quarta-feira, 28 de julho de 2010

REPÚBLICA OPERÁRIA FEDERATIVA SOCIALISTA DA GALIZA E PORTUGAL (distribuídas 2.000 folhas em Compostela na manifestação do BNG no Dia da Pátria)

A República portuguesa nasce «com a Galiza na boca» [e com o seu primeiro projeto de Constituição, federal] sete anos depois de a UNIÃO OPERÁRIA galego-portuguesa ser matada com três anos de VIDA para impedir o seu crescimento, desenvolvimento e fruto: uma República Proletária Federativa Socialista galego-portuguesa. 1910 é o ano em que uma revolução operária dirigida pelo Carbonário e Maçom Partido Republicano Português derroca a monarquia para instaurar uma República cuja cabeça, Teófilo Braga, presidente do Governo Provisório e depois presidente eleito da República, pensava em UNIR a Galiza com Portugal, NAÇÃO COMPLETA, em uma ÚNICA República federada com as Repúblicas das outras nações a sul dos Pirenéus na República Federal Ibérica.
Muitas outras cabeças galegas e portuguesas tinham esse mesmo pensamento e agiam para o tornar realidade: o FEDERALISMO IBÉRICO não pode ocultar, como pretendem alguns, o projeto de UNIDADE NACIONAL galego-portuguesa; a classe operária galega e portuguesa, vanguarda de todas as classes em termos de progresso económico, social e político, forjou essa UNIDADE sobre o sangue proletário nas grandes lutas que estavam a abalar a Galiza e Portugal durante os anos 1901, 1902, 1903 em que foi criada a UNIÃO GALAICO PORTUGUESA em Tui, Viana e Braga.
A luta camponesa acompanha a operária e nesse 1910 a Assembleia Agrária de Monforte inaugura a organização e luta da Galiza camponesa politicamente inspirada por cabeças cujo pensamento era a UNIÃO da Galiza com Portugal. Apenas um ano depois dos DEZ DIAS QUE ABALARAM O MUNDO, em Lugo, em 17 e 18 de Novembro de 1918, a Galiza proclama que ela com Portugal forma NAÇÃO COMPLETA talhada pelo fatalismo histórico, a meio da Assembleia Nacionalista.
Entrementes os governos republicanos portugueses, a República portuguesa, cofundadora da Sociedade das Nações, luta pelo seu reconhecimento internacional, participa na primeira Guerra Mundial, derrota as aspirações proletárias e são vítimas da reação internacional com o golpe militar que inaugura o Estado Novo do assassino Oliveira Salazar em 1926 três anos depois do golpe do borracho e puteiro general monárquico espanhol Primo de Rivera com certeza a conspirar contra a República portuguesa para a sua derrocada.
A luta continua e a República Galega SOVIÉTICA é proclamada perante o operariado em luta em 27 de Junho de 1931, em Compostela onde Antão Alonso Rios proclamou a UNIÃO COM PORTUGAL: «abraçando-nos carinhosamente a Portugal». Apenas dois meses depois, em 26 de Agosto, eclodiu a revolução, com integrantes da Liga de Paris, em Portugal verificando-se violentos combates que foram sufocados.
A livre federação ibérica das repúblicas operárias e camponesas da Galiza com Portugal, a Catalunha, Bascônia e a Espanha foi a posição da Internacional Comunista fundada por Lenine, defendida e propagandeada nos programas dos comunistas face os partidos republicanos e nacionalistas burgueses, também defensores da livre federação ibérica das repúblicas da Galiza com Portugal, a Catalunha, Bascônia e a Espanha; imediatamente depois da derrota da República espanhola o projeto de criar um partido comunista constituído por espanhóis e portugueses figura nos arquivos da PIDE, só que os espanhóis aos que interroga, tortura e assassina são galegos e galegas como Silvério Alvarez Alvarez aos que temos o dever de resgatar do SILÊNCIO também como a solidariedade, que Luís Soto realça, do pobre campesinato português com os galegos a fugirem de Franco e a PIDE. A UNIÃO galego-portuguesa na luta contra as ditaduras do Pacto Ibérico é tão extensa que abrange muito mais do que a Galiza e o Norte de Portugal sem que o camarada Santos e o camarada Gomes, responsáveis de fronteiras do PCP contassem o muito que, presumimos, saberiam. Temos a intuição de a morte de Vítor Garcia Estanilho, o Brasileiro, ser causada pela ideia da defesa da UNIÃO galego-portuguesa. Ideia que aparece com muita força nos amigos Humberto Delgado e Henrique Galvão no seu combate contra as ditaduras do Pacto Ibérico cujo objetivo central era impedir a UNIÃO galego-portuguesa, impedimento inspirado pelo esperto contrainsurgente chefe da FET-JONS, o assassino cedeirês Suevos, protegido de Franco e especialista em questões portuguesas e latino-americanas com fortes laços com o integralismo.
Oliveira Martins escreveu que o iberismo, a alastrar na península desde começos do século XIX, era a REVOLUÇÃO por republicano, federalista e socialista, desde o carbonário Riego e o maçom Saldanha até que Franco e Salazar EXTERMINARAM republicanos, federalistas e socialistas, A REVOLUÇÃO, extermínio cujos efeitos perduram a dia de hoje na Galiza e Portugal em termos de CENSURA ideológica e histórica sem que o povo galego-português, as suas organizações e instituições a rompam embora a comemoração do Centenário da República portuguesa num tempo em que a necessidade e urgência da revolução proletária no nosso mundo colide não apenas com imperialistas como Alierta, Telefónica e os seus advogados da Holanda mas também com independências como a promovida pelos ricos da Catalunha e os seus partidos para continuar a ESPOLIAÇÃO da Galiza. Proclamemos a UNIÃO galego-portuguesa a meio da INSURREIÇÃO.
Na Galiza, no Dia da Pátria, em 25 de Julho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 24 de julho de 2010

O QUE A ESPANHA REPRESENTA

Em o seguinte dia de Manuel Romasanta, capitão da espanhola fragata Mendez Nunhez, proclamar «estar disposto a DAR A VIDA pelo que a bandeira «rojiwalda» REPRESENTA» e dous dias antes de ZP proclamar perante o Comité Federal do PSOE «sentir-nos tão ORGULHOSOS de defender a idéia da Espanha (...) da defesa firme do que a Espanha REPRESENTA» eis que a Conselheira de Fazenda proclama que o governo de Feijó vai ROUBAR MAIS MIL MILHÕES do orçamento da Junta a toda a população da Galiza excetuando o Papa, recenseado e proprietário da Catedral.
Estamos a falar dos dias 17, 18 e 19 de Julho de 2010, datas que, como sabe todo o mundo, a monarquia, os militares e o franquismo comemoraram durante quarenta anos no poder e mais alguns fora dele, como início do golpe militar apoiado por Hitler e Mussolini para provocar a derrocada da República e o genocídio da população, IMPUNE a dia de hoje. A identidade da proclamação do capitão da fragata espanhola e do capitão do governo espanhol, a data escolhida, não deixam lugar a pensamentos inocentes, inofensivos, tudo o contrário, e se acrescentarmos que os franquistas juízes Varela ceivam às 8,30 horas o cão narcotraficante Charlim que depois de muitos anos no cárcere paga no julgado 30.000 € em meia hora, compreenderão que a inquietude, o desassossego, a preocupação, a alarme invada alguns corações e se apodere de muitas mais mentes até elevar o pensamento ao motim e à insurreição.
Tudo sem contar os GOLPES verbais da generala Saez de Santamaria e as reiteradas fardadas aparições televisivas do Filipe V da Espanha e I da Alemanha a ressuscitar o Generalíssimo na companha santa da «colares» asturiana.
Tudo, golpes, proclamações, fardas principescas, governo espanhol, governo galego, narcotraficantes, tudo contra a Galiza, contra a população da Galiza, as suas organizações e instituições. Vejam como a intriga do Príncipe de Maquiavel é, a tramar velhacarias, a urdir, maquiavélico, perfídias e traições contra o povo galego: reduzimos 1.000 M€ do orçamento da Junta da Galiza para financiar as bandas de narcotraficantes, Endrangretas, Cosas Nostras, Camorras e adlateres, dirigidos por Charlim que durante dez meses em progressão intensificarão a GUERRA SUJA (incêndios, queima de «planeadoras» à luz do dia, assassinatos, roubos, agressões sexuais e assassinatos de meninas e mulheres, agressões e roubos a idosos na própria morada, etc.) para nas eleições municipais lograr a FRAUDE ELEITORAL precisa que outorgue a VITÓRIA (ou a NÃO DERROTA) do franquismo de Baltar, do que foi alcaide de Ares e do governo de Feijó do PP e não apenas com garantias de IMPUNIDADE a perpetuidade estabelecidas pelos franquistas juízes Varela como se pode comprovar com o IMPUNE CRIME ELEITORAL perpetrado pelo protegido do generalato que fora alcaide de Ares, Sr. Cendão, um quadrilheiro sem luzes.
E reparem que o que a Espanha representa: cárcere de povos, campos de concentração variados, desemprego e CORRUPÇÃO sem qualquer limite, paraíso e refúgio da delinquência internacional sempre relacionada com o PP, etc. foi, é o resultado de 33 anos dos quais 20 foram governados pelo PSOE de Felipe Gonzalez e ZP, alguns de cujos integrantes elevados por Deus ao governo da União Europeia como o atual Comissário da Concorrência, Sr. Almúnia, são cúmplices do GENOCÍDIO que está a provocar o andaço do AMIANTO: o que fora Ministro da Indústria, Sr. Almúnia, com o concurso dos sindicatos UGT-CCOO, DECRETOU A MORATÓRIA dos usos do amianto PROIBIDO NA UE, quer dizer, se nas primeiras décadas deste século morrerão meio milhão de europeus a causa do amianto, segundo estimação da Comissão Europeia (Durão Barroso, Neelie Kroes, Almúnia, etc.), o Sr. Almúnia é, será CÚMPLICE DO GENOCÍDIO. Quanto à COMÉDIA de julgar o Concelho de Ferrol por apoiar o juiz Garzón, nós temos de dizer que quer Iolanda Dias quer Vicente Irisárri são culpáveis de SABOTAR o Congresso Internacional «a Resistência da Galiza ao Franquismo», celebrado em Ferrol em Outubro de 2007, que estabeleceu e proclamou a VERDADE histórica de muito do contido no abominado Auto do dito juiz e muito antes; sabotagem de Irisárri apesar do seu apoio comprometido perante Anido e Carmen Filgueiras no Concelho em 23 de Agosto de 2007: COMEDIANTES, mais nada.
O que não é COMÉDIA é a determinação de ZP da defesa FIRME do que a Espanha representa, como Aznar: a continuidade de um regime, o franquismo, que se perpetua através da monarquia imposta por Franco em Estado de Guerra implementada por Hitler e Mussolini para a derrocada da República e o GENOCÍDIO da população, IMPUNE a dia de hoje; o remédio, a INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, a 74 anos do começo do golpe militar na Galiza, Terça-Feira, 20 de Julho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O DISCURSO DE ZP «SUB INVICTO HISPANORUM DUCE»

Se Franco viver, mijar-se-ia de gosto com tanta bandeira «rojiwalda»; nunca na sua vida vira tanto e tão celebrado, e tudo graças ao espontâneo organizador da homenagem à «gesta dos nossos heróis», o presidente do governo espanhol, ZP, cujo discurso de mais de vinte minutos (pactuado com o BNG?) para responder a Jorquera (pescas, leite, carvão, ASTANO, Caixas, etc.) no debate do Estado do Reino repete as mesmas PATRANHAS com que os governos espanhóis burlam e justificam a ESPOLIAÇÃO da Galiza um após outro durante mais de trinta anos. A Galiza é a ÚNICA Autonomia em que vigora um Estatuto NÃO referendado por QUATRO DE CADA CINCO pessoas com direito ao voto: PRIMEIRA E FUNDAMENTAL ESPOLIAÇÃO, a da soberania popular, a do direito a decidir. Nosaltres decidim? Isso só se debate para os catalães, para os QUATRO GALEGOS de cada cinco que não referendaram o Estatuto de Autonomia, não! Para os galegos não há nada que debater, esta bem como está: o Estatuto vigorante não referendado pelas quatro quintas partes dos votantes, as pescas, o leite, o carvão, ASTANO, FENOSA, ENDESA, Charlin, o Baúlo, os juízes Varela, etc.
Tá bem assim, porque como ZP discursou, os avanços da Galiza graças ao Estatuto de Autonomia [aprovado pela metade mais um das pessoas com direito ao voto, patranha que transmite a face e talante de ZP e não apenas] foram muito grandes particularmente no relativo a ASTANO, difícil e complicado, no aumento da população que «FERROLANEA» sub invicto hispanorum duce Francisco Franco Bahamonde, na representação municipal de A Crunha desde Domingo Merino até ao alegre Lalalã com banda vaticana, no voto «acarrejado» e na fraude eleitoral da FRAGUISTA feijoada à espanhola. Não queremos entrar em outras particularidades como o que nos ROUBAM cada ano dos impostos que pagamos que já é ROUBO àvondo, ROUBO longíquo. Daí que Rosália de Castro se hoje viver não escreveria «Galiza não deves chamar-te nunca espanhola porque a Espanha, ai! de ti se esquece»; Rosália escreveria «porque a Espanha te come a ENTRANHA e te conta PATRANHA», de rima fácil mas mais verdadeira.
Não podemos esquecer dentre os avanços do Estatuto de Autonomia a Companhia de Radio Televisão Galega, CRTVG, através da qual o direito da Galiza a uma informação veraz, imparcial, rigorosa, precisa está plenamente satisfeito; a CRTVG avançou tanto que insulta TODA a população galega projetando o RACISMO de Rosa Diez em destaque, lembrem «galhego em sentido pejorativo» mesmo por cima de Feijó e com certeza, de Jorquera; nada importante se compararmos com a CENSURA sobre Rajoy: o informativo da TVG CENSUROU a ausência do «galhego» Rajoy na sessão em que o presidente do governo espanhol respondia à Galiza vinte minutos de PATRANHAS, respondia à terra de Rajoy cujo desprezo por ela patenteia-se na ausência e na censura.
Algo não vai bem no PP, talvez por isso, a Generala Saez de Santamaria, a substituir Rajoy, disse: «ZP, instalado na passividade, à espera de um GOLPE de sorte» e concluiu «o que a Espanha necessita é um GOLPE de «timón»». Em que estaria a pensar a generala com tanto GOLPE em tão breve espaço. O generalato no Reino da Espanha resolveu sempre em política a meio de um GOLPE mas não de sorte nem de «timón»: UM GOLPE DE ESTADO. Portanto a mensagem subliminal, a verdadeira mensagem da generala:«ZP, instalado na passividade, à espera de um GOLPE DE ESTADO. O que a Espanha necessita é um GOLPE DE ESTADO».
O julgamento dos eleitos municipais bascos organizados em Udalbiltza é o julgamento da soberania popular, é o julgamento do povo basco por os votar, comparável a punir palestinianos por votar Hamas e assassinar internacionalistas por lhes levar alimentos: A NOSSA SOLIDARIEDADE. Solidariedade que continuamos a reclamar a bascos de Gara e catalães de ERC seja RECÍPROCA: a Galiza, também é uma NAÇÃO.
E se Tojo disse que o discurso de ZP no debate do Estado do Reino justifica a greve geral do 29 de Setembro, nós dizemos que o discurso de ZP, o de Rajoy e o das senhorias, TODAS, justifica a necessidade e urgência de operariado, povos e nações submetidas à monarquia espanhola, tomarem o poder a meio da INSURREIÇÃO para governar em REPUBLICANA DEMOCRACIA PROLETÁRIA, regime ao que se pode aceder empregando todos os métodos de luta, segundo resolução em «Martes» e treze de Julho de 2010 da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses; portugueses aos que Alierta ameaça com atacar, invadir e ocupar se o governo de Sócrates não lhe vende à Telefónica, hoje é o último dia do prazo, as ações que Portugal Telecom tem na holandesa Brasilcel que controla a brasileira VIVO, vendam! Brada Alierta.
Em Ferrol, Sexta-Feira, 16 de Julho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 14 de julho de 2010

MANIFESTAÇÃO ESPONTÂNEA

O acontecido anteontem em Madrid, segundo a vice-presidenta do governo de ZP, foi uma MANIFESTAÇÃO ESPONTÂNEA, não se pode politizar, ninguém quer politizar, embora a simbologia FASCISTA COM TOURO TESTICULAR incluído enchera até vomitar a ponta sudocidental da Europa; por ter, tivemos na TVE até a bandeira do requeté «que nos compra caramelos». Uma manifestação espontânea como a dos madrilenos a lhe pôr o peito às balas das invasoras tropas «cataleónicas»; insurge-se o povo de Madrid «em favor do absolutismo de Fernando VII de Espanha e da irmãzinha Joaquina Carlota em Portugal»: um milhão e meio, vindas de toda a parte do Reino, superam o milhão duzentas mil que se manifestaram em Barcelona, justo o dia antes do grão jogo final; um milhão e duzentas mil pessoas a proclamarem que a Catalunha é uma NAÇÃO, Som una Nació, um milhão e duzentos mil votos, ou 1,5 M de votos, em favor da Livre Determinação, a Soberania e a Independência da Catalunha num hipotético e PROIBIDO por ZP e Durão i Lheida REFERENDO como o que dou a Independência ao Timor Leste, com muita catana ensanguentada, em Agosto de 1.999 auspiciado pela ONU.
Foi uma manifestação tão espontânea e natural como a do Príncipe herdeiro (e a «coelha» da monarquia) que fez dois apelos televisados, o segundo fardado de Generalíssimo, a homenagear «a gesta dos nossos heróis», a gesta dos heróis da monarquia imposta por Franco em pleno Estado de Guerra, a gesta do Villa que cobra, quanto?, da McDonald’s, a gesta dos que cobram, quanto?, de ADIDAS, a gesta dos que cobram da IBERDROLA que, com ou sem abraço a Feijó, quer subir-lhes a luz ao milhão e meio de madrilenos justo quando se estão manifestar ESPONTANEAMENTE, refrescados pelos bombeiros que espontaneamente passavam por ali depois de sair do aeroporto das Baralhas, não se confundam com Baralha como confunde a CRTVG.
Foi tudo tão espontaneamente organizado contra a QUESTÃO DE ESTADO que é a Livre Determinação da Catalunha que uns dias antes do grão jogo final televisaram quando, como, onde chegaria ao aeroporto madrileno a VITORIOSA ARMADA ESPANHOLA: Filipe V da Espanha e I da Alemanha tinha que ter bem preparada a sucessão de um pai que não pode viajar porque NÃO LHE RESTA MUITO TEMPO DE VIDA? Tem cancro de pulmão? Estão a OCULTAR como antes da morte de Franco? O espontâneo organizador ZP, confessa que se lhe «saltaram as lágrimas», daí os telefonemas de Obama, Merkel, Sarkozy, Cameron, Berlusconi, (Ban Ki Moon?) para o consolar sem querer politizar porque um campeonato do mundo de futebol não se pode politizar; apenas melhora a economia: aumenta o PIB, o consumo de cerveja, preservativos, putas e telefonia móvel além de produtos para o cão.
E nós espontaneamente relacionamos a Filipe V fardado de Generalíssimo com a catana ensanguentada do referendo timorense porque a Independência da Catalunha, PACÍFICA e democrática nas bocas televisadas dos dirigentes de ERC soa-nos ao eterno chauvinismo nacional da nação oprimida que favorece a permanência no tempo da nação opressora, o Reino da Espanha, a esmagar operariado, povos e nações. Esse chauvinismo nacional da nação oprimida CONTRÁRIO À SOLIDARIEDADE, AMIZADE E UNIÃO dos povos para a derrocada do nacionalismo opressor: o que mobilizou anteontem um milhão e meio de madrilenos. O não relacionar a farda de Generalíssimo com a catana ensanguentada prejudica muito à Galiza, nação oprimida, genocidada e ESPOLIADA, também espoliada pela Catalunha, silenciada e desprezada pelos bascos, porque cria o sonho RADICALMENTE NEGADO PELA HISTÓRIA de qualquer Independência PACÍFICA da parte do monárquico Estado espanhol: APENAS UMA AÇÃO DE FORÇA CONTUNDENTE DO PROLETARIADO, OS POVOS E AS NAÇÕES UNIDAS é que pode deitar e EXTERMINAR a monarquia e as suas forças armadas.
A euforia dos dirigentes do BNG com o acontecido em Barcelona é uma outra manifestação do que diagnosticamos. Euforia que lhes ajuda a esquecer, ainda mais, que a Galiza está e é o Norte de Portugal e a Galiza não vive do que aconteça na Catalunha como infelizmente a história demonstra no relativo ao seu Estatuto de Autonomia durante a II República espanhola, com o «bipartido» e agora mesmo. Importa-nos, e muito, as portagens que Sócrates e o seu governo pretendem impor nas A28 e outras; importa-nos tomar exemplo da organização e luta do povo português contra as portagens nas autoestradas, o último exemplo, o da Ponte 25 de Abril, para o APLICAR contra as portagens da autoestrada galega, portagens contra as que não protestam nem o Conselheiro de Industria, Guerra, nem o empresariado da Ponte Vedra nem o Eixo Atlântico: pagar 17 € desde Ferrol até Tui é UM ATRACO fomentado e consentido pelo governo de Feijó com falta de organização e luta do BNG que se vai manifestar à Catalunha em vez de o fazer em Tui e Valença do Minho em favor da UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 14 de Julho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 12 de julho de 2010

UMA QUESTÃO DE ESTADO (distribuídas 1000 folhas às 23 h. da Sexta-Feira, 9 de Julho de 2010 no Festival de Ortigueira)

Impúdica e desbragada, a Rainha saltitava de alegria, o Príncipe herdeiro estava fardadamente contente, o presidente do governo confessava o seu bom humor e dizia que era um grão dia, o chefe da oposição com ele celebrava contente, o presidente do governo galego ria, sociólogos, carreteiros e até algumas putas pontificavam acerca dos beneficiosos efeitos psicológicos e psiquiátricos da eufória colectiva banhada em fontes de cerveja «rojigualda» que estimulava o consumo e uma gritona glória de muita cunha acompanhava o alegre e esgotado polvo da maliciosamente ministra a contar oito orgiásticos braços.
Estavamos perante uma questão de Estado; nunca na história do Reino houvera tanta homogénea alegria.
As pessoas desempregadas saltitavam cuidando nos 4 M€ que o papo do Papa cobraria da Junta da Galiza por oito horas: 500.000 € por hora; alegres e generosas mais de 782 pessoas desempregadas renunciavam ao seu subsídio anual de desemprego para que as Juventudes Hitlerianas celebrassem missa contentes na Nossa Terra. Não faz mal!
As pessoas incorruptas exprimiam o seu bom humor perante os resultados das oposições de Baltar, o «chalet e chanchulhos» com narcotraficantes do demitido Delegado Territorial da Junta da Galiza, Sr. Juncal, de Caldas de Reis, juramentado para cumprir e fazer cumprir a lei, o honrado património do clã dos Charlim, dos Baúlo pacientemente laborado durante décadas sob o olho benevolente dos governos, a Guarda Civil, a polícia, os Juízes como Varela que são ascendidos por os bem querer, os lucros do narcotráfico: era uma questão de Estado adormecer com drogas a infância, a adolescência, a juventude (...) garante estabilidade frisava Aznar.
Era um grão dia acrescentavam os que sabiam como, quando e quanto pagou Videla pelo campionato mundial para a Argentina; os que sabiam como, quando, quanto e por que as políticas de Estado manejavam o desporto-rei, o Reino onde luzem estrelas e astros impagáveis adorados pelos Chefes de Estado e os Chefes de Governo.
E até o mais alto Tribunal do Reino burlava com alegria os sentimentos dos povos, de um povo do que ninguém disse «catalães en sentido pejorativo» como as mais autorizadas instâncias do Reino televisaram acerca de nós sem que a solidariedade, a amizade, a união entre os povos tivesse qualquer resultado que empanasse a alegria reinante.
Era uma questão de Estado e como tal havia que a resolver: a Espanha tinha de VENCER como em Aljubarrota, a «Armada Invencível», Trafalgar e outras onde as vidas, bens e fazenda da Galiza foram sacrificadas pelo bem do Reino. Daí as derrotas de Portugal, a Alemanha e a Holanda, também Reino, o reino da Neelie Kroes, vice-presidenta da União Europeia que se lucra com as VITÓRIAS DA ESPANHA; como a da Telefónica sobre Portugal Telecom e a de ambas as duas sobre o Brasil. Holanda elimina Brasil e se deixa ganhar pela Espanha em troca da ESTABILIDADE DO CAPITALISMO EUROPEU E MUNDIAL governado pela vice-presidenta da UE a substituir Durão Barroso na presidência.
Se Alierta oferece pagar 7.150 M€ a Portugal Telecom, quer dizer, 75 Cristianos Ronaldo, a questão é saber como, quando, quanto e por que pagou ZP. Contra toda forma de opressão, o remédio, A INSURREIÇÃO.
Contribui assinando em www.peticao.com.pt/direitos-da-galiza
Em Ferrol, Sexta-Feira, 9 de Julho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PORTUGAL DESAFIANTE, INTOLERÁVEL, INTOLERANTE

O desafio, altercação, aposta, briga, cartel, combate, competição, concurso, desafiação, despique, duelo, emulação, incitação, justa, luta, peleja, pendência, porfia, provocação, repto, requesta, rixa de Portugal contra a Espanha o mesmo que o intolerável, desabrido, desmedido, detestável, inadmissível, inaturável, incomportável, insofrível, insuportável, insustentável, odioso e intolerante, altivo, impaciente, inflexível, insofrido, intransigente, ríspido, violento veto da República portuguesa contra o Reino da Espanha (El País, 1/07/2010) apenas são entendíveis em termos do RACISMO E PATRANHA com que durante séculos tentaram justificar o colonialismo e a guerra colonial da monarquia espanhola contra Portugal e a Galiza, guerra abençoada pelo Papa das Juventudes Hitlerianas e o Vaticano de Mussolini.
Se a dimensão da espoliação espanhola da Galiza pode ser indiciada através dos 4.000 M€ roubados dos 12.000 M€ que pagamos de impostos no ano 2007 e assim ano trás ano, pelos 7.000 M€ que lucrou Florentino Perez com a compra-venda de FENOSA e os 11.000 M€ que lucrou Entrecanales com a venda de ENDESA à mafia calbresa, a Cosa Nostra, a Camorra, a espoliação espanhola de Portugal, da Galiza Sul, do Brasil, da CPLP, tem um bom exemplo na pretensão de Telefónica comprar, forçar Portugal Telecom a vender a sua participação na empresa holandesa Brasilcel, que participa decisivamente, 60 %, a brasileira VIVO de telefonia móvel com mais de 55 milhões de clientes no país, que Alierta sabe tem, cada ano, uns ingressos superiores a 19.800 M€ (55 M€ por 30 €/mês por 12 meses), quer dizer, mais três vezes os 7.150 M€ da sua oferta.
Na barafunda de abutres, corvos, parasitas, vampiros a sugar-nos o sangue proletário galego (Norte-Sul-Planetário) emerge possante, dominadora, hegemónica a espanhola Telefónica sobre o Banco Espirito Santo, a Caixa Geral de Depósitos, a Societe Generale, a Union Bank of Swizerland, sobre cada uma e todas juntas. Nessa imensa barafunda, os perros grandes submetem os perros pequenos: o criminoso Alierta submete o delinquente Zenial Bava (milionário em Euros cada ano) e assim até ao 73 % dos que votaram em favor da venda a Telefónica; nem Menezes Cordeiro, aplicando-lhe a lei a Telefónica e Societe Generale para lhes impedir votar na concorrida assembleia nem o governo Sócrates conseguiram evitar o 73 % de «Telefónicos». Eis que o governo de Sócrates emprega a golden share para IMPEDIR A VENDA. NUM EXERCÍCIO DE SOBERANIA? NÃO! Com certeza sob a pressão do povo português que quer e luta pela sua Soberania e Independência. Sócrates e o seu governo espoliam e burlam o operariado e o povo português que quer um novo «25 de Abril». Sócrates e o seu governo, como o espanhol, procuram o confronto entre a Galiza e Portugal, entre portugueses do norte e do sul: não querem que a cidadania galega viaje a Portugal, querem que viaje a Madrid de borla e de burla a Lisboa, daí as portagens na A28 e outras; política tão brutal, de «fielato», que desde Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo, Porto, Ponte 25 de Abril até ao Algarve, insurge-se-lhes tudo.
E nós encorajamos a INSURREIÇÃO do artigo 7.2 da sua Constituição contra a holandesa Neelie Kroes, ascendida a «segunda de a bordo» da nave capitaneada pelo português Durão Barroso, porque os interesses do Reino da Holanda e os pessoais dela para nos sugar o sangue na construção de transporte marítimo (LISNAVE-ASTANO), na telefonia móvel e no quer-que-lhe-quer ficam demonstrados na sua irada reação de hoje e na de ontem para forçar Ilda Figueiredo (PCP) a nos tirar a acreditação no Parlamento Europeu de Estrasburgo por escrever que Neelie é digna sucessora dos que se lucraram na Holanda da ocupação nazi, dos amos dos estaleiros navais holandeses a construirem navios para Hitler dominar o mundo.
Em qualquer caso será lindo ouvir Durão Barroso em favor do Alierta condecorado por John Negroponte; como foi bonito ver e ouvir cochichar Botin, do Banco Santander Central Hispano, financiamento ao Papa das Juventudes Hitlerianas no Vaticano; anfitrião, Rouco Varela, na Santa Companha de Telefónica, ENDESA e «o melhor de cada casa» particularmente o «engominado» Sinhor Lalalã a cantar «crise, quem dissse que há crise?». Será mais lindo, bonito e belo o combate do proletariado UNIDO em Madrid, Barcelona, Compostela, para a Santa Aliança não pôr pé nessas TERRAS de infiéis.
Condecorado por John Negroponte, Alierta, e Telefónica, às ordens de Aznar, este às de Murdoch e Murdoch às dos INIMIGOS DA HUMANIDADE, tem que controlar, em EXCLUSSIVA, e se lucrar, as comunicações do Brasil, um país que junto com a Turquia cometeu o grave crime de ajudar o Irão sancionado pela ONU e os EUA, sanções que permitirão a pirataria das frotas de guerra americana e sionista contra os navios mercantes iranianos o qual, como disse Fidel Castro, provocará de imediato a deflagração de uma GUERRA NUCLEAR MUNDIAL. Eis, na nossa opinião, o que nos jogamos. O remédio, A INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 5 de Julho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O ÊXITO DA GREVE DE ONTEM E A GREVE GERAL

A greve de ontem, 8 de Junho, quer na Galiza quer nos outros territórios do Reino da Espanha foi um ÊXITO embora governos, partidos, incluído o PP, jornais, rádios, TVs a apresentassem EXPLICITAMENTE como um FRACASSO: UNÂNIMES investiam com MENTIRAS contra o operariado, as classes trabalhadoras, os grevistas, os manifestantes, os sindicatos e os seus dirigentes, numa palavra CONTRÁRIOS À LIBERDADE SINDICAL que no Reino da Espanha não é muito mais do que uma concessão do franquismo sob a palavra de ordem: mudar tudo para que nada cambie: que te abram a cabeça, e se cambiar, para pior; UNIDADE SINDICAL no franquismo face DIVISÃO SINDICAL no neo-franquismo golpista que abre cabeças operárias.
Na nossa perceção o que ontem se dirimia era a convocatória de uma GREVE GERAL, clamorosa e unanimemente demandada nos gritos das manifestações na Galiza, na Catalunha ou nas Ilhas Canárias, quer dizer, a massa trabalhadora exigir e forçar os lugar-tenentes da classe capitalista a dirigirem os sindicatos, a começar por Tojo, a marcar a data da convocatória da GREVE GERAL com tempo suficiente para a sua preparação, organização e ÊXITO e não apenas nos territórios do Reino mas também em Portugal e na Europa; sem qualquer ESCUSA, nem Decreto, nem Acordo, nem o quer que lhe quer: a situação do operariado e as classes trabalhadoras na Galiza, em Portugal, no Reino da Espanha, na Europa e no mundo DEMANDA INSURREIÇÃO, tomada do poder e construção do SOCIALISMO para PAZ E PROGRESSO MUNDIAL.
Em termos dos interesses objetivos e subjetivos do operariado galego, A UNIDADE DE AÇÃO SINDICAL, é de REALÇAR que em Ferrol, a CIG tomou a iniciativa de se reunir com CCOO e UGT para organizarem conjuntamente a greve, piquetes informativos, manifestação UNIDA, etc. tudo frustrado pela negativa do dirigente da UGT aduzindo fortes pressões da superioridade que CCOO utilizou para se deixar ir com os resultados que conhecemos em Ferrol e na Galiza. Essa iniciativa e muitas mais é o que o operariado quer e nós vimos reiteradamente DEMANDANDO, durante décadas e hoje mais ainda. Lutar sem cessar em favor da UNIDADE contra os lugar-tenentes da classe capitalista porque classe e lugar-tenentes só querem a DIVISÃO do proletariado para ESMAGAR E ESPOLIAR A GALIZA assim impedindo o SOCIALISMO. E na Galiza temos a experiência ÚNICA DE TRÊS GREVES GERAIS durante o ano de 1984 convocadas pela INTG, hoje CIG, motorizadas pelo operariado de ASTANO e ASCON, contra os dirigentes de CCOO e UGT, greves que não deram mais resultados apenas pela traição da INTG em 12 de Abril de 1985, em identidade com CCOO e UGT: ingressar nos Fundos de Promoção de Emprego de ASTANO. Escrevemos isto para lhe tirar as ESCUSAS de CCOO e UGT aos dirigentes da CIG, sindicato com muito mais poder de convocatória hoje do que em 1984, quer dizer, A CIG SÓ PODE CONVOCAR GREVE GERAL COM ÊXITO porque o que lhe espera à Galiza são mais 25 anos de futuro MISERÁVEL E DESASTROSO para o operariado e as classes trabalhadoras: reparem na CHULARIA do Ministro da Indústria, subindo eletricidade e energia nuclear mais uma década.
Um futuro determinado por tipos como Jêrome Kerniel, operador de Bolsa do banco francês SOCIÉTÉ GÉNÉRALE que em Janeiro de 2008 chegou a manejar fraudulentamente uma «borbulha» de 50.000 M€ com o conhecimento e consentimento da superioridade que junto com a fraude da evasão fiscal de milionários norte-americanos ilegalmente oferecida pelo Union Bank of Swizerland alumiam o caminho da Revolução Proletária para acabar com as GUERRAS como a do Afeganistão onde se OCULTA o número de baixas da NATO e outras forças de ocupação e a sua nacionalidade: segundo o New York Times de ontem, 21 soldados e guardas de segurança, a maioria norte-americanos, foram abatidos pela insurgência em 6 e 7, sem que o governo espanhol de ZP apoiado por Rajoy dertermine a retirada das tropas para que as despesas militares se tornem receitas para criar postos de trabalho em ASTANO, para pessoas desempregadas, reformadas, hospitais, escolas, universidades, transporte público, etc. o qual determina a necessidade e urgência da INSURREIÇÃO.
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Em Ferrol, Quarta-Feira, 9 de Junho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

GREVE GERAL E O «VIVA-LA-VIRGEM» DE AZNAR

O «Viva-la-virgem» de Aznar não quer a Livre Determinação da Galiza porque os galegos determinariam livremente desfrutar das suas «coisinhas». Impedir-lhe-ia a Aznar, os seus «mantos», fardas, fraques e sotainas, militares, banqueiros e curas, desfrutarem das nossas «coisinhas». Daí o Aznar bradar à virgem para que o salve da GREVE GERAL e lhe tire o medo à INSURREIÇÃO que assustado define como «a crise mais grave de Espanha nos últimos sessenta anos», quer dizer, desde 1.950, XIV ANO TRIUNFAL DA VITÓRIA. Poderíamos acrescentar crise ARTIFICIALMENTE criada por ele e o seu «manto».
Envolvido no «manto» da virgem e no cobertor do Clube Bildelberg para atacar a economia da Galiza, Portugal, Brasil e as seis repúblicas que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que dizer, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e o Timor Leste, Aznar apela aos MILITARES para salvarem a PÁTRIA AMEAÇADA PELO SEPARATISMO «ROJO» E MAÇÃO, como outros militares dirigidos por John Negroponte salvaram a pátria em Honduras para impedir o avanço ao SOCIALISMO de Zelaia.
O virginal «DETENTE-BALA» de requetés e falangistas, impedirá separatistas desempregados, «rojos» jubilados, mações mileuristas, galegos-quem-no-los-dera [os mil Euros], frente-populistas despejados, republicanos esfomeados e sovietes de soldados humilhados, de ambos os dois luxuriosos sexos, cometerem o grave pecado da GREVE GERAL e os redimirá do ORIGINAL PECADO da INSURREIÇÃO e da cobiça de tomarem e exercerem o poder para alcançarem o céu do SOCIALISMO e se não chegarem tão alto, a RE[IN]SURREIÇÃO dos mortos assassinados por Israel que os da Guarda Revolucionária do Irão irão defender contra submarinos espanhóis aliados com o sionismo como Aznar e ZP que o armam por módico preço.
Graças às prezes de Aznar, a virgem e o Clube Bildelberg obraram o milagre de os herdeiros dos aliados de Hitler a governarem na Hungria contra o SOCIALISMO recuperarem a FALA E A VISTA DA SUA CEGA E MUDA economia CAPITALISTA.
«Santa Maria, Estrela do dia, mostra-nos guia para Deus e nos guia», o «cantante» Aznar, intercedia, para ser elevado ao governo par Deus e como El-Rei da Espanha que adoeceu em Bitória e cuidavam que morresse ende, puseram-lhe de suso o Livro das Cantigas de Santa Maria e foi GUARIDO!, também Aznar quer a ESPANHA GUARIDA, o covil de feras, a cova, o antro de assassinos e ladrões que a Espanha é contra o operariado, as classes trabalhadoras e o galego em sentido pejorativo.
E os milagres do «manto» da virgem que confunde Aznar com o cobertor do Clube Bildelberg é que são infinitos e nunca se acabam: agora Cameron anuncia redução maciça da protecção social na Inglaterra e na Alemanha, Ângela Merkel, Plano de Austeridade; numa palavra, os governos capitalistas atacam, também, o operariado e as classes trabalhadoras da Grã Bretanha e da Alemanha no entanto o chefe dos sindicatos europeus adia a MOBILIZAÇÃO para últimos de Setembro. E na SER, já estão a promover Almúnia e Solana para substituir Zapatero: um Almúnia que «ladra o seu ressentimento pelas esquinas da Comisaria da Concorrência contra ZP» e um Criminoso de Guerra, Solana, que tem mais delito do que o Aznar.
O golpismo no Spanish Kingdom é tão secular, religioso e natural como as orgias toureiras de sangue a conta do sequestro, tortura e assassinato do touro ou o repugnante flamenco cupletista. Tão natural como um «governo de CRISE» de RAJOY (PP)-DURÃO i LHEIDA (CiU) apoiado nos militares e nos narcotraficantes como Laureano Ouvinha, ceivos pelos juízes, para GUERRA SUJA e terror indiscriminado contra a população galega e portuguesa.
Amanhã, 8 de Junho, a greve dos «privilegiados» mileuristas da Administração tem que ser a greve de todo o operariado e as classes trabalhadoras UNIDAS no «privilégio» da redução de salários, aumento dos preços, redução do poder de compra, etc. contra os milionários que nos governam a VIDA.
No entanto Guilherme Vazquez apela a participar em política e à mobilização e Francisco Rodríguez na sua qualidade bipolítica UPG-BNG não responde à questão de por que assinaram em 5 de Fevereiro com A. Rueda o manifesto «Galicia ten direito», nós apelamos para eles CRIAREM onde participar em política pessoas, entidades e instituições, quer dizer, o BNG CRIAR a Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo de Feijó e novas eleições livres, limpas e democráticas a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 7 de Junho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 4 de junho de 2010

GREVE GERAL CONTRA OS AMOS DO MUNDO

Do mesmo jeito que a NASA anuncia in sittu ATAQUE CLIMATOLÓGICO imediato, o grupo reunido em Sitges, o Clube Bildelberg anuncia ATAQUE CONTRA A ECONOMIA do operariado e das classes trabalhadoras: GUERRA DE CLASSE. Como o expressaram alguns: «o seguinte a atacar depois da Grécia, a Espanha» e nós pensamos que o alvo mais preciso do Clube de BANDIDOS reunido em Sitges é a Galiza e Portugal porque às 300.000 proletárias pessoas que desbordaram a lisboeta Avenida da Liberdade em Sábado, 29 de Maio, seguiu-se em Segunda-Feira, 31, a presença em Lisboa do delinquente Cesar Alierta para ESPOLIAR Portugal, como os delinquentes Florentino Perez com FENOSA e Entrecanales com ENDESA, ESPOLIARAM a Galiza, e o anúncio do Partido Comunista Português de MOBILIZAÇÃO contra a privatização dos Caminhos-de-Ferro em 8 de Junho, coincidindo com a data de MOBILIZAÇÃO convocada na Galiza que para nós tem que ser GREVE GERAL.
Greve Geral para INSURREIÇÃO num contexto local e mundial onde, e não o dizemos nós, os do Clube Bildelberg, os Rockefeller, os do CAPITALISMO SIONISTA E DE BOMBA ATÓMICA «buscan desesperadamente la III Guerra Mundial» através da «crise ARTIFICIALMENTE criada por eles», «DESTRUINDO DE FORMA ORGANIZADA A ECONOMIA MUNDIAL».
Greve Geral para INSURREIÇÃO num contexto onde Obama celebra cantando com o «Beatle» o meditado, planejado e milimétrico MASSACRE perpetrado por Israel contra a Frota da Liberdade para IMPUNE CASTIGO EXEMPLAR da ousadia de libertar palestinianos dos seus Campos de Concentração como o de Gaza que não é o único, comparem com Guantánamo. Num contexto galego e espanhol de GOVERNO DE DELINQUENTES convictos e confessos governados por sua vez por BANDIDOS ASSASSINOS como o embaixador de Israel em Madrid que ZP protege e mima para não incomodar o cão de Obama.
Greve Geral para INSURREIÇÃO num contexto onde Obama celebra cantando com o «Beatle» o ÊXITO do meditado, calculado e milimétrico plano conjunto dos EUA e a Coreia do Sul de afundirem eles próprios a sua fragata para, atribuindo-lhe o atentado à Coreia do Norte, atacá-la com ARMAS NUCLEARES, destruir o COMUNISMO com bombas atómicas. Assim fizeram com o «Maine» em Cuba, no Viet Nam e no Iraque: fabricar uma ESCUSA para atacar, invadir e ocupar um país.
Greve Geral para INSURREIÇÃO num contexto onde Obama celebra cantando com o «Beatle» o ÊXITO da permanência da sua base NUCLEAR na Ilha de Okinawa no Japão que provocou a demissão do Primeiro-ministro e muitas insurreições da população da Ilha contra os norte-americanos. As centenas de milhares de VÍTIMAS das «The Little Boy» e «The Little Girl», «el Niño» e «La Niña», a sua memória, a Constituição japonesa e a PAZ E O DESARMAMENTO PROÍBEM armas nucleares no território japonês o qual foi VIOLADO durante os últimos mais de cinquenta anos.
El-Rei, a Rainha, ZP, Rockefeller, a Rainha da Holanda, o secretário-geral da NATO, o ministro de economia dos EUA, o Goldman Sachs, Pedro Solbes, Ana Botin, E. Aguirre, Entrecanales, B. León, Gallardon, J. L. Cebrian, Aznar, Trichet, Dominique Strauss Khan, etc. os do Clube Bildelberg «determinam o destino da Humanidade desde a II Guerra Mundial», em termos mais rigorosos, IMPEDEM O SOCIALISMO NO MUNDO que é o destino inevitável da Humanidade: PAZ E PROGRESSO.
Greve Geral para INSURREIÇÃO num contexto onde Guilherme Vazquez clama contra o GOLPE DE ESTADO do grão capital e apela para a REBELIÃO SOCIAL, num contexto onde Patxi Vazquez clama contra a trama de CORRPPÇÃO, PPOLÍTICOS E NARCOTRAFICANTES QUE GOVERNA A GALIZA sem que nem o um nem o outro apelem para pessoas, entidades e instituições criarem a Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo de Feijó e novas eleições livres, limpas e democráticas a meio da INSURREIÇÃO.
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Em Ferrol, Sexta-Feira, 4 de Junho de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 31 de maio de 2010

DEZ INTERNACIONALISTAS ASSASSINADOS POR ISRAEL

Uma FROTA DE SOLIDARIEDADE com os pobres e esfomeados palestinianos presos em Gaza, carregada com 10.000 Tm de TERNURA, uma FROTA DE PAZ integrada por dez navios cheios de futuro SOCIALISTA, assim serão as ARMADAS PROLETÁRIAS para acabarem a fome e a morte no mundo, é atacada com ARMAS DE GUERRA PELO SIONISMO ISRAELITA consentido por Hillary Clinton e John Negroponte, os mesmos que estão a acirrar os cães da Coreia do Sul, que nos ROUBAM à Galiza e Portugal a contratação e construção de transporte marítimo, para atacar com armas nucleares os COMUNISTAS da Coreia do Norte, e o SIONISMO DE ISRAEL assassina DEZ INTERNACIONALISTAS, em termos de categoria moral, o melhor do mundo; O SIONISMO assassina as melhores pessoas do Planeta como assassinou John Negroponte as melhores pessoas do mundo na Nicaragua sandinista: AMBRÓSIO MOGORRON in memoriam.
Tudo consentido pelas armadas da UNIÃO DE CAPITALISTAS EUROPEUS que não enviam uma possante FROTA para desarmar ISRAEL porque querem a GUERRA e alimentar bem os seus cães de GUERRA o principal dos quais o artificial estado sionista financiado pelos Salomon Brother’s, Lehman Brother’s, JPMorgan, Chase Manhattan Bank, Union Bank of Swizerland, Standard Poor’s, Mody’s & Finch, os Madoff, os Alan Howard, os do acrónimo BREVAN, os Chester L. F. Paulson, os da Army Security Agency os States United of America, os de Holiday em Zurich, os Jewish, os Israel, etc. os que conluiados com os governos dos Estados te reduzem os salários, te subem os preços, te reduzem o poder de compra, te aumentam a idade de jubilação, te reduzem a pensão de jubilação, te reduzem ao desemprego, te reduzem ou anulam o subsídio de desemprego, te reduzem à escravatura no século XXI para ACUMULAÇÃO DE CAPITAL PARA FINANCIAR MAIS GUERRAS.
Os lugar-tenentes da classe capitalista a dirigirem os sindicatos que adiam, deixam passar o tempo para não convocar GREVE GERAL EM TODA A EUROPA mesmo depois de se manifestarem mais de 300.000 pessoas em Lisboa o passado Sábado, 29 de Maio, relativamente 1.300.000 pessoas em Madrid ou 1.650.000 em Paris; os lugar-tenentes são cúmplices destes crimes e guerras.
OS CANIBAIS, CORVOS, ABUTRES, PARASITAS CAPITALISTAS OS DERROTA A LUTA DO PROLETARIADO UNIDO. SACIAR A SEDE DE SANGUE DOS VAMPIROS CAPITALISTAS é que bebam o ácido sulfúrico da GREVE GERAL E DA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 31 de Maio de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

domingo, 30 de maio de 2010

UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA (distribuídas duas mil folhas em Sábado, 29 de Maio de 2010 na manifestação de 300.000 pessoas em Lisboa da CGTP)

Foi o proletariado que começou o caminho da UNIÃO da Galiza e Portugal criando a UNIÃO GALAICO PORTUGUESA em Tui, em 1901, continuando-a em Viana do Castelo em 1902 e em Braga em 1903. O previsto Congresso para 1904 não chegou a realizar-se. Tudo num contexto europeu de emergência das lutas operárias particularizado pela criação da UNIÃO DE LUTA PELA EMANCIPAÇÃO DA CLASSE OPERÁRIA que Vladimir Ilich Ulianov, Lenine, determina em 1902 no «Que Fazer?» e de agitada atividade e confronto ideológico na II Internacional dominada por uma aristocracia operária a apanhar as migalhas da exploração colonial.
Foi o calor das lutas operárias na Galiza e Portugal que criou a NECESSIDADE E URGÊNCIA DA UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA, UNIÃO apresentada como um exemplo de «Internacionalismo Proletário» que, na nossa opinião, foi um exemplo de UNIÃO NACIONAL GALEGO-PORTUGUESA motorizada pela classe operária do além e do aquém-Minho, rio que NÃO É FRONTEIRA.
Durante mais de três anos de luta operária COMUM galego-portuguesa, onde os exemplos de solidariedade recíproca, de celebração comum e ardoroso combate unido com ferozes represálias dos patrões, dos empreiteiros e das monarquias espanhola e portuguesa, determinou a necessidade de uma ÚNICA ORGANIZAÇÃO OPERÁRIA: A UNIÃO GALAICO PORTUGUESA, união operária, união proletária que o CAPITALISMO E O COLONIALISMO espanhol e europeu não podiam tolerar porque perdiam a «galinha dos ovos d’ouro» em termos de exploração operária e obtenção de LUCROS.
Eis, na nossa opinião, o que, antes e agora, determina o futuro. Um futuro que não pode ser outro que a REVOLUÇÃO E O SOCIALISMO em Portugal e na Galiza, na Galiza e Portugal. Eis o nosso futuro, eis o futuro da UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA: a República Federativa e SOCIALISTA da Galiza e Portugal.
A UNIÃO FAZ A FORÇA
Num contexto de acelerada e aniquiladora GUERRA DE CLASSE dos Capitalistas Europeus UNIDOS dirigidos por Trichet, BCE (360.000 €/ano), Dominique Strauss Khan, FMI, e outros cães da guerra contra o operariado e as classes trabalhadoras para abafar o SOCIALISMO na Europa e defenderem JUNTOS a espoliação das colónias, a Galiza e Portugal em primeiro lugar, A FORÇA que dá A UNIÃO OPERÁRIA galego-portuguesa é imprescindível para os DERROTAR, para substituir a UNIÃO EUROPEIA DE CAPITALISTAS pela UNIÃO DE REPÚBLICAS SOCIALISTA EUROPEIAS, uma das quais a República Socialista da Galiza e Portugal, afirmada no ideal de Teófilo Braga e no pensamento do indissolúvel Republicanismo, Federalismo e Socialismo português com Antero de Quental e não apenas.
Na mentalidade dos canibais-vampiros-corvos-abutres-parasitas CAPITALISTAS, Portugal, a Irlanda, a Grécia, Spain (PIGS), os porcos são para matá-los e comê-los sem que sacie a sua sede de sangue a espoliação do proletariado e os povos desses países, precisam da espoliação dos de toda a Europa e do mundo para a ACUMULAÇÃO DE CAPITAL que lhes permita financiar mais GUERRAS.
O proletariado, o campesinato, o soldado, o povo português, o da Revolução dos Cravos, o que se rege pela vigorante Constituição portuguesa, o que está aqui a se manifestar, tem que assumir a tarefa UNIVERSAL de tomar e exercer o poder para implementar tudo o que a Constituição que se deram RECONHECE COMO LEI, a começar exercendo o direito de INSURREIÇÃO contra todas as formas de opressão do CAPITALISMO E O COLONIALISMO espanhol e europeu construindo uma SOCIEDADE SOCIALISTA e abrindo caminho para a União de Repúblicas Socialistas Europeias. A União Proletária Galego-Portuguesa e a das Repúblicas que integram a CPLP abrirá caminho para a União de Repúblicas Socialistas Mundiais: o progresso da Humanidade e a PAZ, o sonho do símbolo da UNIÃO operária galego-portuguesa, o ZECA AFONSO.
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Em Lisboa, Sábado, 29 de Maio de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O REINO DA ESPANHA ESBOROA-SE TUDO

Esta semana começa depois de diferentes diagnósticos coincidentes: «o Reino da Espanha esboroa-se tudo»; «a Catalunha terá que escolher entre a secessão ou (...)»; «ZP num beco, o PP a rebentar de PUS»; «o pior acontecimento no pior momento», etc. Que fazer? Pergunta Orozco e responde Ilich: A REVOLUÇÃO, todo o poder para o operariado, o campesinato, os soldados e as suas organizações que são a IMENSA maioria da população: DEMOCRACIA.
No Reino da Espanha imposto por Franco em pleno Estado de Guerra Reina a Delinquência sustentada em três piares, o Exército, a Igreja e a Banca, o maior latifundiário, a maior ladra e pederasta e a maior em delinquência. Que fazer portanto no Reino da Espanha? ACABAR COM A DELINQUÊNCIA, derrubar os três piares, o Exército, a Igreja e a Banca, para a derrocada do Reino da Espanha, para esboroá-lo tudo. Todo o poder para o proletariado, o campesinato, os soldados para ACABAREM COM A DELINQUÊNCIA que reina no Reino da Espanha e com o Reino. Mais que todo o poder para o proletariado galego, o campesinato galego, o soldado galego para ACABAREM COM A DELINQUÊNCIA E OS DELINQUENTES que agora e durante séculos tudo ESPOLIARAM à Galiza, A PRIORIDADE a sul dos Pirinéus.
Esta semana ao Decreto aprovado por Feijó para AGREDIR as tenras criancinhas que falam galego, sumam-se os 19 M€ ROUBADOS por Feijó para os distribuir entre familiares e amigos do PP e nada mais e nada menos do que a Presidenta do Parlamento, Pilar Rojo, reivindica LIBERDADE para violar, assassinar e roubar, LIBERDADE PARA VIOLAR A LEI QUE ELA JUROU, EM FALSO, CUMPRIR E FAZER CUMPRIR. Esta semana nas eleições nas Universidades galegas, uma pessoa, um voto? MENTIRA! Apliquemos a MENTIRA das eleições nas Universidades galegas aos Hospitais públicos galegos; acham que Santa Pilarica del Niño Barjús e o seu braço incorrupto devido aos místicos orgasmos estimulados pelo Tesoureiro do PP, Romay Beccaria, com ligeiros golpezitos enfatizantes na madeira, obrariam o milagre de acabar com o ROUBO dos que regem os ditos Hospitais sob o princípio nenhuma pessoa, nenhum voto? A VIDA é muito complicada particularmente com uma Saúde assim (...) e complica-a mais o alcaide de Tui cujo negócio imobiliário IMPEDE o Plano Geral de Urbanismo. Esta semana, Mourinho, um mercenário da Galiza Sul comprado por Florentino Perez com dinheiro ROUBADO à Galiza Norte, é um outro exemplo da política de agressão imperialista da Monarquia espanhola contra a soberania e a República da Galiza Sul: confrontar as duas Galizas para se aniquilarem entre elas: UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA!
Esta semana Javier Arenas e a Conferência Episcopal Espanhola apelam a Jesus Christo e Aznar para virem REDIMIR CURAS LADRAS de Caja Sur a investirem no TIJOLO e no iate de 71 metros que Paco Pocero (PP) vendeu por 56 M€, CURAS E BISPOS DELINQUENTES IMPUNES A SABOTAREM uma economia da que um extraterrestre mal estimulado bradava «cambios, bandazos, circunstancias, responsabilidad e futuro de Espanha franquista» no entanto Farinha, JR Lucas, RNE e nós «estamos en manos de Dios» cujos representantes na Terra «metem mão» em Caja Sur, Bancaja, Ibercaja, Cáritas, Manos Unidas, Intermon, Colegios concertados, Universidades desconcertadas e quanto mais? Esta semana não está marcada a data da GREVE GERAL que os lugar-tenentes da classe capitalista não querem convocar embora cada vez mais pressionados pelo operariado e as classes trabalhadoras.
Numa palavra, no Reino da Espanha Reina a Delinquência que o proletariado galego, o campesinato galego, os soldados galegos ACABARÃO A MEIO DA INSURREIÇÃO. Contribui assinando em www.peticao.com.pt/direitos-da-galiza.
Em Ferrol, 2ª F, 24/05/ 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 22 de maio de 2010

28 DE MAIO, GREVE GERAL NA GALIZA

A manifestação contra o governo de Feijó que quer EXTERMINAR a nossa língua foi, com certeza, um ÊXITO que demonstra, mais uma vez, que o povo galego esta VIVO E MOBILIZADO na defesa do que lhe é próprio. Mais VIVO E MOBILIZADO do que outros povos utilizados como referente para fazer exercícios de RACISMO político contra nós porque «mijam por nós e dizemos que chove». A importância política do apoio e assistência da dirigência do PSdeG-PSOE à manifestação em favor do galego, demonstra que é possível a UNIDADE na Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo de Feijó e novas eleições livres, limpas e democráticas. O próprio discurso UNÂNIME de Guilherme e Patxi Vazquez rejeitando a oferta de Pacto pela Língua do Feijó que qualificaram de MENTIROSO, dizer uma coisa e fazer a contrária, também é aplicável ao Pacto Contra a Crise que, também, UNÂNIMES, Patxi e Guilherme Vazquez, ofereceram ao governo de Feijó o qual é celebrado por A. Rueda, respondendo de imediato favoravelmente à demanda pública feita pelas duas «hienas bolcheviques», em palavras de Carlos Iturgaiz.
Estamos perante uma nova operação das «hienas bolcheviques» para SALVAR E SOCORRER o escorado navio em que se embarca o «podricalho da carronha» do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Espanhol, disparatada e perigosamente RACISTA E GENOCÍDA, dirigido na Galiza por Feijó e A. Rueda, navio que rapidamente se vai a pique e com maior celeridade, UNÂNIMES, as «hienas bolcheviques», Guilherme e Patxi Vazquez, tentam manter a frote, boiar, «aunque les cueste la vida». Desta feita reagiram muito mais depressa e com mais frotadores, boias, que em 5 de Fevereiro aquando o BNG o salvou assinando A. Rueda, Guilherme Vazquez e os sindicatos o manifesto «Galicia ten direito» para a fusão das Caixas que lhe dou azos ao Feijó para frotar, boiar, até o 17 de Maio em que, mais uma vez, escora perigosamente pelas investidas do povo galego VIVO E MOBILIZADO na defesa da sua língua.
Operação para SALVAR E SOCORRER o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Espanhol que nós desde aqui DENUNCIAMOS e pretendemos EVITAR exigindo COERÊNCIA aos Guilherme e Patxi Vazquez, categorizados de «hienas bolcheviques» ou se «manifestar contra o galego», em palavras de A. Rueda: Feijó é o mesmo NAZISTA no Pacto pela Língua que no Pacto Contra a Crise. O que o operariado e as classes trabalhadoras galegas precisam não é um Pacto Contra a Crise, é a DERROCADA E O ENCARCERAMENTO DOS LADRÕES, DOS CORRUPTOS, dos seus governos, dos seus partidos, dos seus bem pagados lugar-tenentes a dirigirem os sindicatos.
Se o Reino da Espanha está a rebentar de CORRUPÇÃO por toda a parte não é coerente oferecer Pacto Contra a Crise aquando ao diletante Tojo lhe está a resultar difícil EVITAR convocar Greve Geral contra ZP e os bandidos Capitalistas Europeus Unidos a fazerem GUERRA DE CLASSE contra uns pobres e vulneráveis anciãos, aquando Suso Seixo da CIG apela para Greve Geral mas não convoca, nós ENCORAJÁMO-LO!. A coerência é uma DEFESA FECHADA dos pobres para derrocar E EXPROPRIAR os ricos.
Aquando o Reino da Espanha está a rebentar de CORRUPÇÃO por toda a parte o que o operariado e as classes trabalhadoras galegas e não só precisam é GREVE GERAL em 28 de Maio para no seguinte dia, Sábado, toda a Galiza se manifestar UNIDA com o operariado de Portugal que se manifestará em Lisboa: PRECISAMOS UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA.
Precisamos EVITAR que os LADRÕES E CORRUPTOS Capitalistas Europeus Unidos em acelerada e aniquiladora GUERRA ofensiva contra o proletariado e os pobres consigam através dos seus bem pagados lugar-tenentes a dirigirem os sindicatos que se passe o verão sem a resposta que cumpre: GREVE GERAL em 28 de Maio para INSURREIÇÃO. Contribui assinando em www.peticao.com.pt/direitos-da-galiza.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 19 de Maio de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CRIEMOS A ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (distribuídas 2000 folhas na manifestação de 17 de Maio de 2010 em Compostela)

PORQUE UMA GALIZA UNIDA E MOBILIZADA É CAPAZ DE TUDO mesmo da derrocada do governo LADRÃO, MENTIROSO, TIRANO E LINGUICÍDA DE FEIJÓ e de convocar novas eleições LIVRES, LIMPAS, DEMOCRÁTICAS SEM A CORRUPÇÃO E A FRAUDE que instalaram no poder os franquistas de Fraga e Feijó durante três decénios. Qualquer governo nascido dum processo assim pode garantir os direitos que as leis europeias e internacionais lhe reconhecem à Galiza, ao povo galego, porque o POVO é quem mais ORDENA!
Direitos civis, políticos, económicos, incluído o direito ao DESENVOLVIMENTO DA GALIZA, sociais, culturais, linguísticos, direito à segurança, bem-estar, saúde e vida, direitos durante três decénios VIOLADOS pelos sucessivos governos espanhóis e galegos a TRAVAREM, IMPEDIREM O BEM-ESTAR E PROGRESSO DA GALIZA, progresso baseado no nosso trabalho, nas rendas do nosso trabalho, nos nossos recursos e nas riquezas naturais, muitas e suficientes para vivermos mais do que dignamente.
IMPEDEM O PROGRESSO DA GALIZA sumindo-nos no atraso porque nos ESPOLIAM tudo: a representação democrática, a energia, o capital, os nossos meios de subsistência (ASTANO), o nosso trabalho, as rendas do nosso trabalho, os impostos que pagamos (...) até a SAÚDE E A VIDA.
Para a VIDA E O PROGRESSO houve na Galiza inúmeras Assembleias, assim denominadas sempre; a GALIZA UNIDA E MOBILIZADA conseguiu-se através de Assembleias: Assembleia Federal da Galiza [com Portugal], (Lugo, 1887), Assembleias Agrárias, Assembleias Nacionalistas, Assembleias Regionais da Galiza, Assembleias operárias, etc. Daí que nós, em concordância com a nossa melhor TRADIÇÃO DEMOCRÁTICA E DE UNIDADE MOBILIZADORA, propugnemos criar a Assembleia Nacional da Galiza, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para a GALIZA UNIDA E MOBILIZADA. Nós queremos a UNIDADE, não de centenas de milhares de pessoas mas de MILHÕES para se MOBILIZAREM pela VIDA E O PROGRESSO DA GALIZA, a nossa vida, o nosso progresso, para garantir os nosso direitos democráticos, para garantir os direitos que as leis europeias e internacionais lhe reconhecem à nação que a Galiza é.
E afirmamos que se foi possível UNIR partidos, sindicatos, etc. o povo galego, contra o governo de Feijó na questão da língua galega e a saúde, TAMBÉM É POSSÍVEL UNIR partidos, sindicatos, etc. o povo galego, na questão da defesa da nação que a Galiza é como já demonstrou e PUBLICOU a Comissão de Estudo de Reforma do Estatuto de Autonomia do Parlamento galego. Para isso é preciso EXIGIR-LHES QUE LAVREM A UNIDADE, é preciso EXIGIR-LHES a criação da Assembleia Nacional da Galiza.
O povo galego não tem porque sofrer até as próximas eleições autonómicas em 2013 os DANOS que o governo de Feijó lhe infringe. É tão democrática a sua derrocada a meio do voto em 2013 como a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO em 2010 porque esse direito é o primeiro que reconhece aos povos, também ao povo galego, a Declaração Universal dos Direitos Humanos publicada em Genebra em francês, Declaração assinada e ratificada pelo Reino da Espanha, portanto fazendo parte não apenas das leis universais mas também das espanholas. Daí o nosso apelo para criarmos a Assembleia Nacional da Galiza no Parque Zeca Afonso (diante do Auditório) às 11,30 horas do Sábado, 22 de Maio de 2010, a GALIZA UNIDA E MOBILIZADA para a defesa dos seus direitos nacionais derrocando o governo de Feijó a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO e novas eleições livres, limpas, democráticas. Se concordares e pensas assistir comunica-o em
gzsgalizasolidaria@hotmail.com.
Na Galiza, Segunda-Feira, 17 de Maio de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

SOCIALISMO VERSUS CORRUPÇÃO (distribuídas 600 folhas na manifestação de 17 de Maio de 2010 em Compostela)

No Reino da CORRUPÇÃO, o capitalismo, não há mais solução que o SOCIALISMO. No Reino da Espanha, tanto monta, monta tanto ZP como Rajoy para ACENTUAR A EXPLORAÇÃO, A LADROÍCE E A CORRUPÇÃO contra o operariado, os povos e as nações submetidas pelo Rei e família; greve em 2 de Junho, Greve Geral, derrocada de ZP, eleições antecipadas, para que? Seremos capazes de EVITAR mais oito anos de franquismo do PP para igualar ou completar os 40 de Franco? Unânimes contra a Greve Geral, Tojo, Empreiteiros, Feijó, por que? No Reino da CORRUPÇÃO não há mais solução que o poder para o proletariado, os povos e as nações submetidas, poder para a derrocada da monarquia imposta por Franco, poder para a dissolução da Guarda Civil, poder para desmantelar os «Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado», poder para desmantelar as Forças Armadas da monarquia, poder para erradicar o unânime, franquista, borracho, corrompido e narcotraficante Poder Judicial, poder para extirpar o cancro moral e material que é a Igreja Católica e/ou outras, poder para encarcerar os exploradores, ladrões e corruptos capitalistas como Botin, Florentino Perez, Entrecanales, Geraldo Diaz Ferrão, etc. poder para julgar e encarcerar os lugar-tenentes da classe capitalista a dirigirem os sindicatos, poder para exterminar a máfia calabresa, a Camorra, a Cosa Nostra, amas e senhoras do 23,3 % do monárquico PIB espanhol, poder para ILEGALIZAR os seus corrompidos partidos políticos e encarcerar os seus delinquentes sejam ou não dirigentes. Poder para «DESBLINDAR O CASTELHANO».
Não há mais solução que a UNIÃO do proletariado, os povos e as nações oprimidas e/ou submetidas pela monarquia IMPOSTA por Franco, para construirmos o SOCIALISMO, para construirmos a DEMOCRACIA cujo EIXO é, as nações submetidas exercerem o direito de Livre Determinação, Soberania e Independência: a Galiza tem que ter poder para, LIVRE, DETERMINAR o seu futuro em UNIÃO com Portugal na República Federativa da Galiza e Portugal, no socialismo.
Eis como no Reino da Espanha, no Reino da CORRUPÇÃO, no capitalismo, a solução, o socialismo, ultrapassa fronteiras para colocar a questão da União Europeia em que tanto monta, monta tanto o PPE como o PSE. Seremos capazes de EVITAR mais uma década de Capitalistas Europeus Unidos para abafar o socialismo na Europa e defenderem JUNTOS a espoliação das colónias, a Galiza em primeiro lugar? Foi o «nosso» Vladimir Ilich que deixou escrito em 1915 razoamentos acerca dos Estados Unidos da Europa e dos Estados Unidos do Mundo que ele relacionava com a derrocada das monarquias europeias e a VITÓRIA do socialismo em apenas um país sem o homem viver tanto como para ver os Capitalistas Europeus Unidos com Hitler para dominar o mundo e mais MIL anos de capitalismo, os herdeiros dos quais, hoje, também UNIDOS, atacam o proletariado, as classes trabalhadoras de Portugal, a Irlanda, a Grécia, o Reino da Espanha e também do Reino Unido, da França, etc. capitaneados por Obama, o Partido Democrata e o Partido Republicano que NATO monta, monta NATO para evitar a União de Repúblicas Socialistas Europeias e do Mundo.
Desmontar a NATO, desarmar a NATO, eis a tarefa do proletariado mundial UNIDO para EVITAR que os Capitalistas Interplanetários Unidos dominem o mundo como acontecera entre Julho e Setembro de 1942, período em que o proletariado das Repúblicas Socialistas Soviéticas UNIDO, o Exército Vermelho, EVITOU os exércitos hitlerianos conquistarem a Transcaucásia e o petróleo de Grozni e Bacu e se encontrarem com o exército turco concentrado na fronteira com a URSS, para juntos penetrarem no Irão, no Próximo Oriente e no Meio Oriente, conquistar Ásia conluiados com os exércitos do Japão e dominar o mundo. A Humanidade deve-lhe isso ao proletariado da URSS.
O «nosso» Vladimir Ilich, Lenine, que muito trabalhou, se hoje viver dir-lhe-ia ao operariado madrileno, castelhano, andaluz, espanhol, que tomasse exemplo do acontecido na Noruega, separada da Suêcia em 1905 a meio de referendum (menos de 200.000 votos sim) em que «a estreita UNIÃO E SOLIDARIEDADE DE CLASSE do operariado norueguês e do sueco GANHAVAM ao reconhecer o operariado sueco o direito do norueguês à separação», que a ROTURA do jugo imposto à Galiza pelos monarcas espanhóis fortalecerá a UNIÃO do operariado do território do Reino para manter e defender a completa IGUALDADE de direitos e a SOLIDARIEDADE de classe na luta em favor da DEMOCRACIA E O SOCIALISMO, porque na Galiza e na China, SOCIALISMO VERSUS CORRUPÇÃO A MEIO DA GREVE GERAL E DA INSURREIÇÃO.
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Em Ferrol, Sexta-Feira, 14 de Maio de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 13 de maio de 2010

DEFENDAMOS A LÍNGUA E A CULTURA DA GALIZA

Que a língua galega era a mesma que a portuguesa, reconhecia-o até o LINGUÍCIDA Fraga Iribarne. TRAMPOSO E MENTIROSO como bom franquista, acrescentava que hoje são diferentes, para dividir o galego em duas categorias, o «galego existente» e o «galego seseante», impondo como modelo linguístico o «galego existente», a fala resultante de séculos de GENOCÍDIO, VEXAME, HUMILHAÇÃO E ANALFABETISMO da população da Galiza e da PROIBIÇÃO da sua língua. A nossa língua, com séculos de literatura UNIVERSAL, com FONÉTICA, LÉXICO E ORTOGRAFIA próprias, mais uma vez, determina-a o franquismo.
A luta da Galiza pela sua libertação particularmente contra o franquismo protagonizada pelo operariado e as classes trabalhadoras galegas foi acompanhada pela luta em favor da nossa língua sem que o Estatuto de Autonomia atual, criado pelo RACISTA, LINGUICÍDA, CORRUPTO E CHULO, Francisco Vázquez «Lalalá», dentre outros, e rejeitado pelo 80 % da população, contemplasse o que Ricardo Carvalho Calero lhes colocou: 1.- Que o galego é português. 2.- Um tempo de transição DIDÁTICO para essa VERDADE ser assumida sem traumas. O golpe militar da Guarda Civil de 23 de Fevereiro de 1981 instalou o franquismo de Aliança Popular no governo galego que decreta em 17 de Novembro de 1982, Fernández Albor e Filgueira Valverde, a continuidade do ANALFABETISMO da população da Galiza na sua própria língua e cultura PROIBINDO com todo RIGOR a essência do pensamento secular galego: A UNIÃO DA GALIZA COM PORTUGAL.
ALFABETIZAR a população da Galiza na sua própria língua e cultura significa que a Educação Infantil, o Ensino Primário, o Ensino Secundário e, sobretudo, a Universidade, a EXCELÊNCIA do conhecimento, têm que ter a língua e a cultura da Galiza como objetivo PRIORITÁRIO de ensino dentro da cultura UNIVERSAL o qual entra em IRRESOLÚVEL contradição com a língua e a cultura espanhola disparatadamente RACISTA contra nós e hegemónica no ensino porque precisa «morfinizar» a população para ESPOLIAR as riquezas da Galiza. Eis a chave de tudo: fazer-lhe crer aos galegos e galegas que são espanhóis para tudo lhes roubar.
Um proletariado e umas classes trabalhadoras galegas ALFABETIZADAS na sua própria língua e cultura seriam uma força IMBATÍVEL que trazeria de imediato PROGRESSO E RIQUEZA para a Galiza, simplesmente porque acabaria com a TIRANIA E A ESPOLIAÇÃO ESPANHOLA para a população galega desfrutar DEMOCRACIA E RIQUEZA.
Daí a necessidade dos tiranos espanhóis de CENSURAR, FALSIFICAR, PROIBIR a nossa língua, cultura e história. Eis alguns exemplos: Nuno Freire de Andrade, da Ponte de Eume, irmão de Fernão Peres de Andrade, lutou em favor da UNIÃO da Galiza com Portugal o mesmo que Inês de Castro e os seus irmãos. No decorrer dos séculos a nobreza galega e a portuguesa tentaram sempre a UNIÃO, com derrotas que não evitaram a Independência da Galiza Sul que recebe a metade do mundo para que renuncie à Galiza Norte no Tratado de Tordesilhas. Genocidado e espoliado o mundo pelas monarquias Castelhana e da Galiza Sul, começa a ACUMULAÇÃO DE CAPITAL estudada por Marx, que continuam, ASSASSINANDO, ESCRAVIZANDO E ROUBANDO, a Holanda, a França, a Inglaterra. Durante esse tempo o Reino da Galiza é um Reino Escravo que nem direito ao voto tem nas «Cortes de los Reinos y las Províncias de Castilla»; Reino Escravo que em quinze anos do século XVII, século de RACISTAS, OBSCUROS, FALSIFICADORES E OURO, perde por GENOCÍDIO, ou «carne de canhão», UM TERÇO da sua população para «glória de Dios Nuestro Senhor y sus representantes en la Tierra, El Papa y los monarcas espanhóis» que continuam a dia de hoje de «pilinghrins» à PATRANHA do apóstolo Santiago contra a VERDADE da nossa idiossincrasia, Prisciliano, e a nossa língua que vai ser defendida, contra eles, em 17 de Maio em Campus Stela ou Livre Dom.
Escravos da Galiza Norte a lutar por romper as suas cadeias, UNEM-SE com Escravos da Galiza Sul, para em Tui, em 1901, criarem a UNIÃO GALAICO PORTUGUESA. Internacionalismo Proletário? Solidariedade Internacionalista? Não! UNIÃO NACIONAL DE PROLETÁRIA SOLIDARIEDADE.
Estas VERDADES estão rigorosamente CENSURADAS nos programas de ensino nas Universidades, Liceus e Escolas galegas: às nossas crianças não se lhes permite saber que Manuel Murguia em Tui, em 1891, afirmou que o galego, língua oficial em Portugal, é falado em todas as suas colónias; os meninos galegos podem morrer sem saber que o poema de Pondal do nosso Hino Nacional, apela para a UNIÃO galego-portuguesa; a Psicologia e a Linguística na Galiza têm interdito estudar que o betanceiro João Vicente Biqueira, dos três grandes de Psicologia no Reino espanhol, ele era um, que para além disso, ousado, afirmava que para ALFABETIZAR a população cumpria estudar a língua galega com DICIONÁRIOS E GRAMÁTICAS PORTUGUESAS; e as galegas Ciências da Comunicação concluirão que o viveirense Antão Vilar Ponte, durante décadas grande jornalista, não se estude na Faculdade porque deixou escrito e publicado em A Nossa Terra, Ideário das Irmandades da Fala da Galiza e Portugal, que o Português é o Galego nacionalizado e modernizado, que a Galiza com Portugal forma nação única e que a Galiza Norte tinha que ser representada pelo governo da República da Galiza Sul na Liga das Nações. Que o «Sempre em Galiza» continue PROIBIDO E CONSTRANGIDO na Universidade e no ensino é uma boa mostra da IRRESOLÚVEL contradição Galiza-Espanha a qual se resolve com a Galiza LIVRE E UNIDA com Portugal.
Tudo isto e mesmo mais é o que nós convidamos a defender ao proletariado e às classes trabalhadoras galegas acudindo à manifestação que se celebrará às 12 horas do 17 de Maio de 2010 na Alameda de Compostela, manifestação contra o EXTERMÍNIO do galego que pretende o governo do Sr. Feijó.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 13 de Maio de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

APONTAMENTOS DA LUTA EM FAVOR DA NOSSA LÍNGUA

APONTAMENTOS DA LUTA EM FAVOR DA NOSSA LÍNGUA
Essa luta esteve sempre inserida na luta geral da Galiza pela sua libertação protagonizada pelo operariado e as classes trabalhadoras galegas. Em ASTANO e BAZAN (Ferrol), por exemplo, a luta em favor do galego foi um facto, a nossa era a língua oficial e proletária em assembleias de milhares de pessoas, até 8.000 no Inferninho; na própria Bazan logrou-se oficializar o galego depois de uma ORGANIZADA, decidida, convicta, valente e apupada intervenção em galego de Ruben Ferreiroá Pernas numa Assembleia Geral: FOI UMA VITÓRIA HISTÓRICA. Agora, na nossa opinião, a luta em favor da língua centra-se no Ensino primário e secundário, desprezando uma força de dezenas de milhares do estudantado e professorado das Universidades, dando-se o paradoxo do ANALFABETISMO na nossa língua e cultura em Ciências da Comunicação, mesmo em estudos de Galego, Galego-Português ou Português.
Nós reivindicamos incorporar na luta em favor da língua, o operariado, o campesinato, as trabalhadoras e trabalhadores do mar, o estudantado, professorado e trabalhador@s da Universidade. Os sindicatos e representações sindicais têm o DEVER de fazer assembleias nos centros de trabalho para a defesa da língua e assistência à manifestação de 17 de Maio em Compostela fazendo os Comités das grandes, meãs e pequenas Empresas apelos públicos para acudir à manifestação facilitando o transporte. Na Universidade, nos Campus das sete cidades galegas, assembleias de Faculdade, Escola, etc. para conseguir Assembleia Geral em defesa da língua de estudantado, professorado e trabalhador@s. Outro tanto na Rede de Hospitais públicos e privados. Temos que lograr sermos mais manifestantes que em 1 de Dezembro de 2002 contra a maré negra do Prestige. Concelhos, também portugueses, Deputações, Parlamento têm o DEVER de apelar publicamente na defesa da nossa língua assistindo à manifestação e facilitando transporte para a cidadania. A Assembleia da República, CPLP, outros Parlamentos espanhóis, europeus, o Parlamento Europeu podem e devem SOLIDARIZAR-SE com a língua da Galiza. A própria ONU ou organismos dela. Na nossa opinião, a chave de todo o dito é a organização HORIZONTAL de Queremos Galego, publicando os contactos (e-mail, telefone) das pessoas e entidades que a integram. Se isto continuar secreto IMPEDE-SE a hipótese de muitas outras iniciativas em favor da nossa língua.
O povo galego não tem porque sofrer até às próximas eleições autonómicas em 2013 os DANOS que o governo ladrão de Feijó lhe infringe. É tão democrática a sua derrocada a meio do voto em 2013 como a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO em 2010 porque este direito é o primeiro que reconhece aos povos, também ao galego, a Declaração Universal dos Direitos Humanos publicada Genebra em francês, Declaração assinada e ratificada pelo Reino da Espanha, portanto fazendo parte não apenas das leis universais mas também das espanholas. Daí o nosso apelo para criarmos a Assembleia Nacional da Galiza em Compostela, no Parque do Zeca Afonso (diante do Auditório) às 11,30 horas do Sábado, 23 de Maio de 2010, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, A GALIZA UNIDA para a defesa dos seus direitos nacionais derrocando o governo de Feijó a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO e novas eleições livres, limpas e democráticas. Se pensas assistir comunica-o em
gzsgalizasolidaria@hotmail.com.
Em Compostela, Sábado, 8 de Maio de 2010
Manuel Lopes Zebral, COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MARCADO MERCADO

Os mercados como os naipes marcados servem para ganhar fazendo trampa. Só que os mercados marcados têm muita mais dimensão que Fulheiros Unidos S.A. porque determinam a vida das pessoas no Planeta e sobretudo a sua morte a meio das guerras que os fulheiros ou tafuis que regem os mercados, infelizes que não podem tomar tranquilizantes, implementam permanentemente, seja qual for a modalidade guerreira, para ACUMULAR LUCROS, CAPITAL que financie novas guerras em um círculo infernal que só se rompe aquando o proletariado unido, determinado e armado alcança o céu, toma o poder do Estado para construir o socialismo e destruir o próprio Estado e o marcado mercado capitalista para construir a DEMOCRACIA proletária, a União de Repúblicas Socialistas Europeias e a União Mundial de Repúblicas Socialistas.
Os Fulheiros Unidos de América e a União Europeia de Fulheiros com as suas possantes armas de destruição maciça atacam em «Martes Negro», 4 de Maio de 2010 e as Bolsas sofrem grande «batacazo» com perdas que abalam tudo, tanto, que qualquer hemerotequiano informado dirá: «Quão gritam estes malditos!», amaldiçoados, execrados, molestos, perversos, funestos Aznar e PPeiros largando maldição, praga, execração, mal-de-olho e, sobretudo, RUMOR, como o que publica Le Figaro que France Press apanha de ninguém sabe que blog, porventura de Sarah Pallin ou talvez de John Negroponte em aliança com a Hillary Clinton contra a Humanidade mesmo o Obama; uma fiável, autorizada e rigorosa fonte que permite, ninguém sabe quanto, ingressar o jornal ou jornais bons dinheiros, como os cento e quarenta e nove milhões de pesetas que Feijó ingressou numa conta de Santiago Rey Fernández-Latorre e filhos, donos de La Voz de Galicia, para largar RUMORES E CONTAR MENTIRAS sem que o juiz Pedreira ou qualquer outro, investiguem. Porque ceivo e embrenhado na Fraga, o Aznar, legalizado o PP e com as credenciais e benefício de «OPOSIÇÃO», continuarão e intensificarão as criminosas falcatruadas para atacar o proletariado e os povos submetidos ao franquismo do Reino da Espanha, tudo com o consentimento, passividade e imbecilidade de ZP cujo RACISMO E SANHA contra a Galiza mesmo supera o fascismo PPeiro: suprime o Instituto Social da Marinha e o Instituto de Espanhol de Oceanografia para emprestar-lhe à máfia greco-norte-americana do Prestige, aos amigos do PP, mais de 9.000 M€ e para ASTANO, NADA!
SACRIFÍCIO OU CATÁSTROFE? Mente o chefe do governo grego. Nós queremos CATÁSTROFE, CATACLISMO, nós queremos e trabalhamos para que um terramoto planetário esboroe o capitalismo com a erupção vulcânica do proletariado mundial e como não podemos sonhar com manejar as tormentas solares como as maneja a NASA, razoamos que o «Plano de Austeridade Draconiana» decidido em Domingo, 2 de Maio, pelo FMI, BCE, Fulheiros Unidos de América e União Europeia de Fulheiros, que não descansam, contra o proletariado e as classes trabalhadoras gregas e dos PIGS, quer dizer, acumulação de desemprego, redução de salários, redução de pensões, aumento dos impostos, aumento do preço do combustível, aumento dos preços, redução do poder de compra, anulação do subsídio por desemprego, redução e anulação de subsídio para desempregados sem subsídio, aumento da fome, doença e morte de pessoas desempregadas sem qualquer ingresso, redução da atenção à saúde, redução da educação, estudo e investigação, destruição da flora e da fauna, as costas, os mares, os rios, os montes, envenenamento da água e o ar, aumento do armamento, das organizações paramilitares internacionais, dos exércitos e das guerras, redução da PAZ E A VIDA, aumento da desorganização sindical, da divisão e da debilidade proletária, redução da moral e combatividade proletária. Tudo isso é igual a ACUMULAÇÃO DE CAPITAL, sobretudo da máfia greco-norte-americana do Prestige. E o remédio no-lo mostrava o Pártenon de Atenas, «People of Europe Rise Up!»: Povos da Europa, LEVANTAI-VOS! E nós acrescentamos, LEVANTAI-VOS para acabar a União Europeia de Fulheiros e criarmos a União de Repúblicas Socialistas Europeias, uma das quais a República Federativa da Galiza e Portugal de Teófilo Braga.
GUILHERMITO FURRIEL DO ALBERTITO, a lhe exigir se imponha no da FUSÃO das Caixas. Os «democratas» e os seus cúmplices é assim como entendem a democracia. Guilhermito se fosse presidente IMPORIA. Nós se fossemos presidente daríamos informação, VOZ E VOTO PARA SE MOBILIZAREM E DECIDIREM as pessoas, cerca do 80 % da população galega, que financiam cada mês, com os ORDENADOS do seu trabalho, uma e outra Caixa. Eis a chave da deriva da dirigência do BNG, dos sindicatos e não só: em vez de o povo é quem mais ORDENA, QUE ORDENE FEIJÓ! E nós ORDENARÍAMOS, se fossemos presidente, investigar se estavam sob os efeitos de estupefacientes, estupificantes e estupidificantes, os Sres. Feijó e Rueda, aquando anunciaram um Plano de Desenvolvimento da Galiza para DEZ anos por valor de 46.000 M€: narcotraficantes de MENTIRAS como opiáceo que é do que mais sabem, para além dos 7.000 M€ de contratos de Orange em FITUR, dos 85 contratos concedidos à «trama» do Bigode de Aznar, de BAERSA, empresa pública, que cobra por adiantado e não torna a metade do custo, 120.000 €, de um vídeo que nunca se fez; sabem que Feijó mais «chorizo» do que Camps? Pois saibam dos cerca de 500 M€ da CORRUPÇÃO sem investigar da Cidade da Cultura, CORRUPÇÃO AVALIADA, nada mais e nada menos, que pela Comissão de Educação e Cultura do Parlamento da União Europeia de Fulheiros que oficialmente a visitou para dizer: «quartos não trouxe mas língua (...)» e não pensem que eram do PPE do Major Oreja e dos gémeos polacos nacional-socialistas, não! Uma era a Maria Badia, do Partido Socialista da Catalunha, o qual levanta a suspeita de se Narcis Serra estará envolvido na CORRUPÇÃO da Cidade da Cultura e da Junta de Feijó, ajudando, de passo, ao EXTERMÍNIO da nossa língua. Em 17 de Maio, em Compostela se dará aos EXTERMINADORES, CORRUPTOS E LADRÕES a resposta que se merecem. Assembleia Nacional da Galiza para derrocada do governo de Feijó e eleições livres, limpas e democráticas a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO. Contribui assinando em
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Em Ferrol, 4ª F, 5/05/2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A PATRANHA DA CRISE ECONÓMICA MUNDIAL
O jornalismo e os jornais pagados pelos capitalistas como arma de destruição maciça da segurança, bem-estar, saúde e vida do operariado e a cidadania mundial REPETEM até ao infinito «a pior crise mundial desde 1929», alguns vão mais longe, «pior do que a do ano 1929!». Em 1933, a produção industrial dos EUA reduziu o 64 % a respeito de 1929; na Inglaterra, o 88 %; na Alemanha, o 65 %; na França, o 81 %; o comércio mundial, o 65%; as pessoas desempregadas chegaram a 13,7 M nos EUA; na Alemanha, a 5 M; na Inglaterra, a 2,6 M e no mundo capitalista chegaram a 30 M. Hoje o quadro em cada país e no mundo nada tem a ver com isto, tudo o contrário: AUMENTARAM OS LUCROS FINANCEIROS PIORANDO AS CONDIÇÕES DE VIDA DO OPERARIADO E A CIDADANIA. ACUMULAÇÃO DE CAPITAL IGUAL A ACUMULAÇÃO DE DESEMPREGO.
A VERDADE DA GUERRA DE CLASSE

Dois países têm a hegemonia militar mundial, EUA e Israel, porque têm a hegemonia financeira mundial e para manter uma e outra desenvolvem a GUERRA DE CLASSE desde os próprios organismos financeiros internacionais que eles regem, como o Fundo Monetário Internacional, sediado em Washington, cujo «segundo de a bordo», o Sr. Lipsky, tem no seu historial o Chase Manhattan Bank, JPMorgan, Salomon Brothers e outras entidades como Union Bank of Swizerland, Standard Poor’s, Mody’s & Finch, McGraw Hills e o quer que lhe quer que amassaram o botim espoliando nas guerras sem fim dos piratas capitalistas com as suas canhoneiras ou fragatas com sistema Aegis e os seus Estados desde 1850, durante 160 anos contra África, Ásia, América e Oceânia, com massacres e genocídios que nunca se acabam mesmo no «coração da Terra», a própria Europa. O protótipo que os define é o MÁFIA CALABRESA preso ontem que remexe o 3 % do PIB da Itália em narcotráfico, prostituição, tráfico de armas, etc. Os da GUERRA DE CLASSE contra o operariado são mesmo pior do que o CALABRÊS, daí o qualificativo de PIGS (porcos) contra Portugal, Irlanda, Grécia e Spain: já sabem, os porcos são para matá-los e comê-los. Por isso matam a Galiza e nos COMEM TUDO. Os capitalistas comem tudo e não deixam nada. Assim o percebeu Eugène Pottiers em 1871, na Comuna de Paris, no seu poema musicado que é a Internacional: «Os reis nos emborracham de fume/ Paz entre nós, GUERRA AOS TIRANOS/ Apliquemos a Greve aos Exércitos/ Coronha no ar, e rompamos fileiras/ Se se obstinam estes CANIBAIS/ A fazer de nós heróis/ Saberão asinha que as nossas balas/ São para os nossos próprios generais/ (...) Operários, camponeses, nós somos/ O grande PARTIDO DOS TRABALHADORES/ A terra não pertence mais do que aos homens/ O parasita irá habitar a outra parte/ Quanto das nossas carnes se comerão?/ Mas se os corvos e os abutres/ Uma destas manhãs desaparecessem/ O SOL BRILHARÁ IGUAL», coisa que sabem bem os capitalistas, os seus estados, os seus partidos e os seus sindicatos coligados na GUERRA DE CLASSE contra o operariado para ESPOLIÁ-LO, DIVIDI-LO, DEBILITÁ-LO, DESMORALIZÁ-LO PARA EVITAR QUE UNIDO, FORTE, ENCORAJADO E INSURRECIONADO ACABE COM CANIBAIS, PARASITAS, CORVOS E ABUTRES E O SOL BRILHAR MAIS NO SOCIALISMO MUNDIAL.
Aos 4,6 M de pessoas desempregadas graças a Botin e os seus esbirros A. Suarez, Calvo Sotelo, F. González, Aznar e Zapatero, os seus partidos e os seus sindicatos podemos acrescentar a «IGUALDADE DOS ESPANHÓIS» com que se enchem a boca na questão dos Estatutos de Autonomia da Catalunha, Castela-A Mancha e a Galiza.
Estatut: violação da decisão da cidadania, o Parlament, o Govern e derrocada de Pascual Maragall, president da Catalunha graças a ZPP e Durão i Lheida cujo golpismo é comparável ao do PP que IMPEDIU o Estatuto galego e o castelhano-manchego, ROUBANDO-LHE a água à Galiza Sul cuja capital, Lisboa, é possuidora do caudal final do Rio Tejo; o PP colocou falangistas no Tribunal Supremo e no Constitucional; o PP, com a colaboração necessária de Zapatero, demitindo o ministro de Justiça, com a Greve de De La Rosa e os justiceiros e o furacão Klaus, logrou a derrocada de Tourinho e instalar a meio da fraude um «AUSTERO GALEGUISTA» E TRAFICANTE DE MENTIRAS na presidência da Junta da Galiza para ROUBAR mais e melhor do que Fraga, Franco, Mussolini e Hitler. Só que na vida tudo tem solução: Assembleia Nacional da Galiza para a sua derrocada a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO. Contribui assinando em
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Em Ferrol, Quarta-Feira, 28 de Abril de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 27 de abril de 2010

FRANQUISMO PPEDERASTA, AMOR, HUMOR E SEXO

Em 1965, na Universidade Laboral de Gijão, os jesuítas praticavam e/ou amparavam a pederastia do Diretor do Coro, «hermano Cova-Leda» e do Herr «Confessor»; maristas, domínicos, etc. envolvidos no mesmo. Na década de 1980, Sor Maria Eulália, freira da Caridade no Fogar Infantil de Ferrol, torturou a meio de uma injeção de água uma criança que ainda não falava, conhecido e amparado por Sagrário Lianho e as autoridades da Deputação Provincial de A Crunha que todavia hoje mantém um Convénio com as irmãzinhas da Caridade num dos seus crunheses centros para além de violarem a Lei da Memória Histórica no colégio «Calvo Sotelo» e praticar e/ou tolerar o assedio no dito Fogar Infantil contra as que defendem as crianças do abuso, estamos a falar de Moreda, PSOE e BNG e do seu milionário e «proletário bazanista» vice-presidente aos que não lhes preocupa o que comem as crianças. E do que queremos falar é da Conferência Episcopal Espanhola à que, em palavras de Rouco Varela, «lhe dói a alma» perante a eclesial pederastia, palavras que nos levantaram o indignado sentimento da dor do corpo das suas VÍTIMAS aquando lhes choviam «hóstias» no gabinete do jesuíta Padre Prefecto: todos os da Conferência Episcopal Espanhola praticam e/ou amparam a pederastia, os maus tratos e a tortura. Como em Irlanda, Levanta-te e Anda e, sobretudo, DENÚNCIA! São precisos muitos Tribunais de Nuremberga para julgar e condenar os CRIMES planetários da Igreja Vaticana, CRIMES QUE NUNCA PRESCREVEM.
Como os do FRANQUISMO e os do desprezável e manipulado «comunista» Roberto Blanco Valdés que tinha que ser DEPURADO da Universidade galega para ensinar porcarias onde os porcos, que o comeriam, com certeza. OS CRIMES DO FRANQUISMO são de tal dimensão que abafam a figura de Garzón e toda a CENSURA dos monárquicos média contrários ou favoráveis ao juiz; todos favoráveis ao sequestro, tortura e assassinato que o franquismo reinante no Reino da Espanha desde o 15 de Junho de 1977 pratica contra a cidadania basca e não basca, sempre amparado por Garzón cujo «Auto» não pode ocultar os seus crimes embora demonstre que o FRANQUISMO rege no Reino da Espanha porque assim o determinou Franco em pleno Estado de Guerra auspiciada, armada e implementada por Hitler e Mussolini e que é impossível julgar e condenar o franquismo sem a derrocada do monarca e do Reino da Espanha, dos seus Tribunais de Justiça, da sua Guarda Civil, da sua Igreja, etc.
As pretensas manifestações de apoio ao juiz Garzón tornaram sem remédio em manifestações CONTRA O FRANQUISMO REINANTE: IRREVERSIVELMENTE, na nossa e não única opinião. Por muito que o espanhol Henrique Barrera se emperrasse em CENSURAR-NOS, junto com os monárquicos média, um cartaz com a nossa Mercedes Nuñez, os nossos Jorge Sotomaior, Demétrio Garcia, José Castro Veiga, Francisco Martínez Leira, Francisco Rei Balbis, Alfredo Gomez Ollero, Ernesto Guerra Da Cal, Antão Alonso Rios, Elpídio Villaverde Rei, Ramón Suarez Picalho, Afonso Rodrígues Castelão, ou que José Blanco acuse o PP de «jalear a la Falange» sem o governo de ZP ILEGALIZAR ambos os dois, É IMPOSSÍVEL EVITAR a ideia e o facto de que as manifestações de 24 de Abril de 2010 ULTRAPASSARAM muitíssimo o alegado apoio ao juiz Garzón, instalando-nos na necessidade e urgência da derrocada de monarca e Reino da Espanha a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO.
Dominique, alegre e sonhador, em troca de favores sexuais, ascendeu uma sua subordinada à categoria exigida pelo silêncio dela. Premiado ele pelo capitalismo como Diretor do FMI, Dominique Strauss Khan às ordens de John Negroponte, ataca desde Washington a classe operária e a cidadania da Grécia, Portugal, Irlanda e Espanha, ataque que só persegue a sua doma e castração pelo seu perigoso potencial revolucionário: «untar» os governos para que baixem os salários e tomem outras medidas contrárias ao operariado. No meio deste caótico e universal «JohnNegropontiano» ataque, ZPP contínua a afronta à Galiza: os 3.600 M€ que vai emprestar ao governo grego para que financie estaleiros navais e armadores como o do Prestige são quatrocentos menos dos 4.000 M€ que a Galiza pagou no ano 2007 e não nos tornaram [pagamos 12.000, tornaram 8.000; os dados de 2008 e 2009 permanecem SECRETO DE ESTADO]: quantos ASTANOS, Universidades, Hospitais, estradas, investigação, empregos poderia financiar a Galiza com os impostos que paga em Madrid, Barcelona, Bilbo e não nos tornam? Não o podemos saber porque A ESPOLIAÇÃO DE ZPP à Galiza é SECRETO DE ESTADO.
O humor como o amor e o sexo é sempre de classe, portanto de superioridade racial. Como os ricos odeiam os pobres, como os não amam, os ridiculizam fazendo humor, «chistes» a conta da miséria ou as condições de vida à que os submetem; assim o mais abjeto da ideologia das podres classes dominantes criada em prostíbulos, cárceres, quartéis e Conselhos de Administração projeta-se na televisão de Antena 3 e na CRTVG onde a abjeta «bezerrada» que odeia a Galiza e as virtudes morais do povo galego porque só amam o dinheiro, expele nazismo, sexismo e racismo; tudo sob o tenso e abafante DESPOTISMO de Gaioso, mantido e bem mantido pelo franquismo PPEDERASTA.
No entanto, para «MULHERES LIVRES», se juntam o feminismo chaconiano de canhoneira com o feminismo penitenciário de Mercedes Gallizo, na Galiza, o DISCURSO E A VERBORREIA do PSdeG-PSOE e o do BNG não vai acompanhado da UNIÃO DO POVO GALEGO na Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do governo de Feijó e novas eleições livres, limpas e democráticas a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO.
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Em Ferrol, Terça-Feira, 27 de Abril de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL