segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

GRÂNDOLA VILA INSURRECTA (distribuídas 800 folhas às 11h30 do Sábado, 22 de Fevereiro em a Crunha na manifestação das preferentes e 1200 às 12h00 do Domingo, 24 de Fevereiro de 2013 em Ferrol na manifestação de Navantia)



Terra da Fraternidade, o povo é quem mais ordena. O que ORDENA o povo? O povo ordena INSURREIÇÃO. O povo ordena UNIDADE. O povo ordena UNIDADE política da dita oposição contra os delinquentes organizados no PP para ROUBAR dinheiro, votos, vontade popular e soberania nacional da Galiza. O povo ordena UNIDADE sindical. O povo ordena UNIDADE da classe obreira. O povo galego ordena UNIDADE DA GALIZA, ordena a GALIZA UNIDA porque jamais será vencida. O povo galego ordena Assembleia Nacional da Galiza, a GALIZA UNIDA. O povo galego ordena UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA. O povo galego ordena uma República da Galiza e Portugal.

Utopias? Bons desejos? Não! A ordem de INSURREIÇÃO já foi dada desde a Assembleia da nossa República da Galiza Sul, onde, o mesmo que na madrugada do 25 de Abril de 1974, o canto do Zeca Afonso, Grândola Vila Morena, foi a ordem para começar a INSURREIÇÃO que acabou com a ditadura salazarista, primeiro, e a franquista depois, hoje restauradas...

A ordem de INSURREIÇÃO já foi dada, e foi dada para TODA a Europa onde, país a país, a situação das classes trabalhadoras é de uma HOMOGENEIDADE que mesmo surpreende, surpresa boba, porque, HOMOGÉNEO, o Estado Maior dos Capitalistas Financeiros Europeus e Mundiais está determinado e unido para desenvolver uma GUERRA DE EXTERMÍNIO contra o proletariado e as massas trabalhadoras superior à que desenvolveram os nazistas alemães desde a sua FRAUDULENTA chegada ao poder em 1933 até que foram derrotados pelo proletariado mundial encabeçado pelo proletariado soviético organizado em Exército Vermelho, uma guerra superior, uma GUERRA DE EXTERMÍNIO NUCLEAR!

Ordem de INSURREIÇÃO, o canto de Grândola Vila INSURRECTA, que está a percorrer Portugal que chega até nós e a TODA a Europa e que se concretará na MOBILIZAÇÃO convocada na Galiza Sul, em Portugal em Sábado, 2 de Março.

As utopias e os bons desejos para a Galiza concretaram-se na Proposição de Lei em favor do direito de Autodeterminação apresentada no Congresso espanhol por Amaiur, BNG e Esquerda Republicana da Catalunha, um exemplo de UNIDADE política e de COMBATE UNIDO das três nações que tem de se estender para o operariado, que tem de se ampliar para Canárias e sobretudo para Portugal e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa quer queira Aznar e Durão quer não! O BNG e não apenas não podem continuar a desobedecer a histórica ordem do povo galego: recavar de Portugal e da CPLP um PLANO POLÍTICO para UNIR as duas Galizas deslocadas, como dissera Castelão, para UNIR a Galiza com Portugal. Utopias, bons desejos? Não! O que é utopia e bom desejo é pretender CONSTRUIR BARCOS sem a derrocada dos delinquentes e ladrões que nos desgovernam. Não é utopia nem bom desejo todas as pessoas contribuirmos à derrocada, podemos e devemos, simplesmente EXIGINDO das dirigências políticas e sindicais ditas da oposição UNIDADE, PLANO INSURRECIONAL E INSURREIÇÃO.                                         
Em Ferrol, Domingo, 24 de Fevereiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

VIDA É INSURREIÇÃO (distribuídas 300 folhas ás 13h30-14h20 da Sexta-Feira, 1 de Fevereiro de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


Escrevia angustiado Vladimir Ulianov umas horas antes do começo dos DEZ DIAS QUE ABALARAM O MUNDO (7-17 de Novembro de 1917) «É claro como a luz do dia que HOJE adiar a INSURREIÇÃO É A MORTE… É preciso a qualquer preço PRENDER O GOVERNO, esta tarde, esta noite... para tomar o poder qualquer instituição que só entregará o poder aos autênticos representantes dos interesses do povo (PAZ, terra...) dos interesses dos esfomeados... Aguardar a votação incerta do 7 de Novembro seria perder tudo... O POVO TEM O DIREITO E O DEVER de mostrar, ensinar o caminho aos seus representantes mesmo aos seus melhores representantes sem se deter a esperar por eles... O governo vacila, duvida. Há que o acabar custe o que custar! Adiar a ação é a MORTE».

Escrevemos angustiados nós, como escrevemos na tarde do 11 de Março de 2004, que é claro como a luz do dia que HOJE adiar a INSURREIÇÃO É A MORTE.

É preciso a qualquer preço PRENDER O RAJOY E OS SEUS GOVERNOS, esta tarde, esta noite, para tomar o poder qualquer ASSEMBLEIA proletária e popular (ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA) que só entregará o poder aos autênticos representantes dos interesses do povo (PAZ, emprego, salário, vivenda, saúde, ensino), dos interesses dos esfomeados, dos interesses dos povos, do direito a DECIDIR do povo galego, basco, canário, catalão. Esperar a que Rajoy se demita e convoque novas eleições É PERDER TUDO. O povo galego, os povos têm o DIREITO E O DEVER de marcar o caminho dos representantes políticos e sindicais TODOS mesmo dos MELHORES representantes que não estão a UTILIZAR OS MÉDIA PARA APELAR À INSURREIÇÃO, para que milhões e milhões de pessoas TOMEM as ruas, os concelhos, as deputações, os parlamentos e os centros de poder militar, arsenais, quartéis, GC, PN.

Rajoy e os seus governos, delinquentes organizados no PP para ROUBAR, se enriquecer pessoalmente e o partido para FINANCIAMENTO DA FRAUDE ELEITORAL que os mantém no poder, vacilam, duvidam, estão feridos de morte. MAS HÁ QUE OS ACABAR CUSTE O QUE CUSTAR. Adiar a açaõ é a MORTE. A VIDA É A INSURREIÇÃO.                       
Em Ferrol, Sexta-Feira, 1 de Fevereiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PLANO MARSHALL? NÃO, PLANO INSURRECIONAL! (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h50 da Terça-Feira, 29 de Janeiro de 2013 na porta da Bazan, rua Taxonera )


Plano Vladimir Ulianov, Plano para Abalar o Mundo em Dez Dias, Plano para Abalar a União Europeia de Capitalistas, Plano para Abalar o Capitalismo Financeiro, Plano para Encarcerar os Capitalistas Financeiros, Plano para Acabar com a Delinquência de Estado, Plano para a Derrocada dos Governos CAPITALISTAS, Plano para INSTAURAR A DEMOCRACIA PROLETÁRIA MUNDIAL, Plano para INSTAURAR O SOCIALISMO NO MUNDO.

Plano Marshall NÃO! Porque foi o Plano de Truman para evitar uma Europa SOCIALISTA e uma Norte-América SOCIALISTA e um mundo SOCIALISTA, Plano acompanhado das Little Boy e Little Girl, as duas bombas atómicas norte-americanas sobre Hiroxima e Nagasáqui que estabelecera o terror e a hegemonia mundial dos continuadores do nacional-socialismo hitleriano, os EUA, até ao dia de hoje.

Plano Marshall-Truman NÃO! Porque foi um Plano imperialista de primeira magnitude, porque os LUCROS DOS EUA foram em 1951 talvez superiores aos 119 bilhões de $ e se quantificarmos até 2013 o número seria DISPARATADO.

Plano Marshall-Truman NÃO! Porque foi PREMIAR as atrocidades cometidas pela Alemanha desde 1939 até 1945, as atrocidades cometidas pelo tripé, Itália, Japão, Alemanha durante mais de duas décadas para ELIMINAR O SOCIALISMO no mundo, a DEMOCRACIA do proletariado e as suas repúblicas, a República dita espanhola e sobretudo a União de Repúblicas Socialistas da aliança obreira, campesina e de soldados e marinheiros, democraticamente organizados em Sovietes.

Porque foi premiar os derrotados capitalistas colaboradores do nazismo hitleriano da Alemanha, Áustria, Bélgica, Luxemburgo, Dinamarca, França, Grécia, Irlanda, Islândia, Itália e Trieste, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia, Suíça e Turquia.

Plano Marshall-Truman NÃO! «Porque com a devastação provocada pela guerra a Europa enfrentava cada vez mais manifestações de contestação dos governos constituídos, daí que os EUA analisaram a crise europeia e concluíram que punha em risco o FUTURO DO CAPITALISMO e a própria existência dos EUA dando espaço para a expansão COMUNISTA». Eis como Wikipédia escreve a respeito!

Que os lugar-tenentes europeus do CAPITALISMO encabeçados pelo Tojo defendam um Plano Marshall-Truman conluiados com os Comissários europeus, demonstra, mais uma vez, o seu caráter de classe, a quem estão a defender estes indivíduos, defendem o CAPITALISMO FINANCEIRO E AS SUAS GUERRAS IMPERIALISTAS MUNDIAIS, na atualidade, GUERRA MUNDIAL NUCLEAR.

Os lugar-tenentes da classe capitalista não defendem nem aplicam o Plano Vladimir Ulianov, o Plano INSURRECIONAL que derroca os capitalistas financeiros e os seus governos, que evita A GUERRA MUNDIAL NUCLEAR e que traz a PAZ, A DEMOCRACIA, trabalho, terra, segurança, bem-estar, saúde, vida e FELICIDADE para as massas trabalhadoras.

Os lugar-tenentes da classe capitalista na atualidade estão a cometer, como cometeram os que os precederam antes da primeira e antes da segunda guerra mundial, o crime de planejar a guerra, o crime contra a paz, o crime de guerra e o crime contra a Humanidade, apoiando a preparação dos seus amos capitalistas da GUERRA MUNDIAL NUCLEAR.

A solução é DERROTÁ-LOS e nós podemos contribuir para a sua DERROTA, a dos lugar-tenentes e a dos capitalistas, assaltando e tomando o Parlamento Galego sequestrado, como a soberania popular da Galiza, pelo fascismo do PP para desde ali proclamar o poder proletário e a INSURREIÇÃO. 
Em Ferrol, Terça-Feira, 29 de Janeiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

QUEREMOS GALEGO? (distribuídas 1000 folhas às 12h00 do Domingo, 27 de Janeiro de 2013 na manifestação de Queremos Galego em Compostela)


Queremos Galego? Seguro? Estamos certos? Temos certeza? Nós achamos que não. Nós pensamos que uma imensa massa de pessoas do dito campo nacionalista, nomeadamente os seus dirigentes, estão ACOMODADAS nessa miséria de fala produto da mordaça sonora que é o espanhol para as pessoas galegas e que nos atrapalha no cérebro a capacidade de pensar e no aparelho fonador a de nos exprimir em galego com a correta fonética, tão diferente do espanhol e tão próxima do português. Grandes áreas geográficas e demográficas da Galiza continuam a utilizar os sibilantes, fonemas para os que a ORTOGRAFIA espanhola, de tão profusa utilização na Galiza, não tem qualquer representação: milhões de pessoas submetidas ao racismo mais abjeto mesmo interior, às que se lhes PROÍBE com todo rigor a sua portuguesa fala mesmo fazendo troça dela.

Continuamos submetidos ao ANALFABETISMO na nossa própria língua e cultura IMPOSTO pelos poderes políticos e económicos espanhóis sem fazermos a resistência FUNDAMENTAL, básica, a que o espanhol não pode DERROTAR: ALFABETIZAR-NOS sem qualquer escusa e ALFABETIZAR o povo galego seguindo a sábia prática de Castelão, um dos mais distintos professores do Instituto de Estudos Galegos, que em 1931 dava em Compostela cursos de português porque a similitude entre os idiomas da Galiza e Portugal É PERFEITA.

Assim pensava e agia Castelão e o Instituto de Estudos Galegos em 1931; hoje, 81 anos depois, uma reivindicação democrática elementar de qualquer programa político libertador de qualquer povo COLONIZADO, a ALFABETIZAÇÃO na sua própria língua e cultura, não figura nos programas nem é praxe habitual e permanente de qualquer dos muitos partidos e, sobretudo, sindicatos que afirmam defender a liberdade nacional da Galiza, com abandonos fora do campo linguístico, tão de destaque como os da CIG e SLG na Aliança Social Galega, A SOGA da Galiza, que NEGA E PROÍBE defender o direito a decidir do povo galego.

Consideramos que a Lei de Normalização Linguística e sobretudo o Decreto de Normativização da Língua Galega assinado por Fernández Albor, presidente da Junta e Felgueira Valverde, Conselheiro, adjunto ao Presidente, para a Cultura, em Novembro de 1982, Decreto baseado no Acordo da Real Academia Galega com o Instituto da Língua Galega denominado «Normas ORTOGRÁFICAS e Morfológicas do Idioma Galego» de 3 de Julho de 1982, a dezassete meses do golpe fascista de Tejero, PROIBIU a nossa secular ORTOGRAFIA e contribuiu decisivamente para o ANALFABETISMO do povo galego na sua própria língua e cultura DERROTANDO até ao dia de hoje a proposta de Ricardo Carvalho Calero de chegarmos ao português.

O submetimento a essas aniquiladoras leis, o «possibilismo» e sobretudo o abandono da resistência fundamental, a ALFABETIZAÇÃO, foram demolidores. Também achamos que devemos acrescentar a INAUDITA DIVISÃO no Português na Galiza como outro dos elementos decisivos para o atual estado de coisas em que nos sumiu o racismo nazi do Feijó.

Em qualquer caso, TRINTA ANOS DEPOIS, podemos afirmar que os avanços quanto a assumir na prática a IDENTIDADE do galego e o português foram muito grandes nas últimas décadas embora INSUFICIENTES, devido à falta de UNIÃO NO PORTUGUÊS NA GALIZA e ao rejeitamento do trabalho POLÍTICO quer na República portuguesa quer na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Nós proclamamos que arranjadas as INSUFICIÊNCIAS, é nossa e da Galiza, a VITÓRIA. 
Compostela, Domingo, 27 de Janeiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

CAPITALISMO É CORRUPÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Sexta-Feira, 25 de Janeiro de 2013 na porta da Bazan, rua Taxonera)


Segundo a SER mais de trinta milhões de pessoas submetidas ao Reino da Espanha pensam que os vinte e dois milhões de Euros da secreta conta suíça do que fora TESOUREIRO do PP, Sr. Bárcenas, tem a ver com o financiamento ILEGAL do partido (comparemos os vinte e dois milhões com os cinquenta mil ou mais Euros que o da Fundação IDEAS presidida por Caldera do PSOE, recebeu FRAUDULENTAMENTE).

O PP leva financiando-se FRAUDULENTAMENTE décadas e sempre chama a atenção que nos média espanhóis, pensemos em Pepa Bueno, se denuncie a CORRUPÇÃO por toda a parte exceto no seu cerne: a do PP na Galiza. O partido MAIS HONESTO, proclama Feijó no entanto na Galiza sabemos, sábios galegos, que o financiamento primeiro e primitivo do partido do defunto Fraga foi o do NARCOTRÁFICO com Feijó de Conselheiro sucessor de Cuinha; lembrem os alcaides narcotraficantes do PP que como o de Riba-de-Umia subiam rio acima com a sua «planeadora» cheia, atracavam e iam para o Concelho; lembrem como, aquando a opinião pública galega se revirou contra eles e contra os juízes que lhes garantiam IMPUNIDADE a uns e a outros, aos narcotraficantes e às hostes de Fraga, saíram do PP, organizaram candidaturas independentes e continuaram traficando com drogas mesmo desde os Concelhos que governaram. Governavam tudo junto com juízes e Guarda Civil (lembrem o quartel da Guarda Civil da Ponte de Eume, todos presos por traficar com drogas, desde o Comandante até ao último número). Governaram Concelhos, Deputações como a da Ponte Vedra com Rajoy à cabeça, Junta da Galiza, o narcotráfico, o proxenetismo, os mini-campos de concentração onde se escraviza as mulheres para as prostituir, os clãs ciganos, a trata de brancas, a trata negreira até chegarem a governar o Reino da Espanha, depois do IMPUNE tesoureiro do PP, Sr. Naseiro, a financiar o partido com o narcotráfico e diferentes tráficos como os do tesoureiro Romay Beccaria porventura de órgãos.

Os média espanhóis têm um particular e assanhado racismo contra a Galiza que se manifesta na hermética CENSURA à que interesseiramente nos submetem para favorecer o franquismo do PP e adláteres. Simplesmente lendo os volumosos informes do Conselho de Contas galego, podiam contar a CORRUPÇÃO sem qualquer limite dos sucessivos governos de Fraga onde o seu sucessor, Sr. Feijó, teve uma destacada atividade para o seu enriquecimento pessoal, o do partido e «amigotes». A CORRUPÇÃO IMPUNE da Cidade da Cultura multiplica por dez o número de Euros com os que Mata se enriqueceu a conta do seu velódromo. DA CORRUPÇÃO POLÍTICA IMPUNE de muitos do PP  e do partido na sua TOTALIDADE não se fala... Vejam o delinquente que foi alcaide de Ares ceivo como qualquer cão ou o que colocara nas listagens do PP no País Basco à vizinhança do seu município sem o conhecimento e consentimento dessas pessoas e assim por diante sem que espanhóis, bascos, catalães, etc. se queiram inteirar de que existimos e de que tudo o que nos fazem a nós depois lho implementam a eles.

Em qualquer caso, TRINTA MILHÕES de pensamentos tornados AÇÃO determinam a queda IMEDIATA do PP e adláteres, «se tema» ou não o Tojo, então agir de IMEDIATO é o que cumpre, o que faz falta, dar o poder à malta, na Galiza e Portugal, com UNIDADE E INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Sexta-Feira, 25 de Janeiro de 2013
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

UNIDADE E INSURREIÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Terça-Feira, 22 de Janeiro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)



Que faz falta a mais ampla UNIDADE do operariado e das classes trabalhadoras é um CLAMOR. A mais ampla UNIDADE dos povos e as nações submetidas pelo Rei da Espanha é uma histórica necessidade para a sua liberdade nacional.

A urgência da UNIDADE dos sindicatos e dos partidos políticos ditos da oposição para a derrocada dos governos delinquentes do PP é reclamada até desde os média do sistema.

Porque o que faz falta é a derrocada dos governos do PP e da monarquia. E a sua derrocada precisa de INSURREIÇÃO, precisa da mais ampla UNIDADE para garantir o êxito da INSURREIÇÃO.

E a chave do êxito precisa da INSURREIÇÃO interna das bases dos sindicatos e partidos que obrigue a dirigência a cumprir o seu dever de defesa do operariado e da cidadania, de defesa da DEMOCRACIA face um minoritário grupo de envalentonados delinquentes organizados para o seu enriquecimento pessoal no PP e para se garantirem o poder governamental que lhes permita continuar a DELINQUÊNCIA DE ESTADO.

Todos e cada um de nós temos um dever iminente e inescusável que cumprir: EXIGIR da dirigência, sobretudo a sindical, a mais ampla UNIDADE mesmo a nível europeu para a luta INSURRECIONAL que tem que acabar com a TIRANIA CAPITALISTA, COM A DITADURA CRIMINOSA E GENOCÍDA DO CAPITAL FINANCEIRO.

Temos de derrotar os governos com um PLANO INSURRECIONAL baseado na mais ampla UNIDADE de obreiros, soldados, marinheiros e campesinos para que essa aliança operária, camponesa e de soldados e marinheiros governe e decrete de imediato o que cumpre à cidadania e ao povo trabalhador em termos de PAZ, DEMOCRACIA E LIBERDADE NACIONAL para construirmos o SOCIALISMO DO XXI SÉCULO, a UNIÃO de Repúblicas Socialistas Europeias, a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 22 de Janeiro de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

DERROTARMOS OS SECRETOS PACTOS DOS SINDICATOS (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h05 da Segunda-Feira, 17 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
Os senhores da guerra, milionários e milionárias norte-americanas, criam os seus senhoritos da guerrita; senhores e senhoritos têm como alvo a população civil e dentre esta, a mais vulnerável, quer dizer, crianças, mulheres e idosos. É sempre a mesma coisa; Obama chora as vítimas norte-americanas e ri, proclama a sua VITÓRIA sobre as vítimas dos seus massacres e genocídios particularmente na Síria ou na Palestina ou no Irão ou onde os seus droner, portadores de precisos e letais mísseis, assassinam sob a sua supervisão.

Em 16 de Dezembro se faz público que às 19h00 da Segunda-Feira, 3 de Dezembro, Tojo e Mendez foram chamados por Rajoy para uma reunião que durou mais de duas horas. Na Sexta-Feira, 30 de Novembro, Rajoy «VULNERANDO A LEI DA SEGURIDADE SOCIAL», Tojo dixit, ROUBOU-LHE a oito milhões de pessoas jubiladas ou pensionistas a dita paga de compensação do mês de Janeiro sem o Tojo apelar para a INSURREIÇÃO; muito pior, EM SECRETO, como fizeram aquando se reuniram com a Merkel, pactuariam com Rajoy em troca de nada ou de muito, NÃO SUBIR as pensões no IPC a oito milhões de pessoas reformadas ou pensionistas das que podem depender umas outras vinte e quatro milhões, quer dizer, mais da metade da população do Reino da Espanha. Na Galiza sempre muito pior. Em muito pouco tempo, Rajoy, com a GARANTIA dos seus lugar-tenentes, Tojo e Mendez, de NÃO TER QUALQUER RESPOSTA DE MOBILIZAÇÃO SINDICAL, «TOCOU» AS PENSÕES, a questão «INTOCÁVEL», questão que se se «TOCAR» produziria um irado levantamento popular que DERROCARIA tudo o que há que DERROCAR. Vejam que assim não foi. Vejam como o Rajoy crescido e lançado pela ALMUNIADA do 28 de Novembro e os acordos de madrugada do ECOFIN saiu na rádio, PRIMEIRO ALMÚNIA E DEPOIS RAJOY, para dizer NÃO, simplesmente isso, à questão de se Galhardão ou Wertz seriam demitidos. No seguinte dia, Sábado, 15 de Dezembro, o BOE publica a Ordem Ministerial para em 17 começar o pagamento das taxas judiciais; esse mesmo dia 15, em que se estão a manifestar em Lugo as pessoas espoliadas dos seus aforros pelas preferentes, em que dezenas de milhares do proletariado em Lisboa anunciam exercerão os poderes que a Constituição lhes confere, quer dizer, o direito e o DEVER DA INSURREIÇÃO, em que em Atenas se manifestam contra o RACISMO dos neonazis, dos velhos nazis, dizemos nós, o mesmo velho nazismo que o Tojo e o Mendez EM SECRETO e abertamente estão a suportar, com resistentes cangas, para o governo do Rajoy-Merkel NÃO SE ESBOROAR TODO.

E o proletariado ferrolano tem de saber que os que à direita e à esquerda do (n-r)azista JMRei, patrocinados pela Voz de Galicia «UNTADA» por Feijó contra ASTANO CONSTRUIR BARCOS, proclamavam a PATRANHA com que, monocordos, nos castigaram durante mais de TRÊS DÉCADAS, «que somos os melhores, que a construção naval é viável, que...» O ÚNICO que estão a fazer é SUMIR NA DERROTA E NO DESEMPREGO ao proletariado ferrolano e galego porque não proclamam a ÚNICA VERDADE: a radical MOBILIZAÇÃO do proletariado ferrolano e viguês dos estaleiros navais para UNIR a Galiza na Assembleia Nacional da Galiza que derroque a banda de delinquentes, narcotraficantes e assassinos que nos desgovernam; assim construiríamos barcos, teríamos emprego e a Galiza seria LIVRE UNIDA A PORTUGAL.

A DERROTAR OS SECRETOS PACTOS DOS SINDICATOS ajuda a INSUBMISSÃO E QUESTÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE às taxas judiciais de juízes e secretári@s, UM DEVER para que milhões de pessoas trabalhadoras nos julgados do social, milhões do funcionariado nos julgados do contencioso-administrativo e milhões da cidadania nos julgados do civil, conservem as cativas possibilidades de se defender perante a letal e secular justiça do Reino da Espanha ao que a Humanidade lhe deve passar contas pelo Tribunal da Suprema Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício, OFÍCIO TÃO SANTO E PERENE que no-lo estão a aplicar agora mesmo.

É UM DEVER DEMOCRÁTICO PARA EVITAR A VITÓRIA, COM O CONCURSO DOS SINDICATOS, do falangismo e o nacional-socialismo instalados nos governos do PP encabeçados pelo de Rajoy conluiados com os da Merkel por sua vez às ordens dos senhores e os senhoritos nazistas dos EUA, grandes continuadores das «façanhas» de extermínio da Whermacht hitleriana, sem termos hoje Exército Vermelho Obreiro e Campesinho que a DERROTE. DERROTA-LOS é hoje possível, imprescindível, necessário e urgente; é só cumprirmos com o nosso dever, individual e coletivo, o mandato dos povos das nações unidas para evitar a GUERRA e garantir a PAZ: A INSURREIÇÃO.
 
Em Ferrol, Segunda-Feira, 17 de Dezembro de  2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

O TOJO, O QUE MELHOR ARDE (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


O ano 1980 significou-se porque a dita combativa oposição ao franquismo durante a ditadura e ao golpismo franquista deixou de COMBATER PORQUE SABIAM DA IMINÊNCIA DE UM GOLPE MILITAR cujo desfecho foi a tomada do Congresso pelos do Tejero e o PACTO DO CAPÔ que estabeleceu as bases da deriva em que estamos a naufragar lutando para não morrermos afogados.

DEIXOU DE COMBATER para oferecer INERMES as massas trabalhadoras cujo sangue sugaram os vampiros do CAPITAL FINANCEIRO até hoje. A dita oposição, naquela altura e hoje representada pelo sindicalismo e sindicato de CCOO cuja dirigência teve como tarefa ÚNICA garantir a estabilidade e poder do CAPITALISMO FINANCEIRO. No ano 1980 PARALISARAM TODA A LUTA OPERÁRIA em vez de a intensificar, justamente para um desfecho CONTRÁRIO ao do PACTO DO CAPÔ. Nem convénios, nem tabelas reivindicativas, apenas «assembleite» como grave doença que CCOO lhe atribuía ao proletariado para, bem amarrado, oferece-lo à «Doma e Castração».

«O helicóptero com as luzes de alerta vermelhas acesas» de Dezembro de 1980 (referia-se Felipe González ao maciço rejeitamento do povo galego ao Estatuto de Autonomia vigorante thirty two years ago?) tornou-se PACTO DO CAPÔ com ASTANO e a Galiza em CADEIA PERPÉTUA NÃO REVISÁVEL E CUSTÓDIA VIGILADA pelo falangismo nazista de Feijó e a Companha Santa em «Rueda» com Mª Nava Castro de esqueleta com rostos variados a infiltrar os seus peões para DIVIDIR E NEUTRALIZAR a luta das preferentes.

O ano 2012 está a se significar porque a dirigência sindical de CCOO e dos sindicatos europeus encabeçados pelo Tojo foi DERROTADA E OBRIGADA a convocar as Greves Gerais e as Mobilizações europeias do 14 de Novembro e o mesmo que o ano de 1980 em que PARALISARAM TODA A LUTA OPERÁRIA para PACTO DO CAPÔ estão a PARALISAR neste ano 2012 particularmente agora, 12/12/12, em que os governos do PP no Spanish Kingdom e os governos europeus da Heil Merkel estão a se CAIR SOZINHOS sem que ninguém lhes bote uma mão para os aguentar exceto o que melhor arde, o Tojo, o paralítico Tojo, a paralisar o proletariado para NÃO DERROCAR O CAPITALISMO FINANCEIRO E AS SUAS REPRESENTAÇÕES. Esperto ADIADOR-AVIADOR, o Tojo voa sempre para no justo momento deixar cair a bomba paralisante onde mais lhe dói ao proletariado e onde mais intenso prazer orgásmico produz na representação política do CAPITALISMO FINANCEIRO, excitado e cheio de TERROR ao ver como lhes DESABA O PRÉDIO. ESBOROA-SE-LHES TUDO!

Em Dezembro de 2012, as vermelhas luzes acesas do helicóptero a alertarem da IMINENTE queda da banda Rajoy-Merkel, vão acompanhadas da PARALISAÇÃO DA LUTA PROLETÁRIA E DO ANÚNCIO ADIADOR DA MOBILIZAÇÃO EUROPEIA para Março de 2013: TEMOS QUE SALVAR DO NAUFRÁGIO O BARCO DO CAPITALISMO FINANCEIRO que torna CLANDESTINAS as subordinadas Caixas de Poupança da Heil Merkel para SECRETAMENTE FINANCIAR A PREFERENTE WERTZMACHT que evitará União de Repúblicas Socialistas Europeias. É só que o Grão Quartel Geral do proletariado, os povos e as nações, a Galiza-Portugal, ORDENA OFENSIVA GERAL contra as hordas da WERTZMACHT e os seus lugar-tenentes encabeçados pelo Tojo para muito antes de Março de 2013 cumprirmos o mandato dos povos das nações unidas para evitar a guerra e garantir a PAZ: A INSURREIÇÃO.                    

Em Ferrol, Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

CONTRA «ALMUNIADAS» INSURREIÇÃO (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
O Conselho de Ministros do Rajoy VIOLA GRAVE E DRASTICAMENTE A LEI reduzindo as pensões às pessoas jubiladas. Tojo, entrevistado na SER  às 14h45 dessa VIOLENTA Sexta-Feira, 30 de Novembro, afirma, dentre outras coisas: SE VULNERA A LEI DA SEGURIDADE SOCIAL e como bom lugar-tenente da classe capitalista não apela para a INSURREIÇÃO, para a IMEDIATA DERROCADO DO GOVERNO «RAJOYEIRO»; descansam o fim de semana e apelam para a Defensora do Povo apresentar recurso de INCONSTITUCIONALIDADE depois da ponte constitucional, a Lotaria, o Natal e a Pascoa Militar, tudo regado com cava catalão.

Não é o único. Depois da «ALMUNIADA» contra o povo galego e a Galiza, discurso UNÂNIME, VERBORREIA UNÂNIME dos representantes do BNG-AGE-PSdG-PSOE. Todos contra Feijó porque ele é o responsável da liquidação de Nova Galicia Banco (o ÚNICO banco do mundo que tem como objetivo PRIORITÁRIO o DESENVOLVIMENTO DA GALIZA) e da «QUITA DE CARTEIRA» às pessoas das preferentes. UNÂNIME DISCURSO, UNÂNIMES EM SABOTAR a toma de posse do Feijó como presidente da Junta da Galiza e UNÂNIMES em não apelar à população galega para se concentrar perante o Parlamento em Sábado, 1 de Dezembro para defender a existência de NGB, para defender o FINANCIAMENTO da economia da Galiza, aproveitando e reforçando a convocatória das preferentes. Só estava Carlos Aymerich. Ramom Vilhares, Ferrim, Lage e Tourinho estavam, INDIGNOS, do outro lado da barricada, no meio de ladras, ladrões e delinquentes. Ontem, os do BNG, para se lavarem a cara, entraram em NGB em ato de protesto contra a «ALMUNIADA» e contra Feijó.

Quais os objetivos do Patxi López ao anunciar em 21 de Agosto as eleições no País Basco? Forçar Feijó às convocar o mesmo dia para EVITAR QUE A MOBILIZAÇÃO DAS PREFERENTES produzisse mais «desgaste e desplome» eleitoral ao PP, garantir-lhe MAIORIA ABSOLUTA ao Feijó e acabar essa MOBILIZAÇÃO.

Preferia o Patxi López (González-ZP e as bandas de GALosos TERRORISTAS DE ESTADO) correr o risco de EH-Bildu governar o Pais Basco do que o FRANQUISMO de Feijó perder o governo da Galiza.

Conseguiram o PP tiver maioria absoluta na Galiza e EH-Bildu não ser a primeira força no País Basco. O que não conseguiram foi ACABAR A MOBILIZAÇÃO DAS PREFERENTES, questão que atingiu o rango que lhe foi dado pela «ALMUNIADA» porque as únicas pessoas no mundo a se MOBILIZAREM contra  bancos e banqueiros são as das preferentes da Galiza particularmente NGB. Esta elementar VERDADE não encoraja BNG-AGE-PSdG-PSOE, sindicatos e outras ervas das nossas viçosas campeiras, para se UNIR, UNIR À GALIZA, na Assembleia Nacional da Galiza, para MOBILIZAR o povo galego e DERROCAR O PP. Preferem Aliança Social Galega, ASOGA DO POVO GALEGO que enforca o seu direito a decidir, o direito de Livre Determinação da Galiza.

ASOGA DO POVO GALEGO a começar pelo proletariado, triste, só e abandonado como o de ELECNAVAL (e muitos outros) nas portas da Bazam a se mobilizar e se queixar do abandono dos sindicatos e Comité de Empresa de Navantia. Reiteramos o apelo que fizemos em 25 de Julho para MOBILIZAR-NOS em Agosto; apelamos para a MOBILIZAÇÃO permanente durante a Lotaria, o Natal, a Pascoa Militar. Reiteramos o apelo que fizemos para o 14 de Novembro, precisando que um dos objetivos políticos conseguidos dessas greves gerais e mobilizações europeias foi o de OBRIGAR os lugar-tenentes da classe capitalista que regem os sindicatos a CONVOCAR O QUE PRETENDIAM ADIAR para o ano que se avizinha; mensagem fraternal para filiados, quadros e dirigência dos sindicatos bascos LAB e ELA-STB, sindicatos que não apoiaram a convocatória do 14 de Novembro aduzindo objetivos não adequados: o primeiro de Maio ficou instituído depois de uma MOBILIZAÇÃO mundial por um objetivo tão político como a jornada de oito horas.

Todos JUNTOS temos de derrotar os lugar-tenentes da classe capitalista e todos juntos temos de DERROCAR os governos do Rajoy-Feijó a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Terça-Feira, 4 de Dezembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

sábado, 1 de dezembro de 2012

ALMÚNIA-RAJOY A REPRESENTAREM A MÁFIA CAPITALISTA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
A sequência: 1º Reunião de Chefes de Governo para Orçamento da UE onde Almúnia-Rajoy concertam TUDO contra nós e não concertam orçamento 2º O seu jornalístico anúncio de ESPOLIAR as pessoas das PREFERENTES e o financiamento da Galiza OCULTADO com muita outra coisa que se resume em TUDO para a Bankia do PP 3º A viagem de COMBATE E LUTA a Bruxelas em dias 26 e 27 da representação das PREFERENTES da Galiza a apresentar em Português as suas reivindicações escritas com a Ana Miranda a OBRIGAR os seus a falar espanhol e 4º O Almúnia a MALHAR em nós, nos GALEGOS E NA GALIZA, como leva fazendo TODA A SUA DELINQUENTE VIDA (Reconversão Naval de ASTANO, Decreto para PRORROGAR O LEGAL GENOCÍDIO PROLETÁRIO DO AMIANTO), proclamando no seguinte dia 28, ontem, o concertado com Rajoy, a dita ESPOLIAÇÃO.

Essa sequência indica O ÓDIO, A SANHA do Almúnia, a representar os CAPITALISTAS FINANCEIROS DA UE, e do Rajoy (somem as taxas às preferentes do Galhardão) contra os galegos e a Galiza, os únicos no Planeta a se MOBILIZAR contra Bancos e banqueiros, a MÁFIA CAPITALISTA DA UE, e transmite outra mensagem «façais o que fizerdes ESMAGAR-VOS-EMOS», quer dizer, GUERRA SEM QUARTEL contra vós e a vossa «parentela» proletária. E de IMEDIATO o basco «Bankiaeiro» Goirigolzarri canta VITÓRIA e proclama que lhe vai «QUITAR A CARTEIRA» aos das PREFERENTES um 39 %.

Tudo sem a resposta que se merecem porque as eleições na Catalunha DEMONSTRAM, uma e outra vez, o que vimos proclamando particularmente desde o 25 de Julho, Dia da Pátria, SÓ A INSURREIÇÃO é que lhe pode dar o poder IMEDIATO ao PROLETARIADO e às massas trabalhadoras para em DEZ dias decretar o que cumpre, só a INSURREIÇÃO é que pode DERROCAR os governos da MÁFIA DO PP.

No Dia da Pátria apelávamos para a MOBILIZAÇÃO no mês de Agosto e nesse mesmo mês os analistas políticos do CAPITALISMO alertavam do perigo da organização e mobilização das preferentes, tanto que o Patxi López, para as MATAR, convoca eleições no País Basco obrigando Feijó às convocar na Galiza onde Rueda reconhece o «desgaste e desplome eleitoral do PP no último semestre». Em São Genjo, em 21 de Agosto, a mobilização das preferentes coincide com a convocatória do Patxi López. Três semanas depois a MOBILIZAÇÃO da Diada na Catalunha força Mas a convocar eleições para a MATAR. De IMEDIATO o milhão de pessoas MOBILIZADAS em 15 de Setembro em Portugal força a convocatória da CGTP-IN para 29 de Setembro e esta a convocatória de Greve Geral em 14 de Novembro que por sua vez força a GREVE E MOBILIZAÇÃO EUROPÉIA do dito dia 14.

O resultado das eleições na Galiza e no País Basco DEMONSTRAM, uma e outra vez o mesmo que as da Catalunha, nem o PP perdeu a maioria absoluta na Galiza nem Bildu foi a primeira força, foi-o o representante do CAPITALISMO FINANCEIRO BASCO, O PNB. É o PP o que consegue o que pretende com METODOLOGIA MAFIOSA E FRAUDE ELEITORAL, a continuidade da Espanha UNA, GRANDE, LIVRE; é o PP, rebentando o Concelho de Ourense, o que consegue maioria absoluta na Galiza; é o PP, rebentando a «honorabilidade» de Mas-Pujol, o que consegue que CiU não tenha maioria absoluta. Mesmo ETA reconhece que o processo dito de Aiete pode fenecer.

TUDO, na nossa opinião, EVIDENCIA, uma e outra vez, a necessidade da INSURREIÇÃO não apenas na Galiza-Portugal e no Reino da Espanha mas na Europa para União de Repúblicas PROLETÁRIAS-SOCIALISTAS Europeias, EVIDENCIA a necessidade, uma e outra vez, de pôr em prática a máxima de Carlos Marx «PROLETARIADO de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM O COMBATE PROLETÁRIO, a começar pela fronteira que DIVIDE a Galiza de Portugal (UNIR O COMBATE PROLETÁRIO DA GALIZA E PORTUGAL É PRIORITÁRIO E URGENTE), EVIDENCIA a necessidade e urgência de INTENSIFICAR E RADICALIZAR A MOBILIZAÇÃO operária, camponesa, de soldad@s e marinheir@s (porque Palestina VENCERÁ) para chegarmos à INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

BALANÇO DA GREVE GERAL (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)



Que a Greve Geral do 14 de Novembro e, sobretudo, o meio milhão de pessoas que se manifestaram na Galiza, foi um ÊXITO, achamos que é uma grande VERDADE. Como é uma INDIGNANTE VERDADE a crueldade, o abuso, a sanha, e a brutalidade da VIOLÊNCIA policial abrindo cabeças INDISCRIMINADAMENTE e batendo IMPUNEMENTE a pessoas completamente indefesas. Também é VERDADE que os governos de Rajoy e do PP proclamaram que abrir cabeças é o NORMAL, que está bem. VERDADE confirmada no próprio dia da Greve Geral pelo Comissário de Economia da UE, Olli Rehm a avaliar o governo de Rajoy proclamando o bem que o está a fazer. Reparem que as imagens que chegaram de Lisboa, de Roma confirmaram que a União Europeia do CAPITAL FINANCEIRO através dos seus representantes da Comissão Europeia considera o bom que é abrir cabeças para EVITAR que o povo OCUPE os centros de poder para desde eles ORDENAR fazer o que lhe cumpre às massas trabalhadoras. É VERDADE que a CGTP avaliou a Greve Geral como a maior de sempre em Portugal e assim poderíamos concluir que embora seja VERDADE que as Greves Gerais e mobilizações europeias do 14 de Novembro abrem um novo tempo em que a luta tem que ser a do proletariado europeu UNIDO, também é VERDADE que o 15 de Novembro o proletariado europeu UNIDO NÃO TINHA O PODER porque não ocupara em dia 14 os centros desde onde o poder se exerce. Que fizeram os sindicatos às ordens dos lugar-tenentes da classe capitalista para a tomada do poder ser VERDADE? NADA! Nas duas semanas anteriores à Greve Geral não distribuíram um panfleto, não colaram um cartaz, não fizeram megafonia, numa palavra, não fizeram a pertinente campanha de AGITAÇÃO porque não queriam que em dia 14 o proletariado tomasse o poder. Que fizeram os dirigentes políticos ditos de esquerda e nacionalistas? NADA! Nem sequer VERBORREIA em favor da Greve Geral. Fizeram VERBORREIA duns contra os outros da que muito se beneficiam os nazistas do PP: «quanto mais se matem entre eles, melhor para nós», clamam alegres; em resumo, nem dirigentes políticos, nem sindicatos estiveram um dia às 5h30 na porta das fábricas para distribuir panfletos porque não queriam que a Greve Geral se tornasse INSURECIONAL. Não queriam que às 00h00 do dia 14 houvesse milhares de pessoas a integrarem os MERITÓRIOS piquetes, não queriam criar um estado de ânimo de VITÓRIA, de assalto ao poder nas massas trabalhadoras galegas e a resposta que estas deram acudindo às manifestações DERROTOU a sua passividade e INAÇÃO demonstrando-lhes que querem, estão prontas para a derrocada dos governos de Feijó e Rajoy, para tomarem o poder.

A chave da tomada do poder na Galiza e não apenas está em Ferrol particularmente no Arsenal Militar. Os sindicatos, TODOS, ao avaliarem ao 100 % o sucesso da ferrolana Greve Geral estão a OMITIR que no Arsenal Militar desde antes das 7h00 milhares de pessoas estavam a desenvolver as suas atividades sem participarem na Greve Geral porque os sindicatos, TODOS, tinham determinado que não houvesse piquetes nas portas, TODAS, do Arsenal Militar, piquetes que convidassem os militares a participarem na greve sem desenvolver qualquer atividade e a participar na manifestação. Assitiríamos à queda dos governos de Feijó e Rajoy se em 14 de Novembro se paralisassem atividades no Arsenal Militar de Ferrol e as fardadas soldadas, marinheiras, cabas primeiras, sargentas primeiras, tenentas de navio, capitãs de fragata assistissem de criança no colo à «desparramada» manifestação ferrolana abandonando o serviço e destino, desertando do Arsenal? Temos óptica para contar cem mil a se manifestarem em Ferrol e a não temos para contar dez mil em Lisboa, praças, sargentos e oficiais das forças armadas portuguesas pela derrocada do Passos Coelho quatro dias antes da Greve Geral? Qual a mensagem que estavam a transmitir os militares portugueses ao se manifestarem em Sábado, dia 10 de Novembro? Seria a de Greve Geral INSURRECCIONAL, dito um novo 25 de Abril, uma outra Revolução dos Cravos? E os cravos vermelhos no Parlamento galego em dia 16 nas mãos de algunse e algumas? Seriam os que lhes sobejaram do Dia dos Defuntos ou seriam os que anunciam o Dia da VIDA da Galiza UNIDA a Portugal?

Temos que confessar que saímos DERROTADOS aquando às 5h20 na Pç de Armas bradamos aos cento e cinquenta piqueteiros e piqueteiras, ARSENAL MILITAR, piquetes no Arsenal Militar. Só aconteceu que ao fechar os piquetes as duas portas da Bazan, a entrada ao Arsenal foi CAÓTICA com grandes caravanas de milhares de pessoas controladas uma a uma nas portas do dique e da Pç Velha. Só podemos constatar que durante uns minutos antes das 8h00 distribuímos panfletos apelando à INSURREIÇÃO que foram apanhados por MILITARES das classes baixas. Colocamos a questão de quais os resultados de piquetes nas portas do Arsenal como houve nas portas do Concelho? Respondemos que os resultados seriam a tomada do poder das massas trabalhadoras a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

domingo, 18 de novembro de 2012

INSURREIÇÃO! (distribuídas 2.000 folhas às 12h00 na manifestação em Ferrol da Quarta-Feira, 14 de Novembro de 2012, Greve Geral)


 

INSURREIÇÃO é o que cumpre para acabar com um poder DELINQUENTE, CRIMINOSO, O CAPITALISMO FINANCEIRO.

INSURREIÇÃO é um direito e sobretudo um DEVER para acabar com o CAPITALISMO, a fonte de todas as formas de opressão.

INSURREIÇÃO porque o CAPITALISMO FINANCEIRO para além de CRIMINOSO é o governo, A TIRANIA de uma pequena MINORIA contra a imensa MAIORIA da população, as massas trabalhadoras.

INSURREIÇÃO porque o TRABALHO é a fonte de TODA riqueza, riqueza que produzem as massas com o seu TRABALHO para ser ROUBADA, ESPOLIADA pelos CAPITALISTAS FINANCEIROS.

INSURREIÇÃO porque no XXI século experimentamos cerca de cem anos de SOCIALISMO, DE DEMOCRACIA SOCIALISTA em que a riqueza produzida pelo TRABALHO foi DISTRIBUÍDA entre as massas trabalhadoras, emprego, terra, vivenda, saúde, ensino, cultura, ciência, TUDO para o POVO TRABALHADOR.

INSURREIÇÃO porque a liberdade dos povos, a liberdade nacional, o direito de LIVRE DETERMINAÇÃO, a Independência dos povos foi DECRETADA nos dez primeiros dias que abalaram o mundo, nos dez primeiros dias de SOCIALISMO.

INSURREIÇÃO porque a esperteza SOCIALISTA que hoje possuímos é muito superior à desses DEZ DIAS (7-17) de Novembro de 1917.

INSURREIÇÃO para evitar que essa MINORIA de abjetos milionários norte-americanos destrua o mundo e parte do sistema planetário a meio de guerras, guerras nucleares e guerras siderais.

INSURREIÇÃO para o povo galego ser LIVRE e dono da sua riqueza, para que o direito de LIVRE DETERMINAÇÃO da Galiza, a INDEPENDÊNCIA da Galiza permita ao povo galego decidir LIVREMENTE A UNIÃO com Portugal numa República Socialista da Galiza e Portugal.

INSURREIÇÃO para UNIR o povo galego na Assembleia Nacional da Galiza, condição imprescindível para a VITÓRIA DA LIBERDADE NACIONAL DA GALIZA.

INSURREIÇÃO para UNIR o povo galego e português a meio da UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA condição basilar para uma República Socialista da Galiza e Portugal.

INSURREIÇÃO para DERROTAR O DIVISIONISMO E OS DIVISIONISTAS políticos e sindicais que se emperram em sumir o povo galego no PESSIMISMO e na DERROTA.

INSURREIÇÃO para DERROTAR a arma eleitoral e os eleitoreiros que se emperram na FRAUDE ELEITORAL ou a não COMBATEM para VITÓRIA do nacional-socialismo e o falangismo de Rajoy-Feijó, cada dia mais agressivos e audazes na PATRANHA E NA VIOLÊNCIA.

INSURREIÇÃO para os promotores e assinantes galegos do manifesto em favor da LIVRE DETERMINAÇÃO E INDEPENDÊNCIA da Catalunha, promoverem e assinarem um manifesto em favor da LIVRE DETERMINAÇÃO E INDEPENDÊNCIA DA GALIZA para criarmos a Assembleia Nacional da Galiza e UNIR À GALIZA contra a Aliança Social Galega, ASOGA do povo galego.

INSURREIÇÃO para uma outra Revolução dos Cravos na Galiza e Portugal particularmente no Arsenal Militar de Ferrol. OCUPEMOS O ARSENAL MILITAR DE FERROL. Os piquetes de greve nas portas TODAS do Arsenal Militar de Ferrol para paralisar atividades, para CONVIDAR os militares exercerem os seus direitos democráticos nomeadamente o direito à greve em 14 de Novembro. Para a aliança operária, camponesa, de soldados e marinheiros trazer o SOCIALISMO A MEIO DA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 14 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

GREVE GERAL INSURRECIONAL NECESSÁRIA E URGENTE 2012 (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h05 da Segunda-Feira, 12 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

A necessidade e urgência da GREVE GERAL INSURRECIONAL apresentam-se uma e outra vez nos assassinatos de pobres produzidos pelo sistema CAPITALISTA baseado na delinquência permanente e sem qualquer limite de bancos, banqueiros e o poder político que os serve. Três pessoas induzidas à morte, ao suicídio, em três territórios diferentes dos submetidos pelo Reino da Espanha, porque lhes ESPOLIARAM dos seus meios de VIDA E SUBSISTÊNCIA, emprego e morada. Os despejos são uma CRIMINOSA e reconhecida na lei, forma de lhe acabar a VIDA a qualquer pobre; portanto DERROGAR as leis que o permitem e ERRADICAR da lei a figura do despejo é elementar REIVINDICAR e não se está a fazer e os despejos não são a raiz do questão, a raiz da questão é a VIOLAÇÃO do direito dos pobres a uma vivenda DIGNA e a VIOLAÇÃO da parte dos poderes públicos do seu DEVER de comprar solo e construir suficientes vivendas ditas SOCIAIS. Uma questão que em Ferrol e na Galiza tem história.

História que começa no verão de 1977 em que se OCUPARAM mais de quatrocentas vivendas destinadas aos que lhes abrem a cabeça aos pobres aquando protestam. O relatório dessa história permite ver a CORREÇÃO dos objetivos dessa luta e a sua EFICÁCIA para conseguir vivendas para DESPOSSUÍDOS trabalhadores não apenas em Ferrol como também em toda a Galiza. Até ao ano 1995 e mesmo depois a Junta da Galiza a meio do Instituto Galego da Vivenda e o Solo não teve mais remédio que comprar solo e construir vivendas mesmo no rural em lugares nunca sonhados. Em 1995 começaram a promover e executar despejos contra pobres das 398 de Carança porque não queriam deixar-se ROUBAR, introduziram ILEGALMENTE a hipoteca dos bancos em algum grupo de vivendas em Esteiro e assim aos poucos foram acabando com os logros dessa luta em favor de uma vivenda DIGNA para trabalhadores no meio de uma IMENSA CORRUPÇÃO do Feijó, conselheiro, e outros seus colegas e governos do PP na Junta. Essa história relata a CORRUPÇÃO dos sindicatos UGT-CCOO a promoverem cooperativas de vivendas como ARÍETE contra a vivenda SOCIAL construída pelos poderes públicos exercidos pelo PSOE e não apenas em cumprimento do artigo 47 da CE e do Estatuto de Autonomia galego e mesmo a CORRUPÇÃO pessoal de algum dirigente como Tojo que qualquer dia contará as suas misérias e privilégios na matéria. Essa história relata como partidos políticos ditos de esquerdas, alguns mesmo da esquerda nacionalista radical, estiveram durante décadas e na atualidade a DESACREDITAR, DESPRESTIGIAR E EMPORCAR A LIMPA LUTA da ocupação de vivendas em Carança, a eficácia dos seus resultados, mais de MIL vivendas para DESPOSSUÍDOS trabalhadores, e marcar um precedente que OBRIGOU os poderes públicos a encher a Galiza de vivendas para pobres, sempre em número insuficiente.

LIMPA E SOLITÁRIA LUTA contra os despejos do Cuinha e o Feijó às ordens do falangista Fraga com a passividade e/ou colaboração mesmo de ditos militantes da esquerda nacionalista radical. LIMPA E SOLITÁRIA LUTA nunca reconhecida pelos partidos e sindicatos a não ser para se posicionar contra dela. Não podemos evitar atribuir-lhe ao BNG no governo da Junta três erros de grosso calibre: reconhecer alegadas representantes das vivendas que ajudaram aos falangistas do PP nos seus despejos, que introduziram na sua Lei da Vivenda a figura do despejo (Teresa Táboas- Encarna Otero) e por último, o seu Delegado Provincial da Vivenda, o Sr. Bascuas, consumar o despejo, como represália por motivos políticos dos falangistas do PP, de uma pessoa desempregada e sem qualquer ingresso durante uma década.

Numa palavra, a colaboração da dita oposição de partidos e sindicatos ditos de esquerda foi determinante para que PP, bancos e banqueiros pudessem perpetrar o CRIME DE LESA HUMANIDADE que é despejar da sua morada CENTENAS DE MILHARES DE FAMÍLIAS nos territórios abafados pelo Reino, CRIME em que estão a participar hoje o poder político, bancos, banqueiros e juízes; juízes que podem declarar INCONSTITUCIONAL O DESPEJO e ANULAR a sua aplicação por ser CONTRÁRIO ao artigo 47 da CE, declarar INCONSTITUCIONAIS todas as leis em que aparece e aos que assinam essas leis, o Chefe do Estado e o presidente do governo, quer dizer, El-Rei e Rajoy. Todo esse DESPOTISMO, toda essa TIRANIA, todo o CINISMO que empregam autoproclamando-se mais DEMOCRATAS do que ninguém tem que levar o PP e adláteres ao DESASTRE, a dar com os seus ossos no cárcere. Para isso é preciso o governo do proletariado, das massas trabalhadoras, é preciso a derrocada dos seus governos com a Greve Geral de 14 de Novembro a exercermos o DEVER DA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 12 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

domingo, 11 de novembro de 2012

GREVE GERAL PARA DEMOCRACIA NO ARSENAL (distribuídas 100 folhas às 7h20-8h00 na porta do Arsenal Pç Velha e 400 folhas às 13h00-14h25 na porta da Bazan rua Taxonera a 6ª F, 9/11/12)



 

Da degradação das condições de vida a que estão a ser forçadas as massas trabalhadoras, perda de emprego, redução de salário, sistema de saúde e ensino e uma interminável lista, não podem ser excluídos os militares particularmente as classes mais baixas, sem se puderem reunir nas dependências, quartéis, bases, arsenais, barcos atracados ou a navegar para, simplesmente, falar das questões que lhes afetam como militares e como cidadãos ou cidadãs em exercício dos seus direitos democráticos que lhes são negados ou limitados. Estamos a falar da liberdade sindical incluindo o direito à greve, liberdade de expressão, reunião, manifestação, eleição democrática dos mandos e muita outra coisa.

A ELIMINAÇÃO da paga do Natal reduz o salário anual na sua catorzeava parte; catorzeava parte que não lhe é reduzida nem aos bancos nem aos banqueiros, tudo o contrário; ao funcionariado e ao quadro de pessoal de Navantia, sem pertencerem ao funcionariado, a esses é que se lhes REDUZ O SALÁRIO ANUAL. Nisso, como em muita outra coisa, sem negarmos as contradições existentes, a sorte dos militares particularmente os das classes de mais baixa economia, é muito parecida à das massas trabalhadoras e, na nossa opinião, tinham que reagir UNIDOS contra os poderes políticos e financeiros que estão em guerra aberta e declarada contra tudo e contra tod@s para ACUMULAR CAPITAL E FINANCIAR MAIS GUERRAS.

A convocatória para dia 14 de Novembro de Greve Geral, que tinha que alastrar a toda Europa, está forçada pela intensa e acelerada degradação das condições de vida das massas trabalhadoras da que não estão excluídos os militares nomeadamente as classes de mais baixa economia; daí a necessidade de participarem na dita Greve Geral em dia 14. Nós apelamos para paralisar atividades no Arsenal Militar de Ferrol em dia 14 para que haja, bem-haja, DEMOCRACIA dentro dos muros da VERGONHA que dividem a cidade de Ferrol.

Nós, desde a Galiza, marcamos como referente as atividades, associações e as mobilizações que estão a desenvolver em Portugal os militares organizados na Associação de Praças (www.apracas.pt), na Associação Nacional de Sargentos (www.ans.pt) e na Associação de Oficiais das Forças Armadas (www.aofa.pt) porque o relacionamento da Galiza com Portugal teve em geral, e o dos militares em particular uma grande significância em Ferrol e na Marinha e não apenas. É só lembrar a influência do Movimento das Forças Armadas e a Revolução dos Cravos no nosso dito câmbio democrático.

A aliança, a união de marinheiros e soldados com obreiros e camponeses tem significado IMENSOS avanços democráticos para a Humanidade sempre exercendo o direito reconhecido no artigo 7.3 da Constituição portuguesa, o direito à INSURREIÇÃO. Apelamos para participar na Greve Geral em 14 de Novembro exercendo o direito à INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Sexta-Feira, 9 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

A PATRANHA DO FEDERALISMO VERSUS INDEPENDÊNCIA (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h55 da Quarta-Feira, 7 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

O Federalismo nos territórios peninsulares a sul dos Pirenéus e  nos insulares mediterrâneos e atlânticos defendido nos programas políticos de partidos de âmbito galego e não galego enunciava-se como a União LIVRE de Repúblicas Confederadas Ibéricas, união baseada no direito a decidir, no direito de LIVRE DETERMINAÇÃO, dos povos galego-português, basco, catalão, canário, açoriano, madeirense, povos que em exercício desse direito podem decidir ou determinar a separação, secessão ou independência, podem querer criar uma república própria, um novo estado na UE como o povo catalão (o povo é quem mais ordena) ORDENOU em milionário número convocado pela Assemblea Nacional Catalana.

O Federalismo é um constructo de UNIÃO de nações baseado na liberdade nacional, baseado na liberdade dos povos das nações UNIDAS, e os povos não têm liberdade se não têm INDEPENDÊNCIA, os povos para decidir LIVREMENTE têm que ter INDEPENDÊNCIA, se a não tiverem não podem decidir em LIBERDADE. O Federalismo é um constructo de nações INDEPENDENTES, é um constructo que determinam os povos das nações com INDEPENDÊNCIA, povos que se reconhecem entre si LIVRES E IGUAIS E RENUNCIAM À GUERRA, sejam quais forem as suas formas, para resolver quaisquer conflitos. Proclamam a AMIZADE E A COOPERAÇÃO, A SOLIDARIEDADE NACIONAL, como jeito de se relacionar uns com os outros.

Portanto INDEPENDÊNCIA primeiro, federalismo depois

O MANIFESTO DOS «FEDERALISTAS» publicado em El País É UMA PATRANHA, uma MENTIRA MUITO GRANDE resultado de somar muitas MENTIRAS com a gravidade de as pessoas a assinarem o dito Manifesto, catedráticos, magistrados, historiadores... saberem do EXTERMÍNIO franquista de, primeiro, SEPARATISTAS, segundo, VERMELHOS e terceiro, MAÇÕES, exterminados por defender a União LIVRE de Repúblicas Confederadas Ibéricas, a união da República da Galiza-Portugal, da República Basca, da República Canária, da República Catalã, da República da Espanha, exterminados para EVITAR esse constructo federal baseado na INDEPENDÊNCIA dos povos para decidir essa UNIÃO. Exterminados por Franco com a decisiva ajuda de Hitler, Mussolini, Salazar e as ditas potências ocidentais, UK, EUA, a França, a Suíça.... Sabem e negam que os governos do Reino da Espanha PROIBIRAM referendos promovidos pelo governo basco, IMPEDIRAM Estatuto de Autonomia do povo catalão, o Parlament, o governo da Generalitat e o President, o derrocado Pascual Maragall, sabem e negam esses governos espanhóis IMPOREM na Galiza durante três décadas um Estatuto de Autonomia MINORITÁRIO referendado apenas por uma de cada cinco pessoas votantes o qual NÃO é uma vergonha para o honorável Jordi Pujol e outros.

Sabem e negam que o Pacto Internacional pelos Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional pelos Direitos Económicos, Sociais e Culturais são UNÂNIMES ao afirmar que TODOS os povos têm o direito de LIVRE DETERMINAÇÃO para estabelecerem LIVREMENTE a sua CONDIÇÃO POLÍTICA, o seu DESENVOLVIMENTO económico, social e cultural, para dispor LIVREMENTE das suas riquezas e recursos naturais, para não serem privados dos seus próprios meios de subsistência (ASTANO), que esses Pactos, UNÂNIMES, proclamam que os Estados Parte nos Pactos, o Reino da Espanha dentre eles, PROMOVERÃO O EXERCÍCIO DO DIREITO DE LIVRE DETERMINAÇÃO E RESPEITARÃO esse direito em concordância com a Carta das Nações Unidas.

Portanto, Rajoy e El-Rei TÊM O DEVER DE PROMOVER O EXERCÍCIO DESSE DIREITO na Catalunha,

na Galiza, em Euskadi, em Canárias e de O RESPEITAR em concordância com a Carta das Nações Unidas.

Vejam que manifestantes (um deles Carlos Solchaga que tinha que estar preso por CRIMES CONTRA A HUMANIDADE) e Manifesto querem CONFUNDIR povo catalão com Mas e CiU, querem CONFUNDIR os povos para que se MATEM entre eles, a base sobre a que se construiu a FALSIFICAÇÃO HISTÓRICA denominada Espanha, a morte e o extermínio de uns povos contra os outros, morte e extermínio capitaneados pela classe dominante e a sua eterna monarquia. Querem EVITAR que os povos das nações UNIDAS capitaneados pelo PROLETARIADO de todos os países UNIDO acabe com a sua CONFUSÃO, AS SUAS CLASSES DOMINANTES, O CAPITAL FINANCEIRO ESPANHOL-BASCO-CATALÃO, A SUA MONARQUIA E A SUA ESPANHA, UNA, GRANDE, LIVRE para instaurar a União de Repúblicas Socialistas a Sul e a Norte dos Pirenéus, objetivo que temos que proclamar para a Greve Geral Europeia em 14 de Novembro, objetivo que alcançaremos a meio da INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Quarta-Feira, 7 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

GREVE GERAL EUROPEIA 2012 (distribuídas 500 folhas às 5h30-6h55 da Segunda-Feira, 5 de Novembro de 2012)


Se no Dia da Pátria apelávamos para o COMBATE alertando de que CONTEMPORIZAR COM O PP É A MORTE DA GALIZA, hoje, a DEZ dias da GREVE GERAL do 14 de Novembro, podemos afirmar que a sua CONVOCATÓRIA constitui uma VITÓRIA do proletariado que obrigou os lugar-tenentes da classe capitalista à não ADIAR para depois do mês de Dezembro como anunciaram Tojo e Mendez no mês de Setembro após uma escalada de submissão e adesão à Merkel-Rajoy-El-Rei que dava VERGONHA.

Se a CONVOCATÓRIA É UMA VITÓRIA DO PROLETARIADO, a realização da Greve Geral na Europa precisa da maior CONVICÇÃO E AGITAÇÃO para ultrapassar que LAB no País Basco a não convoque e que na Grécia a convocatória seja para 6 e 7 de Novembro. Temos que encorajar o proletariado galego, português e europeu para participar na Greve Geral, temos que tentar conseguir que na Galiza a ÚNICA VOZ A OUVIR seja a de TOD@S À GREVE GERAL, UMA ÚNICA E POSSANTE VOZ que apague a voz dos do eterno DEBATE PARA MATAR O COMBATE, a dos Beiras, Iolanda Diaz, Guilherme e Pachi Vazquez... dirigentes dos sindicatos CIG-UGT-CCOO; TODOS ELES UNÂNIMES, TÊM O DEVER de não falar PUBLICAMENTE MAIS QUE DA GREVE GERAL; qualquer outra palavra que DESVIE o trabalho em favor da Greve Geral é uma TRAIÇÃO aos interesses do proletariado, o próprio e o europeu: É CONTEMPORIZAR COM O PP QUE É A MORTE DA GALIZA. O que cumpre é que sindicatos e partidos promovam maciços comités de greve geral para que durante os dez dias que faltam para o 14 de Novembro a distribuição de panfletos, cartazes, megafonia, assembleias á entrada do trabalho... seja o quotidiano, logrando a maior participação de filiados e não filiados, das massas trabalhadoras.

Se não são horas de depressão, se são horas de se PÔR EM PÉ, o que cumpre é os dirigentes políticos e sindicais DAREM EXEMPLO distribuindo panfletos às 5h30 nas portas das fábricas, empapelando os parlamentos, apelando nos média para criar COMITÉS UNITÁRIOS para a Greve Geral e à participação neles do maior número de pessoas. Que deem exemplo, CALADINHOS, que CALEM a sua puta VERBORREIA e trabalhem em silêncio pelo seu POVO a sofrer o que sofrem as massas trabalhadoras cuja vida é a morte a «câmara lenta», uma gritante realidade que CLAMA INSURREIÇÃO, a tomada do poder por essas massas trabalhadoras e construir o SOCIALISMO. Os dirigentes políticos e sindicais têm que estar em dia 14 nos piquetes nas portas do Arsenal Militar de Ferrol.

Temos que encorajar os sindicatos ingleses para anunciar Greve Geral em dia 14, os italianos para que a Greve Geral seja de 24 h, os sindicatos bascos para que a convoquem e participem, os gregos para que convoquem em 14 de Novembro, os sindicatos franceses, alemães para que cumpram com o seu dever de convocá-la; os da Bélgica, a Holanda, a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a Finlândia, a Áustria, a Suíça, a todos apelamos para em 14 de Novembro haver Greve Geral Europeia; a todos apelamos para que ARDAM as redes de comunicação, para que aconteça o que aconteceu em 15 de Setembro em Portugal, a que as redes ardam, se fundam, se tornem líquidas e gasifiquem; o vento do 14 de Novembro tem de ser maior do que o vento do furacão Sandy que levantou um trem nos EUA.

Temos que PROCLAMAR QUE A GUERRA NA EUROPA É EVITÁVEL, ao contrário que Vasco Lourenço, é só transformar a Greve Geral do dia 14 em INSURREIÇÃO para a tomada do poder das massas trabalhadoras a começar por Portugal cujo direito e dever de INSURREIÇÃO proclama a sua Constituição.

Temos que conseguir que a Aliança Social Galega, deixe de ser ASOGA, para se tornar ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA a defender os interesses de classe do proletariado galego e os direitos nacionais da Galiza, uma NACIONALIDADE HISTÓRICA QUE ASOGA SE NEGA A RECONHECER embora lho reconheça a lei: o direito a decidir do povo galego, o direito de livre determinação da Galiza.

Na Galiza, em Portugal, na Europa e no mundo não temos outra saída que o SOCIALISMO, a tomada do poder pelas massas trabalhadoras ocupando os centros de poder (o Arsenal Militar de Ferrol) a meio da INSURREIÇÃO.                         
Em Ferrol, Domingo, 4 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

PROPOSTA ENTREGUE EM MÃO AS PESSOAS ASSISTENTES À REUNIÃO DA ALIANÇA SOCIAL GALEGA ÀS 16H30 DA QUARTA-FEIRA, 31 DE OUTUBRO DE 2012. NEM SEQUER TOMARAM CONTA DA PROPOSTA VERBAL FEITA DE INCLUIR NO MANIFESTO A DEFESA DA LIVRE DETERMINAÇÃO DA GALIZA.


ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA

Vimos por este meio propor de criarmos a ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA para a defesa dos interesses de classe do proletariado galego particularmente o DESEMPREGADO e a defesa dos direitos nacionais da Galiza reconhecidos nas leis espanholas e internacionais (Pacto Internacional pelos Direitos Civis e Políticos, Pacto Internacional pelos Direitos Económicos, Sociais e Culturais, artigo 7.3 da Constituição portuguesa).

ASSEMBLEIA porque é DEMOCRACIA; NACIONAL porque a Galiza tem reconhecido na lei a categoria de NACIONALIDADE HISTÓRICA, quer dizer, uma NAÇÃO COM MUITA HISTÓRIA; e da GALIZA porque esse é o nome da nossa nação.

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA aberta a TODAS as pessoas (qualquer pessoa, desempregada ou as do «prestígio social»), entidades (partidos políticos, sindicatos, associações da vizinhança, ecologistas, qualquer entidade, de qualquer dimensão, legalizada ou não, que associe pessoas para qualquer atividade) e instituições (Concelhos, Deputações, etc.); aberta significa SEM EXCLUIR NINGUÉM com escusa dimensional, ideológica, política, económica, etc. exceto o nazi-fascismo.

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, um ponto de encontro para FALAR e se assim for acordado AGIR na defesa do proletariado, das massas trabalhadoras, da cidadania e da NAÇÃO.

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA organizada HORIZONTALMENTE em base a equipas de TRABALHO, promovendo TODAS as iniciativas, nos diferentes TEMAS, áreas ou o que se decidir.

AUTOFINANCIADA em base às contribuições das integrantes PROPORCIONAIS à sua capacidade: de cada quem segundo as suas possibilidades, RESPEITANDO, PRIORIZANDO as pessoas DESEMPREGADAS.

ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, DEMOCRÁTICA, os acordos por UNANIMIDADE; caso a não haver, a MAIORIA DA ANAGA, como tal MAIORIA DA ANAGA, e assim publicitado, pode e DEVE AGIR em base ao acordo maioritário. A PORTA-VOZIA DA ANAGA decide-se em cada Assembleia, evitando que as forças maioritárias HEGEMONIZEM antidemocraticamente. É só estudar experiências organizativas recentes e não recentes para aplicar resultados positivos e evitar resultados negativos (a Plataforma Cidadã Nunca Mais é a mais destacada mas não é a única, nascimento, desenvolvimento e desaparição).

Simplesmente dizer que muito antes de na Catalunha criarem a Assemblea Nacional Catalana, nós na Galiza estávamos permanentemente a propor SOCIALMENTE o mesmo que estamos a propor aqui hoje, com a certeza de que se criarmos a ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, se UNIRMOS O POVO GALEGO, os resultados para o operariado galego e para a Galiza seriam muito superiores aos da Catalunha apenas por uma DEMOCRÁTICA E EVIDENTE razão: a existência da República portuguesa, a existência de Portugal.                                 
Em Compostela, Quarta-Feira, 31 de Outubro de 2012
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL