quarta-feira, 15 de março de 2017

LEVANTEMO-NOS CONTRA A TIRANIA, CORRUPÇÃO, MENTIRA Distribuídas 800 folhas. 500 às 10h15-12h00 na rua Galiano (Abanca). 300 às 13h00-14h00 na porta da Bazan (Taxonera) da terça-feira, 14 de março de 2017

LEVANTEMO-NOS CONTRA A TIRANIA, CORRUPÇÃO, MENTIRA
Vierem de quem vier. Tomemos o poder a classe obreira. A TIRANIA com escusas que os nossos ditos representantes admitem para a TIRANIA CONTINUAR. Eis a síntese do que está a acontecer na Galiza e no Reino da Espanha. TIRANIA, CORRUPÇÃO, MENTIRAS e escusas do PP que a dita oposição [COM MAIORIA] consente e acredita para a TIRANIA CONTINUAR. O caso da classe obreira de Navantia é paradigma. O governo não cumpre a sentença do Tribunal Supremo: CRIME DE DESOBEDIÊNCIA: Condenam Mas… Nem paga o que deve: MOROSO. Nem Convénio. Nem ASTANO CONSTRUIR BARCOS – a CIG, Grandal e Cagião MENTEM a jornal no relativo à questão de ASTANO. Emperrado o alcaide, de mãos dadas com Beiras, à voz dos seus amos do PP, quer, a todo o custo, COBRAR ILEGAL TAXA como o JMRei para além de fazer de «cobrador» no recibo da água de SOGAMA, Augas de Galicia… A hipocrisia do Jorge Soares é de tal dimensão que está querendo cobrar uma ILEGAL TAXA contra a que se manifestou e prometeu derrogar; ele, FeC e muitos outros «plataformados remunicipalizadores» que justificam o roubo do alcaide com a TAXA. Em qualquer caso o pequeno TIRANO, Jorge, é mais um a exercer a TIRANIA com que El-Rei e o Reino da Espanha nos ESMAGAM às pessoas galegas e mesmo as portuguesas. Não pagar o recibo da água [SOGAMA, Augas de Galicia…] nem o da «luz» (assalto a mão armada do Galão abraçado ao Feijó e C.ª), bloqueiar os bancos (Abanca) de ladrões comissionados é combater a TIRANIA DA LADROÍCE.
TERRORISMO MACHISTA? Não! O MACHISMO É TERRORISMO DE ESTADO e o feminismo PROLETÁRIO ou assume a luta contra o Estado-MACHISTA, o capitalismo-MACHISTA ou não é feminismo, não está a defender a EMANCIPAÇÃO DA MULHER, fica apenas em burguês ou pequeno burguês feminismo que não é mais do que defender a burguesa, a capitalista, o capitalismo e as suas brutais guerras em que generais e almirantes ordenam violar mulheres; guerras que hoje voam para GUERRA MUNDIAL NUCLEAR. E uma outra guerra da que ninguém fala é a GUERRA CLIMÁTICA. A MANIPULAÇÃO do clima da parte do Pentágono-NASA para «produzir os maiores danos no território do inimigo» mesmo do inimigo de classe no próprio território dos EUA. As denúncias contra o Pentágono chegaram ao Senado que em 1973 instou o governo dos EUA para cessarem estas manipulações. Cerca de meio século depois estamos a viver na Galiza DESASTRES CLIMÁTICOS permanentes como em África e no mundo todo. A seca que estamos a padecer na Galiza – com ciclos curtos de frio-calor e muita outra praga, acompanha a que DENUNCIA a ONU estão a padecer Sudão, Somália, Iemem, Nigéria… que junto com a GUERRA MILITAR produz a dezenas de milhões de pessoas FOME, doenças e morte. Em países de África levam mais de quarenta anos de seca permanente porque a chuva cai onde o Pentágono ordena, privando as populações da cultura dos alimentos e alimentar o gado: FOME. Isto era denunciado pelos governos da URSS e não apenas. Agora tudo é «mudança climática», Ninho, Ninha, Patranha para OCULTAR uma atividade secreta de genocídio dos EUA. As autoridades da ONU e mesmo a Rússia, a China e os ditos «científicos» do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas têm o dever de RECONHECER, DENUNCIAR E ACABAR COM A MANIPULAÇÃO CLIMÁTICA E SECRETA DOS EUA.
Dizíamos que denominar «Provincialismo» à Revolução Armada encabeçada pelo betanceiro Antolim Faraldo em 1846 ou denominar «Regionalismo» à sua posterior continuação é CRIME. O mesmo que FALSIFICAR as ideias basilares da Irmandade da Fala. E é CRIME DE LESA HUMANIDADE contra a Galiza e contra a VERDADE. A VERDADE é que Faraldo, Francisco Anhão e, com certeza, os afuzilados em Carral, defendiam a independência do «antigo» Reino da Galiza, o mesmo que Benito Vicetto, Murguia, Rosalia de Castro… O território do «antigo» Reino da Galiza, Gallicienses Regnum ou Regnum Suevorum, ABRANGIA PORTUGAL ou o Norte de Portugal. E na cabeça e nos programas políticos estava a UNIÃO da Galiza com Portugal, o mesmo que na Irmandade da Fala ou em Pondal, agora comemorado (1) Português, língua da Galiza (2) Galiza-Portugal, nação ÚNICA. O dito nacionalismo (PSG, UPG…) e independentismo só serviram até o de agora para OCULTAR A VERDADE da história da LUTA DE LIBERTAÇÃO DA GALIZA EM UNIÃO COM PORTUGAL. Em termos de perpectiva histórica pode ser afirmado com rigor que desde a VITÓRIA das armas galegas sobre os melhores exércitos do mundo, os de Napoleão, na Ponte São Paio em 1809 até hoje, o proletariado e o povo da Galiza NUNCA cessou de lutar pela sua Independência em UNIÃO com Portugal. E aquando escrevemos proletariado é para PROCLAMAR a singularidade de Ferrol: A existência SECULAR DE PROLERARIADO CONSTRUCTOR DE BARCOS, a sua organização e lutas, uma das quais, a da Antónia Alarcão em 1810 com motim e morte do almirante do Arsenal. Os ditos historiadores e analistas políticos NUNCA querem ver o EVIDENTE: Em Ferrol desde o XVIII século, o Arsenal necessita proletariado masculino e feminino, numeroso, que se organiza e combate para a tomada do poder como em 11 de outubro de 1872 a meio de INSURREIÇÃO. 
Em Ferrol, terça-feira, 14 de março de 2017

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 11 de março de 2017

DIA DA CLASSE OPERÁRIA DA GALIZA Distribuídas 800 folhas. 500 às 10h45-12h10 na rua Galiano (Abanca). 300 às 13h00-14h35 na porta da Bazan (Taxonera) da sexta-feira, 10 de março de 2017

DIA DA CLASSE OPERÁRIA DA GALIZA
Em luta contra a burguesia, contra o capital, o proletariado ferrolano, o galego, marcou datas como a do 10 de Março de 1972 que estamos a comemorar hoje. Reafirmando o seu papel de coveiro do capitalismo e o carácter INCONCILIÁVEL dos interesses OPOSTOS do proletariado e a burguesia. VERDADE UNIVERSAL e particular que o possante aparelho ideológico dos Estados capitalistas particularmente o espanhol emperra-se em negar, distorcer ou camuflar promovendo as burguesas disfarçadas de feministas com interesses INCONCILIÁVEIS E OPOSTOS aos das proletárias, ao proletariado.
CENSURANDO E ANULANDO o carácter das INÚMERAS lutas e combates do proletariado e do povo ferrolano e galego. SILENCIANDO um possante movimento proletário e camponês de RESISTÊNCIA ARMADA ao franquismo. José Castro Veiga, «o Piloto», General-Chefe de Estado Maior do Exército Guerrilheiro da Galiza, «espanhol» de nacionalidade, tudo assinado por «Enrique Lister» no seu bilhete de identidade. José Castro Veiga foi assassinado em 10 de março de 1965. E a sua luta contra o capitalismo e pela liberdade da Galiza é continuada sete anos depois em 10 de março de 1972 na INSURREIÇÃO proletária de Ferrol que alastra a Vigo e à Galiza toda. Uma Galiza que se INSURGE com três greves gerais em 1984 contra DESPEDIMENTOS MACIÇOS AO ENCERRAR ASTANO com o Decreto de Reconversão Naval [que NÃO incluia Bazan] dado por Felipe González e o rei golpista. Trinta e três anos depois, UM TERÇO de século, temos o dever de combater por ASTANO CONSTRUIR BARCOS e combater contra todo partido ou sindicato que MENTE, distorce ou OCULTA esta VERDADE elementar tentando apagar a memória de uma luta proletaria e da Galiza EXEMPLAR ajudando o colonialismo espanhol e mundial a perpetrar o CRIME DE PROIBIR CONSTRUIR BARCOS EM ASTANO-LISNAVE, na Galiza e Portugal. A Galiza, o proletariado e o povo galego merecem, necessitam a VERDADE; sem ela não é possível a liberdade, acabar com o COLONIALISMO CAPITALISTA que nos EXTERMINA individualmente e como povo, como nação. Vejam a complexidade da questão: José Castro Veiga, espanhol? Henrique Liste é «Enrique Lister», como lhe deturparam o apelido os espanhóis? Eis uma das chaves da VERDADE: a nossa IDENTIDADE. Tudo na Galiza clama «não deves chamar-te NUNCA espanhola porque a Espanha, ai! MATA-TE!» Chama-te portuguesa e verás a VERDADE, a tua INTEGRAL E SECULAR IDENTIDADE. VERDADE que alastra a Portugal para assumir o berço e o cerne da sua IDENTIDADE GALEGA e as pessoas galegas assumirmos que somos portuguesas. Isso é CIENTÍFICO, é a VERDADE.
Um possante movimento de RESISTÊNCIA ARMADA contra a pior grei do capitalismo mundial, o hitlerismo. Um movimento integrado por inúmeros vultos, as excelências que a luta das classes na Galiza pariu, que continuaram a luta pelo mundo todo, o Santa Liberdade da Galiza e Portugal, o «Souto Maior», José Fernández Vázquez, ferrenho combatente (1928-1986) em toda quanta luta anti-imperialista houve no mundo, ainda hoje não tiveram o esclarecimento suficiente da VERDADE SECULAR de que a Galiza e Portugal são o mesmo país, a mesma nação. Eis justamente onde se agiganta a figura de Ernesto Guerra Da Cal (EGDC) na teoria e na prática. EGDC deixou escrita em 1953 a VERDADE de que a Galiza é Portugal e que Portugal é a Galiza. E a sua prática até a sua morte em 1994 foi a UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL ultrapassando mesmo o REFUGIADO Catelão que em 1940 deixou escrito que «SÓ um feito violento sobre… Portugal [a ditadura salazarista] lograria juntarem-se os nacos deslocados [a Galiza, Portugal, outros]». EGDC logrou a meio de FERRENHA prática inúmeras vezes juntar os nacos deslocados da Galiza, unir a Galiza e Portugal em «miudezas» tais como «Dicionário das Literaturas Portuguesa, GALEGA e Brasileira» (1956) de Jacinto do Prado Coelho que escreve «EGDC estreitou ainda mais os laços que NOS UNEM (à Galiza e Portugal), fez-nos mais conscientes do que SOMOS (galegas e portuguesas). Quer dizer, EGDC penetrou uma e outra vez a FORTALEZA DA DITADURA SALAZARISTA (Américo Thomaz, Marcello Caetano) para iniciativas de UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal com resultados concretos e positivos. E sabemos que não sabemos o labor e todo o lavor do Conselho da Galiza perante a ONU antes e após a morte de Castelão em 1950 devido ao sequestro ou CENSURA do seu espólio ou de toda a história da luta de libertação da Galiza em UNIÃO com Portugal que tem em EGDC UM FERRENHO lutador pela UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL, quarenta ou sessenta anos da sua vida e até na sua morte…
OCULTAMENTO DA VERDADE, FALSIFICAÇÃO DA NOSSA HISTÓRIA: Denominar «Provincialismo» a um movimento REVOLUCIONÁRIO de nacionalidade, pátria e independência da Galiza, do antigo Reino da Galiza, 1,5-2 M de habitantes, que se levantou armado, escravo que arrasta cadeia, a mocidade galega triunfa com a força da espada nos destinos do mundo; Faraldo, 24 anos em 1846, 20 em 1842. Extrema divissão. Grande UNIDADE NACIONAL da Galiza. Revolução contra COLONIALISMO, DITADURA, TIRANIA da Corte de Madrid para PÁTRIA E LIBERDADE. Escreve Benito Vicetto em 1875. Denominar isto tudo de «Provincialismo» é CRIME. Denominar «Regionalismo» o movimento político que renasce das cinzas disso tudo é CRIME. FALSIFICAR as ideias basilares da Irmandade da Fala é CRIME. NEGAR A VERDADE DA IDENTIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL CENSURANDO EGDC É CRIME. Proclamar que o proletariado ferrolano, galego e português está a ser e será o resgatador da VERDADE, da UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal a meio da INSURREIÇÃO. Em Ferrol, sexta-feira, 10 de março de 2017

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher PROLETÁRIA Distribuídas 800 folhas. 500 às 10h15-11h45 na rua Galiano (Abanca). 300 às 13h00-14h10 na porta da Bazan rua Taxonera na quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher PROLETÁRIA
Feminismo? Com certeza. Feminismo proletário. O da Clara Zetkin, LENINISTA de coração. Feminismo das proletárias para o proletariado DESTRUIR as bases militares, económicas, ideológicas, políticas da opressão e exploração da mulher, do proletariado e das nações oprimidas pela classe dominante e o seu sistema de relações sociais: o capitalismo patriarcal, MACHISTA. Quer dizer, CONSTRUIR SOCIALISMO a meio da Revolução Mundial para acabarem as GUERRAS capitalistas, para acabar a hipótese certa da Terceira GUERRA MUNDIAL NUCLEAR de Trump e os seus oito mosqueteiros contra as pessoas negras… como Obama!
Feminismo burguês, capitalista, de canhoneira, do PSOE de Felipe González, do PP de Rajoy-Feijó? Feminismo de «Pacto de Estado»? O que é o Estado? O Estado é coacção. O Estado é repressão. É VIOLÊNCIA ORGANIZADA, machismo é o Estado. Qual é o Estado? O do Reino da Espanha. O de um rei imposto por Franco sobre GUERRA DE GENOCÍDIO proletário particularmente de proletária; é o Estado do rei seu herdeiro. O de uma classe dominante, capitalistas, patriarcas, machistas, que os temos perante os olhos, como o Galão de Iberdrola abraçado a Feijó por sua vez abraçado ao Marcial Dorado, que PROÍBEM, IMPEDEM a cinco mil mulheres galegas trabalhar, ter emprego em ASTANO A CONSTRUIR BARCOS, emprego para a mulher, autonomia da mulher, independência da mulher proletária em face de pluri-empregada da classe dominante, Dolores de Cospedal, Ministra da Defesa do PP e promotora das bases militares, económicas, políticas e IDEOLÓGICAS do dito FEMINICÍDIO das pobres, das proletárias como Elisa Abrunhedo e muitas outras. Qual é o Estado? O da inaudita CORRUPÇÃO! O de falangistas como Arsénio Fernández de Mesa ou franquistas-golpistas como Romero Caramelo e os seus adorados genocídas que dão nome às ruas do Arsenal, ou Morenês, ou Scharfhausen, ou… Qual é o Estado? O do partido governante: O PP, definido publicamente por Cayo Lara como «uma banda de delinquentes ORGANIZADOS para delinquir»; o que não disse Cayo é o que sabe todo o mundo na Galiza, um partido de narcotraficantes a começar por Rajoy, Feijó, Aznar, Fraga, Naseiro, Bárcenas, Romay Beccaria. O Estado de um partido, PSOE, que tendo o dever de governar, se abstem para que continue a governar a CORRUPÇÃO E O MACHISMO DO PP com quota de partilha…
O Estado é a VIOLÊNCIA ORGANIZADA, MACHISMO, do Florentino Perez, do Henrique Cerezo, do Real e Atlético de Madrid, Entrecanales, Koplovitz… contra o proletariado, contra as mulheres proletárias, contra as nações oprimidas a meio da polícia, Guarda Civil, polícia local, companhias de segurança, militares, cárceres, funcionariado de prissões, juízes, funcionariado dos julgados e toda classe de instituições de COACÇÃO: Os media… O Estado é VIOLÊNCIA ORGANIZADA do aparelho burocrático-militar integrado por centenas de milhares, ou de milhões, de homens, na sua imensa maioria, IDEOLOGIZADOS pela classe capitalista patriarcal e as suas leis no mais abjeto, torturador e assassino machismo, racismo e VIOLÊNCIA contra galegas e galegos, «folha-vacas» sem bandeira, a falarem espanhol às suas ordens – instituída a coacção, repressão, violência organizada, força especial...
Feminismo de «Pacto de Estado ou CONTRA O ESTADO»? Feminismo de Pacto de Estado de Excepção da Ana Pontão e BNG? Feminismo em favor de vender armas à Arábia Saudita? Feminismo de premer botão NUCLEAR? Feministas hipersensíveis ao assassinato da mulher pelo seu homem, caladinhas aquando a mulher PROLETÁRIA é assassinada pelo patrão, o capitalista patriarcal, machista? Teoria e doutrina feminista de professora universitária que apanha avião em Madrid para aulas em Universidade da Galiza dous dias à semana e torna à capital imperial? Feminismo COLONIZADOR? Feminismo promovido pelo Estado para «Pacto de Estado» contra o proletariado? Feminismo promovido pelo Estado usando os seus media pasa manifestação em favor de «Pacto de Estado»? Feminismo promovido pelo Estado MONÁRQUICO, FRANQUISTA, CORRUPTO, ORGANIZADOR DA VIOLÊNCIA, MACHISTA? Feminismo de clínica privada para abortarem mulheres da classe capitalista-patriarcal-eclesial? Feminismo que abandona o discurso da luta das classes e mesmo o nega? Feminismo que abandona a luta das mulheres PROLETÁRIAS contra o patriarcado e machistas do SERGAS? Feministas que compartilham partido político ou sindicato com «objetores» ginecólogos que violam direito legal das mulheres ao aborto? O que se precisa é feminismo PROLETÁRIO para ACABAR O ESTADO capitalista espanhol e não apenas a meio da INSURREIÇÃO. 
Em Ferrol, quarta-feira, 8 de março de 2017

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 6 de março de 2017

ESTADO DE EXCEPÇÃO DE ANA PONTÃO (Art 116.2 CE) Distribuídas 700 folhas. 400 às 10h45-11h45 na rua Galiano (Abanca). 300 às 13h00-14h25 na porta da Bazan rua Taxonera em segunda-feira, 6 de março de 2017.

ESTADO DE EXCEPÇÃO DE ANA PONTÃO (Art 116.2 CE)
No golpe militar FRANQUISTA do 23-F encabeçado por João Carlos I estava previsto e organizado o fuzilamento de diferentes pessoas que figurávamos em listagem nominal. Não transcendeu, porém a listagem nominal dos fuziladores embora o PP premiasse e elevasse aos postos melhor remunerados do Estado monárquico a falangistas como Arsénio Fernández de Mesa e Diaz del Rio, do grêmio dos fuziladores-genocídas do Suevos, IMPUNES. O PP premiou, elevou e organizou muitos outros franquistas-criminosos-narcotraficantes, tantos que até Cayo Lara proclamava através dos media que «o PP é um bando de criminosos organizados para cometer crime»: «Cayo cayó y calló»… E os fuziladores que habitam o PP ganharam mais um aliado que se levantou IRADO com eles contra uma das suas vítimas PROIBINDO e lhe abafando a VOZ de denúncia dos assassinos franquistas. Estamos a falar de Jorge Soares, à direita de Alberto Garzón, hipócrita, corrupto e a TIRANIZAR a classe obreira ferrolana. Jorge com os «teatreiros» da mesma C.ª só querem roubar-te o dinheiro da taxa, justa-já-participada-informada-esta-não-outra-sim-se-tem-de-haver-uma-taxa-bueeeeeeeeeno! Proclama Carro-de-Éguas…
ESTADO DE EXCEPÇÃO reclama Ana Pontão. O BNG não lhe diz não. Luis Bará, lei galega de memória histórica para a ocultar. OCULTAR O FRANQUISMO DE ANA PONTÃO E O BNG. Sem a lembrança, mas com saudade do estado de excepção de 1969, o estudante Ruano, antes «greve do azeite», «garrote-vil», genocídio da classe obreira em Granada-Ferrol-Gasteiz, o processo de Burgos, os fuzilamentos, o «Canárias» apontando para a Santa Liberdade em Recife, Jove, Baldaio, As Encrovas, as covas, as «rojas» rapadas, violadas, fuziladas, o «azeite de ricino» e o franquismo, nazi-fascismo, em ESTADO DE EXCEPÇÃO PERMANENTE, até em 4 de dezembro de 2014 @s controlador@s aéreos sob autoridade MILITAR do PSOE de José Blanco. Quer dizer, a nome e defesa da mulher, Ana Pontão quer, mais uma vez, o fascismo florescer.
Numa palavra, PP e adláteres parlamentares a defenderem a DITADURA, A TIRANIA contra a classe obreira e nações submetidas incluída a Galiza Sul, Portugal. Ana Pontão-BNG e C.ª de mãos dadas com o franquismo do PP são os eleitos membros da classe dominante que reprimirão, esmagarão o proletariado e povo galego nos parlamentos (galego-espanhol-europeu). Eis a verdadeira essência das parlamentares burguesas e do seu parlamentarismo na monarquia franquista: Parlar, charlatanice, com a finalidade especial de ENGANAR a «gente simples», exercer a prostituição política e sindical para o proletariado e a Galiza esmagar. «Pacto de Estado» para as proletárias em 8-M, manifestam as burguesas. O Estado é monárquico e franquista: O que reivindicam as burguesas?
ESMAGAR a Humanidade com GUERRA MUNDIAL NUCLEAR – resiste Vladimir Safronkov. Guerra financiada com mais 54.000 M$ é o que proclama o «ENIGMA-TRUMP» com a colaboração de jornais e jornalistas que MENTEM com cinismo ocultador da VERDADE. Primeira VERDADE: Em 4 de agosto de 1914 a social-democracia alemã votou em favor dos crêditos de GUERRA: Primeira Guerra Mundial. Segunda VERDADE: Em três anos (1933-36) a Alemanha de Hitler ARMOU-SE para a Guerra-Relâmpago financiada pelos EUA de Rooselvet (Ford-General Motors): Segunda Guerra Mundial. Terceira VERDADE: Trump está a desencadear a Terceira Guerra Mundial NUCLEAR. Quarta VERDADE: As cinco fragatas para Ferrol que a Patrícia Ermida anuncia em RNE são os sonhos «Trumpistas» dos almirantes como Romero Caramelo – Diario de Ferrol e a Voz nada anunciam a respeito. Quinta VERDADE: Anunciar greves de coincidência com os estivadores para a derrocada do governo a violar a lei, da TIRANIA CRIMINOSA do Rajoy-Feijó-PP-Dorado desencadeará a revolução mundial a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, sexta-feira, 3 de março de 2017

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 1 de março de 2017

V I T A L Y C H U R K I N Distribuídas 800 folhas. 400 às 10h30-12h00 na rua Galiano (Abanca) e 400 às 13h00-14h30 na Porta da Bazan rua Taxonera da segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

V I T A L Y   C H U R K I N
A morte em combate pacífico de Vitaly Churkin (20/02/2017, Nova Iorque) priva a Humanidade de um grande lutador pela PAZ E O DESARMAMENTO, contra a GUERRA MUNDIAL NUCLEAR que os EUA e Trump estão a desenvolver e contra o armamento nuclear do Trump e dos EUA acompanhados do de Israel, a Grã Bretanha, a França. Uma vital inteligência desaparece. Uma inteligência que processava que a Coreia do Norte não é o problema nem outras potências ou países que não têm outro remédio que se defender da permanente agressão norte-americana e seus aliados. Isto é, da mais brutal e canalha grei de capitalistas financeiros, petroleiros e guerreiristas dos EUA encabeçados pelo Rex Tillerson da Exxon Mobil e Secretário de Estado dos EUA.
Vitaly Churkin anunciou entusiasmado que o Conselho de Segurança elegera António Guterres para ser secretário-geral da ONU. Vitaly Churkin, como Sergio Vieira de Mello, entendeu a questão da Galiza e a sua UNIÃO NACIONAL com Portugal, questão que António Guterres, Portugal e a CPLP têm de encarar no meio, como mais uma das questões DEMOCRÁTICAS planetárias neste tempo em que a DITADURA dos capitalistas e o militarismo fascista dos seus Estados se acentuam com vistas à GUERRA MUNDIAL NUCLEAR, acompanhados da sua representação política, o PP no nosso caso.
E não apenas o PP, também os seus adláteres, caso Jorge Soares que nos PROÍBE dizer em plenário do Concelho de Ferrol que «os fuziladores do 23-F agora estão no PP», Jorge Soares às ordens deles e delas que se levantaram iradas mesmo alguma INSULTANDO-NOS porque é imperioso OCULTAR que Arsénio Fernández de Mesa e Diaz del Rio, falangista fuzilador está no PP e premiado em REE pelos serviços prestados na GUERRA SUJA contra o proletariado e o povo galego e não só particularmente mulheres proletárias assassinadas desde os atentados de antes do «Prestige», Delegado do Governo espanhol na Galiza, até a sua direção da Guarda Civil.
Jorge Soares, como JMRei, quer a classe obreira e o povo de Ferrol pagar uma ILEGAL TAXA só para LUCRAR os grandes capitalistas espanhóis como Florentino Peres-Real Madrid, Entecanales-Arábia Saudita e a irmã Koplovitz e os das eléctricas como Galão de Iberdrola recebido com Feijó pelo almirante franquista-golpista Romero Caramelo para PROIBIR ASTANO CONSTRUIR BARCOS e nos agredir por o reclamar. Reparem que o EMBROGLIO é de tal magnitude que até os alegados «remunicipalizadores plataformados» querem TAXA, justa-já, participada, informada, esta-não e assim por diante, no entanto o governo espanhol do PP a VIOLAR A LEI, a desobedecer, a incumprir sentença de Tribunal Supremo, não tem a resposta pertinente: o levantamento para a sua derrocada. Não, o colega do Jorge Soares, o Galão, presidente do Comité de Empresa, não quer o proletariado a se manifestar nas portas do Arsenal militar para derrocar a TIRANIA FRANQUISTA, conquistar DEMOCRACIA e, sobretudo o cumprimento do Convénio e que deixem de ROUBAR salários atrassados durante anos e não apenas.
Querem os adláteres da TIRANIA FRANQUISTA NARCOTRAFICANTE exercida por Rajoy-Feijó que esta continue para as esmolinhas com que os premiam. Estes «democratas», pretensos socialistas que substituem a luta de classes pelos SONHOS de entendimento de classes, o fuzilado com o fuzilador, são contrários ao derrubamento do poder da classe capitalista e favoráveis à submissão pacífica da classe obreira para ser bem ESPOLIADA, esmagada, massacrada e assassinada, são traidores à sua própria classe como a história da luta proletária, pela revolução socialista, demonstra uma e outra vez. E são o principal obstáculo que há que derrubar para a derrocada do poder fascista espanhol na Galiza e Portugal, do poder capitalista financeiro para a DEMOCRACIA PROLETÁRIA, da imensa maioria da população, ser o normal.
Em Ferrol é precisa MANIFESTAÇÃO para demissão do Jorge Soares, contra a TAXA, a sua, a do PP e a dos «plataformados remunicipalizadores», contra a TIRANIA, a sua e a do PP. É precisa DEMOCRACIA, o povo é quem mais ordena: O Zeca Afonso sempre! Nos estaleiros navais, em Ferrol, o que se precisa é levantamento, INSURREIÇÃO. Em Ferrol, segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

UM SÉCULO DE REVOLUÇÃO DOS SOVIETES E A PAZ Distribuídas 700 folhas. 400 às 10h30-12h00 na rua Galiano (Abanca). 300 às 13h00-14h30 na porta da Bazan rua Taxonera da segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

UM SÉCULO DE REVOLUÇÃO DOS SOVIETES E A PAZ
Sovietes ou soviética é a palavra que se ajusta ao sujeito revolucionário, o proletariado, o campesinato pobre, soldad@s e marinheir@s, sujeito que ESPONTANEAMENTE se organizou e ele próprio denominou de SOVIETE essa forma de organização que alastrou pelo mundo para REVOLUÇÃO SOCIALISTA MUNDIAL e para PAZ.
Para alcaçar a PAZ é preciso que o poder do Estado pertença ao operariado e ao campesinato mais pobre, A IMENSA MAIORIA, mas não aos latifundiários e capitalistas, A ÍNFIMA MINORIA. O pobre quer PAZ. O rico quer GUERRA. O pobre quer a libertação de todas as colónias e de todos os povos dependentes, oprimidos e privados de plenos direitos como a Galiza. O pobre não espera nada de bom dos governos burgueses, quer que o operariado de todos os países do mundo derrube esses governos burgueses para tomar o poder e decretar a PAZ. A guerra proletária contra qualquer governo burguês, contra todos os governos burgueses do mundo é que trará PAZ porque todo o operariado de todos os países do mundo contribuirá para o êxito da PAZ. O que Lenine escreveu em Zurique, em 25 de março de 1917, «Como alcançar a PAZ?», achamos que se ajusta à realidade do mundo atual com Trump e Rex Tillerson avançando para GUERRA MUNDIAL NUCLEAR embora o juiz James Robart, mas não chega. Em Portugal e na Galiza temos, na nossa língua, em Edições
Avante, «Dez Dias que Abalaram o Mundo» de John Reed, informação veraz acerca do que foi, é e continuará a ser a REVOLUÇÃO SOCIALISTA MUNDIAL iniciada pelo proletariado russo organizando-se em SOVIETES. O proletariado galego-português processando essa informação contribuirá necessariamente para a atual REVOLUÇÃO SOCIALISTA MUNDIAL e decisivamente para a PAZ MUNDIAL com a derrocada dos governos burgueses da União Europeia amarrados ao capitalismo petroleiro norte-americano encabeçado por Trump-Rex Tillerson.
A guerra do proletariado galego-português contra a burguesia acovilhada no Parlamento galego, PP, PSOE, Em Maré, BNG, impedi-los-á de apresentar queixa contra Portugal por concorrência DESLEAL. A única DESLEALDADE com o proletariado galego-português e com a Galiza é a deles e a delas que se alinham com a burguesia e capitalistas espanhóis que deslocam a produção a Portugal porque lhes dá mais LUCROS e, sobretudo confronta e divide o proletariado galego-português e à Galiza com Portugal, aliás, a política secular do império espanhol. Contra a burguesia e capitalistas espanhóis não agem, mas contra Portugal, a Galiza livre. Aos quatro ginetes galegos do capitalismo espanhol não se lhes ocorre colocar a questão da concorrência DESLEAL da Coreia do Sul e outros para defenderem ASTANO-LISNAVE CONSTRUIR BARCOS. Não se lhes ocorre qualquer iniciativa galego-portuguesa em favor da GALIZA (Ferrol-Vigo)-PORTUGAL (Almada-Setúbal) CONSTRUIR BARCOS. São contrários à UNIÃO Operária Galego-Portuguesa, o que faz falta, sem qualquer iniciativa CIG-CGTP de UNIÃO da Galiza com Portugal, em favor dos interesses objetivos do proletariado e do povo de Portugal e a Galiza. Eles e elas instalam-se na contrarrevolução e pensam e agem como contrarrevolucionári@s porque na Galiza, Portugal é revolucionário, porque ajudam espanhóis a confrontar a Galiza com Portugal. Precisam é de salvarem a cabeça perante os ataques desaforados da TIRANIA FRANQUISTA NARCOTRAFICANTE mais intensos, ainda mais: Seca mais quatro ciclões, pessoas mortas, dezenas de milhares danadas. A Galiza arrasada e Feijó em Málaga, de caça? Os bombeiros a se manifestarem e as cabeças salvadas; com Zoílo de ministro do Interior e Romero Caramelo franquista «secador-ciclonador» para lucro de I. Galão e das «eléctricas». Tudo sem que els catalans Mas, Homs e C.ª, atacados e «heróis», se lhes ocurra que a INSURREIÇÃO, o seu anúncio, preparação e execução não só é um direito democrático reconhecido na lei, mas também um dever democrático para acabar com a TIRANIA FRANQUISTA NARCOTRAFICANTE e todas as suas formas de opressão; C.ª e els catalans têm maioria no Parlamento espanhol e permitem NARCOTRÁFICO, FRANQUISMO E TIRANIA. TIRANIA que derrubariam facilmente com DEMOCRÁTICA INSURREIÇÃO planejada, preparada, concordada, executada por todos os que somam mais de cento e oitenta deputad@s e não só. Porque como os ricos, querem LUCRO-GUERRA. Não querem a PAZ do pobre, a libertação de todas as colónias e de todos os povos dependentes, oprimidos e privados de plenos direitos como a Galiza, a primeira, a Nação Canária, a segunda, Euskal Herria e a Catalunha, a última porque o seu capital financeiro está amarrado ao espanhol para COLONIZAR a Galiza e Portugal. No entanto o tempo se passa. A TIRANIA permanece e os seus ataques contra a classe obreira, o campesinato pobre, os pescadores pobres, soldad@s e marinheir@s, têm resultado de danos e mortes maciças por fome, poluição, doença, «acidentes» no trabalho, nas estradas, nos comboios, nos aviões, na rede de saúde e hospitais públicos e privados. Danos e assassinatos, genocídio capitalista, que aumentam no tempo que se passa e que aumentarão mesmo com GUERRA MUNDIAL NUCLEAR se não derrocarmos a TIRANIA a meio da INSURREIÇÃO.                               
Em Ferrol, segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

TRUMP SIGNIFICA GUERRA MUNDIAL NUCLEAR Distribuídas 800 folhas, 400 às 10h30-12h00 na Rua Galiano e 400 às 13h00-14h35 na porta da Bazan, rua Taxonera, na terça-feira, 17 de janeiro de 2017

TRUMP SIGNIFICA GUERRA MUNDIAL NUCLEAR
Em sexta-feira, 20 de janeiro de 2017 começa formalmente um período, mas não de incerteza, um período de certeza de perigo de iminente Guerra Mundial Nuclear dos capitalistas petroleiros e dos não petroleiros representados por Trump contra o proletariado mundial e contra os países «gamberros». Guerra Mundial Nuclear do Trump-Tillerson (Exxon Mobil) contra a Humanidade que destruirá o mundo que conhecemos.
O remédio é a UNIÃO do proletariado de todos os países na luta para acabar o capitalismo e o imperialismo construindo o socialismo que trará PAZ e DESARMAMENTO e muito emprego e salários para desfazer o armamento construindo «armas» para a PAZ E A DEMOCRACIA proletárias.
O remédio é a UNIÃO de todos os países «gamberros», os definidos por Richard Perle e mais. Estamos a falar da Rússia, da China, da Ìndia, da África do Sul, do México e muitos outros em Aliança Mundial pelo Socialismo e a Paz.
O remédio é a UNIÃO de todos os países das Nações Unidas para a «fantasia» de a ONU acabar as guerras e conquistar PAZ E DESARMAMENTO, ser uma imediata realidade contada e cantada na nossa língua.
O remédio é a LUTA UNIDA contra Trump. A LUTA PROLETÁRIA UNIDA. E aquelas pessoas, entidades, instituições e países contrários à LUTA, sabemos do que estamos a falar, CONTRIBUIRÃO PARA A GUERRA MUNDIAL NUCLEAR. E a guerra que é, a que está a ser tornará MUNDIAL E NUCLEAR.
O remédio é a LUTA PROLETÁRIA UNIDA contra o capitalismo e o imperialismo em concreto. Se o Reino da Espanha é um país capitalista e imperialista (quinhentos anos imposto pela força das armas) de TIRANIA NARCOTRAFICANTE que vende armas Arábia Saudita, cinco corvetas, apoiando isto contribuiremos para Guerra Mundial Nuclear.
Só a LUTA PROLETÁRIA UNIDA, a começar pela UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA na luta, trará o que a classe obreira precisar: Paz, emprego, aumento de salário e pensões, baixada dos preços (água, gás, electricidade, combustível), 35 horas, fuso horário português, saúde, ensino. CONSTRUIR BARCOS EM ASTANO E LISNAVE. CONSTRUIR BARCOS nos estaleiros navais da Galiza e Portugal. Eis o que é preciso.
A luta proletária UNIDA pelos Convénios ou cadernos reivindicativos fora deles até completar os, diz-que, 40.000 M€ que nos espoliaram para resgatar bancos: cerca de 2.000 Euros por pessoa a trabalhar. Na Galiza roubaram-nos muito mais ao Feijó presenteiar Abanca ao Escotet para apoiar o Tillerson.
O que mais contribui para a derrocada da TIRANIA NARCOTRAFICANTE de El-Rei Felipe VI é a luta pela UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL. É tanto o medo dos capitalistas espanhóis e adláteres que RIGORIZAM A CENSURA MEDIÁTICA até ao inaudito. Em 12 de janeiro reuniram-se em Madrid o Ministro português de Ambiente com os espanhóis de Ambiente e de Energia. Nem El País nem La Voz de Galicia publicaram nada. Só Feijó anuncia pre-alerta por seca justamente nesse dia para ocultar o que o Ministro português depois da reunião não esclareceu: «no impacte transfronteiriço, não estamos de acordo»: Que existe a Convenção de Albufeira entre a República portuguesa e o Reino da Espanha que este VIOLA permanentemente no relativo às bacias hidrográficas do Guadiana, do Tejo com central nuclear e armazem de resíduos em Almaraz e governo espanhol jogando a «roleta Chernóvil», do Minho-Sil e, sobretudo a bacia do Douro que por sua vez oculta todos os rios galego-portugueses, com nascente na Galiza e desembocadura quer no Douro quer no mar. Todo o território português a norte do Douro conformado por ríos comuns à Galiza e Portugal. E em pleno XXI século, com «democracia», UE, etc. sem um organismo galego-português para os gerir e governar. Eis, aliás, uma contundente evidência da IDENTIDADE [e complexidade] da Galiza e Portugal.
Um Portugal que tem de contribuir para a PAZ E DESARMAMENTO mundial. Para a derrocada do Trump nos estão a marcar o caminho no México e nos próprios EUA. A luta em México põe de relevo a necessidade da UNIDADE MUNDIAL do proletariado das multinacionais na luta contra o capital petroleiro fabricante de automóveis. E a luta nos EUA, em nossa opinião, é uma grande expectativa de esperança, de confiança na VITÓRIA mundial do socialismo que virá para UNIÃO NACIONAL da Galiza e Portugal a meio da INSURREIÇÃO. 
Em Ferrol, domingo, 15 de janeiro de 2017

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

REVOLUCIONÁRIO ERNESTO GUERRA DA CAL Distribuídas 800 folhas; 400 às 11h00-12h00 na Rua Galiano (Abanca) e 400 às 13h00-14h30 na porta da Bazan rua Taxonera da segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

REVOLUCIONÁRIO ERNESTO GUERRA DA CAL
Ernesto Guerra Da Cal (EGDC) nasceu em Ferrol em 19 de dezembro de 1911. Revolucionário EGDC, o seu exemplo, a sua figura ergue-se como gigante nuns tempos de CENSURA E TIRANIA não apenas d@s inimig@s da Galiza, mas também d@s alegad@s amig@s que estão a comemorar o centenário das Irmandades da Fala para MENTIR E CENSURAR as duas ideias basilares do programa político das Irmandades: 1. Português, língua da Galiza; 2. Galiza com Portugal, nação única. EGDC deixou escrito em Nova Iorque em dezembro de 1953: «Portugal era o desenvolvimento cultural, pleno, da minha Galiza natal. Era o que a Galiza deveria ter sido se as vicissitudes e os caprichos da História não a tivessem transviado do seu destino natural, deturpando a sua fisonomia espiritual, quebrando a sua tradição, impondo-lhe formas culturais alheias, estranhas ao seu carácter».
Revolucionário EGDC, COERENTE, publica em 1959 «Lua de além-Mar» e em 1963 «Rio de Sonho e Tempo» proclamando o «emprego da ORTOGRAFIA portuguesa porque é a nossa, a da nossa secular tradição e porque é INADIÁVEL mergulhar-nos no âmbito português-brasileiro; seguindo o conselho venerável do patriarca Murguia que já recomendou a UNIFICAÇÃO linguística com Portugal. Tudo representava uma INSURGÊNCIA doutrinal, uma BANDEIRA defraldada contra a IMPOSIÇÃO da cultura e ORTOGRAFIA espanholas. Representava, também, a necessidade de reorientar a nossa consciência de nacionalidade no sentido de reatamento dos laços de IDÊNTIDADE linguística – e não só: DE IDÊNTIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL. Mais de meio século depois continua sendo necessário o conselho venerável do patriarca Murguia…
EGDC ergue-se gigante contra Blocos e Marés de ORTOGRAFIA, ANALFABETIZAÇÃO, PROIBIÇÃO, REPRESSÃO E PUNIÇÃO espanhola desde a sua esmagante e científica AUTORIDADE doutrinal e moral.
Revolucionário EGDC, nacionalista ferrenho, combatente ferrenho contra o franquismo mesmo com as armas na mão desde o Batalhão de Milícias Populares Galegas na frente de Toledo em setembro de 1936. Combateu toda a sua vida com as armas das que dispunha. Em 1985, com 74 anos, publica «Rosalia de Castro-Antologia Poética-Cancioneiro Rosaliano» qualificado de volume REVOLUCIONÁRIO pelo português Francisco J. Velozo. Revolucionário EGDC, EXILADO, «EXPATRIADO, Galego, nunca foi espanhol, nem jamais o quis ser» (escreve dele Marcelo Duarte Mathias). Quis ser ferrolano e galego, que o era, e quis ser português, que também o foi com o seu passaporte outorgado pelo Governo português pelos serviços prestados a Portugal com a sua queirosiana obra, única no mundo.
Como a Galiza, o revolucionário EGDC continua EXILADO, EXPATRIADO, PROIBIDO, CENSURADO mesmo mais do que Bergamin que deixou escrito que «galeg@s temos de pensar o futuro com Portugal», justamente porque EGDC é o exemplo, o referente mais contundente, mais esclarecedor e esclarecido da NOVA GALIZA UNIDA COM PORTUGAL.
Nuns momentos em que a OFENSIVA espanhola contra a UNIÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL disfarça-se de reivindicação do AVE fingida pelo Feijó-Sarna que continuam a sabotar o Alfa-pendular chegar desde Faro-Lisboa-Porto até Ferrol ou a denuncia por concorrência desleal do «candongo» Ramóm Sarmento de CCOO, «implacável» contra Portugal sem o ser contra o Reino da Espanha que PROÍBE CONSTRUIR BARCOS aos estaleiros navais de Ferrol e Vigo (ASTANO-BARRERAS), PROIBIÇÃO que alastra a Portugal, sem querer saber o fácil remédio: UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA particularmente dos estaleiros navais. Querem OCULTAR e ocultam que em 13 de dezembro Eduardo Cabrita, Ministro Adjunto de António Costa, encontrou-se com o presidente do Comité Intermunicipal do Alto Minho por sua vez presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo para lhe anunciar que haverá Cimeira Portugal-Espanha em 2017 e que o Governo português priorizará as relações «transfronteiriças» do Alto Minho com a Galiza.
Pretendem ocultar que o mais perigoso para a TIRANIA PP-PSOE (Gestora) é justamente a MOBILIZAÇÃO UNIDA galego-portuguesa em qualquer âmbito ou iniciativas de denúncia e reivindicação da liberdade da Galiza unida com Portugal perante o Secretário-geral da ONU, António Guterres, iniciador do Trem de Grande Velocidade Faro-Ferrol, tudo a conquistar a meio da INSURREIÇÃO. Em Ferrol, segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

DEMOCRACIA É SOCIALISMO Distribuídas 800 folhas. 400 às 10h00-12h00 na rua Galiano (Abanca); 400 às 13h00-14h50 na porta da Bazan rua Taxonera quinta-feira, 10 de novembro de 2016

UMA DELEGAÇÃO DE ALTOS MANDOS MILITARES FARDADOS VISITOU BAZAN. DENTRE ELES VÁRIOS COM RASGOS ÁRABES. UM INTEGRANTE DO COMITÉ DE EMPRESA NOS DISSE QUE ERAM DE QATAR. HAVIA OUTROS QUE NÃO ERAM DE QATAR. DENTRE ELES UM CAPITÃO ESPANHOL DO EXÉRCITO. HAVIA UM OUTRO QUE PODIA SER NORTE-AMERICANO OU AUSTRALIANO.
CHAMA A ATENÇÃO QUE NÃO PUBLICASSE NADA A IMPRENSA LOCAL. 

DEMOCRACIA É SOCIALISMO
A presidência ocupada pelo Donald Trump, do pior dos piores capitalistas no mundo, reforça a necessidade de acabar o capitalismo nos EUA, na Europa e no mundo. À Humanidade, ao proletariado mundial urge-lhe conquistar e construir um sistema social, o socialismo, para Paz, para destruir a MENTIRA burguesa que chama liberdade à liberdade dos ricos para construir e dominar Estados superarmados mesmo com armas nucleares para planejar, preparar e desencadeiar guerras para terem os maiores lucros sobre o extermínio de dezenas de milhões de pessoas na sua imensa maioria pobres e da classe obreira. É o que mostra a história de um século (1916-2016) de guerras permanentes que desde a guerra contra o Viet Nam até hoje coloca em primeiro plano os milionários dos EUA e a sua ameaça de destruir o Planeta a meio da Guerra Mundial Nuclear.
Estamos mais uma vez no caso. Donald Trump, o mesmo que a Theresa May, anúncia premer o botão nuclear. E não há outra saída que o proletariado mundial vencer os capitalistas e livrar definitivamente à Humandidade de guerras, do jugo do capital, da escravatura assalariada. E isso em cada lugar do Planeta particularmente em Ferrol onde temos um alcaide, Jorge Soares, militante em favor do genocídio e do extermínio que a Arábia Saudita perpetrou, está a perpetrar e perpetrará no Iemem e não apenas com cinco corvetas construídas nos estaleiros navais da Ria de Ferrol porque, já o sabem, Ferrol não vai resolver as crises mundiais. O Jorge Soares condena o feminicídio, mas fornece armas ao violador, pederasta e assassino para perpetrar os seus crimes. Eis o que não é contraditório segundo ele «ratazoa». Nem sequer é capaz de «ratazoar» que no XXI século um país ter rei, que é Chefe de Estado e Chefe das Forças Armadas, é mais anacrónico e gravemente prejudicial do que aplicar o cinto de castidade às mulheres.
Eis que o Felipe VI viajando à Arábia Saudita para assinar o contrato das cinco corvetas posiciona-se em favor da GUERRA, do genocídio, do extermínio de mulheres, idosos e crianças, da lapidação de mulheres «adúlteras», da pena de morte, da amputação de membros e de todas as selvagens práticas dos seus tios, irmãos do seu pai, os corrompidos, narcotraficantes, proxenetas, violadores e pederastas Xeques da Arábia Saudita.
Vejam que nem El-Rei nem El-Rei de Ferrol querem ver que ASTANO A CONSTRUIR BARCOS criaria dez mil empregos mesmo construindo os petroleiros ou parte dos que fornecem o Reino da Espanha de petróleo, este muito mais da metade dos recursos energéticos que se consomem no Reino. Sabem por quê? Porque a CORRUPÇÃO produz muito para os grandes de Espanha como Felipe González, Alierta, Zebrião, Aznar, Zapatero, Rato, Mendez, Gaioso e muitos outros milionários a ocuparem Conselhos de Administração de grandes empresas e bancos que nos espoliam mês após mês com recibos da água, da luz, do gás, comissões bancárias, impostos diretos e indiretos, reduzindo emprego, pensões, salários, educação, saúde, aumentando jornada de trabalho, preços, impondo-nos fuso horário hitleriano. Comboio Faro-Ferrol-Irum do que não fala Feijó porque MENTE tanto que esmaga, deixam-se esmagar, a dita oposição do BNG, Em Maré, PSOE. Feijó como Donald Trump [teve mais votos a H. Clinton!] governarão com um voto de cada quatro pessoas com direito ao voto, quer dizer, a MINORIA. O governo da MINORIA é TIRANIA que há que derrocar a meio da INSURREIÇÃO.                                     
Em Ferrol, quinta-feira, 10 de novembro de 2016

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

FIZ, FAÇO E «HARÉ LO MISMO»: A TIRANIA DO RAJOY Distribuídas 800 folhas, 400 às 10h00-11h30 na rua Galiano (Abanca); 400 às 13h00-14h45 na porta da Bazan rua Taxonera da segunda-feira, 7 de novembro de 2016

FIZ, FAÇO E «HARÉ LO MISMO»: A TIRANIA DO RAJOY
Rajoy proclama o que vai fazer; é previsível. Por valor de 5.500 milhões de Euros e mesmo mais reduzirá emprego, pensões, salários, saúde, educação, aumentará impostos, preços, torturar-nos-á com horário hitleriano porque Feijó não é português, é, porém dos de Hitler e Marcial Dorado, e continuará a PROIBIR ASTANO CONSTRUIR BARCOS. Rajoy leva quarenta anos exercendo de franquista narcotraficante, o fez, o faz e o fará. O único diagnóstico acertado para qualificar o seu governo e regime monárquico é franquismo, tirania, ditadura e narcotraficante. Como assim, acertadamente, se proclamou nas manifestações estudantís contra a Lei Wertz: reválida FRANQUISTA. Eis o crime do PSOE encabeçado por Xavier Fernández que tem de ser derrocado em congresso imediato pela filiação e votantes: votar pela TIRANIA narcotraficante de Rajoy e a sua inaudita CORRUPÇÃO. Portanto não é acertado qualificar de ILEGÍTIMO o governo de Rajoy, que o é.
A TIRANIA significa repressão, exercer VIOLÊNCIA contra a dissidência. É o que nós estamos a sofrer apenas pela defesa de ASTANO CONSTRUIR BARCOS. Por defender em concreto o emprego, dez mil empregos para o massacrado Ferrol. Foi-nos aplicada com violência a lei FRANQUISTA denominada «mordaça» pelo alcaide Jorge Soares que saiu derrotado: Rebelaram-se-lhe até nas próprias fileiras e reparou sem deixar a TIRANIA e a falta de honradez.
Em 7 de setembro, o cretinismo, ananismo e raquitismo mental do Feijó, Revuelta, Galão e Alonso de vieram a Ferrol a insultar-nos tomando-nos por parvos anunciando não ASTANO CONSTRUIR BARCOS, mas mais «ferreghachos» a construir para destruir o estaleiro naval. Também produziu VIOLÊNCIA contra a defesa da VERDADE. Os quatro antes de virem para EXPONAV ordenaram ter o campo livre de qualquer protesto que empanasse a sua proclama «ferreghacheira» de propaganda barata dos «untados» média. Estes quatro têm a mesma mentalidade que os que regiam Bazan para repararem, clandestinos, os submarinos de Hitler que se lhes iam sem pagar ou grátis alojarem nazis na Escola Obreira e em A Granha. Por que o Comité de Empresa e sindicatos não estão a reclamar permanentemente para Ferrol os arquivos da factoria guardados em secreto para ocultar o seu passado nazi? Mentalidade e ideologia nacional-socialista assanhada e de extermínio contra a classe obreira e as suas Repúblicas.
Com essa mentalidade João Carlos Arnoso Lourido [JCAL] coordenador de segurança de SEGIRIBÉRIA, a trabalhar em Navantia ordenou ao vigiante de segurança da mesma empresa, Diogo Sedes Manteiga, impedir eu despregar a faixa com ASTANO CONSTRUIR BARCOS puxando-me com muita força para trás, fazendo-me cair de costas e bater com a cabeça numa parede de pedra com ferida da que saiu sangue. Isto foi visto por muitas pessoas, jornalistas com câmaras de TV que filmaram, outras fotografaram. Isto aconteceu em espaço público de recinto militar, fora de EXPONAV. Com a parte de lesões do Serviço de Urgências do SERGAS emitido às 19h35 do dia 7, na manhã do seguinte dia 8 apresentei queixa no Julgado de Instrução nº 1. Em Ferrol, o polícia nº 83.972 data queixa de JCAL contra mim às 20h16 do dia 7, quer dizer, quarenta minutos depois da minha parte de lesões o qual chama a atenção. Na queixa JCAL MENTE e acusa falsamente de eu ser o agresor, «se tira al suelo, sin que nadie provocase dicha caída… lanza puñetazos desde el suelo contra el vigilante de seguridad impactando dos de ellos en el pecho», que «en dicha caída este individuo se ROZA la cabeza contra una pared presentado un RASCAZO en la misma [parede ou cabeça?]»; «había gran cantidad de prensa que debió recoger lo sucedido» em recinto «de carácter militar» e por fim que «miembros de la escolta de Feijó acudirían como testigos» contra mim. Tudo antes das 20h16 do dia 7. Não deixa de chamar a atenção que o vigiante de segurança, Diogo Sedes Manteiga, também em Ferrol perante o polícia nº 94.198, que data às 15h31 do dia 8, apresente queixa contra mim IDÊNTICA à anterior, por ordem de JCAL. Diogo nem ouviu nem viu pormenores que declara, mentindo e acusando-me falsamente; «siente un FUERTE DOLOR cuando se levanta al dia siguiente», acude ao centro médico de Mutua Gallega e o médico Saul Eduardo Morim Arriojas assina parte de baixa laboral que ratificou a forense, Consuelo Duro Costa perante a juiza Ana Rodríguez Lorenzo e secretário do Julgado de Instrução nº 1 de Ferrol: Diogo tem lesões produzidas por mim que tardarão em curar-se VINTE E NOVE DIAS!!! A forense não auscultou o Diogo por ordem da juiza que avalia assim a FALSA parte do médico da Mútua Gallega. É a metodologia franquista clássica: Denúncia FALSA contra militante obreiro agridido que o torna em agressor, de vítima em verdugo. Tudo fede a CORRUPÇÃO franquista de funcionários, funcionárias públicas e não só em exercício das suas funções, médico, Mútua Gallega, juíza, secretário e talvez polícia. Resultava muito mais fácil à juíza tomar declaração a qualquer das da «grande cantidad de prensa que debió recoger lo sucedido» nomeadamente os que aparecem filmando na fotografia que publicou o Diário de Ferrol em 8 de setembro. Colocar nas redes sociais a filmação ajudaria à VERDADE. A melhor defesa contra a TIRANIA é a VERDADE, é a SOLIDARIEDADE OBREIRA e não só que se tem de manifestar, sobretudo proclamando e defendendo ASTANO CONSTRUIR BARCOS e que ninguém possa vir a ser ser punido com VIOLÊNCIA ou sem ela por defender isso particularmente nós. Daí o nosso permanente apelo para derrocar a TIRANIA do Rajoy-Feijó a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, segunda-feira, 7 de novembro de 2016

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A TIRANIA, MUI RAZOÁVEL Distribuídas 800 folhas às 11h00-12h15 na rua Galiano (Abanca) e às 13h00-14h20 na porta da Bazan rua Taxonera da terça-feira, 25 de outubro de 2016 em Ferrol

A TIRANIA, MUI RAZOÁVEL
Rajoy considera MUI razoável o fascismo da abstenção do PSOE para continuar a sua TIRANIA e CORRUPÇÃO NARCOTRAFICANTE, a do seu colega Pablo Crespo, um «Paesa» oculto. Rajoy considera MUI razoável o governo da MINORIA de 7,9 milhões de votos sobre a MAIORIA de 29,7 milhões de votantes. Alvarez Areces, héroi do 72 ferrolano, quer OBRIGAR Pedro Sanchez a se abster para ajudar o franquismo de Rajoy contra a democracia, a classe obreira e a liberdade da Galiza. Rajoy, Alvarez Areces e gestores não consideram noventa mil pessoas do PSOE a urgirem Congresso Extraordinário. Não consideram porque são tiranos. Consideram MUI razoável a tirania. Consideram mui razoável o da Gürtel e «tarjetas black» - mente Jaime III, os Estatutos de qualquer banco permitem isso e mais corrupção. Consideram mui razoável trabalhar catorze horas por nove centos Euros. Não consideram razoável ASTANO CONSTRUIR BARCOS com dez mil empregos. Consideram mui razoável a falta de emprego, a escravatura assalariada ou sem salário. Consideram mui razoável reduzir as pensões à metade, reduzir salário, aumentar jornada, fuso horário de Hitler, subir os preços, o SERGAS assassinar pessoas, torturar crianças com exames e reválidas. Rajoy e o PP consideram razoável investir oito mil milhões de Euros em autoestradas em Madrid, cerca do orçamento galego, e zero Euros na Galiza. Consideram razoável proibir o ferrocarril na Galiza. Consideram razoável o massacre de Angróis e o do Porrinho. Comboios de Portugal instalou sistemas de freado automático em unidades que RENFE lhe aluga para a linha Vigo-Porto. Portugal salva vidas de galeg@s. A Espanha mata-@s!
Rajoy, porém não é o único a considerar mui razoável o governo da MINORIA, isto é, a TIRANIA, também o Jorge Soares considera razoável governar 58.968 votantes com 7.142 votos e chuleia aquando se lhe exige demitir-se, que governará quatro anos. Jorge Soares e Luís Vitória consideram razoável investir 100.000 € em perros face investir 40.000 em pessoas, em Bem-estar Social. O alcaide Jorge como muit@s outr@s na Galiza trabalha para o franquismo do PP. Jorge continua sem devolver o que foi ROUBADO pelo JMRei da ilegal «taxa de saneamento», mais de 800.000 € e 50 € de média por pessoa. Jorge, presidente de EMAFESA, continua o lavor do PP em tudo. No contrato eléctrico. Melhorou o lavor do PP no avanço das obras da depuradora que será para Ferrol como um «Jaguar» para uma pessoa desempregada, não o pode manter. Impedir o avanço das obras da depuradora é defender Ferrol da ESPOLIAÇÃO dos da Gürtel e financiadores, OHL, Dragados, ACS, Florentino Perez, Real Madrid e o melhor de cada casa em termos de franquismo e classe dominante. Para lucro destes vai o que se paga na Galiza toda no mal dito recibo da água. Nele pagamos EMAFESA, AUGAS DE GALICIA-Junta de Galicia, URBASER e SOGAMA segundo leoninas normativas ou leis promulgadas por Vicente Irisarri a governar com a Iolanda Dias e o PP, desde Langtry, JMRei até ao Feijó. Jorge de «punho ergueito» ROUBA-NOS para lucrar o franquismo com rostos, nomes e apelidos em que destaca URBASER, presidida por um dos cães de Florentino Peres por sua vez a presidir ACS da que URBASER é filial. E SOGAMA (51 % Junta de Galicia, 49 % Grupo Gás Natural) presidida não por Feijó, mas por Xavier Domingues Liro com 67.176,30 €/ano de salário bruto, 4.798,30 por mês em catorze pagas. SOGAMA empresa pública de nacionalidade espanhola e domicílio social em As Encrovas QUEIMA o lixo de 295 concelhos galegos para os gassear com o letal veneno das dioxinas com consequência de estatísticas, previsíveis e evitáveis mortes. Empresa pública espanhola a matar galeg@s que pagam, pagamos todos ROUBADOS por 295 alcaides para lucrarem presidente de SOGAMA e por sementar e lavrar a morte de pessoas envenenadas com dioxinas, o veneno mais letal conhecido. Se obrigar-nos a pagar água na Galiza é crime de lesa humanidade, que 295 alcaides arrecadem para quatro empresas que lucram dirigentes DELINQUENTES Gürtelanos não tem mais qualificativo que o da REBELIÃO, negando-nos a pagar o recibo da água em que pagamos de todo excepto água. Em Ferrol, os oito Euros que pagamos cada dous meses a SOGAMA no recibo da água financiam os mais de cem mil Euros com que o Grupo Gás Natural paga o mercenário-bandido Felipe González.
À TIRANIA do PP os legitimadores chamam-lhe Grão Coligação para ocultar a tirania. O cretinismo político a colaborar com o franquismo falsifica e atenta contra a democracia. Censura e proíbe que se saiba que Eugênio Charlão e Sanchez Ermida, trabalhadores dos estaleiros navais ferrolanos, fundadores do Tojos e Froles, da Irmandade da Fala em Ferrol e assistentes com Jaime Quintanilha à I Assembleia Nacionalista em Lugo professavam, como António Vilar Ponte e o resto dos que assistiram, as ideias ESTRATÉGICAS que são base do programa político ou Manifesto das Irmandades da Fala: 1. Português, língua da Galiza; 2. Galiza e Portugal, nação única; 3. Portugal a defender na Liga das Nações [hoje ONU] a independência da Galiza para se unir com Portugal. Ideias que continuaram as que inspiraram a União Operária Galaico-Portuguesa de 1901-2-3. Ideias que o franquismo quis exterminar com genocídio, as que o Tojos e Froles, Concelho de Ferrol, Real Academia Galega com Alonso Montero, grande e sujo inimigo delas, continuam a sequestrar, proibindo e censurando uma nossa comunicação no Congresso Extraordinário «Tojos, Ferrol e Irmandades da Fala» para proclamar o que eles querem ocultar como Franco. Isto para a classe obreira e a Galiza tem uma importância capital porque é a cerna do que somos, do que fomos e do que seremos em IDENTIDADE com Portugal, para a liberdade da classe obreira e a Galiza que virá a meio da INSURREIÇÃO.     
Em Ferrol, terça-feira, 25 de outubro de 2016

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 22 de outubro de 2016

F A S C I S M O Distribuídas 800 folhas às 10h30-12h00 na rua Galiano (Abanca) e às 13h00-14h20 na porta da Bazan rua Taxonera da sexta-feira, 21 de outubro de 2016

F A S C I S M O
«Umas poucas pessoas IMPOREM a muitas, isso é fascismo» afirma Pepa Bueno na SER para defender os crimes cometidos pelo Felipe González e condenar as pessoas que se manifestavam contra estes crimes na Universidade Autónoma de Madrid. É o que nós vimos reiterando com o rigor dos números: 7,9 milhões de votantes ao PP IMPOREM o governo do Rajoy a 29,7 que o NÃO VOTARAM isso é fascismo, franquismo, ditadura, tirania, despotismo. É justamente isso que Felipe González, Cebrião, PRISA, a SER e a Pepa Bueno estão a defender promovendo, IMPONDO, umas poucas da Gestora do Xavier Fernández a muitas pessoas filiadas ou votantes do PSOE e não só, a ABSTENÇÃO para governar a CORRUPÇÃO DO PP de Rajoy. Quer dizer, FASCISMO É ABSTENÇÃO DO PSOE.
Sobejam-lhe crimes ao Felipe González para estar preso com as maiores condenas que determinasse um tribunal proletário, socialista. Por que os seus piores crimes foram e estão a ser cometidos contra a classe obreira, contra o socialismo, contra a Galiza. O CRIME DE ASTANO, com ser determinante para a prostração de Ferrol e da Galiza, é anecdótico se o compararmos com o cometido contra a classe obreira e o conjunto do Reino da Espanha. Não foi Franco nem os franquistas, mas Felipe González e o PSOE os que acabaram com o movimento obreiro com danos irreversíveis até ao dia de hoje. Danos qualitativa e quantitativamente maiores contra a classe obreira do que os cometidos com GAL, «cal viva», terrorismo de Estado do Senhor «X». Eis onde se equivocam Podemos e outros porque nem são partidos proletários nem defendem o proletariado nem o direito à autodeterminação da Galiza e outras nações. Felipe González cometeu GENOCÍDIO contra o proletariado, sobretudo contra o galego e, contumaz, contínua como bem «untado» e aguerrido servidor dos capitalistas e o seu sistema, a «full time» para os servir. Eis a razão soberana para o domingo, dia 23, OCUPAR Ferraz e tomar-lhe a praça ao inimigo da classe obreira a própria classe obreira. Nós apelamos!
Ana Pontão e o BNG denunciam Rajoy ter 8.000 M€ para investir em autoestradas radiais desertas de Madrid e zero Euros na AP-9. Denunciam que Rajoy PROÍBE transferi-la à Galiza. Porém Ana Pontão CALA a sabotagem do Rajoy-Ana Pastor a UNIR a Galiza e Portugal com TGV Faro-Ferrol. No entanto o governo português electrificará a linha Nine-Viana-Valença, o espanhol SABOTA o troço Vigo-Tui. Construiu duas estações de comboio em Vigo para melhor sabotar. E Ana Pontão-BNG não denunciam o que denunciava um representante do Eixo Atlântico, censurado nos média, porventura pela coindidência não com a nossa denúncia, mas com a que os próprios factos clamam.
Ana Pontão, o BNG, o Toxos e Froles e o Concelho de Ferrol CENSURAM E PROÍBEM o idearium da Irmandade da Fala: 1. Português, língua da Galiza; 2. Galiza-Portugal nação ÚNICA. O Toxos e Froles e o Concelho de Ferrol PROÍBEM uma nossa comunicação no Congresso «Toxos, Ferrol e as Irmandades da Fala» por não se «cinguir» ao analfabetismo reinante nas bases. Lembrar que as pessoas galegas e a língua que utilizam é a resultante de IMPOR pela força das armas a língua da Gramática de Lebrija contra o galego em identidade com o português que tinha em 1492 quatro séculos de literatura escrita conhecida. Isto é o que hoje CENSURAM E NEGAM os seguidores do idearium da Gramática de Lebrija: Tratado para o Império impor a sua língua pela força das armas PROIBINDO, EXTERMINANDO, LINGUICIDANDO à Galiza.
Ou intoxicando-envenenando com vermes na comida. Aconteceu no couraçado Potemkin, no Jaime I, na Escola António de Escanho. Exercer o direito à revolta do Preâmbulo da Carta dos Direitos Humanos cumpre, mesmo para ser «mileurístas». Desfilar com cravos nas espingardas não faz mal…
Aplicando a máxima da Pepa Bueno aos secretários-gerais de CCOO-UGT [muitas pessoas querem Greve Geral, umas poucas não] o Tojo preferir acordo com PP antes do que Greve Geral é também fascismo? E o do Jorge Soares, 7.142 pessoas IMPÕEM o seu governo a 58.968? Com certeza é fascismo da Pepa Bueno! E o do Luís Vitória, 2000-5000 perros IMPOREM a 58.968 pessoas, como é que se pode qualificar? Como uma VITÓRIA do animalismo, da «animalada» ou o governo-TIRANIA dos perros? Ferrol graças ao Felipe González, Aznar, ZP e Rajoy somados os presidentes autonómicos, em que destaca Feijó, está prostrado como a Galiza, mas justamente por isso levantar-se-ão para a derrocada do fascismo e instaurar a democracia proletária e socialista a meio da INSURREIÇÃO.                                                                 Em Ferrol, sexta-feira, 21 de outubro de 2016

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 18 de outubro de 2016

PROGRAMA POLÍTICO DA IRMANDADE DA FALA (Comunicação enviada ao Congresso Extraordinário Terra de Trasancos «Toxos, Ferrol e as Irmandades da Fala»)

PROGRAMA POLÍTICO DA IRMANDADE DA FALA

Comunicação enviada ao Congresso Extraordinário Terra de Trasancos «Toxos, Ferrol e as Irmandades da Fala»




BALANÇO DE UM SÉCULO (1916-2016)
O programa político ou Manifesto acordado na I Assembleia Nacionalista realizado em Lugo em 17 e 18 de novembro de 1918 tem o objectivo de «conquerir» do governo espanhol a Autonomia Integral da nação galega.
Autonomia Integral é Independência, Estado nascente em palavras de António Vilar Ponte, criador da Irmandade da Fala.
O programa tem duas ideias força: 1. Português língua da Galiza. 2. Galiza e Portugal nação única.
No apartado II, Problemas constituíntes as alíneas 4. Federação da Ibéria, 5. Igualdade de relações com Portugal, 6. Simpatia pela forma de governo que chegue à federação com Portugal, 7. Ingresso da Galiza e as nacionalidades da Ibéria na Liga das Nações, não são mais do que a fórmula política que facilite a união nacional da Galiza e Portugal, aliás, obscuramente explicada no Remate: «Galiza tem direito a ser dona de sí mesma. Galiza com soberania e vontade livre fará «nupcias de amore» com outras soberanias [Portugal, alíneas 5 e 6 apartado II] contra as que não vai nem quer ir a soberania nossa». Na alínea 7 fica explícita a reivindicação do ingresso da Galiza na Liga das Nações.
Este programa foi aprovado por sessenta e três representantes de TODAS as Irmandades, sessenta e sete sociedades agrárias, cinco centros culturais com a adesão de cinco Federações Agrárias, onze Concelhos e mais de 48 ou 49 associações e numerossíssimas personalidades da Galiza.
Jaime Quintanilha Martínez, Eugênio Charlão e Manuel Sanchez Ermida, pensamos que também o «Tojos e Froles», aprovaram este programa.
Programa que teve a sua realização prática na própria Assembleia Nacionalista em que António Vilar Ponte apresenta e lê a proposta para se dirigirem ao governo português para que ele na Conferência de Paz dentro da Liga das Nações represente «o nosso desejo de Autonomia Integral (Independência, Estado nascente)» contra a Espanha que «não resolve o problema das nacionalidades e o exercício da cidadania».
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No programa, no apartado III Problemas políticos, na alínea d. formula-se o que se segue: «As eleições como manifestação da vontade popular livre é impossível [abranguible] devido às organizações oligárquicas e apelaríamos ao Estado mais afim ao nosso [Portugal] para que ele na Liga das Nações defenda o nosso direito à liberdade cidadã.
A proposta denominada «O CAMINHO DIREITO» ia dirigida à Academia das Ciências de Portugal criada em 1907 por Teófilo Braga e outras pessoas porque eram excluídas da Academia Real das Ciências de Lisboa. A Academia das Ciências de Portugal foi presidida por ele e depois por António Cabreira. Foi órgão consultivo do governo da I República portuguesa desde 1910 até ao 1926.
Na proposta aparecem nítidas as duas ideias força do programa político ou Manifesto da I Assembleia Nacionalista: 1. Português, língua da Galiza. «Língua empregue pelas cinco sextas partes do povo» sem se reivindicar a alfabetização do povo. 2. Galiza e Portugal, nação única. Autonomia Integral para a Galiza [Independência, Estado nascente]; Galiza e Portugal, regime dual para unidade superior, [união nacional] filha da comum natureza, que somente assim [unidas] sem receios, teria ingresso num grande Ibéria.
Conclusão: a Galiza e Portugal estreitadas [unidas] ao fim no superior comunismo do que falou Guyau.
O Portugal da altura está em «permanente situação de sublevação», decretando em 13 de outubro de 1918 «Estado de Sítio» Sidónio Pais à cabeça de uma Junta Militar que derrocara Afonso Costa, primeiro-ministro, e Bernardino Machado, presidente da República. Tudo pelas consequências de Portugal ter participado na I Guerra Mundial. Sidónio Pais é morto em atentado em 14 de dezembro de 1918.
A Assembleia Nacionalista foi feita exatamente um ano depois do remate dos dez dias da revolução soviética, 17 de novembro de 1917. Foi feita seis dias depois do armistício de 11 de novembro de 1918 que punha fim à I Guerra Mundial e abria negociações numa Conferência de Paz que começou em 18 de janeiro de 1919, quer dizer, sessenta e um dias depois da I Assembleia Nacionalista. Criar a Liga das Nações foi acordado em 19 de abril de 1919, assinado-se o Tratado de Versalhes em 28 de Junho de 1919 que sanciona a criação da Liga das Nações para assegurar a paz, que se reunirá pela primeira
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vez em 16 de janeiro de 1920. Sabotada pela Alemanha nazi, o Japão e a Itália, a Liga das Nações não intervirá na guerra contra a República espanhola. Em 1939, Hitler ataca, invade e ocupa a Polónia e a Liga das Nações foi dissolvida. Em 18 de abril de 1946 passou as suas responsabilidades para a recém-criada ONU.
Durante as negociações da Conferência de Paz, Portugal esteve representado, sobretudo por Afonso Costa para garantir a posse de Angola e Moçambique e obter indemnizações de guerra da Alemanha a Portugal de milhares de milhões de marcos-ouro que ainda hoje não se pagaram.
Portugal não foi intérprete da Galiza na Liga das Nações embora a extensão do pensamento federalista (Antero de Quental, Oliveira Martins, Teófilo Braga e muitos mais organizados e depois integrados no Partido Republicano) que propugnava a união de Portugal com a Galiza no marco/quadro da Confederação Republicana das Nações Ibéricas definida e reivindicada em «El Obrero» pelo nosso Jaime Quintanilha Martínez [e no programa do PSOE] em 27 de junho de 1936, cinquenta e um dias antes de ser genocidado com outras pessoas da Irmandade da Fala.
Teófilo Braga é um referente de António Vilar Ponte que acaba o seu livro «Nacionalismo Gallego. Nuestra Afirmación Regionalista» em 21 de março de 1916: «A Galliza é a província mais duramente submetida à unidade política e a mais sacrificada pelo centralismo administrativo; ella resiste pela sua tradição lyrica em que conserva a sua feição ethnica… A Galliza perde a sua existência política e por tal acto apaga-se a sua cultura». Teófilo Braga, ainda hoje «maldito» em Portugal, deixou escrito que «o afastamento da Galliza de Portugal provem do esquecimento da tradição nacional e da falta de plano político de todos os que nos têm governado» e que «a Galliza deve ser considerada como um fragmento de Portugal que ficou fora do progresso da nacionalidade. Apesar de todos os esforços de desmembração política, a Galliza não deixou de influir nas formas da sociedade e da literatura portuguesa».
Referente para criar em 18 de maio de 1916 em A Crunha a primeira Irmandade da Fala, para criar a de Ferrol em 15 de abril de 1917 que publica no boletim «Galicia» em 13 de dezembro de 1917: «Rússia contra todas as tiranias, em favor da liberdade das nacionalidades», feminismo para igualdade, «trinta milhões de pessoas no mundo a falarem galego» [Galiza: 2 milhões; Portugal e colônias: 6; Brasil: 22. Total: 30].
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Referente de António Vilar Ponte em 7 de fevereiro de 1935 num seu artigo que publica Seara Nova. Começa citando-o para se atribuir a criação da Irmandade da Fala. E o seu fruto desde 1916 até hoje foi a aliança política com a Lliga Regionalista da Catalunha (1917), as Assembleias Nacionalistas Galegas, o Seminário de Estudos Galegos, a ORGA republicana, o Partido Galeguista, os grupos engebres das Américas, a espléndida colheita de livros escritos em galego. Hoje o galeguismo político militante já pode ter um posto na secção das minorias nacionais de Genebra [Liga das Nações] e o Pacto «Galeusca»… cumpre na seara nova chegarmos à aliança galaico-portuguesa e brasileira. Uma Assembleia Lingüística Internacional dos três países para proteção, perfeição e unidade da língua comum a todos.
Sessenta e um anos depois, em 1996, é criada a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa sem a Galiza embora os trabalhos que nós desenvolvimos durante duas décadas (1996-2016) e o reconhecimento de Portugal e a CPLP matado por Alonso Dezcalhar às ordens de Aznar e Fraga em 1997.
Nos quarenta anos 1935-1975 o franquismo genocidou «separatistas, rojos e maçons». Quinhentos e dezassete, recenseamento mínimo de nacionalistas, vítimas do franquismo, elaborado por José Ramón Ermida Meilão no seu livro «Mortos por Amor à Terra». Sabendo que o PCE no Congresso de Sevilha de 1932 aprovou a União Livre de Repúblicas Federadas, Galiza-Portugal com Vascónia, Catalunha e a Espanha e o PSOE no seu programa em 1936 defendia Confederação Republicana de Nações Ibéricas e o direito à autodeterminação da Galiza e outras forças republicanas defendiam programas parecidos poderemos afirmar que o franquismo praticou um extermínio ideológico e político. Na Galiza a defesa do Português, língua da Galiza e Galiza-Portugal nação única era punida com a violência mais extrema, sequestro, tortura e assassinato embora a resistência guerrilheira que dura até ao 10 de marco de 1965 com a morte do «Piloto» ou a do Conselho Galego, governo galego no exílio presidido por Castelão, integrado por António Alonso Rios, Ramon Soares Picalho e Elpídio Villaverde Rei a defenderem o direito à autodeterminação do povo que representam... Artigo 1.º A Galiza é um Estado autónomo dentro da República Federal Espanhola… Conselho Galego que teve uma actividade perante a ONU documentada mas infelizmente sequestrada. Só pudemos aceder às cartas trocadas entre Alvejar desde Paris e integrantes do Conselho Galego.
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A publicação do «Sempre em Galiza» de Castelão em 1944 e sucessivas até chegar à de 2010 publicada em português, com a nossa secular ortografia, faz chegar até ao XXI século da mão e do pensamento de Castelão as duas ideias força da Irmandade da Fala 1. Português, língua da Galiza e 2. Galiza-Portugal, nação única. Aos frutos dos que falava António Vilar Ponte em 1935 podemos acrescentar um dos melhores, em nossa opinião, o «Sempre em Galiza» porque é um tratado político para a união nacional da Galiza e Portugal, único em toda a história da Galiza, que vai muito além da Irmandade da Fala porque é capaz de traçar o percurso histórico da Galiza desde antes do Gallicienses Regnum e definir territorialmente a nação galega integrada pela actual Galiza, Portugal, O Berço e as comarcas orientais das províncias de Lugo e Ourense e marca os caminhos para unir os territórios da nação dividida. Porque é o resultado da experimentação prática colectiva da Irmandade da Fala, do Partido Galeguista e do que seria presidente do governo galego no exílio, do Conselho Galego a trabalhar para o reconhecimento dos direitos da Galiza na ONU. Toda a documentação desse trabalho permanece sequestrada pela Junta da Galiza de Feijó como muita outra coisa do património colectivo da Galiza espoliada pela Espanha.
O nascimento da União do Povo Galego e os «Dez Pontos» proclamam Castelão é nosso mas desaparece a ideia 1. Português, língua da Galiza e a 2. Galiza-Portugal, nação única fica ocultada pela Federação da Ibéria e o território da nação galega reduzido ao da Comunidade Autónoma, na altura o reconhecido pelo franquismo.
Os quarenta anos 1975-2016 de alegada «democracia» na Galiza lembram a reivindicação da I Assembleia Nacionalista quanto ao exercício da cidadania, de liberdade cidadã, o direito ao voto e as eleições: Impossível as eleições livres e a expressão livre da vontade popular devido às organizações oligárquicas, o PP que governa com maioria absoluta com um voto de cada quatro pessoas com direito ao voto, ou o Estatuto de Autonomia vigorante imposto com um voto de cada cinco votantes. Um século passado desde a criação da Irmandade da Fala e a I Assembleia Nacionalista, em nossa opinião, continua a ser necessário reivindicar liberdade cidadã, português, língua da Galiza, Galiza-Portugal, nação única, Galiza na CPLP, Galiza na ONU.
Liberdade cidadã para que a metade mais uma das pessoas com direito ao voto decidam o governo da Galiza. Português, língua da Galiza para que qualquer pessoa, organização ou instituição que empregar o galego com ou sem a sua secular ortografia, a do
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português, não ser punida nem pelo poder público nem pelos integrantes das alegadas nossas fileiras como vem acontecendo durante quarenta anos e agora mesmo. Reivindicar alfabetizar e alfabetizar a população na sua própria língua e cultura parece-nos fulcral e mesmo fácil. Galiza-Portugal, nação única porque a liberdade da Galiza sem Portugal não será liberdade, porque a liberdade do Portugal independente nunca será completa sem a Galiza porque é o berço de Portugal. A Galiza na CPLP porque é o berço da língua portuguesa. A Galiza na ONU porque fazemos parte da Humanidade.
Como é possível que depois de um século não fossemos capazes de resolver as questões colocadas no programa político ou Manifesto da I Assembleia Nacionalista de Lugo nomeadamente 1. Português, língua da Galiza e 2. Galiza-Portugal, nação única, ou a Galiza integrada na CPLP ou a Galiza na ONU? Para além do impedimento espanhol, por incoerência e censura ou falsificação do programa da I Assembleia Nacionalista de Lugo.
António Vilar Ponte escreve em espanhol [o do Teófilo Braga em português] embora critique e rejeite regionalistas por escreverem e falarem espanhol. António Vilar Ponte e a maioria dos integrantes da Irmandade da Fala a defenderem português, língua da Galiza, escrevem galego com ortografia espanhol: incoerência.
Outeiro Pedraio, «o vate» deixou escrito: «a Galiza, tanto etnograficamente como geograficamente e desde o aspecto linguístico, é uma perlongação de Portugal; ou Portugal uma perlongação da Galiza. Ele prologa com ortografia espanhola «Rio de Sonho e Tempo» publicado em 1963, de Ernesto Guerra Da Cal que emprega ortografia portuguesa «seguindo o venerável conselho do patriarca Murguia que já recomendou a unificação linguística com Portugal» em perfeita sintonia com a Irmandade da Fala. Em termos de língua, o ato revolucionário de Ernesto Guerra Da Cal, Outeiro Pedraio lixa-o com ortografia espanhola.
À incoerência do «vate» Outeiro Pedraio podemos acrescentar a dos «notáveis» Manuel Cortezão, Anjo Fole, José Luís Franco Grande, Salvador Garcia-Bodanho, Emílio González López, Arcádio Lopes Casanova, Francisco Fdez. Do Rego, Ramão Lourenço Vasques, Fernando Mon, Ramão Pinheiro, Manuel Rabanal, Vicente Risco e «X», todos a falarem bem na imprensa de Ernesto Guerra Da Cal mas não praticaram, mesmo assanhadamente combateram como o Ramão Lourenço Vasques «pertensente a uma sona de sesseio»…
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Defenderam «português, língua da Galiza» Murguia, Biqueira, Risco, A. Vilar Ponte, Dieste, Castelão, Bouça-Brei, Igrejas Alvarinho, Noriega Varela, Florêncio Vaamonde, João Baptista Armada Lousada, marquês de Figueiroa, Nicolau Garcia Pereira, Emílio Garcia de Olhóqui, António Lopes Ferreiro, Rosália de Castro, Marcial Valadares, João Manuel Pintos, Cornide, padre Sarmiento que defendia alfabetização, galego nas escolas, António Da Igreja, Martinez Salazar, Armando Cotarelo, Álvaro Das Casas, Correia Caldeirão, Pondal, Taibo, João Cuveiro Pinhol, Lugrís Freire, Fdez. Flores, Ricardo Flores, José Ibanhez Fdez., Paz Andrade, Genaro Marinhas mas quantos empregaram a nossa secular ortografia como Ernesto Guerra Da Cal?
Hoje, Ernesto Guerra Da Cal permanece mais proscrito e censurado em Ferrol e na Galiza do que ninguém apenas pelo facto da sua revolucionária coerência relativamente ao marcado no programa da I Assembleia Nacionalista 1. Português, língua da Galiza e 2. Galiza-Portugal, nação única. Ernesto Guerra Da Cal escreveu a sua vasta, imensa obra em português e em inglês. Teve passaporte português, nacionalidade portuguesa por ser galego e assim o proclamar, passaporte que lhe foi outorgado pelo governo português por serviços prestados à Galiza e Portugal. Ernesto Guerra Da Cal deixou escrito «Portugal era o que a Galiza deveria ter sido».
Incoerência de partidos, sindicatos, instituições e associações galegas por terem esquecido a tradição política nacional da Galiza sustentada em quatro ideias práticas:
1. Português, língua da Galiza. Alfabetização da população na nossa língua e cultura.
2. Galiza-Portugal, nação única. Participando nas eleições portuguesas, nas suas instituições democráticas, criando unidade de base galego-portuguesa. Difundindo a história comum do povo galego-português.
3. Galiza integrada na CPLP que defenda o seu direito à autodeterminação como defendeu o do Timor Leste, hoje com voz e voto na CPLP e na ONU.
4. Galiza-Portugal-CPLP a reivindicar e conseguir perante a ONU a liberdade da Galiza e a sua união com Portugal.
Sobretudo agora em que o seu Secretário-geral, António Guterres tem conhecimento das nossas reivindicações, das da Galiza, que nós lhe colocamos a meio de escrito entregue em mão em domingo, 24 de abril de 2016 na cidade do Porto, sendo já candidato oficial. Eis o escrito:
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CANDIDATO À SECRETARIA-GERAL DA ONU
EXMO. SENHOR ANTÓNIO GUTERRES
MANUEL LOPES ZEBRAL de nacionalidade galega, galego-portuguesa e/ou portuguesa com passaporte espanhol da União Europeia nº 32.594.383-W, presidente de GALIZA SOLIDÁRIA e representante da COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL dirijo-me a V. para
DIZER:
1. Que desde a constituição da CPLP trabalhamos no seu seio tentando reconhecesse e defendesse o direito à autodeterminação da Galiza como aconteceu com o Timor Leste, hoje, felizmente independente. Fomos convidados especiais com VOZ na Reunião do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP junto com Ramos Horta.
2. Que tentamos a ONU reconhecer a meio de Resolução a Livre Determinação, Independência e Soberania da Galiza, deslocando-nos a Genebra em diferentes viagens. Numa delas tentamos ser recebidos pelo Sr. Sérgio Vieira de Mello, na altura responsável pelo Alto Comissionado dos Direitos Humanos da ONU. Não foi possível por impedimentos da sua actividade agendada. O seu assassinato privou à Galiza e à Humanidade de um grande lutador em favor da Paz e dos direitos humanos e dos povos, do direito à autodeterminação.
3. Que apoiamos a sua candidatura com o desejo de vê-lo na Secretária-geral da ONU. Por tudo o qual e para falar desses tópicos
SOLICITAMOS:
Ser recebidos por V. aqui no Porto ou em Lisboa. O nosso telefone é 933 702 955, email: galizaunidaportugal@sapo.pt. Hoje estamos no Porto, amanhã estarei em Lisboa para as celebrações do 25 de Abril. Em dia 26 regresso à Galiza, a Ferrol onde moro.
Com os melhores cumprimentos
No Porto, domingo, 24 de abril de 2016
ASSDO: MANUEL LOPES ZEBRAL