, ali estará, deve estar, a ajuda, simpatia e devoção de todo o operariado ciente que sabe da imposição da força bruta contra as legítimas liberdades. É preciso UNIR-SE para ser fortes e invencíveis: a força de todo o operariado UNIDO vale mais, muito mais do que TODAS as forças repressivas da burguesia».
Em Ferrol, Quinta-Feira, 11 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

FRACASSO ESTRONDOSO DA FEIJOADA VATICANA

Fracasso, espiche, sujeira, vergonha, desgraça, queda, fiasco, ruína e desastre tão grosso que até o Feijó qualificou de Dia Histórico e de ÊXITO COLETIVO DE TODOS a viagem do Ratzinger, instalado ele, os papistas e o Papa no Culto à Patranha, mentira muito grande, PATRANHA quanto mais grossa melhor: Vejam: se em uma desolada Compostela as ruas estavam semidesertas, se na Pç. do Obradoiro havia 6, 7 ou 8.000 pessoas (havia cadeiras vazias), se na Pç. da Quintã ou dos Mortos havia 6, 7 ou 8.000 pessoas, se eram 20 ou 30.000 as pessoas que havia em Compostela, a imensa maioria NÃO galegas, que não houvesse 200 ou 250.000 foi um ÊXITO COLETIVO DE TODOS. Se o LUCRO prometido, «MUITO MAIOR» do que o investimento de ninguém sabe quanto, 500, 600, 700 ou mais milhões de pesetas, se torna em PERDAS dos comerciantes, hostaleiros, mercado e da cidadania, se ninguém sabe e nos parlamentos ninguém pergunta o custo de um operativo de segurança de mais de SEIS MIL agentes com armas, helicópteros e muita outra coisa em Compostela e mais de DEZ MIL em Barcelona, com certeza que é mais um ÊXITO DA CORRUPÇÃO LADRA DO PP e dos partidos monárquicos e vaticanistas que integram o governo espanhol e o galego, PPSOE, mais um SUCESSO DO VIL PARTIDISMO.
Culto à PATRANHA do New York Times e RNE com 250.000 em Barcelona aclamando as PATRANHAS do Papa que acusa «um anticlericalismo forte como nos anos trinta»; quem nos dera a nós e à Humanidade o operariado e os povos em luta contra OS CRIMES DE LESA HUMANIDADE perpetrados durante séculos, agora e aqui pela Igreja de Roma e o Estado Vaticano, o Reino de Deus com monarca, o Papa, incluído a dirigir os exércitos da cristandade (para ACUMULAÇÃO DE CAPITAL) que não tiveram ainda o seu Nuremberga.
«Viagem pastoral, religiosa, não de Estado» (Paco Vazquez). «Visita de Estado (duas vezes) ao mais alto nível» (José Blanco, Ministro de Fomento). «O Casco Histórico de Compostela, TERRITÓRIO VATICANO» (Bugalho), quer dizer, CESSÃO DE SOBERANIA do território para ser OCUPADO por um Chefe de Estado ESTRANGEIRO cuja equipa de segurança, as suas forças armadas, passam a DIRIGIR, COMANDAR, os mais de seis mil agentes com armas, quer dizer, a Rubal-Cabra da Legião, presente, às ordens de um Chefe de Estado ESTRANGEIRO. Bando do Alcaide apelando à assistência da cidadania e Papa televisado convidando a peregrinar com ele a Compostela aumentam o estrondo do DESASTRE DOS MAIS PAPISTAS DO QUE O HITLERIANO na juventude. Tudo lembra o Fernando VII e Cortelho às ordens do Napoleão e o Pepe «Garrafa»; tudo lembra aquilo de «Ferrol, a base melhor acondicionada da Península e o NAZI MANDAVA NELA».
E nós se não fosse pelo dever de COMEDIMENTO proclamaríamos que foi um ÊXITO DE TODO O POVO GALEGO mesmo o da Galiza Sul com cem mil a se manifestarem em Lisboa para greve geral em dia 24, UM DIA HISTÓRICO PORQUE A DIGNIDADE DO PAÍS, A DIGNIDADE DA NAÇÃO foi televisada através das cabeças galegas abertas pelos integrantes do ESTRANGEIRO exército de OCUPAÇÃO arrolando com a força bruta pessoas a manifestarem uma opinião contrária ao Papa, só isso, RIGOROSAMENTE PROIBIDO pelos Louros da Rubal-Cabra da Legião que perderam a batalha e os média PROJECTARAM A GALIZA A LUTAR CONTRA O NACIONAL-SOCIALISMO de Papa e papistas mesmo reclamando o seu Nuremberga, reclamação a reforçar.
Numa palavra, de Papa e papistas podemos dizer como Maquiavel que: «uns príncipes do nosso tempo, que convém nomear, julgar e condenar, não falam doutra coisa senão de PAZ e de fe e de uma e de outra são muito grandes INIMIGOS»; INIMIGOS QUE CUMPRE DERROTAR A MEIO DA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 8 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CONTRA O PAPA, CONCENTRAÇÃO SÁBADO ÀS 12 H. NO EDIFÍCIO DA JUNTA

1.- Porque as verbas que custa a sua viagem pagada com dinheiro público é uma afronta às pessoas pobres e desempregadas. 2.- Porque o que custa a sua viagem estaria melhor investido num Sector Naval galego, público e do operariado. 3.- Porque o governo galego recurta o investimento em SAÚDE para lho dar ao Papa. 4.- Porque acontece o mesmo em Educação infantil, no Ensino primário e secundário e lhe damos dinheiro ao Papa. 5.- Porque se 1,7 M€ é o que custa o Campus do Mar em Vigo com o dinheiro que leva o Papa poderíamos ter em Ferrol o Campus da Mar-Oceâna. 6.- Porque o financiamento da viagem do Papa serve de ESCUSA ao PP para ROUBAR mais dinheiro público como aconteceu com a sua visita a Valência com a «trama Gürtel». 7.- Porque o Papa é contrário ao divórcio, ao aborto, ao preservativo, às relações suxuais livres, à masturbação, aos homosexuais, às mulheres, à juventude livre, em suma, é contrário à liberdade e progresso da Humanidade. 8.- Porque como Chefe de Estado, onde quer que vai, desde uma posição de privilêgio, difunde a ideologia mais criminosa que o mundo conheceu, a dos nazistas hitlerianos, a cujas juventudes ele pertenceu. 9.- Porque representa um Estado que desde a sua fundação cometeu mais crimes e mais continuados do que nenhum outro e os crimes cometidos por todos os Estados, nomeadamente as monarquias espanhola e portuguesa eram dirigidos e amparados pelo Vaticano. 10.- Porque desde o IV século os Papas e os seus Concílios foram assanhados contra a idiossincrasia da Galiza e as suas gentes, uma de cujas formas, o priscilianismo, foi sucessivamente condenado Concílio após Concílio, qualificando de hereges às gentes da Galiza. 11.- Porque criaram a PATRANHA dos restos e o culto do Apostolo em Compostela para matar a VERDADE de Prisciliano e cultos anteriores em Livre Dom. 12.- Porque no XXI século o CULTO À PATRANHA só cria fanatismos e integrismos muito daninhos para a liberdade individual e coletiva da Galiza que lhe impede usufruir a sua riqueza económica e recursos naturais, culto à patranha incompatível com a liberdade e o progresso da Humanidade. 13.- Porque o atual Estado Vaticano só existe graças a Mussolini, quer dizer, é mais um Crime Contra a Humanidade dos genocídas «Camisas Neras» e o seu cabeça, o parceiro de Hitler, Benito Mussolini. 14.- Porque serve de ESCUSA para restringir as liberdades da cidadania decretando ILEGALMENTE as autoridades um verdadeiro ESTADO DE SÍTIO. ACUDE!
Em Ferrol, Sexta-Feira, 5 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

E S T A D O D E S Í T I O (distribuídas mil folhas entre Ferrol e a manifestação da CIG em Compostela em dia 3)

A suspensão das leis ordinárias e a sujeição temporária da Galiza a um regime militar, eis o que significa a viagem do Papa: a Galiza cercada, a Galiza assediada por MAIS DE SEIS MIL AGENTES ARMADOS. A viagem do Papa das Juventudes Hitlerianas não é mais uma anedota religiosa, não, é um muito grande ataque e agressão contra a democracia, contra o cerne da nossa identidade como povo, como NAÇÃO. Humilhar-nos coletivamente como o fascismo espanhol, a sua monarquia, o seu imperialismo e colonialismo historicamente nos humilharam negando-lhe o voto à Galiza para lho outorgar a Samora e que votasse contra nós.
A banda de CORRUPÇÃO LADRA de Feijó e o seu Conselheiro Hernández, apanhado com as mãos na massa ROUBANDO 395 M€ para financiar a GUERRA SUJA e o desaparecimento da Sónia, uma mulher trabalhadora da Ponte Vedra, uma proletária, dentre outros atos de terror contra o proletariado e as classes trabalhadoras galegas, são os papistas que determinaram uma quantidade indeterminada para financiar com o nosso dinheiro oito horas de estadia do Papa em Compostela: primeiro disseram 4 M€, quer dizer, 500.000 €/hora que roubaria o Papa e «amigotes» como os de trama «Gurtel» do PP, depois em sede parlamentar disseram que não sabiam o que podia custar a viagem do Papa (Roberto Castro dixit) e por último estão a falar de 3 M€ através dos média, a metade dos quais para que a TVG televisse para todo o mundo a humilhação do povo galego, à Galiza humilhada e submissa, prostrada aos pés do Papa do Vaticano imposto à Humanidade por Mussolini em 1926 no Tratado de Latrão e até hoje. A Galiza Domada e Castrada, em Estado de Sítio, cercada, assediada é uma outra realidade que nos querem impor ZP, Rubal-Cabra, Paco Vázquez, Louro e mais de seis mil «puteiros-grátis» como os da dita operação «Carioca» em Lugo, que tanto preocupam a Louro, dispostos a abrir cabeças galegas na defesa de um integrante das Juventudes Hitlerianas e protetor de «puteiros-pederastas» com ou sem sotaina como Sanchez Dragó que, retificamos, não é o segundo da Telefónica embora estamos certos de que segundo e primeiro tendem a praticar isso e muito mais: o que se pode fazer se não com meio milhão de Euros/ano em bilhetes de avião como cobra Vázquez, presidente de Ibéria para além dos 880.000 €/ano, quer dizer, um total de 10,47 Mpts/mês em 14 pagas?
O exército invasor do Mouro Mudarra tomará Compostela e a Galiza toda; um grão exército invasor do que Louro, grande democrata pronto a ocupar-lhe a Fernadez Lores a «alcaldia» da Ponte Vedra, não nos contou nem Ana lho perguntou, quanto é que nos vai custar ao operariado transportá-lo, alojá-lo, alimentá-lo para OCUPAR COMPOSTELA e a Galiza toda, para a submeter ao ESTADO DE SÍTIO, para a cercar e assediar e que não exerça o seu direito democrático de se revirar contra o Papa e a sua suástica de juventude.
Isso não lhe preocupa a Louro porque, como Rueda, quer que a viagem do Papa e a sua cruz gamada seja um ÊXITO embora TODA a opinião pública galega e não apenas seja CONTRÁRIA a pagar com dinheiro público, dinheiro LAICO portanto, uma celebração RELIGIOSA, uma missa no Obradoiro com Rajoy e os Príncipes a agirem de «monaguilhos», função que exercerão em Barcelona, ZP, El-Rei e a Rainha.
A quantidade de força implementada, um exército de ocupação de mais de seis mil agentes com armas, é diretamente proporcional à quantidade de medo e de sem-razão contra a Galiza que têm Vaticano, Monarquia, Governo e Oposição; daí a importância de qualquer INICIATIVA por pequena que for contra o Papa. «PAPA NÃO!» tem que ser a palavra de ordem para alagar a Galiza de DIGNIDADE DE PAÍS, DE DIGNIDADE DE NAÇÃO, o silêncio é cumplicidade. Nós cumprimos com o nosso dever caminhando desde Ferrol até Compostela com o «PAPA NÃO!» no peito e nas costas bem visível. Apelamos portanto a ti para que no teu âmbito e com as tuas possibilidades desde hoje até ao Sábado, 6 de Novembro te MANIFESTES individual e coletivamente contra o Papa sob a palavra de ordem PAPA NÃO! Apelamos também à SOLIDARIEDADE internacional para virem a Compostela ou a se manifestar contra o Papa. PAPA NÃO! nas manifestações francesas de 6 de Novembro.
Em Ferrol, Terça-Feira, 2 de Novembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

AUMENTA A LUTA OPERÁRIA NA EUROPA

Desde que ZP viajou aos EUA para se prostrar aos pés de Wall Street, o Muro da Vergonha, prometendo nunca mais pecar e cumprir a penitência da CANALHA Reforma Laboral e/ou outras leis franquistas contra o operariado, as classes trabalhadoras, os povos e as nações submetidas pela monarquia espanhola, aconteceu uma greve geral com sucesso, o anúncio de uma outra em Portugal em 24 de Novembro, acentuou-se a mobilização do proletariado francês, mobilizou-se o alemão, solidarizou-se o belga, Tojo convocou mobilizações para Dezembro, a CIG para Novembro, Diaz Ferrão anunciou a sua retirada, ZP conseguiu os apoios de PNB e Coligação Canária («premiar a los buenos» com o dinheiro dos maus particularmente da Galiza), MUDOU-LHE a face em alegria e alegre MUDOU o governo que combativo, explicativo e dirigido pela Rubal-Cabra da Legião, o seu primeiro ato consistiu em prender 20 ou 14 jovens de SEGI, não por ser de ETA, não, porque o serão! tornando-os «desaparecidos» durante três dias com o medo e alarma de familiares e amizades de que os torturassem, como assim foi, porque nestes casos sempre tem razão a Guarda Civil: os quadros clínicos severos, de UCI, com sequelas de por vida ou de morte são por culpa dos detidos que se suicidam, auto-lessionam ou se resistem com tão desmesurada força, algemados e com carapuça, que se magoam eles próprios o qual magoa o Estado «democrático» que a Rã Lucas defende desde RNE e desculpem a deriva desde a cabra para a rã porque o mar em que navegamos leva a qualquer um onde não quer ir como os quatro polícias da Comissária de Lugo presos e arguidos por colaborar e proteger a organização NÃO terrorista para sequestrar, torturar, prostituir e mesmo assassinar mulheres brasileiras que voam com Ibéria para chegarem ao seu fatal destino, «puteiros-pederastas» como Sanchez Drago, o segundo da Telefónica. Na nossa opinião, faria bem a juiza em investigar os convénios, os secretos, entre VARIG-IBÉRIA para que a espanhola hegemonize o mercado exterior e interior de voos desde o Brasil: só lembrar que em tempos de Aznar com Abel Matutes de «Ministro de Exteriores» as «putas» eram dominicanas pobres que também voavam com Ibéria e ligavam com Telefónica. Será a prostituição questão de Estado?
O que é questão de Estado é a POLÍTICA que é a GUERRA contra os pobres por outros meios, corrigindo a definição do nosso Vladimir Illich, e se não vejam a decisão de nada menos que o mafioso governo italiano de Berlusconi para encher de merda os pobres com uma outra lixeira vesuviana gerida pela rica Cosa Nostra e outras máfias, porventura Florentino Perez, Entrecanales ou o Papa ou o PP de Alcant? E vejam também como uma alegre, combativa e popular festa com fogos-de-artifício fez recuar polícias e governo de mafiosos que não estão em «busca e captura» na República italiana.
Meirama e ENDESA como as Centrais Nucleares VIA DA GALIZA! Essa é a palavra de ordem, o correto; quanto às pessoas empregadas nelas, um outro posto de trabalho, mais nada, como os de Vulcano e outras empresas. Qual a alternativa para o operariado dos privatizados estaleiros navais de Vulcano, Meirama, Endesa ou outras empresas? A mesma que nós reiteradamente vimos defendendo baseada em MOBILIZAR para recuperar ASTANO, público, galego, do proletariado, construindo barcos e inserido numa economia PRODUTIVA, SUSTENTÁVEL criada arredor dum Sector Naval galego, público e gerido pelo proletariado. Só que para isso é preciso vencermos a obstinada NEGATIVA dos dirigentes políticos e sindicais galegos para UNIR o povo galego na Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo LADRA de Feijó e GOVERNARMOS NÓS a economia produtiva e sustentável de A Nossa Terra espoliada por Botin & Cia.
«As Centrais (Meirama e Endesa) estão em perigo» afirma em Ferrol um cantor dueto sindical na TVG no meio de uma «MULTITUDINÁRIA» manifestação de cerca de mil pessoas entrementres nós acabáramos uma marcha a pé desde Ferrol a Compostela CONTRA O PAPA e o Bispo apanhado cometendo o «pecado solitário». As Centrais estão em perigo? Em perigo está a população da Galiza devido à poluição passada, presente e futura das duas centrais térmicas. Em perigo estamos nós, o proletariado e as classes trabalhadoras galegas, quando os «nossos» dirigentes políticos e sindicais se manifestam de mãos dadas com representantes do governo galego, o PP, o maior inimigo da Galiza que com Aznar no governo espanhol cometeu as maiores tropelias contra nós com Endesa, o Prestige, com o de «ladrarmos», com o de «aguevosyavotos», com o de «lobienpuestosquelostenia» sem nunca pedir desculpas, o mesmo que Rosa Diez, nem lhas exigir ninguém como ao alcaide de Valladolid, sem falarmos de Fraga, os seus protegidos Naseiro, Almirón e Feijó no governo galego.
«É um problema de DIGNIDADE DO PAÍS» frisa Taoces e o superdelegado do PP de «Nuevas Generaciones» nacional-socialistas para assassinar a Galiza perto de públicos alcoólicos e dirigentes do BNG; e a INDIGNIDADE do 5 de Fevereiro Vazquez-Rueda-Sindicatos emerge mais uma vez; na altura para resgatar um PP fora de combate pelas mobilizações em favor da nossa língua, paralisadas; agora a tentar resgatá-los porque apanhados com as mãos na massa ROUBANDO para financiar a GUERRA SUJA, MENTINDO NA UE, chuleando no Parlamento galego o seu talante falangista e fuzilador, a queda do PP deveu ser tão forte que na mesma semana UNÂNIMES contra os pobres, votam, antes de se manifestar por Ferrol UNIDOS pelo direito a produzir ácido sulfúrico e chuva ácida, «buraco do inferno» tornado gigantesco lago que modificará a climatologia na zona, o aniquilamento de ricas culturas hortofrutícolas, a poluição de uma bacia de privilégio, a do Rio Eume, a maior ESPOLIAÇÃO histórica da Galiza, os LUCROS para financiar a reconquista e genocídio da América Latina, os LUCROS de Entrecanales, um dano irreversível à Ria de Ferrol com o Porto Exterior, o porto carvoeiro, agora fechado por Del Real para encarvoar o «separatismo, rojo y masón» da Associação e a Vizinhança de Ferrol Velho, a subordinação e paralise da economia de Ferrol à de As Pontes, Enclaves Coloniais com colonizado e privilegiado operariado, milionários jubilados aos 42 anos com 3.500 €/mês em 14 pagas/ano, acionistas-operários-apizarrados, pelo direito a trabalhar em A Nossa Terra os de Endesa sim, o resto não. Sobram razões técnicas, económicas e ambientais para justificar fechar definitivamente as Centrais de Meirama e As Pontes que não são um Sector Estratégico nem para as comarcas nem para a Galiza, são ESTRATÉGICAS para o colonialismo interior e exterior na sua GUERRA contra o operariado e a liberdade da Galiza e de outros povos. Aos elevados índices de paro e de emigração produzidos por ASTANO não construir barcos CONTRIBUIU uma dirigência política e sindical que desde antes do Decreto de 27/84 praticou uma política contrária à mobilização UNIDA do operariado e contrária aos seus interesses imediatos e estratégicos. Daí a necessidade de aqui e agora apelar para VENCER A OBSTINADA NEGATIVA de dirigentes políticos e sindicais a tomar exemplo e por em pratica o que já é costume entre os sindicatos e o proletariado francês: ESTRUTURAS UNITÁRIAS A TODOS O NÍVEIS PARA A MOBILIZAÇÃO [«Elles appellent leurs organisations dans les territoires, les entreprises, les administrations à poursuivre les initiatives unitaires»] que nós proclamamos tem que ser a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 28 de Outubro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A NEGATIVA À GREVE GERAL NA EUROPA

No entanto os UNIDOS sindicatos da França acentuam a mobilização contra o nazi Sarkozy com uma espécie de greve geral INDEFINIDA, mobilização permanente que produz «gabinete de crise», reunião franco-russo-alemã (...) e muita outra coisa no galinheiro capitalista mesmo a PPrevista «mudança» governamental de ZP, os DIVIDIDOS sindicatos do Reino da Espanha acentuam as ESCUSAS para continuar a sua obstinada NEGATIVA A MOBILIZAR com os franceses, os gregos, os portugueses, os ingleses, os italianos, etc. para GREVE GERAL EUROPEIA.
Obstinadamente negam que o INIMIGO É O MESMO, que os ataques que estão a sofrer as classes trabalhadoras sem distinção de NACIONALIDADE, idade, sexo, etc. são IDÊNTICOS, que o capitalismo europeu e mundial está UNIDO E DETERMINADO na guerra ofensiva contra o proletariado, contra o socialismo, contra a Humanidade, é só ver o programa do Tea Party. Negam-se obstinadamente a UNIR E MOBILIZAR o proletariado porque são «os lugar-tenentes da classe capitalista» tão bem representada por Diaz Ferrão: o mesmo dia que se está a livrar na França UM FORTE COMBATE que tem que ir a mais NESTA SEMANA e daí para diante eis que o Tojo reúne o Conselho Confederal de CCOO para mobilizar (...) EM DEZEMBRO! O mais feriado! Por que não o 24 de Novembro? Surdos às vozes, vox populi, que se filtram pelas gretas dos média capitalistas que reclamam abertamente GREVE GERAL NA EUROPA e cegos a uma realidade ANIQUILADORA para as classes trabalhadoras, propriamente classes DESEMPREGADAS, realidade que urge REVOLTA, «c’est l’heure de la REVOLTA», clama INSURREIÇÃO.
Urge por em prática a máxima de Carlos Marx «proletariado de todos os países UNI-VOS!», de derrubar todas as fronteiras que DIVIDEM o proletariado, A COMEÇAR pela fronteira galego-portuguesa, a fronteira que DIVIDE o proletariado da Galiza e Portugal, a fronteira que divide A NAÇÃO galego-portuguesa como a União Operária Gallaico Portugueza deixou estatuído a começos do XX século. Urge por em prática as máximas de Carlos Marx e da União Operária Gallaico Portugueza que são a MESMA COISA que faz recuar e DERROTA os capitalistas, os seus lugar-tenentes, os seus partidos, os seus governos, os seus Estados e a sua esterqueira, o CAPITALISMO DA CORRUPÇÃO LADRA E FARSANTE.
E a obstinada NEGATIVA À UNIÃO OPERÁRIA galego-portuguesa acentua-se mesmo mais: em termos estratégicos o principal inimigo a derrotar pelo proletariado mundial, pela Humanidade são as forças armadas do capitalismo UNIDAS NA NATO que vai ter uma DECISIVA E MARCANTE reunião presidida por Obama em Lisboa em 20 e 21 de Novembro para melhorar a sua capacidade OFENSIVA; desde há meses está prevista uma contra cimeira e uma manifestação para Sábado, dia 20 nas que é OBRIGADO participar desde a Galiza e não apenas pela transcendência para a Humanidade, pois bem, sindicatos, partidos e muita outra coisa convocam em Compostela em 21 de Novembro massiva manifestação contra os dinheiros públicos do SERGAS ser ESPOLIADOS por militares e outras parasitas sociais. Não podiam convocar o 14 ou o 28, não, tinha que ser o 21 para MATAR a hipótese de a Galiza se manifestar em Lisboa contra a NATO.
Para além disso, a obstinada NEGATIVA da dirigência política e sindical a UNIR E MOBILIZAR o povo galego na Assembleia Nacional da Galiza para a DERROCADA do governo LADRA de Feijó fica demonstrada mais uma vez porque o mesmo que se UNE E MOBILIZA o povo galego contra a política SANITÁRIA de Feijó com muita mais razão se UNE E MOBILIZA o povo galego na Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo da Junta a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 21 de Outubro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CUMPRE GREVE GERAL NA EUROPA

Agora os capitalistas que genocidam as classes trabalhadoras chamam-se a si próprios Partidos Proletários, PP; em Chile, o Partido Pinochetista, que tornou campos de futebol em campos de concentração depois do 11 de Setembro de 1973, encabeçado por Pinhera, através da TV projeta sobre 1.000 milhões de pessoas o «muito AMOR» que sente pelos dinamiteiros mineiros do cobre que tantos distúrbios lhe causaram à sua classe e pela VIDA, eles que também são milionários em mortes operárias. Também a Cospedal com a sua boxeadora dialética reitera que o PP é um Partido Proletário, o Partido dos Trabalhadores. Para não cansar lembrem que as quadrilhas matadoras, toureiras, hitlerianas para exterminar o glorioso e revolucionário proletariado alemão, chamaram-se a si próprias Partido dos TRABALHADORES e socialista, isso sim, nacional e sobretudo alemão; um ínfimo conhecimento deste extermínio explicará o alegado «apoio» da população alemã a Hitler como alguns pretendem.
A Carmo Chacón defende o hino franquista, a bandeira franquista, os «Caídos por Dios, por la Pátria y el Rey», defende a comemoração do GENOCÍDIO e que uma MULHER possa ser presidenta de governo, ministra de defesa sob critérios alegadamente feministas, de «vindicação dos direitos da mulher» que Mary Woolstonecraft contraria no seu livro porque Mary toma partido contra a monarquia, o exército permanente, a aristocracia e o clero, toma partido em favor das pobres proletárias, das operárias, pela revolução. O feminismo da Carmo Chacón também como as mulheres de elite que integram o governo de ZP, a ministra da Igualdade, tomam partido pela contrarrevolução, são a contrarrevolução, daí apelarem sempre ao Estado, ao poder do Reino da Espanha, para tudo arranjar mesmo a VIDA das mais de 50, todas ou a maioria pobres, assassinadas pelos seus homens. Um Reino da Espanha cujas Forças Armadas sob o comando de El-Rei, cuja Guarda Civil, Polícia, TORTURAM, reiteradamente VIOLANDO tudo mesmo as Recomendações do Relator contra a Tortura da ONU e na inovadora praxe da Guarda Civil, já não para obter informação contra-insurgente, não, agora é para determinar e dirigir a política exterior do governo monárquico de ZP contra o revolucionário governo venezuelano de Chavez em concordância com as bandas bushano-obamianas dirigidas por Hillary Clinton e John Negroponte de infausta memória. Cumpre alertar que as «equipas Fénix» da Guarda Civil hoje torturam alegados etarras e amanhã torturarão operariado em greve ou em insurreição como torturaram os assassinos franquistas, alguns abatidos por ETA como os GESTAPOS Melitón Manzanas, o Cônsul Beil ou Carrero Blanco, «VÍTIMAS» cuja ideologia e praxe, a tortura e o genocídio, defende a AVT a se manifestar contra a Embaixada da Venezuela porque nada menos que o Fiscal Geral do Reino da Espanha, Cândido Conde Pumpido, como os seus genocídas franquistas ascendentes, assim os açula; porque Franco não é passado como o impune, veemente vaamonde PePeava no Parlamento galego, não, Franco é presente e será futuro entrementres não acabemos com a impune veemência vaamondiana nascida da fraude e a ladra corrupção com que o Conselheiro Hernandez pretendeu enganar à União Europeia e à opinião pública ficando como o que é, como o que são, LADRAS, CORRUPTOS, FARSANTES, que só estão na política para fingindo-se democratas se enriquecer eles, familiares e testas-de-ferro, como o melífluo, benevolente e benigno Valedor do Povo que constata eufemísticas «IRREGULARIDADES» nas oposições do SERGAS mas não contrata com o Fiscal Varela para lhes aplicar a varela da lei nem o Conselho de Contas conta ao Carlos nem o Fiscal translada aos juízes dos Tribunais o que os seus cegos olhos e surdos ouvidos não querem ver nem ouvir embora sejam tão gigantes e rumorosos como a Cidade da Cultura ou a Lei das Verdescentes Costas ou as altas chaminés de letal cheirume sulfurado cuja missão principal nesta terra durante décadas fora a de enriquecer o colonialismo interior e exterior com os imensos lucros de ENDESA que nenhum economista dito anticolonialista quer quantificar embora dois mínimos referentes indiciem a dimensão do ESPOLIADO e destruído na Galiza para além do ácido sulfúrico que choramos. Em 1977, com Aznar, os lucros de ENDESA foram 165.000 Mpts apenas 15.000 menores do que a soma dos lucros dos dois principais bancos, Santander e Bilbao e uma prodigiosa década depois Entrecanales lucrou 11.000 M€ da sua venda à ENEL de Berlusconi, 1, 83 bilhões de pesetas. Somem os 7.000 do F. Perez com FENOSA e saberão que de tudo isso nem uma peseta foi investida na Galiza e nós DESPEDIDOS DE ASTANO fomos também «DESPEDIDOS» DA CIG [os, no seu dia qualificados de «terroristas», foram injustamente expulsos e justamente readmitidos; nós NÃO! E no-lo largam nos dentes!] por escrever estas coisas em «papelitos» e os distribuir às portas da Bazan, fomos expulsos da CIG por sindicalistas em «marcha negra» que defendem o indefensível, ENDESA e a ESPOLIAÇÃO da Galiza, e combatem o que nós defendemos, postos de trabalho na NOSSA TERRA que é Ferrol, a Comarca, a Galiza e Portugal, também As Pontes, a meio do plano de desenvolvimento que elaboramos e distribuímos, acontecendo o paradoxo de a Generalitat emitir dívida pública, «bonos do estado» para particulares, como nós, dentre outras coisas e baseando-nos no estabelecido no Estatuto de Autonomia, PROPUGNAMOS.
E como propugnava Teófilo Braga primeiro, Vladimir Illich Ulianov depois e Mao Ze Dong mais tarde, o operariado galego, o de As Pontes, tem que por a POLÍTICA no posto de comando, quer dizer, MOBILIZAR A GALIZA INTEIRA PARA A TOMADA DO PODER E O PROLETARIADO GOVERNAR democraticamente a meio da Assembleia Nacional da Galiza para re-editarmos a Comuna de Paris? Não; a Comuna da Europa? Também não: A COMUNA MUNDIAL! E para isso é preciso derrotar a marcha do Papa a Compostela em 6 de Novembro marchando a pé individual ou coletivamente a Livre Dom: PAPA NÃO! E a marcha da NATO a Lisboa com presença de Obama em 20 de Novembro: organizemos marchas a Lisboa, NATO NÃO! PAPANATO NÃO! Temos que também derrotar a obstinada NEGATIVA dos dirigentes políticos e sindicais a MOBILIZAR A EUROPA INTEIRA ao compasso que estão a marcar as mobilizações na França, a EUROPA UNIDA, o proletariado europeu UNIDO tem que se mobilizar para a derrocada da União Europeia de Capitalistas e instaurar o União de Repúblicas Socialista Europeias a meio da Greve Geral e a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 18 de Outubro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A LUTA CONTINUA: GREVE GERAL EM EUROPA

Greve geral em Europa é a demanda do proletariado português que em 24 de Novembro paralisará Portugal, «um país a definhar e declinar economicamente», aproximar-se do fim, por causa do colonialismo espanhol dos criminosos como Alierta encabeçados por Botin, a «República menor» submetida pela «Monarquia maior»: é só ver El-Rei Bobo em dia 7 no Porto a chulear celebrando com um «tequieromucho» o Prémio Nobel para um racista dos da Rosa em boca «gallegos en sentido peyorativo», aquando Portugal está a comemorar a insurreição operária, carbonária, da maçonaria, republicana, federalista, que há cem anos derrocou a monarquia dos seus parentes para instaurar uma revolucionária República abafada depois pela reação interna e externa particularmente a do ferrolano Canalejas às ordens do seu golpista avô, Afonso XIII. E falando de prémios, o Prémio Nobel de Economia no-lo tinham que dar ao operariado de ASTANO E LISNAVE, o que mais sabe, o mais experiente em DESEMPREGO.
Greve geral em Europa é a demanda do proletariado grego, francês, galego, português, espanhol, belga, holandês, inglês, alemão, italiano, norueguês, sueco e europeu porque o inimigo é o mesmo, os CRIMINOSOS capitalistas como os da maré negra da BP ou os da letal vertedura na Hungria e o seu sistema cão, CORRUPÇÃO LADRA, o capitalismo UNIDO na Europeia União.
Já prognosticáramos que a UNIÃO dos sindicatos na França seria determinante para a mobilização operária mesmo a europeia; passado o tempo, intensificada a guerra ofensiva dos ricos contra os pobres, podemos fazer história das mobilizações operárias que mesmo esta semana estão a abalar a França também como abalaram a Grécia; a greve geral do dia 29 na Galiza com ser um notável ÊXITO, ficou diminuída pela falta de UNIDADE nas manifestações: o mérito não é que se manifestem 80.000 pessoas com a CIG para protagonismo eleitoral do BNG, o mérito é CENTENAS DE MILHARES do proletariado galego a se manifestarem pelas ruas e mais se organizarem UNITARIAMENTE para a luta e para representarem à Galiza contra o «Pacto de Toledo». Eis o que DERROTA a obstinada NEGATIVA de Tojo e adláteres para convocatórias futuras: uma das VITÓRIAS da greve geral do dia 29 foi vencer a obstinada NEGATIVA do Tojo para a convocar porque, lembrem, «era o pior que nos podia passar»; pois vejam que foi o MELHOR que nos passou, tanto, que no seguinte dia 30 os média portugueses anunciavam para 24 de Novembro greve geral que em dia 1 de Outubro uma Assembleia Nacional de dirigentes, quadros e ativistas sindicais da Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses proclamou, para além doutras mudanças; e nós PROCLAMAMOS a necessidade de vencermos a obstinada NEGATIVA do BNG e PSdeG-PSOE para UNIR E MOBILIZAR o povo galego na Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo LADRÃO de Feijó, apanhado COM AS MÃOS NA MASSA A ROUBAR 395 M€ (65.722 Mpts); um CRIME dessa dimensão, nada mais e nada menos que do Conselheiro Hernández que rege arredor do 50 % do orçamento público galego, é para PEGAR EM ARMAS e os acabar de uma PUTA vez. Só que os dirigentes políticos e sindicais se obstinam nos sofrimentos do povo galego antes que lhes tocar um pélo aos mais brutais representantes da ESPOLIAÇÃO colonialista da Galiza: o nacional-socialismo galego organizado no PePe que conluiado com o PaPa-PSOE e mais 6.000 esbirros roubar-nos-ão o financiamento para a vaticana equipa de futebol plena de indulgências, também pagadas com as nossas verbas, como as de Ronaldo, Kaká, Bemfica, Florentino Perez, Entrecanales, etc.
A obstinada NEGATIVA dos dirigentes políticos e sindicais europeus a reconhecer que o direito de INSURREIÇÃO, o direito à REVOLTA não só está reconhecido na Constituição portuguesa, como também está consagrado no Preâmbulo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é um obstáculo para exercer um direito ao que nós reiteradamente apelamos, portanto Greve Geral Europeia e INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 14 de Outubro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

AMANHÃ, 30, A LUTA CONTINUA CONTRA EL-REI (distribuídas mil folhas na manifestação CCOO-UGT e na da CIG na greve geral)

ZP foi se prostrar aos pés de Wall Street choramingando lamentações e a bater contra o «Wall» a cabeça, pensando como impor a CANALHADA da Reforma Laboral e outras leis franquistas ao proletariado, a cidadania, os povos e as nações subjugadas pela monarquia espanhola encabeçada por um ESTRANGEIRO de guilhotinada origem francesa, João Carlos de Bourbon e Bourbon, patético remedo do malvado Fernando VII, assassino de Riego, de Porlier e do Republicanismo, Federalismo e Socialismo, conluiado com as testas coroadas europeias e com a irmãzinha Carlota, rainha de Portugal para extermínio do povo português. Pensando como derrotar os efeitos da greve geral do dia 29, «o que fazer o dia depois», Armada, El-Rei e ZP, conluiados, idearam a entrega do «mega buque Juan Carlos I» justo no seguinte dia da greve, Quinta-Feira, 30 de Setembro, entrega presidida por El-Rei e a Ministra da Defesa, para que os média publiquem em destaque os previsíveis AMEAÇADORES DISCURSOS franquistas da cerimónia, justo em 1 de Outubro, «Dia del Caudillo»: a comemoração do genocídio franquista não podia ter melhor tripé, Armada-El-Rei-ZP, nem melhor data, nem melhor contido contra a luta do operariado, a cidadania, os povos e as nações sob o jugo monárquico SSpanhol.
As monas monárquicas como Irisárri e Bono só pensam em «rojiwaldo» e são capazes de tudo como o mandador da fragata Mendez Nuñez, Manuel Roma Santa, vaticanista até no apelido, que em 18 de Julho de 2010, a comemorar o golpe franquista, proclamou estar «disposto a entregar a vida [MATAR] pelo que a «rojiwalda» representa»: o genocídio franquista, a derrocada da República para extermínio do republicano, do federalista e do socialista. Ressuscitam as múmias do genocídio contra «o inimigo interior e o inimigo exterior», Barrio Nuevo e Solana e não é possível não pensar em cuidar-se da guerra SUJA interior e a guerra SUJA exterior para a que a força operativa EUROFOR dou mando a um «lejia» da «nobre casa» Diaz del Rio, Condes da Malata e Duques de Mandiá, sempre por conta das classes trabalhadoras galegas: parasita nobreza!
Parasita nobreza e assassina, genocída, encabeçada por El-Rei, sempre, durante gerações, ocupando os postos militares de mais poder nomeadamente na Armada, herdeiros da ideologia e os crimes mais abjetos, sempre impunes, sempre ocultados, sempre proclamando os seus «ideais» genocídas contra o povo trabalhador: essa nobreza continua a dia de hoje mandando as principais unidades de combate da Armada, vasos de guerra construídos pelo operariado galego cujos canhões apontam contra ele nas racistas cabeças da nobreza que os dirige, estimulados e alentados pelo feminismo franquista da Ministra da Defesa, às suas ordens e às ordens do Imperialismo genocída, da NATO encabeçada pelos EUA cujo presidente, Obama, felicita o narcotráfico de Estado em Colômbia por assassinar Briceño, émulo do Che e dirigente das FARC, o «Mono Jojoy», comparando-o com Bin Laden. Nós achamos que os parabéns tinham lhe ser dados a ele, ao Conselheiro de Interior Vasco, Sr. Ares, ao Pentágono, à NASA e aos ministros da NATO que, por acaso, estiveram reunidos durante dois dias em Bruxelas, coincidindo com os ataques de uma sofisticada e numerosa frota de aviões com «bombas inteligentes» porventura de cabeça nuclear que perfura muito. Muito perfurada ficou a propaganda do PP que ia juntar 12.000 em Silheda; menos da metade, 5.000, juntaram para se dar ânimos e proclamar o intuito de FRAUDE ELEITORAL nos 315 concelhos em que o império SSpanhol divide a Galiza até ao infinito para melhor a domar e castrar, espoliar, explorar, oprimir, segregar e mesmo a eliminar fisicamente a nome de El-Rei.
Amanhã, dia 30, a luta continua contra El-Rei, temos que tomar iniciativas para rejeitar a sua presença em Ferrol, presença que teimam em nos impor os ZPPeiros, os do VILpartidismo defensores da monarquia, do Papa das Juventudes Hitlerianas no Vaticano e do ladrão capitalista, inimigos do Republicanismo, do Federalismo e do Socialismo. Contra El-Rei, tudo.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CONTRA EL-REI GREVE GERAL INSURRECIONAL

ZP foi se prostrar aos pés de Wall Street choramingando lamentações e a bater contra o «Wall» a cabeça, pensando como impor a CANALHADA da Reforma Laboral e outras leis franquistas ao proletariado, a cidadania, os povos e as nações subjugadas pela monarquia espanhola encabeçada por um ESTRANGEIRO de guilhotinada origem francesa, João Carlos de Bourbon e Bourbon, patético remedo do malvado Fernando VII, assassino de Riego, de Porlier e do Republicanismo, Federalismo e Socialismo, conluiado com as testas coroadas europeias e com a irmãzinha Carlota, rainha de Portugal para extermínio do povo português. Pensando como derrotar os efeitos da greve geral do dia 29, «o que fazer o dia depois», Armada, El-Rei e ZP, conluiados, idearam a entrega do «mega buque Juan Carlos I» justo no seguinte dia da greve, Quinta-Feira, 30 de Setembro, entrega presidida por El-Rei e a Ministra da Defesa, para que os média publiquem em destaque os previsíveis AMEAÇADORES DISCURSOS franquistas da cerimónia, justo em 1 de Outubro, «Dia del Caudilho»: a comemoração do genocídio franquista não podia ter melhor tripé, Armada-El-Rei-ZP, nem melhor data, nem melhor contido contra a luta do operariadado, a cidadania, os povos e as nações sob o jugo monárquico SSpanhol.
As monas monárquicas como Irisárri e Bono só pensam em «rojiwaldo» e são capazes de tudo como o mandador da fragata Mendez Nuñez, Manuel Roma Santa, vaticanista até no apelido, que em 18 de Julho de 2010, a comemorar o golpe franquista, proclamou estar «disposto a entregar a vida [MATAR] pelo que a «rojiwalda» representa»: o genocídio franquista, a derrocada da República para extermínio do republicano, do federalista e do socialista. Ressuscitam as múmias do genocídio contra «o inimigo interior e o inimigo exterior», Barrio Nuevo e Solana e não é possível não pensar em cuidar-se da guerra SUJA interior e a guerra SUJA exterior para a que a força operativa EUROFOR dou mando a um «lejia» da «nobre casa» Diaz del Rio, Condes da Malata e Duques de Mandiá, sempre por conta das classes trabalhadoras galegas: parasita nobreza!
Parasita nobreza e assassina, genocída, encabeçada por El-Rei, sempre, durante gerações, ocupando os postos militares de mais poder nomeadamente na Armada, herdeiros da ideologia e os crimes mais abjetos, sempre impunes, sempre ocultados, sempre proclamando os seus «ideais» genocídas contra o povo trabalhador: essa nobreza continua a dia de hoje mandando as principais unidades de combate da Armada, vasos de guerra construídos pelo operariado galego cujos canhões apontam contra ele nas racistas cabeças da nobreza que os dirige, estimulados e alentados pelo feminismo franquista da Ministra da Defesa, às suas ordens e às ordens do Imperialismo genocída, da NATO encabeçada pelos EUA cujo presidente, Obama, felicita o narcotráfico de Estado em Colômbia por assassinar Briceño, émulo do Che e dirigente das FARC, o «Mono Jojoy», comparando-o com Bin Laden. Nós achamos que os parabéns tinham lhe ser dados a ele, ao Pentágono, à NASA e aos ministros da NATO que, por acaso, estiveram reunidos durante dois dias em Bruxelas, coincidindo com os ataques de uma sofisticada e numerosa frota de aviões com «bombas inteligentes» porventura de cabeça nuclear que perfura muito. Muito perfurada ficou a propaganda do PP que ia juntar 12.000 em Silheda; menos da metade, 5.000, juntaram para se dar ânimos e proclamar o intuito de FRAUDE ELEITORAL nos 315 concelhos em que o império SSpanhol divide a Galiza até ao infinito para melhor a domar e espoliar, explorar, oprimir, segregar e mesmo a eliminar fisicamente.
Greve geral INSURRECIONAL? Com certeza, para que? Para a República Federativa da Galiza e Portugal ser proclamada. Para a derrocada de El-Rei da Espanha apelamos a tomar iniciativas em dia 30. Em 29, INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 27 de Setembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CONTRA O RACISMO SSPANHOL, INSURREIÇÃO

Porque o Reino da Espanha é um reino de contumazes RACISTAS, criminosos e IMPUNES, «inasequibles al desaliento», RACISTAS assanhados contra o galego na sua condição, não como indivíduo mas como etnia, como nação. Onde reina uma informação e educação que institui a SUPERIORIDADE da raça ÁRIA espanhola sobre a galega que é inferior e não boa. Onde as autoridades tomam medidas e promulgam leis para introduzir o racismo nas escolas e na sociedade. Onde a institucionalização do racismo produz a discriminação da inferior raça galega na educação, no transporte, no emprego e não apenas. Onde o racismo é ENDÉMICO, um andaço. Onde impera a doutrina que propugna a superioridade da raça ÁRIA espanhola para justificar a espoliação, a exploração, a opressão, a segregação e mesmo a destruição física da raça ou nação galega, considerada inferior.
O racismo nazi alemão contra os gitanos, polacos, soviéticos, judeus e outros povos ou raças produziu massacres e genocídios todavia hoje historicamente sem determinar com rigor. O racismo nazi francês de Sarkozy expulsa os gitanos e outros pobres; a UE, através da Comissária, reage de IMEDIATO comparando com o acontecido durante a II Guerra Mundial; ZP defende o nazi Sarkozy, UNIDOS contra as iniciativas políticas de ETA que os coloca à defensiva; Ban Ki Moon improvisa-lhes uma cimeira da ONU para, UNIDOS, recuperarem a iniciativa com o da «taxa bancária». No meio de tanta «léria», o presidente da pertinente Comissão, o canário Aguilar que integrara o governo de ZP, DESAUTORIZA-O na TV com o de «Sarkozy expulsa ciganos não como indivíduos mas como etnia» e no meio de tanta «léria» a questão não cessa nos média.
E a pergunta surde de imediato: viram, ouviram os protestos de alguém aquando o Juan Rã Lucas nos insultou em RNE, não como indivíduos mas como povo em LUTA contra o fascismo ou Gabilondo e a sua Rosa do Parlamento espanhol pejoraram contra a nação galega numa prodigiosa AUDIÊNCIA ou o president Montilha que nos atribui a nós, não como indivíduos mas como nação, o que ele e os do VILpartidismo e não apenas são: hipócritas, arteiros, falsos, fingidores, beatos, cínicos, camaleões, desleais, farisaicos, jacobeus, jesuítas, loiolas, santarrões, mentirosos, mendazes, velhacos, múmias, tartufos, fantasmas, impostores, postiços, enganadores, adulterados, aleivosos, pérfidos, dissimuladores, traiçoeiros, traidores, trapalheiros, POLÍTICOS PATRANHEIROS.
Nem o Parlamento galego, onde têm maioria os maiores RACISTAS, os da «trama Feijó», nem o Parlament, nem o Parlamento espanhol, nem o Parlamento Europeu debaterão e resolverão no nosso favor contra o RACISMO SSpanhol porque desde Bruxelas até Compostela passando por Madrid, Barcelona, Bilbo OBTÊM LUCROS a conta do RACISMO dos espanhóis cuja superioridade justifica a espoliação, exploração, opressão, segregação e mesmo eliminação física dos galegos considerados inferiores, a Galiza portuguesa. Comparem com os sentimentos e as ideias que inspiraram os congressos da União Operária Gallaico Portuguesa: «manifestação de uma só raça [ou nação], duma só classe, pois que para os trabalhadores não há fronteiras», (Henrique Botana, União de Tipógrafos de Vigo, em 1902 em Viana do Castelo).
E nessa condição de inferioridade mergulha o Fiscal Carlitos para negar sem investigar a existência da «trama incendiária» porque pressupõe que um ser inferior só pode ser IMBECIL, ou o Roberto Castro que no Parlamento galego responde que não sabe quanto é que vai custar a imposição da visita do Papa [organizemos manifestação em Compostela em 6 de Novembro] porque pressupõe que a «imbecilidade galega» não reparará em que a sua fingida ignorância servirá para ROUBAR mais dinheiro que financie as «tramas incendiárias» ou as «equipas de organização e transporte» para a FRAUDE nas eleições municipais e nas que vai ganhar a cabra do Miranda e o «castrão» da Legião ou pagar mercenários dirigidos por Charlin e o seu libertador para a guerra SUJA e a guerra PSICOLÓGICA de Pardo Zancada contra a raça a inferior para a encher de terror e que vote «conservador»; tudo sem que o Fiscal Carlinhos queira investigar se todas as «tramas» são uma e a mesma financiada e ao serviço das vitórias eleitorais do RACISMO SSpanhol organizado no PP porque se o Carolo quiser, só os informes do Conselho de Contas chegariam para o ilegalizar para além de emergir a estrutura humana que integra o Klu Klux Klan monárquico SSpanhol que incendia, rouba e assassina a nome de Deus. Greve geral INSURRECIONAL? Com certeza, para que? Para a derrocada do Klu Klux Klan monárquico SSpanhol e o seu chefe. Em dia 29, INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Sexta-Feira, 24 de Setembro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL