sábado, 23 de março de 2013

CARTA A XAVIER VENCE E ÀS PESSOAS INTEGRANTES DO CONSELHO NACIONAL DO BNG enviada por e-mail em Sábado, 23 de Março de 2013


 
Caro amigo Xavier Vence:

Li com atenção o seu discurso para clausurar a XIV Assembleia Nacional do BNG. Escrevo-lhe porque julgo que a Assembleia Nacional do BNG com mais de duas mil pessoas pode, tem de se tornar a Assembleia Nacional não do BNG mas da Galiza, tem de se tornar Assembleia Nacional da Galiza com centenas de milhares mesmo milhões de pessoas MOBILIZADAS na defesa da liberdade nacional da Galiza cujo reconhecimento legal, como você sabe, é o de NACIONALIDADE HISTÓRICA, temos Estatuto de Autonomia PORQUE somos uma nacionalidade histórica, aliás, assim reconhecido na Constituição do denominado Reino da Espanha que tem assinado e ratificado, portanto integrado nas leis espanholas, o Pacto Internacional pelos Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional pelos Direitos Económicos, Sociais e Culturais que obrigam o Chefe do Estado e o governo do Reino a reconhecer e mesmo promover o exercício do direito de livre determinação da Galiza e de respeitar esse direito em concordância com as disposições da Carta dos Povos das Nações Unidas.

A NACIONALIDADE HISTÓRICA que a Galiza é, tem reconhecido nas leis internacionais e espanholas o direito de livre determinação e o seu exercício mesmo promovido pelo Reino da Espanha, de estabelecer livremente a sua condição política, o seu desenvolvimento económico, social e cultural. Para lograr os seus fins o povo galego pode dispor livremente das suas riquezas e recursos naturais embora as obrigas derivadas da cooperação económica baseada no princípio do benefício recíproco também como do direito internacional. Em caso nenhum poderá privar-se ao povo galego dos seus meios de subsistência como, desculpe-me começar por aqui, durante décadas se leva privando ao PROLETARIADO ferrolano e galego do seu próprio meio de subsistência denominado ASTANO, estaleiros navais da Ria de Ferrol em Fene aos que se lhes priva desde 30 de Junho de 1983 de CONSTRUIR BARCOS da parte dos governo europeu, espanhol e galego.

Começar por ASTANO é, para mim, INEVITÁVEL ao afirmar que o dito TRI-GOVERNO leva mais de três décadas a VIOLAR OS DIREITOS do proletariado, o povo galego e a Galiza, direitos reconhecidos nas leis espanholas e internacionais. Portanto o proletariado, o povo galego e a Galiza têm o DEVER inescusável de CONSEGUIR o cumprimento dos direitos que nos reconhecem as leis espanholas e universais. Tarefa que requer a UNIDADE da classe operária e a UNIDADE sindical, tarefa que requer a UNIÃO do povo galego e a GALIZA UNIDA. Eis donde surde a necessidade e urgência de tornar a Assembleia Nacional do BNG em Assembleia Nacional da Galiza. Por que Assembleia Nacional da Galiza e não outra denominação? Porque é democrática, assembleária, aberta, igualitária, livre, fraterna e sobretudo está em CONCORDÂNCIA com a denominação histórica com que o povo galego se dotou para organizar a sua UNIDADE e lutar pela sua liberdade nacional referenciada, como você cita, na Assembleia Nacionalista de Lugo que começa em 17 de Novembro de 1918, justo um ano depois da VITÓRIA democrática da Humanidade nos que se denominaram Dez Dias que Abalaram o Mundo, a revolução soviética, e eu não posso menos do que acrescentar a sua importância e atualidade realçando a proposta de António Vilar Ponte, assumida pela dita Assembleia, em que se formulavam princípios como os que se seguem:

1.       A liberdade e a independência de Portugal consideramo-la os galegos como a nossa mesma liberdade e independência e estaremos dispostos decote a erguermo-nos violentamente contra os que quisessem esnaquiçar aquela.

2.       Galiza considera o Português como o Galego nacionalizado e modernizado…

3.       Galiza considera que ela com Portugal forma NAÇÃO COMPLETA talhada pelo fatalismo histórico.

4.       Os nacionalistas galegos têm de acordar dirigirem-se ao governo português com o objeto de que ele na Conferência de Paz dentro da Liga das Nações se faça intérprete do nosso desejo de autonomia integral (verdadeira independência).

Mais uma vez peço desculpas pela extensão das citações só que considero um dever esclarecer e contribuir para uma mobilização viva e debatedora, combate acompanhado do inevitável debate, porque o proletariado, o povo galego e a Galiza não podem esperar, não pode ser «uma andaina de longo prazo», temos o dever de SALVAR VIDAS das pessoas a integrarem as organizações políticas, sindicais, sociais, ecologistas, feministas, do estudantado, de jovens, culturais, desportivas, vizinhais, redes sociais, religiosas, dos média, associações profissionais, empresariais, clubes de todo tipo e pessoas integrantes do povo galego, uma a uma, porque a morte, a fome, a miséria e o desemprego são um realidade e uma letal ameaça de presente e futuro imediato nomeadamente em Ferrol com cerca de duas mil pessoas despedidas dos estaleiros navais em muito pouco tempo, e quanto antes comecemos o COMBATE SOBERANISTA antes alcançaremos a SOBERANIA que salva vidas das pessoas mais vulneráveis, cerca ou mais de 300.000 pessoas galegas desempregadas e emigradas, submetidas de repente a uma brutal e letal CARÊNCIA.

Veja que é uma questão de EMERGÊNCIA das pessoas a integrarem o povo galego, é uma questão de EMERGÊNCIA NACIONAL, portanto é urgente o BNG PUBLICAMENTE marcar uma reunião em regímem de auto convocatória, sem excluir ninguém, para pessoas, entidades e instituições (concelhos, deputações…) para constituirmos a Assembleia Nacional da Galiza baseada em mobilizar para conseguir exercer os direitos que  nos reconhecem as leis espanholas e internacionais. Veja que ninguém se pode negar a defender o cumprimento da lei sob pena de ficar à margem e contra o povo galego. Se o PSdeG-PSOE ou EU assumirem o dito, exclui-los-emos por serem de obediência de Madrid? Não assumiu o PS da Catalunha a defesa do direito a decidir do povo catalão?

Veja que é uma EMERGÊNCIA maior da que a da maré negra do Prestige que levou o BNG a anunciar uma reunião em Compostela em regímem de auto convocatória para pessoas, entidades e instituições em 21 de Novembro de 2002 em que tive a honra de participar representando a Comissão para a Reunificação Nacional da Galiza e Portugal, para constituirmos a Plataforma Cidadã «Nunca Mais» e lograr a maior mobilização da história recente da Galiza em 1 de Dezembro de 2002.

Lembre que a Comissão para Estudar a Reforma do Estatuto de Autonomia, durante o governo do BNG-PSdeG-PSOE, citou mais dum cento de pessoas e entidades galegas das que a IMENSA maioria se pronunciaram PUBLICAMENTE em favor da autodeterminação da Galiza sem que houvesse a iniciativa de as UNIR, organizar e mobilizar para vencer a resistência do PP e não apenas.

Repare que a Plataforma Cidadã «Querermos Galego» foi capaz de encher a Praça do Obradoiro com pessoas a defendererem a nossa língua contra o RACISMO do PP até que em 5 de Fevereiro de 2011 assinaram Guilherme Vazquez, Afonso Rueda e os três sindicatos maioritários aquele manifesto e tudo foi esboroado exceto o governo do PP.

Veja que não estamos sós, que a iniciativa que tiveram junto com Amaiur e ERC no Parlamento espanhol de apresentar uma Proposição de Lei em favor do exercício do direito de livre determinação da Galiza, a Catalunha e Euskal Herria acompanha e enche de contido e razão a constituição da Assembleia Nacional da Galiza. O contido da Proposição de Lei está em concordância com o que nós estamos a URGIR sabendo que o BNG não é tudo mas é muito.

Considere que não estamos sós, acompanham-nos todos os países que usam a nossa língua e as suas variantes, oito repúblicas soberanas e de recente independência que constituíram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, repúblicas e CPLP experientes em soberania, livre determinação e independência, tendo que realçar o trabalho da CPLP em favor da autodeterminação do Timor Leste que determinou a sua independência. Tudo esse trabalho em favor do Timor Leste da CPLP, desde a sua criação em Julho de 1996, foi acompanhado por nós e através de nós a CPLP reconhecia os direitos nacionais da Galiza até que um ataque combinado dos governos de Aznar e Fraga esteve a ponto de REBENTAR A CPLP pelo perigo que representávamos não apenas nós mas a Galiza e os seus imprescritíveis direitos nacionais.

Que não estamos sós, nós podemos afirmar depois do trabalho que estivemos a fazer em Genebra os anos 2004 e 2006, acreditados por diferentes organizações, Associação Americana de Juristas e FSM, na ONU em favor da soberania, livre determinação e independência da Galiza.

Estabeleça a proporcionalidade pertinente entre a mobilização promovida pela Assemblea Nacional Catalana em 11 de Setembro de 2012 e a capacidade de mobilização do povo galego através da constituição da Assembleia Nacional da Galiza, com certeza mais humilde. Já sabe que os humildes não temos nem autoconfiança nem, e sobretudo, autofinança. Qualquer pessoa desempregada ou pensionista teria muitas dificuldades ou não poderia pagar os quarenta Euros que a Assembleia Nacional Catalana estabelece para ter direito ao voto.

A luta das classes existe, com certeza e podemos afirmar que foi a luta do proletariado mundial particularmente a aliança obreira-campesina-soldados-marinheiros a meio da INSURREIÇÃO que determinou Vladimir Illich Ulianov, Lenine e Iosif Dzhugaskvili, Estaline DECRETAREM o direito dos povos da Rússia à livre autodeterminação até à sua separação e constituição de estados independentes. A meio de uma INSURREIÇÃO e não de uma MAIORIA eleitoral, aliás, impossível na Galiza sem ACABAR COM A FRAUDE ELEITORAL DO PP.

Direito de INSURREIÇÃO reconhecido à Galiza e aos povos no preâmbulo da Carta dos Povos das Nações Unidas também como no artigo 7.3 da Constituição da República portuguesa: Portugal reconhece o direito dos povos (à Galiza) à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento bem como à INSURREIÇÃO contra todas as formas de opressão.

Esse direito de REBELIÃO, DE REVOLTA, do povo galego, o seu exercício não é, nem pode ser espontâneo, «até que a gente se rebele», a gente está REBELADA, só que o povo galego precisa VER, OUVIR, SENTIR, CHEIRAR o seu Estado Maior UNIDO E DETERMINADO que o conduza para a VITÓRIA e isso só pode ser com a Assembleia Nacional da Galiza, livre de estilos, modais e talantes próprios de fascistas ou nazis, impróprios no nosso campo, que nós levamos anos e no presente a sofrer, vexame, humilhação, ameaças, mesmo violência, que cumpre ERRADICAR.

Numa palavra, assuma, assumam, este repto da Assembleia Nacional da Galiza com coragem. MARQUEM REUNIÃO. MARQUEM REUNIÃO NO SEQUESTRADO PARLAMENTO GALEGO. Nós encorajamos e urgimos com a sabedoria das classes trabalhadoras galegas: «TRABALHO FEITO NÃO TEM PRESSA».

Com os melhores cumprimentos

segunda-feira, 11 de março de 2013

DIA DA CLASSE OPERÁRIA DA GALIZA 2013 (distribuídas 600 folhas às 11h30-12h30 do Domingo, 3 de Março de 2013 nas duas manifestações)



Este 10 de Março em que comemoramos a INSURREIÇÃO operária de Ferrol que alastra ao proletariado de Vigo e a toda a Galiza, insurreição que esteve a ponto de ser ARMADA (faltam investigadores que contem os movimentos quartelários ordenados por Carrero Blanco e o basco coronel São Martim, cujos arquivos permanecem SECRETOS a dia de hoje, e o confronto de posições a respeito havidas dentro das clandestinas e UNITÁRIAS Comissões Obreiras), insurreição que teve um forte impacte em Portugal desde onde viera o AMOR E A SOLIDARIEDADE da Zélia e o Zeca Afonso a cantar em Compostela, em 10 de Maio de 1972, o Grândola, Vila Morena, este 10 de Março em que comemoramos tanta coisa, significa-se pela jornada de luta convocada pela Confederação Europeia de Sindicatos. A primeira vez na história em que esta nossa comemoração atinge nível europeu, numa Europa emprenhada de INSURREIÇÃO, com sintomas tão encorajantes como as manifestações dos militares em Portugal que estão a proclamar uma e outra vez a necessidade e urgência de uma outra Revolução dos Cravos, de um novo 25 de Abril não apenas para Portugal mas para a Europa TODA.

Neste 10 de Março de 2013, quatro décadas depois dos assassinatos a sangue fria de Amador e Daniel e do metralhamento INDISCRIMINADO da manifestação operária da Bazan com dezenas de VÍTIMAS, estes CRIMES da Polícia Nacional e dos que lhes deram as ORDENS permanecem IMPUNES simplesmente porque nem partidos nem sindicatos, TODOS, têm qualquer interesse em esclarecer os factos, tudo o contrário. Nós levamos reivindicando agir para, como em Gasteiz-Vitória ou no dito Domingo Sangrento na Irlanda, em Ferrol se esclareça o acontecido para acabar com a IMPUNIDADE DOS CRIMES FRANQUISTAS.

A recente assembleia em Almada, perto da ruída LISNAVE, de quinhentos militares, praças, sargentos, oficiais, almirantes e generais, na reserva e em ativo, e o apoio à Revolução, «se houver condições», e para que as haja, torna imperioso o trabalho em Ferrol com os militares nomeadamente soldad@s e marinheir@s para a causa da DEMOCRACIA, para a causa da INSURREIÇÃO, para estarem do lado do proletariado e do campesinado galego nesta GUERRA DE EXTERMÍNIO contra nós e contra a Galiza que estão a perpetrar os «quatro milionários norte-americanos» através de Olli Rehn-Goldman Sachs, Durão Barroso-Bush, TODA a Comissão Europeia e o Partido Popular do Rajoy-Feijó. GUERRA DE EXTERMÍNIO tão acentuada como o facto de perdermos população ou o facto de TRIPLICAREM as pessoas desempregadas desde 2008 até hoje: mulheres e homens galegos CONDENADOS À MORTE por fome e inanição. GUERRA DE EXTERMÍNIO praticada contra o proletariado e o povo galego por Olli Rehn-Rajoy-Feijó em que cada segundo que se passa tomam medidas mais e mais LETAIS contra nós portanto quanto antes os derroquemos, antes EVITAREMOS os danos com resultado de morte aos que, sem piedade, nos submetem.

Nós estamos a falar claramente de o proletariado e o povo galego TOMAREM O PODER com a derrocada do Feijó e seus LADRAS, tomarem o poder para GOVERNAR a Galiza, proletariado e povo galego representados por Comités de Empresa (Conferência Nacional de Comités de Empresa JÁ!), sindicatos, cooperativas, sindicatos e organizações campesinas, Confrarias e sindicatos de pescadores, associações da vizinhança, sindicatos e organizações de soldad@s e marinheir@s, representações das paróquias e comarcas, concelhos, quer dizer, pessoas, entidades e instituições, TUDO organizado EM CONFERÊNCIA DEMOCRÁTICA que criaria a Assembleia Nacional da Galiza para a INSURREIÇÃO.                                              
Em Ferrol, Domingo, 10 de Março de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

DIA INTERNACIONAL DA MULHER PROLETÁRIA 2013 (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Sexta-Feira, 8 de Março de 2013 na porta da Bazan, rua Taxonera)


Rosalia de Castro escreveu em Compostela em 30 de Março de 1880: «sentimo-nos inferiores àquelas obscuras e valorosas heroínas, as nossas mulheres, as dos nossos aldeões e marinheiros arrebatados pela emigração e El-Rei, que vivem e morrem levando a cabo feitos maravilhosos por sempre ignorados, cheios de milagres de amor e de abismos de perdão. Histórias dignas de ser cantadas por poetas com forças maiores do que as minhas. Quere-as maiores quem haja de cantar-nos tão singela como dolorosa EPOPEIA. Eis o que eu desejo: agarimo para quem sofre e ama esta querida terra da Galiza». Em Folhas Novas, o amor de Rosália de Castro pelas mulheres proletárias galegas, em nossa opinião, tem valor UNIVERSAL E IMORTAL e nós queremos resgatar neste 8 de Março o seu sentimento; também o seu pensamento: Rosália-Murguia-Pondal defendiam a UNIÃO nacional da Galiza e Portugal.

Levamos três anos tentando realçar o CONTUNDENTE caráter de classe e de COMBATE da comemoração, o caráter marxista e proletário da sua origem na II Internacional que propugnava junto com a III Internacional criada por Lenine uma GALEGO-PORTUGUESA República Socialista. Tentamos realçar que o objetivo da comemoração é ENCORAJAR a luta exclusiva das mulheres PROLETÁRIAS E UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO.

A quatro anos de se cumprir um século da grandiosa manifestação de MULHERES PROLETÁRIAS em 1917 que precedeu à tomada do Palácio de Inverno (Hermitage) em São Petersburgo e inaugurou o Socialismo na União de Repúblicas Socialistas Soviéticas e no mundo, pensamos que este 8 de Março tem que servir para proclamar que a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA ao Capitalismo, com as suas guerras mesmo nucleares de genocídio da população CIVIL (mulheres, crianças e idosos) e ESPOLIAÇÃO, é o SOCIALISMO COM LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE, PAZ, AMOR E SOLIDARIEDADE.

Esta comemoração tem que servir para URGIR UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO. Pensamos que desde o feminismo proletário, desde a organização de mulheres dos sindicatos, o COMBATE ao feminismo BURGUÊS é uma condição sem a qual UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO não será possível. Ficará a DIVISÃO proletária que o Capitalismo promove como arma ESTRATÉGICA permanente e acentuada para se perpetuar e EVITAR O SOCIALISMO. O feminismo burguês que tem nome e apelidos, o promovido pelas mulheres do PSOE e não apenas, chegou até extremos inauditos como o da Carmo Chacón e o seu feminismo de canhoneira e Viva Espanha! A sua perniciosa influência foi tão intensa e grave entre o feminismo proletário que este abandonou a luta em favor do aborto LIVRE E GRATUITO nos Hospitais públicos para destacadas feministas criarem clínicas PRIVADAS DE PAGO para mulheres burguesas de tal maneira que durante décadas e ainda hoje É IMPOSSÍVEL para milhões de mulheres exercerem o seu direito RECONHECIDO NA LEI para abortarem em Hospitais públicos. Um notável exemplo dentre muitos outros é o Hospital Arquiteto Marcide onde NUNCA uma mulher pode abortar porque uma banda de delinquentes a integrar o Serviço de Ginecologia estão a VIOLAR o direito legal de cerca de cem mil mulheres da Área Sanitária de Ferrol com a singularidade de que um dos notáveis da CIG, o ginecólogo Ferro, é um dos integrantes da banda sem que nem BNG, nem CIG, nem organização de mulheres, nem qualquer outra reajam contra isto. As mulheres da CIG têm de expulsar o ginecólogo Ferro!

Nós reivindicamos EMPREGO para as mulheres. Reivindicamos e EXIGIMOS do governo de Feijó financiamento para um Plano de Desenvolvimento da Zona Deprimida de Ferrol baseado em recuperar ASTANO CONSTRUIR BARCOS, em que a METADE dos postos de trabalho que se criassem FOSSEM PARA MULHERES PROLETÁRIAS. Eis como nós entendemos e defendemos a PARIDADE e as QUOTAS, começar pela DEMOCRACIA ECONÓMICA para as mulheres proletárias: UM EMPREGO.

Consideramos que este 8 de Março tem de ser para a tomada do Parlamento e governar o povo galego desde o seu direito a decidir, mulheres e homens, igualdade, erradicar a letal violência contra as mulheres: abolir a prostituição. Decidir que a Galiza não pode perder população, somos menos que em 2008, devido à GUERRA DE EXTERMÍNIO que nos está a fazer o PP ao que urge derrocar, daí apelarmos para «Proletárias de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a começar pela fronteira que DIVIDE as proletárias galegas e portuguesas: UNIR FORÇAS EM FAVOR DO SOCIALISMO na Galiza e Portugal, na Europa e no Mundo para INSURREIÇÃO.      
Em Ferrol, Sexta-Feira, 8 de Março de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PROPOMOS ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (distribídas 1000 folhas às 12h00 do Domingo, 3 de Março de 2013 em Compostela na manifestação soberanista convocada por 14 organizações)


Aquando estamos a propor criarmos a Assembleia Nacional da Galiza, julgamos estar em concordância com a tradição democrática e de luta do proletariado, do povo galego e da Galiza pela sua liberdade NACIONAL. Desde a Assembleia Nacionalista de Lugo iniciada em 17 de Novembro de 1918, a um ano do remate dos DEZ DIAS que abalaram o mundo, a revolução soviética, as diferentes assembleias durante a República espanhola (1931-36) e as duas experiências mais recentes a dita Plataforma Cidadã «Nunca Mais», onde o cheiro ao alcatrão tornou a palavra «assembleia» em «plataforma» e a Plataforma «Queremos Galego», onde foi imposto o pagamento de uma quota que excluía pobres estabelecendo mais votos para as entidades que tiverem mais dinheiro, o princípio foi a UNIÃO do povo galego, a GALIZA UNIDA para a luta. Lograva-se a UNIÃO, organizavam-se pessoas (qualquer pessoa), entidades (qualquer organização, associação) e entidades (concelhos, deputações). Esta UNIÃO, a GALIZA UNIDA em 21 de Novembro de 2002 foi a alavanca da resposta combativa do povo galego em 1 de Dezembro de 2002 que dou a volta ao mundo e mudou o RACISTA conceito que se tinha e se tem, ainda hoje, de nós, perpetuado em «gallegos en la escalera» de El País de Jurjo Lobato.

Proletariado e povo galego, classes trabalhadoras galegas e mesmo burguesia que estão a sofrer uma GUERRA DE EXTERMÍNIO como nunca nestas últimas décadas; o segmento do capital financeiro mundial e europeu mais nacional-socialista, racista, chauvinista tem à Galiza como alvo, singular alvo, numa GUERRA DE EXTERMÍNIO contra o proletariado mundial e os povos TODOS, UMA GUERRA DE EXTERMÍNIO MUNDIAL E NUCLEAR.

Nesta horrorosa expectativa, lograrmos a GALIZA UNIDA na Assembleia Nacional da Galiza não é só possível, necessário e urgente, a sua criação será uma possante alavanca para, a meio da mobilização, atingir a sua liberdade nacional, a independência para governar os seus recursos financeiros e energéticos, a riqueza produzida pelo trabalho proletário, os seus recursos naturais, num quadro onde é o proletariado o que tem mais interesse objetivo na existência das empresas do que os seus proprietários, os amos, os patrões, a sabotarem a produção e as suas próprias empresas ajudados pelos governos do PP. Contribuirá para EVITAR A GUERRA MUNDIAL NUCLEAR na medida em que, com o proletariado mundial e os povos das nações UNIDAS, derrotemos os «quatro milionários norte-americanos» representados pelo Bush com a Bíblia e o Corão numa mão e um míssil nuclear na outra; contribuirá, como o povo galego, virando-lhe as costas ao Papa hitleriano, «desolada Compostela», contribuiu para a histórica derrota da Monarquia Vaticana, suportada e financiada por Mussolini, Hitler e a CIA. Para isso contribuímos alguns e algumas com o nosso humilde combate. Combate proclamado há 95 anos em Lugo, em Assembleia em que ser nacionalista significava estar dispostos a pegar em armas para defender a Independência de Portugal como se fosse a nossa própria Independência. Combate, luta que continua, como aconteceu ontem na Galiza Sul, militares incluídos, e acontecerá no Dia da Classe Operária da Galiza Norte em que nos mobilizaremos as duas Galizas UNIDAS e com toda a Europa unidas. Apenas nos resta dar os parabéns às entidades convocantes desta manifestação e apelar para constituirmos a Assembleia Nacional da Galiza seguindo o modelo de «Nunca Mais» para a defesa mobilizadora do direito a decidir do proletariado e o povo galego, da nacionalidade histórica. Nós desde a nossa pouquidade contribuímos e contribuiremos para o socialismo e a liberdade nacional da Galiza a meio da INSURREIÇÃO. Em Compostela, Domingo, 3 de Março de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

GRÂNDOLA VILA INSURRECTA (distribuídas 800 folhas às 11h30 do Sábado, 22 de Fevereiro em a Crunha na manifestação das preferentes e 1200 às 12h00 do Domingo, 24 de Fevereiro de 2013 em Ferrol na manifestação de Navantia)



Terra da Fraternidade, o povo é quem mais ordena. O que ORDENA o povo? O povo ordena INSURREIÇÃO. O povo ordena UNIDADE. O povo ordena UNIDADE política da dita oposição contra os delinquentes organizados no PP para ROUBAR dinheiro, votos, vontade popular e soberania nacional da Galiza. O povo ordena UNIDADE sindical. O povo ordena UNIDADE da classe obreira. O povo galego ordena UNIDADE DA GALIZA, ordena a GALIZA UNIDA porque jamais será vencida. O povo galego ordena Assembleia Nacional da Galiza, a GALIZA UNIDA. O povo galego ordena UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA. O povo galego ordena uma República da Galiza e Portugal.

Utopias? Bons desejos? Não! A ordem de INSURREIÇÃO já foi dada desde a Assembleia da nossa República da Galiza Sul, onde, o mesmo que na madrugada do 25 de Abril de 1974, o canto do Zeca Afonso, Grândola Vila Morena, foi a ordem para começar a INSURREIÇÃO que acabou com a ditadura salazarista, primeiro, e a franquista depois, hoje restauradas...

A ordem de INSURREIÇÃO já foi dada, e foi dada para TODA a Europa onde, país a país, a situação das classes trabalhadoras é de uma HOMOGENEIDADE que mesmo surpreende, surpresa boba, porque, HOMOGÉNEO, o Estado Maior dos Capitalistas Financeiros Europeus e Mundiais está determinado e unido para desenvolver uma GUERRA DE EXTERMÍNIO contra o proletariado e as massas trabalhadoras superior à que desenvolveram os nazistas alemães desde a sua FRAUDULENTA chegada ao poder em 1933 até que foram derrotados pelo proletariado mundial encabeçado pelo proletariado soviético organizado em Exército Vermelho, uma guerra superior, uma GUERRA DE EXTERMÍNIO NUCLEAR!

Ordem de INSURREIÇÃO, o canto de Grândola Vila INSURRECTA, que está a percorrer Portugal que chega até nós e a TODA a Europa e que se concretará na MOBILIZAÇÃO convocada na Galiza Sul, em Portugal em Sábado, 2 de Março.

As utopias e os bons desejos para a Galiza concretaram-se na Proposição de Lei em favor do direito de Autodeterminação apresentada no Congresso espanhol por Amaiur, BNG e Esquerda Republicana da Catalunha, um exemplo de UNIDADE política e de COMBATE UNIDO das três nações que tem de se estender para o operariado, que tem de se ampliar para Canárias e sobretudo para Portugal e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa quer queira Aznar e Durão quer não! O BNG e não apenas não podem continuar a desobedecer a histórica ordem do povo galego: recavar de Portugal e da CPLP um PLANO POLÍTICO para UNIR as duas Galizas deslocadas, como dissera Castelão, para UNIR a Galiza com Portugal. Utopias, bons desejos? Não! O que é utopia e bom desejo é pretender CONSTRUIR BARCOS sem a derrocada dos delinquentes e ladrões que nos desgovernam. Não é utopia nem bom desejo todas as pessoas contribuirmos à derrocada, podemos e devemos, simplesmente EXIGINDO das dirigências políticas e sindicais ditas da oposição UNIDADE, PLANO INSURRECIONAL E INSURREIÇÃO.                                         
Em Ferrol, Domingo, 24 de Fevereiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

VIDA É INSURREIÇÃO (distribuídas 300 folhas ás 13h30-14h20 da Sexta-Feira, 1 de Fevereiro de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


Escrevia angustiado Vladimir Ulianov umas horas antes do começo dos DEZ DIAS QUE ABALARAM O MUNDO (7-17 de Novembro de 1917) «É claro como a luz do dia que HOJE adiar a INSURREIÇÃO É A MORTE… É preciso a qualquer preço PRENDER O GOVERNO, esta tarde, esta noite... para tomar o poder qualquer instituição que só entregará o poder aos autênticos representantes dos interesses do povo (PAZ, terra...) dos interesses dos esfomeados... Aguardar a votação incerta do 7 de Novembro seria perder tudo... O POVO TEM O DIREITO E O DEVER de mostrar, ensinar o caminho aos seus representantes mesmo aos seus melhores representantes sem se deter a esperar por eles... O governo vacila, duvida. Há que o acabar custe o que custar! Adiar a ação é a MORTE».

Escrevemos angustiados nós, como escrevemos na tarde do 11 de Março de 2004, que é claro como a luz do dia que HOJE adiar a INSURREIÇÃO É A MORTE.

É preciso a qualquer preço PRENDER O RAJOY E OS SEUS GOVERNOS, esta tarde, esta noite, para tomar o poder qualquer ASSEMBLEIA proletária e popular (ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA) que só entregará o poder aos autênticos representantes dos interesses do povo (PAZ, emprego, salário, vivenda, saúde, ensino), dos interesses dos esfomeados, dos interesses dos povos, do direito a DECIDIR do povo galego, basco, canário, catalão. Esperar a que Rajoy se demita e convoque novas eleições É PERDER TUDO. O povo galego, os povos têm o DIREITO E O DEVER de marcar o caminho dos representantes políticos e sindicais TODOS mesmo dos MELHORES representantes que não estão a UTILIZAR OS MÉDIA PARA APELAR À INSURREIÇÃO, para que milhões e milhões de pessoas TOMEM as ruas, os concelhos, as deputações, os parlamentos e os centros de poder militar, arsenais, quartéis, GC, PN.

Rajoy e os seus governos, delinquentes organizados no PP para ROUBAR, se enriquecer pessoalmente e o partido para FINANCIAMENTO DA FRAUDE ELEITORAL que os mantém no poder, vacilam, duvidam, estão feridos de morte. MAS HÁ QUE OS ACABAR CUSTE O QUE CUSTAR. Adiar a açaõ é a MORTE. A VIDA É A INSURREIÇÃO.                       
Em Ferrol, Sexta-Feira, 1 de Fevereiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PLANO MARSHALL? NÃO, PLANO INSURRECIONAL! (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Terça-Feira, 29 de Janeiro de 2013 na porta da Bazan, rua Taxonera )


Plano Vladimir Ulianov, Plano para Abalar o Mundo em Dez Dias, Plano para Abalar a União Europeia de Capitalistas, Plano para Abalar o Capitalismo Financeiro, Plano para Encarcerar os Capitalistas Financeiros, Plano para Acabar com a Delinquência de Estado, Plano para a Derrocada dos Governos CAPITALISTAS, Plano para INSTAURAR A DEMOCRACIA PROLETÁRIA MUNDIAL, Plano para INSTAURAR O SOCIALISMO NO MUNDO.

Plano Marshall NÃO! Porque foi o Plano de Truman para evitar uma Europa SOCIALISTA e uma Norte-América SOCIALISTA e um mundo SOCIALISTA, Plano acompanhado das Little Boy e Little Girl, as duas bombas atómicas norte-americanas sobre Hiroxima e Nagasáqui que estabelecera o terror e a hegemonia mundial dos continuadores do nacional-socialismo hitleriano, os EUA, até ao dia de hoje.

Plano Marshall-Truman NÃO! Porque foi um Plano imperialista de primeira magnitude, porque os LUCROS DOS EUA foram em 1951 talvez superiores aos 119 bilhões de $ e se quantificarmos até 2013 o número seria DISPARATADO.

Plano Marshall-Truman NÃO! Porque foi PREMIAR as atrocidades cometidas pela Alemanha desde 1939 até 1945, as atrocidades cometidas pelo tripé, Itália, Japão, Alemanha durante mais de duas décadas para ELIMINAR O SOCIALISMO no mundo, a DEMOCRACIA do proletariado e as suas repúblicas, a República dita espanhola e sobretudo a União de Repúblicas Socialistas da aliança obreira, campesina e de soldados e marinheiros, democraticamente organizados em Sovietes.

Porque foi premiar os derrotados capitalistas colaboradores do nazismo hitleriano da Alemanha, Áustria, Bélgica, Luxemburgo, Dinamarca, França, Grécia, Irlanda, Islândia, Itália e Trieste, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia, Suíça e Turquia.

Plano Marshall-Truman NÃO! «Porque com a devastação provocada pela guerra a Europa enfrentava cada vez mais manifestações de contestação dos governos constituídos, daí que os EUA analisaram a crise europeia e concluíram que punha em risco o FUTURO DO CAPITALISMO e a própria existência dos EUA dando espaço para a expansão COMUNISTA». Eis como Wikipédia escreve a respeito!

Que os lugar-tenentes europeus do CAPITALISMO encabeçados pelo Tojo defendam um Plano Marshall-Truman conluiados com os Comissários europeus, demonstra, mais uma vez, o seu caráter de classe, a quem estão a defender estes indivíduos, defendem o CAPITALISMO FINANCEIRO E AS SUAS GUERRAS IMPERIALISTAS MUNDIAIS, na atualidade, GUERRA MUNDIAL NUCLEAR.

Os lugar-tenentes da classe capitalista não defendem nem aplicam o Plano Vladimir Ulianov, o Plano INSURRECIONAL que derroca os capitalistas financeiros e os seus governos, que evita A GUERRA MUNDIAL NUCLEAR e que traz a PAZ, A DEMOCRACIA, trabalho, terra, segurança, bem-estar, saúde, vida e FELICIDADE para as massas trabalhadoras.

Os lugar-tenentes da classe capitalista na atualidade estão a cometer, como cometeram os que os precederam antes da primeira e antes da segunda guerra mundial, o crime de planejar a guerra, o crime contra a paz, o crime de guerra e o crime contra a Humanidade, apoiando a preparação dos seus amos capitalistas da GUERRA MUNDIAL NUCLEAR.

A solução é DERROTÁ-LOS e nós podemos contribuir para a sua DERROTA, a dos lugar-tenentes e a dos capitalistas, assaltando e tomando o Parlamento Galego sequestrado, como a soberania popular da Galiza, pelo fascismo do PP para desde ali proclamar o poder proletário e a INSURREIÇÃO. 
Em Ferrol, Terça-Feira, 29 de Janeiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

QUEREMOS GALEGO? (distribuídas 1000 folhas às 12h00 do Domingo, 27 de Janeiro de 2013 na manifestação de Queremos Galego em Compostela)


Queremos Galego? Seguro? Estamos certos? Temos certeza? Nós achamos que não. Nós pensamos que uma imensa massa de pessoas do dito campo nacionalista, nomeadamente os seus dirigentes, estão ACOMODADAS nessa miséria de fala produto da mordaça sonora que é o espanhol para as pessoas galegas e que nos atrapalha no cérebro a capacidade de pensar e no aparelho fonador a de nos exprimir em galego com a correta fonética, tão diferente do espanhol e tão próxima do português. Grandes áreas geográficas e demográficas da Galiza continuam a utilizar os sibilantes, fonemas para os que a ORTOGRAFIA espanhola, de tão profusa utilização na Galiza, não tem qualquer representação: milhões de pessoas submetidas ao racismo mais abjeto mesmo interior, às que se lhes PROÍBE com todo rigor a sua portuguesa fala mesmo fazendo troça dela.

Continuamos submetidos ao ANALFABETISMO na nossa própria língua e cultura IMPOSTO pelos poderes políticos e económicos espanhóis sem fazermos a resistência FUNDAMENTAL, básica, a que o espanhol não pode DERROTAR: ALFABETIZAR-NOS sem qualquer escusa e ALFABETIZAR o povo galego seguindo a sábia prática de Castelão, um dos mais distintos professores do Instituto de Estudos Galegos, que em 1931 dava em Compostela cursos de português porque a similitude entre os idiomas da Galiza e Portugal É PERFEITA.

Assim pensava e agia Castelão e o Instituto de Estudos Galegos em 1931; hoje, 81 anos depois, uma reivindicação democrática elementar de qualquer programa político libertador de qualquer povo COLONIZADO, a ALFABETIZAÇÃO na sua própria língua e cultura, não figura nos programas nem é praxe habitual e permanente de qualquer dos muitos partidos e, sobretudo, sindicatos que afirmam defender a liberdade nacional da Galiza, com abandonos fora do campo linguístico, tão de destaque como os da CIG e SLG na Aliança Social Galega, A SOGA da Galiza, que NEGA E PROÍBE defender o direito a decidir do povo galego.

Consideramos que a Lei de Normalização Linguística e sobretudo o Decreto de Normativização da Língua Galega assinado por Fernández Albor, presidente da Junta e Felgueira Valverde, Conselheiro, adjunto ao Presidente, para a Cultura, em Novembro de 1982, Decreto baseado no Acordo da Real Academia Galega com o Instituto da Língua Galega denominado «Normas ORTOGRÁFICAS e Morfológicas do Idioma Galego» de 3 de Julho de 1982, a dezassete meses do golpe fascista de Tejero, PROIBIU a nossa secular ORTOGRAFIA e contribuiu decisivamente para o ANALFABETISMO do povo galego na sua própria língua e cultura DERROTANDO até ao dia de hoje a proposta de Ricardo Carvalho Calero de chegarmos ao português.

O submetimento a essas aniquiladoras leis, o «possibilismo» e sobretudo o abandono da resistência fundamental, a ALFABETIZAÇÃO, foram demolidores. Também achamos que devemos acrescentar a INAUDITA DIVISÃO no Português na Galiza como outro dos elementos decisivos para o atual estado de coisas em que nos sumiu o racismo nazi do Feijó.

Em qualquer caso, TRINTA ANOS DEPOIS, podemos afirmar que os avanços quanto a assumir na prática a IDENTIDADE do galego e o português foram muito grandes nas últimas décadas embora INSUFICIENTES, devido à falta de UNIÃO NO PORTUGUÊS NA GALIZA e ao rejeitamento do trabalho POLÍTICO quer na República portuguesa quer na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Nós proclamamos que arranjadas as INSUFICIÊNCIAS, é nossa e da Galiza, a VITÓRIA. 
Compostela, Domingo, 27 de Janeiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CAPITALISMO É CORRUPÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Sexta-Feira, 25 de Janeiro de 2013 na porta da Bazan, rua Taxonera)


Segundo a SER mais de trinta milhões de pessoas submetidas ao Reino da Espanha pensam que os vinte e dois milhões de Euros da secreta conta suíça do que fora TESOUREIRO do PP, Sr. Bárcenas, tem a ver com o financiamento ILEGAL do partido (comparemos os vinte e dois milhões com os cinquenta mil ou mais Euros que o da Fundação IDEAS presidida por Caldera do PSOE, recebeu FRAUDULENTAMENTE).

O PP leva financiando-se FRAUDULENTAMENTE décadas e sempre chama a atenção que nos média espanhóis, pensemos em Pepa Bueno, se denuncie a CORRUPÇÃO por toda a parte exceto no seu cerne: a do PP na Galiza. O partido MAIS HONESTO, proclama Feijó no entanto na Galiza sabemos, sábios galegos, que o financiamento primeiro e primitivo do partido do defunto Fraga foi o do NARCOTRÁFICO com Feijó de Conselheiro sucessor de Cuinha; lembrem os alcaides narcotraficantes do PP que como o de Riba-de-Umia subiam rio acima com a sua «planeadora» cheia, atracavam e iam para o Concelho; lembrem como, aquando a opinião pública galega se revirou contra eles e contra os juízes que lhes garantiam IMPUNIDADE a uns e a outros, aos narcotraficantes e às hostes de Fraga, saíram do PP, organizaram candidaturas independentes e continuaram traficando com drogas mesmo desde os Concelhos que governaram. Governavam tudo junto com juízes e Guarda Civil (lembrem o quartel da Guarda Civil da Ponte de Eume, todos presos por traficar com drogas, desde o Comandante até ao último número). Governaram Concelhos, Deputações como a da Ponte Vedra com Rajoy à cabeça, Junta da Galiza, o narcotráfico, o proxenetismo, os mini-campos de concentração onde se escraviza as mulheres para as prostituir, os clãs ciganos, a trata de brancas, a trata negreira até chegarem a governar o Reino da Espanha, depois do IMPUNE tesoureiro do PP, Sr. Naseiro, a financiar o partido com o narcotráfico e diferentes tráficos como os do tesoureiro Romay Beccaria porventura de órgãos.

Os média espanhóis têm um particular e assanhado racismo contra a Galiza que se manifesta na hermética CENSURA à que interesseiramente nos submetem para favorecer o franquismo do PP e adláteres. Simplesmente lendo os volumosos informes do Conselho de Contas galego, podiam contar a CORRUPÇÃO sem qualquer limite dos sucessivos governos de Fraga onde o seu sucessor, Sr. Feijó, teve uma destacada atividade para o seu enriquecimento pessoal, o do partido e «amigotes». A CORRUPÇÃO IMPUNE da Cidade da Cultura multiplica por dez o número de Euros com os que Mata se enriqueceu a conta do seu velódromo. DA CORRUPÇÃO POLÍTICA IMPUNE de muitos do PP  e do partido na sua TOTALIDADE não se fala... Vejam o delinquente que foi alcaide de Ares ceivo como qualquer cão ou o que colocara nas listagens do PP no País Basco à vizinhança do seu município sem o conhecimento e consentimento dessas pessoas e assim por diante sem que espanhóis, bascos, catalães, etc. se queiram inteirar de que existimos e de que tudo o que nos fazem a nós depois lho implementam a eles.

Em qualquer caso, TRINTA MILHÕES de pensamentos tornados AÇÃO determinam a queda IMEDIATA do PP e adláteres, «se tema» ou não o Tojo, então agir de IMEDIATO é o que cumpre, o que faz falta, dar o poder à malta, na Galiza e Portugal, com UNIDADE E INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Sexta-Feira, 25 de Janeiro de 2013
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

UNIDADE E INSURREIÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Terça-Feira, 22 de Janeiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)



Que faz falta a mais ampla UNIDADE do operariado e das classes trabalhadoras é um CLAMOR. A mais ampla UNIDADE dos povos e as nações submetidas pelo Rei da Espanha é uma histórica necessidade para a sua liberdade nacional.

A urgência da UNIDADE dos sindicatos e dos partidos políticos ditos da oposição para a derrocada dos governos delinquentes do PP é reclamada até desde os média do sistema.

Porque o que faz falta é a derrocada dos governos do PP e da monarquia. E a sua derrocada precisa de INSURREIÇÃO, precisa da mais ampla UNIDADE para garantir o êxito da INSURREIÇÃO.

E a chave do êxito precisa da INSURREIÇÃO interna das bases dos sindicatos e partidos que obrigue a dirigência a cumprir o seu dever de defesa do operariado e da cidadania, de defesa da DEMOCRACIA face um minoritário grupo de envalentonados delinquentes organizados para o seu enriquecimento pessoal no PP e para se garantirem o poder governamental que lhes permita continuar a DELINQUÊNCIA DE ESTADO.

Todos e cada um de nós temos um dever iminente e inescusável que cumprir: EXIGIR da dirigência, sobretudo a sindical, a mais ampla UNIDADE mesmo a nível europeu para a luta INSURRECIONAL que tem que acabar com a TIRANIA CAPITALISTA, COM A DITADURA CRIMINOSA E GENOCÍDA DO CAPITAL FINANCEIRO.

Temos de derrotar os governos com um PLANO INSURRECIONAL baseado na mais ampla UNIDADE de obreiros, soldados, marinheiros e campesinos para que essa aliança operária, camponesa e de soldados e marinheiros governe e decrete de imediato o que cumpre à cidadania e ao povo trabalhador em termos de PAZ, DEMOCRACIA E LIBERDADE NACIONAL para construirmos o SOCIALISMO DO XXI SÉCULO, a UNIÃO de Repúblicas Socialistas Europeias, a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 22 de Janeiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

DERROTARMOS OS SECRETOS PACTOS DOS SINDICATOS (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h05 da Segunda-Feira, 17 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
Os senhores da guerra, milionários e milionárias norte-americanas, criam os seus senhoritos da guerrita; senhores e senhoritos têm como alvo a população civil e dentre esta, a mais vulnerável, quer dizer, crianças, mulheres e idosos. É sempre a mesma coisa; Obama chora as vítimas norte-americanas e ri, proclama a sua VITÓRIA sobre as vítimas dos seus massacres e genocídios particularmente na Síria ou na Palestina ou no Irão ou onde os seus droner, portadores de precisos e letais mísseis, assassinam sob a sua supervisão.

Em 16 de Dezembro se faz público que às 19h00 da Segunda-Feira, 3 de Dezembro, Tojo e Mendez foram chamados por Rajoy para uma reunião que durou mais de duas horas. Na Sexta-Feira, 30 de Novembro, Rajoy «VULNERANDO A LEI DA SEGURIDADE SOCIAL», Tojo dixit, ROUBOU-LHE a oito milhões de pessoas jubiladas ou pensionistas a dita paga de compensação do mês de Janeiro sem o Tojo apelar para a INSURREIÇÃO; muito pior, EM SECRETO, como fizeram aquando se reuniram com a Merkel, pactuariam com Rajoy em troca de nada ou de muito, NÃO SUBIR as pensões no IPC a oito milhões de pessoas reformadas ou pensionistas das que podem depender umas outras vinte e quatro milhões, quer dizer, mais da metade da população do Reino da Espanha. Na Galiza sempre muito pior. Em muito pouco tempo, Rajoy, com a GARANTIA dos seus lugar-tenentes, Tojo e Mendez, de NÃO TER QUALQUER RESPOSTA DE MOBILIZAÇÃO SINDICAL, «TOCOU» AS PENSÕES, a questão «INTOCÁVEL», questão que se se «TOCAR» produziria um irado levantamento popular que DERROCARIA tudo o que há que DERROCAR. Vejam que assim não foi. Vejam como o Rajoy crescido e lançado pela ALMUNIADA do 28 de Novembro e os acordos de madrugada do ECOFIN saiu na rádio, PRIMEIRO ALMÚNIA E DEPOIS RAJOY, para dizer NÃO, simplesmente isso, à questão de se Galhardão ou Wertz seriam demitidos. No seguinte dia, Sábado, 15 de Dezembro, o BOE publica a Ordem Ministerial para em 17 começar o pagamento das taxas judiciais; esse mesmo dia 15, em que se estão a manifestar em Lugo as pessoas espoliadas dos seus aforros pelas preferentes, em que dezenas de milhares do proletariado em Lisboa anunciam exercerão os poderes que a Constituição lhes confere, quer dizer, o direito e o DEVER DA INSURREIÇÃO, em que em Atenas se manifestam contra o RACISMO dos neonazis, dos velhos nazis, dizemos nós, o mesmo velho nazismo que o Tojo e o Mendez EM SECRETO e abertamente estão a suportar, com resistentes cangas, para o governo do Rajoy-Merkel NÃO SE ESBOROAR TODO.

E o proletariado ferrolano tem de saber que os que à direita e à esquerda do (n-r)azista JMRei, patrocinados pela Voz de Galicia «UNTADA» por Feijó contra ASTANO CONSTRUIR BARCOS, proclamavam a PATRANHA com que, monocordos, nos castigaram durante mais de TRÊS DÉCADAS, «que somos os melhores, que a construção naval é viável, que...» O ÚNICO que estão a fazer é SUMIR NA DERROTA E NO DESEMPREGO ao proletariado ferrolano e galego porque não proclamam a ÚNICA VERDADE: a radical MOBILIZAÇÃO do proletariado ferrolano e viguês dos estaleiros navais para UNIR a Galiza na Assembleia Nacional da Galiza que derroque a banda de delinquentes, narcotraficantes e assassinos que nos desgovernam; assim construiríamos barcos, teríamos emprego e a Galiza seria LIVRE UNIDA A PORTUGAL.

A DERROTAR OS SECRETOS PACTOS DOS SINDICATOS ajuda a INSUBMISSÃO E QUESTÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE às taxas judiciais de juízes e secretári@s, UM DEVER para que milhões de pessoas trabalhadoras nos julgados do social, milhões do funcionariado nos julgados do contencioso-administrativo e milhões da cidadania nos julgados do civil, conservem as cativas possibilidades de se defender perante a letal e secular justiça do Reino da Espanha ao que a Humanidade lhe deve passar contas pelo Tribunal da Suprema Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício, OFÍCIO TÃO SANTO E PERENE que no-lo estão a aplicar agora mesmo.

É UM DEVER DEMOCRÁTICO PARA EVITAR A VITÓRIA, COM O CONCURSO DOS SINDICATOS, do falangismo e o nacional-socialismo instalados nos governos do PP encabeçados pelo de Rajoy conluiados com os da Merkel por sua vez às ordens dos senhores e os senhoritos nazistas dos EUA, grandes continuadores das «façanhas» de extermínio da Whermacht hitleriana, sem termos hoje Exército Vermelho Obreiro e Campesinho que a DERROTE. DERROTA-LOS é hoje possível, imprescindível, necessário e urgente; é só cumprirmos com o nosso dever, individual e coletivo, o mandato dos povos das nações unidas para evitar a GUERRA e garantir a PAZ: A INSURREIÇÃO.
 
Em Ferrol, Segunda-Feira, 17 de Dezembro de  2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O TOJO, O QUE MELHOR ARDE (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


O ano 1980 significou-se porque a dita combativa oposição ao franquismo durante a ditadura e ao golpismo franquista deixou de COMBATER PORQUE SABIAM DA IMINÊNCIA DE UM GOLPE MILITAR cujo desfecho foi a tomada do Congresso pelos do Tejero e o PACTO DO CAPÔ que estabeleceu as bases da deriva em que estamos a naufragar lutando para não morrermos afogados.

DEIXOU DE COMBATER para oferecer INERMES as massas trabalhadoras cujo sangue sugaram os vampiros do CAPITAL FINANCEIRO até hoje. A dita oposição, naquela altura e hoje representada pelo sindicalismo e sindicato de CCOO cuja dirigência teve como tarefa ÚNICA garantir a estabilidade e poder do CAPITALISMO FINANCEIRO. No ano 1980 PARALISARAM TODA A LUTA OPERÁRIA em vez de a intensificar, justamente para um desfecho CONTRÁRIO ao do PACTO DO CAPÔ. Nem convénios, nem tabelas reivindicativas, apenas «assembleite» como grave doença que CCOO lhe atribuía ao proletariado para, bem amarrado, oferece-lo à «Doma e Castração».

«O helicóptero com as luzes de alerta vermelhas acesas» de Dezembro de 1980 (referia-se Felipe González ao maciço rejeitamento do povo galego ao Estatuto de Autonomia vigorante thirty two years ago?) tornou-se PACTO DO CAPÔ com ASTANO e a Galiza em CADEIA PERPÉTUA NÃO REVISÁVEL E CUSTÓDIA VIGILADA pelo falangismo nazista de Feijó e a Companha Santa em «Rueda» com Mª Nava Castro de esqueleta com rostos variados a infiltrar os seus peões para DIVIDIR E NEUTRALIZAR a luta das preferentes.

O ano 2012 está a se significar porque a dirigência sindical de CCOO e dos sindicatos europeus encabeçados pelo Tojo foi DERROTADA E OBRIGADA a convocar as Greves Gerais e as Mobilizações europeias do 14 de Novembro e o mesmo que o ano de 1980 em que PARALISARAM TODA A LUTA OPERÁRIA para PACTO DO CAPÔ estão a PARALISAR neste ano 2012 particularmente agora, 12/12/12, em que os governos do PP no Spanish Kingdom e os governos europeus da Heil Merkel estão a se CAIR SOZINHOS sem que ninguém lhes bote uma mão para os aguentar exceto o que melhor arde, o Tojo, o paralítico Tojo, a paralisar o proletariado para NÃO DERROCAR O CAPITALISMO FINANCEIRO E AS SUAS REPRESENTAÇÕES. Esperto ADIADOR-AVIADOR, o Tojo voa sempre para no justo momento deixar cair a bomba paralisante onde mais lhe dói ao proletariado e onde mais intenso prazer orgásmico produz na representação política do CAPITALISMO FINANCEIRO, excitado e cheio de TERROR ao ver como lhes DESABA O PRÉDIO. ESBOROA-SE-LHES TUDO!

Em Dezembro de 2012, as vermelhas luzes acesas do helicóptero a alertarem da IMINENTE queda da banda Rajoy-Merkel, vão acompanhadas da PARALISAÇÃO DA LUTA PROLETÁRIA E DO ANÚNCIO ADIADOR DA MOBILIZAÇÃO EUROPEIA para Março de 2013: TEMOS QUE SALVAR DO NAUFRÁGIO O BARCO DO CAPITALISMO FINANCEIRO que torna CLANDESTINAS as subordinadas Caixas de Poupança da Heil Merkel para SECRETAMENTE FINANCIAR A PREFERENTE WERTZMACHT que evitará União de Repúblicas Socialistas Europeias. É só que o Grão Quartel Geral do proletariado, os povos e as nações, a Galiza-Portugal, ORDENA OFENSIVA GERAL contra as hordas da WERTZMACHT e os seus lugar-tenentes encabeçados pelo Tojo para muito antes de Março de 2013 cumprirmos o mandato dos povos das nações unidas para evitar a guerra e garantir a PAZ: A INSURREIÇÃO.                    

Em Ferrol, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

CONTRA «ALMUNIADAS» INSURREIÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
O Conselho de Ministros do Rajoy VIOLA GRAVE E DRASTICAMENTE A LEI reduzindo as pensões às pessoas jubiladas. Tojo, entrevistado na SER  às 14h45 dessa VIOLENTA Sexta-Feira, 30 de Novembro, afirma, dentre outras coisas: SE VULNERA A LEI DA SEGURIDADE SOCIAL e como bom lugar-tenente da classe capitalista não apela para a INSURREIÇÃO, para a IMEDIATA DERROCADO DO GOVERNO «RAJOYEIRO»; descansam o fim de semana e apelam para a Defensora do Povo apresentar recurso de INCONSTITUCIONALIDADE depois da ponte constitucional, a Lotaria, o Natal e a Pascoa Militar, tudo regado com cava catalão.

Não é o único. Depois da «ALMUNIADA» contra o povo galego e a Galiza, discurso UNÂNIME, VERBORREIA UNÂNIME dos representantes do BNG-AGE-PSdG-PSOE. Todos contra Feijó porque ele é o responsável da liquidação de Nova Galicia Banco (o ÚNICO banco do mundo que tem como objetivo PRIORITÁRIO o DESENVOLVIMENTO DA GALIZA) e da «QUITA DE CARTEIRA» às pessoas das preferentes. UNÂNIME DISCURSO, UNÂNIMES EM SABOTAR a toma de posse do Feijó como presidente da Junta da Galiza e UNÂNIMES em não apelar à população galega para se concentrar perante o Parlamento em Sábado, 1 de Dezembro para defender a existência de NGB, para defender o FINANCIAMENTO da economia da Galiza, aproveitando e reforçando a convocatória das preferentes. Só estava Carlos Aymerich. Ramom Vilhares, Ferrim, Lage e Tourinho estavam, INDIGNOS, do outro lado da barricada, no meio de ladras, ladrões e delinquentes. Ontem, os do BNG, para se lavarem a cara, entraram em NGB em ato de protesto contra a «ALMUNIADA» e contra Feijó.

Quais os objetivos do Patxi López ao anunciar em 21 de Agosto as eleições no País Basco? Forçar Feijó às convocar o mesmo dia para EVITAR QUE A MOBILIZAÇÃO DAS PREFERENTES produzisse mais «desgaste e desplome» eleitoral ao PP, garantir-lhe MAIORIA ABSOLUTA ao Feijó e acabar essa MOBILIZAÇÃO.

Preferia o Patxi López (González-ZP e as bandas de GALosos TERRORISTAS DE ESTADO) correr o risco de EH-Bildu governar o Pais Basco do que o FRANQUISMO de Feijó perder o governo da Galiza.

Conseguiram o PP tiver maioria absoluta na Galiza e EH-Bildu não ser a primeira força no País Basco. O que não conseguiram foi ACABAR A MOBILIZAÇÃO DAS PREFERENTES, questão que atingiu o rango que lhe foi dado pela «ALMUNIADA» porque as únicas pessoas no mundo a se MOBILIZAREM contra  bancos e banqueiros são as das preferentes da Galiza particularmente NGB. Esta elementar VERDADE não encoraja BNG-AGE-PSdG-PSOE, sindicatos e outras ervas das nossas viçosas campeiras, para se UNIR, UNIR À GALIZA, na Assembleia Nacional da Galiza, para MOBILIZAR o povo galego e DERROCAR O PP. Preferem Aliança Social Galega, ASOGA DO POVO GALEGO que enforca o seu direito a decidir, o direito de Livre Determinação da Galiza.

ASOGA DO POVO GALEGO a começar pelo proletariado, triste, só e abandonado como o de ELECNAVAL (e muitos outros) nas portas da Bazam a se mobilizar e se queixar do abandono dos sindicatos e Comité de Empresa de Navantia. Reiteramos o apelo que fizemos em 25 de Julho para MOBILIZAR-NOS em Agosto; apelamos para a MOBILIZAÇÃO permanente durante a Lotaria, o Natal, a Pascoa Militar. Reiteramos o apelo que fizemos para o 14 de Novembro, precisando que um dos objetivos políticos conseguidos dessas greves gerais e mobilizações europeias foi o de OBRIGAR os lugar-tenentes da classe capitalista que regem os sindicatos a CONVOCAR O QUE PRETENDIAM ADIAR para o ano que se avizinha; mensagem fraternal para filiados, quadros e dirigência dos sindicatos bascos LAB e ELA-STB, sindicatos que não apoiaram a convocatória do 14 de Novembro aduzindo objetivos não adequados: o primeiro de Maio ficou instituído depois de uma MOBILIZAÇÃO mundial por um objetivo tão político como a jornada de oito horas.

Todos JUNTOS temos de derrotar os lugar-tenentes da classe capitalista e todos juntos temos de DERROCAR os governos do Rajoy-Feijó a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 1 de dezembro de 2012

ALMÚNIA-RAJOY A REPRESENTAREM A MÁFIA CAPITALISTA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
A sequência: 1º Reunião de Chefes de Governo para Orçamento da UE onde Almúnia-Rajoy concertam TUDO contra nós e não concertam orçamento 2º O seu jornalístico anúncio de ESPOLIAR as pessoas das PREFERENTES e o financiamento da Galiza OCULTADO com muita outra coisa que se resume em TUDO para a Bankia do PP 3º A viagem de COMBATE E LUTA a Bruxelas em dias 26 e 27 da representação das PREFERENTES da Galiza a apresentar em Português as suas reivindicações escritas com a Ana Miranda a OBRIGAR os seus a falar espanhol e 4º O Almúnia a MALHAR em nós, nos GALEGOS E NA GALIZA, como leva fazendo TODA A SUA DELINQUENTE VIDA (Reconversão Naval de ASTANO, Decreto para PRORROGAR O LEGAL GENOCÍDIO PROLETÁRIO DO AMIANTO), proclamando no seguinte dia 28, ontem, o concertado com Rajoy, a dita ESPOLIAÇÃO.

Essa sequência indica O ÓDIO, A SANHA do Almúnia, a representar os CAPITALISTAS FINANCEIROS DA UE, e do Rajoy (somem as taxas às preferentes do Galhardão) contra os galegos e a Galiza, os únicos no Planeta a se MOBILIZAR contra Bancos e banqueiros, a MÁFIA CAPITALISTA DA UE, e transmite outra mensagem «façais o que fizerdes ESMAGAR-VOS-EMOS», quer dizer, GUERRA SEM QUARTEL contra vós e a vossa «parentela» proletária. E de IMEDIATO o basco «Bankiaeiro» Goirigolzarri canta VITÓRIA e proclama que lhe vai «QUITAR A CARTEIRA» aos das PREFERENTES um 39 %.

Tudo sem a resposta que se merecem porque as eleições na Catalunha DEMONSTRAM, uma e outra vez, o que vimos proclamando particularmente desde o 25 de Julho, Dia da Pátria, SÓ A INSURREIÇÃO é que lhe pode dar o poder IMEDIATO ao PROLETARIADO e às massas trabalhadoras para em DEZ dias decretar o que cumpre, só a INSURREIÇÃO é que pode DERROCAR os governos da MÁFIA DO PP.

No Dia da Pátria apelávamos para a MOBILIZAÇÃO no mês de Agosto e nesse mesmo mês os analistas políticos do CAPITALISMO alertavam do perigo da organização e mobilização das preferentes, tanto que o Patxi López, para as MATAR, convoca eleições no País Basco obrigando Feijó às convocar na Galiza onde Rueda reconhece o «desgaste e desplome eleitoral do PP no último semestre». Em São Genjo, em 21 de Agosto, a mobilização das preferentes coincide com a convocatória do Patxi López. Três semanas depois a MOBILIZAÇÃO da Diada na Catalunha força Mas a convocar eleições para a MATAR. De IMEDIATO o milhão de pessoas MOBILIZADAS em 15 de Setembro em Portugal força a convocatória da CGTP-IN para 29 de Setembro e esta a convocatória de Greve Geral em 14 de Novembro que por sua vez força a GREVE E MOBILIZAÇÃO EUROPÉIA do dito dia 14.

O resultado das eleições na Galiza e no País Basco DEMONSTRAM, uma e outra vez o mesmo que as da Catalunha, nem o PP perdeu a maioria absoluta na Galiza nem Bildu foi a primeira força, foi-o o representante do CAPITALISMO FINANCEIRO BASCO, O PNB. É o PP o que consegue o que pretende com METODOLOGIA MAFIOSA E FRAUDE ELEITORAL, a continuidade da Espanha UNA, GRANDE, LIVRE; é o PP, rebentando o Concelho de Ourense, o que consegue maioria absoluta na Galiza; é o PP, rebentando a «honorabilidade» de Mas-Pujol, o que consegue que CiU não tenha maioria absoluta. Mesmo ETA reconhece que o processo dito de Aiete pode fenecer.

TUDO, na nossa opinião, EVIDENCIA, uma e outra vez, a necessidade da INSURREIÇÃO não apenas na Galiza-Portugal e no Reino da Espanha mas na Europa para União de Repúblicas PROLETÁRIAS-SOCIALISTAS Europeias, EVIDENCIA a necessidade, uma e outra vez, de pôr em prática a máxima de Carlos Marx «PROLETARIADO de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM O COMBATE PROLETÁRIO, a começar pela fronteira que DIVIDE a Galiza de Portugal (UNIR O COMBATE PROLETÁRIO DA GALIZA E PORTUGAL É PRIORITÁRIO E URGENTE), EVIDENCIA a necessidade e urgência de INTENSIFICAR E RADICALIZAR A MOBILIZAÇÃO operária, camponesa, de soldad@s e marinheir@s (porque Palestina VENCERÁ) para chegarmos à INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

BALANÇO DA GREVE GERAL (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)



Que a Greve Geral do 14 de Novembro e, sobretudo, o meio milhão de pessoas que se manifestaram na Galiza, foi um ÊXITO, achamos que é uma grande VERDADE. Como é uma INDIGNANTE VERDADE a crueldade, o abuso, a sanha, e a brutalidade da VIOLÊNCIA policial abrindo cabeças INDISCRIMINADAMENTE e batendo IMPUNEMENTE a pessoas completamente indefesas. Também é VERDADE que os governos de Rajoy e do PP proclamaram que abrir cabeças é o NORMAL, que está bem. VERDADE confirmada no próprio dia da Greve Geral pelo Comissário de Economia da UE, Olli Rehm a avaliar o governo de Rajoy proclamando o bem que o está a fazer. Reparem que as imagens que chegaram de Lisboa, de Roma confirmaram que a União Europeia do CAPITAL FINANCEIRO através dos seus representantes da Comissão Europeia considera o bom que é abrir cabeças para EVITAR que o povo OCUPE os centros de poder para desde eles ORDENAR fazer o que lhe cumpre às massas trabalhadoras. É VERDADE que a CGTP avaliou a Greve Geral como a maior de sempre em Portugal e assim poderíamos concluir que embora seja VERDADE que as Greves Gerais e mobilizações europeias do 14 de Novembro abrem um novo tempo em que a luta tem que ser a do proletariado europeu UNIDO, também é VERDADE que o 15 de Novembro o proletariado europeu UNIDO NÃO TINHA O PODER porque não ocupara em dia 14 os centros desde onde o poder se exerce. Que fizeram os sindicatos às ordens dos lugar-tenentes da classe capitalista para a tomada do poder ser VERDADE? NADA! Nas duas semanas anteriores à Greve Geral não distribuíram um panfleto, não colaram um cartaz, não fizeram megafonia, numa palavra, não fizeram a pertinente campanha de AGITAÇÃO porque não queriam que em dia 14 o proletariado tomasse o poder. Que fizeram os dirigentes políticos ditos de esquerda e nacionalistas? NADA! Nem sequer VERBORREIA em favor da Greve Geral. Fizeram VERBORREIA duns contra os outros da que muito se beneficiam os nazistas do PP: «quanto mais se matem entre eles, melhor para nós», clamam alegres; em resumo, nem dirigentes políticos, nem sindicatos estiveram um dia às 5h30 na porta das fábricas para distribuir panfletos porque não queriam que a Greve Geral se tornasse INSURECIONAL. Não queriam que às 00h00 do dia 14 houvesse milhares de pessoas a integrarem os MERITÓRIOS piquetes, não queriam criar um estado de ânimo de VITÓRIA, de assalto ao poder nas massas trabalhadoras galegas e a resposta que estas deram acudindo às manifestações DERROTOU a sua passividade e INAÇÃO demonstrando-lhes que querem, estão prontas para a derrocada dos governos de Feijó e Rajoy, para tomarem o poder.

A chave da tomada do poder na Galiza e não apenas está em Ferrol particularmente no Arsenal Militar. Os sindicatos, TODOS, ao avaliarem ao 100 % o sucesso da ferrolana Greve Geral estão a OMITIR que no Arsenal Militar desde antes das 7h00 milhares de pessoas estavam a desenvolver as suas atividades sem participarem na Greve Geral porque os sindicatos, TODOS, tinham determinado que não houvesse piquetes nas portas, TODAS, do Arsenal Militar, piquetes que convidassem os militares a participarem na greve sem desenvolver qualquer atividade e a participar na manifestação. Assitiríamos à queda dos governos de Feijó e Rajoy se em 14 de Novembro se paralisassem atividades no Arsenal Militar de Ferrol e as fardadas soldadas, marinheiras, cabas primeiras, sargentas primeiras, tenentas de navio, capitãs de fragata assistissem de criança no colo à «desparramada» manifestação ferrolana abandonando o serviço e destino, desertando do Arsenal? Temos óptica para contar cem mil a se manifestarem em Ferrol e a não temos para contar dez mil em Lisboa, praças, sargentos e oficiais das forças armadas portuguesas pela derrocada do Passos Coelho quatro dias antes da Greve Geral? Qual a mensagem que estavam a transmitir os militares portugueses ao se manifestarem em Sábado, dia 10 de Novembro? Seria a de Greve Geral INSURRECCIONAL, dito um novo 25 de Abril, uma outra Revolução dos Cravos? E os cravos vermelhos no Parlamento galego em dia 16 nas mãos de algunse e algumas? Seriam os que lhes sobejaram do Dia dos Defuntos ou seriam os que anunciam o Dia da VIDA da Galiza UNIDA a Portugal?

Temos que confessar que saímos DERROTADOS aquando às 5h20 na Pç de Armas bradamos aos cento e cinquenta piqueteiros e piqueteiras, ARSENAL MILITAR, piquetes no Arsenal Militar. Só aconteceu que ao fechar os piquetes as duas portas da Bazan, a entrada ao Arsenal foi CAÓTICA com grandes caravanas de milhares de pessoas controladas uma a uma nas portas do dique e da Pç Velha. Só podemos constatar que durante uns minutos antes das 8h00 distribuímos panfletos apelando à INSURREIÇÃO que foram apanhados por MILITARES das classes baixas. Colocamos a questão de quais os resultados de piquetes nas portas do Arsenal como houve nas portas do Concelho? Respondemos que os resultados seriam a tomada do poder das massas trabalhadoras a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL