quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

DERROTARMOS OS SECRETOS PACTOS DOS SINDICATOS (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h05 da Segunda-Feira, 17 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
Os senhores da guerra, milionários e milionárias norte-americanas, criam os seus senhoritos da guerrita; senhores e senhoritos têm como alvo a população civil e dentre esta, a mais vulnerável, quer dizer, crianças, mulheres e idosos. É sempre a mesma coisa; Obama chora as vítimas norte-americanas e ri, proclama a sua VITÓRIA sobre as vítimas dos seus massacres e genocídios particularmente na Síria ou na Palestina ou no Irão ou onde os seus droner, portadores de precisos e letais mísseis, assassinam sob a sua supervisão.

Em 16 de Dezembro se faz público que às 19h00 da Segunda-Feira, 3 de Dezembro, Tojo e Mendez foram chamados por Rajoy para uma reunião que durou mais de duas horas. Na Sexta-Feira, 30 de Novembro, Rajoy «VULNERANDO A LEI DA SEGURIDADE SOCIAL», Tojo dixit, ROUBOU-LHE a oito milhões de pessoas jubiladas ou pensionistas a dita paga de compensação do mês de Janeiro sem o Tojo apelar para a INSURREIÇÃO; muito pior, EM SECRETO, como fizeram aquando se reuniram com a Merkel, pactuariam com Rajoy em troca de nada ou de muito, NÃO SUBIR as pensões no IPC a oito milhões de pessoas reformadas ou pensionistas das que podem depender umas outras vinte e quatro milhões, quer dizer, mais da metade da população do Reino da Espanha. Na Galiza sempre muito pior. Em muito pouco tempo, Rajoy, com a GARANTIA dos seus lugar-tenentes, Tojo e Mendez, de NÃO TER QUALQUER RESPOSTA DE MOBILIZAÇÃO SINDICAL, «TOCOU» AS PENSÕES, a questão «INTOCÁVEL», questão que se se «TOCAR» produziria um irado levantamento popular que DERROCARIA tudo o que há que DERROCAR. Vejam que assim não foi. Vejam como o Rajoy crescido e lançado pela ALMUNIADA do 28 de Novembro e os acordos de madrugada do ECOFIN saiu na rádio, PRIMEIRO ALMÚNIA E DEPOIS RAJOY, para dizer NÃO, simplesmente isso, à questão de se Galhardão ou Wertz seriam demitidos. No seguinte dia, Sábado, 15 de Dezembro, o BOE publica a Ordem Ministerial para em 17 começar o pagamento das taxas judiciais; esse mesmo dia 15, em que se estão a manifestar em Lugo as pessoas espoliadas dos seus aforros pelas preferentes, em que dezenas de milhares do proletariado em Lisboa anunciam exercerão os poderes que a Constituição lhes confere, quer dizer, o direito e o DEVER DA INSURREIÇÃO, em que em Atenas se manifestam contra o RACISMO dos neonazis, dos velhos nazis, dizemos nós, o mesmo velho nazismo que o Tojo e o Mendez EM SECRETO e abertamente estão a suportar, com resistentes cangas, para o governo do Rajoy-Merkel NÃO SE ESBOROAR TODO.

E o proletariado ferrolano tem de saber que os que à direita e à esquerda do (n-r)azista JMRei, patrocinados pela Voz de Galicia «UNTADA» por Feijó contra ASTANO CONSTRUIR BARCOS, proclamavam a PATRANHA com que, monocordos, nos castigaram durante mais de TRÊS DÉCADAS, «que somos os melhores, que a construção naval é viável, que...» O ÚNICO que estão a fazer é SUMIR NA DERROTA E NO DESEMPREGO ao proletariado ferrolano e galego porque não proclamam a ÚNICA VERDADE: a radical MOBILIZAÇÃO do proletariado ferrolano e viguês dos estaleiros navais para UNIR a Galiza na Assembleia Nacional da Galiza que derroque a banda de delinquentes, narcotraficantes e assassinos que nos desgovernam; assim construiríamos barcos, teríamos emprego e a Galiza seria LIVRE UNIDA A PORTUGAL.

A DERROTAR OS SECRETOS PACTOS DOS SINDICATOS ajuda a INSUBMISSÃO E QUESTÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE às taxas judiciais de juízes e secretári@s, UM DEVER para que milhões de pessoas trabalhadoras nos julgados do social, milhões do funcionariado nos julgados do contencioso-administrativo e milhões da cidadania nos julgados do civil, conservem as cativas possibilidades de se defender perante a letal e secular justiça do Reino da Espanha ao que a Humanidade lhe deve passar contas pelo Tribunal da Suprema Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício, OFÍCIO TÃO SANTO E PERENE que no-lo estão a aplicar agora mesmo.

É UM DEVER DEMOCRÁTICO PARA EVITAR A VITÓRIA, COM O CONCURSO DOS SINDICATOS, do falangismo e o nacional-socialismo instalados nos governos do PP encabeçados pelo de Rajoy conluiados com os da Merkel por sua vez às ordens dos senhores e os senhoritos nazistas dos EUA, grandes continuadores das «façanhas» de extermínio da Whermacht hitleriana, sem termos hoje Exército Vermelho Obreiro e Campesinho que a DERROTE. DERROTA-LOS é hoje possível, imprescindível, necessário e urgente; é só cumprirmos com o nosso dever, individual e coletivo, o mandato dos povos das nações unidas para evitar a GUERRA e garantir a PAZ: A INSURREIÇÃO.
 
Em Ferrol, Segunda-Feira, 17 de Dezembro de  2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O TOJO, O QUE MELHOR ARDE (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


O ano 1980 significou-se porque a dita combativa oposição ao franquismo durante a ditadura e ao golpismo franquista deixou de COMBATER PORQUE SABIAM DA IMINÊNCIA DE UM GOLPE MILITAR cujo desfecho foi a tomada do Congresso pelos do Tejero e o PACTO DO CAPÔ que estabeleceu as bases da deriva em que estamos a naufragar lutando para não morrermos afogados.

DEIXOU DE COMBATER para oferecer INERMES as massas trabalhadoras cujo sangue sugaram os vampiros do CAPITAL FINANCEIRO até hoje. A dita oposição, naquela altura e hoje representada pelo sindicalismo e sindicato de CCOO cuja dirigência teve como tarefa ÚNICA garantir a estabilidade e poder do CAPITALISMO FINANCEIRO. No ano 1980 PARALISARAM TODA A LUTA OPERÁRIA em vez de a intensificar, justamente para um desfecho CONTRÁRIO ao do PACTO DO CAPÔ. Nem convénios, nem tabelas reivindicativas, apenas «assembleite» como grave doença que CCOO lhe atribuía ao proletariado para, bem amarrado, oferece-lo à «Doma e Castração».

«O helicóptero com as luzes de alerta vermelhas acesas» de Dezembro de 1980 (referia-se Felipe González ao maciço rejeitamento do povo galego ao Estatuto de Autonomia vigorante thirty two years ago?) tornou-se PACTO DO CAPÔ com ASTANO e a Galiza em CADEIA PERPÉTUA NÃO REVISÁVEL E CUSTÓDIA VIGILADA pelo falangismo nazista de Feijó e a Companha Santa em «Rueda» com Mª Nava Castro de esqueleta com rostos variados a infiltrar os seus peões para DIVIDIR E NEUTRALIZAR a luta das preferentes.

O ano 2012 está a se significar porque a dirigência sindical de CCOO e dos sindicatos europeus encabeçados pelo Tojo foi DERROTADA E OBRIGADA a convocar as Greves Gerais e as Mobilizações europeias do 14 de Novembro e o mesmo que o ano de 1980 em que PARALISARAM TODA A LUTA OPERÁRIA para PACTO DO CAPÔ estão a PARALISAR neste ano 2012 particularmente agora, 12/12/12, em que os governos do PP no Spanish Kingdom e os governos europeus da Heil Merkel estão a se CAIR SOZINHOS sem que ninguém lhes bote uma mão para os aguentar exceto o que melhor arde, o Tojo, o paralítico Tojo, a paralisar o proletariado para NÃO DERROCAR O CAPITALISMO FINANCEIRO E AS SUAS REPRESENTAÇÕES. Esperto ADIADOR-AVIADOR, o Tojo voa sempre para no justo momento deixar cair a bomba paralisante onde mais lhe dói ao proletariado e onde mais intenso prazer orgásmico produz na representação política do CAPITALISMO FINANCEIRO, excitado e cheio de TERROR ao ver como lhes DESABA O PRÉDIO. ESBOROA-SE-LHES TUDO!

Em Dezembro de 2012, as vermelhas luzes acesas do helicóptero a alertarem da IMINENTE queda da banda Rajoy-Merkel, vão acompanhadas da PARALISAÇÃO DA LUTA PROLETÁRIA E DO ANÚNCIO ADIADOR DA MOBILIZAÇÃO EUROPEIA para Março de 2013: TEMOS QUE SALVAR DO NAUFRÁGIO O BARCO DO CAPITALISMO FINANCEIRO que torna CLANDESTINAS as subordinadas Caixas de Poupança da Heil Merkel para SECRETAMENTE FINANCIAR A PREFERENTE WERTZMACHT que evitará União de Repúblicas Socialistas Europeias. É só que o Grão Quartel Geral do proletariado, os povos e as nações, a Galiza-Portugal, ORDENA OFENSIVA GERAL contra as hordas da WERTZMACHT e os seus lugar-tenentes encabeçados pelo Tojo para muito antes de Março de 2013 cumprirmos o mandato dos povos das nações unidas para evitar a guerra e garantir a PAZ: A INSURREIÇÃO.                    

Em Ferrol, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

CONTRA «ALMUNIADAS» INSURREIÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
O Conselho de Ministros do Rajoy VIOLA GRAVE E DRASTICAMENTE A LEI reduzindo as pensões às pessoas jubiladas. Tojo, entrevistado na SER  às 14h45 dessa VIOLENTA Sexta-Feira, 30 de Novembro, afirma, dentre outras coisas: SE VULNERA A LEI DA SEGURIDADE SOCIAL e como bom lugar-tenente da classe capitalista não apela para a INSURREIÇÃO, para a IMEDIATA DERROCADO DO GOVERNO «RAJOYEIRO»; descansam o fim de semana e apelam para a Defensora do Povo apresentar recurso de INCONSTITUCIONALIDADE depois da ponte constitucional, a Lotaria, o Natal e a Pascoa Militar, tudo regado com cava catalão.

Não é o único. Depois da «ALMUNIADA» contra o povo galego e a Galiza, discurso UNÂNIME, VERBORREIA UNÂNIME dos representantes do BNG-AGE-PSdG-PSOE. Todos contra Feijó porque ele é o responsável da liquidação de Nova Galicia Banco (o ÚNICO banco do mundo que tem como objetivo PRIORITÁRIO o DESENVOLVIMENTO DA GALIZA) e da «QUITA DE CARTEIRA» às pessoas das preferentes. UNÂNIME DISCURSO, UNÂNIMES EM SABOTAR a toma de posse do Feijó como presidente da Junta da Galiza e UNÂNIMES em não apelar à população galega para se concentrar perante o Parlamento em Sábado, 1 de Dezembro para defender a existência de NGB, para defender o FINANCIAMENTO da economia da Galiza, aproveitando e reforçando a convocatória das preferentes. Só estava Carlos Aymerich. Ramom Vilhares, Ferrim, Lage e Tourinho estavam, INDIGNOS, do outro lado da barricada, no meio de ladras, ladrões e delinquentes. Ontem, os do BNG, para se lavarem a cara, entraram em NGB em ato de protesto contra a «ALMUNIADA» e contra Feijó.

Quais os objetivos do Patxi López ao anunciar em 21 de Agosto as eleições no País Basco? Forçar Feijó às convocar o mesmo dia para EVITAR QUE A MOBILIZAÇÃO DAS PREFERENTES produzisse mais «desgaste e desplome» eleitoral ao PP, garantir-lhe MAIORIA ABSOLUTA ao Feijó e acabar essa MOBILIZAÇÃO.

Preferia o Patxi López (González-ZP e as bandas de GALosos TERRORISTAS DE ESTADO) correr o risco de EH-Bildu governar o Pais Basco do que o FRANQUISMO de Feijó perder o governo da Galiza.

Conseguiram o PP tiver maioria absoluta na Galiza e EH-Bildu não ser a primeira força no País Basco. O que não conseguiram foi ACABAR A MOBILIZAÇÃO DAS PREFERENTES, questão que atingiu o rango que lhe foi dado pela «ALMUNIADA» porque as únicas pessoas no mundo a se MOBILIZAREM contra  bancos e banqueiros são as das preferentes da Galiza particularmente NGB. Esta elementar VERDADE não encoraja BNG-AGE-PSdG-PSOE, sindicatos e outras ervas das nossas viçosas campeiras, para se UNIR, UNIR À GALIZA, na Assembleia Nacional da Galiza, para MOBILIZAR o povo galego e DERROCAR O PP. Preferem Aliança Social Galega, ASOGA DO POVO GALEGO que enforca o seu direito a decidir, o direito de Livre Determinação da Galiza.

ASOGA DO POVO GALEGO a começar pelo proletariado, triste, só e abandonado como o de ELECNAVAL (e muitos outros) nas portas da Bazam a se mobilizar e se queixar do abandono dos sindicatos e Comité de Empresa de Navantia. Reiteramos o apelo que fizemos em 25 de Julho para MOBILIZAR-NOS em Agosto; apelamos para a MOBILIZAÇÃO permanente durante a Lotaria, o Natal, a Pascoa Militar. Reiteramos o apelo que fizemos para o 14 de Novembro, precisando que um dos objetivos políticos conseguidos dessas greves gerais e mobilizações europeias foi o de OBRIGAR os lugar-tenentes da classe capitalista que regem os sindicatos a CONVOCAR O QUE PRETENDIAM ADIAR para o ano que se avizinha; mensagem fraternal para filiados, quadros e dirigência dos sindicatos bascos LAB e ELA-STB, sindicatos que não apoiaram a convocatória do 14 de Novembro aduzindo objetivos não adequados: o primeiro de Maio ficou instituído depois de uma MOBILIZAÇÃO mundial por um objetivo tão político como a jornada de oito horas.

Todos JUNTOS temos de derrotar os lugar-tenentes da classe capitalista e todos juntos temos de DERROCAR os governos do Rajoy-Feijó a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 1 de dezembro de 2012

ALMÚNIA-RAJOY A REPRESENTAREM A MÁFIA CAPITALISTA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
A sequência: 1º Reunião de Chefes de Governo para Orçamento da UE onde Almúnia-Rajoy concertam TUDO contra nós e não concertam orçamento 2º O seu jornalístico anúncio de ESPOLIAR as pessoas das PREFERENTES e o financiamento da Galiza OCULTADO com muita outra coisa que se resume em TUDO para a Bankia do PP 3º A viagem de COMBATE E LUTA a Bruxelas em dias 26 e 27 da representação das PREFERENTES da Galiza a apresentar em Português as suas reivindicações escritas com a Ana Miranda a OBRIGAR os seus a falar espanhol e 4º O Almúnia a MALHAR em nós, nos GALEGOS E NA GALIZA, como leva fazendo TODA A SUA DELINQUENTE VIDA (Reconversão Naval de ASTANO, Decreto para PRORROGAR O LEGAL GENOCÍDIO PROLETÁRIO DO AMIANTO), proclamando no seguinte dia 28, ontem, o concertado com Rajoy, a dita ESPOLIAÇÃO.

Essa sequência indica O ÓDIO, A SANHA do Almúnia, a representar os CAPITALISTAS FINANCEIROS DA UE, e do Rajoy (somem as taxas às preferentes do Galhardão) contra os galegos e a Galiza, os únicos no Planeta a se MOBILIZAR contra Bancos e banqueiros, a MÁFIA CAPITALISTA DA UE, e transmite outra mensagem «façais o que fizerdes ESMAGAR-VOS-EMOS», quer dizer, GUERRA SEM QUARTEL contra vós e a vossa «parentela» proletária. E de IMEDIATO o basco «Bankiaeiro» Goirigolzarri canta VITÓRIA e proclama que lhe vai «QUITAR A CARTEIRA» aos das PREFERENTES um 39 %.

Tudo sem a resposta que se merecem porque as eleições na Catalunha DEMONSTRAM, uma e outra vez, o que vimos proclamando particularmente desde o 25 de Julho, Dia da Pátria, SÓ A INSURREIÇÃO é que lhe pode dar o poder IMEDIATO ao PROLETARIADO e às massas trabalhadoras para em DEZ dias decretar o que cumpre, só a INSURREIÇÃO é que pode DERROCAR os governos da MÁFIA DO PP.

No Dia da Pátria apelávamos para a MOBILIZAÇÃO no mês de Agosto e nesse mesmo mês os analistas políticos do CAPITALISMO alertavam do perigo da organização e mobilização das preferentes, tanto que o Patxi López, para as MATAR, convoca eleições no País Basco obrigando Feijó às convocar na Galiza onde Rueda reconhece o «desgaste e desplome eleitoral do PP no último semestre». Em São Genjo, em 21 de Agosto, a mobilização das preferentes coincide com a convocatória do Patxi López. Três semanas depois a MOBILIZAÇÃO da Diada na Catalunha força Mas a convocar eleições para a MATAR. De IMEDIATO o milhão de pessoas MOBILIZADAS em 15 de Setembro em Portugal força a convocatória da CGTP-IN para 29 de Setembro e esta a convocatória de Greve Geral em 14 de Novembro que por sua vez força a GREVE E MOBILIZAÇÃO EUROPÉIA do dito dia 14.

O resultado das eleições na Galiza e no País Basco DEMONSTRAM, uma e outra vez o mesmo que as da Catalunha, nem o PP perdeu a maioria absoluta na Galiza nem Bildu foi a primeira força, foi-o o representante do CAPITALISMO FINANCEIRO BASCO, O PNB. É o PP o que consegue o que pretende com METODOLOGIA MAFIOSA E FRAUDE ELEITORAL, a continuidade da Espanha UNA, GRANDE, LIVRE; é o PP, rebentando o Concelho de Ourense, o que consegue maioria absoluta na Galiza; é o PP, rebentando a «honorabilidade» de Mas-Pujol, o que consegue que CiU não tenha maioria absoluta. Mesmo ETA reconhece que o processo dito de Aiete pode fenecer.

TUDO, na nossa opinião, EVIDENCIA, uma e outra vez, a necessidade da INSURREIÇÃO não apenas na Galiza-Portugal e no Reino da Espanha mas na Europa para União de Repúblicas PROLETÁRIAS-SOCIALISTAS Europeias, EVIDENCIA a necessidade, uma e outra vez, de pôr em prática a máxima de Carlos Marx «PROLETARIADO de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM O COMBATE PROLETÁRIO, a começar pela fronteira que DIVIDE a Galiza de Portugal (UNIR O COMBATE PROLETÁRIO DA GALIZA E PORTUGAL É PRIORITÁRIO E URGENTE), EVIDENCIA a necessidade e urgência de INTENSIFICAR E RADICALIZAR A MOBILIZAÇÃO operária, camponesa, de soldad@s e marinheir@s (porque Palestina VENCERÁ) para chegarmos à INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL