domingo, 2 de outubro de 2011

IMPORTÂNCIA E RANGO DA GALIZA EM LUTA (distribuídas 500 folhas às 5h30 da Segunda-Feira, 26 de Setembro de 2011 na porta da Bazan, rua Taxonera)

Obama sionismo brama para vetar a Palestina no mundo como veta ASTANO (e LISNAVE) no planeta ajudado de partidos, sindicatos e sindicalistas UNÂNIMES em negar, ocultar, CENSURAR às VÍTIMAS do Decreto de Reconversão Naval dado por El-Rei e Felipe González. Decreto com resultado de mortes que junto com as produzidas pelo amianto haverá que aos culpáveis julgar e condenar algum dia.
Israel arrecada os impostos aos palestinianos na Cisjordânia para depois lhos tornar-ROUBAR. O Reino da Espanha arrecada os impostos aos galegos na Galiza para depois lhos tornar-ESPOLIAR. Os partidos, sindicatos e sindicalistas UNANIMEMENTE CONSENTEM e não reivindicam que nos devolvam a espoliação desta PRODIGIOSA década, 40.000 M€ dos impostos que pagamos, para FINANCIAMENTO de um Plano de Desenvolvimento da Zona Deprimida da Comarca de Ferrol baseado em recuperar ASTANO PARA CONSTRUIR BARCOS. Com os 40.000 M€ que pagáramos e nos ROUBARAM, criaríamos na Galiza 700.000 postos de trabalho, acabaríamos com o desemprego, com a emigração e duplicaríamos a população galega, SEIS MILHÕES de habitantes que postos a produzir «diques flotantes», meios de elevação, motores, válvulas, telecomunicações, UNIVERSIDADES, etc. MULTIPLICARIAM a riqueza e a DEMOCRACIA na Galiza para a sua SOBERANIA ser um facto em UNIÃO com Portugal.
Os partidos, sindicatos e sindicalistas UNÂNIMES defendem em Vigo financiamento PÚBLICO para estaleiros navais PRIVADOS em falência porque os González Vinhas e Cia. ROUBAM com o tax lease, Agrupações de Interesse Económico e/ou outros truques dos charlatães da burla. E juntam as raposas com as galinhas a se manifestarem pelas ruas de Vigo.
Os partidos, sindicatos e sindicalistas UNÂNIMES em Ferrol NÃO defendem financiamento PÚBLICO para estaleiros navais PÚBLICOS (ASTANO) FECHADOS porque durante décadas foram agentes ativos ou passivos em favor desta PROIBIÇÃO à Galiza, a ASTANO DE CONSTRUIR BARCOS que serviu para que os construísse a Coreia do Sul, sempre MENTINDO, sempre DIVIDINDO, sempre INOCULANDO PESSIMISMO E RESIGNAÇÃO no operariado e na Galiza, nunca lhe dizendo a VERDADE ao operariado do Setor Naval: que SÓ O FINANCIAMENTO GOVERNAMENTAL, mesmo INTERNACIONAL (FMI), de planos a cinco, dez, vinte anos vista, permitiu à Coreia do Sul, junto com a DECISIVA PROIBIÇÃO DE ASTANO-LISNAVE CONSTRUIR BARCOS, chegar a onde chegou em cerca de três décadas. E continuam a MENTIR-DIVIDIR-RESIGNAR-PESSIMISMAR como Manuel Mera que publica desde Vigo na web da CIG, alegrando-se mesmo que o 35 % da produção mundial seja para a China como se isto não fosse mais um efeito, uma continuação da PROIBIÇÃO DE ASTANO CONSTRUIR BARCOS e da DECISÃO POLÍTICA DE FINANCIAMENTO GOVERNAMENTAL-INTERNACIONAL de planos a cinco, dez, vinte anos vista na Coreia do Sul. Os estaleiros navais deste país (junto com a Holanda e supomos que mais países) levam uns anos a promover estaleiros navais na China, no Viet Nam, na Roménia, SEMPRE CONTRA NÓS, para manter per ommia secula seculorum a PROIBIÇÃO DE ASTANO CONSTRUIR BARCOS.
E o alegre Mera, o combativo Feijó e os UNÂNIMES aduzem, como levam décadas fazendo, que é pelo da «mão-de-obra MUITO MAIS BARATA» do que a nossa (querem reduzir-nos mais o salário) sempre MENTINDO, sempre DIVIDINDO, sempre RESIGNANDO, sempre PESSIMISMO, sempre OCULTANDO A DECISÃO POLÍTICA DE FINANCIAMENTO GOVERNAMENTAL-INTERNACIONAL de planos a cinco, dez, vinte anos vista que lhes dava amparo para em baixando os preços dos barcos («concorrência desleal») e a hegemonizar o mercado mundial, ACABAR CONNOSCO, ACABAR COM ASTANO, ACABAR COM LISNAVE, ACABAR COM A GALIZA, EVITAR A SUA UNIÃO COM PORTUGAL. Eis a importância e o RANGO da nossa luta, da luta do povo galego; importância e rango exprimido através do tratamento da luta do professorado galego cuja mobilização na Quarta-Feira, dia 21, a TVG no telejornal das 14h30 manipulou NEGATIVAMENTE até a inaudita CENSURA e a TVE no «telediário» das 15h00 informou realçando e repetindo imagens da manifestação GALEGA do professorado, imagens marcantes da sua importância e rango, questão que fez perder o controlo ao RACISMO FRANQUISTA do Conselho de Administração da RTVE pretendendo EVITAR que a Galiza seja notícia nos média estatais INSTITUINDO COMO NO FRANQUISMO A CENSURA PRÉVIA. Rectificar é de sábios, disseram todos e nós dizemos RECTIFICAR é a Galiza, UNIDOS Ferrol com Vigo, o operariado unido, o ensino com a saúde, o povo galego UNIDO, acabar o RACISMO COLONIAL FRANQUISTA com a Assembleia Nacional da Galiza a meio da INSURREIÇÃO.
Enfrente de ASTANO, Segunda-Feira, 26 de Setembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

ACAMPAMENTO ASTANO CONSTRUIR BARCOS (distribuídas 500 folhas na assembleia do Economato na porta de ASTANO às 11h00 da Sexta-Feira, 16 Setembro 2011)

Levamos acampados desde o 28 de Julho para reivindicarmos um ASTANO como o de antes do Decreto de Reconversão Naval de El-Rei Juan Carlos I e Felipe González. RECUPERARMOS ASTANO É O QUE QUEREMOS:
1. Onde todas as pessoas DESPEDIDAS pelo Real Decreto 27/84 recuperem o direito a serem READMITIDAS.
2. Com mais de seis mil empregos sem contarmos as Companhias Auxiliares.
3. Com contratação e construção de transporte marítimo sem limitação nenhuma.
4. Com financiamento e capitalização PÚBLICA.
5. Com os meios tecnológicos mais modernos, diques frotantes, meios de elevação, etc. como os estaleiros navais da Coreia do Sul e a Holanda, por destacar dois exemplos.
6. Com a direção e o concurso do operariado para definir e controlar a política comercial e financeira, cooperativizando o estaleiro naval de propriedade PÚBLICA E GALEGA.
7. Com as indústrias necessárias como fabrico de motores, válvulas, siderurgia, telecomunicações.
8. Com a pertinente INVESTIGAÇÃO que melhore e abarate a propulsão, os materiais e a construção dos barcos.
9. Com uma UNIVERSIDADE de alta qualidade que garanta resultados eficazes na investigação.
10. Tudo fazendo parte de um Plano de Desenvolvimento da Zona Deprimida de Ferrol e Comarca a cinco ou dez anos vista conforme as competências que o Estatuto de Autonomia outorga ao Sr. Feijó, o seu governo e a Junta da Galiza.
Os tempos são chegados, acampa, monta a tua tenda, participa, discute, debate, difunde, espalha, organiza, ajuda as pessoas acampadas, TODAS AS INICIATIVAS SÃO BOAS, apelamos particularmente à juventude desempregada e as mulheres para participarem.
Em Fene, Sexta-Feira, 16 de Setembro de 2011
MANUEL LOPES ZEBRAL, desempregado, despedido de ASTANO por El-Rei e Felipe González.

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, PEREMPTÓRIA (distribuídas 1000 folhas às 18h00 do Sábado, 17 de Setembro de 2011, na concentração de BNG em Compostela)

A Assembleia Nacional da Galiza é mais necessária e urgente que nunca porque os ataques contra a Galiza, contra o povo galego, são mais intensos e repetidos que nunca, visando a nos eliminar como país, como nação, visando a eliminar a nossa IDENTIDADE para melhor e mais nos ESPOLIAR E ROUBAR.
A Assembleia Nacional da Galiza é a UNIÃO DO POVO GALEGO porque é um ponto de encontro para pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém. Eis onde reside a UNIDADE: um ponto de encontro para falar, acordar e agir na defesa do povo galego, na defesa da Galiza, na defesa dos nossos interesses nacionais. A Galiza está a ser atacada NACIONALMENTE, a sua defesa portanto tem de ser NACIONAL, a sua defesa portanto tem de ser a meio da Assembleia Nacional da Galiza.
A defesa da Galiza não pode ser em lutas inconexas e divididas até ao infinito porque isso é o nosso aniquilamento, a nossa derrota, a derrota do povo galego e o seu submetimento colonial. Não pode ser lutar o operariado do Setor Naval de Vigo, SIM, e o de Ferrol, NÃO; a luta é a de todo o operariado do Setor Naval Galego UNIDO seja de Vigo, Ferrol, A Crunha, Marim, Ribadeu, Burela, etc. Ou pensamos, organizamos e lutamos em dimensão NACIONAL ou estamos perdidos.
A defesa da Galiza não pode ser feita lutando o professorado por uma parte e os trabalhadores e as trabalhadoras da saúde pela outra. Têm que lutar UNIDOS, e UNIDOS com o operariado e o operariado UNIDO seja do Setor Naval ou Nabal e em termos de país, lutando o POVO GALEGO UNIDO na Assembleia Nacional da Galiza.
E a Assembleia Nacional da Galiza é DEMOCRACIA para o povo galego porque é um ponto de encontro onde pessoas, entidades e instituições têm VOZ E VOTO por igual, com o mesmo valor, sem excluir ninguém; é DEMOCRACIA para o povo galego porque se organiza horizontalmente, em comissões de trabalho que informam à Assembleia Nacional da Galiza para esta decidir o que cumpre fazer ou não fazer, sem protagonismos, dirigismos, hierarquias e/ou manipulações.
A Assembleia Nacional da Galiza é DEMOCRACIA porque é LIVRE DETERMINAÇÃO DO POVO GALEGO UNIDO em qualquer dimensão: económica, financeira, territorial (UNIDADE COM PORTUGAL), espaço aéreo, águas territoriais, etc. porque o POVO GALEGO UNIDO TEM SOBERANIA em todo o relativo as funções dum Estado, portanto a Assembleia Nacional da Galiza é a melhor arma para acabar com a PROCLAMADA, PROPAGANDEADA, PUBLICITADA, PREVISTA E ANUNCIADA FRAUDE ELEITORAL DO PP EM 20 DE NOVEMBRO CUJA MAIORIA ABSOLUTA chegará não aos 3/5, ultrapassará os 2/3 e «LEGAL E DEMOCRATICAMENTE» reformará a Constituição espanhola para restaurar o FRANQUISMO (Restauração). Para essa macro-operação, o PP a dia de hoje tem acumuladas IMENSAS RESERVAS FINANCEIRAS ROUBADAS DO DINHEIRO PÚBLICO COM A ESCUSA DA AUSTERIDADE. Com essas IMENSAS RESERVAS FINANCEIRAS PAGARÁ, ESTÁ A PAGAR, UM IMENSO EXÉRCITO ELEITORAL cuja eficacia ficou demonstrada na Galiza com a FRAUDULENTA VITÓRIA de Feijó que TUDO FAZ PARA ACABAR CONNOSCO porque não temos Assembleia Nacional da Galiza. Eis o diagnóstico que não quer entender a dirigência do BNG e não apenas que sacrificam a UNIÃO DO POVO GALEGO em favor dos seus miseráveis e mesquinhos interesses eleitorais, aliás, COMPLETAMENTE INUTÉIS para arranjar NADA QUE SIGNIFIQUE LIBERDADE, DEMOCRACIA E PROGRESSO DO POVO GALEGO, ou dito com mais rigor, UTÉIS ao inimigo pela sua CONTUMACE NEGATIVA A UNIR O POVO GALEGO NA ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA: com ela derrotaremos em 20 de Novembro a ANUNCIADA FRAUDE ELEITORAL DO PP e com ela será a GALIZA LIVRE A MEIO DA INSURREIÇÃO.

Enfrente de ASTANO, Sábado, 17 de Setembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

INEXORÁVEL SOCIALISMO (distribuídas 500 folhas às 5h30 da Sexta-Feira, 2 de Setembro de 2011 na porta da Bazan da rua Taxonera)

Depois da Segunda Guerra Mundial os Estados Unidos fizeram na Guatemala os mesmos experimentos com cobaias humanas que os nazis encabeçados por Mengele, julgados e condenados pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga pelo crime de planejar a GUERRA, crimes contra a PAZ, crimes de GUERRA e crimes contra a Humanidade. Não todos os nazis foram julgados e condenados porque os EUA para DOMINAR O MUNDO precisavam dos seus conhecimentos científicos e sobretudo dos seus serviços como os do genocída nazi IMPUNE Arthur Rudolph, o papá do programa Saturno da NASA e das suas «conquistas» espaciais.
Agora os tempos estão INVERTIDOS, o narcotraficante colombiano Sr. Ocampo desde o Tribunal Internacional de A Haia não vai julgar e condenar os nazis que planejam a guerra, cometem crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a Humanidade: não vai julgar e condenar os Rasmussen, Sarkozy, Cameron, HITLERy Clinton-John Negroponte, o puteiro Berlusconi, etc. Agora julga-se e assassina-se AS VÍTIMAS dos ataques, invasões e ocupações dos nazis da NATO e/ou outras entidades cujos objetivos são ASSASSINAR E ROUBAR, petróleo dentre outras riquezas, às VÍTIMAS como Ceaucescu, Milosevic, Saddam Hussein e, neste momento, Khadafi que encabeçou uma revolução contra os abutres imperialistas dos EUA, a Grã-Bretanha e a Itália a ocuparem e espoliarem o seu país e o seu povo.
Tinha razão o camarada Estaline aquando definiu como uma das principais contradições universais a existente entre o SOCIALISMO E O CAPITALISMO, entre as forças do socialismo e as forças do capitalismo e tinha razão o Che Guevara aquando lhes espetou na ONU aos bandidos capitalistas que a LUTA ERA A MORTE como estamos a ver desde há umas décadas onde as honestas e combativas forças do socialismo derrotadas são massacradas e substituídas por narcotraficantes e delinquentes que se erigem em Estado, organizadas, financiadas, armadas e treinadas pelas forças do capitalismo, como no caso kosovar e agora o Conselho Nacional de Transição líbio cujo objetivo fulcral é ORGANIZAR sobre 50.000 cadáveres o reparto da carniça do botim da Líbia, do petróleo, entre os abutres que se reúnem em Paris encabeçados por Sarkozy para além de ameaçar e amedrontar Argélia e outros países da zona.
Tudo está a por de relevo que o Pacto de Varsóvia, o COMECON e outras instituições SOCIALISTAS DE UNIÃO E SOLIDARIEDADE PROLETÁRIA foram de pura e dura necessidade de se defenderem da NATO e da ESPOLIAÇÃO imperialista e colonialista do CAPITALISMO encabeçado pelos EUA a utilizar antes e agora A METODOLOGIA hitleriana muito melhorada para DOMINAR O MUNDO, para derrotar o comunismo, para mais mil anos de capitalismo. Capitalismo URGIDO pelos avanços do SOCIALISMO durante o último século (dentro de seis anos cumprir-se-ão cem anos da Revolução Soviética) embora o recuar das forças do socialismo e as aparentes vitórias do capitalismo. Os integrantes do mundial Estado-Maior do Capitalismo são sabedores da importância da Ciência de Marx e estão a aplica-la com sucesso contra a Humanidade e o Socialismo nomeadamente o princípio de que a «VIOLÊNCIA é em por si uma POTÊNCIA ECONÓMICA» enchendo o mundo de GUERRAS sem fim que não têm mais objetivo do que o LUCRO. E o maior LUCRO, lembrem, é o de uma GUERRA MUNDIAL NUCLEAR; e mais talhada tirariam de ESMAGAR a Rússia ou a China do que da Líbia, não esqueçam Richard Perle (...)
Tanto a Ciência Económica de Marx para o Capitalismo como a Ciência de Lenine para o Socialismo -que já previra períodos de recuamento- são IMPRESCINDÍVEIS hoje para o INDISPENSÁVEL, INEXORÁVEL SOCIALISMO que alcançaremos o proletariado, os povos e as nações, a Humanidade, a meio da INSURREIÇÃO.

Enfrente de ASTANO, Sexta-Feira, 2 de Setembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O VILPARTIDISMO GOLPISTA CONTRA A DEMOCRACIA (distribuídas 500 folhas às 5h20-6h50, 3ª F, 30/08/2011 na porta da Bazan rua Taxonera)

O vilpartidismo é CONSPIRADOR contra a democracia, SABOTADOR da democracia e GOLPISTA contra a democracia. Isso é o que são PP-PSOE e levam muitos mais de trinta anos mostrando-o e demonstrando-o (e não os ÚNICOS). São conspiradores, sabotadores e golpistas contra a democracia particularmente contra a democracia proletária, a democracia económica. Daí a «congelação» -redução salarial até ao 2014 e «congelar» -suspender parte de uma lei para EVITAR contratos fixos. É um «saco-sem-fundo» de ataques contra o operariado, as classes trabalhadoras e PRINCIPALMENTE CONTRA A LIBERDADE NACIONAL. Da GALIZA em primeiro lugar – pelo facto da existência da República portuguesa – das Canárias, de Euskal Herria, da Catalunha. Daí o primeiro dever ou mandamento: AMARÁS @S GALEG@S SOBRE TODAS AS COUSAS. Mensagem para próprios e alheios que não querem entender instalados no RACISMO espanhol, na PATRANHA secular da Espanha que serve para CENSURAR-NEGAR à Galiza e ESPOLIAR tudo quanto ela pode dar, quanta RIQUEZA pode criar a meio do trabalho; e da ESPOLIAÇÃO participam ou se beneficiam os outros povos submetidos ao Reino da Espanha, Madrid (come-tudo), a Catalunha (Gás Natural-Fenosa) e Euskal Herria (Iberdrola), dos quais povos esperamos curem arroalho colonizador e racista, defendendo os seus proletariados a LIBERDADE NACIONAL DA GALIZA EM PRIMEIRO LUGAR.
Mudar a Constituição espanhola servirá para ATACAR a Constituição da Galiza Sul, saída da Revolução dos Cravos, REVOLUCIONÁRIA portanto; tanto que o NAZISMO Merkel-Sarkozy-UE na sua «GUERRA RELÂMPAGO» contra os povos e a Humanidade quer acabar; como os EUA com a sua GUERRA GEOFÍSICA acabaram com o Japão, DESTRUINDO-O para se LUCRAR RECONSTRUINDO-O, Gates dixit!
O vilpartidismo conspirador, sabotador e golpista quer, como Franco, ACABAR com o «separatismo rojo e maçom», reformar a Constituição para eliminar a categoria de NACIONALIDADE outorgada à Galiza, por exemplo; e com os seus aliados acabar com o artigo 7.3 da Constituição portuguesa (ZP-Passos Coelho, 4ª F): «Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão». Eis é onde se resume o alvo da GUERRA MUNDIAL DOS CAPITALISTAS contra o proletariado, os povos e as nações: ACABAR COM A DEMOCRACIA, com os direitos conquistados pelas lutas do proletariado mundial (quer queira o «Doutorão» José M. Nunes Seixas quer não, desde a Revolução Francesa passando pela Soviética com Estaline, a da Líbia de Khadafi e/ou outras que o «cabecita» John Negroponte quer derrocar com HITLERy Clinton), direitos reconhecidos nas constituições nacionais e nas leis universais que a ONU VIOLA uma e outra vez como estamos a ver na Líbia e não apenas sem as forças armadas russo-chinesas velar pelo seu cumprimento.
O vilpartidismo conspirador, sabotador e golpista contra a democracia operária, a democracia ECONÓMICA, conta com um IMPRESCINDÍVEL aliado, o lugar-tenente da classe capitalista personificado em o Tojo e o Mendez, cujo labor desde antes da Reconversão de ASTANO foi AJUDAR a aumentar o número de pessoas desempregadas, em precariedade, em pobreza absoluta, sem salário, sem vivenda, sem alimentos, sem roupa, sem atenção sanitária, sem ensino (centos de milhares na Galiza e milhões no Reino da Espanha), ajudar a reduzir os salários, a reduzir o poder de compra, etc. Perante um quadro como este, acrescentado no nosso contexto da comarca de Ferrol e a Galiza com a NEGATIVA DA CIG-BNG A UNIR A CLASSE OPERÁRIA E O POVO GALEGO E À SUA MOBILIZAÇÃO NA ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA não temos outro REMÉDIO (o melhor remédio) que UNIR A CLASSE (empregados ou não, filiados ou não) a meio de assembleias dentro e fora dos centros de trabalho, de quantos mais centros de trabalho, melhor, que elaborem tabelas reivindicativas com o mais comum (aumentos linhais de salários, baixada dos preços, ASTANO CONSTRUIR BARCOS, contra os despedimentos, EREs, etc. para os trabalhadores ficarem com as empresas em falência em cooperativas com financiamento público da Junta da Galiza, do governo espanhol, da UE, construindo o honesto e combativo socialismo; assembleias de mulheres operárias, assembleias de mulheres desempregadas, defesa do PÚBLICO contra o PRIVADO, etc.)
O primeiro que nos tem de INDIGNAR é a falta de LIBERDADE NACIONAL: da Galiza em primeiro lugar e uma FRONTE POPULAR que reconheça e defenda o direito dos povos à autodeterminação e independência pode acabar eleitoralmente com o VILPARTIDISMO se a UNIÃO do povo galego na Assembleia Nacional da Galiza exercer o seu direito E DEVER À INSURREIÇÃO.

Enfrente de ASTANO, Terça-Feira, 30 de Agosto de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

DEFENDAMOS ASTANO CONSTRUIR BARCOS (distribuídas 500 folhas ás 5h30-6h50 da 6ª F, 26 de Agosto de 2011 na porta da Bazan rua Taxonera)

O ataque, invasão e ocupação da juventude hitleriana internacional encabeçada pelo Papa e Rouco Varela com o apoio incondicional da família real, governo, oposição e outras ervas coloca duas questões de muito relevo, uma: a necessidade da UNIÃO, da SOLIDARIEDADE contra tão brutal, aberta, reacionária e violenta IMPOSIÇÃO; a outra que cumpre muito REALÇAR é a grão derrota que o hitlerianismo Vaticano e a Companha Santa sofreram na Galiza: DESOLADA Compostela! Cumpre realçá-la com são orgulho face SILENCIADORES RACISTAS do nosso alegado campo. Consagrar a Constituição espanhola determinar o DÉFICE estadual teve para o golpista ZP consequências tão intensas como para ameaçar com a excomunhão os hereges rebeldes do seu próprio partido que começa a se parecer à UCD antes do 23-F.
As MENTIRAS de Londres, Paris, Washington e Madrid relativas à queda de Trípoli e a detenção dos filhos de Khadafi têm causa em que eles e a NATO apoiam, financiam, armam, treinam e combatem com grupos de delinquentes, narcotraficantes, mercenários para impor na Líbia uma monarquia petroleira-narcotraficante a controlar o Mediterrâneo, modelo Kosovar: Monarquia Burguesa Capitalista para MATAR República Popular Socialista da Líbia. Nós reiteramos a urgência da SOLIDARIEDADE incondicional com a Líbia de Khadafi focada no combate à NATO, SOLIDARIEDADE com a Síria, com Argélia (...)
Hoje, associações da Coreia do Sul reconhecem à China como líder do mercado mundial de contratação e construção naval embora se reservem para si o «número um» em bilhões (norte-americanos) de dólares. O que parece certo é que a política dos que regem os grandes grupos Hyundai-Daewoo-Samsung de se instalar na China, Viet Nam, na Roménia já dou os resultados que procuravam; acrescentemos o Reino da Holanda e teremos muita mais VERDADE do que toda a de La Voz de Galicia.
Quanto a resultados o que não muda é o CRIME DE LESA HUMANIDADE da UE, governo do Reino e galego contra a Galiza por lhe PROIBIR rigorosamente a ASTANO durante mais de um quarto de século a contratação e construção de transporte marítimo num contexto mundial atual de grande procura dos piratas capitalistas. Querem um outro quarto de século de PROIBIÇÃO.
Quanto à defesa de justiça para a Galiza, o que não muda é o CRIME DE LESA PÁTRIA de sindicatos CCOO-UGT-CIG, do BNG e outras ervas que mobilizaram em Vigo RAPOSAS E GALINHAS juntas para reivindicarem mais uma PATRANHA contra o proletariado, o setor naval e a Galiza. Estão a reivindicar financiamento público para estaleiros navais PRIVADOS nomeadamente Barreras, outrora público, e a tomar iniciativas institucionais, caso Ana Miranda (BNG) no Parlamento Europeu em defesa do «Setor Naval Galego»: eis a imensa e grossa PATRANHA, o «Setor Naval Galego» para Ana Miranda é Barreras e os da Ria de Vigo, NÃO ASTANO, os da Ria de Ferrol, os de Burela, A Crunha, etc. Ana Miranda, o BNG, a CIG, etc. MENTEM ao afirmarem a defesa do «Setor Naval Galego» cingindo-se a Barreras e os da Ria de Vigo. Reivindicam Barreras e Vigo para desviar a atenção do operariado e a opinião pública galega relativamente à PROIBIÇÃO de ASTANO. O operariado e a opinião pública galega são UNÂNIMES EM ASTANO CONSTRUIR BARCOS. Dividem o proletariado do Setor Naval Galego (Ferrol-Vigo-A Crunha-Marim-Burela, etc.) Negam-se a UNIR um proletariado massacrado, sacrificado pelas políticas dos piratas capitalistas, os seus governos e as suas instituições internacionais como o FMI, OCDE, etc. Tudo fazem para um outro quarto de século de PROIBIÇÃO.
Numa palavra, para CIG-BNG e outras ervas, em termos de defesa do Setor Naval Galego, Vigo SIM-Ferrol NÃO-Galiza NÃO; e nós que levamos uns anos defendendo a UNIÃO do proletariado (e do povo galego) nomeadamente o dos estaleiros navais, desta feita rebelamo-nos contra o que consideramos mais um CRIME contra a defesa do Setor Naval Galego, contra a defesa de ASTANO CONSTRUIR BARCOS e decidimos «EM SOLITÁRIO» chantar uma tenda de campanha enfrente de ASTANO, em São Valentim, em 28 de Julho sob a palavra de ordem «ACAMPAMENTO ASTANO CONSTRUIR BARCOS». Reivindicarmos isto mais uma vez teve consequências: estivemos a ponto de ser agredidos por Pintos às 11h15 do 1 de Agosto aquando no local da CIG tentamos comunicar o que estamos a fazer e convidar a participar entregando um panfleto explicativo. Na nossa opinião, isto é definitório do contexto que estamos a viver em Ferrol e comarca relativamente a defender ASTANO PÚBLICO, GALEGO E DO OPERARIADO e pode ajudar a explicar o «SOLITÁRIO» da iniciativa: desacreditar o que faz e ameritar o que não faz ou faz tudo para nada se fazer. Nós fazemos e convidamos a fazer para que não haja um outro quarto de século de PROIBIÇÃO.
Cerca de um mês passado, o que conseguimos? Primeiro estar com a tenda, não sermos expulsos; segundo que se publicasse em alguns média; terceiro demonstrar que se pode e se deve COMBATER permanentemente por ASTANO CONSTRUIR BARCOS, justiça para a Galiza; quarto denunciar o daninho DIVISIONISMO sindical e político particularmente CIG-BNG, injustiça para a Galiza; quinto que nas situações mais adversas é sempre possível a resistência. O que não conseguimos? TUDO; só que como pensamos que a LUTA SEMPRE VALE A PENA particularmente em favor de um Plano de Desenvolvimento da Zona Deprimida da Comarca de Ferrol baseado em recuperar ASTANO PARA CONSTRUIR BARCOS apelamos particularmente às pessoas filiadas na CIG para iniciativas em defesa da UNIDADE DA CLASSE (o caso das mobilizações UNIDAS dos estaleiros navais de Ferrol-Vigo é clamoroso e repetitivo) baseadas em reivindicações do que é comum às classes trabalhadoras perante a GUERRA DOS CAPITALISTAS que se intensifica mais e mais, GUERRA que é possível o proletariado e o povo galego ganhar com a Assembleia Nacional da Galiza a meio da INSURREIÇÃO.

Enfrente de ASTANO, Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ESCRITO REGISTADO NA DATA DIRIGIDO AO PRESIDENTE DO GOVERNO DO REINO DA ESPANHA (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 em 6ªF, 19/08/2011 em Bazan)

Os Capitalistas Europeus Unidos PROÍBEM na Galiza (também em Portugal) o que estão a PROMOVER na Coreia do Sul: o financiamento governamental-FMI dos estaleiros navais Hyundai, Daewoo e Samsung para reduzirem os preços no que se denominou «Concorrência DESLEAL» cujo resultado é o MONOPÓLIO MUNDIAL da contratação e construção de transporte marítimo do dito país.
Escrevo-lhe a sessenta e dois anos da data em que nasci, 12 de Agosto, também significada pela Declaração de Lisboa de 1998 que abriu as portas ao referendo e à Independência do Timor Leste e que teria aberto as portas à Independência da Galiza e à sua UNIÃO com Portugal se fosse aprovado o documento inicial, coisa que a representação do Reino da Espanha IMPEDIU, como o Sr. Alonso Dezcalhar, às ordens do Sr. Aznar, impedira em Julho de 1997 uma representação da Galiza ter VOZ, cometendo ingerência interna, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reunida em Salvador da Bahia.
A guerra que, durante mais de meio século, os EUA mantêm contra OS COMUNISTAS da Coreia do Norte e a guerra que, durante mais de um quarto de século, o Reino da Espanha mantém contra os «terroristas» de ASTANO e contra a Galiza, é a mesma guerra e se a minha humilde pessoa chantar não «uma pica em Flandres» mas uma tenda de campanha nas vivendas da Cooperativa do operariado de ASTANO na paróquia de São Valentim, enfrente do estaleiro naval, através desse facto, «EM SOLITÁRIO», se exprime a vontade popular da Comarca de Ferrol e mesmo da Galiza de «ASTANO CONSTRUIR BARCOS» e a vontade popular da Galiza e da Humanidade em favor da PAZ E O DESARMAMENTO particularmente o NUCLEAR DOS EUA.
Repare que «como buen demócrata que todos somos» não se pode privar os povos dos seus próprios meios de subsistência e se estes povos constituírem uma NACIONALIDADE como é o caso da Galiza, assim reconhecida na Constituição espanhola e no galego Estatuto de Autonomia, privar o povo galego dos seus próprios meios de subsistência, ESTRATÉGICOS meios de subsistência, como são os estaleiros navais ASTANO e fazê-lo durante mais de um quarto de século pode constituir CRIME DE LESA HUMANIDADE contra que o «buen demócrata que todos somos» tem o dever de se revirar e mesmo se insurrecionar em cumprimento da lei que reconhece o direito (e o dever) à INSURREIÇÃO contra todas as formas de opressão.
E como você percebe, queira entender que o facto de a Junta da Galiza, presidida pelo Sr. Alberto Nunes Feijó, rechaçar comprar ações do estaleiro naval Barreras e/ou o governo que você preside rejeitar comprar o solo que ocupa o dito estaleiro para eliminar as suas dívidas, não o pode compreender a opinião pública mais que como uma NEGATIVA sua e do Sr. Feijó para que a Galiza tenha os seus próprios meios de subsistência e se a isto acrescentarmos a sua NEGATIVA e a do Sr. Feijó para financiar e implementar um Plano de Desenvolvimento para a Zona Deprimida da Comarca de Ferrol baseado em recuperar o estaleiro naval ASTANO, terá que reconhecer que o exercício do direito de INSURREIÇÃO para a derrocada do seu governo e o do Sr. Feijó é de justiça e está plenamente justificado dado que ambos os dois presidentes estão a privar o povo galego dos seus próprios meios de subsistência e não apenas: digamos alto e claro que você, os seus governos e os do Sr. Aznar, durante a primeira e prodigiosa década deste século LHE ROUBARAM à cidadania galega dos impostos que PAGOU, mais de quarenta mil milhões de Euros, 40.000 M€, quantidade que permitiria criar setecentos mil, 700.000, empregos, acabar com o desemprego, a emigração e duplicar a população da Galiza, tudo sem haver o menor protesto dos governos da Junta da Galiza, dos partidos que a integraram e/ou dos sindicatos ditos «MAIS REPRESENTATIVOS» (nós não sabemos de quê ou de quem).
Queira ver portanto que em termos de NEGATIVA E DE ESPOLIAÇÃO à Galiza tenhamos que qualificar de nazis e racistas aquelas pessoas que têm sempre no coração, na mente, na própria instituição que estão a presidir e lhes sai pela boca o acusar-insultar os galegos e as galegas de «vitimismo e pejorativismo» aquando mexem um dedo para reivindicar qualquer justíssima coisa.
Arranjarem-se-ão todas as nossa coitas, também temos a certeza, aquando a UNIÃO Operária Galego-Portuguesa faça nascer a República Federativa Socialista da Galiza e Portugal a meio da INSURREIÇÃO.
Fique com os Capitalistas Europeus Unidos, o seu Deus.
Enfrente de ASTANO, Sexta-Feira, 12 de Agosto de 2011
ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL, despedido de ASTANO por El-Rei Juan Carlos I e Felipe González

terça-feira, 16 de agosto de 2011

PEDRO LÓPEZ AMOR (distribuídas 400 folhas às 5,30h Quarta-Feira, 17 de Agosto de 2011 na porta da Bazan, rua Taxonera)

CAUSA 25/36 do Julgado Permanente da Marinha da Base Naval Principal de Ferrol constituída pelo CRIME DE SEDIÇÃO contra a dotação do Coiraçado Espanha, contra o Segundo Maquinista da Armada, Dom PEDRO LÓPEZ AMOR.
A folha nº 1 informa de que a causa é a 20/36 da qual é Juiz Instrutor o Ex.mo Senhor Contra-Almirante D/ Luis de Castro [ARIZCUN, estava na Reserva], na que constam os particulares seguintes: Capitão de Navio Francisco Moreno Fernández e na que José Gómez Barreda, comandante auditor na sua qualidade de Secretário em Sábado, 25 de Julho de 1936 certifica a declaração do tenente de navio Luis Hernández Cañizares. [No «Espanha» apresentaram bandeira branca às 9h da Quarta-Feira, 22 de Julho]. Em Domingo, 26 comparece o alferes de navio Javier Pedrosa para declarar perante o Juiz Instrutor Luis de Castro Arizcun que assina em 27 e carimba em 28 com o nº de causa 25/36. Em dia 28, o auditor da Base José G. Rendueles assina comunicação de que o Juiz Instrutor é Angel Figueroa e o Secretário Rafael Romero [folha 6] os quais constituídos em julgado e a bordo do «vapor Plus Ultra» notificam o seu processamento por SEDIÇÃO COM PENA DE MORTE a Pedro López Amor que designa Gabriel Bouro como advogado de defesa.
LUCIANO CONDE PUMPIDO, assina em Terça-Feira, 28 o seu ditame como FISCAL NO CONSELHO DE GUERRA CONTRA PEDRO LÓPEZ AMOR: «As autoridades civis [da República] patrocinavam e dirigiam [...] a greve geral revolucionária [...] em que a massa com ânimo de dedicar-se al pillage, al incendio y al saqueo [...] constituía o desenvolvimento de um plano revolucionário CONTRA A REPÚBLICA [...] para impor um regime MARXISTA [...] Os militares tinham o dever de impor a Autoridade com as armas, reduzindo OS REBELDES», dentre eles Pedro López Amor, que fomentavam «a indisciplina e o ÓDIO das dotações contra os seus superiores» concluindo «por la Ley y por la República se le imponga A PENA DE MORTE». O Conselho de Guerra de Oficiais Generais celebrado em Capitania General às 10h da Quarta-Feira, 29 foi presidido por José Maria Franco de Villalobos, contra-almirante; os vogais foram: Juan Manso Diaz, coronel maquinista; Evaristo Diaz Mauriz, tenente-coronel maquinista; Serafin Liaño, coronel de infantaria de marinha; Enrique de las Huertas, tenente-coronel de infantaria de marinha; Luis de Vierna y Belando, capitão-de-fragata; Isidro Fontenla, capitão-de-fragata e Francisco Regalado, capitão-de-fragata. O «ponente», Ramón Figueroa, juiz instrutor e o FISCAL, LUCIANO CONDE PUMPIDO, coronel auditor. Assinam a sentença de pena de morte os sete primeiros com dois votos particulares contrários, de Juan Manso e Evaristo Diaz. Desde esse momento até às 4h20 do dia seguinte, Quinta-Feira, 30 de Julho em que Pedro López Amor foi assassinado no cemitério de Canido por um piquete de infantaria de marinha, cumpriram CELERADAMENTE os trâmites administrativos pertinentes.
Pedro López Amor, Porto Leis, Modesto del Rio, Minho, tiveram causas que estão no Arquivo Naval de Ferrol inspiradas pela SANHA dos militares franquistas cuja minuciosidade e rigor OBRIGAM A PENSAR que também existem contra Jaime Qintanilha Martinez, Matias Usero e as pessoas que fuzilaram com eles em 17 de Agosto de 1936 e que hoje comemoramos, setenta e cinco anos depois nomeadamente o sua luta em favor da UNIÃO DA GALIZA E PORTUGAL.
O Conselho de Guerra contra Pedro López Amor, constitui o PARADIGMA do cinismo ASSASSINO E GENOCÍDA dos militares para exterminar republican@s e República, A DEMOCRACIA, cujos efeitos perduram a dia de hoje em que o Cândido Fiscal do Reino participa e promove as mesmas ideias que o seu ascendente LUCIANO CONDE PUMPIDO cujo busto preside o Julgado de Ferrol porque um CRIMINOSO FASCISTA chamado Alexandre Morão Lhordens assim cientemente o determinou como vem determinando, ao presidir a Junta Eleitoral, o resultado das eleições em Ferrol como Cândido Conde Pumpido, com o consentimento de ZP, partidos e sindicatos, lhes garante aos «VIVA-LA-MUERTE» Carlos Negreira, Conde Roa, Manolito Rei, Feijó e Rajoy, A FRAUDE ELEITORAL que lhes dá a VITÓRIA e a IMPUNIDADE PERANTE O CRIME ELEITORAL cujo remédio e a INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Quarta-Feira, 17 de Agosto de 2011

ASSOCIAÇÃO DA GALIZA DE VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA

ESCRITO registado em 12 de Agosto de 2011




Palâcio de La Moncloa s/n
MADRID

PRESIDENTE DO GOVERNO DO REINO DA ESPANHA

EX.MO SENHOR JOSÉ LUIS RODRÍGUEZ ZAPATERO



MANUEL LOPES ZEBRAL de nacionalidade galega, galego-portuguesa e/ou portuguesa, com passaporte espanhol nº 32.594.383-W, a efeitos de notificação e-mail gzsgalizasolidaria@hotmail.com dirijo-me a você para

DIZER:

Os Capitalistas Europeus Unidos PROIBEM na Galiza (também em Portugal) o que estão a PROMOVER na Coreia do Sul: o financiamento governamental-FMI dos estaleiros navais Hyundai, Daewoo e Samsung para reduzirem os preços no que se denominou «Concorrência DESLEAL» cujo resultado é o MONOPÓLIO MUNDIAL da contratação e construção de transporte marítimo do dito país.
Escrevo-lhe a sessenta e dois anos da data em que nasci, 12 de Agosto, também significada pela Declaração de Lisboa de 1998 que abriu as portas ao referendo e à Independência do Timor Leste e que teria aberto as portas à Independência da Galiza e à sua UNIÃO com Portugal se fosse aprovado o documento inicial, coisa que a representação do Reino da Espanha IMPEDIU, como o Sr. Alonso Dezcalhar, às ordens do Sr. Aznar, impedira em Julho de 1997 uma representação da Galiza ter VOZ, comentendo ingerència interna, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reunida em Salvador da Bahia.
A guerra que, durante mais de meio século, os EUA mantêm contra OS COMUNISTAS da Coreia do Norte e a guerra que, durante mais de um quarto de século, o Reino da Espanha mantem contra os «terroristas» de ASTANO e contra a Galiza, é a mesma guerra e se a minha humilde pessoa chantar não «uma pica em Flandres» mas uma tenda de campanha nas vivendas da Cooperativa do operariado de ASTANO na paróquia de São Valentim, enfrente do estaleiro naval, através desse facto, «EM SOLITÁRIO», se exprime a vontade popular da Comarca de Ferrol e mesmo da Galiza de «ASTANO CONSTRUIR BARCOS» e a vontade popular da Galiza e da Humanidade em favor da PAZ E O DESARMAMENTO particularmente o NUCLEAR DOS EUA.
Repare que «como buen demócrata que todos somos» não se pode privar os povos dos seus próprios meios de subsistência e se estes povos constituírem uma NACIONALIDADE como é o caso da Galiza, assim reconhecida na Constituição espanhola e no galego Estatuto de Autonomia, privar o povo galego dos seus próprios meios de subsistência, ESTRATÉGICOS meios de subsistência, como são os estaleiros navais ASTANO e fazê-lo durante mais de um quarto de século pode constituir CRIME DE LESA HUMANIDADE contra que o «buen demócrata que todos somos» tem o dever de se revirar e mesmo se insureccionar em cumprimento da lei que reconhece o direito (e o dever) à INSURREIÇÃO contra todas as formas de opressão.
E como você perceve, queira entender que o facto de a Junta da Galiza, presidida pelo Sr. Alberte Nunes Feijó, rechaçar participar no accionariado do estaleiro naval Barreras e/ou o governo que você preside rejeitar comprar o solo que ocupa o dito estaleiro para eliminar as suas dívidas, não o pode compreender a opinião pública mais que como uma NEGATIVA sua e do Sr. Feijó para que a Galiza tenha os seus próprios meios de subsistência e se a isto acrescentarmos a sua NEGATIVA e a do Sr. Feijó para financiar e implentar um Plano de Desenvolvimento para a Zona Deprimida da Comarca de Ferrol baseado em recuperar o estaleiro naval ASTANO, terá que reconhecer que o exercício do direito de INSURREIÇÃO para a derrocada do seu governo e o do Sr.Feijó é de justiça e está plenamente justificado dado que ambos os dois presidentes estão a privar o povo galego dos seus próprios meios de subsistência; e não apenas, digamos alto e claro que você, os seus governos e os do Sr. Aznar, durante a primeira e prodigiosa década deste século LHE ROUBARAM à cidadania galega dos impostos que PAGOU, mais de quarenta mil milhões de Euros, 40.000 M€, quantidade que permitiria criar setecentos mil, 700.000, empregos, acabar com o desemprego, a emigração e duplicar a população da Galiza, tudo sem haver o menor protesto dos governos da Junta da Galiza, dos partidos que a integraram e/ou dos sindicatos ditos «MAIS REPRESENTATIVOS» (nós não sabemos de quê ou de quém).
Queira ver portanto que em termos de NEGATIVA E DE ESPALIAÇÃO à Galiza tenhamos que qualificar de nazis e racistas aquelas pessoas que têm sempre no coração, na mente, na própria instituição que estão a presidir e lhes sai pela boca o acusar-insultar os galegos e as galegas de «vitimismo e pejorativismo» aquando mexem um dedo para reivindicar qualquer justíssima coisa.
Arranjarem-se-ão todas as nossa coitas, também temos a certeza, aquando a UNIÃO Operária Galego-Portuguesa faça nascer a República Federativa Socialista da Galiza e Portugal a meio da INSURREIÇÃO.
Fique com os Capitalistas Europeus Unidos, o seu Deus.
Enfrente de ASTANO, Sexta-Feira, 12 de Agosto de 2011
ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL,
despedido de ASTANO
por El-Rei Juan Carlos I e Felipe González

ACAMPAMENTO ASTANO CONSTRUIR BARCOS (distribuídas 500 folhas para anunciar acampamento em São Valentim, Fene, desde 28 de Julho até hoje)

Reivindicamos um ASTANO como o de antes do Decreto de Reconversão Naval de El-Rei Juan Carlos I e Felipe González. RECUPERARMOS ASTANO É O QUE QUEREMOS:
1. Onde todas as pessoas DESPEDIDAS pelo Real Decreto 27/84 recuperem o direito a serem READMITIDAS.
2. Com mais de seis mil empregos sem contarmos as Companhias Auxiliares.
3. Com contratação e construção de transporte marítimo sem limitação nenhuma.
4. Com financiamento e capitalização PÚBLICA.
5. Com os meios tecnológicos mais modernos, diques frotantes, meios de elevação, etc. como os estaleiros navais da Coreia do Sul e a Holanda, por destacar dois exemplos.
6. Com a direção e o concurso do operariado para definir e controlar a política comercial e financeira, cooperativizando o estaleiro naval de propriedade PÚBLICA E GALEGA.
7. Com as indústrias necessárias como fabrico de motores, válvulas, siderurgia, telecomunicações.
8. Com a pertinente INVESTIGAÇÃO que melhore e abarate a propulsão, os materiais e a construção dos barcos.
9. Com uma UNIVERSIDADE de alta qualidade que garanta resultados eficazes na investigação.
10. Tudo fazendo parte de um Plano de Desenvolvimento da Zona Deprimida de Ferrol e Comarca a cinco ou dez anos vista conforme as competências que o Estatuto de Autonomia outorga ao Sr. Feijó, o seu governo e a Junta da Galiza.
Os tempos são chegados, acampa, monta a tua tenda, participa, discute, debate, difunde, espalha, organiza, ajuda as pessoas acampadas, TODAS AS INICIATIVAS SÃO BOAS, apelamos particularmente à juventude desempregada e as mulheres para participarem.
Em Fene, Quarta-Feira, 27 de Julho de 2011
MANUEL LOPES ZEBRAL, desempregado, despedido de ASTANO por El-Rei e Felipe González.


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EMPREGO SIM, DESEMPREGO NÃO! (distribuídas 1.000 folhas na marcha Ferrol-Compostela Quarta-Feira, 29 e 5ª, 30 de Junho de 2011)

(Outras 1.000 folhas foram distribuídas na manifestação contra o desemprego da CIG em Compostela em Domingo, 3 de Julho de 2011 que rematava a marcha galega contra o desemprego em que Pintos MENTIU para PROIBIR participar o desempregado Manuel Lopes Zebral)

O desemprego é capitalismo, o capitalismo é desemprego, o capitalismo é a guerra contra o proletariado, os capitalistas para manter o seu poder nos tempos em que o perigo da sociedade socialista abrocha por toda a parte precisam de domar o operariado, sumindo-o na inação, na divisão, na desorganização, na desmobilização, na impotência, na desesperança, na carência, na fome, na humilhação e muitas outras coitas que é o DESEMPREGO: ANULAR UM SER HUMANO PLENO, ANULAR UM REBELDE.
Na Galiza, cerca de um quarto de milhão de pessoas estão a sofrer o desemprego nesta guerra dos capitalistas e os seus representantes políticos e lugar-tenentes sindicais. Quer o PSOE de Felipe González com a sua PATRANHA da criação dos 800.000 empregos que o PP do Aznar-Rajoy com as suas infinitas PATRANHAS quer ZP quer Rajoy, se for o próximo presidente, TODOS DESTRUÍRAM EMPREGO E OS SETORES PRODUTIVOS GALEGOS ajudados pelos seus presidentes na Junta da Galiza e, como não, os sindicatos UGT-CCOO. Todos destruíram ASTANO e o Setor Naval galego. Todos destruíram SIDEGASA e a siderurgia galega.
Todos destruíram o EMPREGO EXISTENTE nos estaleiros navais de Ferrol e Vigo até o reduzir, como no caso de ASTANO, a nada; todos destruíram o emprego existente em SIDEGASA até o fazer desaparecer. E assim em todos os setores produtivos galegos, na indústria, no agro, no ganadeiro, nas pescas, etc. Para além de destruírem o emprego existente IMPEDIRAM mesmo o início de qualquer processo de DESENVOLVIMENTO DA GALIZA: simplesmente fizeram-nos RECUAR.
Por que realçamos ASTANO de toda a realidade galega? Porque foi a maior agressão que sofreu o operariado e a Galiza e a de efeitos mais duradouros em termos democráticos, económicos, organizativos, mobilizadores e psicológicos, a que mais emprego destruiu até fazer recuar a população de Ferrol e porque TODOS, família real, presidentes de governo espanhol, presidentes de governo galego, partidos, sindicatos, «indignados» e muitos mais se EMPERRAM em mantê-lo como está per ommia secula seculorum: MILITARIZADO E SEM CONSTRUIR BARCOS, PORQUE É UM GRANDE PERIGO PARA ELES E O SEU SISTEMA DE CORRUPÇÃO.
Para que haja emprego na Galiza tem que haver INDÚSTRIA PÚBLICA e para que haja indústria tem que haver CAPITAL, investimento público. Um país acima do mar, de navegadores, como somos, tem de ter uma INDÚSTRIA NAVAL em concordância. A indústria naval requer siderurgia, telecomunicações, fabrico de motores, válvulas, etc. e muita INVESTIGAÇÃO e portanto UNIVERSIDADE.
Criar todo isso e mesmo mais está contemplado no Estatuto de Autonomia como competências mesmo exclussivas da Junta da Galiza, quer dizer, competência da asneira mentirosa do Sr. Feijó e o BNG de mãos dadas com ele não quer que haja emprego em Ferrol porque não REIVNDICA E MOBILIZA em favor de um Plano de Desenvolvimento Industrial de Zona Deprimida baseado em recuperar ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO aplicando os benefícios legais do dito Estatuto de Autonomia e ilustrando a INCURÁVEL asneira mentirosa do Sr. Feijó.
Quem nos dera o PP de Feijó NÃO FAZER NADA! O Sr. Feijó e os pios Rueda e Loução e o PP estão a fazer TUDO para que haja, não 250.000, não, para que haja meio milhão de pessoas desempregadas e de INCÊNDIOS ou não estão a ver o Juárez-Couto que como os nazis incendeiam eles e culpam os comunistas? E o Sr. Cortizo por que não os prende?
Desde que chegaram à Junta já FIZERAM TUDO para aumentar o desemprego em 100.000 pessoas, tudo ROUBANDO para financiarem e pagarem exércitos de mercenários (criam emprego para os deles) para INCENDIANDO E MATANDO a nome de Deus, chegarem à Moncloa quanto antes melhor, não para NÃO FAZER NADA, não, para FAZER TUDO o que derrota, aniquila e destrui à Galiza e às suas classes trabalhadoras cujo dever é exercer o democrático direito da INSURREIÇÃO.

Ferrol-Compostela, Quarta-Feira, 29 de Junho de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 23 de julho de 2011

EXERCERMOS O DIREITO DE UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL (Distribuídas 2.000 folhas às 12 h da 2ª F, 25-07-2011 na manifestação BNG em Compostela)

Eis aqui o nosso contributo para o combate neste Dia da Pátria: exercermos os nossos direitos como povo, como nação, é, em primeiro lugar, derrubar a fronteira que divide e afasta a Galiza Norte da Galiza Sul, a Galiza de Portugal, tornando o além e o aquém-Minho COLÓNIAS mais submetidas do que a Irlanda Norte e a Irlanda Sul. Na Irlanda estiveram e estão, coerentes com a TRADIÇÃO NACIONAL, a lutar por acabar a divisão e o afastamento, ultrapassando a fronteira, das duas partes desde o parlamento inglês, irlandês, europeu. Nas Galizas, na Galiza e Portugal, essa luta não está travada embora a TRADIÇÃO NACIONAL cujo esquecimento impede recuperarmos muita coisa nomeadamente a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA a qual, seguindo a máxima de Carlos Marx «Proletários de TODOS os países, UNI-VOS!», pretendia derrubar TODAS as fronteiras que DIVIDEM o proletariado mundial A COMEÇAR PELA FRONTEIRA GALEGO-PORTUGUESA [A PRIORIDADE].
Exercermos os nossos direitos como povo, como nação, é exercermos o direito de INSURREIÇÃO, DIREITO DEMOCRÁTICO reconhecido não só na Declaração Universal dos Direitos Humanos, Direito à REVOLTA [em francês], mas também na Constituição portuguesa, o mandato do povo da Galiza Sul, a vontade do povo português exprimida no seu Preâmbulo de ABRIR CAMINHO PARA O SOCIALISMO e no seu artigo 7.3 que diz: «Portugal reconhece o direito dos povos [o galego] à Autodeterminação e Independência e ao Desenvolvimento, bem como o direito à INSURREIÇÃO contra todas as formas de opressão». Direito à REVOLTA, direito à INSURREIÇÃO que urge exercer na Galiza Norte e na Galiza Sul porque o ESTADO DE EMERGÊNCIA NACIONAL no além e no aquém-Minho, na Galiza e Portugal, vem determinado pela aniquiladora GUERRA DE CLASSES, uma GUERRA MUNDIAL dos ricos contra os pobres, GUERRA MUNDIAL dos capitalistas contra o proletariado e as classes trabalhadoras, GUERRA MUNDIAL contra a Humanidade dos EUA-Israel cujas unidades de combate mais avançadas, o seu tripé FMI-BCE-UE, estão a produzir os maiores danos no território inimigo: NÓS, o proletariado galego-português. Em termos de contra-ataque, de ataque defensivo, o que mais dano lhes causa, o que mais instabiliza o capitalismo é a proletária luta galego-portuguesa em favor da UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal, em favor de uma República Federativa Socialista da Galiza e Portugal.
Eis o fulcro que durante séculos inspirou o imperialismo, o colonialismo e o capitalismo da monarquia espanhola: IMPEDIR A UNIÃO PROLETÁRIA galego-portuguesa, impedimento que garantia e garante OS MAIORES LUCROS.
Eis porque o povo trabalhador galego-português, para defender a SOBERANIA, A DEMOCRACIA E O EMPREGO, tem que responder como um ÚNICO povo, UNIDO, DETERMINADO E ORGANIZADO para acabar com todas as formas de opressão e divisão que se manifestam na ESPOLIAÇÃO da vontade popular através da violação constitucional e da FRAUDE ELEITORAL, chave para usufruir o poder político e abrir as portas de toda outra ESPOLIAÇÃO, ROUBO, RAPINA, BOTIM dos capitalistas, as suas instituições internacionais, os seus estados e governos, os seus partidos e os seus corrompidos lugar-tenentes sindicais.
O proletariado galego-português tem que reagir como ÚNICO proletariado, UNIDO, DETERMINADO E ORGANIZADO para a defesa dos seus sectores PRODUTIVOS nomeadamente os seus estaleiros navais em Ferrol (ASTANO), Vigo, Viana do Castelo, Lisboa-Almada (LISNAVE), Setúbal. Na defesa do transporte terrestre, aéreo e marítimo entre a Galiza e Portugal, na defesa não apenas do comboio Porto-Vigo, não, na defesa do comboio costeiro Ferrol-Lagos e do interior Tavira-Ribadeu. Na defesa da GRATUIDADE NA GALIZA e Portugal das auto-estradas. Na defesa de uma frota de cabotagem, construída nos nossos estaleiros navais, que una os principais portos galego-portugueses, navegando desde Tavira até Ribadeu. Na defesa de uma frota de aviões por nós construídos que una os aeroportos galego-portugueses e estes com o mundo. Na defesa da construção de satélites de galego-portuguesa banda de frequência, não de banda com frequência ladra e espanhola. Na defesa de uma indústria das Telecomunicações galego-portuguesa. Os pescadores galego-portugueses têm que reagir como um ÚNICO pescador, UNIDO E DETERMINADO para defender AS PESCAS e as frotas de pequenos barcos face GIGANTESCOS DEPREDADORES. Eis como se defende a SOBERANIA, A DEMOCRACIA E MUITO EMPREGO.
Incêndios, narcotráfico, prostituição, todas as coitas com que o colonialismo nos abafa requerem respostas ÚNICAS, UNIDAS E DETERMINADAS para irmos ORGANIZANDO A UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL na República Federativa Socialista da Galiza e Portugal que chegará junto com a PAZ ao exercermos UNIDOS o direito de INSURREIÇÃO.

Dia da Pátria em Compostela, Segunda-Feira, 25 de Julho de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A INTELIGÊNCIA DE FEIJÓ (Distribuídas 400 folhas ás 5h30 da Terça-Feira, 12 de Julho de 2001 na porta da Bazan, rua Taxonera)

O coeficiente intelectual de Feijó e o dos integrantes do seu governo «acreedor» pode ser medido pelos 800 M€ que «a nome da Galiza» lhe reclamam ao governo do Reino da Espanha que nem reconhece a dívida nem paga, «mor(r)oso». Mor(r)oso e milionário como Carlos Negreira e os seus 76.000 M€/ano de salário a conta dos impostos que pagam as pessoas desempregadas cobrem ou não subsídio cujo direito é recuperarem o seu, em posse deles dois. Desde a TVG (Três Vezes Governamental) Feijó ilustra o prodígio diário da sua divina comédia em austera esmorga à que não se convida 240.000 pessoas desempregadas, gente ao longe, galeg@s no mundo, de cujo nome as memórias de um menino labrego não se querem lembrar. «Ninguém se lembra de ti», cantavam-lhe ao Alentejo queimado da Galiza Sul, tão a Sul que ninguém se lembra dela na Galiza Norte embora essa amnésia coletiva, partidária, política, sindical e cidadã não tenha a sua correspondência na prodigiosa inteligência de Feijó e o seu governo, na não menor de ZP, o seu governo e oposição, sem deixarmos esquecidos os políglotas encabeçados por Durão Barroso com o seu BCE, o seu FMI e agências de notação financeira cujas viagens, vida afetivo-sexual e outros pormenores e miudezas NÃO SÃO DESTE MUNDO (reparem no desenvolvimento da ferrovia Porto-Vigo que teria chegado até a A Crunha como a lancha desde Ferrol). O que é deste mundo, do nosso mundo, da Galiza, são os 7.000 M€ que lucrou Florentino Perez com a compra (regalo de Botin)-venda de FENOSA a Gás Natural, quer dizer, «Galicia, muladar de Espanha» a financiar empresas como o Real Madrid ou o Barça cujo principal produto é lembrar-se de ti, Galiza Sul, e de ti, Galiza Norte, para vos incomunicar, confrontar, dividir, enfraquecer, exaurir, depauperar, sangrar, colonizar e espoliar; tudo com Mourinhos, Ronaldos, Kakás, Coentrões e muita outra lusofonia e muita mais galegofobia. A mesma FÓBIA, o mesmo ÓDIO que inspirou o roubo da cruz do rei Afonso III e a sua Corte de Oviedo a falarem galego; como a toledana Corte e povo visigodo e mesmo as Cortes e povos leonês e castelhano a falarem também galego. A mesma FÓBIA, o mesmo ÓDIO que inspirou e inspira o ROUBO do Códice Calixtino; registarão a morada do Conde Roa e pios adláteres? (o espólio histórico da nação, da Galiza, em posse, sequestrado e espoliado pela Igreja Católica como no FEUDALISMO). O mesmo ÓDIO que inspira a inteligência de Feijó e governo aquando, a nome da população galega que paga impostos (pagam eles?), a nome da Galiza, NÃO lhe reclama ao governo monárquico espanhol os mais de 40.000 M€ que nos ROUBARAM durante a última década cujo investimento na Galiza obraria o milagre de acabar com o desemprego e multiplicar por dous a nossa população para além de outros induzidos efeitos. O coeficiente intelectual de Feijó inspirado pelo AMOR compulsivo à PATRANHA fica de relevo na subida, sempre OCULTA, do 30 % dos impostos que pagamos na Galiza, assim abrochando as folhas novas da PRODIGIOSA década vindoura em que em vez de nos roubar dos impostos pagados 4.000 M€/ano roubar-nos-ão 5.200 M€/ano e 52.000 M€ na década com um jeitinho tal que ao chegar a Galiza ao 2020 o índice demográfico madrileno terá significativamente aumentado e a natalidade galego-portuguesa embora a superioridade seminal e leiteira sobre a Catalunha que nos atribui o sofisticado racismo institucional mediático, será «maronda», será a maninhez da castração.
A Castração como consequência da DOMA no XXI século não se faz com a escravatura, com levas, carne de canhão, guerras contra Flandres e contra Portugal, com Tribunal da Suprema Inquisição ou com o Santo Ofício; abater, amansar, avassalar, debelar, dominar, render, reprimir, senhorear, subjugar, submeter, sufocar, sujeitar, vencer, apoderar-se da Galiza e Portugal requer uma sofisticada, local, nacional, peninsular, insular, europeia e internacional actuação da parte do Reino da Espanha e os seus aliados, o capitalismo mundial na sua cruzada contra pobres.
Se na Galiza e em Portugal não fizermos o diagnóstico adequado; se o diagnóstico é equivocado, o remédio, também. Na Galiza o Partido Popular é um partido pra ROUBAR, diagnóstico certo; remédio: derrocar o Partido Popular, ilegalizar o Partido Popular. Se em Portugal o PSP, PSD e CDS-PP estão a violar o mandato do povo português exprimido na Constituição, o remédio é aplicar-lhes a própria Constituição (artigo 7.3). Tudo é uma questão de força e a UNIÃO é que FAZ A FORÇA. O que faz falta é UNIR a malta galega na Assembleia Nacional da Galiza, o que faz falta é UNIR a malta galego-portuguesa na União Operária Galaico-Portuguesa; o que faz falta é a malta exercer o seu direito à INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Terça-Feira, 12 Julho 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

DIREÇÃO COMARCAL DE FERROL E DIREÇÃO NACIONAL DA CIG (Distribuído como panfleto na porta da Bazan)

MANUEL LOPES ZEBRAL, e-mail: gzsgalizasolidaria@hotmail.com, quero, o primeiro, manifestar os meus PARABENS pela mobilização em favor do emprego, encorajando mais e mais amplas iniciativas nomeadamente com o operariado português ORGANIZADO E A LUTAR COM A CGTP para recuperarmos a UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA que felizmente já tivemos.

Também quero manifestar o que se segue:

1. No panfleto «Marcha dos desempregados/as pelo emprego» a CIG «chama a TODOS os parados e paradas, a TODAS as pessoas (...) a que PARTICIPEM NAS MARCHAS DE PARADOS E PARADAS (...)»; o panfleto acaba com «PARTICIPA NAS MARCHAS COMARCAIS de desempregados e desempregadas (...)».
Um outro panfleto anterior datado em Ferrol a 10 de Junho de 2011 «a CIG na Comarca de Ferrol, fazemos um chamamento a TODA a classe trabalhadora (...) e à população a que PARTICIPE nas diferentes mobilizações (...) MOBILIZA-TE com a CIG (...) o único caminho é a luta obreira» e acaba com «PARTICIPA NAS MOBILIZAÇÕES DA CIG». Junto cópia dos dois panfletos.
2. Às 9 horas da Quarta-Feira, 29 de Junho de 2011, no lugar de partida da «Marcha», diante do Sindicato, Pintos achegou-se a mim (estava a falar com Belarmino, de Navantia) para me dizer: «Esta é uma Marcha de desempregados e desempregadas FILIADAS à CIG; as pessoas NÃO filiadas NÃO PODEM IR»; que eu NÃO PODIA IR porque NÃO ERA FILIADO. Pintos MENTIU para me PROIBIR PARTICIPAR NA MARCHA.
3. Pintos MENTE para cometer uma GRAVE DISCRIMINAÇÃO E HUMILHAÇÃO contra uma pessoa DESEMPREGADA a lutar pelos seus direitos: RECUPERAR O SEU POSTO DE TRABALHO EM ASTANO do que foi DESPEDIDA, junto com milhares de pessoas, por El-Rei e Felipe González, Chefe de Estado e presidente de governo do Reino da Espanha, a meio do seu Decreto de Reconversão Naval. Uma pessoa que luta por um Plano de Desenvolvimento Industrial da Zona Deprimida que Ferrol é, baseado em RECUPERAR A CONTRATAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE TRANSPORTE MARÍTIMO NUM ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO, tudo em concordância com as competências que o Estatuto de Autonomia vigorante outorga à Junta da Galiza particularmente ao seu presidente Sr. Alberte Nunes Feijó.
4. Uma pessoa, ou pessoas que MENTEM, DISCRIMINAM E HUMILHAM um desempregado a lutar pelos seus direitos dificilmente podem estar à frente de um sindicato dito NACIONALISTA E DE CLASSE sem lhe fazer dano ao sindicato, à classe e à nação. Nós que, nas nossas possibilidades, lutamos pela classe, a nação e o sindicato da classe achamos que à classe, à nação e ao sindicato da classe lhes CUMPRE iniciar um processo assambleário, democrático, aberto, operário, permanente no tempo, baseado e apoiado nos milhares de pessoas, filiadas ou não na CIG, que foramos despedidas ou trabalharamos em ASTANO, TODAS AS INICIATIVAS, com o objectivo da readmissão das pessoas DESPEDIDAS e de recuperar ASTANO REIVINDICANDO E MOBILIZANDO em favor de um Plano de Desenvolvimento Industrial para a Zona Deprimida que Ferrol é referenciado no ponto 3. Encorajamos à CIG para assim ser e para o debate e as rectificações pertinentes relativas a mim.

Em Ferrol, Quarta-Feira, 5 de Julho de 2011

ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL





DIREÇÃO COMARCAL DE FERROL E DIREÇÃO NACIONAL DA CIG

(Apresentado e recebido no local da CIG em Ferrol em Quarta-Feira, 5 de Julho de 2011)


MANUEL LOPES ZEBRAL, e-mail: gzsgalizasolidaria@hotmail.com, quero, o primeiro, manifestar os meus PARABENS pela mobilização em favor do emprego, encorajando mais e mais amplas iniciativas nomeadamente com o operariado português ORGANIZADO E A LUTAR COM A CGTP para recuperarmos a UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA que felizmente já tivemos.

Também quero manifestar o que se segue:

No panfleto «Marcha dos desempregados/as pelo emprego» a CIG «chama a TODOS os parados e paradas, a TODAS as pessoas (...) a que PARTICIPEM NAS MARCHAS DE PARADOS E PARADAS (...)»; o panfleto acaba com «PARTICIPA NAS MARCHAS COMARCAIS de desempregados e desempregadas (...)».
Um outro panfleto anterior datado em Ferrol a 10 de Junho de 2011 «a CIG na Comarca de Ferrol, fazemos um chamamento a TODA a classe trabalhadora (...) e à população a que PARTICIPE nas diferentes mobilizações (...) MOBILIZA-TE com a CIG (...) o único caminho é a luta obreira» e acaba com «PARTICIPA NAS MOBILIZAÇÕES DA CIG». Junto cópia dos dois panfletos.
Às 9 horas da Quarta-Feira, 29 de Junho de 2011, no lugar de partida da «Marcha», diante do Sindicato, Pintos achegou-se a mim (estava a falar com Belarmino, de Navantia) para me dizer: «Esta é uma Marcha de desempregados e desempregadas FILIADAS à CIG; as pessoas NÃO filiadas NÃO PODEM IR»; que eu NÃO PODIA IR porque NÃO ERA FILIADO. Pintos MENTIU para me PROIBIR PARTICIPAR NA MARCHA.
Pintos MENTE para cometer uma GRAVE DISCRIMINAÇÃO E HUMILHAÇÃO contra uma pessoa DESEMPREGADA a lutar pelos seus direitos: RECUPERAR O SEU POSTO DE TRABALHO EM ASTANO do que foi DESPEDIDA, junto com milhares de pessoas, por El-Rei e Felipe González, Chefe de Estado e presidente de governo do Reino da Espanha, a meio do seu Decreto de Reconversão Naval. Uma pessoa que luta por um Plano de Desenvolvimento Industrial da Zona Deprimida que Ferrol é, baseado em RECUPERAR A CONTRATAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE TRANSPORTE MARÍTIMO NUM ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO, tudo em concordância com as competências que o Estatuto de Autonomia vigorante outorga à Junta da Galiza particularmente ao seu presidente Sr. Alberte Nunes Feijó.
Uma pessoa, ou pessoas que MENTEM, DISCRIMINAM E HUMILHAM um desempregado a lutar pelos seus direitos dificilmente podem estar à frente de um sindicato dito NACIONALISTA E DE CLASSE sem lhe fazer dano ao sindicato, à classe e à nação. Nós que, nas nossas possibilidades, lutamos pela classe, a nação e o sindicato da classe achamos que à classe, à nação e ao sindicato da classe lhes CUMPRE iniciar um processo assambleário, democrático, aberto, operário, permanente no tempo, baseado e apoiado nos milhares de pessoas, filiadas ou não na CIG, que foramos despedidas ou trabalharamos em ASTANO, TODAS AS INICIATIVAS, com o objectivo da readmissão das pessoas DESPEDIDAS e de recuperar ASTANO REIVINDICANDO E MOBILIZANDO em favor de um Plano de Desenvolvimento Industrial para a Zona Deprimida que Ferrol é referenciado no ponto 3. Encorajamos à CIG para assim ser e para o debate e as rectificações pertinentes relativas a mim.

Em Ferrol, Quarta-Feira, 5 de Julho de 2011

ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O PRIMEIRO, A UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA (distribuídas 120 folhas às 9,30 h. do Sábado, 18/06/2011 Seminário Internacional Sindical Lisboa)

(Em Terça-Feira, 21 de Junho de 2011 às 5,30 foram distruibuídas 380 folhas na porta da Bazan, rua Taxonera)

O primeiro Estado a injetar somas colossais no «sistema financeiro» foi o dos Estados Unidos de América em cuja cabeça se achava George W. Bush e o seu governo de magnates petroleiros, farmacêuticos, do complexo militar-industrial (Pentágono-NASA), etc. Governo e presidente que ILEGALMENTE atacaram, invadiram e ocuparam o Iraque para ESPOLIAR o seu petróleo e riquezas e obter mesmo pessoalmente grandes LUCROS sempre com a oposição da opinião pública mundial particularmente a das classes trabalhadoras norte-americanas. Derrotados perante a opinião pública, às colossais somas injetadas acompanharam o DESPEDIMENTO de dezenas de milhares de trabalhadores e trabalhadoras, começando ou intensificando uma outra GUERRA contra as suas próprias classes trabalhadoras, os países pobres, «malandros», comunistas, terroristas, rebeldes às suas teses e o operariado mundial, a imensa maioria da população do Planeta, pobres em geral. Uma GUERRA de uma minoria de ricos (chamemos às coisas e às pessoas pelo seu nome, Bush, Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Collin Powell, Condoleezza Rice, John Negroponte, etc.) contra pobres, a imensa maioria da população do Planeta.
Um sofisticado plano de GUERRA MUNDIAL, económica-financeira-comercial, acompanhada de outras diferentes modalidades de GUERRA, militar ou não, é o que estão a implementar, atacando tudo e a tod@s e que se parece muito à escalada hitleriano-mussoliniana desde 1935/36 que desencadeou a Segunda Guerra Mundial cujo alvo fora o proletariado mundial e a sua sociedade SOCIALISTA, FEDERATIVA E REPUBLICANA.
Se o DIAGNÓSTICO é, nós assim pensamos, uma cruzada dos capitalistas mundiais, as suas instituições internacionais, os seus Estados, governos e partidos políticos ajudados pelos seus lugar-tenentes sindicais, uma cruzada hegemonizada e ao serviço dos EUA contra a Humanidade particularmente contra o proletariado mundial, o REMÉDIO não pode ser outro que por em prática a máxima de Carlos Marx «proletários de todos os países, UNI-VOS!», quer dizer, derrubar todas as fronteiras que dividem o proletariado mundial a COMEÇAR pela fronteira galego-portuguesa. Recuperemos portanto a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA fundada em 1901 em Tui, continuada em 1902 em Viana do Castelo e em 1903 em Braga; o congresso de 1904 previsto na Galiza não chegou a se celebrar; recuperemos a UNIÃO operária galego-portuguesa e daí para diante até chegarmos à UNIÃO internacional.
Como mandato constitucional, Portugal reconhece o direito dos povos à Autodeterminação e Independência e ao Desenvolvimento bem como o direito à Insurreição contra todas as formas de opressão e a Assembleia Constituinte afirma a decisão do povo português de abrir caminho para uma sociedade socialista (...) num território historicamente definido (...) sem prejuízo da RETIFICAÇÃO DE FRONTEIRAS.
Em nossa opinião, esse mandato abrange qualquer pessoa, organização, entidade, instituição do povo português para reconhecer à Galiza o direito de Autodeterminação e Independência, quer dizer, desde o presidente, o governo, a Assembleia da República até qualquer partido político, sindicato ou organização cidadã e a própria cidadania têm que defender a decisão do povo português de abrir caminho para uma sociedade socialista num território historicamente definido (e nunca melhor dito) que integrava à Galiza e Portugal numa UNIDADE retificando as fronteiras para anular, desaparecer, derrubar a fronteira galego-portuguesa; esse fora o objetivo FULCRAL da UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA, tarefa inconclusa que o operariado galego, o seu sindicato CIG, e o operariado português com a CGTP podem e devem recuperar para a concluir porque todas as formas de opressão que estão a sofrer URGEM o constitucional exercício do direito de INSURREIÇÃO.

Em Lisboa, Sábado, 18 de Junho de 2011

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

COMBATE VITORIOSO, O QUE CUMPRE FAZER (distribuídas 1000 folhas às 10,30 h. da 5ªF, 16/06/2011 na assembleia-manifestação da CIG em Compostela)

Os lugar-tenentes da classe capitalista, Tojo e Mendez, são um saco sem fundo na sua função de entregar o operariado à voracidade espoliadora dos parasitas e sanguessugas que integram as instituições internacionais, os governos e os partidos capitalistas; tudo hegemonizado e ao serviço dos EUA na sua cruzada contra a Humanidade particularmente contra o proletariado e o seu regime SOCIALISTA, FEDERALISTA E REPUBLICANO.
A Guerra de Classes, a Guerra de uma minoria de ricos contra a imensa maioria da população do Planeta, os pobres, aumenta a sua intensidade e extensão, alastra não apenas contra os países ditos árabes e os PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Spain) como também e sobretudo contra o operariado seja qual for a sua nacionalidade o qual aumenta a necessidade e urgência de por em prática a máxima de Carlos Marx «proletários de todos os países, UNI-VOS!», de derrubar todas as fronteiras que dividem o operariado a começar pela fronteira galego-portuguesa recuperando a União Operária Galaico-Portuguesa.
O combate e o combate vitorioso apenas se logra com a mais ampla UNIDADE e a mais firme e generosa SOLIDARIEDADE de classe, SOLIDARIEDADE OPERÁRIA; e que melhor ferramenta para lograr SOLIDARIEDADE E UNIDADE OPERÁRIA que promover assembleias massivas nos centros de trabalho ou fora deles assembleias maciças de diferentes centros de trabalho para debater e aprovar tabelas reivindicativas resultado democrático da opinião maioritária ou UNÂNIME dos trabalhadores e das trabalhadoras (com as suas reivindicações específicas como mulheres que são) num momento, Junho de 2011, em que o Tojo e o Mendez, depois de mais de dous anos de OS PARALISAR, MATARAM OS CONVÉNIOS de dezenas de milhões do operariado dos territórios do Reino da Espanha. Dentre eles os convénios do operariado galego, catalão, canário e basco, operariado que tem que, junto com os seus sindicatos, motorizar a SOLIDARIEDADE, A UNIDADE E O COMBATE PROLETÁRIO EM TODOS OS TERRITÓRIOS DO REINO em favor de tabelas reivindicativas que recolham as REIVINDICAÇÕES operárias mais sentidas e comuns: garantia do emprego, aumentos salariais linhais iguais para todos, o pagamento dos salários nos centros de trabalho NÃO através de bancos, na Galiza, fuso horário correspondente com o nosso meridiano, o de Portugal, Canárias, Irlanda e Grã-Bretanha, o operariado conhecer o estado da empresa, contas, pedidos, produção, etc. e tudo aquilo que tenha a ver com o bem-estar, segurança, saúde e vida do proletariado.
O panfleto para convocar assembleias, as assembleias no centro de trabalho, na vila, na cidade, na província ou na Galiza, o debate, as reivindicações, a unidade e o combate são ferramentas de experimentada eficácia que derrubaram a tirania franquista e que hoje derrubarão a monarquia e o seu VIL-PARTIDISMO LADRÃO.
As assembleias do operariado sem filiação sindical ou com ela, seja esta qual for, conseguirão a mais ampla UNIDADE E COMBATE, não de dezenas de milhares mas de centenas de milhares na Galiza e milhões nos territórios do Reino, COMBATE VITORIOSO que, a nosso ver, os delegados e delegadas da CIG e não só estão em melhores condições para implementar, e sem qualquer escusa, porque as escusas para não promover o combate não servem o operariado, servem os capitalistas e seus lugar-tenentes, mestres em tal arte com os resultados que se descrevem em por si. Achamos que os delegados e as delegadas da CIG e o próprio sindicato podem e devem fazer todo o trabalho e iniciativas possíveis de UNIDADE e relação com o operariado português, da Galiza Sul, e o seu sindicato, a CGTP, UNIDADE SINDICAL.
Queremos chamar a atenção acerca da injusta ILEGALIDADE de a CIG não estar representada na Confederação Europeia de Sindicatos, agora presidida pelo Tojo, embora cumprir os requisitos como cumprem CCOO-UGT-USO-ELA-STB e que estão na CES representados. Na nossa opinião, o operariado galego precisa e merece a dirigência da CIG dar a batalha contra CCOO-UGT para estar representada na CES sobretudo nestes tempos onde a necessidade e urgência de por em prática a máxima de Carlos Marx em Europa, a começar pela UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA, vai acompanhada da INDIGNAÇÃO QUE CLAMA DEMOCRACIA E INSURREIÇÃO.

Em Compostela, Quinta-Feira, 16 de Junho de 2011
LÊ, DEBATE, DISCUTE, AJUDA A ESPALHAR E DIFUNDIR
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 10 de junho de 2011

SÁBADO, 11 DE JUNHO ACUDAMOS ÀS 11,30 H. AO CONCELHO DE FERROL (distribuídas 500 folhas às 5,20-6,35 h. da 6ª F, 10 Junho 2011 na porta da Bazan-Tax.)

Para defender a DEMOCRACIA contra aqueles apadrinhados por Feijó como M. Rei, Carlos Negreira ou Conde Roa que pretendem AUSTERIDADE para todos e OPULÊNCIA para eles, familiares e amigotes do PP. Pretendem CORRUPÇÃO E LADROÍCE, querem consumar a FRAUDE ELEITORAL; JM. Rei quer governar Ferrol com os votos, 14.000, de menos da quarta parte dos votantes totais, 61.000. Assim entendem A DEMOCRACIA, a soberania e a vontade popular.
Conde Roa protesta porque se CUMPRE A LEI e se investiga a FRAUDE ELEITORAL. Bugalho qualifica de LAMENTÁVEL, INDIGNO, IMPRÓPRIO o Conde Roa embora afirme que será alcaide nas próximas semanas; Bugalho LEGITIMA A FRAUDE ELEITORAL e sentença contra o recurso apresentado pelo BNG e PSdeG-PSOE. Único recurso em toda a Galiza onde a FRAUDE ELEITORAL atingiu mais da metade dos 315 concelhos em que DIVIDEM PARA IMPERAR a Nossa Terra. Todas as denúncias de FRAUDE ELEITORAL que fizeram antes do 22 de Maio, Ginzo de Lima, Calvos de Randim, Oímbra, Deputação de Ourense, etc. uma vez consumadas, as calam e as outorgam, LEGITIMAM A FRAUDE ELEITORAL, são cúmplices dela. O BNG, o PSdeG-PSOE denunciam e mais nada, NÃO MOBILIZAM (nem sequer os seus votantes) O POVO GALEGO EM FAVOR DA DEMOCRACIA o qual é um mal geral; vejam o caso de Portugal: os três partidos PSP, PSD, CDS-PP, somados os votos, tiveram 4,3 milhões face os 5,02 milhões que os não votaram. Conclusão: que a vontade popular portuguesa é de apoio ao tripé do CAPITALISMO MUNDIAL, quer dizer, a maioria são 4,3 M, não 5,02 M. Daí Rasmussem e a NATO atacar de imediato a Líbia com o concurso das feministas imperialistas espanholas que mesmo em Bengasi reconheceram mercenários e narcotraficantes, como os de Kosovo, os ÚNICOS representantes do povo líbio. Sem esquecermos a letal bactéria E. Coli cuja origem haveria que procurar em qualquer das muitas bases norte-americanas na Alemanha especializadas em GUERRA BACTERIOLÓGICA, Donald-Rumsfeldanos coligados com Serviços Secretos Alemães que já fizeram das suas na guerra contra o Viet Nam (Instituto Wuppertal-Chemagro Co.-Chemical Corps ou Bacteriological Corps of US-Army, matérias que também sabe, e de velho, a Armada espanhola). Os bombardeamentos secretos dos EUA contra o Iémen chegarão para julgar Obama como não fora julgado Bush e muito menos Netanyahu? É só Khadafi e Mladic em A Haia.
Tornando a Ferrol, JM. Rei será milionário, como Irisárri-Iolanda, com os impostos das 14.000 que o votaram e sobretudo com os impostos das 47.000 que o NÃO votaram (com os impostos de milhares de pessoas DESEMPREGADAS JM. Rei será milionário). Os impostos das votantes pagarão 18.000 € e os impostos das NÃO votantes pagarão 42.000 € dos cerca de 60.000 € que JM. Rei ingressará cada ano, sem contarmos outras estórias de grandes RACISTAS de Espanha como ele.
Este lindo panorama alastra às Deputações Provinciais, à Junta da Galiza e ao governo do Reino da Espanha cuja ESPOLIAÇÃO DA GALIZA E DO POVO GALEGO É BRUTAL E CLANDESTINA. Alastra mesmo aos bancos, à Nova Caixa Galiza. Que faz o banco com o seu dinheiro? Perguntam na publicidade. Nós respondemos: EM DEMOCRACIA, um titular de conta bancária, um voto; o banco faz com o seu dinheiro o que a MAIORIA DECIDIR em Assembleia com VOZ E VOTO. Por que a CIG-BNG não estão a promover isto para a Nova Caixa Galiza? Será por isso que não os votaram?
O movimento do 15-M, o da indignação, em Ourense protesta depois do 22-M contra os FRAUDULENTOS EMPREGOS para os do PP na Deputação: como são «madrilenos», não são de aqui, distribuem «enchufes»; se fossem de aqui, distribuiriam «CUNHAS, favores, influências, amizades, recomendações»; em Ferrol não estão indignados contra a PROIBIÇÃO de fazer barcos em ASTANO; na Catalunha debateram e votaram em favor do direito de Livre Determinação dos povos particularmente do povo catalão. Do que nós sabemos, a indignação do 15-M, em termos democráticos, não chegou tão longe, não chegou a debater e votar em favor do direito de Livre Determinação da Galiza. Daí que a palavra de ordem «DEMOCRACIA JÁ», vai acompanhada, como sempre, «y a los gallegos NO!» o qual se resolveria com a Assembleia Nacional da Galiza que nós defendemos. Nós defendemos a DEMOCRACIA OPERÁRIA porque o operariado é a IMENSA MAIORIA da população e, sobretudo, porque é nos centros de trabalho onde a falta de DEMOCRACIA, onde a tirania, o despotismo, a hierarquização, é exercida com mais intensidade tornando as pessoas escravas sem qualquer direito; o exemplo de dois indivíduos, Mendez e Tojo, eles sós a «representarem» e DECIDIREM a vida e a morte de mais de 20 milhões de pessoas trabalhadoras e as suas famílias chega para saber que a DITADURA continua. Nós repetimos mais uma vez, a necessidade e urgência de assembleias nos centros de trabalho para debater e votar tabelas reivindicativas com aumentos linhais iguais para todos, Navantia e Companhias Auxiliares, ASTANO construir barcos, AUDITORIA para saber quem e quanto ROUBAM os que provocam as perdas de Navantia, etc. Nós repetimos mais uma vez, a necessidade e urgência da MOBILIZAÇÃO OPERÁRIA mais ampla, solidária, UNIDA porque isso acabou com a DITADURA franquista e a falta dela, da mobilização, nos tornou a ela, à DITADURA, que é onde estamos. Daí o nosso apelo para acudirmos às 11,30 horas do Sábado, 11 de Junho ao Concelho de Ferrol para lhe dar força e contido a um movimento que tem que acabar na INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Sexta-Feira, 10 de Junho de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 24 de maio de 2011

NORMALIDADE «DEMOCRÁTICA» (distribuídas 500 folhas às 5 h. da data na porta da Bazan, rua Taxonera)

Normalidade «democrática» é a VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP PARA ROUBAR mais verbas públicas, é a VITÓRIA DA IMPUNIDADE, do engano, da estafa, da burla, de mais DESEMPREGO, precariedade, da redução de salários, das pensões, do poder de compra. É a vitória da mentira, da PATRANHA E DO CINISMO RISONHO do nacional-socialismo da «feijoada vaticana». Normalidade «democrática» na Galiza é que racistas contra o seu próprio povo como Carlos Negreira, Conde Roa, JMRei governem cidades republicanas e/ou proletárias como A Crunha, Compostela ou Ferrol, massacradas pelos ocupantes hitlerianos durante o franquismo. Normalidade «democrática» é que as governem com os votos da quarta parte dos eleitores. Normalidade «democrática» é a vitória na Galiza de um partido, o PP, ao que lhe votam 713.816 eleitores e 1.598.953 pessoas com direito ao voto para DEMOCRATICAMENTE DECIDIR QUAL A VONTADE POPULAR GALEGA, mais do duplo, é que NÃO LHE VOTAM. Isso é normal em «democracia», quer dizer, a normalidade «democrática» é USURPAR a vontade popular galega. Normalidade «democrática» é que JMRei se aumente o salário em mais milhões num plano de «AUSTERIDADE» para 61.295 eleitores e de OPULÊNCIA para ele, familiares e amigos do PP, para «chicos e chicas finas de derechas» terem emprego e para que «vistan bien»; PLANO DE OPULÊNCIA para JMRei votado por 14.974 pessoas e por 46.285 eleitores (com a mesma capacidade para decidir) NÃO! Normalidade «democrática» é o governo da MINORIA.
A cidadania votar LIVREMENTE na Galiza, sob o incontinente VITORIOSO riso de Afonso Rueda, é que, devido ao aumento ILEGAL dos recenseamentos e do voto «acarrejado» para o PP, a participação superasse o 80 % em 32 Concelhos dos 94 em que DIVIDEM a província de A Crunha, em 43 dos 67 em que DIVIDEM a província de Lugo (5 Concelhos superam o 90 %), em 62 dos Concelhos dos 92 em que dividem a província de Ourense (2 superam o 90 %), em 11 Concelhos dos 62 em que DIVIDEM a província da Ponte Vedra, quer dizer, em 148 dos 315 em que DIVIDEM a Galiza, cerca da metade. Isso é que é, segundo Feijó, voto LIVRE E SECRETO.
Normalidade «democrática» é os dirigentes do BNG, PSdeG-PSOE, EU, LEGITIMAREM na sua desconsolada COBARDIA, a VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP, sem, na noite eleitoral, terem a «ocorrência» de DENUNCIAR E EXIGIR REPETIR as eleições em Arzúa, Ginço da Lima, etc. Onde eles próprios denunciaram a FRAUDE QUE SE CONSUMOU.
A dirigência do BNG não é capaz de receber a mensagem reiteradamente emitida pela ABSTENÇÃO de 26.310 pessoas em Ferrol, de 14.740 em Narão, de 4.746 em Fene; será porque o BNG censura, combate ou é indiferente às 3.414 pessoas despedidas de ASTANO pelo Rei e Felipe González, algumas das quais chegamos até ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos? Ou é que mais de 45.000 pessoas são «passotas», idiotas ou proletariado galego politicamente desenvolvido com uma grande consideração pela UNIDADE E O COMBATE? Será isso o que acontece em termos de ABSTENÇÃO em Narão, Ferrol, A Crunha, Culheredo, Arteijo, Cambre, Marim, Vigo, Fene, Ames? Serão centenas de milhares de eleitores idiotas ou pessoas INDIGNADAS? É a política como o futebol ou o boxe, um «TONGO» para distrair proletárias mentes embotadas pelo excesso de trabalho?
Nós achamos que estas eleições confirmam, mais uma vez, o que desde 1814 acontece no Reino da Espanha: que a democracia não pode ser REAL ou monárquica, porque não é. A democracia só pode ser republicana, operária, socialista e federativa.
Nós celebramos o posicionamento de ontem de Gara ao afirmar que os resultados eleitorais de Biltu e o que está a acontecer na Porta do Sol e o resto dos territórios do Reino, ajudarão e facilitarão a liberdade em Euskal Herria, liberdade nacional à que também temos direito na Galiza, Catalunha e Canárias cuja UNIDADE proletária e livredeterminista junto com o resto dos territórios submetidos pelo Reino achamos FULCRAL PARA A LIBERDADE.
As pessoas INDIGNADAS, maioritariamente PROLETÁRIAS, e/ou pertencentes às classes trabalhadoras só podem, como aconteceu em períodos muito breves da história da monarquia espanhola, IMPOR, um ato de força contra os partidos monárquicos, A DEMOCRACIA; aceder, usufruir, manter e desenvolver a DEMOCRACIA exercendo o direito e sobretudo o DEVER DA INSURREIÇÃO.


Em Ferrol, Terça-Feira, 24 de Maio de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 20 de maio de 2011

DERROTEMOS A FRAUDE ELEITORAL DO PP PARA VITÓRIA DA DEMOCRACIA (distribuídas 300 folhas às 20,00 h. da data na manifestação de Bazan-Astano)

As próximas eleições municipais serão realizadas com a FRAUDE ELEITORAL PARA VITÓRIA DO PP impune, instituída e proclamada. Todos os alcaides ou cargos públicos do PP têm ILEGALMENTE recenseadas na sua própria morada (ou na dos seus) um número grosso de votantes que, esperam, determine a sua fraudulenta vitória. Levam enviando-se votos pelos correios desde que foi possível fazê-lo, violando o direito ao voto LIVRE E SECRETO das pessoas mais vulneráveis para além de violar e usurpar a vontade popular galega. Os inquéritos oficiais, os estaduais, e os privados proclamam uma e outra vez a FALÁCIA DAS MAIORIAS DO PP: vejam o publicado pelo CIS o dia anterior ao começo da campanha eleitoral. Justo o Domingo anterior à data das eleições os média nomeadamente La Voz de Galicia (a dos 150 milhões de pts. «untados» por Feijó e quem sabe quanto mais) publicam PATRANHAS tão grossas como a do inquérito relativo a Ferrol que, em nossa opinião, proclama uma prevista MACRO-FRAUDE em benefíco do «picolíssimo» candidato do PP, patranha a alastrar pela Galiza toda. Os média, particularmente a TVE entregue por ZP ao golpista-franquista Oliart, durante mais de um ano vêm proclamando uma e outra vez FALSAS MAIORIAS DO PP sobre o PSOE, tudo com o objetivo de absolutizar que «a opinião pública é a opinião publicada», quer dizer, criar um estado mental coletivo que dá por feita e inevitável a VITÓRIA DO PP; o caso de El País, na imprensa, é paradigma de «virar-o-casaco», de se colocar do outro lado da barricada, de passar-se ao inimigo. Comprar Polanco, filho, e adláteres não foi muito difícil. Nos informativos da TVG SÓ AS PATRANHAS de Feijó é que são notícia. As não demasiadas denúncias da FRAUDE ELEITORAL que estão já a perpetrar os do PP e as previstas para o Domingo, denúncias do PSdeG-PSOE, BNG (ficam só na denúncia) e/ou outros agentes SÃO CENSURADAS COM RIGOR NA TVG.
O imenso ROUBO de verbas públicas perpetrado pelo PP na Junta da Galiza e não apenas determina não só os três mil Euros que Baltar dou ao pedâneo mas também uns médios publicitários, propagandísticos, para «untar», etc. do PP, três, quatro, cinco vezes superiores aos do BNG-PSdeG-PSOE juntos.
Tudo denunciado por nós e durante anos, sempre apelando para a mobilização popular para o impedir. Tudo e mesmo muito mais conhecido, consentido pelo PSdeG-PSOE, BNG e os sindicatos, com diferentes responsabilidades; responsabilidades cujo eixo é matar a mobilização popular ou não lhe dar a UNIDADE, INTENSIDADE E DURAÇÃO necessária para a VITÓRIA dos interesses do povo trabalhador galego.
Nós fizemos tudo o que, em nossa opinião, cumpria e podíamos fazer, dirigindo-nos uma e outra vez a partidos e sindicatos, apelando uma e outra vez para a MOBILIZAÇÃO popular, a organizar piquetes informativos, como nas greves gerais, que IMPEÇAM A FRAUDE ELEITORAL que o PP perpetrará o próximo Domingo. A resposta que tivemos não foi a que, a nosso ver, a situação requer.
EMBORA TUDO ISSO, nós achamos que é possível DERROTAR A FRAUDE ELEITORAL DO PP o próximo Domingo para VITÓRIA DA DEMOCRACIA. É organizar piquetes informativos que impeçam a FRAUDE. É concentrar, apesar de tudo, o voto no BNG. É NÃO LEGITIMAR na noite eleitoral A VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP (como fez Carlos Aymerich nas passadas eleições autonómicas). É exigir REPETIR as eleições onde mais grossa e pública fora a FRAUDE DO PP (Ferrol, Ginço de Lima, Arzúa, etc.). É organizar e implementar a DEMOCRACIA a meio da DEMOCRÁTICA INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PIQUETES INFORMATIVOS IMPEDEM A FRAUDE ELEITORAL DO PP (distribuídas 700 folhas às 5 h. porta da Bazan e 300 na manifestação das 20.00 h tudo na data)

Nós apelamos para constituir piquetes informativos em Domingo, 22 de Maio, um exército de VOLUNTARI@S a agir em Ferrol e em cada Concelho da Galiza para IMPEDIR A FRAUDE ELEITORAL PARA VITÓRIA DO PP.
Piquetes informativos que garantam o voto LIVRE E SECRETO e umas eleições LIVRES, LIMPAS, DEMOCRÁTICAS E SEM FRAUDE. (Lê, discute, debate, difunde, espalha, ajuda a defender a democracia)
Apelamos ao operariado, ao povo trabalhador, à cidadania nomeadamente às bases do BNG, PSdeG-PSOE, EU, CIG, CCOO, UGT e/ou outros partidos, sindicatos, organizações e mesmo instituições para velar pela democracia e organizar piquetes informativos porque a democracia é um bem para todos, é um BEM COMÚM.
Os piquetes que informem as pessoas dos seus direitos (ao voto LIVRE E SECRETO) estão amparados pela lei; as equipas de «ORGANIZAÇÃO E TRANSPORTE» para «acarrejar» votos e/ou outras práticas fraudulentas do PP, NÃO; são contrárias à lei, VIOLAM A LEI: ESSAS PESSOAS SÃO DELINQUENTES QUE HÁ QUE PRENDER.
Os piquetes informativos a velar pela DEMOCRACIA utilizarão desde as 00,00 horas do Domingo, dia 22, os telefones móveis e a REDE para DENUNCIAR no momento as pessoas, organizações e/ou instituições ao serviço do PP que estão a cometer a FRAUDE. Quém madruga à democracia ajuda.
As pessoas a integrarem os piquetes informativos com telefones móveis, câmaras de vídeo e fotográficas, gravadoras, etc. impedirão a FRAUDE antes de se cometer mesmo pedindo reforços a outras partes:
Disuadir, inutilizar o transporte das «equipas de transporte» (taxistas e taxis); disuadir, desorganizar as «equipas de organização»; impedir que as sedes das Deputações de Ourense e a Ponte Vedra (com os seus meios) sejam base da FRAUDE; impedir que a Junta da Galiza, Feijó e os integrantes do seu governo perpetrem a FRAUDE e/ou outras malfeitorias; impedir que os locais do PP sejam a base da FRAUDE.
Usar TODOS os meios para impedir a FRAUDE, sobretudo os próprios; dirigir-se aos média, aos presidentes das mesas eleitorais denunciando para que levantem ata; à Junta Eleitoral de Zona; aos polícias municipais, nacionais, Guarda Civil para que os levem presos e levantem ata; em qualquer caso pensa, com certeza, que são favoráveis ao PP.
Reclamai OBSERVADORES INTERNACIONAIS (portugueses, franceses, ingleses, etc.) e/ou se dirigir a eles para DENUCIAR A FRAUDE aquando esta acontecer.
Impedir que a COBARDIA dos «derrotados» dirigentes LEGITIME na noite eleitoral A FRAUDE DA VITÓRIA DO PP.
REPETIR AS ELEIÇÕES onde a FRAUDE fosse mais pública e grossa (Ferrol, Ginço de Lima, Oímbra, Arzúa, etc.) é uma EXIGÊNCIA OBRIGATÓRIA para reivindicar e lutar.
O exemplo da DERROTA eleitoral do amigo de Aznar, o impune «puteiro», o cão Berlusconi, é o referente CONCRETO, PRÁTICO para nos encorajar a DERROTAR O PP e achegar a INSURREIÇÃO.


Em Ferrol, Quinta-Feira, 19 de Maio de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

VOTA BNG CONTRA PP–PSOE (distribuídas 500 folhas ás 5,20 h. da data na porta da Bazan, rua Taxonera)

A nosso ver, a melhor opção em Ferrol e na Galiza porque a FRAUDE ELEITORAL PARA VITÓRIA DO PP com consentimento, colaboração, cumplicidade e ajuda do PSOE, viola o direito ao voto LIVRE E SECRETO do povo galego particularmente das camadas mais vulneráveis, viola o direito da Galiza a se dotar da representação política que quiser. Este é o objetivo do PP «acarrejando» votos, aumentando os recenseamentos, recenseando nas suas moradas, uma pessoa votando PP dez ou mais vezes, desviando votos para benefício do PP, etc. Objetivo que temos de IMPEDIR EM MOBILIZAÇÃO NACIONAL EM FAVOR DA DEMOCRACIA em 22 de Maio organizando por toda a Galiza piquetes que informem as pessoas dos seus direitos. Na nossa opinião, é a CIG e não apenas quem pode e deve realizar esta DEMOCRÁTICA, CÍVICA E CIDADÃ TAREFA: a de impedir os rufiães se apossarem da vontade do operariado, das classes trabalhadoras, do povo galego, de usurparem a vontade popular.
Durante anos vimos DENUNCIANDO E COMBATENDO a pior das agressões que está a sofrer a Galiza durante séculos: a de lhe ESPOLIAR a sua representação política, ROUBAR a vontade popular, desde a PROIBIÇÃO de o Reino da Galiza votar nas Cortes dos Reinos e Províncias da Coroa de Castela, votando Samora por e contra nós, passando pela FRAUDE ELEITORAL permanente durante todo o XIX século em que o povo galego derrotando os melhores exércitos da Europa, os de Napoleão, determinou a promulgação da Constituição dita de Cádis: sufrágio universal, abolição da ESCRAVATURA e do Tribunal da Suprema Inquisição, etc. O povo galego, propiciou a incendiária e jacobina Constituição (em palavras de Marx) abafada pelos exércitos das testas coroadas europeias para ESPOLIAR a nossa representação política.
Passando pela insurreição galego-portuguesa de 1846 em que o betanceiro Faraldo acompanhava o canto de «Maria da Fonte com as pistolas na mão para matar os cabrões que ROUBAM nossa nação». Passando pela proclamação em Ferrol, em 11 de Outubro de 1872, da República Federal, a vontade do povo galego. Passando pela FRAUDE ELEITORAL na província de A Crunha em 16 de Fevereiro de 1936 em que os ascendentes do PP se atribuíram a VITÓRIA (11 para eles, 4 para a Frente Popular), fraude derrotada com insurreição popular. Passando pela VITÓRIA do referendo do Estatuto de Autonomia entregue e legal em Cortes em 15-17 de Julho de 1936, legalidade ABAFADA com as armas franquistas em 18 de Julho, no seguinte dia.
Até a hipótese de melhorar e APORTUGUESAR o rejeitadíssimo por 4 de cada 5 pessoas, Estatuto de Autonomia de Paco Vázquez e uns poucos rufiães como ele, hipótese ABAFADA pelo golpe militar de 23 de Fevereiro de 1981 que instalou pela força nos Concelhos e na Junta o falangismo franquista fuzilador: o caso do alcaide de A Crunha, Domingo Merino, é paradigma. Desde essa data IMPERA na Galiza a FRAUDE ELEITORAL PARA VITÓRIA DO FRANQUISMO DO PP.
Atualmente a FRAUDE ELEITORAL DO PP não se oculta, PROCLAMA-SE disfarçada de inquérito oficial, o do Centro de Investigações Sociológicas, que prevê aumentos em Madrid, Murça, Valência, Castela-Mancha, Estremadura, Castela-Leão, A Rioja, Maiorca, sem a Galiza aparecer nos média espanhóis como aparece Biltu porque teriam que justificar a proibição de se apresentar ao alcaide do BNG de Arzúa, um facto mais antidemocrático do que proibir a apresentação de Biltu sem que tenhamos notícia da elementar SOLIDARIEDADE de esta coligação, as catalãs e outras que foram justamente solidárias com Biltu. Nós queremos molhar a alegria bilbaína com a tristura de Arzúa para equilíbrio SOLIDÁRIO.
A ABAFANTE CENSURA da Galiza nos média espanhóis, para além da sua essência RACISTA, é para OCULTAR o caráter nazista, racista, de apartheid, incendiário, ladrão que o PP tem contra nós. Não responde a qualquer outra argumentação de menor luta ou consciência política do povo galego, não, o que tenta impedir é a SOLIDARIEDADE com as nossas lutas que em termos ESTRATÉGICOS e pelo facto da existência da República portuguesa, da Galiza Sul, e da sua Constituição, são as mais perigosas para a ESTABILIDADE MONÁRQUICA espanhola, facto que nem sequer é bem compreendido pelo dito nacionalismo galego. Todos esses anunciados aumentos de votos do PP são a proclamação da planejada FRAUDE ELEITORAL de um agressivo e organizado exército dirigido por almirantes e generais financiado com o ROUBO do dinheiro público que o PP perpetra nas instituições, desde a publicitada «trama Gürtel» até a ocultada «trama de Feijó» cuja parte mais visível é a «trama Baltariana» embora a «trama da Cidade da Cultura» lhes permita ROUBAR muito mais sem podermos quantificar o que ROUBA a «trama do governo de Feijó».
José Manuel Rei, Carlos Negreira, Conde Roa, etc. as pessoas que integram as candidaturas do PP aos Concelhos galegos têm todas IDÊNTICO PERFIL: SÃO RACISTAS contra a Galiza, vivem do ÓDIO ao galego. Carlos Negreira, um tipo abjeto, nazista, e J. Manuel Rei, advogado de silveira, advogado de corredoira, a se manifestarem, como o Ku-Klux-Klan, contra a nossa língua e cultura, a se manifestarem contra a Galiza são como os hitlerianos, os «camisas pardas», como Camps, a se burlarem e fazerem risos das suas vítimas por eles assassinadas, «pra que ergam o punho».
São espertos na mentira, no disfarce, em aparentar; o que nunca fazem é declararem perante notário os seus bens para ocultarem o que pessoalmente ROUBAM para se enriquecerem, serem milionários, a conta dos impostos e o trabalho de todo o mundo, são as piores parasitas. Limpar a Galiza de parasitas é possível em Domingo, 22 de Maio, impedindo a FRAUDE ELEITORAL DO PP tarefa que a CIG e não apenas tem de organizar e que achegaria a INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Quinta-Feira, 12 de Maio de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PROLETÁRI@S DA GALIZA E PORTUGAL, UNI-VOS! (distribuídas 2.000 folhas às 15 h. da data na manifestação da CGTP M. Monis-Afonso Henriques em Lisboa)

Seguindo a máxima de Carlos Marx «PROLETARI@S DE TODOS OS PAÍSES, UNI-VOS!», de derrubar todas as fronteiras que dividem o proletariado, a começar pela fronteira que divide a Galiza e Portugal. Assim foi proclamado pela União Operária Galaico-Portuguesa fundada em Tui, Viana do Castelo e Braga em 1901, 1902 e 1903. Nós reivindicamos UNIÃO OPERÁRIA galego-portuguesa e não apenas porque A GUERRA DE CLASSE MUNDIAL (CAPITALISTAS UNIDOS FACE PROLETARIADO DIVIDIDO) que estão a intensificar os capitalistas, as suas instituições internacionais, os seus governos e os seus partidos contra o proletariado e as nações pobres tem agora mais um episódio em Portugal onde o FMI, o BCE, a EU estão a cometer INGERÊNCIA nos assuntos internos do país (VIOLANDO A INDEPENDÊNCIA e a soberania nacional) com o objectivo de orientar o voto para os seus partidos (PSP, PSD, CDS-PP) os partidos dos capitalistas, partidários, submissos e obedientes aos seus «diktados» e à sua «diktadura»; partidos que estão a bombardear o seu próprio povo com bombas tão letais como o desemprego, a precariedade, a redução de salários, das pensões, do poder de compra, que produzem fome, má alimentação, doença e muita miséria e pobreza, num XXI século onde o desenvolvimento científico e tecnológico nas mãos do proletariado podia acabar com as coitas que ABAFAM a Humanidade, a começar pela GUERRA, a fome, a pobreza.
O FMI, o BCE e a EU estão a atacar a DEMOCRACIA portuguesa que surdiu do «25 de Abril», da «Revolução dos Cravos». Estão a atacar a democracia e a VIOLAR a vontade do povo português que é quem mais ordena. Daí a necessidade da UNIÃO OPERÁRIA, da candidatura OPERÁRIA UNIDA (PCP, BE e não apenas) para ganhar as eleições do 5 de Junho e despejar do governo os partidos capitalistas, partidários, submissos e obedientes ao FMI, BCE, EU.
Porque para mudar de políticas é preciso PODER PROLETÁRIO e desde hoje, a nosso ver, combater para GANHAR A BATALHA ELEITORAL é fulcral não apenas para Portugal mas também para a Europa e o mundo.
São horas de Portugal PRODUZIR e produzir BARCOS nos ruídos estaleiros navais de LISNAVE em Almada. Eis onde a UNIÃO OPERÁRIA galaico-portuguesa tem que ser implementada: em reivindicar a contratação e construção de transporte marítimo nos estaleiros navais de LISNAVE e ASTANO na Ria de Ferrol. UNIÃO OPERÁRIA contra o MONOPÓLIO MUNDIAL de três estaleiros navais da Coreia do Sul, (Daewoo, Hyundai, Samsung), imposto pelos EUA fazendo parte da sua GUERRA contra a comunista Coreia do Norte; monopólio mundial da Coreia do Sul financiado pelo FMI que há uns anos dou 50.000 M$ que se multiplicaram ao governo coreano desvalorizar a sua moeda, o wrong, num 30 %.
Porque contra as injustiças há remédios «à portuguesa» no hino nacional e na Constituição, quer dizer, ÀS ARMAS, ÀS ARMAS, INSURREIÇÃO.


Em Lisboa, Domingo, 1 de Maio de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

25 DE ABRIL SEMPRE EM GALIZA (distribuídas 2.000 folhas às 15 h. da data na manifestação da Pç do Pombal-Restauradores em Lisboa)

Nós queremos a «Revolução dos Cravos», o 25 de Abril, sempre em Portugal e na Galiza e não por um aquele de lirismo ou romantismo, não, queremo-lo por um prosaico desejo de um mundo melhor para pobres e pior para ricos em concordância com o pensamento e a obra de Castelão, SEMPRE EM GALIZA que podem ler na nossa ortografia.
Portugal e a Galiza são partes afastadas e pobres de um mesmo país, de uma mesma nação; afastamento que «provem do ESQUECIMENTO da tradição nacional e da falta de PLANO POLÍTICO de todos os que nos têm governado» segundo o DESAPARECIDO E CENSURADO pensamento de Teófilo Braga, cabeça de uma derrotada revolução operária, republicana, federalista e socialista; pobreza que provem da espoliação, roubo, saque, rapina, exploração de pobres e afastadas partes pobres de um mesmo país, de uma mesma nação mesmo muito rica; pobreza que provem do colonialismo e imperialismo que o Zeca Afonso cantava «NÃO PASSARÁ».
Portugal, a Galiza Sul em termos de LEMBRANÇA da tradição nacional, a metade sul da Galiza, em palavras de Oliveira Martins, tomou sobres si o papel de representar um sentimento de INDEPENDÊNCIA que preservou até o plasmar no Preâmbulo do MANDATO do povo português decretado pela Assembleia da República em 2 de Abril de 1976 na Constituição: «a decisão do povo português de defender a independência nacional (...) e de abrir caminho para uma sociedade SOCIALISTA».
O sentimento de INDEPENDÊNCIA da Galiza Norte defendido pelo povo galego foi secularmente ABAFADO em sangue, ferro e fogo pela monarquia Castelhano-Aragonesa mesmo ajudada pela portuguesa até chegarmos ao nosso tempo em que as armas de Hitler, Mussolini com a colaboração de Salazar dirigiram o franquismo para massacrar, genocidar, DESAPARECER, CENSURAR os melhores e o seu pensamento e sobretudo IMPEDIR a sua obra. Destacamos o pensamento DESAPARECIDO do DESAPARECIDO Jaime Quintanilha Martínez, assassinado pelo franquismo, que fora alcaide de Ferrol durante a Segunda República espanhola: galego e português a mesma língua, direito de autodeterminação e República galego-portuguesa confederada com as repúblicas da Catalunha, Bascônia e Espanha em uma sociedade socialista. COMUM pensamento que Castelão exprime no dito SEMPRE EM GALIZA.
Nós queremos a «Revolução dos Cravos» AGORA para a UNIÃO OPERÁRIA E NACIONAL galego-portuguesa como queria o proletariado galego-português UNIDO em Tui, Viana do Castelo e Braga em 1901, 1902 e 1903 a fundarem a União Operária Galaico-Portuguesa e seguindo a máxima de Carlos Marx, «Proletariado de todos os países, UNI-VOS!», derrubar as fronteiras que dividem o operariado, a COMEÇAR pela fronteira galego-portuguesa. Eis o pensamento DESAPARECIDO da DESAPARECIDA União Operária Galaico-Portuguesa [Aurora do Lima, Biblioteca Municipal, Viana do Castelo].
Nós queremos a «Revolução dos Cravos» AGORA porque a UNIÃO E MOBILIZAÇÃO operária portuguesa, CGTP UNIDADE SINDICAL, foi capaz da derrocada do governo de Sócrates, obrigando-o a se demitir e convocar novas eleições e essa UNIDADE SINDICAL tem que se «CONTAGIAR» à UNIDADE POLÍTICA OPERÁRIA que concorra às eleições em 5 de Junho para as ganhar e CUMPRIR e fazer CUMPRIR o MANDATO do povo português decretado na Assembleia da República em 2 de Abril de 1976. UNIDADE POLÍTICA OPERÁRIA, responsabilidade do PCP, do BE e não apenas face o «CONTÁGIO» do nazismo vitorioso que vem da Finlândia para Portugal acompanhado do FMI, BCE e UE dos golpistas Durão Barroso e Sócrates.
Responsabilidade de UNIDADE POLÍTICA ELEITORAL para MULTIPLICAR o combate, adesões, solidariedades, iniciativas, atividades, participações, financiamento, etc. numa palavra, votos. Votos que MULTIPLICARÃO os mais de um milhão que somam PCP-BE, os 52.784 do MRPP; votos tirados dos 99.161 brancos e da ABSTENÇÃO de 3.830.365 pessoas trabalhadoras pobres [a IMENSA maioria em Portugal] que, a nosso ver, manifestam assim a sua indignação ou desesperança por não ver cumprido o MANDATO constitucional. MULTIPLICAR votos com UNIDADE POLÍTICA ELEITORAL contra os 2.075.695 votos do PS, ou os 1.654.777 do PP-PSD, ou os 592.997 do CDS-PP porque desde as eleições de 27 de Junho de 2009 até à queda de Sócrates apenas se passaram dezanove meses em que a MOBILIZAÇÃO OPERÁRIA E POPULAR atingiu níveis para implementar todos os meios que o MANDATO constitucional fornece, que fornece a lei SUPREMA: A ROTUNDA INSURREIÇÃO.

Em Lisboa, Segunda-Feira, 25 de Abril de 2011.

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL