sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

GUERRA CONTRA A GALIZA: DECRETO DE RECONVERSÃO NAVAL E ESPOLIAÇÃO FINANCEIRA

Zapatero, pior do que os dos Açores, terá de ser julgado e condenado pelo do «Escudo Antimísseis», CRIME DE LESA HUMANIDADE em grau superlativo porque é PLANEJAR A GUERRA MUNDIAL NUCLEAR. Na nossa opinião, querem DISSUADIR à Rússia de não intervir caso a NATO atacar à Galiza e Portugal para evitar a sua UNIÃO. [Logo virá qualquer GARATiano a nos contar desde La Voz de Galicia a GRANDE CARGA DE TRABALHO para Navantia ao adequar as fragatas ao «Escudo Antimísseis»]. [Vejam e opinem acerca da posição Bloco de Esquerda/Porto-BNG de 7 de Outubro em www.esquerda.net].
Na guerra contra a Galiza que dura décadas, séculos, o Decreto 1271/84 de Reconversão Naval de El-Rei e Felipe González, foi um ataque de uma intensidade tão grande que as suas consequências, os seus efeitos perduraram a dia de hoje; cerca de trinta anos depois, ASTANO NÃO CONSTRÓI BARCOS, quer dizer, privam à NACIONALIDADE que a Galiza é (reconhecida na lei: na CE e no Estatuto de Autonomia) dos seus próprios meios de subsistência.
Privar ao povo galego dos seus próprios meios de subsistência (sistema financeiro, Setor Naval, etc.) é um CRIME DE LESA HUMANIDADE que estão a perpetrar desde a UE, o governo espanhol e o governo galego.
Hoje, os sindicatos não reivindicar e mobilizar em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS perpetua as consequências e os efeitos do Decreto de Reconversão Naval, perpetua e fortalece o estado em que nos sumiram, privados dos nossos próprios meios de subsistência, privados de ASTANO e a riqueza criada ao CONSTRUIR BARCOS. [Para além disso privados das nossas Caixas de Aforro e Bancos. Às portas não de um «corralito argentino» mas de um «CURRALÃO ESPANHOL», EVITEMO-LO!]
A escusa para El-Rei e Felipe González DECRETAR o encerramento de ASTANO foi a CRISE MUNDIAL DO SETOR NAVAL em 1984. Na atualidade não só não há crise mundial da contratação e construção de transporte marítimo com também a demanda ou procura de barcos dura mais de quatroa anos, é mesmo grande e vai continuar no futuro. Portanto El-Rei, o preisdente do governo espnahol e o presidente do governo da Junta da Galiza têm de Decretar a Des-Reconversão Naval para ASTANO CONSTRUIR BARCOS.
Os sindicatos ao reivindicar um dique flutuante que criará 800 postos de trabalho e não ASTANO CONSTRUIR BARCOS, estão a renunciar, a IMPEDIR a criação de 6.653 postos de trabalho para CONSTRUIR BARCOS EM ASTANO, sem contarmos os das Companhias Auxiliares. Os sindicatos estão a privar a mais de 5.853 pessoas DESEMPREGADAS do seu posto de trabalho, estão a privar a milhares de pessoas desempregadas ou em precariedade e às suas famílias de um emprego e uma vida DIGAN. Estão a privar às filhas e filhos das pessoas desempregadas do acesso à Universidade ou a uma Educação Superior.
Os sindicatos e o funcionariado dos sindicatos que cobra duas ou três vezes o subsídio de desemprego de qualquer pessoa desempregada, se esta cobrar, estão a perpetuar esta situação que dura cerca de três décadas, contribuindo para o desemprego, a precariedade e a emigração. Isto é um facto objetivo, não um insulto; a verdade não é insultante. Insultante é a atitude do «americano impassível» perante tão grande e duradoura agressão como é ASTANO NÃO CONSTRUIR BARCOS.
Os sindicatos estão a apresentar nos Concelhos propostas aos partidos políticos para MOÇÕES municipais em que não se reivindica nem se mobiliza por ASTANO CONSTRUIR BARCOS perpetuando e contribuindo sindicatos, partidos políticos e Concelhos para a POBREZA E O CRIME DE LESA HUMANIDADE que é PROIBIR ASTANO CONSTRUIR BARCOS.
Estão a ajudar os estaleiros navais da Holanda, da Coreia do Sul e a China para nos roubarem o segmento de mercado de construção naval que nos corresponde. Levam cerca de trinta anos favorecendo a ESPOLIAÇÃO DA GALIZA. Ajudam à ESPOLIAÇÃO a que se submete à Galiza não apenas na contratação e construção de transporte marítimo mas também nos recursos financeiros galegos, do operariado e as classes trabalhadoras galegas.
Perante a espoliação dos nossos impostos que pagamos, dos nossos salários que trabalhamos, dos nossos aforros que guardamos, do nosso capital que criamos, não apelam ao proletariado e a cidadania da NACIONALIDADE para se organizar e mobilizar na DEFESA DA NAÇÃO, NA COLETIVA DEFESA DA GALIZA, só reivindicam uma COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO no Parlamento Galego governado pela RAPOSA, não favorecem, não criam um Parlamento Galego governado pelas INOCENTES galinhas, a Asssembleia Nacional da Galiza, para a DEMOCRÁTICA DERROCADA DA RAPOSA MENTIROSA E LADRA.
Nós apresentamos no Concelho de Fene uma MOÇÃO muito simples: «o Pleno do Concelho dirige-se à cidadania para GREVE GERAL INDEFINIDA NA GALIZA PARA OBRIGAR OS GOVERNOS GALEGO, ESPANHOL E EUROPEU A FINANCIAR E DEIXAR DE PROIBIR ASTANO CONSTRUIR BARCOS tomando as iniciativas pertinentes para a greve se realizar».
Se a Galiza está «a cair a cachos» o que cumpre, o IMPERIOSO, é obrigar os sindicatos a retificar, que reivindiquem e mobilcem em favor de ASTANO CONSTRUIR BARCOS e que em dia 6 de Novembro seja GREVE GERAL COMARCAL em Ferrol e EM VIGO para que umas grandes manifestações CLAMEM E CONVOQUEM GREVE GERAL INDEFINIDA NA GALIZA EM DIA 18 DE NOVEMBRO PARA A DERROCADA DOS INIMIGOS DA DEMOCRACIA, DA LIBERDADE, DA LIBERDADE NACIONAL, O PP, E OS SEUS CÚMPLICES, PSOE, CiU A MEIO DA INSURREIÇÃO.

Enfrente de ASTANO, Terça-Feira, 11 de Outubro de 2011
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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