sexta-feira, 27 de junho de 2008

ALERTAMOS CONTRA O PACTO SECRETO DO PSOE E O PP (distribuídas 300 folhas às 13 horas da Quinta-Feira, 26 de Junho de 2008 na porta da Bazan)

Vimos denunciando a subida do preço do petróleo desde antes do 17 de Abril de 2008 nomeadamente desde o 23 de Maio como uma GUERRA imperialista e de classe, GUERRA COMERCIAL, CRIME DE LESA HUMANIDADE, dos magnates petroleiros contra a Humanidade particularmente contra o operariado e os pobres que são os que mais sofrem a carestia da vida produzida pela subida dos preços sem que subam os salários, apelando para a MOBILIZAÇÃO operária e cidadã local, nacional, europeia e mundial. Em concordância com a necessidade da MOBILIZAÇÃO muitos sectores da população agiram contra a subida dos preços do petróleo no mundo, na Europa, no Reino da Espanha, na Galiza e em Ferrol onde continuam. Temos que destacar as MOBILIZAÇÕES havidas na República portuguesa onde chegou a haver mesmo boicote cidadão das bombas da gasolina e o Primeiro-ministro, José Sócrates, reconheceu falência do Estado. Em Ferrol, na Galiza e no Reino da Espanha, a mobilização proletária e cidadã contra a subida dos preços do petróleo foi IMPEDIDA pelos dirigentes dos sindicatos encabeçados pelo Fidalgo Grande da Espanha UNA, GRANDE Y LIBRE e CCOO que na sua web qualificaram as mobilizações de «cierre patronal», não de greve, face o SILÊNCIO da UGT e CIG, apenas roto para DESVIAR, com o projecto da UE das 65 horas semanais, a justa MOBILIZAÇÃO contra a subida dos preços do petróleo. As MOBILIZAÇÕES havidas movimentaram muita coisa, na nossa opinião; a mais sobranceira delas achamos que foi a Cimeira de Yaddah, na Arábia Saudita, com os países do Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico, trinta e seis ministros da Energia (EUA, China, etc.) e as recentes declarações do presidente da OPEP, um bocadinho diferentes das de há menos de um mês, o que significa, pensamos, que querem acalmar a MOBILIZAÇÃO mundial e esperar melhores tempos para continuar a subida do preço do petróleo aproveitando, como no Reino da Espanha, os meses de Julho e Agosto para cometer feitorias. Saibam (publicado pelo jornal português Público que cita fonte: semanário Al-Shall) que as receitas petrolíferas dos membros do Conselho de Cooperação do Golfo (Arábia Saudita, Bahrein, Emiratos Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Qatar) atingiram os 233.000 milhões de Euros em 2007; espera-se que para 2008 cheguem a 407.000, quer dizer, um AUMENTO do 75 %! E para além disso, os seis, detêm a metade das reservas mundiais e produzem 16.000 barris/dia, A QUINTA PARTE do consumo mundial, o que quer dizer que os países que produzem ou hegemonizam as QUATRO QUINTAS partes restantes multiplicam por quatro as ditas receitas, e os benefícios: vamos ver quais os da EXXON MOBIL; quais as receitas petrolíferas dos EUA?
No Reino da Espanha os efeitos mais significativos, ao nosso entender, para EVITAR a MOBILIZAÇÃO operária (nos convénios e fora deles) e cidadã contra a subida dos preços, o custo da vida e a subida do preço do petróleo são as vinte e uma desmedidas medidas económicas de ZP, de imediato ocultadas por Solbes prognosticando uma inflação do 4 % a final de ano e os prognósticos económico-futeboleiros relativos ao tempo que vai durar a, na sua boca, desaceleração, ou de como os monárquicos da Espanha vão derrotar os comunistas da Rússia, com Rajoy, Rubalcaba, etc. emulando Franco e o franquismo. A ameaça de o barril de petróleo chegar aos 200 $ a fim de ano insinuado pelo presidente da OPEP, continua portanto a inflação do 4 % prognosticada por Solbes para aplicar nos convénios pode ser tão FALSA como o de que o preço do barril de petróleo estabilizar-se-ia nos 33 $; com MENTIRAS contentamos os sindicatos para EVITAR A MOBILIZAÇÃO OPERÁRIA. A VERDADE é que Botin espera 10.000 milhões de Euros de botim para 2008: e manifesta essa esperança na Junta de Accionistas do BSCH convocada coincidindo com o Congresso do PP para AVALIAR os prognósticos económicos de ZP. Botin apoia ZP! Por que será? Será porque «nuestra economia» em boca de ZP é a economia de Botin e Cia., para a que não há desaceleração, recessão, crise, há AUMENTO dos benefícios; para o operariado e a cidadania há DIMINUIÇÃO dos benefícios do salário, do poder aquisitivo, AUMENTO das hipotecas, dos preços dos alimentos, etc. A nossa economia não é a de ZP, a economia da Galiza é ASTANO PROIBIDO CONSTRUIR BARCOS (concordam os sindicatos) portanto desemprego maciço que força EMIGRAÇÃO maciça da juventude que é a causa da população envelhecida! As verbas da população da Galiza não são para a Galiza, são para o botim de Botin porque ZP, radical, NEGA-SE a investir um cêntimo de euro para que ASTANO construa barcos, crie emprego, diminua a emigração, etc. ZP enche-se a boca com milhões de € para distribuir a todo o mundo... «y a los gallegos no»! ZP comprometeu nove transferências para a Galiza a Anjo Quintana que torna de Madrid «triunfador» depois de nós denunciar a burla à Galiza da «muy gallega» Helena Salgado, sem o BNG mobilizar; pois agora, como um cromo repetido, repete-se a situação, só que há que acrescentar à burla das Helenas (transferências e as pescas), a de ZP; e Anjo Quintana sem apelar para a Galiza se mobilizar. Também é certo que se ZP promete 6.000 milhões de € e para ASTANO nada, não é menos certo que a Junta que destina 1060 milhões de € para «chiringuitos» (segundo denunciam os sindicatos GIG-CCO-UGT) e para ASTANO nada. O paradoxo é que só nós denunciamos o «para ASTANO nada»; concordam ZP, a Junta e CIG-CCO-UGT: para ASTANO NADA! Alertamos contra o PACTO SECRETO do PSOE e o PP cujo contido e tempos de implementação, na nossa opinião, esta referenciado na emenda de Vidal-Quadras ao Congresso do PP; pretendem em duas legislaturas, oito anos, ESTABILIZAR o franquismo da Espanha UNA, GRANDE Y LIBRE do século XXI, EXTERMINANDO qualquer expectativa DEMOCRÁTICA e já dissemos que o REMÉDIO é uma aliança operária e livre determinista dos povos e as nações submetidas ao Reino da Espanha. Em qualquer caso, a deriva de ZP&Rajoy, PSOE&PP, acrescentada com a subida do preço do petróleo até final de ano, as manobras da Frota de guerra da NATO contra a UNIÃO da Galiza e Portugal, a governamental mobilização nacional-socialista em torno ao partido de futebol Espanha-Rússia de hoje (vinte milhões na TV) não deixa lugar a qualquer dúvida: se queremos mudar a nossa sorte, a nossa vida, a MOBILIZAÇÃO é o que se precisa para a INSURREIÇÃO que achegue a República Federativa da Galiza e Portugal.
Em Ferrol, 5ªF, 26 de Junho de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 20 de junho de 2008

PORTUGAL COMO REFERÊNCIA MOBILIZADORA PARA A GALIZA (distribuídas 300 folhas às 13.00 h. da Quinta-Feira, 19 de Junho de 2008 na porta da Bazan)

Corrupção em Estepona (tudo na monarquia espanhola é Estepona, Ginês, El-Rei, o primo de Rajoy Brei, etc.), referendo de Ibarretxe para agachar, OCULTAR o centro de gravidade da situação actual: as mobilizações em toda a Europa contra a subida do preço do petróleo, a mobilização VITORIOSA da Irlanda contra a TIRANIA dos senhores e as senhoras da GUERRA da UE e os esforços do governo ZP, sindicatos e empresariado ESPANHÓIS «remando juntos» para EVITAR qualquer mobilização com a velha e reiterada receita, bloquear convénios e com as classes trabalhadoras de férias, Julho e Agosto, determinar as medidas de agressão contra as classes populares que aumentem o botim de Botin, Florentino Perez e os «mangantes» magnates petroleiros ou não em GUERRA contra a Humanidade com ZP como escudeiro gabando-se de o Reino da Espanha ser o terceiro país do mundo, depois dos EUA e a França, em investimento EXTERIOR, como descrevia Vladimiro Ilich Ulianov, Lenine, no «Imperialismo Fase Superior do Capitalismo», concluindo que a GUERRA das pessoas ricas contra as pobres era, é a alavanca dos IMENSOS benefícios das pessoas ricas do investimento EXTERIOR de ZP.
Lenine não viveu o suficiente para ler um informe do norte-americano Robert H. Jackson relativo ao imediato Julgamento de Nuremberga que afirmava que «a guerra de agressão seja militar, naval, diplomática, política ou COMERCIAL constitui UM CRIME INTERNACIONAL CONTRA A ESPÉCIE HUMANA» e Robert H. Jackson se viver hoje concordaria com que a subida do preço do petróleo É UMA GUERRA DE AGRESSÃO DOS EUA-UE-Israel, ricos, contra a Humanidade pobre portanto um CRIME CONTRA A ESPÉCIE HUMANA. Eis onde se alinham as mobilizações contra a subida do preço do petróleo e o NÃO ao Tratado de Lisboa da Irlanda; no bando contrário alinham-se os TIRANOS dos sindicatos-governo-empresariado que não querem a mobilização das classes trabalhadoras e querem o Tratado de Lisboa que LEGALIZA A GUERRA DE AGRESSÃO contra elas, seja qual for a modalidade.
Como mentiam Bush, Aznar e Rajoy, mente ZP: o diagnóstico da situação mundial não é «políticas neoconservadoras» nem o remédio «políticas social-democratas», isso é uma grande MENTIRA, reiterada na Europa e no mundo e que custou duas guerras mundiais e muitas outras com centenas de milhares de pessoas mortas; a VERDADE da situação mundial é A GUERRA DE AGRESSÃO, nas suas diferentes modalidades, dos EUA-UE-Israel contra a Humanidade e o remédio é a revolução e o socialismo no mundo; o remédio são as classes trabalhadoras a construírem Repúblicas de
Trabalhador@s UNIDAS, no Reino da Espanha, na Europa e no mundo; o remédio é a MOBILIZAÇÃO E A SOLIDARIEDADE DAS CLASSES TRABALHADORAS. O remédio é a INSURREIÇÃO.
Portugal como referência mobilizadora tem interesse destacar para a Galiza porque desde o 5 de Junho de 2008 sucedem-se, maciços, factos que apontam a que «Um Novo 25 de Abril Seria Bem-vindo» na Santa Companha da Galiza que traz outro amigo também; daí que a estas horas os generais e almirantes da frota da NATO a realizar manobras nas águas das costas galego-portuguesas seguindo os pressupostos ideológicos publicados por Vidal-Quadras estejam ensaiando os planos de ataque, invasão e ocupação da Galiza e Portugal para impedir a sua REUNIFICAÇÃO na República Federativa da Galiza e Portugal a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 19 de Junho de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 17 de junho de 2008

VITÓRIA D@S ESFOMEAD@S DO MUNDO NO REFERENDO NA IRLANDA (distribuídas 300 folhas às 13 h. da Segunda-Feira, 16 de Junho de 2008 na porta da Bazan)

Dizíamos-vos em 30 de Maio de 2005 relativo ao referendo francês e o repetimos hoje para a Irlanda, que o rechaço da cidadania irlandesa do Tratado de Lisboa é uma VITÓRIA dos princípios que regem a Constituição portuguesa vigorante: PAZ E DESARMAMENTO, República Socialista de Trabalhadores, direito de Autodeterminação e Independência dos povos também como ao Desenvolvimento e direito de INSURREIÇÃO contra toda forma de opressão, etc.
VITÓRIA do projecto de UNIDADE proletária e cidadã da Galiza e Portugal numa Europa UNIDA pelos princípios DEMOCRÁTICOS, SOCIALISTAS E UNIVERSAIS: A UNIÃO DE REPÚBLICAS SOCIALISTAS EUROPEIAS; eis a alternativa; e o futuro, A UNIÃO DE REPÚBLICAS SOCIALISTAS NO MUNDO (ver http:/galizaunidaportugal.blogspot.com).
A VITÓRIA do referendo francês foi continuada na batalha das eleições autonómicas galegas de 19 de Junho de 2005, proclamada só em 28 de Junho com o COMPROMISSO INCUMPRIDO DE REGENERAÇÃO DEMOCRÁTICA de Tourinho.
VITÓRIA do projecto de UNIDADE proletária e cidadã da Galiza e Portugal, projecto que em 10 de Março de 2006, Dia da Classe Operária da Galiza, registamos no Parlamento Galego com a denominação de Projecto de Constituição da REPÚBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL; negou-se-nos a comparecência embora fossemos a única entidade a colocar a questão histórica sem resolver da UNIÃO galego-portuguesa, sendo mais uma das mais de cem comparecentes que concordavam em legalizar a categoria de nação que a Galiza tem.
Em 22 de Março de 2006, oferta de PAZ de ETA que abalou o mundo todo; em 18 de Junho, abstencionista rechaço catalão no referendo do «cepilhado» Estatuto de Autonomia. Em 29 de Junho, ZP anuncia o início do diálogo no Parlamento espanhol para sabotar a PAZ. Em 25 de Outubro, com activa presença nossa em Estrasburgo, Resolução do Parlamento Europeu em favor da Paz na Espanha (B. Crowley afirmara: «solução para todos os POVOS da Espanha»). Zapatero e o PNB respondem igual que Aznar: «não se negoceia a PAZ». E assim continuaram os SENHORES DA GUERRA e adláteres da UE, submissos a Bush, sabotando os expressos desejos de PAZ da população, querendo LEGALIZAR A GUERRA, fracassando, contumazes, na França, na Holanda e agora na Irlanda com o rechaço do Tratado de Lisboa.
Vejam a conotação: a Irlanda quer ser LIVRE E REUNIFICADA EM PAZ, o mesmo que as duas Galizas deslocadas, Galiza e Portugal; nós sem os Acordos de Stormont mas com a alavanca da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Os inimigos da PAZ, os assanhados senhores da guerra, com Durão Barroso à cabeça, foram a Lisboa para matar a Constituição portuguesa com o denominado Tratado de Lisboa da UE que por sua vez queria matar o Tratado de Lisboa de 13 de Fevereiro de 1668 com que as monarquias coligadas da Espanha, a Inglaterra e a França IMPEDIRAM a independência da Galiza e Portugal UNIDOS embora reconhecessem a independência de Portugal sem a Galiza, até serem DERROTADOS pela Irlanda e o Sinn Feinn: Davide contra Golias; os pobres derrotam os ricos; e os ricos e as ricas SENHORAS DA GUERRA, como Fernández de la Vega, surdos e cegas à vontade popular europeia, e mundial, exprimida nos referendos da França, a Holanda, a Irlanda, exprimido pela Chéquia, só acatam a vontade dos Estados, perseveram e perseverarão NA TIRANIA, NO DESPOTISMO, NA DITADURA e como disse um impertinente padre nicaraguano na homilia de uma missa celebrada por chilen@s exilad@s por Pinochet em 11 de Setembro de 1984, «é uma VERDADE universal e local que a derrocada das DITADURAS faz-se só com a força das armas populares...»
Em Ferrol, Segunda-Feira, 16 de Junho de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 13 de junho de 2008

NÃO ENTRES A TRABALHAR, PARA E TRANCA A PORTA! (distribuídas 300 folhas às 6,00 h. na Sexta-Feira, 13 de Junho de 2008 na porta da Bazan)

A tua terra, a Nossa Terra está a ser atacada, invadida e ocupada por forças estrangeiras e mercenárias com a denominação da NATO, mandadas por um «cromo repetido» em Ferrol do nacional-socialismo espanhol-hitleriano-norte-americano, Garat, que com o bico levantado meia quarta mais do normal, próprio da chularia do proxeneta, nos vem contar a MENTIRA da «missão humanitária» de uma frota de vasos de guerra com duas mil tropas experimentadas em todos os massacres e genocídios perpetrados no mundo durante os últimos decénios. Assassinos de crianças, mulheres e velhos, são treinados para sequestrar, torturar e violar, pagos com dinheiro público produto da rapina e a espoliação aos pobres dos seus Estados; assim fizeram na Jugoeslávia, assim estão a fazer no Iraque e no Afeganistão, assim fizeram anteontem, uma menina de nove anos, na Palestina.
Tudo para Garat garantir, e a NATO, aos magnates petroleiros que o preço do crude pode subir IMPUNEMENTE sem qualquer resposta cidadã até os 200 $ e mesmo mais antes de o ano acabar.
A «missão humanitária» de Garat e a frota de guerra da NATO em Ferrol, não tem outro objectivo do que DISSUADIR o operariado de Navantia e o operariado e a cidadania da Galiza DA MOBILIZAÇÃO contra a subida do petróleo, EVITAR A INEVITÁVEL INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Sexta-Feira, 13 de Junho de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 11 de junho de 2008

OS SINDICATOS DA BÉLGICA APELAM MOBILIZAÇÃO OPERÁRIA CONTRA O CUSTO DA VIDA (distribuídas 300 folhas às 6,00 h. na 4ª F, 11 de Maio de 2008 na Bazan)

A coincidência da presença de Bush na Cimeira UE-EUA em Eslovénia com o referendo do Tratado de Lisboa em Irlanda é por acaso. As suas cocaínadas declarações de hoje serão amanhã de destaque nos media irlandeses na jornada dita de reflexão, no dia da votação, no da contagem da fraude em favor do SIM e no da proclamação e celebração de resultados. O experto em fraudes derrotadoras de Algore e Kerry acompanhado de Durão Barroso quer recuncar na fraude porque se o NÃO ganhar na Irlanda o seu discurso só serão fantasias como as do acordo para encher do mal das vacas loucas norte-americanas a Coreia do Sul; a CENSURADA MOBILIZAÇÃO popular sulcoreana desde o 2 de Maio fez cair o governo coreano hoje, depois de o fim-de-semana o presidente da República Democrática, Lee Myang-bak, telefonar para o Bush e lhe pedir licença para se demitirem os ministros envolvidos. Tudo é uma EXCELENTE MOSTRA da submissão aos EUA do estado sulcoreano o que vimos reiterando relacionado com a PROIBIÇÃO da UE para ASTANO construir barcos: no entanto os EUA determinam concentrar a construção de transporte marítimo em estaleiros navais da Coreia do Sul SATURANDO-OS, a UE, submissa aos EUA, PROIBE ASTANO e Portugal a construção de transporte marítimo com oferta mundial sem poder ser atendida.
Se Obama fala de cangar com impostos as grandes petroleiras, EXXON MOBIL, para financiar sistema público da saude, perante a brutal subida do petróleo, depois de os sindicatos da Bélgica apelar o operariado para se MOBILIZAR contra a subida do custo da vida eis que os sindicatos CCOO-UGT-CIG desviam o discurso da necessária mobilização operária contra a subida do petróleo para o discurso do intuito da UE de aumentar a jornada laboral semanal mesmo até as 65 horas: na nossa opinião, isto é uma armadilha; agora a mobilização operária, nos convénios e fora deles, tem que ser contra as brutais consequências da subida do preço do petróleo na subida dos preços UNIDA com a de pescadores e comionistas, consumidores, etc., etc. Porque como vimos reiterando, a SOLUÇÃO é tomar os centros de poder a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 10 de Junho de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 10 de junho de 2008

RÚSSIA ACUSA OS EUA DE PROVOCAR UMA GRAVE CRISE MUNDIAL (distribuídas 300 folhas às 13,00 h. da Segunda-Feira, 9 de Junho de 2008 na porta da Bazan)

Nas últimas horas da Sexta-Feira, 6 de Junho de 2008, os magnates petroleiros dos EUA-UE-Israel encabeçados por Bush sobem o petróleo desde os 128 até os 138 $; nas primeiras horas do Sábado, Rússia acusa os EUA de provocar uma GRAVE CRISE MUNDIAL e nós, reiteramos, achamos a subida do petróleo, guerra dos EUA contra a Humanidade; guerra que não cessa, sempre a aumentar.
John Negroponte com mais de 24 anos no ofício dá-nos lições demonstrativas do «imbatível» poder dos EUA: em Sexta-Feira, 4 de Abril de 2003, ele, embaixador dos EUA na ONU, com uma «moção de ordem» CENSURA o Relator da ONU para a fome no Iraque no Plenário da Comissão dos Direitos Humanos em Genebra, recebendo o clamor unânime e impotente dos insultos indignados das pessoas a representarem mais dum cento de Estados: bandido! Descansou o fim-de-semana, ordenando em segunda assassinar em Terça-Feira, 8 de Abril de 2003, o ferrolano José Couso Permuy, localizado, visionado, apontado e atingido; tudo, quer queiram quer não os tios de Couso; como ordenara o assassinato do sueco Olof Palme e Benazir Bhutto no Paquistão.
Ele presente, os EUA sabotaram o recente acordo mundial para eliminar as bombas de fragmentação; sem quase respirar, os EUA rebentaram a Cimeira da FAO em Roma, apenas uma jornalista o denunciou, condenando a morrer à fome milhões de seres humanos com a mesma impassível e implacável crueldade que empregou John Negroponte na dita «moção de ordem» da que fomos testemunhas indignadas centos de pessoas em 4 de Abril de 2003 em Genebra. «Inasequibles al desaliento», para celebrar a VITÓRIA do fomicídio mundial, sobem dez dólares o petróleo, a UE sobe as hipotecas e Israel assassina um bebé palestiniano depois de Obama lhe dar azos: cala-a-boca!
Tudo no começo do fim-de-semana para evitarem qualquer indignada resposta de imediato que não puder ser controlada, «encauzada»: EUA-UE-Israel têm que ser DERROTADOS com o NÃO da Irlanda (e dos pobres do mundo) ao Tratado de Lisboa em 12 de Junho.
Por muito que pescadores e camionistas se mobilizem, são as classes trabalhadoras nomeadamente o operariado e as suas famílias, os pobres, os principais e mais prejudicados sectores da população pela subida dos preços do petróleo. O operariado de Navantia está a negociar o Convénio, sabe alguém qual é o aumento de soldo a reivindicar para enfrentar a carestia da vida depois de o petróleo subir dez dólares? Não é de obrigado cumprimento a MOBILIZAÇÃO local, nacional, europeia e mundial para travar uma GUERRA explícita, anunciada, reiterada dos magnates petroleiros contra a Humanidade? Alguém está salvo? Sabe alguém se o petróleo atingirá os 200 $ antes de acabar o ano? MOBILIZAÇÃO!
No caso galego depois de a MOBILIZAÇÃO popular da Plataforma Cidadã Nunca Mais DERROTAR o racismo espanhol de Aznar e do PP, a MOBILIZAÇÃO popular, agora, não derrotou o racismo espanhol do PSOE, tão bem representado pelas feministas-ministras das que destacam Magdalena Alvárez e as Helenas, acrescentado com o brutal do Vaticano através do nazi VIL-linguísta Francisco Vazquez, porque Rafa Villar, que comovido escreve indignado na defesa do operariado português a morrer na Galiza, às ordens de Bieito Lobeira e do BNG, determinaram despoticamente o «LETARGO ACTIVO» da Plataforma Cidadã Nunca Mais e a rede «Galiza Não se Vende» ou o «Foro Social Galego» não cultivam a GALIZA UNIDA NA MOBILIZAÇÃO porque não estão limpos de «genreiras», de oportunismos, de «realismos sofisticados», de protagonismos ridículos que nos levam ao desastre de nunca atingir e ultrapassar os níveis mobilizadores do 1 de Dezembro de 2002 em Compostela para GOVERNARMOS a Nossa Terra, ASTANO, o crime de lesa humanidade que é a EMIGRAÇÃO, o relativo ao petróleo, a política de financiamento espanholinguístico, o Salvamento Marítimo, a UNIÃO com Portugal, as relações com a CPLP e o quer que lhe quer.
A que nos espera, estamos mergulhados nela, é pior que a do Prestige e a dos incêndios, e às duas a GALIZA UNIDA MOBILIZADA respondeu. Não podemos deixar que o PP, escudeiros ou peões hegemonizem ou manipulem qualquer mobilização: estamos a nove meses das eleições autonómicas galegas!
Portanto o operariado galego tem que se MOBILIZAR agora para defender o seu poder aquisitivo fazendo concordar o escasso salário com o desbocado custo da vida, o mesmo que se fazia nos últimos anos da derrocada do franquismo nos que o proletariado ferrolano e galego também REIVINDICAVA liberdade para utilizar a LÍNGUA GALEGA e que através de proletários de ASTANO, «reconvertidos» ferrolanos, da área de Ferrol, galegos, foros internacionais reconheceram a Galiza e a sua língua, o Português, quer queira quer não Henrique Monte Agudo (El País, 6/06/2008) que viajou ao Brasil tudo pago face outros que pagando tudo para lá ir a Galiza a ser reconhecida. Legítimo ou não legítimo colocar a questão da liberdade proletária da Galiza na ONU? O que não é legítimo, é indigno, é viver da CUNHA do poder para obter o que a outros se lhes NEGA.
Não temos medo de nos equivocar ou fazer o ridículo mais abafante se apelamos para a MOBILIZAÇÃO agora, a mais ampla, local, nacional, europeia e mundial: A GALIZA UNIDA vencerá para República Federativa da Galiza e Portugal.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 9 de Junho de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 5 de junho de 2008

A SUBIDA DO PETRÓLEO, GUERRA DOS EUA CONTRA A HUMANIDADE (distribuídas 320 folhas às 13,00 h. da terça-feira, 3 de Junho de 2008 na porta da Bazan)

O presidente da OPEP (Organização de Países Exportadores de Petróleo) culpava os especuladores da subida do petróleo poucos dias depois de o barril de Brent passar de 131 a 135 $ em 24 horas: um notável e mundial exemplo do nacional-socialismo goebbeliano que afirmava que uma MENTIRA mil vezes repetida tornava-se uma VERDADE. A verdade é que o chefe dos especuladores organizados em Estado, Bush e os seus subordinados, EUA-UE-Israel implementam guerras não declaradas atacando, invadindo e ocupando países para ESPECULAR com o imenso botim, dentre outros, O PETRÓLEO o que lhes produz uns incomensuráveis benefícios porque simplesmente, para além da espoliação, sobem os preços do barril até onde querem como exprimia o dito presidente da OPEP: «o preço do petróleo seguirá subindo e antes de acabar o ano alcançará os...» os 200 $, acrescentamos nós! Esta afirmação é uma DECLARAÇÃO DE GUERRA não declarada contra a Humanidade dependente toda ela do petróleo e uma de duas, ou a Humanidade encabeçada pelo proletariado mundial e os pobres reage contra a fome, o desemprego, a subida dos preços, a carestia da vida, em favor da bicicleta, do transporte público, das energias renováveis, etc., etc., em favor do SOCIALISMO ou as piores modalidades de guerra secreta militar, sobretudo, não militar que produz os maiores danos no território do inimigo que vem praticando com sucesso o Pentágono-NASA-NATO-Serviços secretos continuarão aumentando com danos inauditos para a Humanidade... sem se acabar o mundo!
A NASA pousa uma sonda num pólo de Marte depois de percorrer e analisar 647 milhões de quilómetros; os resultados da investigação pressupõem a sua utilização militar pelo Pentágono: isso celebravam os NASeiros encabeçados por Griffin; o que não mostra a TV é quais as suas emoções perante a sequência de um, dois, três, etc., terramotos e grandes chuvas em diferentes territórios da imensa República Popular e Socialista da China com cerca de 100.000 pessoas mortas e desaparecidas, cinco milhões de refugiados e uns danos... os piores danos no território do inimigo, princípio e fim da guerra geofísica do Pentágono? Quantas bombas nucleares, e com que custo político, seriam precisas para produzir essa destruição? Fantasias, delírios... nossos ou do Pentágono? Desclassificam-se nos EUA documentos relativos à guerra climatológica que tem tanto tempo como o mosquito do dengue criado nos seus secretos laboratórios segundo documentos desclassificados? A realidade é que estrategicamente a China é o inimigo a bater, o comunismo a derrotar, o que não precisa mais explicação que o dito por Napoleão, porque uma China demograficamente, culturalmente, territorialmente, etc. que quintuplica os EUA, enche de terror os estrategas da hegemonia imperialista mundial norte-americana que não cessam nos seus ataques: não faz tanto tempo uma declarada guerra comercial contra a China foi acompanhada de chuvas que duraram seis meses sem parar, dia e noite, com graves danos; agora, a marcha do facho olímpico foi acompanhada de uma mundial e brutal campanha que mesmo levou a presidenta do Congresso dos EUA, Nancy Pelosi e o presidente da UE ter com a ferocidade anticomunista do Dalai Lama, seguida de terramotos, atribuição de culpa da subida do petróleo e grandes chuvas: «a culpa da subida do preço do petróleo é da proximidade dos Jogos Olímpicos e do terramoto da China» o que põe de relevo a malvada imaginação fantástica que os militares do Pentágono colocados por Bush, e dirigidos por John Negroponte, como chefes de jornalismo nas principais cadeias informativas norte-americanas, a mesma que os media espanhóis transmitem para no-la obrigar a tragar relativa às FARC e o assassinado guerrilheiro Raúl Reyes que tinha ETA no seu computador!
E diz o conto que Solbes, como o não deixam sair nos media espanhóis atacados, invadidos e ocupados pelo PP, vai para o Nouvelle Observateur da França afirmar que «este ano, consumido o superavit, pode mesmo haver deficit estadual que continuará até o 2011»; que vos direi do superavit de 2008 de mais de 36.000 milhões de € e de Solbes que apenas um mês antes, no primeiro Conselho de Ministros, anunciava «fachendoso», o Ministro da Economia dos ladras ricos do Sector Imobiliário e da Construção, o que conta, e não o conta, o que ingressa o Estado graças à subida do preço do petróleo em «ricos» impostos; quanto dos 1,324 €/litro do gasóleo vai para Solbes? 1,1916 €? Quanto cada dia, quanto no ano? Isso é o GRANDE SECRETO DE ESTADO que nem Solbes nem ZP desvelarão. Tudo lembra aquele famoso vaticínio de Solbes ao começo do primeiro governo de ZP de que o preço do barril de petróleo estabilizar-se-ia nos 33 €/barril! Vejam, vejam como em quatro anos os magnates petroleiros na sua guerra santa contra o Iraque e a Humanidade mais do que quadruplicaram o preço do petróleo.
Crise? Que crise? Guerra Santa e sem quartel dos magnates petroleiros contra a Humanidade para se encher de benefícios que financiem as suas planejadas futuras, e presentes, guerras, o escudo antimíssil e, sobretudo, REITERAMOS, a guerra geofísica e/ou climatológica (boa, bonita, BARATA, eficaz, silenciosa)...
Fundo Europeu para ajudar o Sector das Pescas e do Transporte responde o governo de ZP para negar-se às demandas de pescadores e camionistas PROIBIDAS pela UE. Fundo Europeu para ajudar ASTANO e público Sector Naval responderá o governo de ZP para negar-se às demandas do operariado PROIBIDAS pela UE? Pescadores e camionistas mobilizam-se por toda Europa e mesmo no mundo entanto o operariado galego-português e não só, embaçado pelos sindicatos, não é capaz de responder com mobilizações os assassinatos previstos e aleatórios de operários portugueses em «acidente de trânsito»! não de trabalho, não in itinere, na Galiza e não apenas. Tudo em concordância com a ideologia, posição política e de classe dos chefes dos sindicatos que como Mendez (UGT-PSOE) reclamam mais polícia como remédio ou Fidalgo, Filho de Algo, (CCOO-PP, rama Aznar) que reclama mais inspectores, quer dizer, aumentar o «braço incorrupto» de Santa Espanha de UNA, GRANDE Y LIBRE (Ginês somos todos!)
A «galega», a TVG, como «la espanhola cuando besa que es que besa de verdad», destaca como notícia «galega» sobre a notícia do ferrolano-galego cabo Jorge Gago, que fora da fragata Extremadura, uma nova tribo de índios da Amazónia: o subtil e sofisticado racismo do «Cuerpo General» da Armada espanhola tem esta capacidade; lembram Juan Fernández «Opata» no exercício racista de rebaixar galegos rebeldes à categoria «ínfima» de índios? Reparem que «Opata» é «Cuerpo General» na Reserva...
E nós apelamos o operariado de Navantia para se mobilizar na defesa do seu Convénio e derrogar o Plano Estratégico de Navantia 2007-2011 e apelamos para cabos, marinheiros, «suboficiais», oficiais, chefes não fascista e familiares exprimir SOLIDARIEDADE pública com Jorge Gago, dentro e fora dos quartéis, dos barcos, etc., em Ferrol, na Galiza e no mundo, na NATO e na ONU!
Em Ferrol, terça-feira, 3 de Junho de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 26 de maio de 2008

SALVEMOS A RIA DE VIGO? SALVEMOS A GALIZA! (distribuídas 700 folhas às 12 h. em domingo, 25 de Maio de 2008 na manifestação relativa em Vigo)

Salvemos a Ria de Vigo, salvemos a Ria da Ponte Vedra, salvemos a Ria de Arousa, salvemos a Ria de O Burgo, salvemos a Ria de Ferrol, salvemos as Rias da Galiza, salvemos a população, flora, fauna, costas, mar, alto mar, oceano, Rias, rios, vales, montanhas, ar, água, etc., etc., SALVEMOS A GALIZA! SALVEMOS A NAÇÃO!
A única hipótese de salvação nacional da Galiza é exercermos o direito de Livre Determinação, Independência e Soberania para nos unir a Portugal na República Federativa da Galiza e Portugal; é possível? É, sim; é possível, necessário e, sobretudo, urgente; a condição é a GALIZA UNIDA na ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA a integrar pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para MOBILIZAR E CO-GOVERNAR, um ponto de encontro para falar, determinar e agir.
A insurreição da Galiza iniciada em 10 de Março de 1972 em Ferrol estendida a Vigo e a toda a Galiza, continuada depois em Setembro apenas em Vigo; as três greves gerais da Galiza de 1984 motorizadas por ASTANO (Ferrol) e ASCON (Vigo); as mobilizações nacionais da população galega inspiradas pela Plataforma Cidadã Nunca Mais em 2002 e 2003; as greves do Metal da Ponte Vedra contidas só na província para não se estenderem à Galiza. Tudo é apenas uma mostra parcial da capacidade de mobilização VITORIOSA DA GALIZA UNIDA, operariado, pessoas a trabalharem na lavra, no gado, na pesca, etc., etc., Vigo, Ferrol, etc., podem e devem MOTORIZAR A MOBILIZAÇÃO DA GALIZA UNIDA organizada na ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA.
Dar-lhe carácter nacional a cada luta parcial da Galiza determinará a imprescindível UNIDADE das classes trabalhadoras galegas e não apenas para lograrmos os estádios que nos conduzirão inevitavelmente à UNIÃO com as classes trabalhadoras de Portugal (a Galiza do além-Minho) na República Federativa da Galiza e Portugal.
Ultrapassar, superar a divisão e a desmoralização que promovem sindicatos e partidos para deixar inerme a Galiza a mercê dos espoliadores dos nossos recursos sejam quais forem, sobretudo os nossos recursos humanos (espoliam a melhor que temos, a juventude, forçando-a ao degredo da EMIGRAÇÃO e ocultam esta verdade com a patranha da população envelhecida para «pedinchar» esmola) é um dever de qualquer pessoa, entidade ou instituição para construirmos a GALIZA UNIDA NA ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA que nos levará a meio da mobilização e o co-governo à liberdade, democracia socialista e progresso na República Federativa da Galiza e Portugal integrada na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Em Vigo, Domingo, 25 de Maio de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PLANO ESTRATÉGICO DE NAVANTIA 2007-2011 (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da sexta-feira, 23 de Maio de 2008 na porta da Bazan)

Em 12 de Abril de 2008 o preço do barril de petróleo Brent era de 112 $, em 9 de Maio era de 123 $: uma suba de 0,50 $/dia; em 20 de Maio era de 127,9 $; de anteontem para ontem subiu 4 $, e os média, através de lindas boquitas que não se rebelam, culpam da suba à proximidade dos Jogos Olímpicos e ao terramoto da China ou à Índia e não à guerra permanente contra a Humanidade que desenvolve a tirania dos magnates petroleiros no poder em EUA-UE-Israel nomeadamente contra a República Popular e Socialista da China e muito particularmente contra os pobres e o proletariado mundial, condenados à fome e os despedimentos maciços: o Plano Estratégico de Navantia 2007-2011 e o rigor proibitivo para ASTANO estão dentro deste quadro que no nosso caso dura decénios embora a muito favorável conjuntura mundial da construção de transporte marítimo. Hezbollah entra no governo do Líbano com direito de veto e a hipótese de Israel tornar à Síria a água do ocupado Planalto do Golã chega á opinião pública.
A assistência do Relator da ONU para o cumprimento dos Direitos Humanos em Zonas de Conflito ao julgamento pela Audiência Nacional de militantes civis bascos, a denúncia do Parlamento basco de o governo Zapatero amparar a tortura dos «Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado», os dois atentados de ETA e o «no sois nada, un punto negro en la limpeza de un gran país» impune apelo à limpeza étnica partilhado por I. Gabilondo, o encontro ZP-Ibarretxe, a «centésima» queda da «cúpula» de ETA com o «tenemos que seguir sin apurar» de Rubalcaba, levam o pensamento às palavras de um moço labrego, chefe de uma das inúmeras insurreições abafadas em sangue pelos franceses no Viet Nam, que, capturado, disse-lhe aos seus carrascos: «no entanto cresça a erva no chão do Viet Nam, haverá vietnamitas a lutar contra os invasores» porque embora as distâncias de tempo e lugar, o parecido, com certeza, é significativo e depois das experiências mundiais de DESCOLONIZAÇÃO, qualquer mente inteligente e prática assumiria o discurso de ZP a Ibarretxe favorável às transferências parciais de soberania acrescentado no que ZP roça NEGANDO-O, o direito de Livre Determinação, a legalidade universal assumida e ratificada pelo Reino da Espanha portanto obrigado por lei externa e interna, no Pacto Internacional pelos Direitos Civis e Políticos e não apenas. Qualquer iniciativa nossa para encorajar o governo galego a solicitar a integração da Galiza na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa sem a permissão do governo espanhol produz uns espantosos efeitos multipolares destacando a sequência viageira à República Federativa do Brasil de ZP e Tourinho, mascarada no meio doutros destinos, cujo objectivo é neutralizar, dissuadir qualquer iniciativa brasileira favorável ao ingresso da Galiza na CPLP ou à defesa e/ou reconhecimento do seu direito de Livre Determinação, Independência e Soberania para se unir com Portugal na República Federativa da Galiza e Portugal: repetem, reiteram a actividade do governo do PP de Fraga e do Cônsul a representar o governo do PP de Aznar de 1997 em Salvador de Bahía, com a gravidade de Tourinho fugir-lhe à celebração do Dia das Letras na Galiza indo falar espanhol na Argentina e a fazer falar espanhol a Castelão, chegando a Brasil, ANALFABETO, a continuar falando espanhol. O referente do Timor Leste é um perigo!
Depois de o alcaide Sr. Fernández Lores, publicamente qualificar de TRAIDOR o Conselheiro de Ambiente por não TRANSLADAR Ence da Ponte Vedra, já temos Ence instalada em Ferrol-As Pontes mercê ao Sr. Irisárri ou em Ferrol-Eume-Ortegal graças ao Sr. Anjo Garcia do que é de salientar o arrazoamento do mais puro nacional-socialismo relativo às vantagens do III Reich para as pessoas gaseadas nos campos de concentração com resultado imediato de morte ou as pessoas gaseadas na Ponte Vedra ou onde quer que se instale Ence com resultado de morte lenta: já sabem, as pessoas que iam para as câmaras de gás alegres e combativas graças às patranhas dos nazis podemo-las identificar com as alegres e combativas que não se oporão à instalação de Ence mercê às patranhas do Srs. Anjo Garcia e Irisárri: ALERTA FERROL-EUME-ORTEGAL!!! Para os média e lindos integrantes é notícia, e de destaque, o dito a respeito de Ence embora tudo o relativo ao Plano Estratégico de Navantia 2007-2011, mais uma Reconversão Naval, a decorrer já, não é notícia; dito doutra maneira, aplicar-lhe a CENSURA é uma boa maneira de lograr os fins estratégicos dos franquistas que regem a SEPI e Navantia, a violarem a Lei da Memória Histórica, com Solbes à cabeça: diminuir ainda mais os postos de trabalho e precarizar o emprego com anunciados resultados de aleatórias e impunes mortes operárias no local de trabalho, isso sim, com o concurso dos sindicatos a dividirem e desmoralizarem o operariado para que não se MOBILIZE pelo mais elementar: O POSTO DE TRABALHO. Superar as três greves gerais da Galiza em 1984 motorizadas por ASTANO & ASCON, eis o repto! E a solidariedade com Gago, o cabo da fragata «Extremadura», de obrigado cumprimento!
Em Ferrol, sexta-feira, 23 de Maio de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O LINGUICÍDO ACOMPANHA O GENOCÍDIO (NEBRIJA) (distribuídas 2000 folhas em Domingo, 18 de Maio de 2008 na manifestação de Compostela no Dia das Letras)

A doutrina do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemão aplicada à questão da língua na Galiza produz uns contundentes, perduráveis e eficazes efeitos de brutal ANALFABETIZAÇÃO, espanholização, desgaleguização e, de por vida, tortura psicológico-mental-sentimental-comunicacional-inibicional-sexual na população; real brutalidade envolvida em fantasias e fantasiosas PATRANHAS elaboradas e sustentadas pelos bem pagos «teóricos» e «cientistas», etc., do aviltado «bilinguismo», «bilinguismo harmónico», «anormalização linguística», etc., que durante cerca de três decénios receberam uma inestimável ajuda, activa e/ou passiva, de outras «teorias» acerca do «galego existente» e do «galego seseante» (a da ORTOGRAFIA espanhola e não apenas para o galego, «normativos» e «mínimos», a da ortografia do galego do século XVI, da AGAL, etc.) a NEGAREM ou ADIAREM com contumácia a IDENTIDADE passada, presente e futura do galego com a língua do ensino primário, secundário, universitário, dos média, da cultura, das entidades e instituições das OITO repúblicas, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste integradas na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, mais de duzentos e trinta milhões de pessoas de língua oficial IDÊNTICA ao galego, que goza do status de língua oficial na União Europeia com quatrocentos e cinquenta milhões de habitantes, discriminada na ONU face o francês menos falado do que o português.
Isso, na nossa opinião, é a dimensão local/universal da nossa língua, que por sua vez, DIMENSIONA o crime de NEGAR A IDENTIDADE passada, presente e futura do galego e o português (...) e a pertinente praxe!
A Secretária Geral de Política Linguística, Marisol López-sim Lopes-não, afirmou no jornal inglês The Guardia [of Empire], (o brasileiro O Globo estava muito alto, o português Público muito longe?), que «o espanhol dominará o galego». Com certeza, o espanhol dominou, domina e dominará o galego porque o artigo 5º do Estatuto de Autonomia, o Decreto 172/1982 de Normativização da Língua Galega (Decreto Felgueira), a Lei de Normalização Linguística, o seu Plano Geral, com o concurso do BNG, de Pilar Garcia Negro e Carlos Calhão, o Decreto 124/2007, o Decreto anterior, etc., todas as leis, normas, decretos, etc., foram desenhados para PROIBIR A ORTOGRAFIA, A FONÉTICA E O LÉXICO ininteligíveis aos espanhóis, o «galego seseante», o da IDENTIDADE com o português, instituindo na lei o «modelo» do ANALFABETISMO do galego mutilado, o «galego existente», com que a população galega foi, é e será reduzida e forçada à miséria, ao embrutecimento, à inibição linguístico-comunicacional-emocional e submetida ao racismo, a começar pelas crianças como ingenuamente confessa Henrique Costas.
Dominar, domínio, déspota, despotismo, tirania, tiranizar, tirano espanhol versus galego são sinónimos para descrever a realidade linguístico-educacional, e não apenas, galega de 2008, IDÊNTICA e continuada desde a que Castelão denunciava e COMBATIA! e Castelão combatia em favor do galego que floresce em Portugal, quer dizer, a nossa língua, o português.
O espanhol tem poder absoluto em o galego, o espanhol é senhor do galego; o espanhol reprime, refreia, vence, subjuga o galego; o espanhol prevalece, prepondera, está sobranceiro, eleva-se acima, exerce domínio e tem grande influência sobre o galego.
O espanhol tem direito de propriedade sobre o galego, tem autoridade, poder, império, atribuição, esfera de acção, competência. O espanhol governa com autoridade absoluta e arbitrária o galego; o espanhol tem poder absoluto e arbitrário que exerce com tirania sobre o galego.
O espanhol exerce poder soberano usurpado e ilegal sobre o galego; o espanhol governa e oprime com crueldade, despotismo, tirania, barbaridade, violência e ingratidão o galego.
O espanhol usurpa, escraviza, vexa, causa obstáculo, embaraça o galego; o espanhol soberano injusto e cruel cuja vontade está por acima da lei e da justiça, senhor absoluto da galego. O espanhol usurpa o poder galego; o espanhol cruel, desumano, déspota, despótico, opressor e tirano do galego.
Tudo é VERDADE quer na língua quer em qualquer outro domínio da relação espanhol-galego nomeadamente no económico, no político e, sobretudo, no militar, com a Armada espanhola.
A população galega, TODA, tem que estudar português como se estuda nas Escolas Oficiais de Idiomas embora não como língua estrangeira, mas como língua PRÓPRIA!, para que, por exemplo, Bieito Lobeira, nativo do Morraço, estudos universitários, deputado de fina, alegre e combativa inteligência, não INIBA os sibilantes do português, do «galego existente» na sua zona, o «galego seseante». Nós encorajámo-lo a SIBILANTIZAR OFICIALMENTE!
As equipas de normalização linguística de cento e noventa centros educacionais da Galiza não são as que devem demitir-se mas elas, com os pertinentes apoios, forçarem a demissão da Conselheira de Educação, do Presidente da Junta e mesmo d@s deputad@s do BNG por consentirem o PSOE violar o escrito Pacto de Governo com a designação unilateral de Marisol Lopes e colaborarem com o nacional-socialismo que projecta a abjecta CRTVG do racista Gayoso e do «Míni» via! com verbas públicas da população galega que se merece o melhor: língua portuguesa e cultura galego-portuguesa na TVG e Rádio Galega nas horas de mais audiência e nas de menos audiência.
A língua é PATRIMÓNIO da população galega, sobretudo, da mais humilde e pobre, que tem o direito de ser ALFABETIZADA na sua própria língua e o DEVER de se ALFABETIZAR em português nomeadamente a juventude, desfrutando com as baratas telenovelas brasileiras de mais êxito, legendadas mesmo, face o programa do «Míni»-Quintana e as «séries» espanholas; as imensas e descontroladas despesas que custo o «Luar» e Gayoso investi-las em programas como «Alalã» com música galega em língua galega, popular, tradicional, clássica, MEDIEVAL e dos países da CPLP.
As inciativas de Anjo Loução, João Costa e Carlos Calhão, esta manifestação, estão bem, só que nos pensamos, e assim o dizemos, que estariam melhor se procurassem a GALIZA UNIDA na ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA a integrar pessoas, entidades e instituições, SEM EXCLUIR NINGUÉM, para MOBILIZAR E CO-GOVERNAR A GALIZA, a língua e tudo o que for mister falar e decidir, quer dizer, a PLATAFORMA CIDADÃ SEMPRE EM GALIZA MAIS!: erradicar o protagonismo, o exclusivismo, a exclusão, o apartheid, etc., sobretudo, o que se vem praticando contra as pessoas, entidades e instituições a defendermos o Português, língua da Galiza.
Porque a Galiza tem de produzir os Eças de Queirós deste século que escrevam o «Crime do Padre Linguícidio» sobre e ultrapassando os trabalhados do ferrolano ERNESTO GUERRA DA CAL, devido a que o linguicídio acompanha o genocídio da população galega perpetrado durante séculos pela monarquia espanhola «UNA, GRANDE Y LIBRE» nomeadamente a imposta por Franco com ajuda de Hitler, Mussolini e Salazar para evitar a inevitável REPÚBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL.

Na Galiza, Dia das Letras para ERNESTO GUERRA DA CAL, Sábado, 17 de Maio de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

NADA DE PARTICULAR, A REVOLUÇÃO MUNDIAL (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da sexta-feira, 16 de Maio de 2008 na porta da Bazan)

Bush, bêbado de borracheiras de álcool, sangue, genocídios, de êxito da guerra geofísica em Myanmar e a China, de fome mundial de milho e arroz, fomicídio, celebra em/com Israel o sessenta «cabo dano» da vitória dos EUA sobre a URSS e a Humanidade, sobre o socialismo e o comunismo, sobre centos de milhares de cadáveres produzidos por duas cativas bombas atómicas em Hiroshima e Nagasáqui: isso significou e significa, na nossa opinião, a proclamação de independência do Estado sionista, o Desastre para os palestinianos e países oprimidos, para o proletariado e os pobres do mundo; o Desastre para as Repúblicas das nações oprimidas, exterminadas pelos militares franquistas e a monarquia espanhola, para o proletariado e os pobres emigrantes galegos forçados ao degredo pelo ditador Franco e os racistas «democratas» espanhóis como Rodrigo Rato e Felipe González porventura a financiarem, a inspirarem a «Triple A» a publicar numa feira internacional «chistes contra gallegos» na Argentina sem que Tourinho ou Quintana os obriguem a dizer «ya nos han dicho los gallegos» que pagaremos os nossos crimes os racistas e imperialistas ladrões mata-operári@s espanhóis.

Sempre chamou a atenção o poder ginecológico do fascismo monárquico espanhol e do Sr. Rubalcaba para fazer nascer bem ou mal, quer dizer, as mulheres parirem bem-nascidos ou malnascidos em função de certos pensamentos relativos a Euskal Herria e a luta de libertação do seu povo: o Relator Contra a Tortura da ONU, outros Relatores, o Conselho dos Direitos Humanos, a legalidade universal na boca do Sr. Zapatero, a Constituição da República portuguesa, etc., terão de ir ao País Basco para lhe dar a volta ao feto, para não nascerem de cú, quer dizer, malnascidos. Em termos democráticos e republicanos, isso, arranja-se em dois dias: a PAZ, o PROGRESSO; em termos de tirania militar monárquica, com Franco ou sem ele: quarenta anos de GUERRA que continuará avaliada pela legalidade internacional por muito que ZP saiba o que quer a cidadania basca PROIBINDO consultá-la.
Não tem nada de particular que morram infectadas no Hospital «12 de Outubro» de Madrid, 18 ou 101 pessoas; quantas em A. Marcide, quantas nos hospitais da Galiza, quantas nos do Reino?; não tem nada de particular o silêncio relativo às VÍTIMAS operárias e pobres das redes públicas e/ou concertado-privadas da Saúde. Nada tem de particular o silêncio a respeito das VÍTIMAS dos ditos «acidentes laborais» e/ou das VÍTIMAS das doenças apanhadas por trabalhar (o caso do AMIANTO é um escasso referente), o silêncio relativo às MÁFIAS das Mútuas; ou os pescadores VÍTIMAS das autoridades espanholas do «muito caro» Salvamento Marítimo; ou as VÍTIMAS dos políticos e as políticas públicas para milhões de carros, motos, etc., transitarem por estradas desenhadas e não mantidas para ter como resultado a morte de milhares de pessoas cada ano (254 em 2007 na Galiza).
Não tem nada de particular que três anos depois, os do Duche Franco que regem Navantia-Ferrol, NEGUEM a sua responsabilidade na morte de uma operária e três operários na norueguesa fragata F-311. E o Sr. Rubalcaba não afirmará «que sobre eles cairá todo o peso da lei».
Tudo, nada tem de particular devido ao grande parecido das elites nomeadamente a elite da classe médica com os excelentes doutores u uma excelente doutora julgados e condenados pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga por experimentar sobre prisioneiros a resistência humana mergulhado-os em geladas águas até morrerem, à pressão da altitude, à malária, difteria, etc., etc., «para o avanço da ciência» como nos propõe o Sr. López Isla, a mandar em «R» de roubo e FENOSA de espoliação e não de lucro. Para as elites espanholas e para os dirigentes nazis julgados e condenados pelo dito Tribunal, que morressem à fome ou de qualquer jeitinho milhões de pessoas nada tinha de particular e nada lhes importava excepto garantir-lhe aos amos do mundo mais MIL ANOS de capitalismo, imperialismo e GENOCÍDIO nacional-socialista como o de Bush, quer dizer, derrotar o comunismo, como explicava James Baker. E para derrotar o comunismo precisam-se exércitos integrados por seres como Ginês, o de Coslada, por isso, Ginês somos todos! bradam «las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado» que no seu passamento por Espanha deixam mulher e filhos; de resto, as pessoas operárias e pobres, no passamento causado por Espanha, não deixamos nada, por NADA somos e da NADA surdiram todas as revoluções mundiais, porque, a dia de hoje, o que faz falta é a REVOLUÇÃO MUNDIAL
D@S NADA para acabar com todo isto e salvar a Humanidade e o Planeta do nacional-socialismo imperante e em conjuntural avanço.
Em Ferrol, sexta-feira, 16 de Maio de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 8 de maio de 2008

A DIFICULDADE DE ASTANO CONSTRUIR BARCOS É ZAPATERO (distribuídas 320 folhas ás 13,30 horas da segunda-feira, 5 de Maio de 2008 na porta da Bazan)

Em 30 de Julho de 2004, o Conselho de Ministros do primeiro governo de ZP, apenas três meses depois de tomar posse, com a mentira do silêncio da porta-voz, Maria Teresa Fernández de la Vega, determinou matar mais ASTANO e ESMAGAR as demandas, cento e quarenta e cinco dias depois, do operariado dos estaleiros navais a se manifestarem pelas ruas de Madrid em 5 de Março de 2004, continuando a sanha antioperária iniciada por Felipe González e El-Rei posto por Franco com o Decreto 27/84 de Reconversão do Sector Naval, acompanhado da VII Directiva da CEE para encerrar ASTANO em Ferrol e LISNAVE em Lisboa e eliminar-lhe a concorrência galego-portuguesa aos estaleiros navais da Coreia do Sul, aríete às ordens dos EUA contra os comunistas da Coreia do Norte e os seus projectos de REUNIFICAÇÃO nacional.
Desta feita, o novo-velho governo de ZP, no seu primeiro Conselho de Ministros, determina, contado por Solbes, investir uma parte do «superavit», 18.000 milhões de Euros, em ajudar o Sector Imobiliário, o Sector da Construção, as famílias, os 400 € do IRPF, etc; tudo, na semana seguinte de a Comissária da Concorrência, Neelie Kroes, cadela de Bush, cometer o crime de ingerência interna para condicionar a reunião dos sindicatos e governo relativa ao Plano de Navantia 2007-2011, AMEAÇANDO com os 840 milhões de Euros a pagar para eliminar a ASTANO a PROIBIÇÃO de construir barcos e Zapatero afirmar no debate de investidura a «DIFICULDADE DE ASTANO tornar à construção naval convencional» com a escusa da Neelie Kroes.
As pessoas que não contamos com facilidade, perguntamo-nos qual a DIFICULDADE para o governo de ZP negociar o pagamento à Neelie Kroes com uma parte mínima do «superavit» para ASTANO construir barcos? ASTANO não se merece o 4,6 % dos 18.000 milhões de euros? A disposição explícita do governo de ZP de «reflotar, relanzar, recuperar» o Sector Naval não dá para decretar uma taxa do 1,68 % dos benefícios das maiores empresas espanholas que somam mais de 50.000 milhões de Euros e pagar a Kroes para ASTANO tornar à construção naval convencional? Pode o Sr. Alierta, com o concurso de ZP, roubar 0,59 € a cada titular de contrato com a Telefónica para financiar o que ele quer e não pode todo um governo decretar o quer que lhe quer para o interesse público da Galiza que é ASTANO construindo barcos? Qual a DIFICULDADE de ZP e o seu governo? A dificuldade, na nossa opinião, reside na facilidade com a que impunemente levam um quarto de século de malvadez assanhada contra o operariado, contra Ferrol e contra a Galiza: às humildes e razoáveis demandas de ASTANO construir barcos responde Solbes, responsável nada menos que da SEPI, financiando ajudas ao Sector Imobiliário, ao Sector da Construção, o que, na nossa opinião, determina a PRIORIDADE E URGÊNCIA do novo-velho governo de ZP: ASTANO E A GALIZA NÃO! A los gallegos NO!
O novo governo de ZP com MAIORIA DE MULHERES tem por URGÊNCIA E PRIORIDADE a espoliação das proletárias galegas, submetendo-as à mais abjecta e irracional DESIGUALDADE extensível à população jovem da Galiza que tem que EMIGRAR para não morrer à fome: cada dia dos últimos dois anos ONZE pessoas jovens galegas, mesmo com estudos universitários, EMIGRARAM para viver e trabalhar fora do Reino da Espanha; acrescentem as que emigraram para territórios do Reino e teremos o total das VÍTIMAS que a guerra colonial espanhola causa na Galiza que leva séculos submetida a este populicídio.
Helena Espinosa, «rotopalas para ASTANO, muy gallega», considera MUITO CARO a Galiza ter as competências em Salvamento Marítimo. As feministas de elite, as partidárias das maiores quotas de poder feminino para continuar o «mientras las gallegas sigam pariendo...», não sabem isso de que «uma vida não tem preço» e as do «Cordero», crime do estado espanhol monárquico com nomes e apelidos.
E lembrem que a espanhola Ministra da Defesa, Carme Chacón, com a sua viagem ao Afeganistão, na santa companha do apologista do genocídio espanhol, Félix Sanz, leva caminho de superar Aznar quanto a perseverança e determinação na defesa da ESPANHA, UNA, GRANDE Y LIBRE! E nós continuamos apelando para a solução que não é outra que a INSURREIÇÃO.
Ferrol, sexta-feira, 25 de Abril de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

VINTE CINCO DE ABRIL SEMPRE EM GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da segunda-feira, 21 de Abril de 2008 na porta da Bazan)

Castelão na melhor e mais pedagógica definição de Portugal (a Galiza do além-Minho), página 231 do Sempre em Galiza, AKAL, 1973, condensou a necessidade da REUNIFICAÇÃO das duas Galizas deslocadas, da UNIÃO republicana da Galiza e Portugal, sendo ele em Nova Iorque e no navio «Argentina» nos meses desde Janeiro até Julho de 1940, segundo deixou escrito, «um refugiado político a quem lhe negaram toda carta de cidadania». Realçamos isto porque o Sempre em Galiza é um milagre que projecta a IMENSA força interna de um ser humano alagado do sofrimento colectivo e secular de um povo condenado a viver fracturado na escravatura confrontado entre si no «civilizado» contexto europeu e ocidental.
Castelão, assim encorajado, começa a escrever no degredo de Badajoz em Abril-Outubro de 1935; continua em Valência e Barcelona a fins de 1937; em Nova Iorque-Océano Atlântico em 1940; em Buenos Aires em 1943 e navegando no paquete «Campana» em 25 de Julho-Agosto de 1947. Durante doze anos da sua activa vida política, sofrendo a brutal perseguição do nacional-socialismo, ele é capaz, em períodos muito curtos, de exprimir nos quatro livros que integram o Sempre em Galiza, INACABADA obra, os desejos colectivos, a vontade popular das duas Galizas deslocadas, a vontade popular da Galiza e Portugal de UNIDADE REPUBLICANA.
O Sempre em Galiza é um milagre que projecta através de Castelão a infinita força de um povo, o galego-português, a combater pela sua Liberdade e Unidade. Essa infinita força reflecte-se, como ele disse, num mesmo ideal: a República Federativa da Galiza e Portugal.
O imenso avanço doutrinário, ideológico, político da Galiza que significou o Sempre em Galiza de Castelão, INACABADA obra em 1947, sessenta e um anos depois, esvaziou-se para recuar até o estremo que o imperialismo monárquico espanhol determina para manter a sua cómoda espoliação da Galiza. E isso também é responsabilidade nossa, responsabilidade das pessoas, entidades e instituições da Galiza e de Portugal. Não podemos viver séculos e séculos e muito menos no século XXI com os olhos cegos sem querermos ver e transladar ao campo político o que proclamam a geografia, a cultura, a língua, etc., A UNIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL e, portanto, o direito dos povos galego e português a viverem unidos na República Federativa da Galiza e Portugal.
Começar a acabar a INACABADA obra de Castelão, o Sempre em Galiza, é assumirmos e proclamarmos o fulcro do pensamento e acção da sua VIDA e da sua MORTE, A UNIÃO REPUBLICANA DA GALIZA E PORTUGAL, no campo político, sindical, cidadão, institucional, quer dizer, partidos políticos, sindicatos e entidades cidadãs galego-portuguesas, instituições galego-portuguesas, e todo isso no contexto concreto que estamos a viver (CPLP, UE, ONU, etc.). Todas as iniciativas individuais determinarão as iniciativas colectivas. Agir UNIDAS a Galiza e Portugal multiplica até o infinito o progresso e não apenas o próprio mas o da Europa e da Humanidade porque cavalgamos sobre dous gigantes, um, a socialista «Revolução dos Cravos» dos povos português e dos povos livres das suas colónias; outro, as mobilizações da Galiza contra a maré negra do Prestige e posteriores. Um e outro provam, na nossa opinião, que a maçã galego-portuguesa está madura para as maiores empresas quer sejam empresas particulares quer sejam empresas universais.
A UNIÃO DO POVO GALEGO-PORTUGUÊS e a sua República, o Bloco Nacional Galego-Português, eis os alvos a atingir no presente e no imediato futuro sem qualquer dificuldade porque a «Revolução dos Cravos» pariu um ser humano, o Zeca Afonso, e no Zeca Afonso «tá tudo o que faz falta», já o sabem: «NAS COVAS DA ESTRADA FLORIRÃO ROSAS DE UMA NAÇÃO».
Em Ferrol, segunda-feira, 21 de Abril de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PAPA VERSUS OBAMA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quinta-feira, 17 de Abril de 2008 na porta da Bazan)

Barack Obama para ser presidente dos EUA tem que lutar e derrotar a triple aliança de John MacCain, Hillary Clinton e o Vaticano; tem que lutar contra uma parte do Partido Democrata, contra o PR e contra o Papa que DESBRAGADO, ímpio, blasfemo, apóstata da PAZ, ministro da GUERRA, apresenta-se nos EUA nos seis dias anteriores às decisivas eleições do PD em Pensilvânia a fazer cruzada contra o infiel Obama para que o Reino de Deus e, sobretudo, a TIRANIA dos magnates petroleiros, muçulmanos ou cristãos, impere sobre a Terra com o petróleo a 113 $ o barril.
Encorajado pelo novo Mussolini, palhaço Berlusconi, ajudado por Prodi, representando a Camorra, a Cosa Nostra e toda a máfia mundial dos perros da guerra, Bieito XVI sonha Trentos, exércitos e armadas do Vaticano, inquisitoriais Autos de Fé para torrar os inimigos dela no rebúmbio de Te Deuns jubilosos e jubileus que celebram matar à fome os pobres do mundo financiando exércitos de mercenários ocupantes do Iraque que superam em número as tropas norte-americanas.
O acto de ingerência interna do representante do Vaticano nos Estados Unidos de América tem precedente nas excomunhões dos reis galegos e portugueses em favor da Coroa de Castela dos séculos XII, XIII…, e tinha que ter como consequência a sua desaparição como Estado, condição que conserva graças ao «matado como um porco», Duche, Benito Mussolini; nenhum estado democrático deve mater relações diplomáticas com um engendro assim e a Humanidade, as pessoas temos que nos livrar de uma organização que durante séculos o seu fim exclusivo foi a DELINQUÊNCIA MUNDIAL (violar, assassinar e roubar) disfarçada de amor ao próximo.
Eis onde reside, no Vaticano, uma das fontes da GUERRA, da VIOLÊNCIA contra as mulheres, extensível, como mostra a história, aos pobres do mundo. E a história, a passada e a recente, é a grande mestra da VIDA que no nosso contexto ferrolano-galego nos ensina que o avanço da IGUALDADE, dos interesses da maioria das mulheres galegas e do mundo será infinitamente maior se a meio da mobilização social conseguimos a metade do quadro de pessoal feminino e galego num ASTANO público, galego e livre da tirania europeu-espanhola, repetimos, um avanço maior do que setenta governos com maioria de mulheres como o de ZP para implementar o golpe de estado que ele anunciou em 9 de Junho de 2007 que começou com o VIVA ESPANHA! e VIVA EL-REI! de Carme Chacón, idêntico ao de Franco, monárquico e em favor de «UNA, GRANDE Y LIBRE» para espoliar-nos.
Estamos no tempo das iniciativas proletárias galego-portuguesas sem qualquer constrangimento: Casal dos Ovos é em Ferrol e no Alentejo; estamos no tempo de EXIGIR a partidos, sindicatos, concelhos, governos, etc., que assumam e proclamem que o território da nação, que o território da Galiza, continua no além-Minho e que a República portuguesa, a República da Galiza sul é muito mais nossa e, sobretudo, um sistema político muito melhor do que a monarquia espanhola. A Galiza e Portugal, juntos, dar-nos-emos uma lição moral superior à que a Revolução dos Cravos dou ao mundo num 25 de Abril que nuns dias COMEMORAREMOS manifestando a necessidade duma nova REVOLUÇÃO para a República Federativa da Galiza e Portugal ser uma feliz realidade integrada nos 230 milhões de pessoas da COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA.
Em Ferrol, no Dia Internacional de Solidariedade com @s Pres@s Polític@s, quinta-feira, 17 de Abril de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

REPÚBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da segunda-feira, 14 de Abril de 2008 na porta da Bazan)

A República Federal espanhola de 1873 foi instaurada em Madrid perante as lágrimas emocionadas de um comovido Curros Henriques, excomungado, perseguido, desterrado, defensor desde «La Tierra Gallega» da insurreição do proletariado ferrolano, etc., quatro meses depois de Ferrol a proclamar a meio de insurreição armada em 11 de Outubro de 1872. Quatro meses durante os que o Republicanismo Federal na Galiza, desautorizado pelo «Directório Central», se independizara e fazia a guerra pela sua iniciativa visando para a união republicana da Galiza e Portugal. O golpe dos militares monárquicos encabeçados por Pavia em Janeiro de 1874 instalou em Dezembro o usurpador Bourbon, Alfonso XII, bisavô de El-Rei.
Cinquenta e sete anos depois, em Domingo, 12 de Abril de 1931, a vontade dos povos e nações submetidas pelos militares, a monarquia e os partidos monárquicos, rejeitou os três, votando a República Federal e os partidos republicanos FEDERALISTAS; simplesmente dois dias depois, POR IMPERIOSO MANDATO da vontade popular, em terça-feira, 14 de Abril, foi proclamada a República Federal usurpada meio século atrás. A Constituição da II República, República de Trabalhadores de toda classe, que renunciavam à GUERRA como meio de resolver conflitos, não reconhecia o direito de Autodeterminação das nações insulares e peninsulares, portanto a II República não foi federal como séculos de luta demandavam e demandava a Galiza através de Castelão e Otero Pedraio contra o bandido Ortega i Gasset nas Cortes Constituintes de Agosto de 1931.
Intacto o poder militar, eclesial e empresarial monárquico, tarda apenas cinco anos para a derrocada da República com o ataque, invasão e ocupação de Hitler e Mussolini ajudados por Salazar para instalar a sua marioneta, Franco, que determinará, como Pavia, restaurar a monarquia com o usurpador da reiterada vontade popular, Juan Carlos de Bourbon e Bourbon, continuador de uma Casa Real que foi felizmente GUILHOTINADA durante a dita Revolução Francesa.
Depois de trinta e um anos de chefia do estado do usurpador franquista Juan Carlos I, o labor estratégico fundamental dos partidos monárquicos de ESTABILIZAR a monarquia continua com o novo governo de um Zapatero elevado ao governo a meio de uma insurreição popular cuja demanda PRIORITÁRIA era acabar com a política de GUERRA, interna e externa, de Aznar e o PP, quer dizer, tudo o investimento para derrotar ETA, controlar, vigilar e neutralizar os potenciais «terrorismos» galego, catalão, proletário, etc., dotar de mais meios e pessoal «los cuerpos y fuerzas de seguridad del estado», tudo o orçamento dos Ministérios da Defesa, Interior e de outros ministérios com destino militar (SEPI), etc., etc., nomeadamente para o Afeganistão (aviões sem pilotar), Líbano, Kosovo, etc., destiná-lo à PAZ, interna e externa, sob o princípio de «Money for Job no War»: a PAZ interna e externa precisa que os investimentos militares o sejam em emprego, vivenda, saúde, educação, transporte, etc. Nada disto foi feito, tudo o contrário, e este novo governo de singular geometria variável contra a Galiza, a meio do feminismo burguês, imperialista, racista, etc., o feminismo do PSOE e coadjuvantes, bombardeará o campo galego das proletárias e os proletários pilotado por Magdalena Alvárez, Neelie Kroes, Carme Chacón, Miguel Sebastian, etc., para que ASTANO não construa barcos (A IGUALDADE para as desempregadas operárias galegas vai vir de Puerto Real?) e os nossos recurso naturais sejam mais e mais espoliados com ou sem o concurso do BNG que tem o dever sem qualquer escusa de MOBILIZAR. Na Galiza, depois dos acontecimentos galego-portugueses e proletários da semana que se passou em Lisboa e Guimarães, A REPUBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL é uma necessidade peremptória.
Em Ferrol, segunda-feira, 14 de Abril de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 31 de março de 2008

NA NOSA LYNGOAGE GALEGA (distribuídas 300 folhas às 13.00 h. da sexta-feira, 28 de Março de 2008 na porta da Bazan)

DIRECTORA DO INSTITUTO DA LÍNGUA GALEGA (por que não da Galiza?):
Ex.ma Senhora Rosário Alvarez
SECRETÁRIO DO CONSELHO DA CULTURA GALEGA (por que não da Galiza?):
Ex.mo Senhor Henrique Monte Agudo
COORDENADORA DO LIVRO «NA NOSA LYNGOAGE GALEGA»:
Ex.ma Senhora Ana Boulhão
PROFESSORA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA:
Ex.ma Senhora Ana Maria Martins (Martínez?)
MANUEL LOPES ZEBRAL, de nacionalidade galega, galego-portuguesa e/ou portuguesa, com passaporte espanhol da UE nº 32.594.383-W, desempregado, com morada em FERROL, CP 15406, rua Henrique Granados nº 3, 2º Esq, presidente de GALIZA SOLIDÁRIA e representante da COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL, dirijo-me a Vs., TEMERÁRIO, sem sequer ter olhado e/ou folheado o livro, escrevo depois de ler a notícia publicada em El País da quarta-feira, 12 de Março de 2008, redigida em espanhol por Daniel Salgado, para lhes colocar as questões que se seguem:
1.- A qual Ramón Lorenzo Vazquez dedicam, consagram, tributam? Ao que em 12 e 15 de Fevereiro de 1960 em La Noche compostelã considerava INTERESANTE acomodar el gallego a los lectores luso-brasileños e MARAVILHOSO a literatura galega ser conhecida no mundo luso-brasileiro Y ROMPER EL CERCO QUE HOY LE TIENEN TRAZADO? Ao que não lhe parecia DESCABELLADO hacer una acomodación (nosotros, gallegos) A LOS FONEMAS PORTUGUESES, apenas ALGUNS FONEMAS (sic) como «nh», «lh», «g», «j» (como Pondal), o «ç» mais complicado? Ao que AFIRMAVA que LO PROPIAMENTE GALLEGO ES LA «s» porque la «z» (agora sim está a falar de fonemas, não da sua representação na ORTOGRAFIA) es PARTICULARIDAD del castellano en toda la Romania (e Andaluzia e satélites, seseantes ou sibilantes?)? Ao que escreveu «Pero nosotros escribimos com «z» aunque pertenezcamos a una zona de SESEO»? Ao que repetia que era INTERESANTE a ideia de escrevermos na nossa ORTOGRAFIA secular, a do Português, como publicava com Galaxia em 1960!!! a nossa excelência galega, portuguesa, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, universal, ERNESTO GUERRA DA CAL? Ao que achava que havia que LUTAR PELO FUNDAMENTAL que seria que nos acercasemos al mundo luso-brasilenho siempre que no perdiesemos nuestros derechos y nuestro patrimonio?. Ou ao que em 1985, pago pelos espoliadores franquistas-nazistas da Galiza, Barrié de la Maza, Conde de FENOSA, A FE NOSA EN FRANCO, para com «RIGOR CIENTÍFICO», como o seu, PONTIFICAR que a linguagem galega da CRÓNICA TROIANA é já MUITO DIFERENTE DO PORTUGUÊS, com oitenta e seis páginas (81-167) de «babalhadas» infinitas próprias de um «chiquiliquatro» IDEOLOGIZADO pago, repetimos, para DIZER o que o NACIONAL-SOCIALISMO ESPANHOL, segurado por Rodolfo Almirón, quer que se diga? Saibam que todas as «babalhadas» para atribuir SINGULARIDADE E DIFERENÇA AO GALEGO FACE O PORTUGUÊS estão em este, do pouco que eu sei, até 1595, publicado nada menos que em Coimbra, na altura filipina?. Ou ao «DEMOCRATA» MONÁRQUICO PARLAMENTAR, elevado ao governo par Deus, que durante décadas como ÚNICO catedrático de galego-português na Galiza na Universidade de Santiago de Compostela exerceu o mais ABJECTO, BRUTAL, PATRANHEIRO DESPOTISMO «para alumbrar los espacios de obscuridad de la lengua gallega de todos los tiempos», das cortadas pela Spanish Inquisition e das outras, nas cabeças de gerações de jovens licenciados em distinguível galego-português?. A qual dos três?. Ao totum revolutum para nos adequar aos tempos?. Servirá a dedicatória, consagração, tributo a Ramón Lorenzo e a NOSA LYNGOAGE GALEGA à estratégia do tudo vale mesmo normativa AGAL para EVITAR o inevitável PORTUGUÊS de/na Galiza?
2.- How much does it cost? A nossa linguagem galega não tem financiamento de um cêntimo de euro do dinheiro público da Galiza entrementres A NOSA LYNGOAGE GALEGA e outras empresas contra a nossa língua ESBANJAM dinheiro público sem o democrático controlo da cidadania. Serão capazes de fazer públicas as contas dos trabalhos todos da publicação nomeadamente dos receptores das verbas empregues?
3.- O desejo de dinheiro como o desejo sexual misturam-se na natureza humana produzindo monumentos como o que se segue: «E depois de ele (confrare eu escolho face confrade) que fique por herdade para sempre a seus filhos varões, assim legítimos como BASTARDOS. E não a nenhuma filha nem filho que dela descer nem CLÉRIGOS NEM FILHOS DE CLÉRIGOS possam herdar em ela salvo havendo-a novamente. Por quanto sempre foi antigamente assim». Porventura, hoje quer na Universidade de Santiago de Compostela quer na Conferência Episcopal Espanhola não poderíamos, com certeza, escrever nem esculpir monumentos assim?
4.- «X.- Item que nenhum confrare da dita confraria quando se ver a cambear não possa falar nenhuma linguagem estrangeira ainda que a saiba. Salvo na nossa linguagem galega ou Castelhana (COM SIGNIFICATIVA MAIÚSCULA NO ORIGINAL!!!). E sendo-lhe visto ou provado que fala outra linguagem com os que quererem (sic) cambear que pague por cada vez uma libra de cera à dita confraria e o vigário o possa penhorar logo por ela e que o degrade por quinze dias do cambio que não possa ali pôr ucha nem cambiar excepto o contar». Também temos a certeza de que hoje não acontece nada que se lhe paresça (sob licença) quanto ao Castelhano com Maiúscula, sinal da sua superioridade racial que estabelece que tudo é seu, seja o que for, lyngoage galega e/ou recursos naturais da Galiza. Tudo é espanhol!!! A escolha do texto é muito expressiva, parabéns!!! Só que surdem interrogações; por que escolheram um texto já publicado e abaratado por Ricardo Carvalho Calero, Carmo Garcia Rodríguez e Lídia Fontoira Súris da Cátedra de Linguística e Literatura Galega da USC, na Editorial Galaxia em 1980 em Vigo e não quaisquer outro dos textos da dita publicação? Para baratear o custo? Ou para marcar referentes de indignidade, hipocrisia e ideologia nazi mais intensos e para além disso muito próprios do poder vaticano-castelhano-espanhol durante séculos na Galiza e no mundo? Lançarote do Lago, Relação da Morte do Marechal Pedro Pardo de Cela Saavedra Bolanho não lhes advertiu de mais, melhor e próximo referente?, e reparem que o «toudos» (25) da Carta Executória de mil e quatro centos e oitenta e três, é o mesmo empregue na fala e na escrita, a dia de hoje na Ilha do Faial onde faias poucas, vacas muytas...
5.- O Forro de Castro, Inezela, é o mais antigo monumento escrito em UNIDADE galego-portuguesa com consequências de morte por real degolamento embora a literatura e a sua universal projecção OCULTE tudo o que enchia e reforçava interiormente a convicção da mais perigosa, por isso assassinada, pensadora, inspiradora intelectual, inspiradora sentimental, etc. da UNIÃO POLÍTICA e territorial da Galiza e o Portugal da primeira metade do século XIV. A mártir da nossa UNIÃO, não pita Maria, cantada na nossa lyngoagem galega por neto de galego UNIONISTA, com as mesmas singularidades atribuídas por D. Ramón ao seu galego diferente do Português, tão perigosamente bela e inspirada, a mártir galega Inês de Castro desaparece como MULHER com projecto político relativo a uma Galiza, territorialmente desde a Ponte Ferrada até A Crunha, e Portugal UNIDOS.
6.- Como quer que o território da Galiza mudou muyto durante a nossa história, a nossa linguagem galega, a fonética, o léxico, a ortografia, não mudaram tanto, vejo-me na obriga, muito obrigado, de lhes fazer a sugestão, que no caso do governo galego torna-se exigência, para que resgatem e façam públicos os documentos da nosa lyngoage galega da Corte de Oviedo, da de Leão e a lyngoaje da Corte de Castela, também como a nossa lyngoagem galega da Universidade e o território de Salamanca, porventura o Foro de Bêjar ou quaisquer cartas ou documentos de Cidade Rodrigo, Badajoz, Mérida, Cáceres ou Walv. Também como exercício comparativo a lyngoajen da Universidade de Palença, toudo, para verificar o pensamento de Dom Ramón relativo a que houve um texto galego=português anterior à versão castelhana? de Afonso XI da Crónica Troiana. Talvez confirmem o meu pensamento relativo a que o Castelhano é um dialecto envergonhado e matricida da nosa lyngoage galega, inspirado, alentado, inventado e construído pelo Vaticano não pela população que segundo o Marquês de Santilhana era competente na nosa lyngoage galega. É, também, uma imensa necessidade confirmar qual foi a lyngoagem dos reis asturianos, leoneses, castelhanos porque aos reis galegos se lhes pressupõe; qual a linguagem dos habitantes da Terra de Campos aquando Henrique de Borgonha a reclamava para Portugal. No que diz respeito às políticas linguísticas do Reino de Leão-Castela parece obrigado saber quais as políticas linguísticas, se existirem, dos reis Afonso VI, Imperador de Leão e notável versejador em galego, Afonso VII, Imperador de Leão, cujos domínios chegavam, diz que, aquém-Ródano, Fernando II, Imperador da Galiza, Afonso IX, rei de Leão e Galiza para além dos excomungados pelo Papa, como os galegos, reis portugueses nomeadamente o rei D. Dinis, toudo comparado com as políticas linguísticas, as leis que as regem, o seu cumprimento e fazê-las cumprir pelas pessoas a exercerem os poderes públicos da dita Comunidade Autónoma da Galicia actual, particularmente os oito centos mil euros anunciados nos média pela Directora de Política Linguística da Junta da Galiza para fomento da nosa lyngoage galega nos liceus, quer dizer, pagar para se cumprir a incumprida lei.
7.- Para acabar, os moços árabes e as moçárabes das patranhas de Menéndez Pidal, Lapesa e outros «pesos pesados» da justificação histórica, política, monárquica da Espanha UNA, GRANDE, LIBRE, o dialecto leonês, o Bable, melhor dito a Babel do racista espanhol Jovellanos e, sobretudo, o romance latino, nada a ver com a Arrrrabia, da Andaluzia que fazia parte da Lusitânia antiga e a unia a Portugal e a Galiza, segundo o republicano revolucionário Teófilo Braga, fortemente desvirtuado pelo salazarismo e não apenas, toudo, recende à nosa lyngoage galega e é difícil de a não cheirar por muyto fedor com que se tente ocultar pelo poder político-militar e ideológico espanhol ou pelas pessoas por ele pagas para tal fim; e mais uma vez, a independência de Portugal e a sua República, como aconteceu com a maré negra do Prestige, são fonte de VERDADE galega, o mesmo que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, face a CRIMINOSA PATRANHA espanhola. Se quiserem beber em essa fonte vejam a «Grammatica da língua portuguesa com os mandamentos da santa mádre igreja. A louvor de Deos e da gloriosa virgem maria, acábasse a Cartinha como os preceitos da santa mádre igreja e cõ os misterios da miβa e responsores della, empremida em a muy nóbre e sempre leál cidáde de Lisboa per autoridáde da santa inquisiçam em Cása de Luis rodriguez liurero delrey noβo senhor com priuilegio reál aos .xx. de Dezembro de 1539 annos» ou «ARTE DE GRAMMATICA DA LINGOA mais usada na costa do Brasil pelo padre Ioseph de Anchieta da Cõpanhia de IESV. Com licença do Ordinario & Preposito geral da Companhia de IESV. Em Coimbra per Antonio de Mariz. 1595». Em Ferrol, terça-feira, 25 de Março de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL,

quinta-feira, 27 de março de 2008

DIREITO À VIVENDA E NARCOTRÁFICO NA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13,30 h. da terça-feira, 25 de Março de 2008 na porta da Bazan)

Os acampamentos de o Vão (Ponte Vedra), Pena Moa (A Crunha), Freixieiro (Narão), etc., não são problemas de vivenda, nem de racismo, etc., são um problema de narcotráfico, proxenetismo, delinquência, organizado, alentado e consentido pelo poder militar-policial-judiciário do Reino da Espanha cujo objectivo político é narcotizar a população particularmente a mais vigorosa, rebelde e combativa, a juventude, e a estrutura humana do narcotráfico, «paia» ou cigana, enriquecida a conta disso, servir de aríete contra a população galega organizada na cidade, no campo e no mar para lutar pelas reivindicações e liberdades que esse mesmo poder NEGA. O caso da Galiza é paradigmático porque só IMEDIATAMENTE depois do Decreto de Reconversão Naval de 1984, dado por El-Rei e o presidente do governo espanhol para aniquilar ASTANO-ASCON, aniquilando o exército proletário e dezenas de milhares de postos de trabalho, aniquilando a vida e o futuro até hoje mesmo, no caso de ASTANO e da Galiza, só depois de 1984, reiteramos, é que Vigo, Ferrol, A Crunha, etc. foram alagados de narcóticos com consequências de morte entre a juventude e não apenas que se podem qualificar de genocídio. O caso da Galiza é paradigmático porque há muito que ultrapassou o Viet Nam quanto a redes de narcotraficantes e extensão dos narcóticos: no Viet Nam os Serviços Secretos franceses e norte-americanos e os governos títeres, devido à existência da FNL e da guerrilha do Viet Cong, apenas foram capazes de introduzir a droga nas cidades face uma Galiza onde os Serviços Secretos espanhóis, norte-americanos, da NATO e o quer que lhe quer governamental ou não fizeram «comer» droga até a aldeia mais afastada do nosso território, logrando erradicar a língua galega da boca da juventude do rural pela via do «coleguismo» e a subfala da miséria madrilena do «jonquismo e camelismo» dos carrascos-vítimas do narcotráfico, saturando-lhe os ouvidos e a cabeça de «rumbas calés» como narcosónico. No caso galego, o caso é DEGRADAR a juventude operária, camponesa, pescadora, estudante, desempregada até a REDUZIR a abjecções difíceis de imaginar se não se visitam os ditos acampamentos e os locais para, entre tojos e silveiras, abaixar aos modernos infernos da infelicidade elevada à categoria de fantasia do prazer e desfrute que «alivia tanta peeeeena aiai!».
A Energia Orgónica de cada corpo novo, masculino, feminino, é cientificamente neutralizada, individual e colectivamente, em acampamentos, «garrafões», discotecas, salas de festa, karaoke, festivais, escolas, universidades, locais de trabalho, etc., com cocaína cortada com «mata-ratos», «pastilhas» de vária gama, álcool de queimar, rebentadoras doses de decibéis e outras «prazenteiras maravilhas» como programas de ensino racistas, fascistas e espanhóis, subjugantes humilhações, etc., etc.
A felicidade que dão a amizade, o amor, o sexo, os orgasmos sem qualquer limite nem condicionante, o manifesto sex-pol, a promiscuidade, a vida ao ar livre, o nudismo, a satisfação pelo próprio corpo e dos demais, a alegria de estudar e conhecer o próprio, a língua, a poesia, a música, a cultura, a história, a terra, o mar, o espaço circundante, etc., a confiança na própria capacidade que proporciona o trabalho manual, o exercício físico, o desporto, a participação no governo das cousas, etc., TODAS AS UNIVERSAIS fontes de felicidade são-lhe rigorosamente FURTADAS à juventude e população da Galiza submetida pelo temor e a força de minorias ao serviço da estabilidade SECULAR da monarquia espanhola e o princípio no que assenta e com o que espolia, A UNIDADE DA ESPANHA. Portanto a cidadania galega nomeadamente a que mora em vivendas sociais, que é a que mais padece estas e outras coitas faz muito bem em se MOBILIZAR contra estes aríetes que têm que ser eliminados, aríetes e protectores das militares alturas, para a Galiza se ver de tanta abjecção LIVRE. Em Ferrol, terça-feira, 25 de Março de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 18 de março de 2008

NOTÍCIA CENSURADA NOS MÉDIA ESPANHÓIS QUATRO DIAS DEPOIS DOS DESTRAGOS NA GALIZA E PAÍS BASCO

AL MENOS 2 MUERTOS Y 20 HERIDOS POR TORNADO EN ATLANTA
15 Marzo 2008
Actualizado: 06:44 PM hora de Cd. Juárez
AFP

Washington– El gobernador del estado sureño de Georgia declaró hoy el estado de emergencia tras un violento tornado que golpeó el centro de Atlanta, provocando la muerte de dos personas y unos veinte heridos a su paso.
La tormenta desatada en la noche del viernes arrancó varios tejados de edificios de apartamentos en el centro, reventó ventanas, e hizo salir despedidos por los aires a los espectadores de un partido de baloncesto universitario, en medio de los escombros que caían del techo.
Una portavoz de Gestión de Emergencias de Georgia confirmó la muerte de dos personas durante el tornado, mientras que el gobernador de Georgia Sonny Perdue declaró el estado de emergencia en el área afectada.
La tormenta se desató en la capital del estado hacia las 21H40 locales (02H40 GMT del sábado), obligando a las autoridades a poner en marcha grandes operaciones de asistencia a los ciudadanos, evitar el peligro de derrumbe de edificios afectados y limpiar las calles de restos de árboles y escombros.
El sábado, 10.000 hogares carecían de electricidad mientras que nuevas tormentas en el noreste del estado continuaban causando daños.
La alcaldesa, Shirley Franklin, exhortó el sábado a los vecinos de la ciudad a no acudir al centro de la ciudad. "Les ruego encarecidamente que se mantengan lejos del centro. Dejen que los servicios de emergencia hagan su trabajo", dijo.
La cadena televisiva CNN mostró imágenes de grandes árboles arrancados de raíz, automóviles dañados y muchas oficinas con vidrios rotos.
Se trató de un "posible tornado", según el servicio nacional de meteorología de Atlanta, que emitió una alerta para el sábado, ante la posibilidad de tornados en el sur de Estados Unidos, especialmente en Georgia, Alabama y Carolina del Sur.
Según el departamento de bomberos 30 personas fueron enviadas a hospitales para recibir atención médica.

PROVOCAR OS MAIORES DANOS NO TERRITÓRIO DO INIMIGO (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da quinta-feira, 13 de Março de 2008 na porta da Bazan)

Objectivo central da guerra geofísica teorizada e praticada pelo Pentágono desde a década do 1960 através da manipulação climatológica e/ou dos fenómenos climatéricos por exemplo, intensificar temporais para provocar grandes ondas contra as costas do inimigo.
No informe acerca dos Direitos Humanos do Departamento de Estado, encabeçado por Condoleezza Rice e governado por John Negroponte com cem mil mulheres e homens, combatentes de elite, para a guerra suja norte-americana contra a Humanidade, marcam-se os países inimigos e o seu território. Noutros informes não publicados, John Negroponte atribui a pessoas, organizações e estados a condição de «terroristas, gamberros, inimigos, não gratos, etc.» para as punir com ou sem lei, sobretudo, sem...; nesta condição estão a Galiza e o País Basco, território inimigo ao que se lhe causaram os maiores danos em 10 e 11 de Março de 2008 por votar, ou não, em 9 de Março inconveniências contra os interesses ianques, como fizeram na Venezuela em 15 de Agosto de 1999, no Referendo Constitucional. Carlos Fernández, de Meteogalicia, qualificou de «anómalo e estranho» o fenómeno, sem quererem entender, estes ideologizados e cobardes profissionais, governos, Algores, Solanas, etc., que o que define o anómalo e estranho da intensidade dos fenómenos climatológicos que CAUSAM OS MAIORES DANOS NO TERRITÓRIO DO INIMIGO é a guerra geofísica praticada pelo Pentágono e não o alegado CÂMBIO CLIMATÉRICO.
O acontecido no Vale do Avinho (Valdovinho) é um indício minúsculo da FRAUDE GIGANTESCA praticada pelo PP e «adláteres» em 9 de Março: sabedores das pessoas que não vão ir votar, fácil, a) escrevem os cinquenta nomes na listagem de votantes e b) introduzem cinquenta sobres com o voto para o PP o que não puderam fazer e a fraude Del Real ficara incompleta e descoberta ao contrário que nas mesas de Ourense, Madrid, Valência, etc., com mais um 5 % para o PP da média de participação para aumentar em votos e deputados. NINGUÉM INVESTIGARÁ O PP num contexto monárquico e espanhol, CORRUPTO E REPETIDO, desde 1812. Também ninguém investigará Aznar e o seu governo por participar nos golpes de estado da Guiné Equatorial e a Venezuela e outros crimes de lesa humanidade como os cometidos por Solana, Mr. PESC.
A presença de centos de militares, adidos das armadas de quarenta países, a maioria europeus e da NATO, diplomatas da Noruega, Austrália e outras potências (sic) estrangeiras, EUA-Israel, que El-Rei, detendo-se um instante e, açoutado pelo vento, saudou, põe de relevo a dimensão do rechaço e a derrota da família real e dos governos monárquicos do PSOE, na sua pretensa intenção de encher a Praça de Armas de Ferrol de «rojigualderio» para matar a comemoração do Dia da Classe Operária da Galiza, acrescentada com três páginas «noticeiras» de «La Voz de Galicia» que contou 6.500 «aclamantes» da monarquia e CENSUROU com todo rigor a comemoração na Galiza do Dia da sua Classe Operária. Pela contra, nós também pensamos que a manobra de escolher a data do 10 de Março para botar o barco tinha muito mais alcance, determinado, precisamente, pela nutrida representação militar da NATO e não apenas: a mensagem é, como disse o frivolo jornalista das manobras aero-navais russas nas costas galego-portuguesas, UMA PATÉTICA DEMONSTRAÇÃO, como as de Franco, encabeçada por El-Rei, do «MÚSCULO OCIDENTAL» contra os «sinistros orientais».
O governo nacional-catolicista do Concelho de Ferrol, votado por 15.000 de 66.000, o governo da maioria!, tem determinado, embora os protestos de Meca Arcos, 70.000 € para a Santa Semana comemorar o genocídio franquista-hitleriano-mussoliniano (viram como comemorava a Áustria o ataque, invasão e ocupação do III Reich em 12 de Março de 1938, imediatamente depois da vitória nazi contra o republicano Teruel?) e nós APELAMOS PARA BOICOTAR A CELEBRAÇÃO afirmando que com 70.000 € para comemorar a Laica Semana, trairíamos mais e melhor turismo do que olhando para a Meca.
Em Ferrol, quinta-feira, 13 de Março de 2008. (http://galizaunidaportugal.blogspot.com)
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 12 de março de 2008

A FRAUDE DA MONARQUIA ESPANHOLA (distribuídas 320 folhas às 13,30 horas da segunda-feira, 11 de março de 2008 na porta da Bazan)

Chama a atenção a uniforme participação eleitoral, um 80 %, ali onde o PP tem o poder institucional, os casos de Madrid, onde tomaram o governo a meio de golpe de estado, 80,47 %, Valência, 79,65 % e Murça, 80,38 %, destacados por eles, são paradigma do que a nós se nos aparece como a mesma fraude que cometeram na Galiza nas autonómicas de Junho de 2005, condensada por Fraga em: «uma pessoa, dez votos», nas que a participação nos seus exclusivos feudos de Ourense e Lugo (as mais abstencionistas, historicamente) superava vários pontos a média, conseguindo assim, a meio da fraude, tornar uma estrondosa derrota numa derrota mínima e, sobretudo, impedindo a representação das forças mais à esquerda do PSOE. Nós pensamos que o PP fez votar mortos e «vivos» aumentando a participação fraudulenta e clandestinamente no seu favor para lograr esses resultados de aumento de votos e deputados. No País Basco, num contexto de alta abstenção causada por ETA-Batasuna, seria a fraude a que lhe dou a vitória ao PSE-PSOE? Como vem acontecendo desde 1812 na corrupta monarquia espanhola, os poderes públicos (PSOE), avaliam a fraude, participam dela, não a investigam nem fazem repetir eleições como acontecera depois de 16 de Fevereiro de 1936.
No caso galego, a fraude do PP, fica reflectida, na nossa opinião, nos inúmeros concelhos onde o PP obteve mais do 50 % dos votos como o caso das Somoças, mais do 70 %, e, na participação de Ourense (79 %) e Lugo, muito mais alta do que a de A Crunha e a Ponte Vedra. A Galiza, vimo-lo reiterando, é especialmente prejudicada, sobretudo a juventude (18-35 anos), reduzindo-lhe a representação em quatro postos. Aos 324.000 votantes do CERA é-lhes negado o voto em urna; a própria dimensão do CERA é uma fraude face as centenas de milhares de votantes da emigração galega recenseados na Espanha forçados a votar a formações NÃO GALEGAS. O secreto dos recenseamentos acompanhados das centenas de milhares de vivendas construídas na Galiza para recensear madrilenos fascistas do PP a exercerem o voto, uma, duas, três e até «uma pessoa, dez votos», é um dos objectivos políticos dos esPPeculadores encabeçados por ACS de Florentino Perez; tem muita importância, achamos, afirmar, reivindicar que pessoas nascidas na Galiza, VIVAS, existem mais de quatro milhões.
Nestas fraudulentas condições, a Galiza, através do BNG, resistiu e venceu a investida dos dois cornos do touro espanhol, o PP e o PSOE, o que garante empresas maiores, questão, mais uma vez, SILENCIADA pelos espanhóis e os seus média sob o princípio «y a los gallegos no!»; temos que conseguir que não nos SILENCIEM!!!, e como vimos reiterando, uma ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA que integre, sem excluir ninguém e para MOBILIZAR, pessoas, entidades e instituições, seria alavanca, como foi a Plataforma Cidadã Nunca Mais, para mexer o mundo que nos abafa como povo.
A intenção de tornar a comemoração em Ferrol do Dia da Classe Operária da Galiza em acto de maciço apoio à monarquia com a escusa de botar o barco foi um estrondoso fracasso: a monarquia e a família real foi rechaçada e derrotada em Ferrol onde se proclamou e clamou a inevitável República Federativa da Galiza e Portugal. Em Ferrol, terça-feira, 11 de Março de 2008
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL