sábado, 7 de junho de 2014

URGENTE E IMPROVISADA QUEDA DE EL-REI: DEBILIDADE EXTREMA (distribuídas 300 folhas às 13h00-14h40 da sexta-feira, 6 de junho de 2014 na porta da Bazan rua Taxonera, segunda visita polícia)


Urgente e improvisada para nos INDICAR o grau de debilidade extremo do regime CONTINUADOR DO FRANQUISMO cujos apoios, PSOE, PCE, PNB, CiU, etc. padecem graves fraturas internas que transmitem criando uma forte CONFUSÃO, DIVISÃO E DESÂNIMO do proletariado e o povo galego e não só nuns momentos em que a MOBILIZAÇÃO e a UNIDADE são perentórias para alcançar a DERROTAR o regime monárquico espanhol, as monarquias todas da UE e a própria UE de Capitalistas que lhe injeta 400.000 milhões de € aos bancos para FINANCIAMENTO DA GUERRA que trave a imponente resposta eleitoral do proletariado e os povos europeus a ANUNCIAREM graves ameaças para a estabilidade e continuidade do CAPITALISMO na Europa e a sua UNIÃO.

Estamos no melhor momento para ATACAR e eis que fica tudo paralisado na Galiza porque poucas mais de meia dúzia de pessoas da dirigência de SETE partidos políticos alguns com representação no Parlamento (BNG, Anova, C*G, Nós-UP, EU, Causa Galiza, Espazo Ecosocialista) se reúnem NUM HOTEL durante dois dias para se atribuírem as culpas os uns aos outros da FALTA DE UNIDADE. Quer dizer, os interesses do proletariado, do povo galego e da Galiza hipotecados num hotel pelo confronto eleitoreiro entre BNG e AGE, confronto político-ideológico entre a dirigência. Pouco mais de meia dúzia de pessoas em Compostela DECIDEM pelo proletariado e o povo galego, seis de Compostela decidem pela Galiza inteira: isto chama-se TIRANIA dos que, aliás, proclamam defenderem o direito a decidir do povo galego, dos que defendem a miséria e ruindade dos seus interesses eleitoreiros. Não defendem que o povo é quem mais ordena. Se isto defendessem CONVOCARIAM O POVO e as suas organizações (pessoas, entidades e instituições) como fora feito em 21 de novembro de 2002 para MOBILIZAÇÃO CONTRA MARÉ NEGRA DO PRESTIGE com 300.000 pessoas em Compostela.

Hoje, numa situação muito mais GRAVE, a convocatória, auto convocatória, tem de ser dos TRÊS grupos parlamentares (AGE, BNG, PSOE), dos três ou dos dois, tem de ser no Parlamento para pessoas, entidades e instituições, quantas mais melhor, determinarmos a MOBILIZAÇÃO e o seu CONTIDO, criarmos a Assembleia Nacional da Galiza sem excluir ninguém para a derrocada da monarquia e os seus governos delinquentes, ILEGALIZAR O PP [Ruz, ILEGALIZA!] e nesse processo de luta o povo galego livremente determinar o que quer: República espanhola, República galega ou República da Galiza e Portugal. Em todo esse processo de luta, aberto já, A LUTA IDEOLÓGICA terá, como está a ter, a maior intensidade sobre a base da UNIDADE E A MOBILIZAÇÃO. E a UNIDADE E A MOBILIZAÇÃO têm de ser de âmbito galego, português, espanhol e europeu.

No nosso caso é FUNDAMENTAL A MOBILIZAÇÃO PARA A DERROCADA dos delinquentes do Concelho de Compostela reclamando eleições LIMPAS de imediato, derrocada que terá de arrastar outras como a dos criminosos da Junta encabeçados por Feijó.

E tornamos à questão da meia dúzia de TIRANOS reunidos em Compostela para DIVIDIR, DESANIMAR E DESMOBILIZAR.

Tem razão EU-setores do PSOE ao reclamarem referendo e III República? NÃO, já o dissemos; o regime franquista e a sua continuidade com Filipe VI não pode ser referendado, não pode ser submetido a referendo. SÓ PODE SER DERROCADO porque foi IMPOSTO pelas armas por Hitler e Mussolini e condenado pela ONU e a Galiza leva lutando mais de duzentos anos por uma República própria UNIDA A PORTUGAL, luta intensificada contra a II República e tem direito a criar República própria.

Tem razão BNG-Nós-UP ao reclamar SÓ República galega? NÃO porque NEGAM não só o direito mas também o dever de a Galiza se UNIR com Portugal. Negam a história e o combate do povo galego em favor da UNIDADE com Portugal e FALSIFICAM O PENSAMENTO DO NACIONALISMO desde 1918 particularmente o de Castelão e o Sempre em Galiza.

A batalha pela UNIDADE tem de ser ultrapassando as meias dúzias de Compostela e as poucas mais que TIRANIZAM desde Madrid, tem de haver PRONUNCIAMENTOS públicos não apenas nos Concelhos mas sobretudo nas fábricas, centros de trabalho, no campo, nas pescas, nos quartéis, na Frota. Temos de ultrapassar a política de «uma minoria determina, acata a maioria». A política tem de ser os partidos SERVIR O POVO, não servir-se do povo para os seus interesses. TEMOS QUE COMBATER E ACABAR com o centralismo político quer compostelano que madrileno. Avante a luta do proletariado, os povos oprimidos e as nações colonizadas, a VITÓRIA virá pela INSURREIÇÃO.
 
Em Ferrol, sexta-feira, 6 de junho de 2014

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL






Sem comentários: