terça-feira, 25 de setembro de 2012

O AVANÇO INSURRECIONAL (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Terça-Feira, 25 de Setembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)



A sequência de mobilização INSURRECIONAL do 11-15 de Setembro com dous milhões de pessoas a reclamarem a Independência da Catalunha, um milhão em Portugal para a derrocada do governo de Passos Coelho e centenas de milhares em Madrid contra o governo de Rajoy tem a maior importância política, não porque o diga o Financial Times mas porque demonstra os avanços e as carências da luta proletária e popular INSURRECIONAL na Península Sud-pirenaica e na Europa.

Em termos relativos a manifestação de Barcelona é como se se tivessem manifestado mais de treze milhões de pessoas nos territórios do Reino da Espanha e nós apenas colocamos a questão de quais seriam os efeitos políticos em termos democráticos, livredeterministas e proletários, para acrescentarmos que a quimera é pensar que SÓS podemos, que Euskal Herria e a Catalunha, apenas os dois hem! Porque esse pensamento é PERFEITA E RIGOROSAMENTE CONTRÁRIO ao que a história das lutas de libertação nacional e das classes da Península e das Ínsulas REITERA com a exceção de Portugal, a Galiza Sul. Podemos afirmar que o poder monárquico espanhol sempre utilizou a força das nações submetidas para DERROTAR a nação rebelde, umas nações contra as outras, bem enfrentadas, divididas e fracas para imperar o Reino da Espanha. E o contrário, a mais AMPLA UNIDADE livredeterminista e proletária DERROTA irremissivelmente a FALSIFICAÇÃO histórica do constructo nacional denominado Espanha e as classes que o sustentam, sejam espanholas, bascas, catalãs ou andaluzas, CAPITAL FINANCEIRO, que sempre recorrem à força MILITAR, bem protegido pelo CAPITAL FINANCEIRO MUNDIAL, para abafar a liberdade nacional e a democracia proletária. E é uma quimera não pensar em quais os objetivos políticos das manobras navais da NATO em águas galego-portuguesas ou da CPLP, no Mediterrâneo ou nas frequentes manobras militares em território de Euskal Herria. É uma quimera não pensar que nos pode acontecer como na Líbia, na Síria, etc.

É uma quimera perigosa. Daí nós acharmos exigível da Assemblea Nacional Catalana, de Bildu, particularmente de bascos e catalães, uma política de SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA com as outras nações, as Ilhas Canárias e particularmente a Galiza contra a que praticam um RACISMO que se tem que acabar de uma vez. É intolerável que António Alvárez-Solís e Gara estejam em exercício permanente de RACISMO contra os galegos, o último e o mais INDIGNANTE foi considerar «CULTURAL» (ALUCINEM!) E NÃO INDEPENDENTISTA, portanto INFERIOR ao basco e catalão, o nacionalismo de Castelão e Rosália. Nós suspeitamos que António Alvárez-Solís e mesmo em Gara, ninguém tenha lido o «grão Castelão», daí Gara não publicar a VERDADE de que o «Sempre em Galiza» é um TRATADO POLÍTICO DE UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL. Gara contribuindo para inferiorizar, espanholizar e desorientar as dezenas de milhares de galegos que em Eukal Herria e nas próprias fileiras abertzales contribuem para a liberdade basca: nós apelamos para se manifestarem contra Gara exigindo peça perdão e retifique. Gara contribuindo para o RACISMO institucional espanhol suporte da ESPOLIAÇÃO da Galiza da parte do capital financeiro espanhol-basco-catalão. Nós apelamos para que desde a Galiza se lhe exija a Gara pedir perdão e retificar. Apelamos mesmo para a Laura Mintegui.

E se o Parlament da Catalunha não fizer um apelo EXPLÍCITO À SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA de reciprocidade com a Galiza-Portugal, Ilhas Canárias, Euskal Herria e outras nações da Europa e do mundo, ter-se-á perdido uma ocasião histórica. Nós apelamos para a Assemblea Nacional Catalana e o Parlament fazer um são exercício de SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA.

Sabendo como sabemos que os lugar-tenentes da classe capitalista Tojo e Mendez, como Rubalcabra, estão e estarão enfrente da Independência da Catalunha e da liberdade dos povos. Só que Tojo-Mendez-Rubalcabra não representam nem defendem os interesses do proletariado e a sua DEMOCRACIA, O SOCIALISMO. Representam e defendem os interesses do CAPITALISMO FINANCEIRO ESPANHOL que o que quer é adiar a GREVE GERAL INSURRECIONAL em Portugal, no Reino e na Europa. Daí uma e outra vez ADIAREM A CONVOCATÓRIA DE GREVE GERAL EUROPEIA ATÉ O MÊS DE DEZEMBRO.

É neste adiamento permanente que se insere a luta proletária na Galiza: a CIG não foi a Madrid o dia 15 de Setembro e também não foi a Portugal nem convocou na Galiza, no entanto em Portugal, GREVE GERAL IBÉRICA é palavra de ordem PROCLAMADA. Os dirigentes da CIG, perdido o referente basco de ELA-STB, não lhes queda Portugal; «menos mal», suspira aliviado o CAPITAL FINANCEIRO ESPANHOL-BASCO-CATALÃO A COLONIZAR A GALIZA E PORTUGAL. A mesma coisa para a luta proletária em Ferrol: aquando o que faz falta é barricada com lume cada dia, o Comité de Empresa e os sindicatos encerram-se no Concelho para que os do PP casem sem problemas na Colegiata da Sar e na Concatedral de São Gião, em «atos pessoais», NÃO POLÍTICOS (ALUCINEM!), um PP de Rajoy-Feijó que trata os galegos, pelo facto de o ser, como TERRORISTAS, sem que ninguém se queira inteirar do GOLPE DE ESTADO permanente e sequenciado em que o PP avança para na Galiza e no Reino se garantir o poder a meio da FRAUDE ELEITORAL E OS MÉTODOS MAFIOSOS o qual só se pode EVITAR COM A SUA DERROCADA exercendo o direito e o dever da INSURREIÇÃO.                                                            
Em Ferrol, Terça-Feira, 25 de Setembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA E DIADA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Segunda-Feira, 17 de Setembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
Durante anos vimos reivindicando CONSTITUIRMOS, CRIARMOS a Assembleia Nacional da Galiza, um ponto de encontro sem excluir ninguém em que pessoas, entidades e instituições puderam falar e agir, se assim fosse acordado, em defesa dos interesses do povo galego e da Galiza cujo status legal é o de NACIONALIDADE HISTÓRICA, quer dizer, uma nação com muita história, tanta que mesmo abrange o nascimento de Portugal, a Galiza Sul INDEPENDENTE, a lutar pelo Republicanismo, o Federalismo e o Socialismo, a lutar pela REUNIFICAÇÃO DAS DUAS GALIZAS DESLOCADAS. Os nossos apelos apenas tiveram resultados efémeros, conjunturais, a Plataforma Cidadã «Nunca Mais», a Plataforma da Defesa do Galego, nascidas e fenecidas porque os interesses eleitoreiros REBENTARAM a hipótese da GALIZA UNIDA na Assembleia Nacional da Galiza criada e a perdurar no tempo e sempre pronta a organizar e responder às inúmeras agressões contra o proletariado, o povo galego e a Galiza.
Eis que na Catalunha criaram a Assemblea Nacional Catalã, cientes da potência MOBILIZADORA da ideia que continuamos a defender, e os resultados, em muito pouco tempo, deram a volta ao mundo pela sua imensa importância política e significância universal mesmo com a falta de contidos proletários, anticapitalistas e de SOLIDARIEDADE internacionalista particularmente connosco da dita Assemblea Nacional Catalã. A manifestação da Diada abre um novo tempo em favor da Independência e o Socialismo e no nosso contexto, em favor da República Socialista da Galiza e Portugal.
Contidos que a nossa Assembleia Nacional da Galiza desbordaria pelo facto da Galiza em si que ultrapassa qualquer limite. A brutal agressão colonial que está a sofrer o proletariado galego e a Galiza com mais de três décadas de rigorosa PROIBIÇÃO DE ASTANO CONSTRUIR BARCOS, e agora TODOS os estaleiros navais galegos, PÚBLICOS OU PRIVADOS, com a Assembleia Nacional da Galiza teria a resposta nacional que se merece a dita agressão e não uma fenecida, dividida, dispersa e lastimeira luta que produz o desânimo endémico que padecemos só roto aquando, como com a Plataforma Cidadã «Nunca Mais», a potência MOBILIZADORA da Galiza rompe águas para nascer uma nova vida que dura pouco tempo antes de ser matada. Alguém pensou em mais de 800.000 pessoas a se manifestarem em Compostela convocadas pela Assembleia Nacional da Galiza, não por um Novo Estado na Europa como a manifestação da Catalunha, mas por uma VELHA República e galego-portuguesa? Nós não paramos de trabalhar essa realidade.
Temos que realçar factos do que nos acontece para serem vistos na sua justa dimensão: o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos de Estrasburgo acordou por UNANIMIDADE que o Reino da Espanha está a VIOLAR os direitos de Inês del Rio por diferentes condenas relacionadas com a sua pertença a ETA. O juiz holandês Myjer foi um dos UNÂNIMES. Esse mesmo juiz holandês Myjer, sozinho, um 23 de Fevereiro, em espanhol, NEGOU admitir a trâmite uma nossa queixa em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS com nós no estaleiro naval readmitidos. Conclusão: nos tratam como se fôssemos mais terroristas do que ETA.
Daí os nossos apelos permanentes à UNIDADE da luta proletária do Setor Naval de Ferrol e Vigo. Não chega com que o Comité de Empresa de Navantia se encerre no Concelho de Ferrol, é preciso OCUPAR O ARSENAL porque nem o operariado de Navantia nem os que estão dentro do Arsenal cobrarão a paga do Natal: eis uma óbvia e contundente razão para a ocupação. AUDÁCIA, mais AUDÁCIA e sempre AUDÁCIA contra os lugar-tenentes da classe capitalista que mobilizam em 15 de Setembro contra a greve geral do 26 de Setembro. Mobilização fracassada se se comparar com a Diada.
Em Ferrol somos o centro de gravidade da luta proletária da Galiza, daí o plus de repressão e agressão que padecemos. Nesse quadro é onde temos que colocar a agressão que sofreu uma mulher integrante de APRES FERROL TERRA, da parte de um energúmeno ajudado pela polícia aquando estávamos a reivindicar o NOSSO DINHEIRO perante NGB na rua Galiano, também como o intento de identificação e a detenção, incomunicação, brutalidade no tratamento, golpes, roupa rachada, roubo de dinheiro, ameaças, insultos, intimidações dos nazis fardados de Polícias Nacionais. E um juiz asturiano a falar galego, Alexandre Morão Lhordens, que ameaça coima porque não lhe firmamos NADA e afirma «SE NEGA A DECLARAR» e não recolhe a nossa declaração aquando «PROCLAMAMOS que um poder político como o de Rajoy ou Feijó a se LUCRAR, DIRIGIR E PROTEGER a delinquência estadual do Reino da Espanha tem de ser DERROCADO exercendo o direito e do DEVER À INSURREIÇÃO».
Em Ferrol, Segunda-Feira, 17 de Setembro 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A LEGITIMIDADE E O DEVER DE UMA INSURREIÇÃO (distribuídas 400 folhas às 5h30-7h00 da Segunda-Feira, 3 de Setembro de 2012 na porta da Bazan Rua Taxonera)


A «autossatifação» manifestada em espanhol por um representante da UE a respeito do vigorante Real Decreto-lei 24/2012 de 31 de Agosto, assinado por El-Rei e Rajoy, marca um facto de TIRANIA vitoriosa comparável com o de IMPOR-LHE ao proletariado, classes trabalhadoras e cidadania, um MONTI para reger a Itália sem a sua eleição DEMOCRÁTICA. Factos, um e outro, que LEGITIMAM O DEVER DE UMA INSURREIÇÃO para a tomada do poder pelo proletariado, as classes trabalhadoras e a cidadania, não apenas na República italiana e no Reino da Espanha mas em toda a União Europeia de CAPITALISTAS FINANCEIROS hegemonizada pela ideologia HITLERIANA da Merkel e os seus ministros que não querem pagar-lhe um Euro à Grécia ou a qualquer dos «PIGS» no entanto nos comem aos habitantes produtivos e não produtivos do Reino espanhol, particularmente à Galiza, ingentes quantidades de Euros em juros da prima de risco, da irmã preferente, da mãe subordinada, dos paternais bonos ou do «Dios premia a los buenos e castiga a los bancos malos» exceto se é Bankia, a do PP, a sua chularia e provocação.

O sistema financeiro do Reino e portanto a sua economia nas mãos dos genuínos representantes políticos do CAPITALISMO FINANCEIRO EUROPEU às ordens dos milionários norte-americanos que com a Bíblia numa mão e os DRONER na outra, com Israel numa mão e Arábia Saudita na outra, enchem o mundo de GUERRAS de todas as modalidades para ACUMULAÇÃO DE CAPITAL em estrito sentido MARXIANO para financiar mais GUERRAS em que um proletariado extermina outro até à hecatombe final da GUERRA MUNDIAL NUCLEAR da que eles saberão tirar o MAIOR LUCRO embora o número de VÍTIMAS e a persistência da radiação nuclear durante as décadas ou séculos futuros.

No Dia da Pátria apelávamos para NÃO CONTEMPORIZAR COM O PP PORQUE É A MORTE DA GALIZA e afirmávamos que não se trata de apanhar um punhado de votos, TRATA-SE DA INSURREIÇÃO para a derrocada de um Rajoy e um Feijó a ROUBAREM para se enriquecerem pessoalmente e financiar ILEGALMENTE O PP com Bankia e NGB nas mãos dos norte-americanos através da Price Waterhouse Cooper, com perdas INAUDITAS produto do LATROCÍNIO e ingentes quantidades de crédito, mais de 45.000 M€, aos amigotes, os da especulação, para sempre a mesma coisa, como em México, financiamento ilegal do PP, compra de votos com o dinheiro das preferentes e não apenas, mais a metodologia experimentada com sucesso durante décadas, atingir a VITÓRIA a meio da FRAUDE ELEITORAL; é só que em México López Obrador NÃO RECONHECE A VITÓRIA do narcotraficante presidente, amigote de Feijó, e BATALHA PELA DEMOCRACIA, exemplo a seguirmos na Galiza. Um Feijó que vai trazer barcos e dique flutuante desde Souto Maior no lombo dos homens de negro da Guarda Civil prontos a abrir cabeças a clientes enganados, estafados e roubados por NGB, num alarde de PATRANHAS com escassa audiência no castelo que só acabarão aquando a sua derrocada e merecida prisão. O nosso apelo para uma mobilização cada dia do mês de Agosto que se passou foi mais do que cumprido. Em Setembro, tem que ser muito maior o COMBATE livredeterminista e proletário com a MAIOR UNIDADE em dimensão europeia. Em Outubro a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA marchará para atingir a DEMOCRACIA na União de Repúblicas Socialistas Europeias a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 4 de Setembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

LUTA ELEITORAL E LUTA DE CLASSES NA GALIZA (distribuídas 400 folhas às 5h30-6h45 da Quinta-Feira, 30 de Agosto de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


A luta de classes na Galiza, a guerra dos capitalistas financeiros europeus e espanhóis coligados com o capitalismo financeiro basco, representado pelo PNB, e catalão, representado por CiU, a guerra de todos eles contra o proletariado galego, contra as classes trabalhadoras e uma parte do empresariado galego [concurso eólico e não apenas], contra a nação galega para a COLONIZAR espoliando TODAS as suas riquezas, tem na luta eleitoral uma intensidade singular que a faz ÚNICA.

Temos que lembrar as MACIÇAS manifestações espanholas contra a Galiza que precederam a VITÓRIA eleitoral do governo dito bipartido em 2005: o fascismo espanhol mais azedo manifestando-se contra nós FINGINDO manifestar-se por outra coisa.

Temos que lembrar Ibarretxe, o governo basco e o PNB colocando as eleições bascas sobre as galegas em 1 de Março de 2009 para as OCULTAR e para que Feijó, vitorioso, se abraçasse ao basco presidente de Iberdrola que tributa em Bilbo e ROUBA na Galiza. Temos que lembrar a greve do espanhol funcionariado dos julgados dirigido pela Rosa do PP e o ZP demitindo o seu ministro de Justiça em 23 de Fevereiro de 2009 para dar azos a Feijó na Galiza e derrotar o seu próprio candidato, o Sr. Tourinho. Se as eleições de 1 de Março de 2009 ganhadas pelo Feijó «SALVARAM Rajoy dos que no PP duvidavam fosse o melhor candidato para as espanholas eleições de 2011», Rajoy e o PP podem agradecer as suas VITÓRIAS e mesmo existência ao Ibarretxe, o governo basco, o PNB, a Rosa do PP a dirigir greve do espanhol funcionariado dos julgados e ao ZP por demitir o seu ministro da Justiça, TODOS contra a DEMOCRACIA na Galiza.

Agora não podemos evitar constatar que o Patxi López, o governo basco e o PSE-PSOE, aquando os brados furiosos de milhares de pessoas enganadas, estafadas e roubadas, «Rajoy TRAPALHEIRO queremos o nosso dinheiro», faziam tremer em 21 de Agosto o edifício de praia em São Genjo onde veraneia o presidente espanhol, Patxi López, repetimos, comparecia esse mesmo dia perante os jornalistas para colocar as eleições bascas em 21 de Outubro e obrigar o Feijó ao mesmo EVITANDO PIORES COISAS: vejam como a VERDADE pode parecer RETÓRICA: as ÚNICAS pessoas de todo o Planeta que se estão a MOBILIZAR contra os banqueiros e os políticos que os apoiam são AS GALEGAS, anciãos galegos, trabalhadores galegos aos que lhes roubaram os aforros do seu HONRADO trabalho.

Não podemos evitar constatar que em 26/08/2012 o editorial de El País «PREFERENTES CONFLICTIVAS» as definia como «um conflito IMPORTANTE…não fácil de resolver…um problema que é mais do que um «coletazo» da crise bancária espanhola…que IMPEDE a Reforma Financeira do Rajoy e que a JUDICIALIZAÇÃO GENERALIZADA [das preferentes] pode ACABAR A CONFIANÇA nos bancos espanhóis, editorial que NÃO DIZ UMA PALAVRA DA MOBILIZAÇÃO EM SÃO GENJO do Sábado, 21 de Agosto, o qual é MUITO DE REALÇAR.

O próprio editorial de 28/08/2012 de El País «ADELANTO EN GALICIA» constata que nada do anterior provoca a antecipação das eleições exceto o dito «resgate» que Feijó aduz como uma causa sem reconhecer como reconhece Rueda o «desgaste, desplome» eleitoral do PP no último semestre em que a ORGANIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO das ditas «preferentes» aumentou exponencialmente, ocupando a TVG e tentando OCUPAR o Parlamento galego para além doutras coisas que estão a acontecer agora mesmo em que TODA a estrutura humana de NGB às ordens de Feijó está a telefonar os clientes de preferentes URGINDO-LHES para irem à ARBITRAGEM antes do 31 de Agosto porque é que esse dia será o FIM DO MUNDO.

Feijó sabe e TEME a organização e mobilização das pessoas das preferentes como uma das causas CHAVE da perda de expectativa eleitoral do PP neste último semestre e tenta vãmente em cinquenta dias arranjar o que não arranjou em seis meses.

Feijó sabe e TEME que pode ir ao cárcere levando de companheiros de cela o Castelhano e o Cesar González-Bueno Mayer Von Wittgenstein pelo CRIME de engano, burla, estafa e roubo MACIÇO a centenas de milhares de aforradores. Daí esse desesperançado, apressado e descontrolado movimento para meter na arbitragem quantas mais pessoas melhor. É bem VERDADE que tem IMPUNIDADE garantida pelos Fiscais, o Geral e os das autonomias mas é também VERDADE que a INSUBMISSÃO da parte sã dos juízes pode e deve dar com os seus ossos no cárcere.

Em qualquer caso a luta das classes na Galiza tem que ter o desfecho VITORIOSO do proletariado e as classes trabalhadoras no poder, não a meio da luta eleitoral, mas da INSURREIÇÃO. Em Ferrol, Quinta-Feira, 30 de Agosto de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

AGOSTO FRIO NO ROSTO (distribuídas 400 folhas às 5h30-7h00 da Quarta-Feira, 22 de Agosto de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


Das pessoas que fugiam em pânico dos CRIMINOSOS E PROVOCADOS INCÊNDIOS arrolando pelas falésias em baixo na Catalunha Norte: algumas morreram. Morreram ou foram assassinadas? Foram assassinadas. Mais nada aconteceu do que uma autoridade da Generalitat, de CiU, pontificar e justificar que a causa do CRIMINOSO E PROVOCADO INCÊNDIO fora uma «colicha».
Frio no rosto para duas pessoas que na Catalunha Sul acharam a morte aquando estavam a trabalhar para acabar como os CRIMINOSOS E PROVOCADOS INCÊNDIOS sem mais nada acontecer do que El-Rei e o «whiskyclubeiro» Arias Canhete assistirem às calorosas touradas. Morreram ou foram assassinadas?
Frio no rosto para as pessoas a habitarem a pequena e rebelde Ilha da Gomera, que integra a Nação Wanche do Arquipélago das Ilhas Canárias, a fugirem em pânico pelo mar dos CRIMINOSOS E PROVOCADOS INCÊNDIOS, sem Paulino Ribero, a nome do povo canário, PROCLAMAR a Independência e solicitar a TUTELA DA ONU para os territórios das ilhas. Frio no rosto para as pessoas de Salamanca, Cáceres, Serra de Gredos em Ávila, Leão, Valadolide, etc. Frio no rosto para inúmeras pessoas em Portugal mesmo alguma morta pelos CRIMINOSOS E PROVOCADOS INCÊNDIOS que a Liga de Bombeiros Portugueses através de Jaime Soares DENUNCIAVA e precisava serem dentre um 70 até ao 80 % CRIMINOSOS INCÊNDIOS.
Frio no rosto na Galiza, no Barco de Valdeorras, para as pessoas que fugiam das suas casas para não morrerem nelas abrasadas pelos CRIMINOSOS E PROVOCADOS INCÊNDIOS sem mais nada acontecer do que a atividade REBENTADORA E DIVISIONISTA dum indivíduo chamado Froilão a dirigir ADEGA, emperrado em EVITAR que a GALIZA UNIDA responda aos CRIMINOSOS INCENDIÁRIOS dirigidos desde a DG da Guarda Civil pelo seu diretor Arsénio Fernández de Mesa e Diaz del Rio, COM UMA MANIFESTAÇÃO NACIONAL EM COMPOSTELA NO MÊS DE AGOSTO. A porcaria moral não pode dirigir ADEGA nem nada que não seja contrário à UNIDADE DA GALIZA, À SUA MOBILIZAÇÃO E LIBERTAÇÃO. Temos o dever de CRITICAR com toda firmeza a atitude do «americano impassível», do «galego impassível» perante os CRIMINOSOS E PROVOCADOS INCÊNDIOS que durante quarenta anos queimaram uma superfície equivalente à da dita Comunidade Autónoma, cerca de 30.000 km2: do ponto de vista dos seus efeitos a Galiza está a sofrer mais e mais tempo do que sofreu o Viet Nam com a DECLARADA guerra INCENDIÁRIA E DESFOLHANTE dos norte-americanos.
Frio no rosto dos moribundos a lutarem pela LIBERDADE, a sua DIGNIDADE, uma morte digna, em greve de fome contra a CRUELDADE histórica dos Spanish Inquisition: INCENDIÁRIOS, LADRÕES E ASSASSINOS.
Frio no rosto, INDIFERENÇA, dos GARAeiros, tão sensíveis ao «gordilho» que abala o sistema e tão insensíveis ao «fraquinho» ancião galego a se mobilizar contra o coração do sistema capitalista, O CAPITAL FINANCEIRO, no caloroso Agosto de São Genjo. Precisam cursos de SOLIDARIEDADE de proximidade.
Frio no rosto para as pessoas DESPEDIDAS das Companhias Auxiliares de Navantia, sem mais auxílio do que a sua própria desesperança na casa, nada de SOLIDARIEDADE, nada de UNIDADE, nada de ORGANIZAÇÃO, nada de MOBILIZAÇÃO. Tudo como marcam Tojo e Mendez: «SERVIR AL REY». Nada de OCUPAR O ARSENAL, nada do que quer a IMENSA MAIORIA das massas trabalhadoras, a INSURREIÇÃO.                                        
Em Ferrol, Quarta-Feira, 22 de Agosto de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O POR QUE DE UMA INSURREIÇÃO (distribuídas 300 folhas às 5h30-6h45 da Terça-Feira, 14 de Agosto de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Tojo e Méndez têm El País para publicar as suas MENTIRAS. Nós temos um limitado número de panfletos para contar a VERDADE.

A primeira VERDADE é que estamos a sofrer uma GUERRA MUNDIAL cuja natureza é uma ditadura terrorista dos integrantes mais reacionários, mais chauvinistas, mais racistas, mais corrompidos e mais imperialistas do CAPITAL FINANCEIRO. Tipos como Romney, Ryan, Obama, Lagarde, Durão Barroso, Mário Monti, Mário Draghi, Rajoy, Feijó, ajudados pelos seus lugar-tenentes como Tojo e Méndez estão em GUERRA MUNDIAL aberta e declarada contra o proletariado, os países pobres, os países submetidos como a Galiza e os países que foram ou conservam características do SOCIALISMO. O objetivo desta GUERRA MUNDIAL contra o proletariado e a sua DEMOCRACIA SOCIALISTA é a ACUMULAÇÃO DE CAPITAL que lhes permita financiar forças para desencadear uma sequência de novas GUERRAS LOCAIS (Líbia, Síria, Irão, etc.) das que tiram LUCRO até chegar à GUERRA MUNDIAL NUCLEAR da que tirarão o LUCRO MAIOR. A situação que estamos a viver tem muito parecido com a sequência de GUERRAS desencadeadas por Hitler [Itália-Japão], financiadas e apoiadas pelos ascendentes dos anteriores, desde 1931 até ao 1941, cujo objetivo último era EXTERMINAR o proletariado e a sua DEMOCRACIA SOCIALISTA, a União de Repúblicas Socialistas Soviéticas, a meio de uma GUERRA MUNDIAL cujo desfecho produziu-lhe aos EUA UM IMENSO LUCRO e agora, inspirados pelo nazismo, estão a desenvolver a mesma política do que os hitlerianos visando para uma GUERRA MUNDIAL, desta feita, NUCLEAR. Eis a primeira VERDADE e verdade UNIVERSAL.

A segunda VERDADE é que é possível, fácil, necessário e urgente DERROTAR os Romney, Ryan, Obama, Rajoy, Feijó pondo em prática a máxima de Carlos Marx «PROLETARIADO de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a começar pela fronteira que DIVIDE a Galiza de Portugal, segunda VERDADE cuja aplicação prática na UE está nas mãos do Tojo, colocado justo nessa posição para IMPEDIR aplicar a máxima de Carlos Marx.

A terceira VERDADE é que nenhum dos regimes CAPITALISTAS ditos «democráticos» tem LEGITIMIDADE nenhuma porque romperam a sua «NEUTRALIDADE» em favor dos Senhores e as Senhoras da GUERRA e da GUERRA MUNDIAL NUCLEAR, VERDADE particularmente pungente na UE da nazista Merkel.

A quarta VERDADE é que as potências «vencedoras» da Segunda Guerra Mundial para EVITAR A GUERRA, para evitar que se repetisse a sequência de guerras hitlerianas no futuro do Planeta, estabeleceram, não o direito de REFERENDUM, mas o direito e o DEVER DOS POVOS À INSURREIÇÃO para evitar ditaduras terroristas manifestas, como a do Rajoy-Feijó, dos integrantes mais MENTIROSOS, mais INCENDIÁRIOS, mais reacionários, mais racistas, mais fantasmas e mais imperialistas do CAPITAL FINANCEIRO.

E a quinta VERDADE é que o proletariado galego-português UNIDO pode e tem que ser a alavanca que mexa o mundo, a começar pelo nosso mundo, OCUPAR O ARSENAL para cumprirmos o dever da INSURREIÇÃO. Em Ferrol, Terça-Feira, 14 Agosto 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

AMOR DE PERDIÇÃO (distribuídas 300 folhas às 5h30-6h30 da Quinta-Feira, 9 de Agosto de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


O amor que sentem pelos seus AMOS os lugar-tenentes da classe capitalista, perde-os. Perdem qualquer pudor de defesa proletária para ABERTAMENTE fazer a melhor e a maior defesa dos seus AMOS.

Reúnem-se CLANDESTINAMENTE E EM SECRETO com a Merkel, a AMA da Europa, nos primeiros dias do mês de Julho, sem sabermos data nem pós-data. Reúnem-se com Rajoy em 26 de Julho, imediatamente do Dia da Pátria em que o apelo a NÃO CONTEMPORIZAR COM O PP PORQUE É A MORTE DA GALIZA, tinha e tem a ordem de lutar durante TODO o mês de Agosto: tranquilizar a Rajoy que já tomara medidas contra essa eventualidade INSURRECIONAL, «gabinete de crise», novos chefes de Estado-maior, Terra, Mar e Ar, um do clã dos Diaz del Rio à frente da Marinha.

E para mais garantias, ordenar os «gloriosos» mineiros da UGT-CCOO abandonarem a luta que se lhes podia ir das mãos, fora do seu controlo. Acontece isto em 2 de Agosto, reunião da Comissão de Seguimento do Plano do Carvão (2006-2012), e com toda a BURLA governamental da «madrugada negociadora» em dia 3 matam a luta, abandonando encerros e greves nas minas e indo trabalhar. E como a «luta continua», em 7 de Agosto reúnem-se com El-Rei «que pone colorado al gobierno» num inaudito ato de adesão monárquica, de adesão a um tipo que assina todos os Decretos contra a classe obreira que está a promulgar e promulgará o governo de Rajoy.

Apresentam-se  perante um tipo, Chefe de Estado e Chefe das Forças Armadas, bêbado, a cair cada pouco, encenando a queda do monarca e a monarquia fardada de militar. Pode haver traidores e traição à classe obreira mais INÍQUA do que a do Tojo-Méndez reunidos com o monarca? Pode e haverá mais traidores e traições.

Defendem Referendo aquando a imensa maioria das massas trabalhadoras estão a clamar pela DERROCADA da monarquia e os seus governos fascistas do PP. A imensa maioria das massas trabalhadoras nem suportam nem querem mais um segundo a monarquia e o fascismo e estão dispostas à luta, à INSURREIÇÃO para a sua derrocada.

Perguntam-se, para onde vamos? Não! A pergunta é onde estamos? ESTAMOS NO FASCISMO, governados por um partido fascista com uma imensa DEBILIDADE e por isso estão dispostos a TUDO para se perpetuarem na sua TIRANIA. Reduzir o número de deputados galegos para se garantir maioria absoluta  e se perpetuarem no poder para ROUBAR mais é qualificado pelo PSdeG-PSOE-BNG de golpe de estado e fascismo mas nem organizam nem apelam para a INSURREIÇÃO das massas trabalhadoras galegas para a derrocada dos mafiosos do governo às ordens de Feijó.

A situação interna e externa da Galiza é comparável à do Referendo do Estatuto de Autonomia, quatro de cada cinco votantes não o avaliaram e mais NADA aconteceu do que, hoje, mais de três décadas depois, continuarmos a roer a imposição TIRÂNICA do franquismo fuzilador. Em termos políticos e sindicais, NINGUÉM quer entender (nacionalistas galegos, abertxales, independentistas catalães, o conotado como mais radical) a máxima de Carlos Marx, «PROLETARIADO de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as FRONTEIRAS que DIVIDEM o proletariado, a COMEÇAR pela FRONTEIRA que DIVIDE o proletariado galego-português, a fronteira que DIVIDE a Galiza de Portugal.

Não querem entender que na UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA está a chave da VITÓRIA proletária e socialista para União de Repúblicas Socialistas Europeias que acabe com a maldita e genocída UNIÃO EUROPEIA DE CAPITALISTAS a meio da europeia e proletária INSURREIÇÃO.  
Em Ferrol, Quinta-Feira, 9 de Agosto de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 31 de julho de 2012

A CIG INTEGRA COM PLENO DIREITO A COMUNIDADE SINDICAL DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CSPLP) (publicada no blog em Terça-Feira, 31 de Julho de 2012)

A CIG membro de pleno dereito no VI Congreso da Comunidade Sindical dos Países de Língua Portuguesa (CSPLP) (notícia tomada de www.galizacig.com)

Por primeira vez, unha organización sindical de ámbito internacional admite á CIG entre os seus membros
O 6º Congreso da CSPLP – Comunidade Sindical dos Países de Língua Portuguesa- celebrado en Maputo, capital de Mozambique, nos días 16 e 17 de xullo, aceptou á CIG como membro de pleno dereito. É a primeira vez que unha organización sindical de ámbito internacional admite á CIG entre os seus membros.
12-07-16 CSPLP 1
A CSPLP realizou o congreso fundacional na cidade de Lisboa no mes de maio de 1998 coa participación de centrais sindicais de Portugal e de algunhas das súas ex-colonias, concretamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guinea Bissau, Mozambique e San Tomé.
Desde entón celebra os seus congresos ordinarios cada dous anos de maneira rotatoria entre os diversos países que compoñen a CPLP-Comunidade dos Países de Lingua Portuguesa.
En setembro de 1.999, 16 meses despois de constituída a CSPLP, a CIG solicitou formalmente ser aceptada como organización membro. A petición resolveuse na II Congreso celebrado en Maputo, capital mozambicana, en xullo de 2000, no que se acepta integrar á CIG en calidade de “Convidado”.
Na primeira semana de 2006, a CSPLP realizou en Bissau o seu IV Congreso. Previamente ao mesmo celebrouse unha reunión ordinaria da Comisión Executiva na que se resolveu elevar o estatus da CIG a membro Observador. Esta decisión, de conformidade cos estatutos, foi ratificada polo Congreso celebrado nos días posteriores.
A CIG propuxo, na Comisión Executiva previa ao Congreso, que se posibilitase a integración efectiva das organizacións observadoras permitindo unha participación real nas actividades da CSPLP, o que implicaba modificar os estatutos nalgúns dos aspectos máis restritivos. A proposta da CIG foi apoiada pola maioría das centrais sindicais aprobándose finalmente por unanimidade na Comisión Executiva e no Congreso.
Desde entón a CIG ven participando en todas as actividades da CSPLP, fosen estas de carácter xeral ou específico. Con todo, os estatutos non permitían que a CIG puidese ter o carácter de membro pleno por carecer Galiza de estado propio.
Na reunión da Comisión Executiva previa ao V Congreso da CSPLP celebrado en Luanda (Angola) en xullo de 2010, a UGT de Portugal propuxo modificar os estatutos no sentido de posibilitar que a CIG (e, no futuro, outras organizacións) puidesen ser membros de pleno dereito. Comisión Executiva e Congreso, por unanimidade, aprobaron estas modificacións.
Poucos meses despois, a CIG presentou a solicitude de mudanza do seu estatuto de observador para membro efectivo. O Comité Executivo aprobou esta solicitude en xuño do 2012 e o VI Congreso, celebrado un mes despois en Maputo, ratificou esta decisión con 13 votos a favor e dúas abstencións.
A integración na CSPLP era un dos obxectivos definidos pola CIG como prioritarios no ámbito organizativo internacional, explicitado mediante resolucións específicas no II, III, IV e V Congreso. Culminan así, exitosamente, os esforzos iniciados hai case 13 anos.
Cinco organizacións sindicais manifestaron o seu interese en integrarse na CSPLP: CGTB e CTB do Brasil, CCOO e UGT de Galiza, CGSI de Guinea-Bissau. O Comité Executivo e o Congreso decidiron que estes pedidos de afiliación sexan examinadas na seguinte reunión do Comité Executivo, probabelmente en abril do 2013, e ratificadas no VII Congreso a celebrar en 2014.
Ao día de hoxe, a CSPLP está composta polas 17 centrais sindicais seguintes:
1. Membros efectivos:
Angola
v UNTA: União Nacional dos Trabalhadores Angolanos
v CGSILA: Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola
Brasil
v CUT: Central Única dos Trabalhadores
v FS: Força Sindical
v UGT: União Geral de Trabalhadores
Cabo Verde
v CCSL: Confederação Caboverdiana de Sindicatos Livres
v UNTC: União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde
Galiza
v CIG: Confederación Intersindical Galega
Guinea Bissau
v UNTG/CS: União Nacional dos Trabalhadores Guineenses
Mozambique
v CONSILMO: Confederação de Sindicatos Independentes e Livres de Mozambique
v OTM: Organização dos Trabalhadores de Moçambique
Portugal
v CGTP/IN: Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
v UGT: União Geral de Trabalhadores
San Tomé e Príncipe
v ONTSTP: Organização Nacional dos Trabalhadores de S. Tomé e Príncipe
v UGT/STP: União Geral dos Trabalhadores S. Tomé e Príncipe
Timor Leste
v KSTL: Konfederasaun Sindikatu Timor Lorosa’e
2.- Membros observadores:
Macao
v ATFPM: Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau

quinta-feira, 26 de julho de 2012

CONTEMPORIZAR COM O PP É A MORTE DA GALIZA (distribuídas 2.000 folhas às 12h00 do 25 de Julho de 2012 em Compostela, Dia da Pátria Galega, na manifestação do BNG)

A contemporização é a morte. Num momento como este, 25 de Julho de 2012, a contemporização equivale à morte. Olhemos para a situação internacional. A necessidade e urgência da revolução mundial não tem qualquer dúvida, é um clamor. O esmagamento do operariado europeu seja galego, português, basco, canário, catalão, espanhol, grego, italiano, irlandês, alemão, inglês, etc. é um FACTO CONSUMADO embora as inúmeras, imensas, descoordenadas e DIVIDIDAS lutas graças aos de sempre. A experiência mostra que é impossível encontrar um sintoma mais esclarecido da revolução mundial do que uma INSURREIÇÃO de soldados e marinheiros e apelos para ela não nos faltam, públicos, abertos, através dos média, na Galiza, em Portugal...
Olhemos para a situação na Galiza onde as lutas rebentam por toda a parte embora os diques de contenção da dirigência político-sindical TODA. E não apenas na Galiza, rebentam em Portugal, no Reino da Espanha, na Europa, no mundo. Temos connosco a maioria das massas trabalhadoras. E vamos esperar a Setembro? Vamos esperar ao 26 de Setembro? Esperar a quê? A que Rajoy e a sua Generalíssima entreguem a Galiza e não apenas aos alemães depois de se terem entendido Merkel, Obama, etc. para esmagar o povo galego e o mundo inteiro?
Por toda a parte alastra o incêndio das diferentes REBELIÕES. Vamos esperar a que Rajoy e os seus madeiros as esmaguem uma após outra?
Não temos que esperar ao 26 de Setembro. Temos um formoso mês de Agosto para decidir a marcha imediata e combinada para tomar os centros de poder, o Arsenal Militar de Ferrol, para esmagar, dividir e desorganizar o exército dos generais e almirantes de Rajoy e a Generalíssima. É o único meio de salvar à Galiza, a Europa e ao mundo. A contemporização é a morte. Não se trata de votar. Não se trata de ganhar não se sabe o quê. Não é questão de obter uma duvidosa e fracassada maioria parlamentar. Tratasse de passar à INSURREIÇÃO. Porque a contemporização é a morte. Trata-se de estar firmemente decididos a ir até ao final. Temos uma grande superioridade numérica para aplicar no momento decisivo e no lugar decisivo. Trata-se de estarmos à ofensiva sem nos deter e com a maior energia. A defensiva mata a INSURREIÇÃO. O inimigo, as hostes de Rajoy, tem de ser tomado por surpresa e não o 26 de Setembro. Todos os dias de Agosto têm de haver lutas que são êxitos pequenos. Temos de ter AUDÁCIA, MAIS AUDÁCIA E SEMPRE AUDÁCIA cada dia do mês de Agosto.
Alguém pensará que estamos loucos ao escrever isto, tendo em conta a DIVISÃO do nacionalismo e as ditas forças de esquerda políticas e sindicais na Galiza e no Reino. Não! Com certeza que não. A DIVISÃO político-sindical existente é uma consequência INEVITÁVEL do abandono dos PRINCÍPIOS nomeadamente do PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA UNIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL, do abandono e falsificação do pensamento e a praxe de Castelão que no Diário de Lisboa, em 30 de Outubro de 1931, afirma que «a questão linguística (…) é o fundamento de todas as reivindicações» tanto que «em Santiago damos cursos de PORTUGUÊS», acrescenta. Para Castelão O PORTUGUÊS É O FUNDAMENTO DE TODAS AS REIVINDICAÇÕES NA GALIZA. Levamos décadas contribuindo para o ANALFABETISMO ao que nos submete o COLONIALISMO espanhol.
DIVISÃO causada pela CORRUPÇÃO de dirigentes como Bascuas, Delegado Provincial da Vivenda, capaz de despejar da sua morada uma pessoa desempregada, enganando-a, ocultando-se cobarde, perante uma outra pessoa que o suplantou em entrevista com a pessoa despejada, ultimando o trabalho de PERSEGUIÇÃO POLÍTICA do franquismo de Fraga durante mais de uma década. Bascuas não pode dirigir mais nada do que a mais abjecta e fascista CORRUPÇÃO. Que o saiba.
DIVISÃO causada pelo abandono da máxima de Carlos Marx «PROLETARIADO de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o operariado a começar pela fronteira que DIVIDE o proletariado galego-português.
DIVISÃO causada pelo abandono das nossas tradições de luta, pelo esquecimento da nossa história de libertação nacional COMUM com Portugal, da nossa história PROLETÁRIA nomeadamente a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA, caso único, que temos que recuperar. Galegos e portugueses temos que lutar juntos durante o mês de Agosto contra o basco J. Luis Arregui Ciarsolo, dono de ENCE e Iberflorestal para não nos queimar a Pátria a meio do eucaliptal desde o Cabo Ortegal até Tavira para LUCROS do empresariado catalão. Um poder proletário, camponês, de soldados e marinheiros e as suas organizações derrubará a monarquia de Feijó-Rajoy para instaurar República galego-portuguesa, Repúblicas e Democracia a meio da INSURREIÇÃO.
Em Compostela, Quarta-Feira, 25 de Julho de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O POVO É QUEM MAIS ORDENA INSURREIÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Segunda-Feira, 9 de Julho de 2012 na porta da Bazan, rua Taxonera)


À sombra de uma azinheira (…) jurei ter por companheira, Grândola, a tua vontade. A mesma vontade da Azinheira mineira em Leão, «Ciñera de Gordón» para os mata-tudo, Quercus, forte carvalho da viçosa terra que reclama e proclama INSURREIÇÃO para a derrocada do Gerrilheiro-de-Cristo-Rei, Diretor da Guarda Civil, neto de nazis assassinos, e o seu «estado de derecho» com Rajoy à frente, desde onde querem continuar a obra dos seus IMPUNES ascendentes com o concurso de partidos e sindicatos ditos de esquerda e nacionalistas, alguns a alertar de que atacarão no verão e falam de convocar greves gerais e outras «aguerridas» lutas … para depois do verão!!! «em Setembro ou Outubro», como é o caso de Suso Seixo, Secretário-geral da CIG, sindicato em que «estamos vetados», estamos PROIBIDOS, porque vimos denunciando desde a década de noventa as suas posições favoráveis à Reconversão de ASTANO, ao ácido sulfúrico de ENDESA que choramos todos, ao envenenamento maciço da população da Ponte Vedra a meio de ENCE ou a «bomba nuclear» no meio da Ria de Ferrol que defenderam Milocho-Fermim Paz-Suso Seixo. Agora deixam passar o tempo sem generalizar e promover piquetes, barricadas e lume para derrotar os piquetes, barricadas e lume dos INIMIGOS de classe e da NOSSA NAÇÃO galego-portuguesa. Todo esse aviltado ÓDIO, que não ocultam, contra nós, em nossa opinião, não é mais do que avaliar a justeza e justiça do que nós estamos a defender e eles a combater: piquetes, barricadas, lume e INSURREIÇÃO para a tomada do poder com a derrocada dos governos ILEGÍTIMOS, ANTIDEMOCRÁTICOS, PATRANHEIROS e nazi fascistas de Feijó-Rajoy às ordens de Aznar que durante os meses de Julho e Agosto anunciam mais brutais medidas em atuação permanente e impune de gradado GOLPE DE ESTADO sem militares, agora inspiradas por Mário Monti, o Mussolini de novo tipo que o proletariado italiano tem de derrocar. «É moi complicado», frisa Suso Seixo, uma Greve Geral Europeia porque a CES, presidida por Tojo, não é favorável sem querer saber que é o proletariado europeu o que é favorável, o galego, o português, o canário, o catalão, o basco, o dito espanhol, o italiano, o grego, o francês, etc. Nem sequer enviaram um autocarro com cinquenta e cinco do proletariado galego ao Porto para se manifestar com o proletariado português e apelar para «proletariado de todos os países, UNI-VOS!» a começar pelo IDÊNTICO proletariado galego-português. Os partidos ditos de esquerda e nacionalistas e os ditos sindicatos têm que tomar exemplo da ORGANIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO na Galiza do proletariado roubado pelos bancos que se manifestarão, não em Setembro ou Outubro, manifestar-se-ão na Alameda de Compostela às 11h00 do Sábado, 21 de Julho de 2012. Os partidos e sindicatos têm que não se ir de férias, apelar para ninguém se ir de férias e preparar um PLANO INSURRECIONAL para a derrocada dos governos de Feijó-Rajoy porque não há mais alternativa do que a INSURREIÇÃO. Os dirigentes da CIG e não só têm que parar essa permanente campanha contra nós, esse ÓDIO contra nós, que está a percorrer a Galiza toda e não apenas e se submeter ao que o povo ordena, a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 9 Julho de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL




domingo, 8 de julho de 2012

COMISSÃO PARA A INSURREIÇÃO (distribuídas 250 folhas às 5h30-6h30 da Terça-Feira, 3 de Julho de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)



A Galiza em Estado de Emergência, alerta Guilherme Vazquez do BNG e exige Comissão de Investigação e nós o contrariamos e reiteramos: a Galiza em Estado de Emergência? COMISSÃO DE INSURREIÇÃO; não Comissão de Investigação. A Galiza em Estado de Emergência? INSURREIÇÃO, mais NADA: OCUPAR O ARSENAL. Uma vez a INSURREIÇÃO CONSUMADA, República da Galiza UNIDA a Portugal, Banca Pública galega que financie Plano de Desenvolvimento Industrial da Zona Deprimida de Ferrol e Comarcas baseado em ASTANO CONSTRUIR BARCOS, que levante o veto? Que linguagem! Que rompa a rigorosa PROIBIÇÃO DE CONSTRUIRMOS BARCOS, a Galiza e Portugal, que financie I+D+i, transportes dignos, Educação, Saúde, Serviços Sociais, ALFABETIZAÇÃO MACIÇA DA POPULAÇÃO GALEGA NA SUA PRÓPRIA LÍNGUA E CULTURA, a língua e cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, a começar pelos dirigentes e filiação de BNG-CIG com a nossa própria ORTOGRAFIA, com gramáticas e dicionários portugueses como afirmou João Vicente Biqueira.

O futuro das nossas comarcas, o futuro da Galiza passa por transformarmos a imensa quantidade de energia perdida, empregue no energumenismo futeboleiro e espanholeiro radicalmente contrário à Galiza, passa por transformar a IMENSA HOSTILIDADE contra nós em energia positiva de estudo, trabalho, organização, propaganda e AMOR pela Galiza (a Norte e a Sul) que não são seis letras, são cerca ou mais de três milhões de pessoas, também nós, às que se priva de qualquer direito, emprego, alfabetização...

Para a luta pelo futuro das nossas comarcas, pelo futuro da Galiza SOBEJAM RAZÕES, as que nós aduzimos, que são as razões pelas que durante séculos a Galiza luta, INSURREIÇÃO após INSURREIÇÃO, derrotadas uma e outra vez porque o possante inimigo espanhol sempre consegue EVITAR a luta UNIDA da Galiza e Portugal particularmente a do proletariado galego-português; consegue-o sempre porque entre nós, entre o dito nacionalismo, sobejam pessoas e grupos organizados a combaterem a UNIDADE da Galiza, do proletariado galego, a UNIDADE da Galiza com Portugal, do proletariado galego-português e se nós denunciamos os atos delituosos de Manel Grandal e a CIG e nos respondem com a IMENSA HOSTILIDADE do funcionariado, quadros e dirigentes da CIG, não é uma questão pessoal, é uma questão política ESTRATÉGICA e de primeiro rango. Atos delituosos que duram anos contra os nossos direitos civis e políticos, o nosso direito ao emprego, a nossa liberdade de expressão, de reunião, de associação, o nosso direito a uma imagem e fama digna e muita outra coisa; submetendo-nos no APARTHEID conseguem EVITAR a luta UNIDA do proletariado galego e deste com o português. Estamos a falar nem mais nem menos que da Secretaria Comarcal de Ferrol da CIG cujo cinquenta por cento de representação ostenta Manel Grandal [como é possível entender que haja dois secretários comarcais?] que na Jornada de Luta, Greve Geral de seis horas, recorre a Castelão para nos lembrar que a luta IDEOLÓGICA tem de ser NOBRE E LEAL. Qual NOBREZA E LEALDADE há em, clandestino, suinha, em secreto, que não possamos inteirar-nos, expulsar-nos da Assembleia de Pessoas Desempregadas da CIG ABERTA a todas as pessoas desempregadas para LUTAR! exceto a nós, MENTINDO-NOS E ENGANANDO-NOS? Qual nobreza e lealdade há em ordenar que o autocarro que leva a Compostela a se manifestar contra os incêndios passe sem parar onde nós, só nós, estamos à espera combinada, afirmada e confirmada a paragem no anterior dia? Coisas deste teor repetidas uma e outra vez, durante anos, é a luta ideológica NOBRE E LEAL que se reclama proclamando a Castelão!

Podemo-nos sentir alegres e satisfeitos, «valorar mui positivamente» os resultados de uma greve geral de seis horas em que não sabemos, nem a Secretaria Bicéfala no-lo conta, quanto do operariado convocado de empresas de 22 concelhos parou na Greve? Podemo-nos felicitar ou já é hora de que alguém, nós, conte a VERDADE? É verdade que toda a culpa é de CCOO-UGT?

Cantamos a Internacional com muito ENTUSIASMO, o mesmo que empregamos para CENSURAR o contido político-militar de COMBATE proletário do poema de Eugène Pottier da VITORIOSA Comuna de Paris de 1871 que dá letra ao Hino Internacional do Proletariado, letra que traduzimos do espanhol e pouco?

Um minuto de SILÊNCIO por Iria Garcia assassinada graças ao Comissário Chefe, ao Fiscal Chefe e ao Juiz Decano, todos fascistas, e às feministas que apoiam a metodologia da DENÚNCIA e RENUNCIAM à solidariedade de classe e o apoio mútuo entre as mulheres proletárias, e os homens proletários, promovida e exercida através das organizações autónomas de mulheres dos sindicatos e não só, vejam-se AS MINEIRAS.

Uma situação de EMERGÊNCIA da comarca requer Greve Geral em Ferrol-Vigo, na Galiza, com piquetes, barricadas e lume e não pessoas sem qualquer experiência de trabalho e luta sindical NOS CENTROS DE TRABALHO, na direção da CIG, a lecionar acerca de que «não quisemos piquetes porque queríamos que as pessoas participassem mottu proprio», como se o INIMIGO de classe não tivesse muitos mais piquetes dos que fomos capazes de organizar na VITORIOSA Greve Geral da Galiza convocada pela CIG em «pecado» solitário em 27 de Janeiro de 2011.

Nós somos cada dia mais contrários a multiplicar por dois ou mais o número de pessoas que declaramos participaram nas manifestações proletárias. Achamos que, como neste caso, só servem para perpetuar e justificar dirigentes sindicais que, se tivessem um pouco de honradez, se demitiriam perante um FRACASSO procurado e que nós LAMENTAMOS muito porque é mais um FRACASSO do operariado ferrolano do Naval, da classe obreira galega, nuns tempos que EXIGEM a derrocada dos governos de Feijó-Rajoy.

Não é VERDADE o diagnóstico de que a luta vai durar muito tempo, dito em Ferrol por Suso Seixo em 28 de Junho. O tempo que vai durar a luta determiná-lo-á a própria luta. SÓ QUE HÁ QUE DAR A BATALHA, há que lutar. Não se pode dizer que se vai convocar na primeira quinzena de Junho, Greve Geral na Galiza, a CIG aliada com ELA-STB em Euskal Herria e depois NADA porque a ELA-STB às ordens do racista Urkullu e o PNB atraiçoa o compromisso, justificando-o a seguir com uma queixa CIG-ELA-STB contra ministros e bancos. Não se pode depois do 30 de Maio em Ferrol anunciar mobilizações UNIDAS Ferrol-Vigo e depois NADA. Não se pode deixar passar uma manifestação da CGTP-IN em 9 de Junho num Porto de pobreza INAUDITA sem sequer levar o proletariado galego, viguês ou fronteiriço (uma hora de autocarro), para AJUDAR A UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA. Não se pode NÃO DAR A BATALHA, a luta, e depois dizer que a luta vai durar muito tempo. O que é verdade é que se não se luta, a luta durará INFINITAMENTE e sempre sobrarão motivos.

LAMENTAMOS E NÃO CALAMOS A VERDADE quer queiram quer não os inimigos da nossa nação. É VERDADE que BNG-CIG e não apenas NÃO DAR CURSOS DE PORTUGUÊS, 76 anos depois de Castelão afirmar que os davam no Instituto de Estudos Galegos em Compostela, é CRIME DE LESA HUMANIDADE contra a parte da Humanidade que constitui a população da Galiza submetida pelo Reino da Espanha ao mais rigoroso ANALFABETISMO na sua própria língua e cultura que não é outra que a língua e cultura da CPLP. Com meio século de NEGATIVA a dar cursos de português contribuíram para o ANALFABETISMO que nos abafa, que impede a nossa liberdade, sermos nós mesmos, o que somos. São contrários à ideologia de Castelão que afirmara a língua, A ALFABETIZAÇÃO EM PORTUGUÊS como o FUNDAMENTO, A BASE DE TODAS AS REIVINDICAÇÕES particularmente as do operariado do Setor Naval de Ferrol, acrescentamos nós e fazemos sem ânimo de mais LUCRO do que o LUCRO de ALFABETIZAR na sua própria língua e cultura o operariado que às 5h30 acede a Bazan SUB INVICTO HISPANORUM DUCHE, duche e descendentes que cumpre derrocar a meio da INSURREIÇÃO.                                                                                                                 
Em Ferrol, Domingo, 1 de Julho de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

UNIDADE E RADICALIDADE DA MOBILIZAÇÃO OPERÁRIA NA GALIZA (distribuídas 1000 folhas, 500 às 5h30-6h55 da Quinta-Feira, 28 de Junho de 2012 na porta Bazan e 500 às 12 na manifestação CIG em Ferrol)

Emperrados em suster e apoiar um podricalho de regime, o Reino da Espanha, cuja CORRUPÇÃO para LUCRO pessoal, de partido ou sindicato, é tão grande que ameaça com desabar em qualquer momento, os dirigentes políticos e sindicais não fazem outra coisa senão IMPEDIR A UNIDADE E A MOBILIZAÇÃO RADICAL do proletariado e o povo galego para a derrocada dos governos Feijó-Rajoy que no entanto tiranizam o pagamento de 456 remédios; 789, o seu mágico número, pareceu-lhes muito, seique...
Sindicatos e Comité de Empresa de Navantia levaram o operariado pela Av. das Pías ao deserto para aturar um discurso de Jorge Prieto Ulfe em que reconhece que não previram ter que mobilizar durante dezaoito meses para ASTANO NÃO CONSTRUIR BARCOS: o seu cinismo de agente reconversor de ASTANO produz-lhe DESMEMÓRIA. Vejam que podíamos ter ido para a estação dos comboios ou dos autocarros para fazer ali a mobilização, ou ao Concelho de Ferrol e ocupá-lo, ou ao Arsenal Militar e ocupá-lo, ou isolar Ferrol com barricadas em diferentes pontos. Os dirigentes políticos e sindicais sabem e temem a RADICALIDADE E UNIDADE DA MOBILIZAÇÃO que quer o operariado, que eles a não querem, e tudo manipulam para levá-lo pelas corredoiras para o monte onde por muito que se brade ninguém escuta. Contudo o lume acompanhou a marcha a nenhures que se tem que tornar a alhures com barricadas.
Uma pessoa com boa intenção propus de irmos a Madrid para UNIDADE com os mineiros. Nós com melhor intuito e que primeiro defendemos a UNIDADE do operariado dos estaleiros navais, propomos uma marcha, caminharmos desde Ferrol-Vigo-Viana do Castelo-Porto até Lisboa para trabalharmos a UNIDADE ASTANO-LISNAVE, Galiza-Portugal, para OBRIGAR ALMÚNIA, Comissário da Concorrência e RECONVERSOR DE ASTANO, a fazer OBRIGATÓRIAS para os Estados determinadas condições relativas aos resgates de dezenas de milhares de Euros que OBRIGATORIAMENTE teriam de ser investidos em financiar Planos de Desenvolvimento Industrial das Zonas Deprimidas da Galiza e Portugal baseados em ASTANO-LISNAVE (GALIZA-PORTUGAL) CONSTRUIR BARCOS. Estejam certos de que antes de iniciarmos a marcha, Obama brama e manda DRONE MATAR! Drones fabricados por cinco mil do operariado norte-americano sem que ninguém lhes leve um triste panfleto para se MOBILIZAREM em favor da PAZ E O DESARMAMENTO sabotando a produção, de aplicação universal na indústria para A GUERRA. Tenham a certeza de que o que motivou Obama, o Senhor dos Senhores da Guerra, para ser mais PePista do que o PePe ou PaPa foi o perigo da mobilização de umas obscuras gentes das trevas do Noroeste da Península Sud-Pirenaica que no espesso nevoeiro estão a ver como lhes ROUBAM OS SEUS SALÁRIOS AFORRADOS com toda a IMPUNIDADE dos que como o puteiro Berluconi promulgam leis para eles ficarem imPPunes de NARCOTRÁFICO E TERRORISMO. Bem fica o futebol, Bota fogo!, pago com o nosso dinheiro galego, a Espanha submete Portugal, derrota a Alemanha da Merkel e todo proletário se torna marquês por ordem de El-Rei. Viva o Marquês no DESEMPREGO! Viva Franco! Arriba Espanha! Cantemos pordiosporlapatriayelrei...
Nós tentamos fazer um acampamento em São Valentim, em Fene, em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS, outros instalaram umas tendas de campanha no mesmo lugar e MATAM ASTANO, a palavra ASTANO definitória de uma história que querem APAGAR porque estão envolvidos na CORRUPÇÃO reconversora e promovem os mais corrompidos como genuínos representantes do que aconteceu para que contem PATRANHAS com RUMBO 21 para OCULTAREM O RUMO DAS VÍTIMAS, milhares, cuja elementar restituição de direitos, reingressar em ASTANO, também MATAM, tudo, nesse emperramento em querer MATAR A UNIDADE E RADICALIDADE DA MOBILIZAÇÃO DO PROLETARIADO E O POVO GALEGO. O mesmo que o franquismo quer OCULTAR A MEMÓRIA HISTÓRICA para OCULTAR os seus crimes e GENOCÍDIO, para OCULTAR AS VÍTIMAS e o seu ressarcimento, não se pode querer OCULTAR AS VÍTIMAS da reconversão de ASTANO, despedidas e massacradas por El-Rei e Felipe González, e o seu ressarcimento reconhecendo e DEFENDENDO o seu direito a reingressar em ASTANO, simplesmente não se pode por muito que se emperrem.
Só lembrar que Castelão (entrevista Diário de Lisboa, 30-X-1931, p. 8) pensa da questão linguística [que] é o fundamento de todas as reivindicações e a forma de as consolidar...: EM SANTIAGO DAMOS CURSOS DE PORTUGUÊS! [INSTITUTO DE ESTUDOS GALEGOS].
Que na CIG [BNG] de Ferrol, na de Vigo e na do quer-que-lhe-quer, NÃO DEMOS CURSOS DE PORTUGUÊS como fundamento de todas as reivindicações em pleno XXI século, é CRIME DE LESA HUMANIDADE. É-o hoje, 28 de Junho de 2012, três quartos de século depois da VITÓRIA do referendo estatutário.
Eis o nosso pensamento e prática, e a de Castelão sem qualquer FALSIFICAÇÃO, claro e nítido. Como claro e nítido é que a solução para o operariado de Navantia e as Auxiliares, a solução para a Galiza, é a derrocada dos governos de Feijó-Rajoy a meio da INSURREIÇÃO. 
Em Ferrol, Quinta-Feira, 28 de Junho de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

MOBILIZAÇÃO OPERÁRIA UNIDA E RADICAL (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Terça-Feira, 26 de Junho de 2012 na porta da Bazan rua TAxonera)

Nós estamos em favor e promovemos a MOBILIZAÇÃO UNIDA E RADICAL do proletariado, do de ASTANO e BAZAN, das Auxiliares, dos estaleiros navais de Ferrol e Vigo, do proletariado galego e português, do proletariado europeu e universal. MOBILIZAÇÕES cujos efeitos sejam mesmo a derrocada dos governos Feijó-Rajoy e um poder proletário. Cuidamos muito a linguagem. Baixo este ponto de vista não temos mais remédio que mostrar-nos críticos com as mobilizações que se estão a promover em Ferrol seja quem for o promovente. Qualificamos de CIRCO DA PALHAÇADA DIVISIONISTA a dinámica que se está a desenvolver com CCOO-UGT-USTG de um lado e a CIG do outro. Na nossa opinião, ninguém se livra. Se CCOO-UGT, a hegemonizarem o Comité de Empresa de Navantia, impõem MOBILIZAÇÕES moderadas, manifestações pelas corredoiras, fora do centro das cidades, fugindo de Ferrol, etc. MOBILIZAÇÕES calculadamente não coincidentes com as de Vigo, da CIG não podemos dizer que o esteja a fazer bem, sempre com a excusa de que CCOO-UGT não mobilizam: perante a jornada de luta (à que assistiremos) convocada para o dia 28 de Junho, discrepamos do contido e dos objetivos; Ferrol é uma cidade MILITAR E MILITARIZADA (a própria Navantia) e não se reclama CIVILIDADE proletária; os investimentos, o financiamento público, em Ferrol, particularmente num Plano de Desenvolvimento Industrial da Zona Deprimida de Ferrol e Comarcas baseado em ASTANO CONSTRUIR BARCOS, foram praticamente NULOS nas mais de TRÊS últimas décadas; NADA DISTO aparece no panfleto que distribuiram para além doutras elementares reivindicações relativas às cerca de duas dezenas de milhares de pessoas desempregadas (ERRADICAR o despejo da Lei da Vivenda e derrogar a Lei de «Enjuiciamento» Civil, etc.). Afirmam nas razões da convocatória que o 80 %  do operariado das empresas da área está submetido a EREs, EEEs, falências, etc. sem promoverem coisas tão elementares como a sua UNIDADE E MOBILIZAÇÃO, Conferências dos seus Comités de Empresa, Assembleias do operariado das diferentes empresas afetadas para lograr a MOBILIZAÇÃO UNIDA.
E o que acontece connosco por CONTAR E PROCLAMAR ESTAS VERDADES, cujo objetivo não é outro que a UNIÃO PROLETÁRIA e a sua VITÓRIA, é que recebemos todo tipo de PROIBIÇÕES, APARTHEID, EXPULSÕES, DIFAMAÇÕES, INJÚRIAS, HUMILHAÇÕES, INTIMIDAÇÕES, AMEAÇAS, etc. não apenas do franquismo que nos desgoverna mas também dos sindicatos nomeadamente a CIG e particularmente de Manel Grandal cuja agressividade sem controlo contra nós raia na paranoia policial cometendo todo tipo de delinquências, em termos de direitos CIVÍS E POLÍTICOS; cobardes, clandestinos e suinhas EXCESSOS porque nem gosta nem quer a MOBILIZAÇÃO PROLETÁRIA UNIDA E RADICAL e aquando esta acontecer fora do seu controlo e manipulação, adoece e procura culpáveis, não entre o proletariado RADICALIZADO pela objetiva EXPECTATIVA DE DESEMPREGO: os culpáveis somos nós! não nos deixa falar nas assembleias, nos proíbe estar nas mobilizações e nos diz fora daqui!... poderíamos qualificá-lo de ridículo se não fosse fascista.
Estamos acabando o mês de Junho e as PATRANHAS de Feijó como a dos «quimiqueiros» dos mentireiros chegam ao paroxismo de aparecer aquando a assembleia do operariado do Naval de Ferrol está a determinar MOBILIZAÇÕES, pretendendo Feijó, como bom nazista, acabar com a mobilização e com o proletariado GALEGO, nomeadamente a sua parte mais avançada e combativa. Nós reiteramos a necessidade da MOBILIZAÇÃO UNIDA E RADICAL. Às barricadas dos mineiros podemos acrescentar as nossas próprias barricadas e mesmo ocupar o Arsenal Militar. E continuamos a alertar da necessidade da MOBILIZAÇÃO durante os meses de Julho, Agosto, Setembro, Outubro, etc. porque não temos mais alternativa realista, nada de recursos PSOEcialistas perante o Tribunal Constitucional ou a Audiência Nacional, do que a derrocada dos governos de Feijó-Rajoy a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 26 de Junho de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A GALIZA INCENDIADA OU GUERRA CONTRA A GALIZA? (distribuídas cento e cinquenta folhas na manifestação da SEAGA em Compostela às 11h00 da Quarta-Feira, 20 de Junho de 2012, 850 folhas foram para Verim, Lalim, Ponte Vedra, A Crunha, Ourense, etc.)

Segundo EFFI (http://effis.jrc.ec.europa.eu/reports/fire-reports), desde 1980 até ao 2010 foram queimados no território do Reino da Espanha, 53.000 km. Se a maior parte dos incêndios acontecem na Galiza poderemos afirmar com rigor que nas últimas quatro décadas cerca de duas vezes a superfície da Comunidade Autónoma da Galiza, 60.000 km, foi devastada pelos PROVOCADOS, ORGANIZADOS E DESTRUTIVOS lumes? Exageramos?


Segundo EFFI, na Galiza do além-Minho, em Portugal, foram queimados 34.000 km, nos ditos trinta anos, concentrados os lumes nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real e Bragança, a fronteira que não é fronteira.


Nos últimos anos o alvo das bandas incendiárias são os espaços protegidos por lei para a sua conservação, quer dizer, Parques «Nacionais», o das Ilhas Atlânticas, Parques Naturais, Ilhas Cíes, Monte Aloia, Dunas de Corrubedo, Serra da Encinha-Lastra, Fragas do Eume, Baixa Lima-Serra do Gerês (Xurés, Jerez, Castro Geriz, e outras variantes), outras figuras legais recolhidas em Rede Natura e, sobretudo, o bem-estar, a segurança, a saúde e a vida da população galega.


Em termos de PREVENÇÃO, VOLUNTARIADO E MANIFESTAÇÃO NACIONAL contra os incêndios, as bandas incendiárias e quem as organiza e protege, a Galiza é um deserto porque a governam INCENDIÁRIOS, LADRAS E ASSASSINOS, como os definiu Castelão «queimam, roubam e assassinam a nome de Deus», e a Galiza UNIDA na Assembleia Nacional da Galiza não os COMBATE como combatemos a maré negra do Prestige, porque os que governam organizam as bandas incendiárias, as protegem e desorganizam o eficaz voluntariado para ROUBAR mais e melhor e aniquilar à Galiza, a Portugal e à sua UNIDADE, no que poderíamos definir pelos seus efeitos como uma autêntica GUERRA que dura décadas.


Acrescentemos à destruição da flora e a fauna INCENDIADA com os pertinentes danos à população, a destruição de uma e outras produzida pelos agentes químicos. Não estamos a falar do agente «laranja» profusamente largado pelos norte-americanos na sua GUERRA contra o Viet Nam mas poderíamos. Aos milhares de toneladas de furanos procedentes da Holanda e da mão do PP deitados de tal jeito que, o oitavo veneno, o primeiro o arsénico, vão para a Ria de Ferrol podemos acrescentar o flufenoxurão com que ASPAPEL nos está a fumigar a Nossa Terra, à terra e a nós; e agora podemos comparar a Guerra contra o Viet Nam e a Guerra contra a Galiza porque não exageramos nada ao dizer que a fórmula química do agente «laranja» e a do flufenoxurão têm muito parecido, tanto, que apenas se diferenciam em que o primeiro produzia dioxinas (cancro de fígado e malformações genéticas) e o segundo não sabemos. Os do Viet Cong, os vietnamitas, denunciavam perante a opinião pública internacional os incêndios do fósforo branco e do napalm, os danos na flora e na fauna, a mortandade e desaparição das abelhas e o cancro de fígado nas pessoas, produzido pela guerra química das clandestinas forças armadas alemãs ao serviço dos ianques, o agente «laranja» e outros compostos de bromo, cloro e o quer-que-lhe-quer; parecido, só parecido, ao que está a denunciar a Plataforma (por que não Assembleia?) contra as Fumigações. Só parecido porque teríamos que colocar e responder a questão de qual é a incidência do cancro na Galiza, o letal e o não letal e produzido por que?, particularmente nas áreas de Ferrol e a Ponte Vedra, para, com certeza, concluir que a mortandade, produzida por que? EVITÁVEL, constitui GENOCÍDIO.


Quem nos está a fumigar com flufenoxurão, agente «laranja»?, para salvar os seus eucaliptos, extensas áreas de mono cultivo na Galiza e Portugal, combustível dos INCÉNDIOS e outros danos no paraíso galego? A Asociacion de Fabricantes de Pasta de Papel e Papel, ASPAPEL, que está integrada por cinquenta empresas das quais vinte e quatro sediadas na Catalunha, cinco no País Valenciá, as vinte e nove que se levam o LUCRO do produto elaborado, dez no País Basco-Navarra, quatro em Madrid uma das quais ENCE com celulosas em Navia, Ponte Vedra e Huelva, presidida pelo basco-alavês Juan Luis Arregi Ciarsolo, no ano 2007 número trinta e cinco das cem pessoas mais ricas no Reino da Espanha e Vice-presidente de Iberdrola; ENCE no ano 2011 pese embora a crise apresenta balanço positivo, tem LUCROS. Vejam quão «galego-português» o Juan Luis é: Iberfloresta de ENCE é a empresa que em Portugal, a Norte do Douro, na Serra de Monchique e arredores, no Algarve e nos últimos tempos no Centro da Galiza Sul, eucaliptos planta, curta, transporta e controla o mercado da madeira para FORNECER MATÉRIA-PRIMA a sua celulosa, e não apenas, e gasear a população da Ponte Vedra. Nós consideramos a conveniência de criarmos antes de acabar Junho a Assembleia Nacional da Galiza Contra os Incêndios para PREVENÇÃO, VOLUNTARIADO E MANIFESTAÇÃO NACIONAL contra os incêndios para promovermos a derrocada dos governos de Feijó-Rajou a meio da INSURREIÇÃO.                                       

Em Compostela, Quarta-Feira, 20 de Junho de 2012.
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A SOLUÇÃO PARA O OPERARIADO DE NAVANTIA (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h55 da Terça-Feira, 19 de Junho de 2012 na porta da BAzan rua Taxonera)

A SOLUÇÃO PARA O OPERARIADO DE NAVANTIA (distribuídas 1.500 folhas às 12h00 do Domingo, 10 de Junho de 2012 em Ferrol na manifestação em favor de Navantia)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O EFEITO «DOMINE» (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h55 da Sexta-Feira, 15 de Junho de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

O efeito «DOMINE» CAPITALISMO sobre todas as coisas do Céu e da Terra tem associado o efeito DOMINÓ para tudo se esboroar sem remédio, a banca, os bancos, os banqueiros e o CAPITALISMO. Tentando ser rigorosos com O Capital de Carlos Marx QUE NINGUÉM SUPEROU [leiam-no; como o lia o operariado alemão nos tempos de Marx], vimos falando em GUERRA DE CLASSE, dos capitalistas contra o proletariado, contra as classes trabalhadoras, contra os países oprimidos e contra os países pobres. Uma guerra sem quartel, desapiedada, a morte, que tem como objetivo ACUMULAR CAPITAL para provocar mais GUERRA mesmo GUERRA MUNDIAL NUCLEAR. Que nesta guerra o peixe grande come o chico, que os capitalistas matam-se entre si pela hegemonia e que em todo este barulho uns se enriquecem mais a conta dos outros, quer dizer, as hienas EUA-Israel-Alemanha levam a «talhada» mais grossa da carniça e o podricalho das presas que matam, assassinam, genocidam e ROUBAM e ESPOLIAM à Humanidade e aos seus próprios povos sem respeitar nem considerar qualquer lei ou princípio ético, moral ou religioso. Vale-lhes TUDO! Estão dispostos a TUDO! Levam-no demonstrando desde o Tratado de Tordesilhas, em 1492, catalães, castelhanos, portugueses, holandeses, franceses, ingleses, alemães, norte-americanos...

É só que o efeito «DOMINE», como manifesta comunista Marx, leva associado, sem remédio, o efeito DOMINÓ. Quer dizer, o proletariado que pode e DEVE esboroar TUDO o podricalho atual e mundial do edifício CAPITALISTA, porque não se pode resistir! E o proletariado, seres humanos concretos, pessoas, com capacidade para decidir, o proletariado universal, o europeu, o galego e o de Navantia-Auxiliares tem que ter CONSCIÊNCIA da sua força, uma força OBJETIVAMENTE IMBATÍVEL porque é a IMENSA maioria da população e produz TODA A RIQUEZA quantificada em dólares ou em Euros que se comem os bancos e os banqueiros, organizado e disciplinado como um exército produtivo que facilmente se torna um exército destrutivo do capitalismo e construtivo do SOCIALISMO, da democracia proletária. Esse proletariado, nomeadamente o de Navantia-Auxiliares, e o galego, com a autoestima precisa, ciente da sua força TRANSFORMADORA E BENFEITORA, face MALFEITORES banqueiros, organizado e UNIDO, É IMBATÍVEL! Pode conseguir FINANCIAMENTO para Plano de Desenvolvimento Industrial para a Zona Deprimida de Ferrol e Comarcas baseado em ASTANO CONSTRUIR BARCOS e governarmos nós a Nossa Terra.

É só que em Navantia e na Galiza tudo é concreto. Não chega com que a CIG em 1 de Junho diga, sem marcar data, que vai promover uma greve comarcal em Ferrol e Vigo para salvar os estaleiros navais se tudo fica numa jornada de luta em Ferrol em dia 28 de Junho. Comparem com a greve geral de 15 de Junho de 1984 convocada, com bando incluído, pelo Pepe Arnoso, alcaide de Fene, acompanhado de outros cinco. No entanto o resto dos sindicatos e Comité de Empresa de Navantia dormem sono tranquilo e o tempo se passa sem barcos que construir! O proletariado de Navantia-Auxiliares, e o galego, também é IMBATÍVEL para se safar de dirigentes sindicais TIRANOS, VENDIDOS OU DORMIDOS a ver os mineiros e AS SUAS FAMÍLIAS MOBILIZADOS em favor de FINANCIAMENTO para não haver despedimentos. Como em Ferrol já temos barcos que construir NÃO NOS MOBILIZAMOS por ordem do Tojo que prognostica um «outono aquecido», quer dizer um verão arrefecido; desde agora até ao outono NÃO QUEREM A MOBILIZAÇÃO para lhe facilitar ao PP, emperrados em encerrar os estaleiros navais de Ferrol-Fene, o labor e a lavoura de verão. Em termos de derrocada dos governos de Feijó-Rajoy, não dirão que o ensejo não é bom para, em dia 18, a MOBILIZAÇÃO UNIDA das barricadas do operariado de Navantia e as dos mineiros com o mesmo objetivo, FINANCIAMENTO para que não haja despedimentos, e por que não? ocuparmos o Arsenal militar para (isso é que determina, não as eleições gregas ou quaisquer outras) efeito DOMINÓ a meio da INSURREIÇÃO. 
Em Ferrol, Sexta-Feira, 15 Junho de 2012                                                                                              

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL