quarta-feira, 8 de novembro de 2006

A LÍNGUA PROIBIDA E PERSEGUIDA DA GALIZA

A língua da Galiza é uma língua PROIBIDA E PERSEGUIDA, não é uma língua MINORITÁRIA, nem MINORIZADA e muito menos REGIONAL.
Não é uma língua MINORITÁRIA porque é oficial nas oito repúblicas que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa com uma população superior aos 230 milhões de pessoas. A língua da Galiza é oficial na União Europeia e teria que ser oficial na ONU antes que o Francês que o é.
Não é uma língua MINORIZADA porque significante e significado MENTEM a respeito do que acontece na Galiza; e muito menos é uma língua REGIONAL porque a Galiza é reconhecida NACIONALIDADE na anti-democrática Constituição espanhola.
È uma língua PROIBIDA porque embora a legislação RACISTA E ANTI-OPERÁRIA existente desde há um quarto de século (meçam a área e a demografia do dito «galego seseante» do Decreto Filgueira, nem sequer FELGUEIRA, para averiguar que a maioria da população actual conserva e usa os mesmos fonemas que o Português, os denominados «sibilantes», ortográfica e secularmente representados por «s», «ss», «c», «ç», «z», na nossa Língua e Literatura Nacionais: uma pessoa de «galego seseante» não pronuncia o mesmo «cocido» que «cozido», nem «doce» que doze»), essa legislação NUNCA SE CUMPRIU mais que para reprimir: a lei foi permanentemente violada pelos cargos públicos que juraram cumprir e fazer cumprir a lei o qual os torna em PERMANENTES E CONTUMAZES DELINQUENTES. É, portanto, uma língua DUPLAMENTE PROIBIDA: 1) porque as leis existentes PROIBEM a sua secular FONÉTICA, ORTOGRAFIA E LÉXICO que a IDENTIFICA com o Português; 2) porque PROIBEM o cumprimento das leis existentes para IMPOR EXCLUSSIVAMENTE o espanhol a TODA a população de por vida e em qualquer domínio da VIDA tornando a Galiza num campo de concentração no que impera a cruz gamada espanhola.
É uma língua PERSEGUIDA porque as pessoas, entidades e instituições que ousam exigir o cumprimento da lei são perseguidas, reprimidas, julgadas e condenadas para garantir a IMPUNIDADE DOS DELINQUENTES espanhóis, os Franciscos Vázquez, os Juan Juncal e outras ervas; e a perseguição, repressão, julgamentos e condenas são muito mais vastos do que a MESA através dos média conta, CENSURANDO aquelas pessoas nomeadamente professorado e estudantado, entidades e instituições durante décadas MASSACRADOS por defedermos que a língua da Galiza não é outra que o Português, por defendermos a ALFABETIZAÇÃO da população na dita língua; CENSURA professorado e estudantado EXPULSO POR EXERCER os direitos linguísticos de toda a população. A perseguição da língua exercem-na os integrantes do aparelho coactivo e armado do Reino da Espanha (juizes, militares, polícias, guarda civís, etc.) criados na superioridade ÁRIA espanhola face a galega.
Exigir o cumprimento de leis RACISTAS E ANTI-OPERÁRIAS criadas desde um Estatuto de Autonomia com o maior rechaço da história da dita «democracia» espanhola, que apenas serviu para a continuidade do franquismo encabeçado por Fraga, não resolve o nosso ANALFABETISMO nem garante o cumprimento dos nossos direitos linguísticos. O que resolve é derrogar essas leis por outras que garantam o ESTUDO SISTEMATICO E PERMANENTE DA FONÉTICA, DA ORTOGRAFIA, DO LÉXICO da nossa Língua e Literatura Nacionais com GRAMÁTICAS PORTUGUESAS no ensino primário, no secundário, NA UNIVERSIDADE e em toda a Galiza porque a ALFABETIZAÇÃO, os direitos linguísticos são para TODA a população. http://galizaunidaportugal.blogspot.com
Em Ferrol, quarta-feira, 8 de Novembro de 2006
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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