segunda-feira, 1 de julho de 2013

1 DE JUNHO, PROLETARIADO E NAÇÕES OPRIMIDAS, UNI-VOS PELO SOCIALISMO! (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h05 da terça-feira, 28 de maio de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

O proletariado e os povos da Europa estão sob um violento ataque do capital financeiro que se faz representar pela troika (FMI, BCE, CE) e pelos sucessivos governos que aplicam as políticas concertadas com estas entidades desprezando as pessoas. Sabemos que esta ofensiva aposta em vergar o proletariado e as nações, tornando-as escravas da dívida e da austeridade. Atravessa a Europa e também deve ser derrotada pela luta internacional.

Cada um de nós, em cada país, Galiza, em cada cidade, Ferrol, em cada fábrica, ASTANO, Bazan, Navantia, em cada casa, com as suas especificidades, sente na pele as medidas que acabam com o emprego e agravam o desemprego, as medidas que aniquilam direitos conquistados ao longo de décadas, que privatizam tudo o que possa ser rentável e condicionam e reduzem a nada a soberania dos nações sob a propaganda da “ajuda externa”. É urgente que unamos as nossas forças para melhor combatermos e derrotarmos este ataque.

O apelo que lançámos para uma manifestação internacional descentralizada circulou entre dezenas de movimentos em Portugal-Galiza, Catalunha, Euskal Herria, Espanha, França, Itália, Grécia, Chipre, Irlanda, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Eslovénia… Na reunião de 26 de Abril de 2013, em Lisboa, estiveram presentes companheiros e companheiras de vários países da Europa, que discutiram em conjunto esta proposta.

Assim, foi consensualizado a nível internacional que sairemos à rua no próximo dia 1 de Junho: Proletariado e nações unidas contra a troika!

Este é o início de um processo que se quer descentralizado, inclusivo e participado. Queremos construi-lo coletivamente e juntando as nossas forças. A partir de hoje a data de 1 de Junho será divulgada à escala europeia e todas as pessoas estão convidadas a juntarem-se num protesto internacional contra a troika e contra a austeridade… a favor que sejam o proletariado e os povos a decidirem as suas vidas.

Apelamos a todo o proletariado com e sem emprego, a todos os cidadãos e cidadãs, com e sem partido, com e sem esperança, apelamos a que se juntem a nós. A todas as pessoas, entidades, instituições, organizações políticas, movimentos cívicos, sindicatos, partidos, coletividades, grupos informais, apelamos a que se juntem a nós, apelamos a todas as nações oprimidas.

Queremos continuar a alargar os nossos contactos tanto nacionais como internacionais, porque estamos conscientes que será o somatório das nossas vozes que poderá travar a nova vaga de austeridade que está a ser preparada. O proletariado e os povos da Europa têm vindo a demonstrar em vários momentos que não estão disponíveis para mais sacrifícios em nome de um futuro que nunca chegará. Por isso pensamos que é chegada a hora de uma grande demonstração da capacidade do proletariado e destes povos de se coordenarem na luta e na recusa destas políticas. De Norte a Sul da Europa, tomemos as ruas contra a austeridade! Proletariado e nações oprimidas, UNI-VOS pelo SOCIALISMO!   
 
Em Ferrol, Terça-Feira, 28 de Maio de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

ACABEMOS COM A FALSIFICAÇÃO E OS FALSIFICADORES (distribuídas 1000 folhas às 12h00 da sexta-feira, 17 de maio de 2013 em Compostela na manifestação de Queremos Galego)


Henrique Monte-Agudo descobre um agudo monte e desgastadas moreias de GALEGO ESCRITO, ORTOGRAFADO, talvez em Ferrol e com certeza FALADO na vila, na Galiza, em Portugal e porventura nos «satélites» nas Cortes dos Reinos e as Províncias da Coroa de Castela, galego falado e escrito que permaneceu depois da escola lírica galego-portuguesa; escola que os pobres não tinham embora tivessem a língua, lírica que os pobres também não tinham embora tivessem a ÉPICA da luta contra a ESCRAVATURA da primeira INSURREIÇÃO IRMANDINHA, também lavrada em Ferrol como os «instrumentos notariais» de 1432-35 da descoberta com o Cancioneiro ALEGADAMENTE do Afonso Paez.
Sem que nos seja fornecida qualquer informação acerca dos «instrumentos notariais lavrados em Ferrol» reparem que entre 1388 e 1411 foi escrita na Ponte de Eume,  UTILIZANDO A ORTOGRAFIA DA NOSSA LÍNGUA GALEGO-PORTUGUESA, a Crónica Troiana, PROSA esta da mesma língua e ORTOGRAFIA em que PROSAVA em Lisboa Fernão Lopes desde 1419 em diante para CRONICAR os reis Pedro I, o da galega Inês de Castro, Dom Fernando, o do galego Joham Fernadez de Andeiro e o Joham I de boa memória, este o Mestre de Avis nascido em Lisboa de Dona Tareija, natural da Galiza, e criado por Nuno Freire de Andrade, natural da Ponte de Eume e Mestre de Cavalaria da Ordem de Cristo em Portugal. A mesma língua e ORTOGRAFIA em que escreviam (porque estavam ALFABETIZADOS) todos eles, homens e mulheres, quer fossem naturais da Galiza quer de Portugal. Desconfiamos do alegado castelhano do basco Pero Lopez de Ayala, cronista de Pedro I dito o Cruel, e fonte histórica das crónicas do Fernão Lopes.
A mesma língua e ORTOGRAFIA do Cancioneiro compilado por Joham Afonso FROM Baena (Córdova) [dito Cancioneiro de Baena, Cancioneiro dito CASTELHANO a reproduzir a PATRANHA PARA CENSURAR O GALEGO, GALEGO-PORTUGUÊS OU PORTUGUÊS DE 1380-1430] em que escreveram Afonso Alvarez de Vila Sandino, PREDILETO de Henrique II e Joham I, Tras-Tâmaras, (1369-79-90), poeta galego-português nascido em 1345, em Vila Sandino (Burgos) e a morar em Ilhescas (Toledo), Garci Fernandez de Gerena, andaluz de Gerena (Sevilha), Gonçalo Rodriguez, Pero González de Mendoça, os galegos Macias o Namorado e o Arceiano de Touro; TODOS ESCREVERAM antes de 1407 segundo o Cancioneiro do «marrano» de Baena. Cancioneiro compilado para El-Rei Joham II (Touro, 1405-1454; ao que lhe levantou Ata Notarial Pedro Padrão em Samora em 18 de Janeiro de 1432 para justificar a INSURREIÇÃO IRMANDINHA que começa em Ferrol) por sua vez pai de Isabel dita a Católica e ele próprio poeta «cancioneiril». Cancioneiro de Baena cuja ÚNICA CÓPIA CONHECIDA NÃO SE CORRESPONDE com a que deveu de entregar o Afonso ao João II de Tras-Tâmara, cópia, aliás, feita por cinco copistas diferentes que copiavam o que lhes parescia.
Cancioneiro da Ajuda, Pergaminho Vintel, Cancioneiro da Vaticana, Cancioneiro da Biblioteca Nacional, Cancioneiro de Resende e outros muitos cancioneiros para além do de Baena não lhe chegam ao agudo monte para parir um ratinho e concluir com todos os académicos e académicas da Real Academia dita Galega e não apenas encabeçados pelo Susinho contra o LUSITANO que a nossa língua tem uma e ÚNICA ORTOGRAFIA, antes e agora, em que escreveram galegos, portugueses e «satélites» nas Cortes dos Reinos e as Províncias da Coroa de Castela.
Cancioneiro ALEGADAMENTE do Afonso Paez, achádego histórico? E a Crónica Troiana? Apagamento da lírica galego-portuguesa em 1350? E o burgalês de Vila Sandino a escrever lírica galego-portuguesa em 1407? Que língua falava o povo castelhano de Vila Sandino em Burgos em 1345? E o de Ilhescas em Toledo? E os da Seabra, Talaveira, Sevilha, Burgaleses, Guilhade, Taveirós, Aboim, Baião, Santiago, Briteiros, Porto Carreiro, Touro, Samora, Leão, Palença, Salamanca, Astúrias, Estremaduras, Astúrias, Folhante, Andeiro, Andrade? Que língua se falava nas Cortes castelhanas até ao João II de Tras-Tâmara?
O achádego histórico seria que a Real Academia dita Galega e não apenas deixassem de COBRAR POR FALSIFICAR a nossa língua e cultura, deixassem de MATAR A ORTOGRAFIA da nossa língua galega com a ortografia do espanhol e o Susinho usar a RAZÃO HISTÓRICA para a usar e alfabetizar nela. O achádego histórico seria que o dito Susinho e a RAG deixassem de COBRAR por ir contra o «LUSITANISMO», que deixassem de fomentar a PATRANHA da origem LUSA da língua portuguesa para a fazer diferente da língua galega, que deixassem de trabalhar em favor da monarquia e o fascismo-racismo espanhol e não apenas para DIVIDIR a língua, a cultura, o povo galego-português e a UNIDADE galego-portuguesa.
O achádego histórico seria que ALFABETIZASSEM o povo galego na sua própria língua e cultura, no TESOURO UNIVERSAL que possuímos, apenas difundindo o IMENSO património, propriedade do povo galego que a RAG tem. Que qualquer pessoa possa ler com facilidade um fac-símile do Cancioneiro de Baena ou ler, como leu Castelão, Menendez Pelaio, sequestrado mesmo na Universidade de A Crunha.
Aliás que tem de EXTRAORDINÁRIO que o «cultivo» do galego permanecesse depois de 1350 na Galiza, Portugal e nas Cortes de Castela se as cortes e o povo castelhano eram competentes em língua galega, era a sua língua? Que tem de EXTRAORDINÁRIA a descoberta do que Castelão deixou escrito no Sempre em Galiza antes de 1947, o galego deixou de ser língua peninsular a começos do XV século? Que tem de EXTRAORDINÁRIO que em Portugal não haja quase poesia desde 1350 até cerca de 1450 num país permanentemente atacado, invadido e ocupado pelas forças castelhanas para IMPEDIR A UNIDADE da Galiza e Portugal? A GUERRA É O ORDINÁRIO: entrada de Dom Fernando na Galiza em 1369; vitórias de Aljubarrota e Valverde em 1385; Tratado de João I de Portugal e João II de Castela em 1411; ratificação do mesmo em 1432, ano da primeira revolução irmandinha.
A poesia, a literatura e a língua não se podem explicar afastadas da história política dos povos nomeadamente do povo galego. O que tem uma grande importância para toda a história LITERÁRIA peninsular é explicar esta através da história POLÍTICA peninsular da luta das classes particularmente a história política, militar e diplomática da LUTA PELA UNIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL. Temos que começar a questionar os «dizeres e dizedores» do Marquês de Santilhana e mesmo as «coplas» de Jorge Manrique para termos certeza de como e quando o galego deixou de ser língua peninsular, conhecendo, em termos de massacre e genocídio, a língua GRAMATICADA acompanhou o Império...
E por fim o nosso agudo INVESTIGADOR confessa os cancioneiros refletirem o GALEGO DA ÉPOCA sem dizer uma palavra dos territórios em que era falado embora muito agudamente acrescenta que o grosso do «cancioneiril» chegou-nos através do Portugal de 1350, tão LUSITANIZANTE que assassina à galego-portuguesa Inês de Castro em 1355 por ser cabeça de um partido galego-português, com o gago rei Pedro, tudo o qual é muito pior do que a «DETURPAÇÃO» DO GALEGO dos cancioneiros ditos por ele castelhanos, a reproduzir a PATRANHA, ele.
Numa palavra, na Galiza, Portugal e na Península TEMOS QUE ACABAR COM A FALSIFICAÇÃO E COM OS FALSIFICADORES. Temos que utilizar a nossa secular e sequestrada ORTOGRAFIA sobretudo no Parlamento sequestrado pelo amigo do narcotraficante ao que temos que derrocar a meio da INSURREIÇÃO.
Compostela, Dia das Letras, Sexta-Feira, 17 de Maio de 2013


COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL


 

UNIDADE E MOBILIZAÇÃO CONTRA O PACTO E OS PACTISTAS (distribuídas 450 folhas às 5h30-7h10 da terça-feira, 7 de maio de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

PEMEX é a PATRANHA permanente que emprega o narcopresidente Feijó para OCULTAR com o NARCOTRÁFICO dos Estados Unidos de México, bem grosso, o NARCOTRÁFICO do Partido Popular UNIDO na Junta da Galiza presidida por um amigo de Marcial Dorado e a sua banda de Intxaurrondo e outras dependências do Estado denominado Reino da Espanha.

PEMEX é a PATRANHA permanente para IMPEDIR a organização e mobilização PROLETÁRIA UNIDA Ferrol-Vigo com resultados adequados para o narcopresidente. É só ouvir o representante sindical de CCOO de Barreras SUBMISSO ao narcotráfico face o secretário (CCOO) do Comité de Empresa da Bazan INSUBMISSO e a proclamar a MOBILIZAÇÃO, e reparem que a MOBILIZAÇÃO É UNIDA com Cádis e Cartagena mas não Ferrol-Vigo.

PEMEX é a mesma PATRANHA que a utilizada durante décadas da construção de um porta-aviões para Austrália, as «Roto-palas» para ENDESA ou a Sociedade Italiana do Vidro, e assim os inimigos do proletariado galego e da Galiza, os e as do Partido Socialista Obreiro Espanhol, MINARAM A MORAL DE COMBATE do proletariado ferrolano, viguês e galego. A mesma metodologia que os seus parceiros, sócios, colegas, amigos do PACTO E DO NARCOTRÁFICO do Partido Popular estão a empregar agora e aqui.

Como podemos acabar com isto? Com a MOBILIZAÇÃO E A UNIDADE proletária e da Galiza. Uma e outra virão por almoçarem juntos Xavier Vence e José Manuel Beiras? Vejam que NÃO! E vejam que o conceito que um e outro têm da UNIDADE E DA DEMOCRACIA é elitista, VERTICAL, liderista, pastor-ovelhas. Tudo o contrário à participação popular e à democracia. Nós levamos muito tempo a REIVINDICAR implementar no presente e para o futuro todas aquelas experiências DEMOCRÁTICAS, DE UNIDADE, DE MOBILIZAÇÃO do povo galego do passado e do passado recente e tudo se concreta na Assembleia Nacional da Galiza, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para a DERROCADA DO PP. Começar por convocar isso é DEMOCRACIA E UNIDADE e não convocarem-se para uma refeição o Vence e o Beiras, um e outro emprenhados de parlamentarismo e verborreia ESTÉRIL e contrária à POTÊNCIA MOBILIZADORA E LIBERTADORA DA UNIÃO DO POVO GALEGO. NUNCA UTILIZAM A SUA PRIVILEGIADA POSIÇÃO NO PARLAMENTO PARA ORGANIZAR E MOBILIZAR O PROLETARIADO E O POVO GALEGO UNIDO. Nunca COMBATEM a fera na sua própria cova, o Parlamento; limitam-se a uma rotina que sabem ESTÉRIL E CEGA esperando vãmente chegar ao governo pelos votos e aquando chegam graças à MOBILIZAÇÃO DO POVO, promulgam leis contra o proletariado e contra o povo, para depois FALSIFICAR a história como fez a outrora MILIONÁRIA Iolanda Dias, agora «comunista», que esquece como o Partido Comunista da Galiza e da Espanha TUDO entregaram ao falangismo e franquismo para, desde os PACTOS DA MONCLOA e durante TRINTA ANOS, recuperarem os fôlegos falangistas e franquistas via Partido Popular para chegarmos, mais uma vez na história, à necessidade e urgência de os DERROCAR E ERRADICAR da Galiza, Portugal e do mundo. FALSIFICAM E CENSURAM a história recente porque é a história da sua indigna traição aos princípios e a todas aquelas pessoas das suas próprias fileiras que combateram sem pedir nada e decidiram morrer antes de ser ESCRAVAS. Porque é a história do seu COMBATE, aliados com os «DEMOCRATAS-DE-TODA-LA-VIDA», contra os que mantivemos os princípios e o COMBATE contra os «DEMOCRATAS-DE-TODA-LA-VIDA» devidos em narcotraficantes e contra eles.

Agora na Galiza, importamos tudo de toda a parte aquando AQUI temos muito mais e MELHOR do que o forâneo. Vejam o patético STOP DESAFIUÇAMENTOS a imitarem madrilenos e outros escrachados escachados utilizando o mais EXECRÁVEL ANALFABETISMO DESAFIUÇADOR e não o português DESPEJO porque o RACISMO contra nós próprios CEGA-NOS a «entendedeira» PARA NOS ALFABETIZAR, AQUANDO NA GALIZA E EM FERROL em particular somos ASSES, mesmo historicamente, na luta em favor de uma vivenda DIGNA para o operariado e CONTRA OS DESPEJOS que promovia e está a promover o Instituto Galego de Vivenda e Solo, ninho de CORRUPÇÃO onde os houver, e indo contra os bancos não vamos contra o que o PP ROUBA NO IGVS, agora e durante DÉCADAS.

Eis onde a história recente coloca os Pilhado e Cia: CONTRA AS LUTAS POR UMA VIVENDA DIGNA, EM FAVOR DOS DESPEDIMENTOS NA RECONVERSÃO DE ASTANO, Carmelo Teixeiro e Cia, utilizando sempre as mesmas armas que agora utiliza o PP contra as pessoas que se significam no COMBATE: se não puderes com ela POLITICAMENTE, DESPRESTIGIA-A PESSOALMENTE e sobretudo SOCIALMENTE, que o DESPRESTÍGIO dê a volta ao MUNDO.

Podemos concluir dizendo-lhe à CIG que deixem a partida de cartas e CONVOQUEM GREVE GERAL NA GALIZA para dia 30 de Maio desde uma Conferência de Delegados e Delegadas de Comités de Empresa da Galiza, aberta às pessoas desempregadas e com emprego, reunida em Compostela em 16 de Maio CONTRA O PACTO e para convocar e organizar os trabalhos e os piquetes que garantam o sucesso da convocatória que pode ir precedida de uma maciça manifestação em Compostela, acabando em Monte Pio, de TODAS AS VÍTIMAS das políticas do PP, o Sábado, 25 de Maio, coincidindo com a convocada o mesmo dia pela CGTP no Palácio de Belém em Lisboa para GOVERNO RUA! E nós apelamos para a UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA (Ferrol-Vigo-Viana do Castelo) a derrocar os governos, FASCISMO VIA!, a meio da INSURREIÇÃO.                                                                                                                                     Em Ferrol, Terça-Feira, 7 de Maio de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL



 

PROLETARIADO DE TODOS OS PAÍSES, UNI-VOS! (distribuídas 700 folhas na manifestação de CCOO-UGT-USTG e 300 na da CIG às 12h00 do 1º de Maio de 2012 em Ferrol)


Os grandes massacres perpetrados pelos CAPITALISTAS NA SUA GUERRA UNIVERSAL contra o proletariado são os que estão na origem das comemorações do 1º de Maio para homenagem aos mártires de Chicago, o proletariado mundial a lutar UNIDO em favor da jornada de 8 horas, e a do 8 de Março em homenagem às cerca de 130 mulheres proletárias em greve, ocupando a sua fábrica, onde as assassinaram abrasando-as a meio de um incêndio provocado.

Massacres INFINITOS dos CAPITALISTAS contra o proletariado em luta em favor do SOCIALISMO ilustram a história dos XIX, XX e XXI séculos com duas GUERRAS MUNDIAIS e um sem fim de guerras com milhões e milhões do proletariado exterminados particularmente o soviético.

Massacres, genocídios infinitos que não cessam, que em Bangla Desh nos últimos dias de Abril se levaram a vida de mais de 336 proletários e proletárias a trabalharem para os CAPITALISTAS MUNDIAIS UNIDOS E REUNIDOS por 37 €/mês sem que haja uma INTERNACIONAL PROLETÁRIA EM REDE desde Bangla Desh até a onde fabricam os DRONER que UNA proletários e proletárias de qualquer lugar do planeta, sem que houvesse o espírito e a organização que inspiraram a Associação Internacional do Trabalho fundada por Carlos Marx, espírito formulado no seu «Proletariado de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado, a começar pela fronteira galego-portuguesa como formulara a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA, espírito e organização que COMBATEM em Ferrol, na Galiza e não apenas os dirigentes sindicais, TODOS, adscritos a algum partido político que na sua suja peleja pelo voto, no seu ESTÉRIL parlamentarismo, DIVIDEM E FRACIONAM a classe operária até ao infinito, deixando-a a mercê de governos narcotraficantes do PP e dos piratas do poder financeiro como os de NGB que se comeram cerca de 8.000 M€.

Que este Primeiro de Maio se celebre DIVIDIDO só responde ao capricho e à CORRUPÇÃO ideológica e não apenas da dirigência sindical que lhe nega ao proletariado galego e à Galiza o seu direito à autodeterminação, a DECIDIR O COMBATE UNIDO PARA LIBERTAR A GALIZA, ACABAR COM O CAPITALISMO E CONSTRUIR O SOCIALISMO.

Se o que se quer é a UNIDADE SINDICAL E A UNIDADE DA CLASSE OBREIRA são precisas práticas sindicais radicalmente CONTRÁRIAS ao DIVISIONISMO E PASSIVIDADE em que se sume o proletariado galego e não apenas. É precisa a MAIOR DEMOCRACIA OPERÁRIA, VOZ E VOTO em qualquer assembleia que facilite e anime a participação e sobretudo o URGENTE COMBATE proletário das pessoas desempregadas e das empregadas, organizar e mobilizar o proletariado desempregado é o primeiro        que nos cumpre fazer com ou contra os sindicatos, criar redes de contato, de solidariedade entre as pessoas desempregadas.

UNIR os Comités de Empresa e o operariado das empresas em luta ou submetidas a EREs, convocar Conferências de Comités de Empresa; é UNIR, organizar e favorecer a mobilização que tem que ultrapassar as artificiais fronteiras como a galego-portuguesa ou outras; a luta que está a levar o operariado dos Estaleiros Navais de Navantia em Ferrol e Fene é IDÉNTICA à que está a levar o operariado dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo quer queira quer não Dongil (CCOO) o qual não move uma palha para que haja a menor UNIDADE PROLETÁRIA GALEGO-PORTUGUESA por muito que se fotografe com os dirigentes sindicais da CGTP em Viana do Castelo.

A DIMENSÃO INTERNACIONAL DA LUTA DO PRIMEIRO DE MAIO tem de ser transladada aos 365 dias do ano para a DEMOCRACIA OPERÁRIA E O SOCIALISMO CHEGAR A MEIO DA INSURREIÇÃO.
 
Dia do Internacionalismo Proletário, 1º de Maio de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

domingo, 30 de junho de 2013

CARTA AO XAVIER VENCE E DIRIGÊNCIA DO BNG (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da terça-feira, 29 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


Caro Xavier Vence:

Desculpe-me se lhe eu dizer que desde o BNG se ouvem dous discursos, um que fala contra o minifundismo político que a Galiza não se pode permitir portanto cumpre ELEITORALMENTE apresentar candidaturas UNIDAS DO NACIONALISMO, e outro a falar de que é possível acabar com o ROUBO DO PP se a cidadania responder, se a cidadania reagir porque no Parlamento não há condições.

Perante o ROUBO DO PP responde o BNG? Reage o BNG? Responde você e as pessoas a dirigir o BNG? Reage a dirigência do BNG perante os CRIMES DO PP? E o seu discurso de UNIDADE CONTRA O PP? Por que exclui dessa UNIDADE Concelhos governados pelo BNG com iniciativas valentes e comprometidas como se dirigir à Fiscalia para serem castigados penalmente os responsáveis do CRIME DE BURLA das preferentes e subordinadas, caso do Concelho de Riba de Eu, ou o Concelho da Ponte Vedra que retirará as suas contas de NGB se não resolver o das preferentes e subordinadas? Por que excluir dessa UNIDADE instituições como determinados Concelhos e Deputações suscetíveis de integrar a UNIÃO DO POVO GALEGO?

No Parlamento não há condições? Não há condições para que? Para o COMBATE CONTRA O ROUBO DO PP há MAGNÍFICAS CONDIÇÕES, é só que há que COMBATER CONTRA O PP dentro do Parlamento SEQUESTRADO pela polícia. Aquando o PP em massa ou individualmente, como aconteceu com Beiras ou com deputados do seu grupo, está a empregar VIOLÊNCIA VERBAL, VEXAME, HUMILHAÇÃO ou outros CRIMES punidos no Código Penal espanhol contra representantes do povo galego, ficamos sentadinhas e passivos? Não seria melhor levantar-se todos os deputados e as deputadas, chantar-se perante o Feijó e lhe bradar punho em alto «o Nazi fora de aqui» ou «corruptos, ladrões, narcotraficantes» cada vez que o tipo viola e burla a soberania do povo galego depositada na dita oposição? Há condições para UNÂNIMES votar com o PP instar o governo espanhol para investigar o CRIME DE GUERRA perpetrado pelos EUA contra o ferrolano José Couso, votar justo o dia anterior à comparecência do Feijó para explicar a sua «amizade» com o narcotraficante Marcial Dorado e a sua banda do quartel de Intxaurrondo? Influiu isso na escassa assistência à mobilização das preferentes o dia da comparecência? Apelaram para o povo galego se mobilizar esse dia pela DEMISSÃO de um presidente SUSPEITO DE NARCOTRAFICANTE? Quando empregarão a nossa secular ORTOGRAFIA no seu trabalho escrito no Parlamento SEQUESTRADO?

Relativamente ao SEQUESTRO do Parlamento, tomaram qualquer iniciativa para a cidadania se poder dirigir GRÁTIS através de Registo ao Parlamento? Quantos anos, com o seu impassível «ademão», leva o Parlamento sem registo acessível à cidadania, sem que se transmitam ÍNTEGROS os debates parlamentares pela CRTVG e/ou outras cadeias radiotelevisivas? Por que é que não fazem GREVES DE FOME no interior da Parlamento em favor da DEMOCRACIA, da participação da cidadania, contra o SEQUESTRO DO PARLAMENTO e da soberania do povo galego? Por que não recebem PERMANENTEMENTE no Parlamento pessoas, entidades e instituições para saber qual a sua opinião relativa ao direito a decidir do povo galego, do direito de Autodeterminação? Por que não convocam no Parlamento pessoas, entidades e instituições para debater COLETIVAMENTE a necessidade e urgência de defender esse direito em UNIDADE? Por que não fazem isso sistematicamente e com cobertura dos média? Por que não lhe abrem o Parlamento aos representantes legais e não legais do proletariado galego SUMIDO E CONSUMIDO pela mais terrível GUERRA COLONIAL do Capitalismo financeiro a SABOTAR as empresas para DESTRUIR A ECONOMIA DA GALIZA? Por que não estão a promover e favorecer a sua UNIDADE E COMBATE? Por que não convocam no Parlamento os representantes legais e não legais do operariado galego das empresas submetidas a EREs muitas das quais com financiamento da Junta da Galiza? E a celebração de uma Conferência de Comités de Empresa no Parlamento não seria pertinente? Por que não? Porque estão instalados na PERVERSA E DANINHA dinâmica de caça de votos que REBENTA A UNIDADE DO PROLETARIADO E DO POVO GALEGO e para se DESINSTALAR com outra configuração é preciso, urgente, imprescindível CRIARMOS A ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA que arranjaria o minifundismo político da Galiza, acabaria com o ROUBO DO PP, facilitaria a UNIDADE ELEITORAL DO NACIONALISMO e não apenas mesmo com o direito a decidir do povo galego no programa eleitoral, garantiria a cidadania responder, obrigaria a dirigência do BNG e não só a reagir perante os CRIMES DO PP, criaria uma POTENTE UNIÃO DO POVO GALEGO que resgataria o Parlamento e a soberania popular dos seus SEQUESTRADORES, o PP e a polícia, numa palavra, a Assembleia Nacional da Galiza é DEMOCRACIA para a Galiza: pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, a integrarem a Assembleia Nacional da Galiza é a UNIÃO DO POVO GALEGO PARA A DERROCADA DO PP.

Repare no que aconteceu no Concelho de Ferrol em 25 de Abril, a comemorarmos a Revolução dos Cravos (chamou-nos a atenção um significado dirigente do BNG que, perante a dita comemoração realçava a INSURREIÇÃO que acabou com os fuzilamentos de Carral em 26 de Abril de 1846 sem contar a SINGULAR COINCIDÊNCIA da INSURREIÇÃO galega com o portuguesa dita de Maria do Fonte que começou em 15 de Abril, justo o dia em que a Junta Superior do Governo da Galiza reunida em Compostela determina o começo das ações insurrecionais), o povo galego unido jamais será vencido? Não, o povo unido VENCEU O PP, portanto se o que queremos é vencer o PP só temos que unir o povo na Assembleia Nacional da Galiza. Reiteramos a nossa disposição para falar com você para contribuirmos na construção da UNIDADE.

Com os melhores cumprimentos.         
 
Na Galiza, em 25 de Abril de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

OCUPEMOS O CONCELHO DE FERROL, OS CONCELHOS DO PP! (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da segunda-feira, 29 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)



O dia 25 de Abril de 2013 em Ferrol, no Concelho de Ferrol, foi marcante porque o proletariado e o povo unidos DERROTAMOS O PP, FORÇANDO-O A SUSPENDER O PLENÁRIO: IMPEDIMOS O EXERCÍCIO DA SUA TIRANIA PARA DESGOVERNAR FERROL. No seguinte dia o alcaide foi para Compostela, presumimos, a ter com o Feijó que o desautorizaria por suspender o plenário, daí as suas declarações públicas tentando justificar a suspensão, atribuindo às pessoas das preferentes, operariado de Navantia, de FIMO, uma atitude que impedia, segundo ele, a celebração do plenário municipal. Queremos chamar a atenção acerca de um fenómeno repetido nos média que podemos atribuir a jornalistas e jornais afetos ao regime (PP-PSOE) que consiste não só em manipular a informação mas também em publicar o contrário do que acontece, escrever MENTIRA com conhecimento de que o é; temos um clamoroso exemplo em LORENA BUSTABAD que escreve em El País em espanhol «jubilados y ahorradores de las Rias Altas», sabendo, como está cheia de saber, que no Concelho SÓ estava APRES FERROL TERRA e não estava PAPS RIAS ALTAS. Isto de atribuir-lhe a esta última tudo o que faz APRES FERROL TERRA é uma indignante e indigna prática jornalística contrária à VERDADE E À UNIÃO DAS VÍTIMAS das preferentes e subordinadas da parte do duo La Voz de Galicia-El País e não apenas, promovendo uns representantes e Plataformas contra outras.

Dentro da previsão que, supomos, teria feito o PP estava a de suspender o plenário porque sabiam o que se lhes vinha acima e celebrá-lo na Segunda-Feira, 29 de Abril às 8h30, hoje, assim EVITANDO a presença no plenário da INDIGNAÇÃO proletária e popular que os obrigou a fugir. Nós apelamos para o Comité de Empresa, sindicatos, operariado de Navantia, Companhias Auxiliares, para todas e cada uma das pessoas que estivéramos no Concelho em 25 de Abril a cantar o Grândola Vila Morena, o povo é quem mais ordena, a nos chantar no Concelho às 8h30 de hoje para IMPEDIR que governem os TIRANOS, para GOVERNAR O PROLETARIADO E O POVO, AS VÍTIMAS DAS POLÍTICAS DO PP.

O PP na Galiza está embaçado na sua própria CORRUPÇÃO, NARCOTRÁFICO E TIRANIA e como querem parecer «democratas» vão largando lastre como o do prostibulário e bandulhão Del Real para o substituir pelo ILEGALMENTE enriquecido Vilarinho, antigo socialista galego; o PP está atrapado pela MOBILIZAÇÃO proletária e popular particularmente pela OCUPAÇÃO DOS CONCELHOS pelas VÍTIMAS das preferentes impedindo-lhe ao PP exercer a sua TIRANIA para desgovernar a Galiza. OCUPAR O CONCELHO DE FERROL, DE COMPOSTELA, A CRUNHA (acabar a festa Negreira), AS DEPUTAÇÕES é tarefa proletária e popular para o povo GOVERNAR, ordenando carga de trabalho e outros benefícios.

IMPEDIR que o PP desgoverne para ROUBAR FERROL achamos que pode produzir um efeito dominó IRREVERSÍVEL para a queda e derrocada da TIRANIA DO PP, para ILEGALIZAR O PARTIDO POPULAR E DAR O PODER À MALTA.

Daí o nosso apelo URGENTE E ESPERANÇOSO para nos chantar no Concelho de Ferrol às 8h30 de hoje e exercermos o direito e o DEVER DA INSURREIÇÃO.      
Em Ferrol, Segunda-Feira, 29 de Abril de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

25 de Abril SEMPRE! (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da quinta-feira, 25 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


Sobretudo hoje em que a necessidade e urgência da DERROCADA DA DITADURA DO PP é peremptória. Partido Popular, um PARTIDO PRA ROUBAR aos pobres, às pessoas desempregadas, aos pensionistas, às crianças, às mulheres, ao proletariado com emprego ou sem ele, ao povo galego, à Galiza.

O 25 de Abril de 1974 foi uma REVOLUÇÃO, a Revolução dos Cravos em que a participação do Movimento das Forças Armadas, os Capitães de Abril, encabeçados por Otelo Saraiva de Carvalho, junto com o proletariado português e as suas organizações determinou a queda da DITADURA SALAZARISTA nesse momento encabeçada por Marcelo Caetano, preso pelo povo. Portugal, a nossa GALIZA LIVRE, tornou-se um enclave do pensamento e a ação revolucionária onde a organização e mobilização do povo, o poder popular, transformaram o país, desde o patético e cruel imperialismo e colonialismo, sobre as costas do povo, contra os povos africanos, para o país que desenvolveu uma exemplar luta diplomática e política em favor da Autodeterminação do Timor Leste, dentro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e fora dela, um país hoje com um PATRIMÓNIO CULTURAL, POLÍTICO E DIPLOMÁTICO em termos de SOCIALISMO, ANTI-COLONIALISMO E ANTI-IMPERIALISMO que se reflicte na Constituição, doutrina revolucionária que incomoda o CAPITALISMO FINANCEIRO europeu e mundial pelo que tem de REFERENTE.

O 25 de Abril tem que ser uma outra REVOLUÇÃO para a derrocada e ilegalização de um partido mafioso, integrado por mafiosos como o Sr. Feijó que durante a sua reconhecida AMIZADE com o Marcial Dorado e a sua banda, integrada mesmo por un tenente-coronel da Guarda Civil destinado no quartel de Intxaurrondo, centro de detenção, tortura e desaparição como a Escola de Máquinas da Armada Argentina em Buenos Aires, ocupou os cargos de representação dos poderes públicos de Secretário Geral Técnico da Conselharia de Sanidade, Diretor do INSALUD, Diretor dos Correios, Conselheiro de Ordenação Territorial, OBRAS PÚBLICAS E VIVENDA e Vicepresidente da Junta da Galiza; um senhor, o Feijó, que qualifica de campanha de DESPRESTÍGIO um jornalista investigar por que não investigou o juiz Taim a sua amizade com o Dorado, nem comunicou à Fiscalia, nem ordenou a trascripção das gravações das suas conversas telefónicas com o narcotraficante, nem ordenou o pertinente relatório policial; juiz que foi premiado com a Direção de Estudos Judiciais, aliás, uma prática COMÚM do becerro fascista Fraga durante o seu iníquo desgoverno da Galiza com a colaboração de Feijó.

Nós temos certeza que o Marcial Dorado, o tenente-coronel da Guarda Civil e Feijó lembrarão aquela ESTRONDOSA noite de planeadora e coca na vila de Cedeira para MATAR na Galiza a notícia do julgamento por narcotraficante do general da Guarda Civil GAL-indo na Audiência Provincial de Donostia. O que não sabemos é se algum jornalista investigará tão extraordinária coincidência: Cedeira-Intxaurrondo-Fundos Reservados. Talvez no recenseamento cedeirês…

O 25 de Abril tem de ser o começo de uma outra REVOLUÇÃO para a DERROCADA E ILEGALIZAÇÃO de um partido mafioso, integrado por mafiosos como o Sr. Conde, Conselheiro de Indústria, e a delinquente Sra. Paula Castro aos que dá INFINITO NOJO escutar-lhes as babosadas que emitem pela boca: o Sr. Conde, o principal SABOTADOR da Indústria e as empresas galegas a pressumir de INDUSTRIOSO. E o Sr. Boné, por que deixou o Instituto Galego da Vivenda e Solo? Porque ROUBOU DE MAIS como o Sr. José António Redondo López com Cuinha e Feijó? E que investigarão os jornalistas acerca do Cavaleiro da Ordem de Isabel a Católica, o betanceiro Sr. Romay Beccaria, SUPERVISOR DA ÊTICA DO PP, nomeado TESOUREIRO DO PP para substituir, AMPARAR E OCULTAR o Bárcenas e o financiamento do PP a meio do narcotráfico perpetrado pelos tesoureiros, TODOS, do PP, desde Naseiro até ao Romay? Investigarão o presidente do Conselho de Estado do Reino da Espanha, Sr. Romay, e a sua relação com a Opus Dei? Investigarão a relação da Opus Dei com o narcotráfico? E a Conferência Episcopal Espanhola, com quem se relaciona?

Publicará El País-SER em destaque estas notícias todas acontecidas na Galiza ou continuará a CENSURA imposta por Feijó e o PP para cingir a informação exclusivamente às pâginas da Galiza? Nós temos que concluir que para o poder monárquico da ESPANHA UNA, GRANDE, LIVRE, os galegos somos MUITO PERIGOSOS particularmente o proletariado. A existência de Portugal, a GALIZA LIVRE, condiciona-os de tal maneira que não podem permitir a menor manifestação democrática na Galiza do aquém-Minho. Daí que depois do resultado do referendo estatutário de 21 de Dezembro de 1980 tivessem que dar o golpe de estado do 23 de Fevereiro de 1981 para GARANTIR que nas primeiras eleições galegas de Outubro de 1981 chegasse ao Parlamento galego mais nada que o franquismo da AP do Fraga [depois narcotráfico], nada que desde o Parlamento pudesse reivindicar Portugal e o português, aliás, o ódio, a sanha do Fraga e mesmo dos presidentes da Real Academia Galega, Ferrim e Suso Alonso Montero que o primeiro que fez foi uma declaração de GUERRA à secular ORTOGRAFIA da nossa língua, que ele, como outros, para confundir, denominam REINTEGRACIONISMO e não português; esses são os princípios marxistas do Suso, grande emporcador IDEOLÓGICO contra Lenine, Castelão e não apenas.

O 25 de Abril tem que ser o início de uma outra REVOLUÇÃO PARA ABRIR CAMINHO AO SOCIALISMO NA GALIZA E PORTUGAL exercendo, não o direito de RESISTÊNCIA, que também, mas o DEVER DA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 25 de Abril de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃÓ NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

domingo, 21 de abril de 2013

PODER OBREIRO OU RUÍNA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Sexta-Feira, 19 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)



ASTANO, BAZAN, Tecnymo, Eymosa, Maessa, Atenasa, Pesca Nova, Caramelo, Atento, Fábrica de Armas e um sem-fim de empresas com pessoas empregadas que ficam sem emprego da noite para a manhã porque os gestores, patrões, donos, amos, poder financeiro, poder político, governos, determinaram SABOTAR a empresa em processos que duram meses ou anos com um objetivo que se evidencia em todos os casos: DESPEDIMENTO DO QUADRO DE PESSOAL, DESPEDIMENTOS MACIÇOS para aumentar o desemprego na Galiza, em Portugal [na Europa e no mundo] até que de cada duas pessoas empregadas só trabalhe uma em PRECARIEDADE absoluta, em regime de ESCRAVATURA.

Governos, poder político, poder financeiro, empresários, gestores, donos, amos, em GUERRA contra o proletariado, SABOTAM AS EMPRESAS PARA ARRUINAR A ECONOMIA DA GALIZA, SABOTAM AS ENTIDADES FINANCEIRAS, sabotam a produção industrial, agrícola, ganadeira, das pescas, os transportes, as telecomunicações, o comércio, tudo SABOTAM só para LUCRO FINANCEIRO OU POLÍTICO.

Neste quadro os obreiros estão muito mais interessados do que os proprietários no bom e permanente trabalho das empresas. Daí a necessidade do CONTROLO OBREIRO DAS EMPRESAS, do operariado se fazer dono das empresas para que existam e possam funcionar evitando a SABOTAGEM que as rebenta e faz desaparecer, que arruína a economia e afunde Galiza na miséria mais brutal. O controlo obreiro, o se fazer dono o operariado das empresas, vai em interesse de toda a Galiza e tem de ser apoiado por todo o povo galego.

O exemplo do operariado de PRIVILEGE tem que alastrar ao operariado de ASTANO, BAZAN, Fábrica de Armas, Pesca Nova, Atento e muitas outras empresas propositadamente arruinadas pelos que as REGEM. É uma luta pelo emprego, por uma economia sã, pelo direito da Galiza a PRODUZIR. É uma luta para obrigar à Junta da Galiza, que está a financiar com os nossos impostos empresas regidas por DELINQUENTES, para que financie cooperativas ou empresas governadas por obreiros e obreiras. É uma luta pelo SOCIALISMO que, segundo inquérito noticiado pela SER, querem o 60 % das pessoas a habitarem o Reino da Espanha; nada dissera da Galiza Sul, de Portugal, com uma Constituição, o mandato popular, PARA ABRIR CAMINHO AO SOCIALISMO.

O exemplo de PRIVILEGE pode e deve se posto em COMUM em Conferências de Comités de Empresas de Ferrol e das Comarcas, da Galiza, em assembleias conjuntas das empresas em falência, das submetidas a EREs, a EEEs, com o operariado de mais do 80 % das empresas que na Galiza estão submetidas a EREs e outras consequências da GUERRA dos capitalistas financeiros e os seus governos contra o proletariado e os povos.

Tudo para acabar com um PODER, o do PP, instalado permanentemente na PATRANHA do Feijó e no seu envolvimento e do seu partido no narcotráfico para financiar a FRAUDE ELEITORAL que lhes garante o PODER POLÍTICO. Um tipo que foge a México a se banhar nas límpidas águas das praias do Cancún do Iucatão [e miraremo-las ondas com dinheiro público, se recriava o Feijó]. Regressa, impudico, a dizer as maiores babosadas, ecoadas por babosos e babosas do PP, acerca do ESTRONDOSO E SABIDO FRACASSO da sua viagem. A Galiza não pode ter um presidente assim, há que o DERROCAR. A Galiza tem de matar o DEBATE SOBERANISTA com o COMBATE PROLETÁRIO E SOBERANISTA, a Galiza tem de derrocar Feijó a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 18 Abril de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PEMEX E AS PATRANHAS DO CHEFE DOS NARCOTRAFICANTES, FEIJÓ (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Segunda-Feira, 15 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


Como Ulisses navegamos em solitário pelo proceloso mar da CORRUPÇÃO DO CAPITALISMO, denunciando-a, combatendo-a. Denunciando e combatendo a sua forma de estado, continuadora do franquismo com El-Rei João Carlos I imposto por Franco. Denunciando e combatendo os apoiantes da dita Reforma imposta pelo franquismo-falangismo, partidos e sindicatos que apoiaram os ditos Pactos da Moncloa. Denunciando e combatendo a brutal e CRIMINOSA CORRUPÇÃO organizada pelos serviços secretos espanhóis que fez da Galiza um enclave do narcotráfico mundial para os representantes mais genuínos do franquismo em AP-PP com Fraga à cabeça reconquistaram Espanha desde a Galiza.
Como Ulisses navegamos em solitário pelo proceloso mar da CORRUPÇÃO POLÍTICA que na Galiza USURPOU A VONTADE DO POVO GALEGO para governar o franquismo durante mais de três décadas. Denunciamos e combatemos o FULCRO DA CORRUPÇÃO que não é outro que a FRAUDE ELEITORAL DO PP financiada com o dinheiro do narcotráfico, CORRUPÇÃO E FRAUDE em que estão envolvidas todas e cada uma das pessoas a integrarem AP-PP, as das equipas de organização e transporte, as de uma pessoa, dez votos, as que levavam votar pelo PP idosos com Alzheirmer ou sem ele, as que acarrejavam votos, as que desde as juntas eleitorais locais, autonómicas e centrais consentiam e participavam na fraude manipulando os recenseamentos, desviando votos em benefício do PP, os juízes, fiscais, e pessoal da justiça, a própria lei, que garantiram IMPUNIDADE para o banditismo USURPADOR da vontade popular como o CLAMOROSO dito Caso Naseiro.
Rosendo Naseiro, tesoureiro do PP, é o indicador que rompe a falácia do narcotráfico só associado ao PP na Galiza. Com Rosendo Naseiro fica demonstrado que o financiamento do PP para FRAUDE ELEITORAL é o narcotráfico com IMPUNIDADE GARANTIDA e desde Naseiro até ao Bárcenas, ao Romay Beccaria e até hoje mesmo, com Rajoy de presidente da FRAUDE ELEITORAL financiada pelo narcotráfico que o próprio PP organiza, promove, mantem e desenvolve.
Como Ulisses navegamos em solitário pelo proceloso mar da CORRUPÇÃO COLONIALISTA NA GALIZA aquando denunciavamos e combatíamos em Fevereiro de 2009, desde o dia 13 até ao 27, Alberte Nunes Feijó, Conselheiro de Política Territorial, Obras Públicas e Vivenda (2001-2005) e José António Redondo López, Diretor do Instituto Galego da Vivenda e Solo com Cuinha e Feijó (1995-2005) apenas utilizando as cento e sessenta e nove pâginas doTomo XIV do Relatório do Conselho de Contas para o exercício do 2005 em que Construcciones Vila Rio Minho, La Rosaleda, Souto, VIOLANDO A LEI, hegemonizavam a construção de vivendas sociais mesmo adjudicaram a Águas de Sousa a dita construção sem que nem Conselheiro Maior, fiscalia, juízes a dita oposição política e sindical ou o próprio governo BNG-PSOE (2005-2009) fizeram mais nada do que a verborreia do muito falar e nada fazer, da DEGENERAÇÃO DEMOCRÁTICA.
E o chefe dos narcotraficantes menores, Feijó, fuge para o México a lhe «dar novidades» ao chefe dos narcotraficantes maiores, o presidente dos Estados Unidos do México, potência mundial em narcotráfico, tentando o seu desenvolvimento, criando a FALSA EXPECTATIVA, MENTIRA que dura de mais, da PEMEX contruir em Bazan, nada para ASTANO, Nautillius e outras unidades da frota mundial do Impêrio do Narcotráfico sem que sindicatos nem Comité de Empresa ORGANICEM a imprescindível INSURREIÇÃO que acabe com eles. Nem sequer combatem os EREs e os depedimentos ou organizam as pessoas despedidas de TECNYMO, MAESSA, ATENASA, EYMOSA, etc. JUNTEM-SE, UNAM-SE, tomem iniciativas, a salvação está em nós próprios, organizados e mobilizados. TODAS as pessoas a trabalharem em empresas em falência VÍTIMAS das políticas de Feijó-Rajoy, UNAM-SE contra o inimigo COMUM.
 
Porque na Galiza tudo é DEBATE e nada COMBATE; é só ver ou ouvir a dirigência política e sindical. O COMBATE É UNIDADE do proletariado e do povo galego junto com Portugal e os outros proletariados e outros povos da Europa e do mundo. O DEBATE é divissão e parálise da organização e mobilização do proletariado e do povo. É CINGIR EXCLUSIVAMENTE ao parlamentarismo ESTÉRIL E DERROTADOR toda a atividade TRANSFORMADORA E DE PROGRESSO do proletariado e os povos das NAÇÕES UNIDAS. O caso da Iolanda Dias é paradigmático, só fala de alianças eleitoreiras, NUNCA há uma palavra para o COMBATE do proletariado e povo galego e alianças pertinentes mesmo fala do direito de autodeterminação do povo galego OCULTANDO A SEPARAÇÃO COM UMA REPÚBLICA PRÓPRIA e, sobretudo, OCULTANDO o direito do povo galego a se UNIR com Portugal, questão que, aliás, defendia o PCE no seu congresso de Sevilha em 1932 e Jaime Quintanilha Marínez em El Obrero do PSOE sem que haja mais nada do que oportunismo e falsificação que esse partido e muitos outros praticaram durante oitenta anos. A SOGA do povo galego rompeu perante o peso desse inquestionável direito que está a produzir na Galiza factos como que em cinquenta dias se escreveram  nos meios ditos nacionalistas CINCO ou mais artigos com o ETERNO E PARALISANTE DEBATE mesmo com clamorosos, coerentes e públicos posicionamenteos em favor da nossa ORTOGRAFIA, a do português, sem que se escrevera um artigo acerca da necessidade e urgência do COMBATE e do COMBATE UNIDO do proletariado e do povo galego, e a CENSURA é absoluta aquando se tratar da UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA e ainda mais da UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal, tudo fazendo parte das nossas TRADIÇÕES DE COMBATE, do melhor COMBATE que tem de chegar, inevitavelmente, para a derrocada dos governos narcotraficantes do Feijó-Rajoy a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 15 de Abril de 2013
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 12 de abril de 2013

DEMOCRACIA, FRAUDE ELEITORAL DO PP E NARCOTRÁFICO (distribuídas 450 folhas às 12h00-14h00 da Sexta-Feira, 12 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


Se Xavier Couso qualifica o Reino da Espanha de protetorado dos EUA governe o PP ou governe o PSOE mesmo pela proteção que lhe estão a dar aos assassinos do seu irmão, assassinos que podemos qualificar de genocídas capitaneados por Bush e John Negroponte que iniciaram e culminaram uma guerra ILEGAL, de rapina, espoliação, botim e para ROUBAR petróleo, como podemos qualificar a atuação permanente e assanhada do Olli Rehn que no mesmo dia de Feijó comparecer no Parlamento para tentar ocultar uma contundente evidência que dura cerca de três décadas: o envolvimento e desenvolvimento do PP no narcotráfico e ao invês, o financiamento (lavagem de dinheiro branco) da FRAUDE ELEITORAL da AP-PP de Fraga-Feijó-Rajoy para USURPAR A VONTADE POPULAR, o maior crime e que as leis espanholas permitem.

Qual a causa do Olli Rehn comparecer perante os média para nos ameaçar com mais despedimentos, impostos, esmagamento laboral, dos pensionistas, dos galegos? Serão um cento de galegos e galegas, a representar a toda a Galiza, VÍTIMAS da burla e roubo dos bancos com preferentes e subordinadas manifestando-se perante o Parlamento sequestrado pelo amigo de Dorado, dom Marcial, um Parlamento governado por narcotraficantes? Que será, que não será? Por que a dita oposição política e sindical ao PP e muita outra coisa não comvocaram o povo galego para se manifestar durante a comparecência do Feijó? É apenas uma questão de droga e narcotráfico ou será uma questão DEMOCRÁTICA e política de primeiro rango, da maior importância? Pode ser presidente da Galiza um indivíduo SUSPEITO de narcotráfico? Pode ser presidente do governo do Reino da Espanha um indivíduo, Rajoy, fotografado e permanentemente rodeado de narcotraficantes? Pode ser presidente do Conselho do Reino o Sr. Romay Beccaria, inevitavelmente envolvido no financiamento CRIMINOSO do PP para FRAUDE E VITÓRIA ELEITORAL? Estará o indivíduo que suporta o coroa envolvido no narcotráfico como se evidencia estarem as Forças Armadas que ele manda particularmente a Guarda Civil? Contará algum dia o juiz Castro por que arguiu a Infanta no momento que estalou o assunto Feijó-Marcial Dorado e não antes nem depois? E o Taim explicará qualquer dia por que não investigou o Secretário Geral Técnico da Conselharia de Sanidade, Sr. Feijó, na sua Dourada relação de sexo, coca e rock and roll com iate no mar alto? Ai ondas do mar de Vigo, se sabedes novas do meu amigo. Ai ondas do mar Dourado, se sabedes quanto me será dado, recitaria o Feijó?

Explicará o Sr. João Fernández o que sabe acerca da clandestina construção nos estaleiros navais denominados Hércules, propriedade do Marcial Dorado, e por sua vez filial de ASTAFERSA, do barco Nautillius convicto e confeso de narcotráfico? Estará o Sr. Fernández envolvido no narcotráfico? Apresentará a dita oposição ao PP moção a respeito no Concelho de Ferrol para debate no 25 de Abril, Revolução dos Cravos? E a Federação Galega de Municípios presidida por JMRei, saberá se os ingressos de determinados concelhos procedem do narcotráfico?

E com o horroroso crime de Vila Nova de Arousa, estarão os narcotraficantes do PP, encorajados por Feijó, a «amedrentar» e ameaçar o povo galego? Perpetrariam o crime para criar ALARMA SOCIAL como aquele do 5 de Novembro de 2002, com Fernandez de Mesa e Diaz del Rio de Delegado do governo espanhol na Galiza? Implementarão os Cuerpos e Fuerzas de Seguridade do Estado e os juízes a mesma diligência e rapidez para atrapar os assassinos que empregam para outras coisas ou seguiremos ajustando contas?

E os média? Assustou-se El País e a SER do desenvolvimento da notícia das fotos Dorado-Feijó? Por que informam dos papéis do Bárcenas durante dias e dias, o final do processo e não informam durante dias e dias das origens na Galiza do envolvimento de Bárcenas, os tesoureiros do PP, Rosendo Naseiro e o PP no narcotráfico? Por que não explicam que o franquismo militar e civil representado por Fraga determinou RECONQUISTAR Espanha desde a Galiza criando um enclave do narcotráfico internacional que lhes produziu os LUCROS económicos e políticos que lhes produziu, governar o Reino, a maioria das Comunidades Autónomas e Concelhos?

Explicarão a FRAUDE ELEITORAL e o seu finaciamento desde AP com seis deputados até aos mais de cento e noventa do PP na atualidade? Explicaram a FRAUDE ELEITORAL na Galiza desde as origens certas do Faro de Alexandria até ao Dourado Feijó?

A resposta para todas estas questões não está nem nos parlamentos nem nas práticas parlamentares e/ou eleitorais. Está na mobilização popular, está em organizar e mobilizar o proletariado e o povo galego, a GALIZA UNIDA com Portugal, está na organização e mobilização do proletariado europeu UNIDO para em 25 de Abril exercermos o direito de INSURREIÇÃO.                                                
 
Em Ferrol, Sexta-Feira, 12 de Abril de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PPRESIDENTE E NARCOTRAFICANTE (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Segunda-Feira, 8 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)



O «esquerdoso» juiz Castro assustou-se do perigo que vinha da Galiza, o perigo do envolvimento e desenvolvimento do Feijó no narcotráfico de mãos dadas com o Marcial Dorado abrangendo desde os sucessivos governos do PP na Junta até ao mais alto das instituições da monarquia espanhola como o presidente do Conselho do Reino, Romay Beccaria (protetor do PIO VIOLADOR, falangista e guerrilheiro de cristo rei, Castro Couto) que por sua vez fora tesoureiro do PP, e o próprio presidente do governo espanhol, Sr. Rajoy, reiteradamente fotografado junto com muitos outros capados na Festa do Alvarinho em Cambados (sugestão para El País publicar fotos), a Festa do Narcotráfico, em que o secretário do Concelho, Sr. Rueda, junto com o «eliminado» Pablo Vioque, celebravam a alegria dos alucinogénios caldos «alfarinhados». Assustou-se o juiz porque de repente o elo entre o poder político, o poder militar da Armada que tudo rege e o poder dos narcotraficantes ressuscitou e resultou ser um testa-de-ferro dos governos de Fraga particularmente do Conselheiro de Indústria, Sr. Fernández, Cuerpo General da Armada em extinção, grande navegador e construtor de navios, como o Nautillius, testa-de-ferro fascista de braço em alto, porras e cadeias «eliminado» porque, como Pablo Vioque, sabia de mais, tanto que poderia descobrir como a Junta da Galiza se construíra com a integração de todos os guerrilheiros de cristo rei, falangistas, franquistas e fuziladores, lembrem a saga dos Rosón a presidir a Junta antes de Fraga dar continuidade ao franquismo na Galiza matando toda a hipótese DEMOCRÁTICA inevitavelmente relacionada com Portugal, língua, unidade política, etc. Enchente de droga na Galiza para matar a INSURREIÇÃO certa contra o Decreto de Reconversão Naval de El-Rei e Felipe González, insurreição que se concretizou nas três greves gerais de 1984, ano de começo da enchente tóxica que genocidou boa parte da juventude e ópiou aldeias e corredoiras ultrapassando a Galiza o Viet Nam e até hoje em que o andaço CONTINUA no Vão com Pena Moa ou sem ela.

Assustou-se o juiz do desenvolvimento da notícia das fotos do Feijó e no mesmo dia em que distribuíamos panfleto a respeito e para MATAR o desenvolvimento eis que a Infanta fica arguida e no seguinte dia o juiz é abatido pelo «fogo amigo» depois de conseguir, por exemplo, que a SER falasse quinze minutos, num noticiário de trinta, da Infanta e não falasse do Feijó-Rajoy-Fraga-Albor-Romay Beccaria-Juan Fernández-ASTAFERSA-clandestino Nautillius, o Alvo Seixo e outros alvos, alvas e albas de alvarinho e rosas brancas; alvarinho, sinal de identidade da Galiza, para Jurjo Lobato, bom fotógrafo que na escada se sabe que desce e se rebaixa ao abjeto RACISMO espanhol, como o jornal em que trabalha.

E para conjurar o perigo que vinha da Galiza, o príncipinho fala bem dos juízes e o papazinho contrata Roca para defender filhinha no entanto o juiz Taim, que não investigou Feijó (investigar por que não investigou o juiz, não dirão que não é pertinente, que riso tão raro, não é?), o Marcial Dorado e o seu Advogado ficam OPACOS, quer dizer, a opinião pública galega, portuguesa, espanhola e mundial comem Infanta e não feijoada narcotraficante com incêndios, prostituição, tráfico de armas e outros tráficos, ligada com Guarda Civil, Armada espanhola, NATO, governos de Felipe GALzález contra ASTANO com CORRUPÇÃO dos sindicatos e do Tojo, Fundos Reservados, Cosa Nostra, Camorra, cartel de Cali e outras internacionais ligações com o horror narcotraficante no México da PEMEX, flotéis e Feijós.

Comparecerá Feijó no Parlamento sem que a dita oposição, a fiel infantaria, CONVOQ            UE o proletariado e o povo galego para o que fizer falta e o que faz falta é DAR PODER à malta. Comparecerá Feijó sem que sindicatos nem Comités de Empresa dos estaleiros navais de Ferrol e Vigo convoquem o proletariado empregado e desempregado para OCUPAR o Parlamento a exercerem SOBERANIA determinando construir dique flutuante e barcos que garantam emprego ao proletariado empregado e, sobretudo, ao desempregado. NÓS CONVOCAMOS. Eis é como se faz uma INSURREIÇÃO, organizando milhares em destacamentos operários de tal jeito que sejam quarenta proletários contra cada madeiro a defender o Parlamento, madeiro que de imediato fugirá, provocando o fugida de TODOS, deixando o caminho aberto para o OCUPAR, DEMOCRÁTICA E PACIFICAMENTE! Sabemos já que o Coelho, Passo a Passo, está a levar Portugal, a nossa Galiza, para o salazarismo mais abjeto apenas acusando o Tribunal Constitucional de instabilizar o país nosso porque, na nossa língua, lhe ordenou pagar uma parte do que roubara às classes trabalhadoras, reformados, pensionistas, desempregados e doentes, tudo o qual cria a urgência de, contra todas as formas de opressão, exercermos em 25 de Abril o direito de INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 8 de Abril de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

NARCOTRAFICANTES, ASSASSINOS, INCENDIÁRIOS (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Quarta-Feira, 2 de Abril de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)



MANUEL CRUZ LÓPEZ, testa-de-ferro do narcotraficante Marcial Dorado, realçam os média. Manuel Cruz López não era mais testa-de-ferro de Romay Beccaria (tesoureiro do PP para ocultar os papeis e o papel de Bárcenas e atual presidente do Conselho do Reino) para além de ser o seu motorista? Não foi Feijó mais testa-de-ferro do Romay do que o Cruz? Manuel Cruz López, motorista do presidente da Junta, Fraga, não foi ainda mais testa-de-ferro deste do que do Romay? Manuel Cruz López, famoso Guerrilheiro de Cristo Rey em Ferrol junto com o senador do PP Juan Juncal Rodríguez, que fora alcaide de Ferrol, e com o Arsénio Fernández de Mesa e Diaz del Rio, atual Diretor da Guarda Civil, corpo militar armado com mais de 80.000 integrantes (quantos envolvidos no narcotráfico?), e com outros; Guerrilheiros de Cristo Rey às ordens de Dom Guilherme, cura da igreja do Pilar que autorizou à PN a subir à torre para metralhar os operários da Bazan em 10 de Março de 1972, a espancarem em 20 de Fevereiro de 1975, em Ferrol, Angela Loureiro e obreiros de ASTANO; Guerrilheiros de Cristo Rey em comunidade ideológica com falangistas como a Meca Arcos e a sua Santa Semana que comemora os fuzilamentos do seu pai, ou Matias, ou integrantes do Cuerpo Superior da Polícia (o Comisário-Chefe bandulhão?), ou do Cuerpo General da Armada ou outros favoráveis ao cavalo de Franco.

Em 2010, o Chefe Provincial da Ponte Vedra da Conselharia de Ambiente, testa-de-ferro do conselheiro Agustin Hernández, a mão direita do Feijó, Evaristo Juncal Carreira já tivera negócios com Juan Juncal Rodríguez e Manuel Cruz e Marcial Dorado, este fotografado, quem fotografou?, com Feijó que não lembra se a neve era de Andorra ou dos Picos da Europa; lembrará, com certeza, as malas com notas de 500 Euros porque pesavam muito e ele não tinha nem tem costume de carregar com tanto peso. E os lendários Ramiro, Olegário Falcão, Falconetti, e Sito Minhanco, a Sociedade ROS, a se entrevistarem em Portugal, na beira do Minho, com o presidente da Junta, Fernández Albor, tão boinho, para interceder por eles que se iam entregar a um juiz, Barcala, que como muitos outros desde a data GARANTE-LHES IMPUNIDADE; só queiram ver o Marlaska, tão ligeiro contra a cidadania basca e tão pesado contra Marcial Dorado, o amigo do alegre Feijó, e o Gomez Bermúdez que não traduz do francês da Genebra da Suíça.

E o Laureano Ouvinha que declara nos média o muito que ajudou AP e PP a pagar a FRAUDE ELEITORAL, e os Charlins com o patriarcado livre, e o Terito e o Nené, José Ramón Nené Barral, alcaide do PP em Riba de Umia, testa-de-ferro de Fraga, às ordens de Fraga dentro e fora do PP, o IMPUNE-NE-NÉ, protetor e promovedor do Loução que chegou a alcaide de Riba de Umia e mesmo a presidente da Deputação da Ponte Vedra a perseguir agitadores, sindicalistas, provocadores natos. E os Panadeiros, Francisco e Rafael Thomas Barreiro, Brothers como os do Price WaterHouse Cooper, em SALNESPAN em Riba de Umia, testas-de-ferro de Fraga que lhes inaugura a padaria com a melhor «farinha» e lha financia a Junta de Fraga (não vale para nada?) com 500.000 Euros dos 1,2 M€ que lhes custara; também os assistia Loução. E o grande, veloz e morto Patoco cuja «lancha» chegou ao Índico para perseguir «piratas» em Atalantas e outras operações não bancárias. Os mortos Pablo Vioque, Patoco, Cruz, não falam, nem o filho de Loução; não podem contar todo o que sabem; os vivos podem mas têm medo de serem mortos porque os Estados não podem permitir que se saiba a sua DELINQUÊNCIA e sendo a monarquia espanhola, para que não se saiba, mata mais e mais facilmente.

Em qualquer caso não esqueçam a UDYCO, com Guardas Civis de élite, criada para acabar com o narcotráfico e dissolvida por narcotraficar nem esqueçam os Grecos nem os Romanos que se lucravam não do narcoTRÁFICO mas do TRÁFICO DE ESCRAVOS. Nem esqueçam Esther Bazan, Pepa Bueno, durante dias e dias destacando os papéis do Bárcenas, Martim Palhim, Inhaqui Gabilondo a OCULTAR a notícia do Dorado Feijó nos momentos âlgidos, justamente o contrário, tudo na SER, do que o Carles Franzino e a Angels Barceló. O RACISMO contra o povo galego manifesta-se no SILÊNCIO dos média e numa outra coisa muito mais grave, a INSOLIDARIEDADE POLÍTICA, que também é SILÊNCIO. O clamoroso SILÊNCIO narcotraficante dos tesoureiros do PP, a começar pelo NASEIRO, o Crespo, o Sanchis, o Bárcenas e o Romay Beccaria, que OCULTA todo o de Bárcenas para ser ascendido a presidente do Conselho do Reino do NARCOTRÁFICO, ASSASSINATOS E INCÊNDIOS. Levamos três décadas de FRAUDE ELEITORAL DO PP financiada com narcotráfico e outras aflições dos nossos séculos, aflições próprias do CAPITALISMO E A SUA CORRUPÇÃO sem que oposição e opositores PROCLAMEM a necessidade e urgência da INSURREIÇÃO, nem sequer agora a Jorquera, Patxi Vazquez, Beiras-Iolanda lhes saia pela boca um apelo ao povo galego para, não a demissão do Feijó, mas a sua derrocada por narcotraficante a meio da INSURREIÇÃO.                                                       
Em Ferrol, Quarta-Feira, 2 de Abril de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL