segunda-feira, 31 de março de 2008

NA NOSA LYNGOAGE GALEGA (distribuídas 300 folhas às 13.00 h. da sexta-feira, 28 de Março de 2008 na porta da Bazan)

DIRECTORA DO INSTITUTO DA LÍNGUA GALEGA (por que não da Galiza?):
Ex.ma Senhora Rosário Alvarez
SECRETÁRIO DO CONSELHO DA CULTURA GALEGA (por que não da Galiza?):
Ex.mo Senhor Henrique Monte Agudo
COORDENADORA DO LIVRO «NA NOSA LYNGOAGE GALEGA»:
Ex.ma Senhora Ana Boulhão
PROFESSORA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA:
Ex.ma Senhora Ana Maria Martins (Martínez?)
MANUEL LOPES ZEBRAL, de nacionalidade galega, galego-portuguesa e/ou portuguesa, com passaporte espanhol da UE nº 32.594.383-W, desempregado, com morada em FERROL, CP 15406, rua Henrique Granados nº 3, 2º Esq, presidente de GALIZA SOLIDÁRIA e representante da COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL, dirijo-me a Vs., TEMERÁRIO, sem sequer ter olhado e/ou folheado o livro, escrevo depois de ler a notícia publicada em El País da quarta-feira, 12 de Março de 2008, redigida em espanhol por Daniel Salgado, para lhes colocar as questões que se seguem:
1.- A qual Ramón Lorenzo Vazquez dedicam, consagram, tributam? Ao que em 12 e 15 de Fevereiro de 1960 em La Noche compostelã considerava INTERESANTE acomodar el gallego a los lectores luso-brasileños e MARAVILHOSO a literatura galega ser conhecida no mundo luso-brasileiro Y ROMPER EL CERCO QUE HOY LE TIENEN TRAZADO? Ao que não lhe parecia DESCABELLADO hacer una acomodación (nosotros, gallegos) A LOS FONEMAS PORTUGUESES, apenas ALGUNS FONEMAS (sic) como «nh», «lh», «g», «j» (como Pondal), o «ç» mais complicado? Ao que AFIRMAVA que LO PROPIAMENTE GALLEGO ES LA «s» porque la «z» (agora sim está a falar de fonemas, não da sua representação na ORTOGRAFIA) es PARTICULARIDAD del castellano en toda la Romania (e Andaluzia e satélites, seseantes ou sibilantes?)? Ao que escreveu «Pero nosotros escribimos com «z» aunque pertenezcamos a una zona de SESEO»? Ao que repetia que era INTERESANTE a ideia de escrevermos na nossa ORTOGRAFIA secular, a do Português, como publicava com Galaxia em 1960!!! a nossa excelência galega, portuguesa, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, universal, ERNESTO GUERRA DA CAL? Ao que achava que havia que LUTAR PELO FUNDAMENTAL que seria que nos acercasemos al mundo luso-brasilenho siempre que no perdiesemos nuestros derechos y nuestro patrimonio?. Ou ao que em 1985, pago pelos espoliadores franquistas-nazistas da Galiza, Barrié de la Maza, Conde de FENOSA, A FE NOSA EN FRANCO, para com «RIGOR CIENTÍFICO», como o seu, PONTIFICAR que a linguagem galega da CRÓNICA TROIANA é já MUITO DIFERENTE DO PORTUGUÊS, com oitenta e seis páginas (81-167) de «babalhadas» infinitas próprias de um «chiquiliquatro» IDEOLOGIZADO pago, repetimos, para DIZER o que o NACIONAL-SOCIALISMO ESPANHOL, segurado por Rodolfo Almirón, quer que se diga? Saibam que todas as «babalhadas» para atribuir SINGULARIDADE E DIFERENÇA AO GALEGO FACE O PORTUGUÊS estão em este, do pouco que eu sei, até 1595, publicado nada menos que em Coimbra, na altura filipina?. Ou ao «DEMOCRATA» MONÁRQUICO PARLAMENTAR, elevado ao governo par Deus, que durante décadas como ÚNICO catedrático de galego-português na Galiza na Universidade de Santiago de Compostela exerceu o mais ABJECTO, BRUTAL, PATRANHEIRO DESPOTISMO «para alumbrar los espacios de obscuridad de la lengua gallega de todos los tiempos», das cortadas pela Spanish Inquisition e das outras, nas cabeças de gerações de jovens licenciados em distinguível galego-português?. A qual dos três?. Ao totum revolutum para nos adequar aos tempos?. Servirá a dedicatória, consagração, tributo a Ramón Lorenzo e a NOSA LYNGOAGE GALEGA à estratégia do tudo vale mesmo normativa AGAL para EVITAR o inevitável PORTUGUÊS de/na Galiza?
2.- How much does it cost? A nossa linguagem galega não tem financiamento de um cêntimo de euro do dinheiro público da Galiza entrementres A NOSA LYNGOAGE GALEGA e outras empresas contra a nossa língua ESBANJAM dinheiro público sem o democrático controlo da cidadania. Serão capazes de fazer públicas as contas dos trabalhos todos da publicação nomeadamente dos receptores das verbas empregues?
3.- O desejo de dinheiro como o desejo sexual misturam-se na natureza humana produzindo monumentos como o que se segue: «E depois de ele (confrare eu escolho face confrade) que fique por herdade para sempre a seus filhos varões, assim legítimos como BASTARDOS. E não a nenhuma filha nem filho que dela descer nem CLÉRIGOS NEM FILHOS DE CLÉRIGOS possam herdar em ela salvo havendo-a novamente. Por quanto sempre foi antigamente assim». Porventura, hoje quer na Universidade de Santiago de Compostela quer na Conferência Episcopal Espanhola não poderíamos, com certeza, escrever nem esculpir monumentos assim?
4.- «X.- Item que nenhum confrare da dita confraria quando se ver a cambear não possa falar nenhuma linguagem estrangeira ainda que a saiba. Salvo na nossa linguagem galega ou Castelhana (COM SIGNIFICATIVA MAIÚSCULA NO ORIGINAL!!!). E sendo-lhe visto ou provado que fala outra linguagem com os que quererem (sic) cambear que pague por cada vez uma libra de cera à dita confraria e o vigário o possa penhorar logo por ela e que o degrade por quinze dias do cambio que não possa ali pôr ucha nem cambiar excepto o contar». Também temos a certeza de que hoje não acontece nada que se lhe paresça (sob licença) quanto ao Castelhano com Maiúscula, sinal da sua superioridade racial que estabelece que tudo é seu, seja o que for, lyngoage galega e/ou recursos naturais da Galiza. Tudo é espanhol!!! A escolha do texto é muito expressiva, parabéns!!! Só que surdem interrogações; por que escolheram um texto já publicado e abaratado por Ricardo Carvalho Calero, Carmo Garcia Rodríguez e Lídia Fontoira Súris da Cátedra de Linguística e Literatura Galega da USC, na Editorial Galaxia em 1980 em Vigo e não quaisquer outro dos textos da dita publicação? Para baratear o custo? Ou para marcar referentes de indignidade, hipocrisia e ideologia nazi mais intensos e para além disso muito próprios do poder vaticano-castelhano-espanhol durante séculos na Galiza e no mundo? Lançarote do Lago, Relação da Morte do Marechal Pedro Pardo de Cela Saavedra Bolanho não lhes advertiu de mais, melhor e próximo referente?, e reparem que o «toudos» (25) da Carta Executória de mil e quatro centos e oitenta e três, é o mesmo empregue na fala e na escrita, a dia de hoje na Ilha do Faial onde faias poucas, vacas muytas...
5.- O Forro de Castro, Inezela, é o mais antigo monumento escrito em UNIDADE galego-portuguesa com consequências de morte por real degolamento embora a literatura e a sua universal projecção OCULTE tudo o que enchia e reforçava interiormente a convicção da mais perigosa, por isso assassinada, pensadora, inspiradora intelectual, inspiradora sentimental, etc. da UNIÃO POLÍTICA e territorial da Galiza e o Portugal da primeira metade do século XIV. A mártir da nossa UNIÃO, não pita Maria, cantada na nossa lyngoagem galega por neto de galego UNIONISTA, com as mesmas singularidades atribuídas por D. Ramón ao seu galego diferente do Português, tão perigosamente bela e inspirada, a mártir galega Inês de Castro desaparece como MULHER com projecto político relativo a uma Galiza, territorialmente desde a Ponte Ferrada até A Crunha, e Portugal UNIDOS.
6.- Como quer que o território da Galiza mudou muyto durante a nossa história, a nossa linguagem galega, a fonética, o léxico, a ortografia, não mudaram tanto, vejo-me na obriga, muito obrigado, de lhes fazer a sugestão, que no caso do governo galego torna-se exigência, para que resgatem e façam públicos os documentos da nosa lyngoage galega da Corte de Oviedo, da de Leão e a lyngoaje da Corte de Castela, também como a nossa lyngoagem galega da Universidade e o território de Salamanca, porventura o Foro de Bêjar ou quaisquer cartas ou documentos de Cidade Rodrigo, Badajoz, Mérida, Cáceres ou Walv. Também como exercício comparativo a lyngoajen da Universidade de Palença, toudo, para verificar o pensamento de Dom Ramón relativo a que houve um texto galego=português anterior à versão castelhana? de Afonso XI da Crónica Troiana. Talvez confirmem o meu pensamento relativo a que o Castelhano é um dialecto envergonhado e matricida da nosa lyngoage galega, inspirado, alentado, inventado e construído pelo Vaticano não pela população que segundo o Marquês de Santilhana era competente na nosa lyngoage galega. É, também, uma imensa necessidade confirmar qual foi a lyngoagem dos reis asturianos, leoneses, castelhanos porque aos reis galegos se lhes pressupõe; qual a linguagem dos habitantes da Terra de Campos aquando Henrique de Borgonha a reclamava para Portugal. No que diz respeito às políticas linguísticas do Reino de Leão-Castela parece obrigado saber quais as políticas linguísticas, se existirem, dos reis Afonso VI, Imperador de Leão e notável versejador em galego, Afonso VII, Imperador de Leão, cujos domínios chegavam, diz que, aquém-Ródano, Fernando II, Imperador da Galiza, Afonso IX, rei de Leão e Galiza para além dos excomungados pelo Papa, como os galegos, reis portugueses nomeadamente o rei D. Dinis, toudo comparado com as políticas linguísticas, as leis que as regem, o seu cumprimento e fazê-las cumprir pelas pessoas a exercerem os poderes públicos da dita Comunidade Autónoma da Galicia actual, particularmente os oito centos mil euros anunciados nos média pela Directora de Política Linguística da Junta da Galiza para fomento da nosa lyngoage galega nos liceus, quer dizer, pagar para se cumprir a incumprida lei.
7.- Para acabar, os moços árabes e as moçárabes das patranhas de Menéndez Pidal, Lapesa e outros «pesos pesados» da justificação histórica, política, monárquica da Espanha UNA, GRANDE, LIBRE, o dialecto leonês, o Bable, melhor dito a Babel do racista espanhol Jovellanos e, sobretudo, o romance latino, nada a ver com a Arrrrabia, da Andaluzia que fazia parte da Lusitânia antiga e a unia a Portugal e a Galiza, segundo o republicano revolucionário Teófilo Braga, fortemente desvirtuado pelo salazarismo e não apenas, toudo, recende à nosa lyngoage galega e é difícil de a não cheirar por muyto fedor com que se tente ocultar pelo poder político-militar e ideológico espanhol ou pelas pessoas por ele pagas para tal fim; e mais uma vez, a independência de Portugal e a sua República, como aconteceu com a maré negra do Prestige, são fonte de VERDADE galega, o mesmo que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, face a CRIMINOSA PATRANHA espanhola. Se quiserem beber em essa fonte vejam a «Grammatica da língua portuguesa com os mandamentos da santa mádre igreja. A louvor de Deos e da gloriosa virgem maria, acábasse a Cartinha como os preceitos da santa mádre igreja e cõ os misterios da miβa e responsores della, empremida em a muy nóbre e sempre leál cidáde de Lisboa per autoridáde da santa inquisiçam em Cása de Luis rodriguez liurero delrey noβo senhor com priuilegio reál aos .xx. de Dezembro de 1539 annos» ou «ARTE DE GRAMMATICA DA LINGOA mais usada na costa do Brasil pelo padre Ioseph de Anchieta da Cõpanhia de IESV. Com licença do Ordinario & Preposito geral da Companhia de IESV. Em Coimbra per Antonio de Mariz. 1595». Em Ferrol, terça-feira, 25 de Março de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL,

quinta-feira, 27 de março de 2008

DIREITO À VIVENDA E NARCOTRÁFICO NA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da terça-feira, 25 de Março de 2008 na porta da Bazan)

Os acampamentos de o Vão (Ponte Vedra), Pena Moa (A Crunha), Freixieiro (Narão), etc., não são problemas de vivenda, nem de racismo, etc., são um problema de narcotráfico, proxenetismo, delinquência, organizado, alentado e consentido pelo poder militar-policial-judiciário do Reino da Espanha cujo objectivo político é narcotizar a população particularmente a mais vigorosa, rebelde e combativa, a juventude, e a estrutura humana do narcotráfico, «paia» ou cigana, enriquecida a conta disso, servir de aríete contra a população galega organizada na cidade, no campo e no mar para lutar pelas reivindicações e liberdades que esse mesmo poder NEGA. O caso da Galiza é paradigmático porque só IMEDIATAMENTE depois do Decreto de Reconversão Naval de 1984, dado por El-Rei e o presidente do governo espanhol para aniquilar ASTANO-ASCON, aniquilando o exército proletário e dezenas de milhares de postos de trabalho, aniquilando a vida e o futuro até hoje mesmo, no caso de ASTANO e da Galiza, só depois de 1984, reiteramos, é que Vigo, Ferrol, A Crunha, etc. foram alagados de narcóticos com consequências de morte entre a juventude e não apenas que se podem qualificar de genocídio. O caso da Galiza é paradigmático porque há muito que ultrapassou o Viet Nam quanto a redes de narcotraficantes e extensão dos narcóticos: no Viet Nam os Serviços Secretos franceses e norte-americanos e os governos títeres, devido à existência da FNL e da guerrilha do Viet Cong, apenas foram capazes de introduzir a droga nas cidades face uma Galiza onde os Serviços Secretos espanhóis, norte-americanos, da NATO e o quer que lhe quer governamental ou não fizeram «comer» droga até a aldeia mais afastada do nosso território, logrando erradicar a língua galega da boca da juventude do rural pela via do «coleguismo» e a subfala da miséria madrilena do «jonquismo e camelismo» dos carrascos-vítimas do narcotráfico, saturando-lhe os ouvidos e a cabeça de «rumbas calés» como narcosónico. No caso galego, o caso é DEGRADAR a juventude operária, camponesa, pescadora, estudante, desempregada até a REDUZIR a abjecções difíceis de imaginar se não se visitam os ditos acampamentos e os locais para, entre tojos e silveiras, abaixar aos modernos infernos da infelicidade elevada à categoria de fantasia do prazer e desfrute que «alivia tanta peeeeena aiai!».
A Energia Orgónica de cada corpo novo, masculino, feminino, é cientificamente neutralizada, individual e colectivamente, em acampamentos, «garrafões», discotecas, salas de festa, karaoke, festivais, escolas, universidades, locais de trabalho, etc., com cocaína cortada com «mata-ratos», «pastilhas» de vária gama, álcool de queimar, rebentadoras doses de decibéis e outras «prazenteiras maravilhas» como programas de ensino racistas, fascistas e espanhóis, subjugantes humilhações, etc., etc.
A felicidade que dão a amizade, o amor, o sexo, os orgasmos sem qualquer limite nem condicionante, o manifesto sex-pol, a promiscuidade, a vida ao ar livre, o nudismo, a satisfação pelo próprio corpo e dos demais, a alegria de estudar e conhecer o próprio, a língua, a poesia, a música, a cultura, a história, a terra, o mar, o espaço circundante, etc., a confiança na própria capacidade que proporciona o trabalho manual, o exercício físico, o desporto, a participação no governo das cousas, etc., TODAS AS UNIVERSAIS fontes de felicidade são-lhe rigorosamente FURTADAS à juventude e população da Galiza submetida pelo temor e a força de minorias ao serviço da estabilidade SECULAR da monarquia espanhola e o princípio no que assenta e com o que espolia, A UNIDADE DA ESPANHA. Portanto a cidadania galega nomeadamente a que mora em vivendas sociais, que é a que mais padece estas e outras coitas faz muito bem em se MOBILIZAR contra estes aríetes que têm que ser eliminados, aríetes e protectores das militares alturas, para a Galiza se ver de tanta abjecção LIVRE. Em Ferrol, terça-feira, 25 de Março de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 18 de março de 2008

NOTÍCIA CENSURADA NOS MÉDIA ESPANHÓIS QUATRO DIAS DEPOIS DOS DESTRAGOS NA GALIZA E PAÍS BASCO

AL MENOS 2 MUERTOS Y 20 HERIDOS POR TORNADO EN ATLANTA
15 Marzo 2008
Actualizado: 06:44 PM hora de Cd. Juárez
AFP

Washington– El gobernador del estado sureño de Georgia declaró hoy el estado de emergencia tras un violento tornado que golpeó el centro de Atlanta, provocando la muerte de dos personas y unos veinte heridos a su paso.
La tormenta desatada en la noche del viernes arrancó varios tejados de edificios de apartamentos en el centro, reventó ventanas, e hizo salir despedidos por los aires a los espectadores de un partido de baloncesto universitario, en medio de los escombros que caían del techo.
Una portavoz de Gestión de Emergencias de Georgia confirmó la muerte de dos personas durante el tornado, mientras que el gobernador de Georgia Sonny Perdue declaró el estado de emergencia en el área afectada.
La tormenta se desató en la capital del estado hacia las 21H40 locales (02H40 GMT del sábado), obligando a las autoridades a poner en marcha grandes operaciones de asistencia a los ciudadanos, evitar el peligro de derrumbe de edificios afectados y limpiar las calles de restos de árboles y escombros.
El sábado, 10.000 hogares carecían de electricidad mientras que nuevas tormentas en el noreste del estado continuaban causando daños.
La alcaldesa, Shirley Franklin, exhortó el sábado a los vecinos de la ciudad a no acudir al centro de la ciudad. "Les ruego encarecidamente que se mantengan lejos del centro. Dejen que los servicios de emergencia hagan su trabajo", dijo.
La cadena televisiva CNN mostró imágenes de grandes árboles arrancados de raíz, automóviles dañados y muchas oficinas con vidrios rotos.
Se trató de un "posible tornado", según el servicio nacional de meteorología de Atlanta, que emitió una alerta para el sábado, ante la posibilidad de tornados en el sur de Estados Unidos, especialmente en Georgia, Alabama y Carolina del Sur.
Según el departamento de bomberos 30 personas fueron enviadas a hospitales para recibir atención médica.

PROVOCAR OS MAIORES DANOS NO TERRITÓRIO DO INIMIGO (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quinta-feira, 13 de Março de 2008 na porta da Bazan)

Objectivo central da guerra geofísica teorizada e praticada pelo Pentágono desde a década do 1960 através da manipulação climatológica e/ou dos fenómenos climatéricos por exemplo, intensificar temporais para provocar grandes ondas contra as costas do inimigo.
No informe acerca dos Direitos Humanos do Departamento de Estado, encabeçado por Condoleezza Rice e governado por John Negroponte com cem mil mulheres e homens, combatentes de elite, para a guerra suja norte-americana contra a Humanidade, marcam-se os países inimigos e o seu território. Noutros informes não publicados, John Negroponte atribui a pessoas, organizações e estados a condição de «terroristas, gamberros, inimigos, não gratos, etc.» para as punir com ou sem lei, sobretudo, sem...; nesta condição estão a Galiza e o País Basco, território inimigo ao que se lhe causaram os maiores danos em 10 e 11 de Março de 2008 por votar, ou não, em 9 de Março inconveniências contra os interesses ianques, como fizeram na Venezuela em 15 de Agosto de 1999, no Referendo Constitucional. Carlos Fernández, de Meteogalicia, qualificou de «anómalo e estranho» o fenómeno, sem quererem entender, estes ideologizados e cobardes profissionais, governos, Algores, Solanas, etc., que o que define o anómalo e estranho da intensidade dos fenómenos climatológicos que CAUSAM OS MAIORES DANOS NO TERRITÓRIO DO INIMIGO é a guerra geofísica praticada pelo Pentágono e não o alegado CÂMBIO CLIMATÉRICO.
O acontecido no Vale do Avinho (Valdovinho) é um indício minúsculo da FRAUDE GIGANTESCA praticada pelo PP e «adláteres» em 9 de Março: sabedores das pessoas que não vão ir votar, fácil, a) escrevem os cinquenta nomes na listagem de votantes e b) introduzem cinquenta sobres com o voto para o PP o que não puderam fazer e a fraude Del Real ficara incompleta e descoberta ao contrário que nas mesas de Ourense, Madrid, Valência, etc., com mais um 5 % para o PP da média de participação para aumentar em votos e deputados. NINGUÉM INVESTIGARÁ O PP num contexto monárquico e espanhol, CORRUPTO E REPETIDO, desde 1812. Também ninguém investigará Aznar e o seu governo por participar nos golpes de estado da Guiné Equatorial e a Venezuela e outros crimes de lesa humanidade como os cometidos por Solana, Mr. PESC.
A presença de centos de militares, adidos das armadas de quarenta países, a maioria europeus e da NATO, diplomatas da Noruega, Austrália e outras potências (sic) estrangeiras, EUA-Israel, que El-Rei, detendo-se um instante e, açoutado pelo vento, saudou, põe de relevo a dimensão do rechaço e a derrota da família real e dos governos monárquicos do PSOE, na sua pretensa intenção de encher a Praça de Armas de Ferrol de «rojigualderio» para matar a comemoração do Dia da Classe Operária da Galiza, acrescentada com três páginas «noticeiras» de «La Voz de Galicia» que contou 6.500 «aclamantes» da monarquia e CENSUROU com todo rigor a comemoração na Galiza do Dia da sua Classe Operária. Pela contra, nós também pensamos que a manobra de escolher a data do 10 de Março para botar o barco tinha muito mais alcance, determinado, precisamente, pela nutrida representação militar da NATO e não apenas: a mensagem é, como disse o frivolo jornalista das manobras aero-navais russas nas costas galego-portuguesas, UMA PATÉTICA DEMONSTRAÇÃO, como as de Franco, encabeçada por El-Rei, do «MÚSCULO OCIDENTAL» contra os «sinistros orientais».
O governo nacional-catolicista do Concelho de Ferrol, votado por 15.000 de 66.000, o governo da maioria!, tem determinado, embora os protestos de Meca Arcos, 70.000 € para a Santa Semana comemorar o genocídio franquista-hitleriano-mussoliniano (viram como comemorava a Áustria o ataque, invasão e ocupação do III Reich em 12 de Março de 1938, imediatamente depois da vitória nazi contra o republicano Teruel?) e nós APELAMOS PARA BOICOTAR A CELEBRAÇÃO afirmando que com 70.000 € para comemorar a Laica Semana, trairíamos mais e melhor turismo do que olhando para a Meca.
Em Ferrol, quinta-feira, 13 de Março de 2008. (http://galizaunidaportugal.blogspot.com)
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 12 de março de 2008

A FRAUDE DA MONARQUIA ESPANHOLA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da segunda-feira, 11 de março de 2008 na porta da Bazan)

Chama a atenção a uniforme participação eleitoral, um 80 %, ali onde o PP tem o poder institucional, os casos de Madrid, onde tomaram o governo a meio de golpe de estado, 80,47 %, Valência, 79,65 % e Murça, 80,38 %, destacados por eles, são paradigma do que a nós se nos aparece como a mesma fraude que cometeram na Galiza nas autonómicas de Junho de 2005, condensada por Fraga em: «uma pessoa, dez votos», nas que a participação nos seus exclusivos feudos de Ourense e Lugo (as mais abstencionistas, historicamente) superava vários pontos a média, conseguindo assim, a meio da fraude, tornar uma estrondosa derrota numa derrota mínima e, sobretudo, impedindo a representação das forças mais à esquerda do PSOE. Nós pensamos que o PP fez votar mortos e «vivos» aumentando a participação fraudulenta e clandestinamente no seu favor para lograr esses resultados de aumento de votos e deputados. No País Basco, num contexto de alta abstenção causada por ETA-Batasuna, seria a fraude a que lhe dou a vitória ao PSE-PSOE? Como vem acontecendo desde 1812 na corrupta monarquia espanhola, os poderes públicos (PSOE), avaliam a fraude, participam dela, não a investigam nem fazem repetir eleições como acontecera depois de 16 de Fevereiro de 1936.
No caso galego, a fraude do PP, fica reflectida, na nossa opinião, nos inúmeros concelhos onde o PP obteve mais do 50 % dos votos como o caso das Somoças, mais do 70 %, e, na participação de Ourense (79 %) e Lugo, muito mais alta do que a de A Crunha e a Ponte Vedra. A Galiza, vimo-lo reiterando, é especialmente prejudicada, sobretudo a juventude (18-35 anos), reduzindo-lhe a representação em quatro postos. Aos 324.000 votantes do CERA é-lhes negado o voto em urna; a própria dimensão do CERA é uma fraude face as centenas de milhares de votantes da emigração galega recenseados na Espanha forçados a votar a formações NÃO GALEGAS. O secreto dos recenseamentos acompanhados das centenas de milhares de vivendas construídas na Galiza para recensear madrilenos fascistas do PP a exercerem o voto, uma, duas, três e até «uma pessoa, dez votos», é um dos objectivos políticos dos esPPeculadores encabeçados por ACS de Florentino Perez; tem muita importância, achamos, afirmar, reivindicar que pessoas nascidas na Galiza, VIVAS, existem mais de quatro milhões.
Nestas fraudulentas condições, a Galiza, através do BNG, resistiu e venceu a investida dos dois cornos do touro espanhol, o PP e o PSOE, o que garante empresas maiores, questão, mais uma vez, SILENCIADA pelos espanhóis e os seus média sob o princípio «y a los gallegos no!»; temos que conseguir que não nos SILENCIEM!!!, e como vimos reiterando, uma ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA que integre, sem excluir ninguém e para MOBILIZAR, pessoas, entidades e instituições, seria alavanca, como foi a Plataforma Cidadã Nunca Mais, para mexer o mundo que nos abafa como povo.
A intenção de tornar a comemoração em Ferrol do Dia da Classe Operária da Galiza em acto de maciço apoio à monarquia com a escusa de botar o barco foi um estrondoso fracasso: a monarquia e a família real foi rechaçada e derrotada em Ferrol onde se proclamou e clamou a inevitável República Federativa da Galiza e Portugal. Em Ferrol, terça-feira, 11 de Março de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

DIA DA CLASSE OPERÁRIA DA GALIZA (distribuídas 520 folhas às 5,30, 11,30 e 19,30 h. da 2ª F, 10 de Março de 2008 na porta da Bazan e actos da CIG)

PROCLAMARMOS A REPÚBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL, hoje, Dia da Classe Operária da Galiza, aqui, onde começou a insurreição operária de 10 de Março de 1972, perante vós, operariado ferrolano depositário dessa grão luta, vimos PROCLAMAR a República Federativa da Galiza e Portugal para reafirmar o que durante séculos e séculos, geração após geração, fora um objectivo estratégico da luta e a vida d@s noss@s melhores combatentes, a unidade nacional da Galiza, a união da Galiza e Portugal, para desafiar o principal inimigo da nossa unidade nacional, o monarca e a monarquia castelhano-espanhola que durante séculos e com a força das armas, sobretudo mercenárias e estrangeiras, fracturou e roubou o nosso território, submetendo-nos à escravatura, num vão intento de nos fazer desaparecer como povo embora os danos que nos causara e nos causa um regime político, a monarquia, obsoleto e fora de tempo no mundo actual e para a Humanidade de hoje.
E também proclamarmos a necessidade e urgência da República Federativa da Galiza e Portugal do século XXI, integrada nos 230 milhões de pessoas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, no seio da União Europeia, na ONU como o melhor jeito de resolver os travões impostos à população galego-portuguesa, nomeadamente o direito à construção civil de transporte marítimo, para, exercendo o direito a produzir e ao Desenvolvimento acabar com a emigração causada pelo desemprego e a fome no além e no aquém-Minho: um país unido de 15 milhões de habitantes ocupando a fachada atlântica trará PAZ E PROGRESSO infinito para a população ao se somar esforços e trabalhos em vez de se confrontar.
E também vimos proclamar que o monarca espanhol, Juan Carlos I de Borbón, é um USURPADOR das soberanias dos povos e as nações que em Domingo, 12 de Abril de 1936, livremente determinaram o rechaço à monarquia e o monarca Alfonso XIII, avô do actual, e em terça-feira, 14 de Abril, determinaram e proclamaram a República Federal, exterminada mais uma vez pela força das armas, mercenárias e estrangeiras, hitleriano-mussolinianas, a nome de El-Rei e para El-Rei que Franco, sobre o genocídio republicano, designou seu sucessor: Juan Carlos de Bourbon e Bourbon
Nós, neste dia, cumprimos com um duplo dever: proclamarmos perante vós e o mundo a República Federativa da Galiza e Portugal e APELAR para serem feitos todos os esforços precisos para o barco não ser botado hoje, DIA DA CLASSE OPERÁRIA DA GALIZA: VIVA A REPÚBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL!!!. Em Ferrol, segunda-feira, 10 de Março de 2008.
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 7 de março de 2008

A GALIZA EM PÉ EM 9 DE MARÇO! (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da sexta-feira, 7 de Março de 2008 na porta da Bazan)

A pressão internacional dirigida pelos EUA-UE para influir em favor do PP o resultado das eleições do 9 de Março, na nossa opinião, é um indicador da necessidade de os derrotar e não apenas nas urnas porque o PP, na hipótese de perder as eleições, continuará sob qualquer escusa o seu labor de conspiração, sabotagem e golpismo, como fizeram nos últimos quatro anos conseguindo que ZP governasse às suas ordens o que se reforçará muito mais se McCain ganhar a presidência dos EUA.

Derrotar os EUA, na nossa opinião, resume-se em Obama for president!, o melhor para o futuro da Humanidade; portanto Hillary Clinton tem que se retirar para fortemente UNIDOS ambos os dois derrotarem McCain, destacado combatente integrado nos perros da guerra dos EUA; A PAZ, O FUTURO E O PROGRESSO DA HUMANIDADE precisa derrotar McCain e, sobretudo, a previsível fraude que lhe dou a presidência por duas vezes ao sempre bêbado Bush; daí a necessidade de um Partido Democrata e não apenas fortemente UNIDO em favor de Obama for president!, desde agora mesmo e sempre agindo com a hipótese de atentarem contra ele, o exemplo de Kennedy está aí. O mundo inteiro tem que derrotar McCain.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER PROLETÁRIA: as torradas em Chicago não foram as mulheres dos patrões, obviedade que se quer ocultar sob o significante «mulher»; o feminicídio das mais de cem em Chicago fora-o de mulheres proletárias em luta contra o patrão o que, na nossa opinião, pode ajudar a reflectir onde é que está a origem da violência contra as mulheres; portanto nós, como o Movimento Internacional do Operariado, isso comemoramos, denunciando o «Virrei» espanhol na Galiza, Sr. Ameixeiras (PSOE), às ordens do PP, por PROIBIR as manifestações para comemorar o 8 de Março; o mesmo que El-Rei espanhol que vem a Ferrol para PROIBIR as do 10 de Março com a escusa de botar o barco. O Sr. POSsE (PSOE) tomou posse do cargo de «sub-Virrei» espanhol na Galiza para, como o PP de Arsénio Fdez. de Mesa y Diaz del Rio, DECLARAR ILEGAL O GALEGO, recorrendo o acordo em favor da nossa língua do Concelho de Cedeira encabeçado pelo seu próprio partido.

O debate acerca do Sector Naval da quarta-feira, 5 de Março em Localia, só se pode qualificar de patético e mentiroso: a situação que padecem os estaleiros navais, principalmente ASTANO, é responsabilidade de todas as forças e as pessoas presentes no debate: desde o Decreto de Reconversão, de obrigado cumprimento, dado por F. González (PSOE) e El-Rei, apoiado por UGT, consentido por CCOO, com a traição da INTG (CIG), com bando municipal ferrolano em favor da Reconversão, governando o PSOE-PCG (IU), antes e agora, política de Reconversão continuada e acentuada por Aznar durante oito anos e por ZP durante mais quatro com escassa e atraiçoada resistência do BNG, até o dia de hoje é uma história de abjecções e infâmias, sobretudo dos lugar-tenentes da classe capitalista espanhola-europeia-norte-americana, pagos com a «tapa de uma gaseosa» para matar a permanente e existente RESISTÊNCIA do operariado VÍTIMA da Reconversão, organizado e em luta para reingressar num ASTANO cheio do que o esvaziaram os continuadores do franquismo monárquico: emprego e carga de trabalho, CRIME maior hoje, devido à forte demanda mundial sem atender.

Nos dois debates da TVE1, regidos pelo princípio de «y a los gallegos no!» a exclusão da Galiza foi clamorosa com a cumplicidade sem qualquer SOLIDARIEDADE de canários de Coalición Canária, catalães de CiU e ERC, bascos do PNB, espanhóis de IU; justificaram a exclusão da Galiza em que o BNG não tinha grupo parlamentar; BNG sujeito a trato desigual e desfavorável referenciado em CC: aos canários, em igual situação que o BNG, deram-lhes grupo parlamentar «y a los gallegos no!»; portanto a Galiza perdeu por duas vezes uma audiência de milhões de pessoas para além doutras perdas. Conclusão: o BNG embora as «cagadas» dos dirigentes é uma parte significativa da Galiza e a Galiza se merece tudo o que lhe é negado, furtado, roubado e espoliado, por exemplo, se a da Catalunha é de 2.622 Euros por pessoa qual a espoliação fiscal da Galiza que vai para Madrid sem volta? portanto a população CONCENTRAR o voto no BNG é o melhor para favorecer a IMPRESCINDÍVEL LUTA E INSURREIÇÃO que nos há-de libertar UNIDOS com Portugal. Em Ferrol, sexta-feira, 7 de Março de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 4 de março de 2008

O VIL-PARTIDISMO E OS DANOS À GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da terça-feira, 4 de Março de 2008 na porta da Bazan)

O tripé de John Negroponte funciona com perfeito sincronismo para violar a legalidade internacional sob o princípio nazista de atacar, invadir e ocupar outros países: Israel, Turquia e Colômbia, dous, ou três?, estados narcotraficantes, não os únicos, cruzam fronteiras, violam soberanias nacionais para massacrar: Israel, crianças e bebés em Gaza, Turquia perde helicóptero assassinando curdos no Iraque e «assessores» norte-americanos às ordens do colombiano Uribe, em território do Equador, torram com bombas incendiárias integrantes das FARC em pacífica missão de entrega de reféns. Solana (PSOE), principal responsável do massacre de 116 pessoas em Gaza, primeiro permite os sionistas assassinar e depois apresenta-se em Israel para lhes dar os parabéns sob a escusa de instá-los a negociar.
Esforçad@s e fortes
galeg@s, inteligente e combativo operariado ferrolano: se ZP tiver maioria absoluta, para a Galiza nomeadamente para Ferrol, não será menor desastre do que uma improvável vitória do PP; nos debates ZP-Rajoy, nós não existimos, a Galiza não está no mapa, e muito menos Portugal, a merda de Magdalena Alvárez, isso SIM, portanto votai e fazei para a população galega CONCENTRAR o voto no BNG embora os dirigentes.
A ampliação da grada que em treze meses permitirá o estaleiro naval Barreras construir barcos de 250 m. de «eslora», é mais um indicador da BRUTALIDADE COLONIAL espanhola contra ASTANO e Ferrol de PROIBIR A CONSTRUÇÃO CIVIL de transporte marítimo, questão fulcral do Plano Estratégico de Navantia e não rejuvenescer o quadro de pessoal. Reparai na criminosa demagogia dos VIL-partidistas, ZP e Rajoy, relativa à crise económica, «desaceleração»: Santander, 9060, Telefónica, 8906, Bilbao, 6126, Repsol, 3188, Endesa, 2675, Iberdrola, 2353, totalizaram em 2007, 32.308 milhões de euros de benefícios, superando os 50.000 se acrescentamos algumas outras empresas; benefícios em apenas um ano. Quantas coimas por ASTANO poderiam ter-se pago à UE com uma pequena parte dos benefícios tidos e ultrapassar a PROIBIÇÃO?
Quanto à Santa Semana, Almirante, Bispo, Alcaides, Confrades, Falangistas, autoridades militares, civis e religiosas, como com Franco baixo pálio, agora acrescentado com Jaime Velho e a tia Asunción, «o acontecimento de mais relevo da cidade», o pregão decorreu sem mais novidade que «republicanos e laicos» comemorarem a monárquia e o nacional-catolicismo sem o «uniforme» do Almirante.
E nós continuamos apelando para não permitirdes botar o barco o Dia da Classe Operária da Galiza, o acontecimento de mais relevo da cidade, 10 de Março de 2008.
Em Ferrol, terça-feira, 4 de Março de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

QUANDO JULGAREMOS PARA OS CONDENAR OS RESPONSÁVEIS DO MASSACRE DO «72»? (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da 6ª F, 29 Fevereiro 2008 na Bazan)

Amanhã, Sábado, 1 de Março de 2008, às 20,30 horas, Francisco Torrente com «uniforme» de Almirante da Armada espanhola, na ferrolana concatedral de São Julião, realizará o pregão da Santa Semana numa sessão militar-político-religiosa que reunirá «representantes do mundo da cultura, da política, da universidade e do empresariado de toda Galicia» que evocarão aquela «fervorosa e entusiasta» Santa Semana de 1937, a primeira depois dos trágicos anos de governo do marxismo separatista mação republicano, cujos desfiles e procissões encabeçados por «uniformados falangistas» com Alfredo Arcos, oficiais nazis da GESTAPO, Guardas Civis de Vitoriano Suanzes e «Cuerpo General» da Armada com Luís Castro Arízcun, que determinou, sobre o sangue quente do exterminado operariado «rojo», que um ano após outro se viesse comemorando cada primavera em Ferrol o genocídio de Franco abençoado pela Conferência Episcopal Espanhola com financiamento público hoje fornecido por Iolanda Dias. Francisco Torrente ordenará o voto para o PP.
A próxima semana, uns poucos dias antes da jornada de reflexão, uma vez elegido o seu novo representante, a Conferência Episcopal Espanhola pedirá o voto para o PP cantando «a las mujeres mano dura, cabeza y corazón», sem sabermos quais as surpresas que nos têm preparadas: «uma revolução popular de mão dura» ou «um acontecimento de muito forte impacte que oriente maciçamente o voto para onde cumprir»? Nós alertamos contra as manobras do fascismo espanhol e internacional bushano-negropontiano!
Em quarta-feira, 27 de Fevereiro, às 9,30 horas, o Sr. Irisárri convocou CLANDESTINAMENTE os sindicatos para falar do Dia da Classe Operária da Galiza, presumivelmente para matar a comemoração operária da data em Ferrol, botando o barco em presença da família real e recebimento de multidões no Palácio Municipal às 19 horas, quer dizer, tornar o Dia da Classe Operária da Galiza num acto de adesão à monarquia. Do que nós sabemos, a CIG não acudiu à convocatória, e dos sindicatos que acudiram não temos informação acerca de se submeterão a comemoração operária à monárquica. O que sim sabemos é que se desde agora até o 10 de Março se tomam as medidas pertinentes, o barco não se bota esse dia: não se trabalha de noite, não se faz uma hora extraordinária, etc., etc., tudo o pertinente para que o 10 à tarde não seja possível botar o barco. Quando julgaremos para os condenar os responsáveis do massacre cometido com o operariado da Bazan em 10 de Março de 1972? Continuará a impunidade per ommia secula seculorum? Hoje, às 8,55 horas, Xaime López informa na SER acerca da caravana eleitoral do BNG e quando está a contar que o BNG é como Obama, milhões de pessoas ouvimos um riso muito forte de burla tão intenso e duradouro que quase apaga o relato do Xaime López. Quem ria? Por que? Na nossa opinião, ouvimos outro brutal exercício do racismo espanhol contra as pessoas da Galiza particularizado no BNG, exercício para «educar» contra nós a milhões: em todos os «debates» espanhóis com audiências milionárias a Galiza é CENSURADA e se não burlada sob os princípios: a) «y a los gallegos, no!!!» b) «gallego el último»; por isso e por muito mais pensamos que a população galega debe CONCENTRAR o voto no BNG embora os seus dirigentes. Em Ferrol, sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

FRANCESCO COSSIGA E A GALIZA (publicado por Vieiros e AGI, 19 e 18 de Fevereiro de 2008)

Independencia de Cosova
É a quenda de cataláns, vascos e galegos, di o ex presidente de Italia
Pide que se lles recoñeza o dereito de autodeterminación e reclámalles a EUA e a Europa que presionen ao goberno español.
Redacción - 19:07 19/02/2008
Francesco Cossiga presidiu a República de Italia, entre 1985 e 1992
O ex presidente de Italia,
Francesco Cossiga, afirmou este luns que a Unión Europea e os Estados Unidos deben facer presión ao goberno español para que desista de reprimir as nacións catalá, vasca e galega lles recoñeza o seu dereito de autodeterminación, segundo informa a axencia de noticias italiana AGI. Segundo Cossiga, o Estado Español está a adoptar unha actitude "franquista" cara aos militantes independentistas vascos, cataláns e galegos. Cossiga fixo estas declaracións tras o recoñecemento internacional da independencia de Cosova por un importante número de estados, entre os que non está o español.

"Tras o amplo recoñecemento do novo estado de Cosova, nacido dunha declaración unilateral de independencia, agardo que os países europeos e os Estados Unidos fagan presión sobre o goberno de Madrid (nesta materia son o mesmo Aznar e Zapatero, e o Partido Socialista e o Partido Popular!) para que desista da represión policial e xudicial de tipo franquista contra os militantes das tres minorías do Estado español e para que se lles recoñeza a estes pobos o seu dereito de autodeterminación", expuxo.


KOSOVO:COSSIGA,ORA AUTODETERMINAZIONE BASCHI-GALIZIA-CATALOGNA
(AGI) - Roma, 18 feb. -

“Dopo un cosi’ vasto riconoscimento del nuovo stato del Kosovo, nato da una dichiarazione unilaterale d’indipendenza, mi auguro che i Paesi europei e gli Stati Uniti facciano pressioni sul Governo di Madrid (in questa materia Aznar e Zapatero sono lo stesso e lo stesso sono il Partito Socialista e il Partito Popolare!) perche’ desista dalla repressione poliziesca e giudiziaria di stampo franchista contro i militanti delle tre minoranze dello Stato spagnolo e riconoscano a quei popoli il diritto di autodeterminazione”.

Lo dice il Presidente emerito della Repubblica, Francesco Cossiga. (AGI).

Questo articole è stato pubblicato il Monday, February 18th, 2008 alle 6:41 pm.

A INTERVENÇÃO MILITAR GOLPISTA NA POLÍTICA (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Os militares golpistas monárquicos apelam a El-Rei para justificar qualquer intervenção das Forças Armadas que garanta a UNIDADE da Espanha, sempre em perigo, segundo eles. Durante a legislatura de ZP, a intervenção política pública da hierarquia militar encabeçada por El-Rei determinou que os Estatutos basco e catalão fossem «cepilhados», segundo a chularia de A. Guerra, e o da Galiza fosse abortado, non nato. Cumpre lembrar, também, a sequência sabática de 28 de Maio, 4, 11 e 18 de Junho de 2005, anterior às autonómicas galegas, sequência que visava para que o PP ganhasse as eleições que se realizaram em 19 de Junho o que felizmente não aconteceu.
Agora a intervenção política pública dos militares monárquicos golpistas encabeçados por El-Rei é manchete ressessa dos jornais: Mena Aguado em 14 e 20 de Fevereiro preparando a do comandante Fernández Navarro e a do general Blas Pinhar exactamente no primeiro dia da campanha eleitoral, sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008.
Está previsto que oito dias antes da jornada eleitoral o Almirante Torrrente desde a ferrolana concatedral de São Gião apregoe o «PLÁCIDO» franquismo que Meca Arcos, com 70.000 € da Iolanda Dias, celebra pia e saudosa durante a Santa Semana; o Almirante com a mesma galhardia de Mena Aguado, Fernández Navarro e Blas Pinhar, pedirá o voto para o PP.
Está previsto, também, que El-Rei e família, no seguinte dia das eleições venham a Ferrol para matar a celebração do Dia da Classe Operária da Galiza com a escusa do bota-fora, do lançamento do navio à água. Estão previstos diferentes concursos: o primeiro deles é o das pessoas com competência para determinar botar o barco o dia 10 e não o 11 ou o 12; o segundo será o institucional quer da Junta quer da Deputação Provincial quer do Concelho encabeçado por Irisarri para que o Dia da Classe Operária da Galiza, El-Rei e família desde a varanda do Palácio Municipal recebam «o caloroso apoio dos seus súbditos rojigüaldos» como em Ceuta e Melilha, só que o governo galego não retirará o embaixador como o Reino de Marrocos; o terceiro concurso será sindical porque nem o Comité de Empresa nem os sindicatos solicitarão greve para que em 10 de Março de 2008, Dia da Classe Operária da Galiza, não se realize nem se celebre o bota-fora do navio e por contra se realize, se comemore e se celebre uma data de luta que marcou o começo do fim da tirania de Franco imposta sobre o genocídio do operariado e a população galega perpetrado com as tropas e as armas da Alemanha de Hitler e a Itália de Mussolini; tirania que continua personificada por El-Rei, Juan Carlos I, imposto por Franco.
O que não está previsto são as vossas iniciativas para boicotar o lançamento do barco em dia 10, e nós é, justo para isso, para o que apelamos. Se vós, o operariado de Navantia, o decidirdes, o barco não se bota o dia 10, e se isto acontecer, a monarquia será derrotada em Ferrol, como em 11 de Outubro de 1872 em que Ferrol proclamou a República Federal. E reiteramos que a Galiza precisa concentrar o voto no BNG, embora @s dirigentes, em 9 de Março.
Em Ferrol, segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

VOTAI E CONCENTRAI O VOTO NO BNG EM 9 DE MARÇO! (distribuídas mil folhas em quinta-feira, 21 de Fevereiro 2008 na manifestação da CIG em Compostela)

CONTRA A SUBA DOS PREÇOS, SALÁRIOS DIGNOS

Ouçam o monárquico Inhaqui Gabilondo e não só dizer que a culpa da suba dos preços é da China, da Índia, do câmbio climatológico, do preço do petróleo e dos biocombustíveis e não das bandas bushanas, do Pascual do leite, dos falangistas latifundiários do trigo de Valladolid, do Florentino Perez-Pizarro da energia eléctrica e de toda a fauna especulativo-empresarial do PP dirigida pelo Comité Assessor Internacional de Botin com o objectivo de financiar o exército de mercenários, falangistas e requetés a organizarem e executarem a conspiração, a sabotagem e golpismo com atentados e assassinatos fascistas, com o fascismo motorizado sobre BMW, recomendado pela G. Civil, e motos de grande potência com bandeiras sudistas-nazis, com o fascismo juvenil dos coktails de droga e álcool, com mediáticos atracos, um dia sim e outro também, com assassinatos e desaparecimentos de menin@s, adolescentes e mulheres, prendendo mulheres por abortar e se divorciar e/ou por conduta afectivo-sexual duvidosa, com uma desaforada delinquência, com desastres climatológicos, etc., etc., para o PP ganhar as eleições e aumentar a espoliação do operariado, da cidadania da Galiza e dos seus recursos naturais.
O monárquico Estado-Maior da conspiração, a sabotagem e o golpismo com os quinhentos a jantar real colaboracionismo, com o concurso caloroso de I. Gabilondo e Federico Garcia Los Santos determinaram e anunciaram a proclamação de Filipe VI da Espanha e I do IV Reich EUA-NATO-UE-Israel (e da rainha Letícia, elevada ao governo pelo espermatozóide), continuador dos Filipe I «o formoso», Filipe II e III invasores e ocupantes de Portugal, Filipe IV que exterminou um terço da população da Galiza, «querido» de noviças, derrotado e corrido de Portugal e Filipe V quero e não posso ocupar Portugal...: alerta contra Filipe VI da Espanha e IV de Portugal!!!: esta abjecta monarquia, passada, presente e futura, botada pelo operariado, os povos e as nações submetidas, em Domingo, 12 de Abril de 1936 e que livres, insurrectos e soberanos em 14 de Abril proclamaram a República Federal, explicitamente a República da Catalunha, logo exterminada pelo ataque, invasão e ocupação da Alemanha e a Itália para Franco, sobre o genocídio republicano, restaurar a abjecção monárquica presente e futura. Nós apelamos para que em 9 de Março de 2008 o operariado, os povos e as nações submetidas, UNIDOS E UNÍSSONOS, BOTARMOS a abjecta monarquia e proclamarmos em 10 de Março, Dia da Classe Operária da Galiza, as Repúblicas a se Federar e a República Federativa da Galiza e Portugal. E para o conseguir, o voto da Galiza será determinante: nesta legislatura de ZP a espoliação da representação política do operariado e da cidadania da Galiza nomeadamente a que votara BNG foi clamorosa; primeiro PROIBIRAM formar grupo parlamentário no Parlamento espanhol num exercício de descriminação colonial com a mesma raiz de extermínio da soberania que a província de Samora votar pelo Reino da Galiza e depois entregaram ao Partido Popular com a fraude dos votos dos grupos minoritários do fascismo o posto de deputado no Parlamento Europeu que lhe correspondia à Galiza através do BNG na pessoa de Camilo Nogueira. Quer dizer, a representação política mais genuína do operariado e a cidadania da Galiza, nos foros estratégicos para a sua luta e progresso foi espoliada pelo PSOE para lha entregar ao PP com a passividade dos dirigentes do BNG. Estas são as razões que nos fazem pensar que se a Galiza UNIDA E MOBILIZADA CONCENTRA o voto no BNG mesmo contra o timoratismo, a falta de convicção, combatividade e confiança no seu povo dos dirigentes do BNG, o caminho para proclamarmos a República Federativa da Galiza e Portugal o Dia da Classe Operária da Galiza estará aberto.

Na Galiza, quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

ANTEPROJECTO DE LEI DA VIVENDA DA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Em Dezembro de 1935, Alexandre Bóveda denunciava o despejo (desahucio em sp) maciço que a direita golpista perpetrava contra os pobres da Galiza, a maioria da população; consumado e vitorioso o golpe de Franco, para além do sequestro, tortura e assassinato dos «rojos» e a espoliação dos seus bens, os seus familiares foram expulsos das suas moradas pelos falangistas aplicando o despejo como brutal arma de controlo e repressão. Durante o franquismo o reconhecimento legal desta prática teve como resultado o poder omnímodo dos caseiros, muitos falangistas, que sob a escusa, reconhecida na lei, de precisar a vivenda para um familiar, conseguiam de um juiz uma ordem de despejo das pessoas arrendatárias e rua! No partido judicial de Ferrol, o Decano do Colégio de Advogad@s, Sr. Pantim, como advogados dos caseiros, sabe muito acerca da aplicação desta medida a viúvas de fuzilados e as pessoas mais pobres dentre as pobres; paradoxalmente a aplicação do despejo em vivendas do falangista Sindicato Vertical e/ou vivendas sociais do franquista Ministério da Vivenda, do que nós sabemos, foi inexistente, num quadro de emigração maciça, vidas desfeitas, errantes, erráticas, etc., etc.
Am Agosto de 1977 começou em ferrol a luta VITORIOSA mais limpa e importante de todo o território de Reinoda Espanha em favor do Direito à Vivenda para pobres e contra a ordem hucicialde despejo; para além de conseguir que muitos mais de mil despossuídos trabalhadores e as suas famílias acedessema uma vivenda digna, social e em aluguer, logrou-se obrigar a meio da luta, nada menos que a tudo um Ministro da Vivenda espanhol, o Sr. Garrigues Walker, a assinar um documento de compromisso para constuir quatro centas vivendas para pobres em Carança (Ferrol), das que se construíram 398. em Setembro de 1983 mais de mil pobres ususfruíam a sua vivenda, em Dezembro a prática totalidade
d@s morador@s «das ditas 398» como decisão colectiva de luta contra o roubo e a fraude dos construtores franquistas no relativo à qualidade da vivenda, negaram-se a pagar as rendas mensais, conseguindo reparações parciais das vivendas, sempre muito longe de atingir o status marcado aos construtores piratas impunes.
Coincidindo com a chegada de Aznar ao governo espanhol, uma maré negra de ordens de despejo alaga @s
morador@s «das 398» procedentes dos franquistas que governavam e roubavam na Junta de Fraga, forçando-os a pagar quantidades de «recargo» sem justificante, tudo favorecido, colaborado, não confrontado por notáveis do combate nacionalista e mesmo independentista para além da triple aliança franquistas-«socialistas»-«comunistas» contra «os asaltantes, ladrones de casas de pobre». Cometeram todo tipo de tropelias numa operação de castigo contra os dissidentes, rebeldes e contumazes «ocupantes» que durou até o Decreto 257/2004 de 29 de Outubro, dado por Fraga e Feijó que legalizaou a venda de vivendas de 70 m2 e mais por 750.000 pts., e assim o Partido Popular obter até 12 de Maio de 2005 um lindo financiamento para ganhar as autonómicas de Junho de 2005 o que felizmente não aconteceu; quando se investigará a IMENSA fraude e ladríce cometida por Cuinha em vida, Feijó e Fraga durante mais de uma década? O Decreto perpetua os mecanismos falangistas de controlo e repressão legalicados no Regulamento de Vivendas de protecção Oficial de 1968, memso piorando-os porque a qualificação legal de «vivenda social» desaparece; continua a misoginia franquista que por lei EXPULSA as mulheres das Juntas Adminstradoras de edifício, etc. Eliminam o direito às pessoas que cobram menos do salário mínimo e lho outorgam aos amigos de até três vezes e meia em Fontinhas, em Compostela. Se és desempregado, emigrante, tudo à vez, etc., se não pagas, se não vives, se a polícia-falangista que te vigila as 24 h., certifica «paradero desconocido» ou inspector escreve em acta todo o que lhe defeca a vizinha do 1º direito, etc., a ordem de despejo chega de imediato, com juízes, polícias e muita VIOLÊNCIA contra as pessoas mais pobres dentre as pobres, contra o «cabecilha dos asaltantes, ladrones de casas de pobre, separatista, rojo y masón»...
E assim chegamos ao «Anteproxecto de Lei da Vivenda de Galicia», elaborado por mais de três mulheres que não legaliza as mulheres e os resto dos moradores que não sejam o titular da vivenda, quase sempre homens, para participar nas Juntas de Administração do edifício e continua no seu artigo 83 o mecanismo falangista de controlo e repressão que denomina DESAFIUZAMENTO, com o fácil que é dizer DESPEJO, por a) não pagar as rendas b) ocupar sem título legal c) ser sancionado grave ou muito gravemente, no que destaca «não destinar a vivenda a domicílio habitual e permanente», tudo, numa Galiza que ejecta cada dia mais de 25 pessoas desempregadas para o mundo todo à que se lhes reconhece o DIREITO a uma vivenda digna, e acrescentamos nós, de por VIDA. Artigo 83 para que? Se uma pessoa não paga porque não tem, trabalho para que tenha e se não a Lei da Vivenda tem que ter um artigo que a exima; se uma pessoa tem e não paga, é só «embargar»; se uma pessoa pobre ocupa sem título legal, é só regularizar; se uma pessoa que viva só torna-se emigrante, tem que viver quinze dias ao ano, se viver catorze ou um, é despejado. As pessoas narcotraficantes, proxenetas e outras «faunas» existentes nas vivendas de protecção oficial, essas, para além de rebentar a convivência e a organização reinvindicativa vizinhal, é que nunca foram nem «expedientadas» nem despejadas porque o PP favoreceu, favorece e favorecerá a sua cunha contra @s
trabalhador@s e o BNG na Lei da Vivenda tem que introduzir os artigos precisos que erradiquem a sua violenta hegemonia nos bairros com cães de presa e/ou outros dissuasórios, favorecendo a aoto-organização d@s vizinh@s, da juventude, das mulheres, das crianças, dos idosos, com locais, financiamento, rádios, etc., tudo o que o franquismo primeiro e o PP depois negou sistematicamente.
Em Ferrol, sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

SECRETÁRIA GERAL DE POLÍTICA LINGUÍSTICA DA JUNTA DA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da terça-feira, 19 Fevereiro 2008 na porta da Bazan)

DIRIGIDO E REGISTADO NA DATA
São Caetano s/n
15781 COMPOSTELA
SECRETÁRIA GERAL DE POLÍTICA LINGUÍSTICA DA JUNTA DA GALIZA
EX. MA SENHORA MARIA SOL LOPES MARTINS
MANUEL LOPES ZEBRAL, desempregado, com BI 32.594.383-W, com morada em FERROL CP 15.406, rua Henrique Granados nº 3, 2º Esq, presidente de GALIZA SOLIDÁRIA e representante da COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL dirijo-me a V. para
DIZER:
Como cidadão e não apenas, responsável e conhecedor dos direitos linguísticos da população da Galiza cujo território se estende para além das fronteiras da dita «Comunidade Autónoma de Galicia» desejo, tenho o intuito, GRATUITO, sem custos, de ALFABETIZAR, quer dizer, acabar com o ANALFABETISMO que você promove através da «Campanha de Promoción da Lingua Galega E logo!» cujos custos desconhecemos mas, com certeza, os seus efeitos quantificados no que diz respeito do aumento do número de falantes, escreventes, estudantes, etc., e/ou outros indicadores que permitam saber que não há esbanjamento de dinheiro PÚBLICO e/ou CORRUPÇÃO.
O Estatuto de Autonomia estabelecido contra a vontade do 80 % da população galega no referendo de 21 de Dezembro de 1980, dois meses antes do golpe militar de Tejero, e um dia antes do «sorteo de la Loteria Nacional», o seu artigo 5, violado durante cerca de três décadas pelas pessoas a exercerem «os poderes públicos», a mais contumaz, Francisco Vázquez.
A «Lei de Normalización Linguística», violada já na sua publicação pela primeira autoridade responsável Xosé Luis Barreiro Rivas na norma explícita e da própria lei de escrever o seu nome com «X» e não com «J» como faz no limiar, tem por objectivo principal e explícito NEGAR, PROIBIR, MATAR A ORTOGRAFIA secular da kíngua galega, e para além disso, três singularidades: a primeira delas é a do racismo espanhol exprimido através do «galego seseante», RIGOROSAMENTE PROIBIDO NA CRTVG, como a palavra fornecer, excepto para fazer troça dele, quer dizer, exercícios mediáticos de racismo contra a maioria da população galega que emprega como norma fonemas denominados «sibilantes», diferentes entre si e secularmente representados por «s», «ss», «c», «z», «ç»; o racismo e a ignorância espanhola apenas concebem um fonema e a sua representação como «s», daí o «galego seseante» como definição de pitoresco, de exclusão e racismo; a segunda singularidade refere-se a marcar os critérios de demografia e de área para definir o «modelo» de galego «existente», invertendo o seu próprio falsário imaginário: quanto a número de pessoas e a áreas, o «galego sesenate» é maioritário, portanto, esse é o «modelo» o que, com certeza, romperia a patranha de «ter que definir modelo» porque a ORTOGRAFIA, A FONÉTICA E O LÉXICO da língua galega, do «galego seseante», tem séculos de definição também como o ANALFABETISMO da população; e a terceira singularidade é a de atribuir a língua galega apenas a
labrador@s e pescador@s, negando-lha ao operariado, maioritariamente ou exclusivamente UTENTE e na sua dimensão organizativa para o combate, GRANDE E FIRME REIVINDICADOR da língua galega; também é certo que a UNANIMIDADE de 1983 para aprovar a dita lei foi a mesma UNANIMIDADE com que os «poderes públicos» mataram o Movimento do Operariado da Galiza cuja excelência, ASTANO e ASCON, ainda não foi superada desde as três Greves Gerais da Galiza em 1984, quer dizer, um ano depois de aprovar a lei, garantindo-lhe um futuro de existência que matasse qualquer dissidência proletária.
As Ordenanças Municipais relativas à língua galega no caso de Ferrol, não conheço outras, foram, são e serão violadas com contumácia pela maioria dos «poderes públicos», neste caso, municipais, com absoluta impunidade e com a prepotência e o despotismo que singulariza os racistas espanhóis sejam quais forem os partidos políticos nos que estão integrados.
Numa palavra, OS PODERES PÚBLICOS, as pessoas que exercem esses poderes, VIOLARAM, VIOLAM E VIOLARÃO o seu dever legal de PROMOVER E EMPREGAR O GALEGO em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e com o seu CONHECIMENTO E CONSENTIMENTO.
Quanto ao «Plan_Xeral_de_Normalización_da_Lingua_Galega» ou «Plan xeral de normalización da lingua galega»?, a primeira em VIOLAR a norma é você, e no próprio enunciado, escrevendo-o com maiúsculas e minúsculas de três formas diferentes!, as duas anteriores e «Plan de Normalización da lingua galega»; diga, qual das três é a normalizada? Serão as três? Se aplicassemos isto mesmo ao seu cargo, as empresas pagas para chantar o rótulo no seu gabinete teriam dificulades: «Secretaría Xeral de Política Linguística», «Secretaría xeral de política linguística» ou «Secretaría de Política linguística»?, qual das três o afanado operariado teria de construir? Para não perder muito tempo com as suas patranhas e as do Plano, saiba que a sua origem, o meu berço e as de todas as gerações da Galiza esteve, está e estará determinada por uma grande brutalidade sem igual no mundo, quer dizer, sermos ANALFABETIZADOS com uma grande, forte e venenosa dose de ALFABETIZAÇÃO: «mi mamá me ama, yo amo a mi mamá» que nos inferiorizará, perturbará, alterará, torturará, mutilará, aniquilará, etc., de por VIDA face uma «a minha mãe ama-me, eu amo a minha mãe», RIGOROSA, BRUTAL E VIOLENTAMENTE PROIBIDA. Essa é a sua ORIGEM e a sua primeira, grande e básica PATRANHA e a do Plano cujo consturto sobre essa premissa cria infinitos de PATRANHAS que duram séculos e que nunca se acabam excepto aplicando as leis que regem a história.
PATRANHA de muita utilidade, comparável à dos racistas ingleses na Rodésia que atribuíam fundo cultural branco ao país, negando o negro, o africano, o autóctone, patranha sobre a que sustentavam o BRUTAL racismo, escravatura e espoliação a que submetiam a população preta.
Os racistas espanhóis na Galiza atribuem a ORTOGRAFIA, FONÉTICA, LÉXICO da língua castelhana à língua galega, atribuem fundo cultural espanhol ao país, negando o galego, portugês e/ou lusófono, o autóctone, patranha sobre a que sustentam o BRUTAL racismo, escravatura e espoliação a que submetem a população galega e, sobretudo, os seus recursos naturais que por nós explorados tornar-nos-iam mais ricos do que na Suíça.
Na Galiza há duas classes de pessoas à força ANALFABETAS: as que aceitamos humildemente a nossa forçosa condicção e polo nossa conta estudamos, lutamos e difundimos ALFABETIZAÇÃO que não é mais do que CONHECIMENTO, SABEDORIA e aquelas outras que à força instaladas no ANALFABETISMO, o tornam paradigma e o espalham para serem recompensados pelo ANALFABETIZADOR com as migalhas dos IMENSOS benefícios que lhe produz a espoliação da população ANALFABETA que não sabe do seu direito a usufruir os seus recursos naturais nem sabe quais são estes.
Para acabar as palavras de Isaac Diaz Pardo, «você cobra MUITO para lhe procurar uma MORTE doce à língua galega...», por tudo o qual
URJO:
PROCLAME O PORTUGUÊS, LÍNGUA DA GALIZA E INICIE E DESENVOLVA COM OS PODERES PÚBLICOS CAMPANHA DE ALFABETIZAÇÃO INTEGRANDO A GALIZA NA COMUNIDADE DOS PAÍSE DE LÍNGUA PORTUGUESA.
Em Ferrol, terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008
ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (distribuídas mil folhas Domingo, 17 de Fevereiro de 2008 em Compostela, manifestação Galiza não se vende)

Achamos que é uma URGENTE necessidade e que a Galiza está madura para criar um ponto de encontro onde falar para determinar e mobilizar: isso seria a ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (ANGZ) que, sem excluir ninguém, integraria pessoas, entidades e instituições, ultrapassando a Plataforma Cidadã «Nunca Mais», o referente unânime, o mais possante, o mais eficaz que a meio da mobilização forçou o «Plano Galicia» ao governo de Aznar e o Parlamento Europeu para instar a Comissão Europeia a implementar a Resolução do 23 de Setembro de 2003, nada menos! até que o BNG, e a não existência da ANGZ, a «encauzou» e matou: «letargo» activo!
A Comissão de Estudo de Reforma do Estatuto de Autonomia criada pelo Parlamento Galego evidenciou um significativo e maioritário apoio para legalizar a nação que a Galiza é e, mais uma vez, o BNG, o PSOE, e a não existência da ANGZ, não mobilizaram a cidadania contra os inimigos da Galiza, os nazistas do PP que sabotaram, sabotam e sabotarão, legalizar a nação que a Galiza é.
Quando o Parlamento Espanhol discrimina gravemente à Galiza negando-lhe ao BNG formar grupo parlamentar, cumprindo-se o rigor racista espanhol «y a los gallegos no!», o BNG não mobiliza e a Galiza não pode responder porque não conta com uma Assembleia Nacional da Galiza.
Quando a Galiza é espoliada da sua representação no Parlamento Europeu, o espoliado não é Camilo Nogueira nem o BNG, é a Galiza, através da contagem fraudulenta dos votos da extrema-direita para lhos atribuir, votos e deputado, ao PP, o BNG não responde e a Galiza também não porque não existe uma Assembleia Nacional da Galiza. Mayor Oreja estabeleceu o rango da Galiza no PE: é uma questão de Estado, ao que nós acrescentamos que a questão da Galiza ultrapassou o estado espanhol para se tornar uma questão europeia e mesmo mundial, depois da Resolução do PE do 23 de Setembro de 2003, apenas por isso: porque nós levamos desde 1995 colocando a questão da Galiza nos foros internacionais particularmente na ONU desde 1995 e tentando integrar a Galiza na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa desde 1996 para, doze anos depois, em 25 de Janeiro de 2008, o Secretário-Geral de Relações Internacionais da Junta da Galiza, se reunir em Lisboa com o Secretário Executivo da CPLP para integrar a Galiza... Sob licença do governo espanhol!
Quando à cidadania da Galiza se lhe espolia nas próprias leis espanholas do seu direito a eleger a sua representação política, e isto acontece desde 1812, com fraude e trampa permanente e actual, a Assembleia Nacional da Galiza pode e deve exercer a genuína representação democrática da Galiza cara ao interior e cara ao mundo, sobretudo porque são o BNG e outras forças galegas à sua esquerda as espoliadas em benefício das forças espanholas PP-PSOE e a muita distância, EU cuja coordenadora nacional, Iolanda Dias, milionária tenenta de alcaide de Ferrol com mais de 50.000 €/ano, vereadora de Cultura, conseguiu os brados de VITÓRIA do nacional-catolicismo espanhol ao aumentar o financiamento a 70.000 € para a sua grande celebração do genocídio republicano galego: a Semana Santa de Ferrol; o falangista fuzilador Alfredo Arcos, no céu, e a sua filhinha Meca Arcos toleiam de contentes com Iolanda Dias e apoiantes de EU-PSOE. O poder do fascismo espanhol que determina tudo na Galiza reside em Ferrol que é onde a população galega recebe as estratégicas maiores agressões porque preso Ferrol, presa a Galiza; e Ferrol recebe muitas mais agressões que a de REGANOSA e a Galiza muitas mais das que se denunciam na «Rede a Galiza não se Vende» e muitas mais das que se denunciam no «Foro Social Galego»; à Galiza, à sua população, nega-se-lhe o direito a trabalhar, a produzir, estratégico exemplo: ASTANO, forçando ao exílio a muitas mais de 25 pessoas/dia nos últimos dois anos, ao seu bem-estar, saúde e VIDA; espoliam os seus recursos naturais, ENDESA-FENOSA-EÓLICA, manipula-se drasticamente a sua climatologia para tortura colectiva da população e um sem fim de coitas que apenas a GALIZA UNIDA E SOLIDÁRIA na Assembleia Nacional da Galiza pode DIAGNOSTICAR E REMEDIAR, pondo em primeiro plano a reivindicação POLÍTICA NACIONAL que é a que tudo determina, a Livre Determinação, a Independência, o Desenvolvimento e contra toda opressão CONCENTRAR O VOTO NO BNG para exercermos, a GALIZA UNIDA COM PORTUGAL, o direito de INSURREIÇÃO.

Na Galiza, Domingo, 17 Fevereiro 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

APRESENTAÇÃO EM LISBOA DE «TERRAS DE ACOLÁ» (ver mais em CPLP)

O Secretário Executivo da CPLP, embaixador Luís Fonseca, o embaixador Apolinário Mendes de Carvalho, em representação da presidência da CPLP, e o Director-Geral da Compañia de Radiotelevisión de Galicia, Sr. Benigno Sánchez, apresentaram a série de documentários "Terras de Acolá" - uma produção da TV Galiza sobre os países da CPLP -, no dia 20 de Fevereiro de 2008, no Palácio Foz, em Lisboa.
Na mesa, estiveram ainda o Director da TV Galicia Xesus Manuel Iglesias, o director do Documentário, Luís Menendez e o Director de Programas da RTP, José Fragoso. A série de documentários é constituída por 13 capítulos de 26 minutos cada.
"Todos nós vamos ainda descobrir locais fabulosos e músicas únicas: as portas do turismo estão abertas nos países da CPLP, todos eles partilhando mares, com costas esplêndidas, uma fauna rica e povos alegres e hospitaleiros", referiu o Secretário Executivo da CPLP, embaixador Luís Fonseca. Este documentário é "uma visão exterior sobre a nossa realidade, sobre a nossa língua comum, cultura, tradições, história, gentes e particularidade dos nossos povos", observou o SE CPLP.
A série de documentários "Terras de Acolá" vai ser difundida na TV da Galiza e, também, na RTP, RTP África e RTP Internacional já em Março de 2008.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

ATACAR O PARTIDO POPULAR! (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Na Galiza e não apenas o que cumpre às classes trabalhadoras é atacar @s nazistas do Partido Popular; agir contra a sua brutalidade fascista é um dever de qualquer pessoa, entidade e/ou instituição democrática.
A Associação da Galiza de Vítimas do Genocídio Franquista realizou em Ferrol o Congresso Internacional «a Resistência da Galiza ao Franquismo» desde 8 até 12 de Outubro de 2007; Mayor Oreja sem esperar um dia, o 13, concertou entrevista que «La Voz de Galicia» publica em destaque em 14 para realizar a maior agressão verbal cometida contra nós em muito tempo: afirmar e proclamar a placidez! do franquismo com «galhegos de Guarda Civiles» em Euskadi, sem que o prendessem de imediato as autoridades da União Europeia, da que é cargo público, as espanholas ou as caça-nazis de Israel por apologia do GENOCÍDIO e negar o Holocausto galego.
Agora, como ele anda muito ocupado e temeroso, manda vir a São Gil à Galiza num acto de provocação sem precedentes e recebe um exercício de mínima dignidade como resposta: Fascistas fora da Galiza! Nós encorajamos para fazer da dignidade um exercício diário e a combater e denunciar a indignidade RACISTA dos espanhóis como a do Sr. Juan Ramón Lucas a dirigir o noticiário das 8 horas de RNE o qual comentando o da São Gil do PP em Compostela insulta os «atacantes» e pronúncia a palavra GALHEEEGOS!!! com intensa e aberta entonação de desprezo RACISTA, são as 8,15 horas de hoje, quarta-feira; às 8,40 horas a sequência «tertuliana» é: «indocumentados, bárbaros, bárbaros del norte, agresivos, bestias, violentos, fascistas, etc.» e o mais GRAVE E TERRÍVEL para «JuanRa» é que o Parlamento Galego não condene por, segundo ele, se tratar do PP; o nosso RACISTA com milhões de audiência, interroga-se acerca de se estará em questão a democracia, a constituição, a monarquia, etc. Juan Ramón Lucas e não apenas agride com desprezo RACISTA a condição de galego ou galega, toda a população mesmo o Fiscal Geral do Estado, também as suas instituições, nada menos que o Parlamento Galego, o órgão do que se dota a população para a representar.
Juan Ramón Lucas de RNE, Mayor Oreja, São Gil, o Partido Popular e o embaixador de Israel em Madrid concordam na defesa do que a doutrina da ONU condena e declara ilegal: o sionismo, o racismo e o apartheid, fazem apologia do GENOCÍDIO franquista e não condenam o Holocausto da população galega mesmo o causado pelos narcotraficantes «paios» ou ciganos que utilizam o racismo existente como escusa para continuar assassinando a juventude e a população trabalhadora galega, votando o PP.
A atitude pública do embaixador de Israel contra o BNG, Parlamento Galego e as pessoas, entidades e instituições em concordância com a sua posição no dito parlamento, não pode ser qualificada mais do que AMEAÇANTE INGERÊNCIA INTERNA, Hezbollah acusa Israel de assassinar hoje um seu dirigente, nos assuntos internos da Galiza e as suas instituições, sem que o governo de Zapatero, como está a fazer agora com a Grã-Bretanha, tomasse a elementar medida de meter o embaixador de Israel num avião e pô-lo de imediato em Tel Avive mesmo rompendo relações diplomáticas com Israel pela contumaz ingerência interna nos assuntos da Galiza: apenas lembrar o acontecido com o alcaide de Oleiros obrigado a calar pelo ameaçante sionismo com consentimento e submetimento do governo espanhol a um estado criado para cometer as mesmas atrocidades que as julgadas e condenadas pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. É por todo isto que pensamos que a população galega deve votar e CONCENTRAR o voto no BNG.

Em Ferrol, quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A SABOTAGEM ECONÓMICA DE RAJOY «Y LOS SUYOS» (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Os 3,1 trillions de $ de Bush, mais de 2 bilhões de €, insistem na GUERRA como política passada, presente e futura do cabeça do imperialismo mundial, guerra de agressão e rapina cujo objectivo é o benefício sem qualquer limite dos magnates petroleiros dispostos a fingir e/ou provocar qualquer crise para atentar contra a Humanidade e contra as classes trabalhadoras deixando-as sem emprego, sem vivenda, sem atenção sanitária, sem alimentação adequada, etc.: a Brisith Petroleum, BP, como em 2007 não teve mais do que 11.700 milhões de € (cerca de 2 bilhões de pts.) de benefícios que não chegaram à quantidade prevista, anuncia o DESPEDIMENTO de 9.000 trabalhador@s. A BP serve-nos como exemplo para razoar o que está a acontecer no mundo e o que nos espera no IMEDIATO: crises fingidas criadas pelos próprios capitalistas e os seus governos para atacar, desorganizar e arrasar o movimento do operariado e a sua luta em favor do socialismo local e mundial, luta que nunca cessa embora a afirmação de James Baker: «derrotamos o comunismo...». Chama a atenção a parcialidade dos média em favor de Hillary Clinton: anteontem, citando fontes da equipa de Obama, a SER informava que este obtivera dois delegados mais do que a Hillary...
Por culpa de Rajoy «y los suyos de la UNIDAD de Espanha» perderam o emprego no mês de Janeiro mais de 4.400 pessoas/dia: Paco «El Pocero», como paradigma dos tubarões do empresariado da construção, ou Francisco Vázquez com FADESA, encabeçados por Florentino Perez e Botin, ás da especulação financeira para «declarar» grandes benefícios, 9.060 milhões de €, ao verem a população organizada e em luta contra os seus abusos e corrupção, as denúncias que contra eles chegavam aos tribunais e os média, não têm mais remédio do que se conter cheios de rábia ao não contar com as facilidades e impunidades dos oito anos dos governos de Aznar, fecham as construtoras e imobiliárias piratas, poços de dinheiro do narcotráfico, (Madrid e Valência, governados pelo PP), despedem o pessoal e o desemprego é o mais alto da história, bradam!!!, num exercício de cínico nacional-socialismo cada dia mais aberto, perigoso, consentido e mesmo colaborado por ZP; exercício que visa à derrocada de ZP, e não apenas, em 9 de Março ou depois. Com a passividade de ZP, Rajoy «y los suyos» sobem brutalmente os preços do mais básico: o magnate leiteiro contra a Galiza, Pascual, o leite um 30 % num ano, os falangistas latifundiários do trigo de Valhadolid, a farinha um 20 % num ano, etc., etc., tudo para criar descontentamento na população contra ZP e o seu governo; os sindicatos CCOO-UGT, como fizeram um ano antes do golpe de estado de Tejero, em vez de organizar e mobilizar o operariado, o entregam, submisso, para ser degolado no sacrifício ao Deus Capitalismo.
Na Galiza poderíamos nadar na abundância governando nós unidos com Portugal os nossos recursos naturais, a começar pela energia eléctrica de ENDESA-FENOSA-EÓLICA, espoliada, para o seu enriquecimento pessoal, por Pizarro que confessa o favor que lhe fez à Catalunha desviando muito para ali «desde otras regiones» e a nossa capacidade para produzir transporte marítimo. A brutal espoliação COLONIAL à que estamos submetidos piora os indicadores espanhóis porque apenas nos estaleiros navais da Ria de Ferrol os governos europeu, espanhol e galego, sem qualquer distinção política, PROÍBEM a existência de 18.000 postos de trabalho directos (mais os induzidos), número que coincide com o aumento do Censo de Residentes Ausentes, quer dizer, abandonaram a Galiza para o desterro, só para fora do Reino da Espanha, 25 pessoas maiores de 18 anos cada dia nos últimos dous anos: estes indicadores que ninguém enuncia nem estuda, unidos ao SECRETO da quantificação, conhecida por Pizarro, da espoliação por ele perpetrada, darão, com certeza, resultados que a população galega, se os conhecesse, não toleraria sem se INSURRECCIONAR.
Em Ferrol, sexta-feira, 8 de Fevereiro 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

CORRUPÇÃO MORAL, IDEOLÓGICA E ECONÓMICA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 na porta da Bazan)

Em Ferrol junta-se-nos tudo a girar arredor da GRAVE HIPOCRISIA de Iolanda Dias cuja concelhalia poderia ser denominada de Festas, Folias e outras Regalias, encorajamos a parte sã de Esquerda Unida a se rebelar, contundentes, contra tanta indignidade: Fogos para Honrar a Trata Negreira do Marquês de Amboage, 18.000 €, dum orçamento para as Festas de Ferrol de mais de 300.000 €, o que custa um TAC helicoidal em A. Marcide, e assim, um ano após outro desde o governo municipal do BNG; quantos TACs, Ressonâncias Magnéticas, Gammacâmaras, etc., poderiam ter-se financiado? O Concelho não é o SERGAS, responderão, lúcid@s, luzid@s e luzicidi@s!!!; Entrudo: 700 € por comparsa; FITUR, uma «rondalha» a Madrid a representar Ferrol; por que as «Pepitas» são o mais representativo de Ferrol e não o jogo da bilharda? Ou Pedro Padrão contra o Rei castelhano dos cruéis Trás Tâmara, ou o irmandinho Rói Xordo? Ou o brigadeiro Poças e o capitão retirado Montejo que proclamaram a República Federal em Ferrol em 11 de Outubro de 1872? Ou Grandal? Ou os cabos republicanos da Armada que reunidos clandestinamente na Feira do Dous, em Serantes, derrotaram o golpe de Mola que pretendia entrar em Madrid «El Dia de Santiago»? Será que Alfredo Arcos é mais representativo de Ferrol que Pepe Ares Abelheira ao que fuzilou com 17 anos segundo afirmava o seu irmão António, o nosso caro «Tonhito», falecido? Ou Amador e Daniel? É mais representativo de Ferrol Manuel Casal Pita, o do bando municipal em favor da Reconversão Naval, ou o do VITIMISMO da Reconversão, o «carroasco» nazi da Bazan, deputado Carro, que qualquer das VÍTIMAS despedidas de ASTANO? Comovera-se Iolanda Dias, vermelha, negra e libertária se a rondarem ao canto de: «es ferrolana hermoso tu pueblo mismo qual PÁLIDO reflejo de tu beldad...»; assistirá Iolanda Dias tocada com mantilha espanhola ao canto de «setas, virotes e bestas» entrementres caladinhos os símbolos dos assassinatos, massacres e genocídios perpetrados pelo mundo todo e em Ferrol por Francisco e Salvador Moreno, Alfredo Arcos, Victoriano Suanzes, Faílde, etc., percorrem as ruas ferrolanas no meio da recolhida alegria de mais de cem mil visitantes contados por Meca Arcos? Assistirá Iolanda Dias pudicamente com velo coberta ao pregão do Almirante Francisco Torrente na con-catedral de São Julião, oito dias antes das eleições, quando, com as salvas de honor dos vasos de guerra surtos na Ria, como os bispos, PEÇA O VOTO PARA O PP?
Assista ou não, FINANCIARÁ, e como nunca na história, proclamam com a «chularia» própria do fascismo, O NACIONAL-CATOLICISMO que professava Alfredo Arcos e a sua filha Meca Arcos, que orgulhosa das façanhas do pai, manifesta, organizando a Semana Santa um ano após outro, que o franquismo está vivo e com futuro graças a Iolanda Dias e os precursores.
Iolanda Dias não financiará fundir o cavalo de Franco, propriedade municipal, para, p.ex., fazer moedas com as caras de Amador e Daniel, e outras tarefas próprias da nossa cultura como financiar a Festa da Primavera, a Semana Laica, promovendo Ernesto Guerra Da Cal e outros grandes vultos das nossas artes. Para o Congresso Internacional «a Resistência da Galiza ao Franquismo», Iolanda responde «não há dinheiro!!!», para comemorar o nazismo que massacrou Ferrol, financiará como nunca na história!!!; financiará uma investigação independente para saber se os vultos do conhecido fascismo ferrolano integrados na organização da Semana Santa participaram, inspiraram, alentaram, etc., o atentado ao Ateneu Ferrolano onde perigou a vida da sua cunhada? Se assim for, os autores financiariam o atentado com verbas municipais? Serão os mesmos que calaram a universitária Rádio Kaos e agora Rádio Filispin? Serão os mesmos que interferiam Rádio Nacional e a Ser nesta área? Financiará uma rádio municipal ferrolana na nossa língua? Concorda Iolanda Dias com o Almirante Chefe de Estado Maior da Armada, Sebastião Zaragoza Soto, e com o Almirante Francisco Torrente, com a pública participação política e mesmo sindical dos altos mandos das Forças Armadas a reivindicarem, qual sindicalistas de pró, F-100 e outras unidades para a NATO que dão muitas horas de trabalho? Iolanda Dias concorda nas Regalias que proporcionam ingressar mais de 50.000 € ao ano e nos 73.000 € de Irisarri que somados resultam mais de 20 milhões de pesetas, mais do que cobrariam 24 com subsídio para
trabalhador@s desempregados maiores de 52 anos, e também concorda, junto com EU, PSOE e PP, em que o alcaide de Mugardos não ingresse 30.000 € ao ano. Qualquer pessoa afirmará que isto é contraditório, como mínimo; as de maior sensibilidade de esquerda utilizarão qualificativos muito mais grossos e conhecendo as «corruptelas» d@s vereador@s de EU na comarca, com ingressos mesmo ilegais, o nojo atingirá níveis de sofrimento: Viva a Corrupção, a de Direita Dividida e a de Esquerda Unida: em 9 de Março a população da Galiza deve CONCENTRAR o voto no BNG. Em Ferrol, quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

UMA SEMANA DEPOIS DE NÓS O DENUNCIAR
SE recebe SG das Relações Exteriores da Galiza
Nota Informativa
O Secretário Executivo da CPLP, embaixador Luís Fonseca, recebeu em audiência o Secretário-geral de Relações Exteriores da Junta Autónoma da Galiza, Júlio Fernandes Mato e o sub Director-geral de Assuntos Europeus, Manoel Moran, no dia 25 de Janeiro de 2008.
No encontro, o Secretário Executivo da Comunidade e os representantes da Galiza debateram e analisaram potenciais formas de estreitar a cooperação entre esta região autónoma espanhola e os países da CPLP.