Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Cara enviada em Segunda-Feira ao SECRETARIADO CONFEDERAL DA CIG (distribuídas 400 folhas às 5h30-6h45 da Quinta-Feira, 16 de Fevereiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Caros e Caras CAMARADAS:
Temos o dever de sermos CAMARADAS porque no-lo EXIGE A GALIZA UNIDA para a sua liberdade proletária e nacional contra o opressor e espoliador COLONIALISMO ESPANHOL e não só.
Dirigimo-nos a vós porque achamos que a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA É A DERROCADA DOS GOVERNOS DE FEIJÓ, RAJOY E OS DA UE e porque nestes graves momentos são horas de pôr em prática a máxima de Carlos Marx «proletári@s de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar todas as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a COMEÇAR PELA FRONTEIRA QUE DIVIDE O PROLETARIADO GALEGO-PORTUGUÊS.
Neste endereço consideramos URGENTE:
1.                  Marcar e ANUNCIAR para Sexta-Feira, 23 de Março de 2012 a data da GREVE GERAL.
2.                  Convocar em Sexta-Feira, 17 de Fevereiro, Assembleia de Delegad@s da CIG, aberta para pessoas filiadas (com VOZ E VOTO) e não filiadas (com VOZ) para ENCORAJAR E ORGANIZAR O TRABALHO DE AGITAÇÃO para a Greve Geral ser um facto nas aldeias mais remotas e dominadas pelo PP, com distribuição de cartazes e panfletos e essa Assembleia lançar duas mensagens, uma para convidar todas as pessoas (escritores, artistas, etc. qualquer pessoa que deseje contribuir), entidades (sindicatos, partidos políticos e qualquer tipo de associação ou entidade) e instituições (Concelhos, Deputações, partes da Junta da Galiza), SEM EXCLUIR NINGUÉM, para em Compostela, no Dia da Classe Operária da Galiza, 10 de Março, realizar uma Manifestação Nacional e constituir a Assembleia Nacional da Galiza que trabalhe para a Greve Geral e uma outra mensagem para Portugal particularmente para a CGTP-IN e outras entidades para UNIDADE na Greve Geral.
3.                  Em Dia da Classe Operária da Galiza, MANIFESTAÇÃO NACIONAL em Compostela com Assembleia aberta (com VOZ E VOTO para assistentes) na Praça do Obradoiro para constituirmos a Assembleia Nacional da Galiza para começar a segunda fase do TRABALHO DE AGITAÇÃO para a Greve Geral proclamando abertamente que a ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA É A DERROCADA DOS GOVERNOS DE FEIJÓ E RAJOY, distribuindo mais cartazes e panfletos, prevendo e organizando PIQUETES INFORMATIVOS para a Greve Geral na Galiza TODA.
Como sempre temos o sentimento de PEDIR DESCULPAS pela ousadia embora superado pelo sentimento de um DEVER CUMPRIDO. AVANTE A GREVE GERAL INSURRECIONAL!
Enviamos uma tradução por nós feita do poema de Eugène Pottier feito na Comuna de París em 1871 adicado ao cidadão Lefrançais, membro da Comuna, poema que musicou o operário Pierre Degeuter tornado hino do operariado conhecido como a Internacional. Achamos que a sua frescura e atualidade não tem qualquer dúvida.
«De pé os condenados da terra, de pé os forçados da fome! A razão atroa na sua crátera é a erupção do fim.
Do passado façamos taboa rassa, massas escravas de pé, de pé, o mundo vai mudar de base, nós não somos nada, sejamos tudo!
É a luta final, agrupemo-nos e amanhã a Internacional será o género humano (repete mais uma vez)
Não há salvadores supremos, nem Deus, nem Céssar, nem tribuno, produtores, salvemo-nos nós próprios, decretemos a salvação comum, para que o ladrão restitua o roubado, para tirar o espirito do calabouço, assopremos nós próprios a nossa forja, batamos o ferro aquando está quente.
O Estado comprime-reprime-oprime e a lei trampeia-engana, o imposto sangra o desgraçado, nenhum dever se impõe ao rico, o direito do pobre é uma palavra oca, chega de penar-languidecer em tutela, a igualdade quer outras leis, nada de direitos sem deveres, dizem eles, igualmente, nada de deveres sem direitos.
Repugnantes-nojentos na sua apoteóse, os reis da mina e do rail, nunca fizeram outra coisa do que desvalijar o trabalho, nos cofres-fortes da banda o que aquele tem criado está a se fundir, em decretando que se lhe restitua o povo não quer mais do que o seu dévito (o que se lhe deve).
Os reis emborracham-nos de fumo, paz entre nós, guerra aos tiranos, apliquemos a greve aos exércitos, coronha no ar, e rompamos os rangos (galões, hierarquias), se se obstinam, estes caníbais em fazer de nós heróis, saberão assinha que as nossas balas serão para os nosso próprios generais.
Obreiros, camponeses, nós somos o grande partido dos trabalhadores, a terra não pertence mais do que aos homens, o parásita-inútil irá morar em outra parte, quanta das nossas carnes se comerão, mas se os corvos, os abutres uma destas manhãs desaparecessem o sol brilhará sempre (todos os dias).
Em Ferrol, Domingo, 12 de Fevereiro de 2012
ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL, representante da
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CARTA ENVIADA A LA VOZ DE GALICIA (Quarta-Feira, 15 de Fevereiro de 2012)

ASTANO SEM CONSTRUIR BARCOS dura cerca de três décadas. Reivindicar ASTANO CONSTRUIR BARCOS para além de proletária é uma reivindicação DEMOCRÁTICA porque desde a Reconversão Naval de El-Rei e F. González TODOS os governos continuaram a TIRANIA DE PROIBIR ASTANO CONSTRUIR BARCOS. Nós lamentamos o incumprimento do BNG no governo galego do seu compromisso eleitoral de FINANCIAR UM ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO. E lamentamos profundamente o incumprimento dos sindicatos do seu compromisso com o operariado particularmente o de ASTANO, AS VÍTIMAS DA RECONVERSÃO. E dentro das diferentes responsabilidades da UGT, CCOO e CIG, lamentamos, sobretudo, a atuação deste último contra um «BANDO DE VELHOS (DESEMPREGAD@S) ORGANIZADOS E EM LUTA para conseguir o reingresso num ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO. Luta que chegou até ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em que um juiz holandês, sendo holandesa a Comissária da Concorrência e sendo o Reino da Holanda um dos países que se beneficiam dessa PROIBIÇÃO, NÃO ADMITIU A TRÂMITE A NOSSA QUEIXA um 23-F (uma sentença favorável do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos OBRIGARIA o Reino da Espanha a implementar um ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO, readmitindo as pessoas DESPEDIDAS). Trinta anos que serviram para estaleiros navais de Ocidente e Oriente construírem barcos com MUITO FINANCIAMENTO dos respetivos governos mesmo do FMI para terem o MONOPÓLIO mundial da contratação e construção de transporte marítimo como foi o caso da Coreia do Sul. Na atualidade derivaram tudo para a China exceto os LUCROS: a quota de participação no mercado mundial da construção naval que nos corresponde junto com a de Portugal (em IDENTIDADE connosco) foi comida por coreanos, holandeses, chineses. Trinta anos de TIRANIA E PROIBIÇÃO justificam exercer o direito de REVOLTA, o direito de INSURREIÇÃO, reconhecido no Preâmbulo da Declaração dos Direitos Humanos para PREVENIR as atrocidades nazis que começaram com muito DESEMPREGO e na Constituição de Portugal, a Galiza Sul para Castelão. Daí considerarmos que a Greve Geral em Sexta-Feira, 23 de Março tem que ser para obrigar ou derrocar governos que TIRANIZAM E PROÍBEM ASTANO CONSTRUIR BARCOS. Daí que enviássemos uma carta ao Secretariado Confederal da CIG encorajando-o para sermos CAMARADAS porque assim no-lo exige a GALIZA UNIDA para a sua liberdade operária, nacional e ORTOGRÁFICA, porque são horas de implementar «proletários de todos os países, UNI-VOS!» e derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a COMEÇAR PELA QUE DIVIDE O PROLETARIADO GALEGO-PORTUGUÊS, a CIG apelando para a CGTP-IN para UNIDADE na Greve Geral; para o Dia da Classe Operária da Galiza celebrarmos em Compostela UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO NACIONAL e constituirmos a Assembleia Nacional da Galiza, pessoas, entidades e instituições, que trabalhe para a Greve Geral e para implementar a liberdade do que a lei reconhece que a Galiza é, UMA NACIONALIDADE HISTÓRICA.

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

MASSACRE OPERÁRIO (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Terça-Feira, 14 de Fevereiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

Ban Ki-Moon, a derrocar obrigatoriamente, marioneta para a GUERRA NUCLEAR MUNDIAL que os EUA estão a desencadear quer aplicar a lei de Lynch na Síria como a aplicaram na Líbia massacrada porque a Rússia e a China não vetaram na ONU nem a ajudaram MILITARMENTE contra a IMENSA força aero naval norte-americana que a ESMAGOU. Os nazis, graças à vitória de Teruel, atacaram, invadiram e ocuparam a entregada Áustria (...) Se os EUA esmagarem a Síria, ESMAGARÃO a Rússia e a China.
O governo grego, títere dos EUA, esboroa-se tudo porque o combate proletário lhe quebra a sua imposta deriva nacional-socialista, caminho pelo que envereda o capitalismo, cada dia mais EVIDENTE. Vejam que a dita REFORMA laboral é melhor denominada MASSACRE laboral ou massacre operário porque Rajoy e a banda facínora pretendem o DESPEDIMENTO de 5 milhões com emprego para os substituir por outros tantos sem emprego para ter DEZ MILHÕES DE ESCRAV@S que com as suas famílias podem TOTALIZAR QUARENTA MILHÕES DE ESCRAV@S, tudo antes de 31 de Dezembro de 2012, «Ano das Luzes». Utilizar-nos-ão como MODELO, ESCRAVO GALEGO, ESCRAVA GALEGA, para racistas de todas as gamas fazerem troça de NÓS.
Sete fedorentos vermes, sete, da CORRUPÇÃO, UNÂNIMES a defendem condenando ao que FINGE lutar contra ela. Porque não é só defender a CORRUPÇÃO dos da Gürtel, O FINANCIAMENTO DA FRAUDE ELEITORAL DAS VITÓRIAS DO PP, mas também a do Urdangarin e a da monarquia espanhola (os espanhóis são iguais perante a lei exceto ELES) FULCRO DA CORRUPÇÃO nomeadamente a IDEOLÓGICA: nazis em UNANIMIDADE falangista a sentenciarem em favor da IMPUNIDADE das atrocidades cometidas pelo III Reich desde 1936 em adiante contra republicanos, federalistas, socialistas e República e não julgadas e condenadas pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga. Eis o FULCRO do acórdão! Temos o dever de esperar do governo de Rajoy muito PIORES coisas do que as do governo de Aznar com o seu Prestige e o seu atentado do 11 de Março de 2004 para, atribuindo-lho a ETA, TER UMA VITÓRIA NUNCA VISTA, que agora estamos a VER.
O Feijó sempre tem razão; se a possante marcha do operariado ferrolano em A Crunha a fizeram há seis anos, obrigariam o Conselheiro de Indústria, Fernando Blanco, para cumprir o compromisso eleitoral do BNG de ASTANO GALEGO, PÚBLICO E DO OPERARIADO; só que se isto se der, Feijó encabeçaria uma coluna de blindados desde o Campo de Batalhões para EXTERMINAR os de «Hasta NO!» dentro do estaleiro naval. Agora encabeça o CINISMO NAZI mais exacerbado, acerado, assanhado, azedo, às ordens das PATRANHAS, do SILÊNCIO e inação do «Senhor de los Hililhos», vice-presidente do atentado do 11 de Março, e o seu governo para continuarem 30 anos de COLONIALISMO espanhol contra ASTANO. Feijó sempre tem razão, já sabem: A ÚNICA ALTERNATIVA REALISTA É A SUA DERROCADA E A DO RAJOY.
ASTANO, palavra maldita, interdita, PROIBIDA, de difícil pronunciação, tanto que nem os próprios que nele trabalharam, integrados no Comité de Empresa de Navantia, a magia da palavra, e nos sindicatos, a pronunciam, porque, só isso, PRONUNCIÁ-LA, significa um PRONUNCIAMENTO em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS o qual radicalmente negam instalados na letal FANTASIA dos grandes LUCROS em I+D+i que produz a GUERRA particularmente a naval ou aero naval, ou na REPARAÇÃO de gasseiros, paquetes ou porta-contentores ou nas DIVINAS PALAVRAS do 80 % militar e 20 % civil: se militar, zero; 20 % de zero, zero! Sempre a reivindicarem e mobilizarem no que o AMO COLONIAL ordena. Nunca, e durante 30 anos, instalados na REIVINDICAÇÃO PROLETÁRIA de recuperar ASTANO PARA CONSTRUIR BARCOS como base de um Plano de Desenvolvimento para a Zona Deprimida que Ferrol é e tudo em concordância com a lei que rege a «Comunidade Autónoma de Galicia», o seu Estatuto de Autonomia. Tudo o qual é aplicável ao BNG e o UNÂNIME FINGIMENTO no Concelho de Ferrol. Porque casos como o de Samuel mostrado na TV da «reivindicativa, proletária» e subsidiada Voz de Galicia, foram milhares em ASTANO e em Ferrol durante 30 anos, sem qualquer consolo, ingressos mensais, com emigração ou com brutais agonias de morte pelo cancro de pulmão do amianto, quer dizer, o CRIME do Decreto de Reconversão Naval de Felipe González e El-Rei, IMPUNE com o silêncio CÚMPLICE ou atividade contra a luta das VÍTIMAS da Reconversão de muitos UNÂNIMES FINGIDORES.
Lembrem, o operariado ferrolano do Naval, «soqueiro», não pode se manifestar pela rua Real de A Crunha porque faz muito ruído e desperta os «sinhoritos» assustados. O dia 9 de Fevereiro de 2012 passará à história como um de intenso DIVISIONISMO calculado da mobilização operária da parte dos sindicatos, já sabem, o contrário da UNIÃO FAZ A FORÇA: manifestaram-se 5.000 do Naval em A Crunha, 3.000 do funcionariado (alguns de 666 €/mês) e não sabemos quantos dos Serviços Sociais em Compostela, no seguinte dia, em A Crunha, não sabemos quantos de Spanair e no Sábado «alegre» caravana dos de Alcoa com ERE-EEE (Expediente de Extinção de Emprego, DESPEDIMENTOS): TODO UM PRODÍGIO SINDICAL DE DESENHO MOBILIZADOR NA UNIÃO QUE FAZ A FORÇA! UNIÃO que pudemos ver em Sábado no Terreiro do Paço de Lisboa, o Terreiro do Povo, centenas de milhares sem qualquer prodígio!
Nós na confiança que nos inspira o operariado e as classes trabalhadoras galegas e não apenas, dizemos, AVANTE gestão operária do estaleiro naval de Marim, que se estenda o exemplo ao operariado das inúmeras empresas galegas submetido a EREs, AVANTE Assembleia Nacional da Galiza, AVANTE a Greve Geral em Sexta-Feira, 23 de Março de 2012 e AVANTE A INSURREIÇÃO.  
Em Ferrol, Segunda-Feira, 13 de Fevereiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

GREVE GERAL INSURRECIONAL (distribuídas 1000 folhas ás 10h00 da Quinta-Feira, 9 de Fevereiro de 2012 na manifestação do operariado do Naval ferrolano em A Crunha)

O Comité de Empresa de Navantia reivindica e mobiliza em favor de REPARAR barcos mas não de CONSTRUIR barcos que é para o que se fazem os ESTALEIROS NAVAIS. OS ESTALEIROS NAVAIS é que são para CONSTRUIR BARCOS, a REPARAÇÃO SEMPRE foi uma atividade subsidiária, marginal, mínima. Daí as nossas críticas aos sindicatos, TODOS, e ao Comité de Empresa de Navantia pela sua NEGATIVA a reivindicar e mobilizar em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS.
A contumaz NEGATIVA dos governos de Rajoy, Feijó e Durão Barroso faz parte do plano COLONIALISTA contra a Galiza, e contra Portugal, de PROIBIR A CONSTRUÇÃO NAVAL que já dura cerca de TRÊS décadas sem que os sindicatos nem o Comité de Empresa se queiram inteirar. Preferem REIVINDICAR E MOBILIZAR como manda o COLONIALISMO que nos MATA.
Tudo num contexto em que a GUERRA DE CLASSE dos ricos contra os pobres, dos capitalistas contra o proletariado produz na Galiza uns danos de tal intensidade que o obreiro COMUM sente e pede mais e mais contundentes MOBILIZAÇÕES. Daí a convocatória de GREVE GERAL da CIG para finais do mês de Março sem marcar data como está marcada em Portugal a manifestação nacional da CGTP-IN contra a exploração, as desigualdades e o empobrecimento para em Sábado, 11 de Fevereiro rematar no Terreiro do Paço lisboeta: TUDO DEFINIDO.
A DEFINIÇÃO-INDEFINIÇÃO da convocatória da CIG, GREVE GERAL-SEM DATA, responde, em nossa opinião, ao confronto que existe no sindicato entre a massa operária filiada, na intempérie, a sofrer com medo as trovoadas do capitalismo, e a direção e funcionariado do sindicato protegido, sem medo, IMPASSÍVEL, no edifício sindical. Daí o nosso apelo à REBELIÃO, à exigência de TRABALHO DE AGITAÇÃO pela Galiza TODA para que a GREVE GERAL seja nas aldeias mais remotas e mais dominadas pelo PP na data que se tem que marcar de IMEDIATO o mesmo que ORGANIZAR O TRABALHO DE AGITAÇÃO e não para que a GREVE GERAL seja um «REVULSIVO». AS GREVES GERAIS não são «REVULSIVOS» mas ATOS DE FORÇA DA CLASSE OBREIRA para obrigar ou derrocar um governo e neste último caso para a TOMADA DO PODER, para os deputados OPERÁRIOS, os deputados CAMPONESES, os deputados SOLDADOS E MARINHEIROS, GOVERNAR, DECRETANDO o que a CIG defende para a Galiza no seu PROGRAMA E ESTATUTOS, banindo os deputados CAPITALISTAS ESPANHÓIS, os seus partidos e a sua imprensa mais perigosa do que as metralhadoras e as bombas (El Mundo, La Razón, ABC, etc.)
OS ATOS DE FORÇA QUE SÃO AS GREVES GERAIS requerem a maior UNIDADE, daí a obrigatoriedade de a CIG promover de IMEDIATO a criação da ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, a integrar pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para a GALIZA UNIDA derrocar os governos do PP. OS ATOS DE FORÇA QUE SÃO AS GREVES GERAIS requerem realizar a máxima de Carlos Marx «Proletários de todos os países, UNI-VOS!», requerem derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado a COMEÇAR POR DERRUBAR A FRONTEIRA GALEGO-PORTUGUESA recuperando a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA entre a CIG  e a CGTP-IN e daí para diante até a derrocada dos governos da União Europeia de Capitalistas e da União Mundial de Capitalistas encabeçados pelos EUA para o SOCIALISMO trazer o SOSSEGO, a PAZ e o PROGRESSO ao Planeta. Neste endereço a PRIORIDADE da classe operária galega é a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA mas não a União Operária Galaico-Basca; a prioridade da CIG é com a CGTP-IN não com a ELA-STB porque o COLONIALISMO ESPANHOL que rege Portugal, por exemplo, está a arrasar os caminhos-de-ferro e não apenas construídos há mais de um século para INTEGRAR A NAÇÃO GALEGO-PORTUGUESA, caminhos-de-ferro que foram o transporte da União Operária Galaico-Portuguesa que ia derrubar a fronteira que DIVIDE o proletariado galego-português e não apenas. Nesta questão, como em infinitas outras de interesse PRIMÁRIO, geográfico, para a Galiza, os bascos não «pintam» nada!
A Galiza e não apenas tem de assumir e reagir contra a PRIORIDADE DO COLONIALISMO ESPANHOL: DIVIDIR E ENFRENTAR a Galiza Norte e esta com Portugal, a Galiza Sul. Isto, a nosso ver, é a chave, a contradição PRINCIPAL, em termos ESTRATÉGICOS, que rege a atividade económica, política, diplomática e militar do Reino da Espanha e os seus aliados: NÓS, NÓS e NÓS!
Daí que o que precisamos NÓS, NÓS e NÓS, a Galiza, é a INSURREIÇÃO, a INSURREIÇÃO e a INSURREIÇÃO.                                                                
Em A Crunha, Quinta-Feira, 9 de Fevereiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

AS PATRANHAS DA RAJOIADA (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Quinta-Feira, 13 de Janeiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)

As mentiras muito grandes de Rajoy e a sua equipa estão a ser e serão o que caracterize, como aos nazis hitlerianos, a sua passagem pelo governo em que, objetivamente, NÃO PODEM ESTAR MAIS UM DIA se o que queremos é EMPREGO, SALÁRIO, VIVENDA, EDUCAÇÃO, SAÚDE, etc. PAZ, TERNURA e LIBERDADE NACIONAL para a Galiza e não apenas. «Das decisões que tomaram», frisa Rajoy, «não gostávamos, eram desagradáveis»: mentira, gostavam e muito! Do que não gostam é do REJEITAMENTO que atingiram. Qualifica-as de «DURAS, DOLOROSAS», sim, para o operariado e as nações submetidas ao Reich da Espanha que estão a governar. IMPRESCINDÍVEIS, sim, para o LUCRO dos capitalistas, terratenentes, militares e Igreja Católica de que são genuínos representantes. Imprescindíveis, sim, para a 31 de Março, ter-lhe ESPOLIADO O EMPREGO a 5,5 milhões de pessoas no Reino da Espanha e mais de 320.000 na Galiza. Imprescindíveis para a 31 de Março ter-lhe «REQUISADO» a vivenda a mais de 180.000 pobres no Reino e mais de 8.000 na Galiza, arruinando-os de por vida, ESCRAVOS DOS BANCOS. Imprescindíveis para os ASSASSINATOS POLÍTICOS, como o do Concelhal socialista de Castrelo de Minho, se multiplicarem (lembrem o incêndio de O Carvalhinho onde mataram outrem). Imprescindíveis para novos recordes de TRANSPLANTES, O ORGULHO DE SER ESPANHOL: vejam que ORGULHOSOS estaríamos em Ferrol ao alcançarmos a cifra recorde de mais de 3.000 transplantes de pulmões queimados pelo amianto que «descansávamos», ORGULHO a alastrar pela Galiza TODA, a primeira na Europa em ninguém sabe quantos estragados órgãos que devem ser substituídos em GLORIOSO TRANSPLANTE. Imprescindíveis para Mato, Mato, Mato POBRES GALEG@S E CANTO, CANTO, CANTO «soldadito espanhol, valiente, ORGULHO, sol, besarte, Frente, de Juventudes». Imprescindíveis para a Mordaça-Sonora do espanhol NOS INCOMUNICAR, NOS ANALFABETIZAR, NOS TRAVAR O PENSAMENTO, A FALA, A ESCRITA E A ORTOGRAFIA; tudo na sociedade das teleCOMUNICAÇÕES com sideral-rede-satelital: INCOMUNICAR-NOS, como muito bem diagnosticara o Doutor Castelão, entre nós e com o nosso mundo cultural e linguístico, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, só que, ORGULHEM-SE, bateremos o nosso próprio recorde: o transplante de CÉREBROS!
A PATRANHA continua: «Podíamos no haber subido las pensiones». Não subiram as pensões, REDUZIRAM-NAS ao aumentar o IRPF o mesmo que os salários e subsídios de desemprego. «Não subimos IVA porque sobe os preços» segue MENTINDO Rajoy; subiram IRPF porque é SEGURO, CERTO E GARANTIA de acumulação mensal de capital para perpetrar ESPOLIAÇÃO desde o governo e porque REDUZ OS SALÁRIOS, distancia os ingressos das famílias do seu poder de compra, diminuindo-o, o mesmo efeito que subir o IVA, só que este é menos SEGURO, INCERTO e de menor garantia.
«Não quedava outra opção, não podíamos fazer outra coisa», rajoiada suprema; não podiam fazer outra coisa? Podiam decretar, Real Decreto, 426 €/mês em doze pagas por ano para todos os representantes políticos públicos da administração central, periférica e local, especificando ele, El-Rei, Feijó e muitos outros com VIVENDA-PALÂCIO que vivem a conta do Estado, PAGAREM casa, alimentos, água, luz, gás, telefone, TV, internet, carro, imposto de rodagem, combustível, seguro, coimas da DGT/PL, comissão de 30 €/ano por «cartilha» para cobrar 426 €/mês em doze pagas ano e assim por diante. Podiam decretar liberdade nacional para a Galiza e governarmos nós os nossos recursos financeiros, energéticos, industriais, agrícolas e ganadeiros, das pescas e muitos mais que temos; isto pelo alto, pelo baixo podiam decretar 250 M€ para dique flutuante e 2500 M€ para ASTANO CONSTRUIR BARCOS e assim sem decretar o que nos cumpre durante vinte e nove anos. Podiam decretar a NACIONALIZAÇÃO e justa distribuição das grandes empresas, as financeiras e as não financeiras, BSCH, BBVA, Telefónica, Endesa, Repsol, Gas Natural-FENOSA, etc. Podiam decretar NACIONALIZAR os latifúndios e ACABAR com o minifúndio. Podiam ter feito muita outra coisa, só que do que gostam, o que lhes é agradável é o que fizeram, estão a fazer e FARÃO se o não IMPEDIRMOS: tornar-nos ao falangismo do Aznar e a sua Espanha do MERCADO ÚNICO, GOVERNO ÚNICO, ÚNICO A GOVERNAR, UNA, GRANDE, LIBRE. Daí culpar da dívida, um dia, do défice, outro dia, às Comunidades Autónomas, A MÃE DE TODAS AS PATRANHAS: do total da dívida, o 80 % é atribuível ao Estado. Às Comunidades Autónomas o 20 %. A dívida do Estado multiplica por quatro a de todas as Comunidades Autónomas. A da Banca, cerca da metade e a da Banca e as grandes empresas dois terços do total que é o 457 % do PIB. No meio de tanta PATRANHA anuncia que tornará a REDUZIR o gasto, a despesa pública antes de 31 de Março e depois das eleições andaluzas, agora afixadas para Domingo, 25 de Março (...) Qual será a próxima? Quais os MOR[R]OSOS?
Anuncia «primeira visita como presidente ao Reino de Marrocos e América Latina prioridade do Reino da Espanha». Eis aqui onde subjaz uma das ESTRATÉGICAS E GROSSAS PATRANHAS DA MONARQUIA ESPANHOLA: primeiro Marrocos, prioridade América Latina.
Para o Reino da Espanha, para a sua existência e estabilidade, o primeiro e a prioridade é SUBMETER, DOMINAR E COLONIZAR PORTUGAL, A REPÚBLICA PORTUGUESA com a que tem mais de mil quilómetros de fronteira, frente de guerra, TRÊS grandes rios compartilhados e sobretudo porque Portugal é a chave da LIBERDADE DA GALIZA e compartilha TUDO com ela. Condição de instabilidade e esboroamento do Reino da Espanha, a LIBERDADE DA GALIZA tem de ser abafada o mesmo que se submete, domina e coloniza Portugal, quer dizer, um Portugal não submetido, não dominado, não colonizado é a LIBERDADE DA GALIZA portanto o primeiro perigo, a prioridade do Reino da Espanha é Portugal para IMPEDIR A LIBERDADE DA GALIZA porque esse impedimento é a base da existência e estabilidade da monarquia espanhola e assim foi durante séculos por muito que o CERNE FALANGISTA do PP abroche aquando se comparam, num exercício de VERDADE, as VÍTIMAS de ETA, eles, com as VÍTIMAS deles. Como o químico nuclear assassinado em Teerão imediatamente depois de Daniel Ortega perante Ahmadinejad discursar como presidente eleito da Nicarágua acerca da tolerância ao armamento atómico de Israel e a guerra contra o Irão por querer utilizar a energia nuclear para fins pacíficos. Eis um outro exemplo de como trabalham os amigos deles, os amigos do Aznar e do Rajoy, John Negroponte, Mossad e Cia, tudo dirigido e pago com o budget assinado por Obama. Assim foram também trabalhados pelos amigos de Aznar e Rajoy, Sérgio Vieira de Mello e o capitão de navio Manuel Martin-Oar com esquecimento e impunidade total. O remédio mundial a INSURREIÇÃO.                           
Em Ferrol, Sexta-Feira, 13 de Janeiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O FINANCIAMENTO DA GUERRA DO PARTIDO POPULAR (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2012 na porta rua Taxonera da Bazan)

A população do Irijo é de 2.154 pessoas. Se ali se manifestaram três mil ou mais contra o crematório dos nazis capitaneados por Feijó [nem Hitler, nem Speer, nem Von Braun, nem Artur Rudolph, Feijó!] com certeza que constitui uma SOBRESSALIENTE, sim, DERROTA dos hitlerianos da jota espanhola, não da galega, Feijó-Rajoy porque em termos relativos é como se se manifestassem 6 milhões no Madrid de 5 milhões contra a papada da Botelha Aguirriana do Aznar ou como se se manifestassem em Bilbo mais de 3 milhões de um País Basco de 2,5 milhões em favor da AMNISTIA para as presas e os presos políticos, VÍTIMAS de violência sexual, sequestro, tortura, a IMENSA maioria, para além de outras VIOLAÇÕES DA LEI, e de assassinatos políticos como o do bondoso pediatra Santi Brouard, o esclarecido deputado do Congresso espanhol Josu Muguruza, Lasa, Zabala e outros, embora assassinaram INOCENTES mesmo proletários em Hipercor e não apenas. Ninguém no mundo considera VÍTIMAS a Hitler, Göering e os condenados pelo Tribunal Militar Internacional de Nuremberga pelas ATROCIDADES COMETIDAS CONTRA A HUMANIDADE particularmente contra o PROLETARIADO ao que submeteram à ESCRAVATURA; é uma aberração, uma monstruosidade, própria dos anteriores, considerar VÍTIMAS a Carrero Blanco, Melitón Manzanas e uma larga porção das pessoas abatidas por ETA e privilegiar, com os impostos de cinco milhões de pessoas desempregadas (PAGA-A-ZARTUNGUA, how much does she cost?), o seu status face o das VÍTIMAS do franquismo às que quem lhes dera qualquer status.
Sabem? Como diria Isaac, os nazis capitaneados por Feijó apresentaram-se no Museu do Povo Galego para LIXAR a VIDA, a OBRA e a MORTE do Diaz Pardo com os risos, os sorrisos, os abraços e as apertas dos do nacional-oportunismo que por ali PULULAVAM para PROIBIR que a carbonária, proletária e revolucionária bandeira do Portugal que Isaac defendia UNIDO à Galiza saísse nas fotos e nas oficiais cerimónias LAICAS com bandeira de coroa, cálice e sete bispados: Roa Conde, Isaac! Roa CENSURA e SEQUESTRO do seu pensamento de FIDEICOMISSÁRIO exprimido num vídeo de uma entrevista SEQUESTRADO durante anos, projetado, por despiste do CENSOR, às 15h30 do dia da sua morte e mais uma vez SEQUESTRADO depois da «pilícula» da TVG na noite da sua morte. Que noite sequestral a da tua morte, Isaac!
SEQUESTRO que nunca se acaba da documentação TODA do Conselho da Galiza (Castelão, Suarez Picalho, Alonso Rios, Elpídio Villaverde), o governo galego no exílio e a sua atividade perante os organismos internacionais nomeadamente a ONU na defesa do direito de autodeterminação para o povo que representam se UNIR com Portugal. Isaac era FIDEICOMISSÁRIO, nada menos do que disso, PATRIMÓNIO COLETIVO do povo galego, SABEM?
O quarto ou quinto Reich da Reforma Laboral, impulsionado pelo Tojo-Mendez, não explodiu embora para 31 de Março de 2012, setenta dias avante, autorizados prognósticos anunciem 5,5 milhões de pessoas desempregadas no Reich da Espanha e mais de 320.000 na Terra que Não é Nossa, rapazes! Aquando explodir, nós apelamos, como sempre, para REBENTAR a operária e livredeterminista INSURREIÇÃO porque evitará a GUERRA e sobretudo evitará o PP financiar a FRAUDE ELEITORAL que lhes pode garantir a VITÓRIA nas eleições da Andaluzia. O PP vai poder manejar e manipular para ROUBAR E ESPOLIAR, dum jeito ou doutro, 4,6 bilhões de Euros, clandestinamente, em secreto, sem controlo nenhum para PRIORIZAR as Forças Armadas e a sua participação sem lhes «escatimar» meios na GUERRA que se avizinha e que Obama está a desencadear contra o Irão, a Síria e contra a Humanidade nomeadamente contra o proletariado, os países pobres e as nações oprimidas, a Galiza em primeiro lugar, provocando a III Guerra Mundial e NUCLEAR.
A denúncia e o combate contra o VIL-partidismo que se retro alimenta, o PP precisa do PSOE e este daquele para acabar com o socialismo de «inspiração soviética», obriga a ir contra a candidata da Armada espanhola para governar o PSOE, Carmo Chacón, que TUDO fizera desde o governo de ZP com Rubalcabra para DANAR não apenas dirigentes, filiados e votantes do PSOE bem como o proletariado e as nações submetidas ao Reich espanhol nomeadamente a Galiza, onde acontecem assassinatos POLÍTICOS com o seu silêncio CÚMPLICE como o de Manuel Castro, concelhal socialista de Castrelo de Minho, ENVENENADO no baltariano Hospital de Ourense. Pedro Gusé Pastor, «preocupado» pela VIDA dos galegos, MATA ao se LUCRAR com os investimentos previstos e NÃO realizados nas estradas da Galiza. Mata, que está a ser julgado por ROUBAR como presidente das Illes Balears desde 2003 com Dezcállar, imaginam o que terá ROUBADO como ministro de Ambiente aquando a maré negra do Prestige desde e com o governo de Aznar-Rajoy e Abel Matutes? E estes, quanto ESPOLIARIAM? A CORRUPÇÃO DO REICH ESPANHOL é endémica e secular e atinge em primeiro lugar a cabeça do Estado, El-Rei e a monarquia, o governo, as forças armadas, a polícia e a Guarda Civil, o aparelho judicial, carcerário, a Banca e as grandes empresas; essa CORRUPÇÃO gritante não se denúncia nem julga nem condena: apenas nas margens para OCULTAR O CERNE. OCULTAR O CERNE do pensamento político de Castelão, do Sempre em Galiza, do Partido Galeguista, do nacionalismo, do marxismo, da singularidade da Galiza e da história COLONIAL da Galiza, é o que foram fazer a Rianjo dirigentes do BNG encabeçados por Guilherme Vazquez: o objetivo ESTRATÉGICO de Castelão era a UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL que leva em si a defesa da soberania nacional da Galiza mas não a do território da «Comunidade Autónoma de Galicia» como pretendem; a do território que Castelão define como Portugal (a Galiza do além-Minho) UNIDO com o da Galiza do aquém-Minho: UNIR AS DUAS GALIZAS DESLOCADAS é o objetivo ESTRATÉGICO de Castelão que tem a CERTEZA de que a Galiza e Portugal algum dia se UNIRÃO a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

MODERAÇÃO SALARIAL (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da 5ª F, 5 de Janeiro de 2012 na porta Taxonera da Bazan)

Eis o que Cândido Mendez em representação da UGT propugnava perante uma audiência de milhões de pessoas, a imensa maioria trabalhadoras, às 9 h. da Quarta-Feira, 4 de Janeiro de 2012, entrevistado no quadro da negociação dos sindicatos com a patronal em Madrid. Ele, Cândido, determina MODERAÇÃO SALARIAL de dezenas de milhões de pessoas trabalhadoras abrangendo as suas famílias. MODERAÇÃO SALARIAL que ninguém lhe pediu exceto a patronal e o governo de Rajoy e os seus falangistas. Em termos democráticos, Cândido, SÓ representa os desejos de patronal e governo, UMA MINORIA; NÃO ESTÁ A REPRESENTAR O QUE QUEREM DEZENAS DE MILHÕES de pessoas trabalhadoras e as suas famílias, A IMENSA MAIORIA. [retificamos adjudicar ao Juncal a Delegação do Governo]
Tojo, a representar a CCOO, fala em CONGELAÇÃO SALARIAL e a linguagem e os conceitos que manejam um e outro perante audiências milionárias, às que SÓ ELES ACEDEM, para nós CENSURA, é a linguagem e os conceitos da patronal e o governo. Não é a linguagem e os conceitos que exprimem o que padecem e sofrem essas dezenas de milhões de pessoas que se ressume numa palavra: REDUÇÃO; redução de postos de trabalho, redução de salário, redução das pensões, redução do subsídio de desemprego, redução do poder de compra, redução da rede do Ensino, redução do sistema da Saúde, redução, redução, redução. Em termos científicos, em termos de classe, a palavra que melhor exprime o que está a acontecer é ESPOLIAÇÃO.
ESPOLIAÇÃO mais acentuada para o operariado galego e a Galiza, segundo reiteram os indicadores publicados. Nós somos o alvo principal de Rajoy e os seus falangistas, o proletariado galego e a Galiza. A CIG acerta ao definir a situação como extraordinária e convocar uma reunião, também extraordinária, para saber o que fazer, à que assistirão quinhentas pessoas funcionárias do dito sindicato; eis onde nós consideramos que a CIG não acerta porque a situação requer respostas MACIÇAS, MASSIVAS E URGENTES, adiantar-se aos governos TODOS do PP.
MACIÇAS, MASSIVAS porque maciços e massivos são os EREs e o número de pessoas que são DESPEDIDAS, que lhes roubam o seu emprego sem que, o mais elementar, se promova o contacto, as assembleias, a mobilização, a UNIDADE de todo o operariado das diferentes empresas e diferentes localidades, de diferentes sindicatos, filiadas ou não filiadas.
A CIG não acerta, em nossa opinião, porque as reuniões dos seus delegados e delegadas, duas mil pessoas, e ABERTAS favorecem a PARTICIPAÇÃO, A UNIDADE E A LUTA do operariado particularmente o que está a ser DESPEDIDO, centenas de milhares.
Seis centas pessoas DESPEDIDAS em Navantia URGEM a ação SOLIDÁRIA de todas as que entram pela porta a trabalhar muito antes de que os DESPEDIMENTOS atinjam esse número. O mesmo se pode dizer para a Galiza, centenas de milhares de pessoas desempregadas URGEM ação muito antes de que o seu número atinja a mais de 268.000.
Nós reiteramos que assembleias à entrada ao trabalho nas portas de Navantia convidando pessoas despedidas, desempregadas, etc. a participar DETERMINARIAM a mobilização e unidade necessárias para que as respostas sejam MACIÇAS, URGENTES e abram caminho à INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 5 de Janeiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

E O VERBO SE FEZ CARNE (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Terça-Feira, 3 de Janeiro de 2012 na porta Taxonera da Bazan )


Carne PROLETÁRIA que madruga, trabalha, palpita, treme, padece e sofre uma apressada e drástica REDUÇÃO de pensões, salários, subsídios de desemprego, etc. do Rajoy. O verbo que se fez carne foi o de «NEM ESTAMOS NEM ESTAREMOS POR UMA DINÂMICA SOCIAL À GREGA» do Mendez e o verbo do Tojo foi que «NUNCA VAI CONVOCAR MOBILIZAÇÕES PREVENTIVAS CONTRA O GOVERNO DO RAJOY», «NEM VAI SUBSTITUIR OS PARTIDOS» e o do Monti na Itália, «défice democrático pero BUENO!».
E o verbo do Tojo-Mendez em dia 14 se fez carne em dia 30 de Dezembro. Tojo e Mendez verbalizaram ao Rajoy que podia, pode e poderá fazer o que quiser com a CARNE PROLETÁRIA COM TOTAL IMPUNIDADE. Tojo e Mendez garantiram-lhe ao Rajoy que não haverá Greves Gerais ou Insurreições para a sua derrocada e que o proletariado e as suas organizações não tomarão o poder para substituir os partidos e ilegalizar o PP, PSOE, CiU e todos aqueles partidos cuja CRIMINOSA política contribuísse para a ESPOLIAÇÃO que padece e sofre o proletariado, as classes trabalhadoras e sobretudo a Galiza e as nações submetidas por uma monarquia à grega que dirige, orienta e participa, como boa «ama de casa», os negócios do Urdangarin, do genro, das filhas, do filho, da nora e, sobretudo, do MARIDO, EL-REI.
E o verbo se fez carne porque, Fátima dixit, ZP e o seu governo «nos dejaran el país en la ruina económica e social». Daí que a Banhez e o governo de Rajoy OS PREMIEM. PREMIAM a ZP com o Colar da Ordem de Isabel a Católica, a Chavez com a Cruz e ao resto dos integrantes do governo com o Tiroliro do Ordem de Isabel a Católica cometendo uma injustiça com a Carmo Chacón por lhe não outorgar a Cruz-de-Ferro nazi. Os PREMIAM, segundo a Fátima, por ARRUINAR o país. Com certeza que os PREMIAM por fazer a política do PP, pactuar com ele e sobretudo, consentindo-lhes a FRAUDE ELEITORAL, lhe entregar o poder IMPUNEMENTE particularmente na Galiza. E o «douto» do Guindo «a baixar da guindeira» a Fátima ESCUSA A BAIXADA de pensões, salários, subsídios de desemprego, etc. dizendo que se não a IMPOMOS NÓS, no-la IMPORIAM OUTROS!!!
Com certeza que no-la IMPORIAM OUTROS: os almirantes e generais particularmente o general Saenz de Santamaria que nos governam através da sua «netinha», a Conferência Episcopal Espanhola, os terratenentes, o Goldman Sach e o Lehman Brothers, irmãozinhos e irmãzinhas todas integradas no governo de Rajoy com Guerrilheiros-de-Cristo-Rey a dirigir a Guarda Civil, Fernández de Mesa e Diaz del Rio, ou espertos em narcotráfico e prostituição como Delegados do Governo espanhol na Galiza como é o caso grosso do Sr. Juncal.
Um Rajoy com 10,8 milhões de votantes a governar 24,2 milhões que o NÃO votaram e 35 milhões que NÃO votaram REDUZIR salários, pensões, subsídios de desemprego, etc. TUDO define uma TIRANIA que URGE DERROCAR a começar pela derrocada do Tojo e o Mendez. Continuar com a do Castelhano, rapace milionário, com mais de 10 milhões de pesetas por mês em catorze pagas, a do madrileno e bêbado Feijó que para o cretinismo político do Guilherme Vazquez não tem projeto nem alternativa embora «inasequible al desaliento» proclame uma e outra vez a «Espanha UNA, GRANDE Y LIBRE» como projeto e como alternativa DINAMITAR a fantasia da Junta da Galiza, e por fim a derrocada do Rajoy do que temos o DEVER de esperar, não 70.000 Tm de maré negra do Prestige, 7.000.000 Tm de maré branca fascista dos orgulhosos descendentes dos fuziladores e genocidadores de República e republicanos, vítimas às que quem lhes dera serem VÍTIMAS DA ETA!
A sua derrocada, a dos orgulhosos descendentes, é muito FÁCIL; apenas requer Assembleia Nacional da Galiza e UNIÃO Operária Galaico-Portuguesa e UNIÃO proletária e livredeterminista.
FÁCIL embora Obama promulgasse uma lei que permite aos militares norte-americanos prender qualquer pessoa em qualquer parte do mundo SUSPEITA de terrorismo, quer dizer, SEQUESTRAR, TORTURAR E ASSASSINAR CLANDESTINAMENTE.
FÁCIL embora a FALSIFICAÇÃO do nosso melhor pensamento político sempre baseado na UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL. Com Castelão, com Luís Soto (a nação galaico-portuguesa), com Benigno Alvárez com tradutor português (camarada Santos ou camarada Gomes?) em 1932 no Congresso do Partido Comunista que proclamou UMA ÚNICA República galego-portuguesa; Benigno Alvarez com pensamento e praxe de tanto PERIGO que obrigaram a Calvo Sotelo, elegido contra Benigno Alvarez e Alexandre Bóveda em Ourense graças à FRAUDE ELEITORAL que privou de representação a estes, a sentenciar aquilo de a «Espanha antes ROJA que rota». Acrescentemos que as próprias autoridades da Frente Popular desde Madrid ajudaram a Calvo Sotelo eliminando Benigno e Alexandre como candidatos elegidos em vez de celebrar novas eleições que era o que cumpria. Vejam qual a dimensão do PERIGO PORTUGUÊS na Galiza de Calvo Sotelo, na do bêbado Feijó e na do «patranhas» Rajoy.
FÁCIL porque nem dique flutuante, nem ASTANO CONSTRUIR BARCOS, nem a Noruega, nem a Austrália, nem ROTO-PALAS para ENDESA, nem Sociedade Italiana do Vidro, nem conserveiras El Cisne, nem Rubber, QUEGALSA e/ou qualquer outra FARSA. FÁCIL PORQUE APENAS RESTA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 3 de Janeiro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

TENHO A CONTA DE CORREIO ELECTRÓNICO BLOQUEIADA

Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

A FALSIFICAÇÃO DO PENSAMENTO POLÍTICO DE A. D. R. CASTELÃO

Acertadamente o BNG está a comemorar o 125 aniversário do nascimento de Afonso Daniel Rodrigues Castelão em Rianjo, em 1886, ano em que a ESCRAVATURA foi abolida no Reino da Espanha: até esse momento e mesmo depois você podia comprar um escravo negro ou galego por muito pouco mas não se iluda, a probabilidade abafante seria que você pudesse ser vendido como ESCRAVO como aconteceu em Buenos Aires onde um galego foi vendido por 0,11 pesos nos começos do XX século sem que nem BNG nem quaisquer outras forças políticas ditas defensoras da liberdade nacional do povo galego, submetido durante séculos à ESCRAVATURA, como a Galiza, comemorem NADA. Algo comemora o BNG ao editar um vídeo que pode ser olhado em www.bng-galiza.org onde «pretende difundir a obra e o pensamento de Castelão e seguir o seu exemplo na teoria e na praxe». O pensamento de Castelão no Sempre em Galiza, afirmam, «sutenta-se em TRÊS eixos: 1.- Carácter diferencial da Galiza. 2.- A defesa da UNIÃO pactada entre as NAÇÕES do Estado mais Portugal. 3.- Analise do submetimento e COLONIZAÇÃO da Galiza desde o XV século». O BNG continua afirmando que «Castelão e o Partido Galeguista defendiam a Autodeterminação política da Galiza dentro da forma de governo republicano; que o Estatuto de Autonomia era um avanço táctico, não um objetivo ESTRATÉGICO e que a solução passava em ÚLTIMO termo por uma Confederação Ibérica em que também se integrasse Portugal».
Eis a FALSIFICAÇÃO: o objetivo ESTRATÉGICO era, é e será a UNIÃO das duas Galizas deslocadas, a UNIÃO nacional da Galiza e Portugal, isso em PRIMEIRO termo, não em último. Castelão defendia no Sempre em Galiza e o Partido Galeguista defendia, em PRIMEIRO lugar, a UNIÃO nacional da Galiza e Portugal, a REUNIFICAÇÃO das duas Galizas, a Galiza Norte e Portugal (a Galiza do além-Minho).
Continua a FALSIFICAÇÃO: a solução passava [não em ÚLTIMO termo] em PRIMEIRO termo por UMA, ÚNICA, UNIDA República galego-portuguesa que LIVRE se uniria [em ÚLTIMO termo] em Confederação com as outras nações peninsulares, a Espanha, a Bascônia e a Catalunha, quer dizer, em palavras do nosso Jaime Quintanilha, «a UNIÃO livre de Repúblicas Confederadas», a primeira, a nossa, a República galego-portuguesa.
Podemos e devemos, TEMOS O DEVER, de proclamar que o pensamento de Castelão no Sempre em Galiza sutenta-se num ÚNICO eixo, A UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL e que o Sempre em Galiza é um TRATADO POLÍTICO DE UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL. Tratado inacabado que ninguém continuou nem na teoria nem na prática porque TODAS as forças políticas e sindicais da Galiza e Portugal ABAFAM E CENSURAM o pensamento e os pensadores ou pensadoras da UNIÃO nacional do nosso país e da nossa tradição de luta DEMOCRÁTICA E REUNIFICADORA.
Dirigimo-nos a vós, PROLETARIADO galego-português, porque pensamos que sois a classe com mais força e interesse pela VERDADE: nós pretendemos difundir a obra e o pensamento de Castelão SEM FALSIFICAÇÃO e seguir o seu exemplo na teoria e na prática, agora, no XXI século, em que o proletariado da Galiza do além-Minho, Portugal, fez uma revolução da que resta o exemplo, os objetivos e a Constituição da República Portuguesa e o proletariado da Galiza do aquém-Minho conquistou o reconhecimento legal de «nacionalidade histórica», ambas as duas Galizas em contextos formalmente democráticos em que é possível muita coisa. A primeira coisa possível é AFIRMAR que a Galiza e Portugal constituem UM ÚNICO país, a mesmo NAÇÃO, isto na teoria; na prática, PRIORIZAR todos os esforços políticos, sindicais, etc. em PROMOVER A UNIÃO POLÍTICA das forças do além e do aquém-Minho, a UNIÃO sindical, a UNIÃO cidadã. A atividade política UNIDA na Assembleia da República e no Parlamento Galego. Temos um maravilhoso exemplo na Irlanda. Imaginam o Guilherme Vazquez candidato nas eleições à presidência da República Portuguesa? Ou o BNG e/ou outras forças da GALIZA UNIDA na Assembleia Nacional da Galiza com representação na Assembleia da República Portuguesa como tem o BNG em Madrid? [Vejam que, como dizia Castelão, «o nosso caso é muito mais SIMPLES do que o dos bascos e catalães» que não têm o que nós temos: Portugal] Ou deputados e deputadas galegas e portuguesas a defenderem no Parlamento Europeu ASTANO E LISNAVE CONSTRUIR BARCOS? Ou na Assembleia Geral e/ou outros órgãos das Nações Unidas defender a Livre Determinação, a Soberania e Independência da Galiza Norte para LIVRE se UNIR com Portugal? Tudo é o que nós tentamos fazer e vimos fazendo embora a ABAFANTE CENSURA, o isolamento e o apartheid ao que nos submetem.
Infelizmente, PÔR A POLÍTICA DE UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL EM PRIMEIRO LUGAR, não é o que se está a fazer porque a penetração ideológica do COLONIALISMO espanhol é de tal intensidade que consegue mesmo confrontar galegos entre si e a Galiza com Portugal. Nós ENCORAJAMOS a militância do BNG para DEBATEREM [leiam, estudem, memoricem o capítulo XIX do Livro II do Sempre em Galiza] na sua próxima Assembleia e perante o proletariado e a cidadania a questão FULCRAL do nosso país: o seu deslocamento, a sua divisão em duas partes CONFRONTADAS. Um posicionamento favorável à UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL seria DAR PASSOS DE GIGANTE na nossa libertação, na libertação do povo galego, na vitória do socialismo, da DEMOCRACIA PROLETÁRIA. E este apelo também o fazemos para pessoas, entidades e instituições cuja convição seja a LIBERDADE E O PROGRESSO DA GALIZA OPERÁRIA, CAMPONESA, MARINHEIRA E DOS SOLDADOS: O SOCIALISMO E A INSURREIÇÃO.


Em Ferrol, Sexta-Feira, 9 de Dezembro de 2011


COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

FEIJÓ CULPÁVEL DIRETO DO DESEMPREGO

Não sabemos se os três «indigentes» que apareceram mortos em A Crunha figuravam nas ESTATÍSTICAS DO DESEMPREGO. Com certeza eram pessoas DESEMPREGADAS como mais de 253.000 inscritas na Galiza e mais de 4,4 milhões no Reino da Espanha, monarquia em que como na da Dinamarca algo (cheira, não!) FEDE a podre. Esse podricalho em que milhões de pessoas DESEMPREGADAS não cobram «prestações» mas pagam impostos como se cobrassem para que cobrem por rapinas e saqueios de verbas públicas, Urdangarin, Duque, assessorado pela Duquesa, aspirante ao trono do Reino uma vez as «feministas de canhoneira» em denodada luta contra o «Patriarcado machista» conquistarem mudar a Constituição e coroar uma MULHER; tudo o qual acenderá a guerra entre as bandas monárquicas de requetés e falangistas instalados no PP e não apenas.
Sabemos que Feijó reduziu os Orçamentos da Junta durante os anos que leva desgovernando e que neste passado e eleitoral mês de Novembro a Galiza encabeçou o número de pessoas INSCRITAS às que lhes fora roubado o emprego, mais de 11.000, mais de 366 cada dia, com OCULTAMENTO delinquente da TVG que para evitar o IMPACTE da notícia apenas a contou em percentagens. Sabemos pelo empresariado que Feijó deixou de investir, nos meses anteriores às eleições, neste ano 2011 cerca de 1.000 M€ em OBRA PÚBLICA ou em parceria sem conseguirmos saber onde é que vão parar essas verbas, questão que não ouvimos denunciar aos sindicatos. Sabemos pelos sindicatos que um dos setores onde mais aumentou o número de pessoas desempregadas foi no setor da construção. Portanto podemos estabelecer que Feijó, ao reduzir os Orçamentos da Junta e não investir o aprovado no Parlamento, que representa a vontade popular, não apenas violou esta mas também PROVOCOU que dezenas de milhares de pessoas na Galiza ficaram sem emprego: Feijó é CULPÁVEL DIRETO de uma boa parte do DESEMPREGO criado no setor da construção. Sabemos através dos média e os sindicatos que o número de Expedientes de Regulação de Emprego, EREs, na Galiza teve um aumento muito grande, EREs aprovados pelo governo da Junta que determinaram por sua vez que muitas pessoas com emprego passaram a ser DESEMPREGADAS. Portanto podemos REAFIRMAR QUE FEIJÓ É CULPÁVEL DO AUMENTO DO DESEMPREGO NA GALIZA.
Sabemos que o governo de Feijó deixou sem atenção médica a não sabemos quantas pessoas DESEMPREGADAS – para OCULTAR o dado da Galiza estão a falar os média espanhóis de 25.000 em todo o fedorento Reino. Sabemos que foi da mão da CIG que se fez a primeira denuncia nos média. Sabemos que a Plataforma Galega em Defesa da Saude Pública se interessou pelo tema e SABEMOS, também, que justamente não se faz o que cumpre fazer, ORGANIZAR as pessoas DESEMPREGADAS para COMBATEREM pelos seus direitos o qual, também, está relacionado com a luta contra os EREs. Alguns sindicatos chegaram a ter reconhecidas estatutariamente estruturas organizativas AUTÓNOMAS para mulheres, jovens e idosos mas PROIBEM isso mesmo, estruturas organizativas AUTÓNOMAS, para pessoas DESEMPREGADAS, proibição que dura décadas porque o DESEMPREGO está a AUMENTAR desde 1.977 nomeadamente desde o governo de Felipe González, o grão DESTRUIDOR do Movimento Obreiro pela via de «tirar a água para apanhar o peixe», quer dizer, eliminar o emprego para eliminar a SOLIDARIEDADE OPERÁRIA, A UNIDADE OPERÁRIA, a sua organização sindical e o seu combate. A luta contra o DESEMPREGO é a luta contra os EREs, luta por conservar os postos de trabalho e o tecido produtivo. Quantos trabalhadores e trabalhadoras estão agora mesmo a sofrer EREs? Mobilizam os sindicatos contra os EREs? UNEM os sindicatos o operariado das diferentes empresas com EREs para lutarem JUNTAS contra eles? Mobilizam o operariado das Companhias Auxiliares do Setor Naval DESPEDIDO, DESEMPREGADO? A resposta a tudo já vo-la demos antes das eleições do 20 de Novembro. Os sindicatos, particularmente os de Ferrol, não reivindicam o que cumpre, ASTANO CONSTRUIR BARCOS, reivindicam e mobilizam pelo que não cumpre, SÓ antes das eleições e logo NADA! Mais nada do que pingas de MORTE de pessoas desempregadas, precárias, indigentes, «perros-frauta», sidosos, sem-dentes, vadios, malandros e outras categorias sociais associadas e que definem o, ESTABELECIDO POR LEI, APARTHEID DO DESEMPREGO. E o mesmo que a Galiza em Novembro encabeçou o DESEMPREGO, encabeçamos a INTENSIDADE aplicada pelo COLONIALISMO espanhol contra as suas dominadas NAÇÕES, algumas das quais, também, se beneficiam da exploração a que nos submetem. Encabeçamento que para o COLONIALISMO espanhol é ESTRATÉGICO OCULTAR. Daí que os média espanhóis OCULTEM que, tudo o que a Cospedal determinou para Castela-A Mancha, foi antes, e mesmo mais, determinado por Feijó para a Galiza. Em qualquer caso, se para Rajoy será DIFÍCIL E COMPLICADO, para nós será FÁCIL E SIMPLES, como dissera Castelão «o nosso caso é muito mais SIMPLES do que o dos bascos e catalães», e a Galiza sairá adiante UNIDA com Portugal exercendo o direito e o dever da INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Quarta-Feira, 7 de Dezembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

INSURREIÇÃO E GREVE GERAL EM PORTUGAL

A Greve Geral em Portugal do passado 24 de Novembro põe de relevo o fácil que é a INSURREIÇÃO e como a evitaram as forças convocantes e apoiantes. Na Greve Geral participaram mais de TRÊS milhões das classes trabalhadoras portuguesas no entanto nas manifestações de Lisboa e do Porto participaram milhares, uma clamorosa contradição. A escassa assistência aos desfiles nomeadamente em Lisboa é atribuída à falta de transportes, em greve. Nós julgamos que as organizações convocantes queriam esse resultado. Não queriam centenas de milhares de manifestantes a rodear e TOMAR a Assembleia da República para desde o órgão da soberania popular EVITAR que em dia 30 fosse aprovado o Orçamento do Estado para o ano 2012 com medidas que o povo português NÃO votou, que ninguém votou. A tomada da Assembleia da República significaria a derrocada do governo? Com certeza, porque um governo, qualquer governo, que legisle como o está a fazer o governo português, SÓ merece, e com urgência para evitar danos maiores, ser derrubado pela FORÇA POPULAR depositária da SOBERANIA que governaria em concordância com a vontade popular CLAMOROSAMENTE manifestada na Greve Geral: contra o empobrecimento e a exploração, por um Portugal DESENVOLVIDO E SOBERANO.
Esta fragilidade era, na nossa opinião, bem conhecida do governo de Passos Coelho, daí anunciar estar reunido para seguir o desenvolvimento da Greve Geral e tomar as medidas pertinentes para a fazer fracassar, tudo denunciado por diferentes bocas exceto denunciar a significativa presença de dois destroyers norte-americanos, o Sullivan e o Mitscher, este acabando a manobra de atraque dez horas antes do começo da greve geral, no cais de contentores de Alcântara, a controlarem a Ponte 25 de Abril, presença, achamos que, não por acaso.
Tudo num contexto onde a ideia fulcral, DERRUBAR O GOVERNO, exprimida por Otelo Saraiva de Carvalho, é subtilmente desautorizada pelo golpista Ramalho Eanes, o grão derrotador da Revolução do Cravos, junto com o Mário Soares; este, a tentar colocar-se em boa posição para um futuro que adivinha, afirma «a Europa, ou retifica ou haverá revolução». Nesse mesmo denso contexto o PCP celebra o Fado proclamado pela UNESCO Património Imaterial da Humanidade como «uma ESTIMULANTE expressão (...) do povo na construção e defesa da IDENTIDADE E INDEPENDÊNCIA NACIONAL do nosso país». Já sabem «Lisboa casta princesa no marco da realeza». O PCP celebra o Fado contra a Tradição Oral Galego-Portuguesa, referente muito mais marcante da IDENTIDADE do nosso país, da cultura COMUM galego-portuguesa, cultura NACIONAL. Quanto à INDEPENDÊNCIA NACIONAL do nosso país, referenciá-la no Fado com pouco mais de um século de existência, é radicalmente NEGAR A HISTÓRIA da luta do povo pela Independência e Reunificação das duas Galizas deslocadas. Tudo muito próprio da ciência que o Marxismo representa e o PCP proclama. Tudo muito próprio das forças políticas organizadas do Além e do Aquém-Minho a NEGAREM radicalmente a História dum ÚNICO povo, o galego-português, ESCRAVIZADO e com a sua Nação DIVIDIDA, ROTA, CONFRONTADA para melhor a COLONIZAR E ESPOLIAR. Tudo muito próprio das forças sindicais CGTP-IN e CIG que apesar da criação e existência da União Operária Galaico-Portuguesa, a nossa melhor tradição de UNIDADE proletária e nacional, radicalmente a NEGAM para falarem de solidariedade INTERNACIONAL, como se fôssemos ESTRANGEIROS, os uns dos outros. O exemplo da CIG é de relevo: podia ter UNIDO a Greve Geral em Portugal com a Greve Geral na Galiza ou quaisquer outras mobilizações mas NÃO! A coisa limitou-se a juntar dezenas de pessoas em dia 23 perante o Consulado de Portugal em Vigo para falarem de solidariedade INTERNACIONAL com os nossos irmãos e irmãs portuguesas em luta por um Portugal, a Galiza Sul, DESENVOLVIDO E SOBERANO!
A fragilidade e o medo dos governos capitalistas TODOS é, a nosso ver, o que explica a urgência dos acontecimentos que estamos a sofrer cada dia ao anunciarem mais e mais GUERRA cujo desfecho não pode ser outro que a GUERRA MUNDIAL NUCLEAR, um caminho que pode ser evitado, um caminho facilitado pelos lugar-tenentes da classe capitalista, Tojo e Méndez, que leva a um vasto campo santo onde centos de milhões do proletariado mundial terão os seus restos depois de perecerem matando-se uns aos outros a defenderem os seus capitalistas e governos. O Tojo no campo santo pode ser um remédio preventivo, democrático e a UNIDADE PROLETÁRIA E LIVRE DETERMINISTA UM DEVER INESCUSÁVEL COMO A INSURREIÇÃO.


Em Ferrol, Sexta-Feira, 2 de Dezembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

INSURREIÇÃO PARA ABRIR CAMINHO AO SOCIALISMO (distribuídas mil folhas na manifestação de Lisboa durante a GREVE GERAL)

Esse foi, é e será o compromisso do Movimento das Forças Armadas e dos LEGÍTIMOS representantes do povo português. Compromisso afirmado, estabelecido e aprovado na atual e vigorante Constituição. Compromisso perante o povo português e, a nosso ver, perante os povos do mundo, perante a Humanidade cujos inimigos, os EUA, estão a livrar uma GUERRA sem quartel contra a soberania dos povos para instalar nos seus governos, USURPADORES da vontade do povo, como na Itália, Mário Monti, na Grécia, Papademos ou com AGRESSÃO ARMADA DA NATO para impor a Sharia na Líbia ou mesmo na Síria.
Exercer o direito de INSURREIÇÃO contra TODAS as formas de opressão torna-se um DEVER, cumprir e fazer cumprir a Constituição portuguesa, aquando o governo pretende IMPOR um Orçamento do Estado para o ano 2012 que determina irremissivelmente a morte de um número indeterminado das pessoas mais vulneráveis a integrarem o povo português, a fome, a miséria, todas as desnecessárias carências que temos que sofrer as pessoas pobres para maior LUCRO E FELICIDADE das ricas a ACUMULAREM CAPITAL para financiar mais e mais GUERRAS.
Libertar Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo que está a exercer o tripé do CAPITALISMO encabeçado por Obama-Merkel-Sarkozy-Cameron, o FMI, o BCE e a UE de Capitalistas, URGE e a INSURREIÇÃO para a derrocada do governo é o melhor e mais curto caminho para o poder popular, os LEGÍTIMOS representantes do povo português, defenderem a Independência nacional (sem prejuízo da retificação das fronteiras), garantirem os direitos fundamentais da cidadania, implementarem os princípios basilares da democracia ECONÓMICA e não apenas, de assegurarem o primado do Estado de Direito democrático e de abrirem caminho para uma sociedade socialista em que impere a vontade do povo português, a liberdade, a justiça, a FRATERNIDADE E A SOLIDARIEDADE.
URGE A INSURREIÇÃO porque EVITARÁ a morte, a fome, a miséria e todas as tribulações e calamidades que o governo de Passos Coelho condena a padecer o operariado, o campesinato, os militares, o povo português.
URGE A INSURREIÇÃO para CONTAGIAR a União Europeia de Capitalistas da letal doença da União de Repúblicas Socialistas da Europa, doença a alastrar pelo mundo todo.
Se em 7 de Novembro, Vasco Lourenço lavrava a «rebelião d@s escrav@s» e a convulsão social, o mesmo dia em que, 94 anos antes, Lenine proclamava que «o poder do Estado passou para um Comité Militar Revolucionário, um órgão (...) de deputados operários e soldados (...) assegurando os objetivos pelos quais o povo lutou (...)» e clamava «VIVA A REVOLUÇÃO DE OPERÁRIOS, SOLDADOS E CAMPONESES!», se em dia 9, Otelo Saraiva de Carvalho falava em «operação militar para DERRUBAR O GOVERNO» para «um novo 25 de Abril» porque o COMPROMISSO com o povo português «o não cumprimos e não o estamos a cumprir», nós, desde a Galiza Norte a participar nesta Greve Geral em Portugal (para nós a Galiza Sul) ACRESCENTAMOS que o COMPROMISSO explícito com o povo português é, está na vigorante Constituição, de abrir caminho para o Socialismo, de reconhecer o direito dos povos (a Galiza) à Autodeterminação e Independência e ao Desenvolvimento, bem como contra todas as formas de opressão, o Orçamento de Estado para 2012 de PSD-CDS-PP, exercer o DEMOCRÁTICO direito à INSURREIÇÃO. Eis, a nosso ver, O FULCRO DO COMPROMISSO que nós, mais uma vez, ENCORAJAMOS PARA CUMPRIR JUNTOS, GALEGOS E PORTUGUESES, encabeçados por uma recuperada UNIÃO OPERÁRIA Galaico-Portuguesa.

Em Lisboa, Quinta-Feira, 24 de Novembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A LUTA CONTINUA, INSURREIÇÃO

Porque ASTANO SEGUE SEM CONSTRUIR BARCOS e ASTANO CONTINUA SEM CONSTRUIR BARCOS porque TODOS os governos «democráticos» espanhóis ou galegos assim o DETERMINARAM, quer dizer, TODOS os partidos políticos que governaram na Galiza ou no Reino da Espanha QUISERAM QUE ASTANO NÃO CONSTRUÍSSE BARCOS durante 28 longos anos.
O PSOE de Felipe González-Solchaga-Almúnia-Boyer foi quem lhe partiu a espinha ao sistema produtivo galego e não só. Felipe González - El-Rei foram os responsáveis do Decreto de Reconversão Naval que PROIBIU ASTANO CONSTRUIR BARCOS, Decreto que excluía as Bazans de Ferrol-Cartagena-Cadis, quer dizer, DECRETARAM CONTRA ASTANO SÓ, SÓ CONTRA ASTANO!
Durante catorze pesados anos Felipe González, Alfonso Guerra NÃO PERMITIRAM que se construísse em ASTANO um só barco porque, lembrem, o operariado de ASTANO éramos «TERRORISTAS» na sua paranoia de GAL e «esquadrões da morte». Fraga, no governo galego, calava porque o PSOE governava melhor do que governaria um que fora ministro de Franco. Em 1.996 ASTANO construiu duas plataformas petrolíferas, chegou o PP de Aznar – Rajoy e mandou parar e mudar-lhe o nome para IMPEDIR nos tribunais sentenças de REINGRESSO no estaleiro naval do operariado DESPEDIDO a meio do Decreto de Reconversão Naval de El-Rei e F. González até que chegaram as MACIÇAS LUTAS DA GALIZA UNIDA na Plataforma Cidadã «Nunca Mais» que assumira reivindicar ASTANO CONSTRUIR PETROLEIROS DE CASCO DUPLO porque NÓS, INFELIZMENTE SÓ NÓS, o propuséramos. Deixem-me lembrar-lhes os eternos Dongil – CCOO e Golpe – UGT em 21 de Novembro de 2002 na assembleia de constituição de «Nunca Mais» A SABOTAREM A MOBILIZAÇÃO ACORDADA PARA 1 de Dezembro de 2002: 300.000 pessoas, segundo Le Monde, numa ALAGADA COMPOSTELA. OS EFEITOS POLÍTICOS DA POTÊNCIA MOBILIZADORA DA GALIZA UNIDA NA PLATAFORMA CIDADÃ foram o «Plan Galicia» do Conselho de Ministros de Aznar em A Crunha que incluía ASTANO CONSTRUIR BARCOS e a Resolução do Parlamento Europeu «instando a construção de petroleiros de casco duplo em estaleiros navais das áreas afetadas pelas marés negras do Prestige e Erika» (23 de Setembro de 2003). Só lhes faltou citar ASTANO! No entanto Fraga CAÇAVA!
O PSOE de Zapatero ganhou as eleições seis meses depois e em 30 de Julho de 2004 decreta o encerramento de ASTANO e a sua MILITARIZAÇÃO. A RACISTA Magdalena Alvárez com o seu «Plan Galicia de MIERDA» NEGA COM BRUTALIDADE ASTANO CONSTRUIR BARCOS! No seguinte ano o BNG chega à Conselharia de Indústria do governo galego com o COMPROMISSO de recuperar ASTANO-GALEGO-PÚBLICO-OPERÁRIO: pouco mais de um ano depois vem o Conselheiro a Ferrol a chulear ASTANO NÃO CONSTRUIR BARCOS chuleio que continua o/a Guerra de Feijó e assim até hoje.
Durante TODOS estes 28 anos a LUTA CONTINUA sem cessar em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS embora o entreguismo dos sindicatos e a sua atitude CONTRA mesmo os próprios filiados, VÍTIMAS do Decreto de Felipe González – El-Rei e contra os que, como nós, DEFENDÍAMOS A CONSTRUÇÃO NAVAL CONVENCIONAL EM ASTANO. As três greves gerais da Galiza em 1.984, a INTG de João Carvalho em destaque, NÃO CHEGARAM. AS IMENSAS MOBILIZAÇÕES DA GALIZA UNIDA COM «NUNCA MAIS» embora os seus possantes efeitos políticos não chegaram pela atitude do «Americano Impassível» de sindicatos e Comités de Empresa de Astano e Bazan e porque Xavier Vence CENSUROU ASTANO em Bruxelas e o BNG MATOU a Plataforma deixando-a em «LETARGO ATIVO»! Colocamos a questão na Comissão e no Comité dos Direitos Humanos da ONU e não chegara. Apresentamos queixa no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e não chegara porque «temos o inimigo na casa» e trabalha para a Holanda da Neelie Kroes CONSTRUIR BARCOS. As passadas greves gerais não chegaram. As mobilizações recentes, a do Domingo, dia 6 de Novembro em Ferrol e Vigo não chegaram porque Van Der Miert, Mário Monti, Neelie Kroes e Almúnia, Comissári@s da Concorrência da UE sempre trabalharam CONTRA NÓS, CONTRA ASTANO CONSTRUIR BARCOS conluiados com TODOS os governos galegos e espanhóis havidos até hoje e CONTINUARÃO com Mário Monti e o Goldman Sachs a governarem a Itália e a Grécia e amanhã o Botin no Reino da Espanha e no 2013 e no 2015 CONTINUARÃO A PROIBIR ASTANO. Dai que SÓ A LUTA DA GALIZA UNIDA possa ser eficaz e a luta da GALIZA UNIDA há que a organizar como organizamos a Plataforma Cidadã «Nunca Mais». Não chega com os sindicatos UNIDOS, que é importante, tem que ser organizar TODAS as pessoas, TODAS as entidades, TODAS as instituições do povo galego, da Galiza, que estão a lutar, sem excluir ninguém, que QUEREM a nacionalidade histórica que a GALIZA é, UNIDA, e isso SÓ SE PODE ORGANIZAR na Assembleia Nacional da Galiza, o parlamento do povo galego EM LUTA, e a Assembleia Nacional da Galiza INEVITAVELMENTE colidirá com o PP e os CAPITALISTAS que representam quer governem na Galiza, na Espanha, na Europa ou no mundo USURPANDO A SOBERANIA POPULAR A MEIO DA FRAUDE ELEITORAL OU DA AGRESSÃO ARMADA.
E como a LUTA CONTINUA aqui estamos para o que considereis pertinente apelando para, com a GREVE GERAL EM PORTUGAL em dia 24, galegos e portugueses, JUNTOS PARA A DERROCADA dos governos respetivos, exercermos o DEMOCRÁTICO direito à INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Segunda-Feira, 21 de Novembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CONCENTRAR O VOTO NO BNG CONTRA PP-PSOE

Como vimos reivindicando noutras eleições para tentar favorecer a UNIDADE E MOBILIZAÇÃO do povo galego organizado na Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo USURPADOR de Feijó embora a dirigência do BNG flutue em diques, alianças e políticas que sabotam ou impedem a UNIÃO do povo galego contra o COLONIALISMO espanhol politicamente representado pelo VIL-PARTIDISMO que se sustenta na FRAUDE ELEITORAL para USURPAR a nossa representação política exprimida através da vontade popular, condição sem a qual não poderiam ESPOLIAR o nosso trabalho e as nossas riquezas e recursos naturais.
USURPAR a representação política dos povos, a vontade popular da Grécia e da Itália, DERROCAR governos elegidos por sufrágio universal, IMPOR governos «diktados» pelo Goldman Sachs, Lehman Brothers, Union Bank of Swizerland, Moddy’s, Standard & Poors, Fitch para aplicar os seus ESPOLIADORES planos, CONVOCAR eleições esses governos USURPADORES para a FRAUDE ELEITORAL que os «legitime» REALÇA A IMPORTÂNCIA DO COMBATE À VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP em Domingo, dia 20 e enche de razão o apelo permanente que nós estamos a fazer para exercermos o direito à INSURREIÇÃO, JUNTOS, galegos e portugueses em favor da nossa SOBERANIA.
A substituição na Itália do puteiro Berlusconi pelo, durante uma década Comissário de Concorrência da UE, MATADOR DE ASTANO-LISNAVE E DA GALIZA-PORTUGAL em favor da Coreia do Sul, Mário Monti, não teve mais objetivo que IMPEDIR A INSURREIÇÃO do proletariado e o povo italiano para a DERROCADA do puteiro IMPUNE, o seu efeito CONTAGIOSO e a convocatória de eleições livres, limpas e sem FRAUDE ELEITORAL que elevasse ao governo às classes trabalhadoras e as suas organizações. Esta ação DEFENSIVA dos CAPITALISTAS DO MUNDO UNIDOS, aparentemente ofensiva, indicia, na nossa opinião, a sua fragilidade e o seu medo perante a ação do proletariado e as forças democráticas e socialistas, ação que, sabem, não se circunscreve a um SÓ país. Alastra à Alemanha, financiada e lucrada com a dívida pública do resto de países, a França, a Bélgica, a Áustria, chega mesmo aos EUA, quer dizer, nem PIGS, nem BRICS, nem o Japão nem o Canadá se safam da GLOBALIZAÇÃO da necessidade da REVOLUÇÃO SOCIALISTA MUNDIAL embora os mesmos que lincharam Khadafi estão na Síria para governo da Sharia dos EUA que tenta cercar militarmente à China.
Combater e derrotar a VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP é antes que combater e derrotar a FRAUDE FISCAL. Pôr o combate à FRAUDE FISCAL diante do combate à FRAUDE ELEITORAL é fazer trampa porque os da FRAUDE FISCAL representados pelo VIL-PARTIDISMO (não só pelo PP) antes cometem FRAUDE ELEITORAL para garantir o poder político que lhes permite cometer a FRAUDE FISCAL. As forças políticas, sindicais, de discurso de combate à FRAUDE FISCAL não querem saber que a FRAUDE ELEITORAL foi a alavanca secular com que a monarquia espanhola desde Madrid elevou aos governos as forças políticas que a defendiam e representavam USURPANDO a vontade popular galega para ESPOLIAR o trabalho, as riquezas e recursos naturais da Galiza. Nós reiteramos que o FULCRO, o centro de gravidade, em que se sustenta a monarquia espanhola é a ESPOLIAÇÃO à que submete à Galiza e a FRAUDE FISCAL é uma parte e não a maior da dita ESPOLIAÇÃO.
Dai o nosso apelo a IMPEDIR em cada local de votação, dentro e fora dele, que o PP se faça dono da situação perpetrando à vista de todos todas as violações, coações, violência e trampas que lhes dão esses votos FRAUDULENTOS que USURPAM a vontade popular e determinam a VITÓRIA DA SUA FRAUDE ELEITORAL. Inutilizar e impedir que circulem os carros em que transportam votantes e votos, «acarrejamento». Questionar os recenseamentos, cada voto válido, branco, nulo tem que lhes ser disputado nomeadamente à hora da contagem e do seu registo nas atas. O comportamento e atitude de cada representante do PP têm de ser questionados; a capacidade e a competência de cada representante do PP têm que ser questionadas, o mesmo que o comportamento e atitude dos PN que vigilam o desenvolvimento da votação; a ideologia, comportamento e atitude das pessoas que integram as Juntas Eleitorais, desde a local até à Central tem que ser questionada e assim tudo mesmo pensando em reclamar REPETIR AS ELEIÇÕES porque o PP está FINANCIADO, DETERMINADO, TREINADO, PRONTO E CONVICTO para em Domingo, dia 20 PERPETRAR A FRAUDE ELEITORAL que lhes dará MAIORIA ABSOLUTA. Os oito FRAUDULENTOS votos que lhe outorgaram o governo municipal da capital da Galiza com TODO o apoio, desvergonha e cinismo das Juntas Eleitorais, Tribunais e respetivos governos SÃO UM EXEMPLO de como USURPAM a vontade popular e contra os USURPADORES DA DEMOCRACIA, CONTRA OS DÉSPOTAS E TIRANOS que acedem ao governo SÓ para se LUCRAREM pessoalmente eles, as suas famílias e «amigotes», o remédio é a INSURREIÇÃO. Nós, como estamos hoje, estaremos às 5H30 da Segunda-Feira, dia 21 na Porta da Rua Taxonera para o que cumpra e vós, o proletariado, considereis pertinente. Com todos estes elementos reiteramos o apelo para GREVE GERAL INDEFINIDA NA GALIZA em dia 18 para em dia 20 IMPEDIR A VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP e com a GREVE GERAL EM PORTUGAL em dia 24, galegos e portugueses, JUNTOS PARA A DERROCADA dos governos respetivos, exercermos o DEMOCRÁTICO direito à INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Sexta-Feira, 18 de Novembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O RACISMO CONTRA NÓS QUE NÃO CESSA

O racismo contra as PESSOAS galegas ultrapassa fronteiras e ideologias. Vimos DENUNCIANDO racismo e racistas cada vez que se produz um caso cuja dimensão pode ser mesmo mundial. Numa sociedade onde os média «são mais perigosos do que as bombas e as metralhadoras», segundo o nosso Vladimir Ilich, ou onde «a opinião pública é a opinião publicada» (no contexto do Reino da Espanha, publicada em El Mundo, La Razón, ABC, COPE, etc.) são os média o veículo utilizado pelos RACISTAS para os seus daninhos e contundentes exercícios de RACISMO contra a Galiza cujos objetivos são sempre políticos e económicos, quer dizer, USURPAR a nossa soberania, a vontade popular e ESPOLIAR, roubar as nossas riquezas e recursos naturais. Nestes dois campos é onde melhor se podem DIMENSIONAR as consequências desse AVILTADO, BRUTAL E IMPNUNE RACISMO contra nós.
Nestes últimos e «democráticos» anos tivemos exemplos avondosos na TVG e noutras TVs, em RNE com a Rã Lucas em audiências de milhões, na SER com mais audiência, em El País (o reiterado «Gallegos en la Escalera»), em Gara («está el gallego en la luna» de António Alvarez-Solis no meio de outros); um capítulo de maior intensidade é o racismo INSTITUCIONAL concretado em Rosa Diez e Inhaqui Gabilondo com «gallego en sentido peyorativo» para insultar nem mais nem menos que ao presidente do governo, Sr. Zapatero, por uma parlamentária espanhola sem que nem presidente nem parlamento reagissem em sintonia com a onda de justa INDIGNAÇÃO que se levantou e não só na Galiza; o racismo de nada menos que um presidente da Generalitat em exercício das suas funções, o Sr. Montilha, que pediu desculpas sem se demitir nem que Generalitat e Parlament tivessem uma palavrinha de SOLIEDARIDADE connosco. Agora assistimos a uma campanha POLÍTICO-INSTITUCIONAL, a campanha para eleger parlamentares, governo e presidente do governo do Reino da Espanha, que os média afirmam será Rajoy, «el gallego» Rajoy; ponto primeiro: «Rajoy es gallego», não espanhol como ele se proclama; ponto segundo: «Rajoy como BUEN GALLEGO no se FIA (SER)», o confiado é MAL galego; «como muchos gallegos Rajoy dice una cosa y hace la opuesta», publicado em The Guardian e emitido na SER. Para medir a hipocrisia dos racistas contra nós, substituam na frase de The Guardian o qualificativo de «gallegos» pelo de «negros, ciganos ou mulheres» e verão os grandes e os pequenos da Espanha «se levantarem em armas» contra o racismo, a xenofóbia e o machismo. Esta dimensão INTERNACIONAL do racismo contra nós acrescenta a do «gallego» Manolito, abjeto personagem de Mafalda que dou várias voltas ao mundo ou a do dito «teatro bufo» na Cuba socialista onde se ridiculiza «gallegos» e negros.
Reparem que «el gallego» Rajoy, Feijó, Agostinho Hernández e TODO O PP e não apenas, são FIRMES defensores de uma «nación» com 500 anos de história, a quarta de Europa (melhor AVE A Crunha-Madrid do que A Crunha-Ourense e coisas assim do Agostinho) e FIRMES contrários a uma outra nação, a Galiza, que tem 1.600 anos de história (411-2011) e reconhecimento legal na CE e no Estatuto de Autonomia: a Galiza é uma nacionalidade histórica. Defendem uma «nação» fundada pelos que descaradamente presidem com grandes efígies o Parlamento espanhol: os intitulados Reis Católicos e vejam como Maquiavelo retratou o «pai de todos os espanhóis», Fernando, rei de Aragão, conde de Barcelona e ele próprio catalão: «um príncipe do nosso tempo, que não convém nomear, não fala doutra coisa senão de Paz e de Fé e de uma e outra e mui grande INIMIGO – e uma e outra se as tivesse observado lhe teriam DIMINUÍDO o seu prestígio e os seus Estados» (o nosso dentre eles). Vejam como o referente, o modelo, o melhor de todos os ESPANHÓIS diz uma coisa e faz a oposta, diz PAZ e faz GUERRA, diz FÉ e faz a coisa oposta. O modelo inspirador de Rajoy e de Feijó, como eles, serviu-se do Vaticano e do Papa, da religião como pretexto para começar os 500 anos de história de ROUBAR, INCENDIAR E ASSASSINAR a nome de Deus pelo mundo todo nomeadamente na Galiza.
Fernado o Catalão, apoiado pelo, também catalão, Rodrigo Bórgia, vice-chanceler do Vaticano que toma partido em 1472/3 em favor da aliança castelhano-catalã que DERROTA a aliança galego-portuguesa (Afonso V – Joana a «Beltraneja») impedindo a UNIÃO da Galiza com Portugal, submentendo-a à «DOMA E CASTRAÇÃO», criando o Tribunal da Suprema Inquisição que nos aplicam com todo rigor «aos marranos que falam português». O «tandem» catalão Fernando-Rodrigo desenvolve-se com sucesso e em 11 de Agosto de 1492, seis meses depois da tomada de Granada, Rodrigo é elegido Papa baixo o nome de Alexandre VI que, a instâncias de Fernando, em 3 e 4 de Maio de 1493, assina as TRÊS bulas baseamento do Tratado de Tordesilhas de 7 de Junho de 1494 em que os catalães Rodrigo e Fernando COMPRAM Portugal PAGANDO-LHE a metade do mundo em troca da Galiza. Para esquecer e não reivindicar a UNIÃO com a Galiza, deram-lhe a Portugal a METADE DO MUNDO! Assim se fez Portugal, sem a Galiza, e a ACUMULAÇÃO ORIGINÁRIA DE CAPITAL, o começo do CAPITALISMO, que Marx atribue a Espanha e Portugal e que, em rigor, a nosso ver, haveria que atribuir aos catalães Fernando e Rodrigo e a Portugal. Dois anos depois, o Papa Alexandre VI, o catalão Rodrigo Bórgia, a presidir o Colégio de Cardeais, outorga a Fernando e Isabel o título de Reis Católicos «pelas singulares obras e grandes benefícios do rei Fernando para a dilatação da religião cristã, as suas excelentes virtudes, a conquista de Granada e a sua grande prudência ao expulsar os Judeus» [os marranos que falam português].
O paradigma do espanhol «que diz uma coisa e faz a oposta» que The Guardian atribue a «muchos gallegos» como Rajoy é o paradigma de Feijó que defende o que defendia Rodrigo Bórgia, o Papa catalão: «o desenvolvimento da TIRANIA que aumenta progressivamente a CORRUPÇÃO dos costumes» e «Roma formiga de bandidos e malfeitores». Como hoje Compostela, só que bandidos e malfeitores formigam no governo da Junta capitaneados por Feijó. Tudo o qual em termos de alianças para acumular forças contra a monarquia espanhola nos leva a concluir que «vale mais um galego pobre podre de sete dias do que todos os ricos burgueses catalães no $plendor da primavera»: desculpem o exagero, tem fins pedagógicos.
Com todos estes elementos nós reiteramos o apelo para GREVE GERAL INDEFINIDA NA GALIZA em dia 18 para em dia 20 IMPEDIR A VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP e com a GREVE GERAL EM PORTUGAL em dia 24, galegos e portugueses, JUNTOS PARA A DERROCADA dos governos respetivos, exercermos o DEMOCRÁTICO direito à INSURREIÇÃO.

Ferrol, Terça-Feira, 15 de Novembro de 2011

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

COMBATER A VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP

Eis o PRIORITÁRIO antes, durante e depois do 20-N porque a FRAUDE ELEITORAL organizada em Madrid pela monarquia é a ALAVANCA que eleva ao governo ASSASSINOS, LADRÕES E DELINQUENTES organizados hoje no PP, o partido dos curas, militares e banqueiros, USURPADORES da vontade popular, agora, com Franco e durante séculos.
UNIDADE E COMBATE, eis o PRIORITÁRIO, UNIDADE E COMBATE DA GALIZA PARA ASTANO CONSTRUIR BARCOS, isso é que é prioritário e não que «o governo espanhol demande a Bruxelas o levantamento do veto» como diz Jorquera-BNG.
UNIDADE E COMBATE NA ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, eis o PRIORITÁRIO, UNIR E ORGANIZAR o povo galego no COMBATE para a DERROCADA do governo USURPADOR de Feijó, um governo que ROUBA, INCENDIA E ASSASSINA a nome de Deus. Unir e organizar pessoas, entidades e instituições sem excluir ninguém na Assembleia Nacional da Galiza para GOVERNAR a conquista da LIBERDADE do povo galego contra os USURPADORES TIRANOS E NAZISTAS do governo de Feijó. Só nos pode salvar deles a VERDADE, A SOLIDARIEDADE E O AMOR. A solidariedade entre nós, o amor à Galiza e a verdade do que fomos, somos e seremos: um ÚNICO país com Portugal.
Na Galiza Sul, se em dia 7 o coronel Vasco Lourenço lavrava a «rebelião dos escrav@s» e a convulsão social, eis que em dia 9 Otelo Saraiva de Carvalho vai mais longe e apela para «fazer uma operação militar e DERRUBAR O GOVERNO», para um «novo 25 de Abril» do qual afirma ser «um orgulhoso protagonista» acrescentando que «estabelecemos um COMPROMISSO com o povo português (...) para aceder a um nível cultural, social e económico de um povo (...) 48 anos debaixo de uma ditadura» mas «o não CUMPRIMOS e não o estamos a CUMPRIR (...) entregamos o poder a uma classe política (...) sobretudo (...) à direita (...) a retomar (...) as suas prerrogativas de antes do 25 de Abril». Acrescentamos nós: O COMPROMISSO explícito com o povo português é, está na vigorante CONSTITUIÇÃO, de abrir caminho para o Socialismo, de reconhecer o direito dos povos à Autodeterminação e Independência e ao Desenvolvimento também como contra todas as formas de opressão, o Orçamento 2012 de PSD-CDS-PP, exercer o DEMOCRÁTICO direito à INSURREIÇÃO. Eis, a nosso ver, o FULCRO DO COMPROMISSO que nós, mais uma vez, ENCORAJAMOS PARA CUMPRIR JUNTOS GALEGOS E PORTUGUESES!
Esse mesmo dia 7 de Novembro de 2011 em que Vasco Lourenço lavrava a «rebelião dos escrav@s» cumpriam-se 94 anos de quando Lenine proclamou: «o Governo Provisório foi DERRUBADO. O poder do Estado passou para as mãos de um Comité Militar Revolucionário que é um órgão do Soviete de deputados operários e soldados e se encontra à frente do proletariado e a guarnição de Petrogrado. OS OBJETIVOS PELOS QUAIS O POVO LUTOU – a proposta imediata de uma PAZ democrática, a supressão da propriedade da terra dos latifundiários, O CONTROLE OPERÁRIO sobre a produção e a criação do Governo Soviético – ESTÃO ASSEGURADOS. VIVA A REVOLUÇÃO DOS OPERÁRIOS, SOLDADOS E CAMPONESES!» inaugurando uma época de grande progresso DEMOCRÁTICO, económico, social e cultural não somente para a Rússia mas para o proletariado, os povos e as nações oprimidas e não apenas do mundo: O SOCIALISMO. Mesmo Lenine prognosticou que o avanço para o INEVITÁVEL Socialismo no mundo poderia recuar como esta a acontecer no presente.
Um presente sob AMEAÇA de tornarmos ao III Reich porque esse, e não outro, é o objetivo da GUERRA DOS CAPITALISTAS representados por Obama-Merkel-Sarkozy-Cameron contra a Humanidade: «uma política económica e financeira como a que levou à ascensão de Adolf Hitler» afirmam Hans-Joachim Voth e Jacopo Ponticelli, investigadores da Universidade Pompeu Fabra; é nessa «esquadra da Falange, que os flechas Rajoy, Feijó, Estêvão González Pons (não Félix Pons, retificamos) e todo o PP, se enquadram»: na das aberrações do Mein Kampf, quer queiram quer não os inimigos da nossa Nação, premiados em RNE.
Quem é Rajoy? «El Senhor de los Hililhos», um dos que largou 70.000 Tm de chapapote do Prestige contra a Galiza e Portugal e NEGAVA A MARÉ NEGRA! Parecido ao que está a fazer a Conselheira do Mar e o governo do hitleriano Feijó a atribuir a SUA FRAUDE ELEITORAL aos partidos de esquerda. Rajoy foi o Vice-presidente do governo de Aznar, o do atentado do 11 de Março de 2004, governo golpista na Venezuela e na Guiné Equatorial DERROCADO a meio de uma FULGURANTE INSURREIÇÃO popular que concentrou o voto, por medo ao PP, no PSOE de ZP para este trair o mandato popular de ILEGALIZAR O PP. Durante oito anos, ZP e Rubalcabra não somente não ILEGALIZARAM O PP mas o promoveram, legislaram e consentiram a sua FRAUDE ELEITORAL, pactuaram com ele, governaram ao seu «diktado» para chegarmos à VITÓRIA NUNCA VISTA (que o golpista Aznar maquinava em 2004 atribuindo o atentado a ETA) prognosticada pelo «untado» CIS para o PP em 20-N.
Com todos estes elementos nós reiteramos o apelo para GREVE GERAL INDEFINIDA NA GALIZA em dia 18 para em dia 20 IMPEDIR A VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP e com a GREVE GERAL EM PORTUGAL em dia 24, galegos e portugueses, JUNTOS PARA A DERROCADA dos governos respetivos, exercermos o DEMOCRÁTICO direito à INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Sexta-Feira, 11 de Novembro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL