sexta-feira, 30 de março de 2012

FEIJÓ, ASSASSINO, DERROQUEMO-LO! (distribuídas 1.000 folhas às 12h00 da Quinta-Feira, 29 de março de 2012 nas manifestações em Ferrol de CCOO-UGT, 600, e CIG, 400)

Pelas suas virtudes, temos qualificado a Feijó de nazi ladrão. Agora não temos mais remédio que o qualificar de assassino, a ele, o seu governo e o seu partido, o PP: INCENDIÁRIOS, LADRAS E ASSASSINOS organizados para queimar, roubar e assassinar a nome de Deus e o seu representante na Terra, o Papa hitleriano de juventude, a quem o povo galego virou as costas. Comparem a visita do Papa à Galiza com a de Madrid, México ou Cuba em termos de «banho de massas». Dinheiro para a visita do Papa? Com certeza proclama Feijó; para contratar e dotar de meios os trabalhadores contra incêndios? Isso é que não; para reconhecer que existe TRAMA INCENDIÁRIA que assassina mulheres, trabalhadores contra incêndios e camponeses nas suas moradas? Impossível, assusta-se Feijó, somos nós!
Vimos apelando para a TOMADA DO PODER PELO PROLETARIADO porque não há outra alternativa realista de progresso. O proletariado é a imensa maioria da população; portanto PODER DEMOCRÁTICO, governo da maioria. O proletariado no Reino da Espanha para além da opressão de classe está a sofrer séculos de OPRESSÃO NACIONAL, a tirania exercida por Castela e/ou Espanha contra as ditas nacionalidades históricas reconhecidas na CE e Estatutos de Autonomia. Portanto LIBERDADE NACIONAL significa o reconhecimento do direito de qualquer delas, Canárias, Catalunha, Euskal Herria e a Galiza para criar Estados Independentes SEPARADOS de Castela e/ou a Espanha, nação e constructo IMPERIALISTA E OPRESSOR sediado em Madrid. Império que ao longo dos séculos atacou, invadiu e ocupou a Galiza, Canárias, Euskal Herria e a Catalunha com sucesso, fracassando na Galiza Sul, Portugal, que foi capaz de manter a Independência embora o seu território ficasse roto, dividido em duas partes CONFRONTADAS, a Galiza Norte ocupada e a Galiza Sul, República portuguesa independente mas colonizada pelo Reino da Espanha.
O império espanhol, a monarquia espanhola acirrou, açulou, instigou uns povos contra os outros, umas nações contra as outras, na sua política ESTRATÉGICA E PERMANENTE DO DIVIDE ET IMPERA; portanto a sua derrocada exige a maior UNIDADE entre essas nações incluído Portugal, nações oprimidas, submetidas e colonizadas embora não todas por IGUAL. É o proletariado, os proletariados de todas as nações particularmente das oprimidas ou colonizadas, o ÚNICO que pode motorizar essa UNIDADE porque combate contra a mesma classe CAPITALISTA que se LUCRA com a exploração de classe e nacional embora não todos por IGUAL.
Se Caixa Bank, sediada na Catalunha e dirigida por apelidos catalães, a tornam o MAIOR banco, superando Santander e Bilbao, este sediado em Euskal Herria, e se Nova Galicia Banco fica na estacada obrigado pelo Banco e governo da Espanha (ZP), temos aí um notável exemplo de «UNIDAD DE DESTINO EN LO UNIVERSAL» (Caixa Bank & BSCH & BBVA) que beneficia a Independência da Catalunha que querem os imperialistas catalães representados por Convergência i Unió contra a Independência da Galiza UNIDA a Portugal motorizada pela União Operária Galego-Portuguesa ou contra a de Navarra UNIDA em Euskal Herria ou a de Canárias, para além de outras migalhas a integrarem os ativos e os passivos de Caixa Bank $ BSCH $ BBVA.
Colocamos a questão financeira porque é DETERMINANTE DA DEMOCRACIA ECONÓMICA cuja falta a sofre o proletariado embora não todos por IGUAL. Colocamos a questão porque é o proletariado com o seu TRABALHO o que cria TODA a riqueza embora uns proletariados são mais espoliados do que outros e mesmo alguns proletariados se beneficiam da espoliação dos outros. Eis onde nós, o proletariado galego e a Galiza, entramos: o PLUS de mais-valia que produzimos com o nosso trabalho e a espoliação dos recursos da Galiza beneficiam outros proletariados e povos submetidos pelo Reino da Espanha. O proletariado galego junto com o português somos os que mais razões temos, UNIDOS, para a TOMADA DO PODER porque o grau de exploração e espoliação ao que estamos submetidos, resultado também da divisão nacional, assim no-lo exige.  Sindicatos bascos, canários, catalães e galegos assinaram um comunicado interessante em termos de internacionalismo proletário. Em nossa opinião, a CIG, primeiro, tinha que assinar com a CGTP-IN em termos de SOLIDARIEDADE NACIONAL e os sindicatos das quatro nações têm o dever internacionalista de contar com o proletariado dito espanhol para que assuma e defenda a LIBERDADE NACIONAL das nações oprimidas pelo Reino da Espanha.
A LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA do proletariado para a TOMADA DO PODER no Reino da Espanha também como na Itália, na Grécia e Portugal reside na TOMADA DO PODER de Monti e Papademos a nome do Goldmann Sachs e de Rajoy e Passos Coelho a nome da dita «troika» LEGITIMIDADE que alastra a toda Europa e o mundo e abre o tempo da TOMADA DO PODER PELO PROLETARIADO A MEIO DA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, 5ª F, 29 de Março de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 26 de março de 2012

ZECA AFONSO FOI NA CIDADE DO SADO Uma canção composta por José Afonso baseada em poesia popular construida sobre um acontecimento em Setúbal a 7 de Março de 1975.


Uma canção composta por José Afonso baseada em poesia popular construida sobre um acontecimento em Setúbal a 7 de Março de 1975.
Em que a direita tentou logo após o 25 Abril realizar um comício em Setúbal.
E o Poder Popular atravéz de militantes de esquerda de Setúbal se opuseram ao comício que se pertendia realizar no Clube Naval Setubalense.
Ouve confrontação com a direita e com a polícia até de madrugada. e morreu uma pessoa que vinha a sair do Cinema do Salão Recreio do Povo.

quinta-feira, 22 de março de 2012

UNIÃO PROLETÁRIA GALEGO-PORTUGUESA (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h45 da Quinta-Feira, 22 de Março de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

A Greve Geral em Portugal começou às 00h00 de hoje, decorreram apenas umas horas e nós queremos UNIR-NOS com o proletariado português, UNIR-NOS NO COMBATE da Galiza Sul como Castelão definiu Portugal e os ditos nacionalistas galegos do Norte TODOS, independentistas, autodeterministas e de todas as gamas NEGAM E COMBATEM a definição sob diferentes escusas. Acontece na Galiza Norte que centos de milhares de pessoas, o melhor que temos, reconhecem Castelão e conhecem o seu Sempre em Galiza, TRATADO POLÍTICO DE UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL, das duas Galizas DESLOCADAS, só que levar isso, A UNIÃO NACIONAL, ao programa do partido, do sindicato, da associação e trabalhar coerentemente por esse objetivo, isso é que NÃO! Mas não se desiludam, acontece outro tanto na Galiza Sul onde, reparem no rango, O PRIMEIRO PRESIDENTE do Governo Provisório da revolucionária REPÚBLICA PORTUGUESA, o representante de TODO o povo português, o açoriano Teófilo Braga, proclamava mesmo nos média internacionais, The Times, UMA REPÚBLICA GALEGO-PORTUGUESA sem que hoje as gamas todas de partidos, sindicatos, associações tenham outro pensamento que o que podemos descrever como se segue: «os portugueses não se consideram galegos, os portugueses consideram espanhóis aos galegos»; e a sua réplica «os galegos não se consideram portugueses, os galegos consideram-se espanhóis». Espanhóis, eis a IDENTIDADE, eis a camisa-de-forças da Galiza maluca, louca, deslocada, rota, dividida e confrontada.
É só, que em termos de classe, a IDENTIDADE não pode ser ESCUSA para evitar a LUTA UNIDA DO PROLETARIADO galego-português [o dos estaleiros navais, por exemplo] basco, canário, catalão, espanhol, europeu, mundial porque é uma IMENSA PERDA. Assim o exprimia Francisco Alves, dirigente da CGTP-IN, «que PERDA não ser possível ACERTAR DATA COMUM para uma Greve Geral Ibérica por SETE dias» em artigo que podem ler em www.galizacig.org.  
Hoje TODOS os dirigentes sindicais e políticos de TODOS os países SABEM que os capitalistas estão UNIDOS para desenvolver TODAS AS FORMAS DE GUERRA MESMO MUNDIAL NUCLEAR contra o proletariado e os países fracos, CONTRA O SOCIALISMO, particularmente na União de CAPITALISTAS Europeia e vejam que IMENSA PERDA galegos, portugueses e bascos NÃO ACERTAREM DATA COMUM DE GREVE GERAL; se acertaram arrastariam CCOO-UGT como arrastaram para dia 29 e tendo em conta muita outra coisa podia ALASTRAR para o proletariado doutros países, mesmo para a Europa TODA se implementarmos força avondo para OBRIGAR Tojo e a Confederação Europeia de Sindicatos para CONVOCARGreve Geral. Nós sentimos, angustiados, essa perda cada diaque se passa sem implementarmos a máxima de Carlos Marx «proletários de todos os países, UNI-VOS» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a começar pela fronteira queDIVIDE A GALIZA DE PORTUGAL e recuperarmos a UNIÃO PROLETÁRIA GALAICO-PORTUGUESA num contexto parecido ao contexto em que foi criada.
Um dirigente sindical italiano condensou em duas palavras os objetivos da Greve Geral do Metal dopassado 9 de Março: DEMOCRACIA E EMPREGO; numa Itália onde o Goldmann Sachs TOMA O PODER para suster a MÁFIA organizada em Estado republicano. Desde Al Capone até ao Sito Minhanco TODOS OS ESTADOS e as suas partes decisivas em termos de poder, estão dominados pelas MÁFIAS E A SUA CORRUPÇÃO particularmente os partidos governantes cheios de Na-Na, Fra-Fra, Ma-Ma, Fei-Ra (Naseiro-Narcotráfico, Fraga-Franquista, Mata-Mato, Feijó-Rajoy), quer dizer, DELINQUENTES ORGANIZADOS NO PP PARA DELINQUIR cujo objetivo principal é a TOMADA DO PODER, A VITÓRIA a meio da FRAUDE ELEITORAL. Naseiro tesoureiro do narcotráfico tesourava para VITÓRIA DO PP a meio da FRAUDE ELEITORAL. Mata –ministro do Ambiente aquando a maré negra do Prestige, com Aznar-Rajoy e Abel Matute como responsável pelos Negócios Estrangeiros, o negócio da TRATA de estrangeiras dominicanas para as vender como aos porcos de um prostíbulo para outro– com certeza que ROUBOU muito mais do que como presidente das Illes Balears, condenado junto com um da nobre saga dos Dezcallar (António Alemany, como lhe ocultam o segundo apelido!), ricos, diploMATAs, jornalistas, franquistas, etc. sem que sejam investigados os governos de Aznar-Rajoy ou os de Fraga-Rajoy-Feijó na Galiza: estes a multiplicarem por dez o do Mata president (velódromo, 60 M€; Cidade da Cultura, 600 M€ mais Cariocas Campeões e lustros de Fra-Fra, montes e moreias armazenados no Conselho de Contas sem o quererem saber a Estela e a Pilar).
Reparem que o acórdão que condena Mata-Dezcallar [e NÃO condena El Mundo. La Voz de Galicia e Cia receberam do Agostinho-Feijó mais do que o Dezcallar do Mata] FURTA O CRIME PRINCIPAL: toda a atividade do «dueto» e orquestra era para VITÓRIA DO PP a meio da FRAUDE ELEITORAL, aliás, CRIME praticamente IMPUNE nas leis do franquismo por outros meios, a monarquia borbónica de JC e o princeps a bordo do Patinho [motim!] a esbanjar dinheiro das pessoas desempregadas como o motorista dos EREs em cocaína para ele e o seu chefe, milionários ambos os dois em CRIMES. Quais as despesas da monarquia em cocaína?
A FRAUDE ELEITORAL, eis o que DESLEGITIMA A LEGITIMIDADE QUE O LUGAR-TENTENTE TOJO ATRIBUI AOS DESCENDENTES DO FRANQUISMO GOLPISTA E GENOCÍDA, OS DO PP, E O QUE LEGITIMA O PROLETARIADO PARA A TOMADA DO PODER. LEGITIMIDADE QUE ALASTRA PARA A EUROPA TODA, à Itália, à Grécia e particularmente a Portugal. Daí nós apelarmos para os militares portugueses do MFA e para as suas organizações de praças, sargentos e oficiais participarem hoje na Greve Geral também como os militares espanhóis em dia 29. Apelamos para a tomada da Assembleia da República, desde o Rossio até ao São Bento, a tomada do poder cumprindo a lei (artigo 7.3 CP) a meio da INSURREIÇÃO.
Na Galiza Norte, Ferrol, Quinta-Feira, 22 de Março de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 20 de março de 2012

VIVA A «GUSEFA»! VIVA ANTÓNIA ALARCÃO! (distribuídas 500 folhas às 5h50-6h45 da Terça-Feira, 20 de Março de 2012 na porta da Bazan, rua Taxonera)

Porque a «Pepa» foi «Pepa» graças à «Gusefa» [representada, a nosso ver, em Antónia Alarcão, decapitada por «cabecilha» do operariado ao se insurrecionar, tomar o Arsenal militar e justiçar o Capitão General no Ferrol de 1810]. O reconhecem fontes tão autorizadas como o próprio Napoleão, General dos melhores exércitos do mundo, «imbatíveis», derrotados pelo povo galego, as «Gusefas» e os «Gusés», organizado em guerrilhas desarmadas ou mal armadas, o reconhecem Carlos Marx ou Manuel Garcia del Barrio, um «infiltrado» espanhol no eleito Estado-maior da guerrilha galega que no Cádis de 24 de Dezembro de 1811 escreveu que a liberdade da Galiza, o Reino mais povoado da Espanha [é o] «ÚNICO SOSTÉM de la Nación [Espanha] en la actualidad»; também deixou constância escrita de que a dita guerrilha galega foi propriamente guerrilha galego-portuguesa, destacando ele «o facto mais importante do valor heroico da paisanada galega», a reconquista de Vigo, dirigida pelo eleito General, João de Almeida de Sousa e Sá que no comando de galegos e portugueses tomara aos franceses primeiro Tui e depois Vigo. João de Almeida, Comandante em Chefe do cerco de Tui, ali escreveu em 6 de Abril de 1809 que «a voz das duas nações, o estreito vínculo que as UNE e a UNIÃO das nossas vontades (…) é o fogo (…) do meu peito para a salvação da pátria».
Estão a comemorar os 200 anos da promulgação em 19 de Março de 1812 da Constituição de Cádis para CENSURAR que foi o povo galego-português o que a determinou ao tornar a Galiza e o Norte de Portugal em ZONA LIBERTADA que pôs todos os seus recursos materiais e humanos ao serviço da REVOLUÇÃO como a intitulava em Cádis o asturiano Conde de Noronha em 17 de Abril de 1811, um ano antes de se promulgar uma Constituição que abolia o Tribunal da Suprema Inquisição, a escravatura e o seu tráfico; que o ascendente do João Carlos de Bourbon, o genocída Fernando VII, qualificou de IMITAÇÃO da francesa de 1791; ESTIGMATIZADA, como escreveu Marx, pelas europeias testas coroadas reunidas em Verona como a invenção MAIS INCENDIÁRIA do espírito jacobino o qual talvez MATOU o espírito federal do projeto da Junta Suprema da Galiza ao assinar um Tratado de FEDERAÇÃO perdurável entre a Galiza e Castela em que se pretendia FEDERAR todos os povos peninsulares livres de franceses.
Constituição que Porlier proclamou em A Crunha em 1815 para INSURRECIONAR e libertar a Galiza. Uma Galiza que torna a se INSURRECIONAR encorajada pela marcha por Andaluzia do conhecido Riego e do CENSURADO Quiroga, galego com paço perto de Betanços, que obriga o «borbón» a jurar uma Constituição por cuja implementação durante todo o XIX século lutaram os movimentos revolucionários na Península e nas colónias com factos tão notáveis como as suas Independências em 1816-1825, em Argentina, Chile, Venezuela, Equador, Peru, México, América Central, o Brasil em 1822, a proclamação da República Federal espanhola em 1873, a República portuguesa em 1910 e a espanhola em 1931 até chegarmos à atualidade em que um USURPADOR «borbón» continuou a TIRANIA dos seus ancestrais sifilíticos de massacrar a Galiza com o Decreto de Reconversão Naval em 1984 que inaugura as cerca de três décadas de EREs e PROIBIR ASTANO CONSTRUIR BARCOS mesmo depois de o «Plan Galicia de Mierda» assim considerado pela racista Madalena Alvárez e os não menos racistas Feijó e Rajoy.
Lembremos que o «Plan Galicia» de Aznar-Rajoy que incluía Parador em Mugia e ASTANO CONSTRUIR BARCOS foi o resultado da MOBILIZAÇÃO sem precedentes do povo galego organizado pela Plataforma Cidadã «Nunca Mais» e que a viagem de Feijó a Madrid foi para anunciar que nem Parador de Mugia nem ASTANO CONSTRUIR BARCOS com dique flutuante, elementos de elevação, etc. quer dizer, financiamento para um Plano de Desenvolvimento da Zona Deprimida de Ferrol baseado em ASTANO CONSTRUIR BARCOS, aliás, como já anunciáramos em dia 15 de Março; porque não é preciso muito para saber que SÓ CONSTRUIREMOS BARCOS aquando NÓS, o proletariado galego, tomemos o poder em 29 de Março a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 20 de Março de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 17 de março de 2012

INSURREIÇÃO EM 29 DE MARÇO PARA A DERROCADA DE GOVERNOS USURPADORES (distribuídas 920 folhas às 11h00 da Quinta-Feira, 15 de Março de 2012 na manifestação operária de Navantia em Compostela)

Como bom espanhol, a SER é RACISTA contra a Galiza e notícia que Obama «TEMPLA GAITAS»; não «templa» guitarras, txistus, dulçaínas ou quaisquer outros instrumentos não identificados connosco como a gaita, porque Obama «como buen gallego es desconfiado, ni sube ni baja (...)». Vejam bem que Obama «templa», tempera MÍSSEIS ATÓMICOS INTERCONTINENTAIS com capacidade para destruir o mundo e mesmo um bom número de planetas com as suas luas. Um mundo onde a existência do Estado de Israel é uma AMEAÇA permanente e descontrolada de GUERRA MUNDIAL NUCLEAR. Um Estado ao que Obama promete fidelidade eterna para lhe guardar as costas. A SER podia noticiar «Obama guarda-costas de Israel» mas o não faz, notícia que «TEMPLA GAITAS» embora a TVE, no telejornal de maior audiência, ceda GRÁTIS a um antigo chefe da inteligência militar SIONISTA explicar de pormenor a URGÊNCIA DE ATACAR O IRÃO; a TVE não notícia que esse mesmo dia a fragata Alvaro de Bazan, a F-101, navega com 233 pessoas a bordo desde Ferrol para o Mediterrâneo a lutar contra «o terrorismo no âmbito marítimo» junto com outras holandesas, canadianas... em missão da NATO. O dia anterior noticiaram a CHULARIA do Sr. Mar Gaio, Ministro dos Negócios Estrangeiros, «de deus demandador», contra a Síria e em favor do Exército Sírio Livre, armado e treinado desde a Líbia martirizada e dividida depois do linchamento e mutilação do «ditador» Khadafi, aliás, um grande avanço da «democracia e o progresso da Humanidade», já o sabem!
Como também noticiaram que El-Rei chamou à Zarzuela a Mendez e Tojo, este no dia anterior a decidirem ambos os dois sindicatos a convocatória de Greve Geral, para «tomar el pulso a la situación económica que vivimos», segundo informam desde a Casa Real; do que não informam é do que falaram El-Rei, Tojo e Mendez; com certeza os lugar-tenentes prometeriam que a Greve Geral não seria INSURRECIONAL como também não para a derrocada dos governos de Feijó e Rajoy e a tomada do poder pelo proletariado para as nações submetidas implementar o direito de Livre Determinação até a separação e constituição de Repúblicas INDEPENDENTES, LIVRES E IGUAIS, primeiro, e depois, a sua LIVRE UNIÃO confederal, quer queira quer não o combate de Gara e o PCP contra o federalismo; poder obreiro para controlar as empresas, a produção e distribuição de bens e acabar o desemprego, para nacionalizar os bancos, para tornar proletários o ABC, El Mundo, La Razón... para julgar e condenar o genocídio franquista e ressarcir vítimas e familiares, para ilegalizar os partidos políticos responsáveis pela FRAUDE ELEITORAL, a corrupção, a fraude fiscal etc. PP-PSOE-CiU, para democratizar as forças armadas integradas por mulheres e homens livres e iguais que elegeriam democraticamente o comando, para acabar com o minifúndio, o latifúndio e os latifundiários particularmente a Igreja católica e a Conferência Episcopal Espanhola, para uma PAZ firme e duradoura, para garantir o direito à vivenda erradicando o despejo da lei, para tribunais populares julgar e condenar a Justiça de El-Rei e os bandidos e ladrões capitalistas, etc.
Levamos anos a defender a GALIZA UNIDA para a sua libertação a meio da Assembleia Nacional da Galiza com avanços e recuos, sem nunca conseguir que o mais elementar, A UNIÃO FAZ A FORÇA, fosse implementado quer sindicalmente quer politicamente; apelamos para se constituir neste Dia da Classe Operária da Galiza. Em 10 de Março foi constituída na Catalunha a Assemblea Nacional Catalana com um plano de atividades que visa em 11 de Setembro de 2014 alcançar a Independência; duas coisas chamam a atenção: uma, a falta do grupo Pessoas Desempregadas pela Independência e a outra o pagamento de 45 Euros para ter direito ao voto. Ambas as duas foram e são grandes obstáculos na Galiza para constituir e manter a UNIDADE. 274.475 pessoas desempregadas na Galiza não recebem resposta ORGANIZATIVA nem sindical nem política, quer dizer, nem sindicatos nem partidos políticos ORGANIZAM estruturas AUTÓNOMAS para elas, para o seu combate. Só apartheid, exclusão e mesmo agressões. Acontece o mesmo com o proletariado, inúmero, afetado pelos EREs, Expedientes de Extinção de Emprego; não se promove a UNIDADE nem a ORGANIZAÇÃO desse proletariado que deixará de sê-lo para ser DESEMPREGADO. Pagar o direito ao voto é  recuar aos tempos em que esse era apenas um direito para ricos e homens (nem pobres nem mulheres) e um grande MURO QUE IMPEDE às pessoas desempregadas, em precariedade a participação sindical, social e política: as principais e mais numerosas VÍTIMAS DA ACUMULAÇÃO DE CAPITAL para a escalada de guerras cujo desfecho será a GUERRA MUNDIAL NUCLEAR; e assim levamos anos.
A se reunirem hoje o «Sr. Farão», nazi ladrão PATRANHUDO, inimigo da sua aldeia, da Galiza e o seu proletariado, o Sr. Feijó e o seu colega Sr. Rajoy com certeza NÃO ANUNCIARÃO O FINANCIAMENTO de um Plano de Desenvolvimento Industrial para a Zona Deprimida de Ferrol baseado em ASTANO CONSTRUIR BARCOS; reiteramos, CONSTRUIR BARCOS é o que temos que REIVINDICAR e por isso nos mobilizar e não por «carga de trabalho», eufemismo de «roto-palas para ENDESA», moinhos de vento e o vento de todas as PATRANHAS com que durante três décadas nos insultaram ao proletariado ferrolano TODOS os governos galegos, espanhóis e europeus com a colaboração dos lugar-tenentes sindicais e fingidores políticos, hoje OBRIGADOS à convocatória da Greve Geral em 29 de Março e que no caso de Ferrol, para parar os DESPEDIMENTOS, haveria que OBRIGÁ-LOS para ocuparmos o Arsenal militar.
Três décadas de burla permanente hoje acompanhada do ROUBO dos seus aforros a 100.000 pessoas, afetando 400.000 mais da SÉTIMA parte da população da Galiza. ROUBO perpetrado pelo Castelhano e o RACISTA César González-Bueno aos que é preciso caçar como ao lobo na sua própria guarida, a Galiza burlada tem o direito e o DEVER de caçar estas feras. ROUBO de 1.000 milhões de Euros que dariam para FINANCIAR ASTANO CONSTRUIR BARCOS. ROUBO, O DE CONSTRUIR BARCOS e o de Nova Galicia Banco, perpetrado pelos governos de Feijó, antes ZP e agora Rajoy que alastra pelos territórios do Reino da Espanha, daí o nosso apelo, porque a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA é a sua derrocada em 29 de Março a meio da INSURREIÇÃO.
Em Compostela, Quinta-Feira, 15 de Março de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

domingo, 11 de março de 2012

DIA DA CLASSE OPERÁRIA DA GALIZA (distribuídas 1.500 folhas; 500 às 5h30 da Sexta-Feira, 9 de Março na porta da Bazan, 500 em 10 de Março na manifestação da CIG e 500 em 11 de Março de 2012 na manifestação CCOO-UGT em Ferrol)

Amador e Daniel e o proletariado da Bazan ferido em Ferrol em 10 de Março de 1972 não foram VÍTIMAS de abusos policiais como pretende a filosofia de um decreto do governo basco, instalado na fantasia da PATRANHA, para ressarcir dezenas de pessoas não pertencentes a ETA, assassinadas pelo franquismo. Amador e Daniel foram VÍTIMAS DO FRANQUISMO e aquando se juntam TODAS elas desde o 17 de Julho de 1936 temos que concluir que foram VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA.
O caso de Ferrol é paradigma franquista ainda hoje. Podemos pensar que toda a repressão que se abateu sobre o proletariado e o povo galego (Ferrol, Vigo e a Galiza) foi dirigida pelo almirante Carrero Blanco, justiçado por ETA no seguinte ano, acompanhado do basco coronel Sanmartin, condenado por golpista em 23-F: todos os movimentos de unidades navais, tropas da Marinha, etc. Podemos pensar que a polícia franquista estava às ordens da autoridade militar porque a dita autoridade civil estava subordinada a ela igual que os que encerraram a Bazan como fizeram depois do 20 de Julho de 1936 em que a Marinha a «requisou» para o segundo comandante do Canárias, capitão de navio José Maria González Llanos Caruncho a pôr ao serviço de Hitler.
Carrero Blanco e o basco Sanmartin criaram um arquivo cuja documentação permanece SECRETA a dia de hoje. Nos arquivos da PIDE relativos ao PC espanhol, onde qualquer clandestino panfleto deitado em Vigo ficou guardado, NÃO há nada no que diz respeito ao que se passou em Ferrol, Vigo e Galiza em 10 de Março de 1972 e datas posteriores exceto a condena a prisão de Pepe Chão e Vicente Couce. A desaparição e SECRETO dos arquivos da Sociedade Espanhola de Construção Naval impede saber, ainda hoje, muita coisa e o translado a Madrid dos arquivos da Bazan justo aquando nos quisemos pesquisar impede saber quem ORDENOU ao Ministro da Gobernación que ordenasse ao governador civil que desse ordem à polícia de atirar contra o proletariado ferrolano, assassinando Amador e Daniel.
A base naval de Ferrol e a Galiza inteira ao serviço de Hitler para cometer as suas atrocidades durante a década de 1936-46 está documentado embora pouco como está documentado nada menos que por Resolução de 12 de Dezembro de 1946 dos povos das Nações Unidas que o regime franquista é fascista e foi organizado e implantado em grão parte graças à ajuda de Hitler e Mussolini aos que prestou uma ajuda muito considerável. Vejam bem que as atrocidades cometidas por Hitler e os seus lacaios em Europa foram julgadas e condenadas pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga que as qualificou de crimes de planejar a GUERRA, crimes de GUERRA, crimes contra a PAZ e crimes contra a HUMANIDADE que NUNCA prescrevem como o GENOCÍDIO resultante. As atrocidades cometidas por Hitler, Mussolini e os seus lacaios Franco e Salazar na Galiza, Portugal e nos outros territórios submetidos a Franco NUNCA foram julgadas; se se julgassem, NUNCA PRESCREVEM, o genocídio resultante cometido por Hitler acabaria em 1945, o de Franco NÃO, continuou até a data da sua morte, quer dizer, às VÍTIMAS DO GENOCÍDIO DE HITLER, MUSSOLINI, FRANCO cometido durante a década 36-46 continuam as VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA até a morte de Franco e mesmo depois, caso Fraga a governar a Galiza e outros franquistas como Suevos.
Daí que Amador e Daniel foram VÍTIMAS não de abusos policiais mas DO GENOCÍDIO FRANQUISTA QUE NUNCA PRESCREVE como o hitleriano (o partido, o sindicato e as organizações nazis, o Estado, os banqueiros, o empresariado, Krupp, etc.) em todos os territórios da Europa e África e de todos os seus lacaios não alemães mesmo nos EUA a ajudar e promover nazis genocidas como Artur Rudolph, Von Braum e outros na NASA, Pentágono e governo; como o japonês em todos os territórios ocupados desde o Timor Leste até às Kuriles. Sabemos do que estamos a falar? Sabemos. Sabemos a dimensão mundial de uma questão a colocar na ONU. Sabemos que a ONU homenageia as vítimas de Fukushima mas não as VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA. Sabemos que instada por Aznar-Rajoy a ONU condenou ETA como autora do atentado do 11 de Março de 2004. Sabemos que estamos a falar da superioridade QUALITATIVA E QUANTITATIVA DAS VÍTIMAS DO FRANQUISMO SOBRE AS VÍTIMAS DE ETA. As «vítimas» de ETA como Carrero Blanco, Melitón Manzanas, o alemão Cônsul Behil eram NAZISTAS torturadores e assassinos que teriam que haver sido julgados, condenados e enforcados, no TMI de Nuremberga, pelas atrocidades que cometeram antes e depois de se criar o dito tribunal. Das cerca de mil vítimas de ETA algumas eram inocentes mas muitas outras não, pertenciam à Confraria dos que sequestram, torturam e assassinam pagos com dinheiro de «todos los españoles» como os VITIMÁRIOS DAS VÍTIMAS do dito «Caso Almeria» e não só, vítimas que pagaram impostos vivos e mortos.
As inúmeras VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA, as da década 1936-46, as da guerrilha antifranquista 1936-65, as da 1970-81 e as das 1982-2012, o proletariado, as classes trabalhadoras, os povos e as nações submetidas ao Rei imposto em Estado de Guerra e por Franco designado «saltandose la cadena sucesória», são de uma QUALIDADE infinitamente superior à maioria das vítimas de ETA, a dos que combatiam a Hitler e os seus mais mil anos de CAPITALISMO e a dos que o ajudavam e defendiam. Pensem em Pujol o espião que enganou o próprio Hitler para os aliados desembarcarem na Normandia; sem irmos tão longe, a nossa Mercedes Nuñez e os INOCENTES, TODOS, defensores da República com as armas na mão ou sem elas, a IMENSA maioria da população que em 1931 a proclamou e a IMENSA maioria da população que hoje em 2012 a quer recuperar. Portanto DEFENDER AS VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA face as vítimas de ETA é um dever de qualquer pessoa, entidade ou instituição que tenha amor pela VERDADE e não pela perene PATRANHA dos franquistas e os seus descendentes no PP a governar o Reino. Sabemos que Amador, Daniel e o proletariado da BAZAN ferido são VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA, como as do AMIANTO, e que a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA é a derrocada em 29 de Março dos governos de Feijó, Rajoy e a sua monarquia a meio da INSURREIÇÃO.   
Em Ferrol, Sexta-Feira, 9 de Março de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA MULHER PROLETÁRIA (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Quinta-Feira, 8 de Março de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Rosalia de Castro escreveu em Compostela em 30 de Março de 1.880 «sentimo-nos inferiores àquelas obscuras e valorosas heroínas [as nossas mulheres (...) as dos nossos aldeões e marinheiros (...) arrebatados pela emigração e El-Rei] que vivem e morrem levando a cabo feitos maravilhosos por sempre ignorados (…) cheios de milagres de amor e de abismos de perdão. Histórias dignas de ser cantadas (…) por poetas [com forças maiores do que as minhas]. Quere-as maiores quem haja de cantar-nos (…) tão singela como dolorosa EPOPEIA (…). Eis o que eu desejo (…) agarimo [para] os que sofrem e amam esta querida terra da Galiza».
Em Folhas Novas, o amor de Rosália de Castro pelas mulheres proletárias galegas, em nossa opinião, tem valor UNIVERSAL E IMORTAL e nós queremos resgatar neste 8 de Março o seu sentimento; também o seu pensamento: Rosália-Murguia-Pondal defendiam a UNIÃO nacional da Galiza e Portugal.
O ano passado nesta data tentávamos realçar o CONTUNDENTE caráter de classe da comemoração, o caráter marxista e proletário da sua origem na II Internacional que propugnava junto com a III Internacional criada por Lenine uma GALEGO-PORTUGUESA República Socialista. Tentávamos realçar que o objetivo da comemoração é ENCORAJAR a luta exclusiva das mulheres PROLETÁRIAS E UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO.
A cinco anos de se cumprir um século da grandiosa manifestação de MULHERES PROLETÁRIAS em 1917 que precedeu à tomada do Palácio de Inverno (Hermitage) em São Petersburgo e inaugurou o Socialismo na União de Repúblicas Socialistas Soviéticas e no mundo pensamos que este 8 de Março tem que servir para proclamar que a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA ao Capitalismo com as suas guerras mesmo nucleares de genocídio da população CIVIL (mulheres, crianças e idosos) e ESPOLIAÇÃO é o SOCIALISMO COM LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE, PAZ, AMOR E SOLIDARIEDADE.
Esta comemoração tem que servir para URGIR UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO. Pensamos que desde o feminismo proletário, desde a organização de mulheres dos sindicatos, o COMBATE ao feminismo BURGUÊS é uma condição sem a qual UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO não será possível. Ficará a DIVISÃO proletária que o Capitalismo promove como arma ESTRATÉGICA permanente e acentuada para se perpetuar e EVITAR O SOCIALISMO. O feminismo burguês que tem nome e apelidos, o promovido pelas mulheres do PSOE e não apenas, chegou até extremos inauditos como o da Carmo Chacón e o seu feminismo de canhoneira e Viva Espanha! A sua perniciosa influência foi tão intensa e grave entre o feminismo proletário que este abandonou a luta em favor do aborto LIVRE E GRATUITO nos Hospitais públicos para destacadas feministas criarem clínicas PRIVADAS DE PAGO para mulheres burguesas de tal maneira que durante décadas e ainda hoje É IMPOSSÍVEL para milhões de mulheres exercerem o seu direito RECONHECIDO NA LEI para abortarem em Hospitais públicos. Um notável exemplo dentre muitos outros é o Hospital Arquiteto Marcide onde NUNCA uma mulher pode abortar porque uma banda de delinquentes a integrar o Serviço de Ginecologia estão a VIOLAR o direito legal de cerca de cem mil mulheres da Área Sanitária de Ferrol com a singularidade de que um dos notáveis da CIG, o ginecólogo Ferro, é um dos integrantes da banda sem que nem BNG, nem CIG, nem organização de mulheres da CIG nem qualquer mulher reajam contra os que encabeçados por Perez de Mendanha pretendiam OCULTAR IMPUNEMENTE uma morte tão horrorosa como a do recém-nascido de proletários não há muito tempo com a benevolência das mulheres e os homens que integram a CIG em A. Marcide.
As mulheres da CIG têm de expulsar do sindicato o ginecólogo Ferro!
Podíamos falar do «feminista» Rajoy com o seu «NI UNA MÁS» ou o dos guarda-costas que reivindicam «proteger» as mulheres em risco para terem EMPREGO. Nós reivindicamos EMPREGO para as mulheres em risco ou não. Reivindicamos e EXIGIMOS do governo de Feijó financiamento para um Plano de Desenvolvimento da Zona Deprimida de Ferrol baseado em recuperar ASTANO CONSTRUIR BARCOS, não em feminismo de «roto-palas» para ENDESA, em que a METADE dos postos de trabalho que se criassem FOSSEM PARA MULHERES PROLETÁRIAS. Eis como nós entendemos e defendemos a PARIDADE e as QUOTAS, começar pela DEMOCRACIA ECONÓMICA para as mulheres proletárias: UM EMPREGO.
Consideramos que este 8 de Março tem que ser contra o Decreto mal dito de Reforma Laboral do Sr. «NIUNAMÁS» (DESPEDIDA, acrescentamos nós!), senhor que não despedirá «NIUNAMÁS» se o derrocamos junto com o Sr. Feijó a meio da Greve Geral, daí apelarmos para «Proletárias de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a começar pela fronteira que DIVIDE as proletárias galegas e portuguesas: UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO na Galiza e Portugal, na Europa e no Mundo para INSURREIÇÃO.  
 Em Ferrol, Quinta-Feira, 8 de Março de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

INSURREIÇÃO E LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Terça-Feira, 6 de Março de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Comecemos pela Galiza Sul, Portugal e a sua República. O governo de Passos Coelho-Paulo Portas com o apoio Seguro do PSP mesmo que houvesse sido votado pela TOTALIDADE do eleitorado, NÃO TEM QUALQUER LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA para governar contra o MANDATO ou a VONTADE POPULAR, quer dizer, se governar ao invés do que prometera, o eleitorado TEM LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA para o derrocar de IMEDIATO exercendo o direito de INSURREIÇÃO, aliás, reconhecido no artigo 7.3 da Constituição portuguesa. Portugal (a Galiza do além-Minho) é o país do mundo em melhores condições, o amparo da lei, para restabelecer e afirmar a DEMOCRACIA negada ou desviada; portanto sob esta premissa o proletariado galego do Sul organizado na Confederação Intersindical dos Trabalhadores Portugueses, as classes trabalhadoras, os partidos políticos PCP, BE e outros, o MFA, as associações de militares (praças, sargentos e oficiais) têm o DEVER de apelar para o povo português se INSURRECIONAR, derrocar o governo, tomar o poder e abrir caminho para o socialismo cumprindo a vontade popular exprimida na Constituição. Isso é o que, em nossa opinião, há que fazer em Quinta-Feira, 22 de Março de 2012, concentrar centenas de milhares de pessoas em São Bento para a tomada da Assembleia da República, tomar o PODER e EXERCÊ-LO! Falar doutra coisa que não seja a tomada do poder é o nevoeiro que impede ver o caminho!
Continuemos pela Galiza Norte, ocupada militarmente e espoliada pelo Reino da Espanha através de Feijó e a sua banda LADRA instalados na Junta pela FRAUDE ELEITORAL DO PP desde a qual USURPAM O PODER e perpetram a FRAUDE FISCAL e todas as outras fraudes e feitorias, as publicadas e as não publicadas, as clandestinas, AS SECRETAS, com que estão a MARTIRIZAR E ESPOLIAR a Nossa Terra. Levamos mais de três anos afirmando que Feijó não tem qualquer LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA para governar e que a sua derrocada é um DEVER perentório, inescusável de qualquer democrata e que os sindicatos convocantes da Greve Geral, CIG-CUT-CNT-CGT e o BNG, sobretudo mas não só, têm o DEVER imediato de apelar para Sábado, 10 de Março, Dia da Classe Operária da Galiza, constituirmos a Assembelia Nacional da Galiza, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para em Quinta-Feira, 29 de Março instaurar um poder DEMOCRÁTICO LEGÍTIMO, o do proletariado, o da UNIÃO do povo galego, o da GALIZA UNIDA, concentrando centenas de milhares em Compostela para a tomada do Parlamento, o governo e a presidência da Junta.
E alastremos pelos territórios TODOS submetidos pela monarquia espanhola para proclamar que o MAIOR atentado TERRORISTA da História da Espanha foi e está a ser o que começou às 6h00 do Sábado, 18 de Julho de 1936 perpetrado por Hitler, Mussolini, Franco e Salazar, continuado às 7h00 da Quinta-Feira, 11 de Março de 2004 por Aznar-Rajoy para ter uma VITÓRIA NUNCA VISTA e em Domingo, 4 de Março de 2012 pelo afã do dia do Ministro do Interior, o governo «paritário» de Rajoy, o General Fiscal do Reino e o seu Almirante Maior [continuador do golpista Salas, almirante da Frota republicana]. Já alertamos e reiteramos o aviso: TEMOS O DEVER de esperar do Rajoy muito piores coisas do que do Aznar com o seu Prestige [uma década sem julgamento face BP menos de dois anos e com indemnização], as suas guerras, golpes de estado, atentados terroristas e derrocada insurrecional alentada por Rubalcabra para o substituir por ZP que governou durante oito pesados anos às suas ordens de «UNA, GRANDE, LIVRE» e lhe preparou o caminho de regresso eliminando obstáculos [Pascual Maragall, Tourinho e abertxales]e aí os temos mais uma vez no poder a meio da FRAUDE ELEITORAL [um malandro guerrilheiro Licenciado em Ciências de Cristo-Rei a dirigir a Guarda Civil!] a dizerem com chularia: «con algaradas pretenden ganar lo que no han ganado en las urnas»; os 10,8 milhões de eleitores, 30 % do total, que votaram o PP não ganharam nas urnas 6 milhões de pessoas desempregadas em 31 de Dezembro de 2012, redução de salários e pensões, aumento dos impostos e horários de trabalho, roubo dos seus aforros, das suas moradas, que os matem nos hospitais, ficar sem escolarizar, assassinatos e assaltos horrorosos, incêndios e muitas outras coitas com que Rajoy METRALHA INDISCRIMINADAMENTE o proletariado, as classes trabalhadoras, os povos e as nações submetidas pela CORRUPÇÃO E A FRAUDE ELEITORAL do Reino da Espanha, a continuar o MAIOR atentado TERRORISTA da História da Espanha, o começado às 6h00 do Sábado, 18 de Julho de 1936 perpetrado por Hitler, Mussolini, Franco e Salazar e reparem na qualidade e na quantidade de LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA que teriam os sindicatos CCOO-UGT, de cujos dirigentes temos o DEVER de esperar as MAIORES TRAIÇÕES mesmo não convocarem Greve Geral, para, cumprindo a vontade popular e a vontade dos mártires, a vontade DAS VÍTIMAS DO FRANQUISMO, em Quinta-Feira, 29 de Março, concentrarem um milhão de pessoas para a tomada do Parlamento, o Senado, a Moncloa, a Zarzuela e o Palácio de Oriente, orientando o curso da História da Espanha para a LIBERDADE NACIONAL de Canárias, Catalunha, Euskal Herria e a Galiza e para uma aliança proletária e livre determinista que determinasse a UNIÃO LIVRE de Repúblicas Socialistas Confederadas na Península e ilhas adjacentes, uma das quais a República Socialista da Galiza e Portugal.
E «de oca a oca tornamos ao que nos toca», Portugal, a Galiza Sul, atacada, invadida e ocupada por Hitler, Mussolini, Franco e Salazar em diferentes projetos que não vieram a se realizar exceto o Pacto Ibérico dos dois últimos para EVITAR que os tocamentos derivassem em UNIÃO da Galiza e Portugal. Pactos Ibéricos, Tratados de Lisboa, de Livre Adesão, União Europeia de Capitalistas e GUERRAS, GUERRAS, GUERRAS para EVITAR o proletariado constituir a União de Repúblicas Socialistas na Europa e no Mundo, aliás, MANDATO dos povos das Nações Unidas no Preâmbulo da Declaração Universal dos Direitos Humanos porque falar doutra coisa que não seja a tomada do poder proletário é o nevoeiro que impede ver o caminho para o socialismo, à abrir a meio desse mandato, a INSURREIÇÃO. Em Ferrol, Terça-Feira, 6 de Março de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CARTA À ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL (distribuídas 400 folhas às 5h30-6h40 na porta da Bazan rua Taxonera)

Concordando com o editorial do número 103/104 do boletim Referencial, com o artigo de Manuel Barbosa Pereira, Portugal em Estado de Guerra...? e com muita outra coisa contida no boletim, achamos pertinente dirigir-nos ao Grupo de Reflexão Interna e ao Conselho Editorial da A25A para dizer:
Nós defendemos a Constituição portuguesa porque afirma a decisão do povo português de defender a INDEPENDÊNCIA nacional (...) e de abrir caminho para o SOCIALISMO.
Defendemo-la desde a Galiza, reconhecida na Constituição espanhola e no seu Estatuto de Autonomia como NACIONALIDADE histórica embora submetida ao mais abjeto COLONIALISMO espanhol que tudo nos espolia e tiraniza. Defendemo-la porque defendemos o contido no seu artigo 7.3 para aplicar à Galiza.
Defendemo-la desde a Galiza em concordância com a proclamação da Assembleia Nacionalista de Lugo em Novembro de 1918: «a liberdade e a independência de Portugal consideramo-la os galegos como a nossa própria liberdade e independência e estaremos dispostos decote a erguermo-nos violentamente contra os que quisessem esnaquiçar aquela», Assembleia que também proclamou o português, língua da Galiza e que esta com Portugal forma NAÇÃO completa: uma única nação.
Defendemo-la desde a Galiza do aquém-Minho porque consideramos Portugal como o considerava Castelão, a Galiza do além-Minho, a Galiza LIVRE, a nossa pátria e por coerência reiteradamente solicitamos o passaporte português por MOTIVOS POLÍTICOS, os acima escritos, solicitamos o reconhecimento administrativo da nossa IDENTIDADE, NACIONALIDADE, que o governo da República portuguesa reconheceu outorgando-lha ao ferrolano e galego Ernesto Guerra Da Cal. Queremos ter passaporte português, não espanhol. Numa palavra queremos e defendemos a UNIÃO PROLETÁRIA E NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL e nisso temos empenhado a VIDA e o nosso incessante modesto trabalho.
Defendemo-la porque exprime uma boa parte dos objetivos pelos que lutaram gerações e gerações de seres humanos na Galiza e em Portugal durante o XIX século que Oliveira Martins condensa na palavra Revolução, republicanismo, federalismo e socialismo. Autor que também ressalva «a solidariedade nacional espontânea entre as duas Galizas divididas pela política» ou «os monumentos históricos, UNÂNIMES, em revelar uma ambição coletiva ou social [a Independência] que se estende a TODA A GALIZA (…) por isso a política portuguesa, nos três primeiros séculos, é UNIFICAR A GALIZA». O próprio Teófilo Braga reconhecia que «o afastamento da Galiza de Portugal provém do ESQUECIMENTO [falta de estudo] DA TRADIÇÃO NACIONAL e da falta de PLANO POLÍTICO de todos os que nos têm governado» e afirmava no The Times o seu IDEAL de UMA República de Portugal e a Galiza confederada com as Repúblicas dos outros povos da Ibéria. IDEAL e idealistas que Franco, ajudado por Salazar, MASSACROU E EXTERMINOU até hoje. Sempre pensamos no DESAPARECIDO alcaide socialista de Ferrol, Jaime Quintanilha Martínez, assassinado por Franco poucos dias depois de escrever e proclamar o seu IDEAL DE UNIÃO LIVRE de Repúblicas Confederadas com a República da Galiza e Portugal. IDEAL compartilhado pelos cabos da Marinha em Ferrol que derrotaram os oficiais golpistas deixando os vasos de guerra para a República, cabos galegos em comunicação permanente com os da Marinha portuguesa que se INSURRECIONA no esteiro do Tejo seguindo o mesmo plano que a aqueles lhes dera a posse dos barcos. Algum deles como Sottomayor, torna a aparecer no Combate do Santa Liberdade com H. Galvão e Humberto Delgado com José Velo no Diretório Revolucionário Ibérico de Libertação. Ou a INSURREIÇÃO em Cartagena da fragata Numância na noite do 1 para o 2 de Agosto de 1911, insurreição lavrada durante uma visita da Numância a Lisboa por SUGESTÃO da revolução portuguesa, insurreição em que estavam envolvidas outras unidades da frota e que visava para se apossar da Esquadra e PROCLAMAR A REPÚBLICA. Na própria fragata Numância, barco revolucionário por tradição, entre a praia de Rota e o Castelo de São Julião (Cádis), foi fuzilado o fogueiro Sanchez Moya que com o TENAZ REPUBLICANO Gonçalo Moreira, encabeçaram a DERROTADA INSURREIÇÃO.
Defendemo-la desde a Galiza ainda, como defendemos recuperar e atualizar a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA (Tui em 1901; Viana do Castelo em 1902 e Braga em 1903) «com programa SOCIALISTA contra o CAPITALISMO»; porque o operário português José Inácio Ferreira LENHA no ato de abertura do Congresso operário galego-português em Viana do Castelo «saúda os camaradas do país visinho a que andam LIGADOS PELAS TRADIÇÕES»; porque o representante galego Henrique Botana proclamou o Congresso como «a manifestação de uma só RAÇA, duma só CLASSE, pois que para os trabalhadores não há FRONTEIRAS»; porque os operários [galego-portugueses] mostravam a NECESSIDADE (...) PARA A CONSTITUIÇÃO DA UNIÃO FEDERAL DOS DOIS PAÍSES DA PENÍNSULA»; porque proclamava seguir a máxima de Carlos Marx «proletários de todo o mundo, UNI-VOS», de derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado, a começar pela fronteira galego-portuguesa: «comece-se pela UNIÃO das associações galaicas com as do Norte de Portugal (...)»; porque Bernardo da Silva, da União de Tipógrafos do Porto, saúda «a vós galaicos companheiros que vindes dessa parte da Hespanha que é como que a CONTINUAÇÃO do meu querido PORTUGAL». Na altura o conceito «raça» identificava-se com o de NACIONALIDADE e não tinha a conotação negativa e de falsidade de hoje. O conceito TRADIÇÃO, TRADIÇÕES, em nossa opinião, tinha mais a ver com a História e com a IDENTIDADE. Segundo o jornal VIDA NOVA de Viana do Castelo, assistiram ao Congresso operário galaico-português em 15-20 de Abril de 1.902 os jornais seguintes: Diário de Notícias e O Século (Lisboa); Liberal e Heraldo (Madrid); La Solidaridad, Ecco de Santiago e Faro de Vigo (Galiza); Primeiro de Janeiro e Jornal de Notícias (Porto); Aurora do Lima, Vida Nova e Districto de Vianna (Viana do Castelo).
Na página 60 do seu livro História das Ideias Republicanas em Portugal, Teófilo Braga, escreve acerca de José Félix Henriques Nogueira, «apóstolo fervoroso da LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, foi STRENUO defensor da doutrina democrática e da IDEIA da Federação Política das Hespanhas (...)» e acerca do seu «belo livro» Estudo Sobre a Reforma em Portugal, publicado em 1851 (seis anos depois de uma INSURREIÇÃO na Galiza e Portugal) em que defende a «Federação ou Liga dos Estados Unidos Peninsulares: Portugal, Galiza, Astúrias, Biscaia, Navarra, Catalunha, Aragão, Valência, Múrcia, Granada, Andaluzia, Estremadura, Castela-a-Nova, Castela-a-Velha, Leão»; livro, escreve Teófilo Braga, em que «ficou fundada a política racional e histórica dos povos peninsulares; é essa TRADIÇÃO FEDERALISTA (...) que deve ser ESTUDADA de novo [para acabar com o afastamento da Galiza de Portugal que provém do ESQUECIMENTO DA TRADIÇÃO NACIONAL], comprovada com o CRITÉRIO CIENTÍFICO (…) como meio de uma INDEPENDÊNCIA inatacável» (pág. 64); ESTUDO do mal conhecido XIX século que reiterava Álvaro Cunhal. É justamente isso que nós vimos tentando ESTUDAR E TRABALHAR desde antes de publicarmos um modesto trabalho que intitulamos Manual Galego-Português de História em 1.996, tarefa em que, como sempre, Portugal pode e deve dar mais e melhores frutos. Frutos como os da Comemoração do Centenário da República que, justamente, OCULTOU A TRADIÇÃO FEDERALISTA, ESQUECENDO, mais uma vez, A TRADIÇÃO NACIONAL, de tanta dimensão que penetrou o debate da Assembleia Nacional Constituinte de 1911, mesmo com proposta de Manuel Goulart de Medeiros, deputado por Horta, de Constituição de República FEDERAL democrática ou a do Grémio Montanha de governo republicano, democrático e FEDERATIVO, etc. Em todos os projetos Portugal não RENÚNCIA a qualquer «misterioso» território europeu não explicitado exceto o negativamente referenciado por Alexandre Braga «na ilharga, a pesada coronha dos conspiradores da Galliza».
Achamos que o Grupo de Reflexão Interna da A25A podia considerar a hipótese de esse ESTUDO, da reflexão e o debate, que em termos democráticos e inspirado nos princípios que guiam o MFA, os valores do 25 de Abril, da Constituição portuguesa, contribuiria, com certeza, para acabar com ameaças de presentes e futuros «Pactos Ibéricos» como o de Franco e Salazar para conquistar Portugal, acabar com a sua liberdade e a das outras nações, a Galiza, submetidas pelo Reino da Espanha.
É a nossa SUGESTÃO como um tema para ser tratado pelo Conselho Editorial.
Com os melhores cumprimentos              MANUEL LOPES ZEBRAL, presidente de GALIZA SOLIDÁRIA e representante da
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

GUERRA CAPITALISTAS UNIDOS CONTRA PROLETARIADO DIVIDIDO? (distribuídas 1000 folhas: 500 às 5h30-6h50 na porta da Bazan rua Taxonera e 500 na manifestação CCOO-UGT em Ferrol na Quarta-Feira, 29 de Fevereiro de 2012)

VITÓRIA DO CAPITALISMO, com certeza, aliás, uma OBVIEDADE que qualquer pessoa confirmará exceto os sindicalistas e os seus sindicatos. A coisa porém é mais complexa, frisarão na sua defesa sindicalistas e sindicatos no seu labor de lugar-tenentes, promovendo e organizando a DIVISÃO do proletariado para CAPITALISTAS UNIDOS ganharem a GUERRA MUNDIAL iniciada, promovida e mantida por eles contra o PROLETARIADO, as classes trabalhadoras, os povos oprimidos e os países pobres particularmente contra a Galiza e Portugal cujos sindicatos, Confederação Intersindical  Galega e Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses–Intersindical, que no nome muito se parecem mas também, muito divergem, nomeadamente na União Operária Galaico-Portuguesa e nos princípios que inspiraram a sua fundação em Tui há 111 anos, princípios de URGENTE aplicação, quer dizer, AGORA É URGENTE, NATURAL, IMPRESCINDÍVEL, PRIORITÁRIA A UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA e não apenas. É urgente a UNIÃO DO PROLETARIADO de TODOS os países da Europa e do mundo. Tarefa mais difícil quanto maior a RESISTÊNCIA de sindicalistas e sindicatos para a realizar. Vejam que Moncho G. Boão, a dirigir o Departamento de Relações Internacionais e Cooperação da CIG e a representar o sindicato na Comunidade Sindical dos Países de Língua Portuguesa, publica um artigo em www.galizacig.org para analisar o movimento sindical europeu diagnosticando que a resposta sindical é muito «frouxa», reconhecendo o papel dinamizador que a CGTP-IN de Portugal e a corrente sindical grega PAME estão a ter na «conformação dum IMAGINÁRIO mobilizador social no continente. Como há que reconhecer, também, que são considerações de ordem política e não sindicais as que limitam as repercussões das mobilizações promovidas pelo sindicalismo nacionalista basco e ainda em muito maior medida, as que a CIG promove na Galiza; estas limitações, não obstante, não ocultam nem anulam as MÚLTIPLAS COINCIDÊNCIAS na análise sindical e nas respostas dadas nos respetivos territórios».
E interroga-se «Saberá o sindicalismo responder com eficácia apostando (sic) por ações UNITÁRIAS combinando planos locais e EUROPEUS? E a seguir fornece uma cronologia, não exaustiva, das mobilizações operárias na Europa desde 15 de Novembro de 2011 até ao 29 de Março de 2012.
E os próprios factos lhe respondem: o sindicalismo sabe mas NÃO QUER! Vejam: na Bélgica, 4 vezes se mobilizaram os sindicatos UNIDOS contra medidas governamentais de AUSTERIDADE contra o proletariado impostas pelo TRIPÉ do capitalismo (FMI, BCE, UE); Portugal, 4 vezes, uma delas, 11 de Fevereiro com mais de 300.000 pessoas em Lisboa, coincidindo com a Grécia; Europa, 4 vezes, uma delas na defesa do Setor Siderúrgico; na defesa do Setor Naval, ASTANO, NÃO! Grécia, três vezes; Itália, 3 vezes; Bulgária, 2 vezes; Hungria, Lituânia, Irlanda, Inglaterra, França, Reino da Espanha, Galiza, Euskal Herria e Chipre, 1 vez. O caso de Chipre é de realçar porque a convocatória de 15 de Dezembro foi em TODA a Ilha, também na parte ocupada pela Turquia: não sabemos se reivindicaram a REUNIFICAÇÃO de Chipre, derrubar a fronteira que DIVIDE o proletariado ilhéu. A IMENSA maioria das convocatórias foram UNITÁRIAS contra medidas governamentais de AUSTERIDADE contra o proletariado europeu impostas pela troika ultrapassando mesmo a UE, alastrando a países que foram socialistas, Bulgária, Hungria e Lituânia. Os sindicatos sabem mas não querem GREVE GERAL NA EUROPA, o que TODO o proletariado europeu quer. Obriga-los, força-los, PERSUADI-LOS é o que cumpre, na nossa opinião.
Não entendemos as considerações que limitam as repercussões das mobilizações bascas e galegas que não ocultam nem anulam as MÚLTIPLAS COINCIDÊNCIAS na análise sindical e nas respostas dadas nos respetivos territórios. Percebemos, SIM, que a CIG, contra natura, preferiu Euskal Herria a Portugal, a Galiza Sul, na data de Greve Geral embora as MÚLTIPLAS COINCIDÊNCIAS do proletariado galego do Norte com o do Sul, português, e das MÚLTIPLAS DIVERGÊNCIAS do proletariado galego (Norte-Sul) com o basco, o qual não tem nada a ver com as MÚLTIPLAS COINCIDÊNCIAS NA ANÁLISE SINDICAL. Vejam bem que, segundo um dirigente da CIG, o operariado basco tem uma média salarial superior um 40 % à do operariado galego (Norte) e a metade do desemprego.
Entendemos, sim, que a CIG podia ter registado em 17 de Fevereiro a solicitação de Greve Geral para dia 22 de Março coincidindo com a convocatória da CGTP em Portugal feita e publicada em 16 de Fevereiro; entendemos que os sindicatos bascos podiam ter feito o mesmo e ainda entendemos que os TRÊS sindicatos podiam ter-se posto de acordo numa data, A MESMA DATA, como tinham acordado, OS TRÊS, a meados de Outubro de 2011 em Compostela. E também entendemos que se a CGTP em 17 de Fevereiro enviou uma mensagem a CCOO-UGT de solidariedade com o «CONJUNTO dos trabalhadores de Espanha» pela mobilização do 19 de Fevereiro, não entendemos e CRITICAMOS que não envie a mesma solidariedade para a CIG e sindicatos bascos pela convocatória de Greve Geral para dia 29 de Março e ainda entendemos menos e CRITICAMOS que NÃO INSTE, anime, acorde, avise, empurre a malta de CCOO-UGT para Greve Geral, TODOS UNIDOS CONTRA O CAPITAL. E ainda temos que CRITICAR A CIG porque não utiliza a Comunidade Sindical dos Países de Língua Portuguesa para pôr em prática o de «proletários de todos os países, UNI-VOS!».
Numa palavra, os sindicalistas e os sindicatos sabem mas não querem convocar Greve Geral na Europa e assim como o Comité de Empresa de Navantia anima para enviar e-mail, sms, etc. nós encorajamos o operariado galego, português, basco, espanhol, europeu e mundial para fazer o mesmo exigindo a convocatória URGENTE de Greve Geral na Europa e INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 29 de Fevereiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL


ZECA AFONSO 2012 (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Quinta-Feira, 23 de Fevereiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Cumprem-se hoje vinte e cinco anos da morte de José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, nascido em Aveiro, José Afonso, o Zeca, o cantor de Abril, o da Revolução dos Cravos, o cantor do operariado e do movimento democrático popular, o cantor anticapitalista e anticolonialista, o cantor do homem novo, o cantor contra a emigração.
O cantor galego: em Compostela em 10 de Maio de 1972, solidário com a Galiza INSURRECTA, se passaram dois meses desde o 10 de Março, canta GRÂNDOLA, VILA MORENA pela primeira vez em público e fica impressionado com a recetividade do público galego, afirmando ao longo dos anos que foi um dos melhores recitais da sua vida; a Galiza penetra-o e ele penetra a Galiza, toma contacto com a nossa literatura e sente-se especialmente atraído por Curros Henriques e Celso Emílio Ferreiro. Volta a cantar em Compostela em 1973 e em 1974, poucos dias antes do 25 de Abril.
É de justiça lembrar o Coletivo de Ação Cultural formado por José Afonso, José Mário Branco, Adriano Correia de Oliveira, Vitorino, Júlio Pereira, Fausto, Luís Cília... com objetivos de luta pelas reivindicações do operariado e o movimento democrático popular, contra o capitalismo e o colonialismo.
José Afonso apoiou em 1976 e 1980 Otelo Saraiva de Carvalho nas eleições à presidência da República. Viaja a Moçambique em 1982 onde o energético presidente Samora Machel lhe presta honras de Chefe de Estado.
Em 24 de Abril de 1984, doze cantores participantes no Concerto pela Paz e pela Não Intervenção na América Central, enviam-lhe desde Manágua uma mensagem solidária:
«Queremos enviar-te um abraço revolucionário e dizer que te sentimos junto a nós, cantando o homem novo, que como agora em Nicarágua, um dia haverá de nascer em Portugal». Assinaram, dentre outros, Chico Buarque, Peter Seeger, Daniel Viglietti, Carlos Mejia Godoy, Amparo Ochoa, Sílvio Rodríguez, Isabel Parra.
Morreu na madrugada do 23 de Fevereiro de 1987 no Hospital de Setúbal, sendo a sua urna coberta por um pano vermelho a simbolizar a LUTA UNITÁRIA a que dedicou a vida e a morte.
Vejam bem que os vampiros são os donos do universo todo e o que faz falta é animar a malta com canto moço, com cantigas de maio, com baladas de outono, com coros da primavera, com milho verde e enquanto há força, a mulher da erva por trás daquela janela, no dia da UNIDADE, traz outro amigo também para os índios de meia praia com o homem da gaita derrotar os fantoches de Kissinger, como se faz um canalha! e o menino do bairro negro, minha mãe, o pastor de Bensafrim, a ronda dos paisanos, o cavaleiro e o anjo, o que lhe chamaram cigano, as noivas dos bilros, a formiga no carreiro, o primo convexo, o homem que voltou, Catarina, Miguel Djêdjê, Teresa Torga, chula da Póvoa, Alípio de Freitas, bradarão VIVA O PODER POPULAR.
E nestes «democráticos» tempos, cantar com Fausto «as Comissões têm de saber que são alicerces dum novo poder; democráticas por fora e por dentro, REVOGÁVEIS em todo momento», sobretudo agora em que UMA DATA para Greve Geral na Europa está a ser TRAVADA pelos que há que REVOGAR para se tornar um facto a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 23 de Fevereiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

GREVE GERAL INSURRECIONAL REPUBLICANA (distribuídas 1.000 folhas às 12h00 do Domingo, 19 de Fevereiro de 2012 na manifestação de CCOO-UGT-USTG em Ferrol contra a Reforma Laboral com assistência de 10.000 pessoas)

Ignácio Fernández Tojo, anteontem disse: «o nosso objetivo NÃO é que haja Greve Geral». Pelo contrário, o nosso objetivo é que haja Greve Geral Insurrecional mesmo na Europa, entendendo que isto é uma CLAMOROSA DEMANDA do proletariado galego, português, das nações submetidas pelo Reino da Espanha, grego, francês, italiano, irlandês, escocês, inglês, alemão, belga, holandês, dinamarquês, etc.
Nós queremos a proletária DERROCADA dos governos de Feijó, Rajoy, Passos Coelho, Papademos, M. Monti, Sarkozy, Cameron, Merkel e da banda facínora que rege a UE encabeçada pelo «bushano» Durão Barroso.
O direito de REVOLTA, o direito de INSURREIÇÃO o reconheceram os POVOS das Nações Unidas no Preâmbulo da Declaração dos Direitos Humanos como um direito UNIVERSAL com o DEVER de o exercer para PREVENIR E EVITAR o nazi-fascismo, PARA DEFENDER E GARANTIR A DEMOCRACIA, para conjurar o perigo das atrocidades e os horrores nazistas, caminho, o do nacional-socialismo, que o capitalismo está a percorrer cada dia com mais determinação e EVIDÊNCIA.
À falta de legitimidade DEMOCRÁTICA do PP pela permanente e IMPUNE FRAUDE ELEITORAL das suas alegadas VITÓRIAS, dos anos dos governos de Aznar com Rajoy como vice-presidente durante a maré negra do seu Prestige, os seus golpes de estado e o seu atentado do 11 de Março para, atribuindo-lho a ETA, ter uma VITÓRIA NUNCA VISTA, acrescenta este governo uma Reforma Laboral, melhor dito, um MASSACRE OPERÁRIO que visa o DESPEDIMENTO de cinco milhões de pessoas com emprego para as substituir por outras tantas sem emprego e ter dez milhões de pessoas ESCRAVAS que com as suas famílias podem totalizar quarenta milhões de pessoas ESCRAVAS o qual, em termos económicos, podemos razoar com o referente da Grécia onde os salários foram reduzidos um 20 ou um 30 %, onde o 13 % da população perdeu os seus ingressos, onde o PIB desceu um 3 % e no seguinte ano um 5 %; dito de outra maneira quais as estimações, os objetivos de LUCRO macroeconómico e político que têm feito os cabeças do PP para o MASSACRE OPERÁRIO a perpetrarem antes do 31 de Dezembro de 2012? Haverá algum economista proletário ou não que no-lo esclareça?
A Greve Geral contra a mal dita Reforma Laboral é de obrigado cumprimento para o proletariado e as classes trabalhadoras galegas e dos outros territórios submetidos pela CORRUPTA nobreza e monarquia espanhola, também como a DERROCADA dos governos de Feijó e Rajoy e da própria monarquia para instaurar o que durante séculos foi a vontade popular das Hespanhas, a vida e a morte do nosso Jaime Quintanilha Martínez, A UNIÃO LIVRE de Repúblicas Confederadas, a República da Galiza e Portugal com as das outras nações peninsulares e insulares. Eis que para esse objetivo da DERROCADA é preciso exercermos o direito de REVOLTA, o direito de INSURREIÇÃO, daí o nosso apelo para Greve Geral INSURRECIONAL.
A dia de hoje, a CIG e diferentes sindicatos bascos convocam Greve Geral na Galiza e Euskal Herria para dia 29 de Março; a CGTP-IN convoca Greve Geral em Portugal para 22 de Março e a pergunta surde de IMEDIATO, podiam convocar Greve Geral o mesmo dia? Podiam. Mas o não fazem porque NÃO QUEREM ENTENDER que a UNIÃO FAZ A FORÇA, que são horas de pôr em prática a máxima de Carlos Marx «proletários de todos os países, UNI-VOS!», de derrubar todas as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a COMEÇAR, como propugnava a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA, por derrubar a FRONTEIRA QUE DIVIDE o proletariado galego-português.
Nós defendemos a Greve Geral na Galiza e Portugal e em todo o território do Reino da Espanha, SOLIDÁRIOS com a Grécia, e mesmo na Europa, daí o nosso apelo para a filiação, ou não, de CCOO-UGT participardes ativamente na agitação, propaganda e nos piquetes informativos, para a Greve Geral convocada em 22 e 29 de Março o seja o mesmo dia na Galiza, Portugal, Euskal Herria e ALASTRAR, se ESTENDER para todos os territórios do Reino da Espanha e da Europa. Apelamos à vossa participação ATIVA, desautorizando os vossos dirigentes, como acontecera aquando o operariado de ASTANO E ASCON motorizáramos as TRÊS Greves Gerais que a Galiza viveu no ano de 1984. AVANTE A GREVE GERAL E A INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Domingo, 19 de Fevereiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Carta enviada em Segunda-Feira ao SECRETARIADO CONFEDERAL DA CIG (distribuídas 400 folhas às 5h30-6h45 da Quinta-Feira, 16 de Fevereiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Caros e Caras CAMARADAS:
Temos o dever de sermos CAMARADAS porque no-lo EXIGE A GALIZA UNIDA para a sua liberdade proletária e nacional contra o opressor e espoliador COLONIALISMO ESPANHOL e não só.
Dirigimo-nos a vós porque achamos que a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA É A DERROCADA DOS GOVERNOS DE FEIJÓ, RAJOY E OS DA UE e porque nestes graves momentos são horas de pôr em prática a máxima de Carlos Marx «proletári@s de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar todas as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a COMEÇAR PELA FRONTEIRA QUE DIVIDE O PROLETARIADO GALEGO-PORTUGUÊS.
Neste endereço consideramos URGENTE:
1.                  Marcar e ANUNCIAR para Sexta-Feira, 23 de Março de 2012 a data da GREVE GERAL.
2.                  Convocar em Sexta-Feira, 17 de Fevereiro, Assembleia de Delegad@s da CIG, aberta para pessoas filiadas (com VOZ E VOTO) e não filiadas (com VOZ) para ENCORAJAR E ORGANIZAR O TRABALHO DE AGITAÇÃO para a Greve Geral ser um facto nas aldeias mais remotas e dominadas pelo PP, com distribuição de cartazes e panfletos e essa Assembleia lançar duas mensagens, uma para convidar todas as pessoas (escritores, artistas, etc. qualquer pessoa que deseje contribuir), entidades (sindicatos, partidos políticos e qualquer tipo de associação ou entidade) e instituições (Concelhos, Deputações, partes da Junta da Galiza), SEM EXCLUIR NINGUÉM, para em Compostela, no Dia da Classe Operária da Galiza, 10 de Março, realizar uma Manifestação Nacional e constituir a Assembleia Nacional da Galiza que trabalhe para a Greve Geral e uma outra mensagem para Portugal particularmente para a CGTP-IN e outras entidades para UNIDADE na Greve Geral.
3.                  Em Dia da Classe Operária da Galiza, MANIFESTAÇÃO NACIONAL em Compostela com Assembleia aberta (com VOZ E VOTO para assistentes) na Praça do Obradoiro para constituirmos a Assembleia Nacional da Galiza para começar a segunda fase do TRABALHO DE AGITAÇÃO para a Greve Geral proclamando abertamente que a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA É A DERROCADA DOS GOVERNOS DE FEIJÓ E RAJOY, distribuindo mais cartazes e panfletos, prevendo e organizando PIQUETES INFORMATIVOS para a Greve Geral na Galiza TODA.
Como sempre temos o sentimento de PEDIR DESCULPAS pela ousadia embora superado pelo sentimento de um DEVER CUMPRIDO. AVANTE A GREVE GERAL INSURRECIONAL!
Enviamos uma tradução por nós feita do poema de Eugène Pottier feito na Comuna de París em 1871 adicado ao cidadão Lefrançais, membro da Comuna, poema que musicou o operário Pierre Degeuter tornado hino do operariado conhecido como a Internacional. Achamos que a sua frescura e atualidade não tem qualquer dúvida.
«De pé os condenados da terra, de pé os forçados da fome! A razão atroa na sua crátera é a erupção do fim.
Do passado façamos taboa rassa, massas escravas de pé, de pé, o mundo vai mudar de base, nós não somos nada, sejamos tudo!
É a luta final, agrupemo-nos e amanhã a Internacional será o género humano (repete mais uma vez)
Não há salvadores supremos, nem Deus, nem Céssar, nem tribuno, produtores, salvemo-nos nós próprios, decretemos a salvação comum, para que o ladrão restitua o roubado, para tirar o espirito do calabouço, assopremos nós próprios a nossa forja, batamos o ferro aquando está quente.
O Estado comprime-reprime-oprime e a lei trampeia-engana, o imposto sangra o desgraçado, nenhum dever se impõe ao rico, o direito do pobre é uma palavra oca, chega de penar-languidecer em tutela, a igualdade quer outras leis, nada de direitos sem deveres, dizem eles, igualmente, nada de deveres sem direitos.
Repugnantes-nojentos na sua apoteóse, os reis da mina e do rail, nunca fizeram outra coisa do que desvalijar o trabalho, nos cofres-fortes da banda o que aquele tem criado está a se fundir, em decretando que se lhe restitua o povo não quer mais do que o seu dévito (o que se lhe deve).
Os reis emborracham-nos de fumo, paz entre nós, guerra aos tiranos, apliquemos a greve aos exércitos, coronha no ar, e rompamos os rangos (galões, hierarquias), se se obstinam, estes caníbais em fazer de nós heróis, saberão assinha que as nossas balas serão para os nosso próprios generais.
Obreiros, camponeses, nós somos o grande partido dos trabalhadores, a terra não pertence mais do que aos homens, o parásita-inútil irá morar em outra parte, quanta das nossas carnes se comerão, mas se os corvos, os abutres uma destas manhãs desaparecessem o sol brilhará sempre (todos os dias).
Em Ferrol, Domingo, 12 de Fevereiro de 2012
ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL, representante da
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CARTA ENVIADA A LA VOZ DE GALICIA (Quarta-Feira, 15 de Fevereiro de 2012)

ASTANO SEM CONSTRUIR BARCOS dura cerca de três décadas. Reivindicar ASTANO CONSTRUIR BARCOS para além de proletária é uma reivindicação DEMOCRÁTICA porque desde a Reconversão Naval de El-Rei e F. González TODOS os governos continuaram a TIRANIA DE PROIBIR ASTANO CONSTRUIR BARCOS. Nós lamentamos o incumprimento do BNG no governo galego do seu compromisso eleitoral de FINANCIAR UM ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO. E lamentamos profundamente o incumprimento dos sindicatos do seu compromisso com o operariado particularmente o de ASTANO, AS VÍTIMAS DA RECONVERSÃO. E dentro das diferentes responsabilidades da UGT, CCOO e CIG, lamentamos, sobretudo, a atuação deste último contra um «BANDO DE VELHOS (DESEMPREGAD@S) ORGANIZADOS E EM LUTA para conseguir o reingresso num ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO. Luta que chegou até ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em que um juiz holandês, sendo holandesa a Comissária da Concorrência e sendo o Reino da Holanda um dos países que se beneficiam dessa PROIBIÇÃO, NÃO ADMITIU A TRÂMITE A NOSSA QUEIXA um 23-F (uma sentença favorável do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos OBRIGARIA o Reino da Espanha a implementar um ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO, readmitindo as pessoas DESPEDIDAS). Trinta anos que serviram para estaleiros navais de Ocidente e Oriente construírem barcos com MUITO FINANCIAMENTO dos respetivos governos mesmo do FMI para terem o MONOPÓLIO mundial da contratação e construção de transporte marítimo como foi o caso da Coreia do Sul. Na atualidade derivaram tudo para a China exceto os LUCROS: a quota de participação no mercado mundial da construção naval que nos corresponde junto com a de Portugal (em IDENTIDADE connosco) foi comida por coreanos, holandeses, chineses. Trinta anos de TIRANIA E PROIBIÇÃO justificam exercer o direito de REVOLTA, o direito de INSURREIÇÃO, reconhecido no Preâmbulo da Declaração dos Direitos Humanos para PREVENIR as atrocidades nazis que começaram com muito DESEMPREGO e na Constituição de Portugal, a Galiza Sul para Castelão. Daí considerarmos que a Greve Geral em Sexta-Feira, 23 de Março tem que ser para obrigar ou derrocar governos que TIRANIZAM E PROÍBEM ASTANO CONSTRUIR BARCOS. Daí que enviássemos uma carta ao Secretariado Confederal da CIG encorajando-o para sermos CAMARADAS porque assim no-lo exige a GALIZA UNIDA para a sua liberdade operária, nacional e ORTOGRÁFICA, porque são horas de implementar «proletários de todos os países, UNI-VOS!» e derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a COMEÇAR PELA QUE DIVIDE O PROLETARIADO GALEGO-PORTUGUÊS, a CIG apelando para a CGTP-IN para UNIDADE na Greve Geral; para o Dia da Classe Operária da Galiza celebrarmos em Compostela UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO NACIONAL e constituirmos a Assembleia Nacional da Galiza, pessoas, entidades e instituições, que trabalhe para a Greve Geral e para implementar a liberdade do que a lei reconhece que a Galiza é, UMA NACIONALIDADE HISTÓRICA.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

MASSACRE OPERÁRIO (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Terça-Feira, 14 de Fevereiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Ban Ki-Moon, a derrocar obrigatoriamente, marioneta para a GUERRA NUCLEAR MUNDIAL que os EUA estão a desencadear quer aplicar a lei de Lynch na Síria como a aplicaram na Líbia massacrada porque a Rússia e a China não vetaram na ONU nem a ajudaram MILITARMENTE contra a IMENSA força aero naval norte-americana que a ESMAGOU. Os nazis, graças à vitória de Teruel, atacaram, invadiram e ocuparam a entregada Áustria (...) Se os EUA esmagarem a Síria, ESMAGARÃO a Rússia e a China.
O governo grego, títere dos EUA, esboroa-se tudo porque o combate proletário lhe quebra a sua imposta deriva nacional-socialista, caminho pelo que envereda o capitalismo, cada dia mais EVIDENTE. Vejam que a dita REFORMA laboral é melhor denominada MASSACRE laboral ou massacre operário porque Rajoy e a banda facínora pretendem o DESPEDIMENTO de 5 milhões com emprego para os substituir por outros tantos sem emprego para ter DEZ MILHÕES DE ESCRAV@S que com as suas famílias podem TOTALIZAR QUARENTA MILHÕES DE ESCRAV@S, tudo antes de 31 de Dezembro de 2012, «Ano das Luzes». Utilizar-nos-ão como MODELO, ESCRAVO GALEGO, ESCRAVA GALEGA, para racistas de todas as gamas fazerem troça de NÓS.
Sete fedorentos vermes, sete, da CORRUPÇÃO, UNÂNIMES a defendem condenando ao que FINGE lutar contra ela. Porque não é só defender a CORRUPÇÃO dos da Gürtel, O FINANCIAMENTO DA FRAUDE ELEITORAL DAS VITÓRIAS DO PP, mas também a do Urdangarin e a da monarquia espanhola (os espanhóis são iguais perante a lei exceto ELES) FULCRO DA CORRUPÇÃO nomeadamente a IDEOLÓGICA: nazis em UNANIMIDADE falangista a sentenciarem em favor da IMPUNIDADE das atrocidades cometidas pelo III Reich desde 1936 em adiante contra republicanos, federalistas, socialistas e República e não julgadas e condenadas pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. Eis o FULCRO do acórdão! Temos o dever de esperar do governo de Rajoy muito PIORES coisas do que as do governo de Aznar com o seu Prestige e o seu atentado do 11 de Março de 2004 para, atribuindo-lho a ETA, TER UMA VITÓRIA NUNCA VISTA, que agora estamos a VER.
O Feijó sempre tem razão; se a possante marcha do operariado ferrolano em A Crunha a fizeram há seis anos, obrigariam o Conselheiro de Indústria, Fernando Blanco, para cumprir o compromisso eleitoral do BNG de ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO; só que se isto se der, Feijó encabeçaria uma coluna de blindados desde o Campo de Batalhões para EXTERMINAR os de «Hasta NO!» dentro do estaleiro naval. Agora encabeça o CINISMO NAZI mais exacerbado, acerado, assanhado, azedo, às ordens das PATRANHAS, do SILÊNCIO e inação do «Senhor de los Hililhos», vice-presidente do atentado do 11 de Março, e o seu governo para continuarem 30 anos de COLONIALISMO espanhol contra ASTANO. Feijó sempre tem razão, já sabem: A ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA É A SUA DERROCADA E A DO RAJOY.
ASTANO, palavra maldita, interdita, PROIBIDA, de difícil pronunciação, tanto que nem os próprios que nele trabalharam, integrados no Comité de Empresa de Navantia, a magia da palavra, e nos sindicatos, a pronunciam, porque, só isso, PRONUNCIÁ-LA, significa um PRONUNCIAMENTO em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS o qual radicalmente negam instalados na letal FANTASIA dos grandes LUCROS em I+D+i que produz a GUERRA particularmente a naval ou aero naval, ou na REPARAÇÃO de gasseiros, paquetes ou porta-contentores ou nas DIVINAS PALAVRAS do 80 % militar e 20 % civil: se militar, zero; 20 % de zero, zero! Sempre a reivindicarem e mobilizarem no que o AMO COLONIAL ordena. Nunca, e durante 30 anos, instalados na REIVINDICAÇÃO PROLETÁRIA de recuperar ASTANO PARA CONSTRUIR BARCOS como base de um Plano de Desenvolvimento para a Zona Deprimida que Ferrol é e tudo em concordância com a lei que rege a «Comunidade Autónoma de Galicia», o seu Estatuto de Autonomia. Tudo o qual é aplicável ao BNG e o UNÂNIME FINGIMENTO no Concelho de Ferrol. Porque casos como o de Samuel mostrado na TV da «reivindicativa, proletária» e subsidiada Voz de Galicia, foram milhares em ASTANO e em Ferrol durante 30 anos, sem qualquer consolo, ingressos mensais, com emigração ou com brutais agonias de morte pelo cancro de pulmão do amianto, quer dizer, o CRIME do Decreto de Reconversão Naval de Felipe González e El-Rei, IMPUNE com o silêncio CÚMPLICE ou atividade contra a luta das VÍTIMAS da Reconversão de muitos UNÂNIMES FINGIDORES.
Lembrem, o operariado ferrolano do Naval, «soqueiro», não pode se manifestar pela rua Real de A Crunha porque faz muito ruído e desperta os «sinhoritos» assustados. O dia 9 de Fevereiro de 2012 passará à história como um de intenso DIVISIONISMO calculado da mobilização operária da parte dos sindicatos, já sabem, o contrário da UNIÃO FAZ A FORÇA: manifestaram-se 5.000 do Naval em A Crunha, 3.000 do funcionariado (alguns de 666 €/mês) e não sabemos quantos dos Serviços Sociais em Compostela, no seguinte dia, em A Crunha, não sabemos quantos de Spanair e no Sábado «alegre» caravana dos de Alcoa com ERE-EEE (Expediente de Extinção de Emprego, DESPEDIMENTOS): TODO UM PRODÍGIO SINDICAL DE DESENHO MOBILIZADOR NA UNIÃO QUE FAZ A FORÇA! UNIÃO que pudemos ver em Sábado no Terreiro do Paço de Lisboa, o Terreiro do Povo, centenas de milhares sem qualquer prodígio!
Nós na confiança que nos inspira o operariado e as classes trabalhadoras galegas e não apenas, dizemos, AVANTE gestão operária do estaleiro naval de Marim, que se estenda o exemplo ao operariado das inúmeras empresas galegas submetido a EREs, AVANTE Assembleia Nacional da Galiza, AVANTE a Greve Geral em Sexta-Feira, 23 de Março de 2012 e AVANTE A INSURREIÇÃO.  
Em Ferrol, Segunda-Feira, 13 de Fevereiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL